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	<title>apenas-mais-um &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/apenas-mais-um/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "apenas-mais-um"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 09:55:07 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[e sim,]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/?p=424</link>
<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 16:07:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
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<description><![CDATA[tenho humores muito variáveis

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>tenho humores muito variáveis</p>
<p><img src="http://apenasmaisum.wordpress.com/files/2008/02/o-mesmo-de-sempre.jpg" alt="o-mesmo-de-sempre.jpg" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[questões de métricas]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/2008/01/21/questoes-de-metricas/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 13:22:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
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<description><![CDATA[Num dia sincero
Decidi calar aquilo que não querias escutar
Num dia sincero
Deixei que a minha caus]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Num dia sincero<br />
Decidi calar aquilo que não querias escutar<br />
Num dia sincero<br />
Deixei que a minha causa ficasse por falar<br />
E num dia sincero<br />
Fiquei a olhar-te no medo de te perguntar</p>
<p>Num dia sincero<br />
Descobri que todos os dias são assim<br />
Como um dia sincero<br />
<strike>Que não se quer fazer sofrido</strike><br />
Que não se importa de ser sem mim</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[ensimesmamentos]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/2007/12/02/para-ti-que-sabes-2/</link>
<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 04:11:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
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<description><![CDATA[Subitamente ouço-me como se estivesse de fora, e espanto-me com o que digo. Há muita maldade no to]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><font color="#666699">Subitamente ouço-me como se estivesse de fora, e espanto-me com o que digo. Há muita maldade no tom, no som e nos significados que atiro. E tudo isso é algo de inexplicável. Os sentidos que a princípio ainda quero transmitir transformam-se rapidamente em interjeições, e estas diluem-se numa mole de alaridos indecifráveis. Não há nada que possa justificar este vento de fúria com que arrojo as palavras que intercalo com sílabas cada vez mais ásperas, como se assim melhor pudesse embrulhá-las em vírgulas para depois as lançar, mais escamosas, mais acutilantes, nesta minha estouvada gritaria.</font></p>
<p align="justify"><font color="#666699">Só muito mais tarde, quando já pouco ou nada posso fazer e me deixo envolver na ressaca de um conjecturável manto de silêncio, é que começo a decifrar, lenta e custosamente, o estupor que em mim vesti. Olho em redor e já nada me rodeia. Estou finalmente onde quero, no meio dela, dessa penumbra de gente. Mas se são tantas as vezes em que preciso de me envolver nesse negrume, se é irrefreável esta necessidade que me impele para o vazio, o desabitado, quando deveras anseio pelo descanso, porque continuo então a apedrejar os sentimentos desprevenidos com que os outros, incautos, me tentam ainda tocar?</font></p>
<p align="justify"><font color="#666699">Como é possível que ainda não tenha encontrado outras formas mais delicadas de os afastar, aos outros, quando preciso de me conduzir para a solidão? Que tão certo como a ela recorrentemente procurar, é dela sempre querer retornar. E para encontrar os outros, a vida, do lado de fora do negrume com que me rodeio e do qual invariavelmente volto a querer partir, é necessário que por lá ainda esteja alguém, alguém que …, apesar de …, ainda segure a candeia que me orientará no caminho de volta à normalidade. Porque mesmo esquecendo-me dos outros, neste ir e vir, só serei homem enquanto os outros não desistirem de mim.</font></p>
<blockquote>
<p align="justify">&#160;</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p align="justify">&#160;</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p align="justify">Pois cada vez mais me repito e de cada vez mais perto me chegam essas repetições. Isso deve querer dizer da angústia. Essa que faz crescer a necessidade de me repetir, e nisso maior urgência em escrever as coisas que preciso repetir. Falta-me espaço em mim. Mas para quê?, para no fim dizer o mesmo, coisa de redobradas escusas?</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[das coisas da escrita]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/2007/11/27/das-coisas-da-escrita/</link>
<pubDate>Tue, 27 Nov 2007 14:15:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quase não queria acreditar quando ontem, em conversa que surgia espontânea, me ouvi dizer que “s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Quase não queria acreditar quando ontem, em conversa que surgia espontânea, me ouvi dizer que “sobre isso (isto) do escrever já algo de próprio terei escrito”. Terei aí percebido essa soberba de quem escreve, capaz de parafrasear hoje com presunçosa firmeza sobre aquilo que ontem em arrepios de incerteza terá discorrido, como se, assim distante, se despisse da sua própria carne. Bruscamente, uma desconfortável vergonha ter-me-á impedido a tempo de o fazer, graças a deus, e lá terei voltado ao presente, à conversa, ao respeito que me merecia o meu interlocutor, pelo que a (auto)citação se terá deixado ficar nos recônditos da pedante memória. Há soberba sim nisso de acharmos que o que remotamente teremos pensado ali, noutro instante, se pode prestar agora. Como se pudéssemos assim valer-nos do que já fomos para nos substituir-nos naquele momento em que outros nos escutam. Como se pudesse haver algures uma razão que ousasse justificar isso de querermos fazer de nós um homem em diferido.</p>
<p align="justify">Aqui é diferente. Aqui posso tudo. Aqui escrevo sozinho e pouco me importa se me repito, se me duplico, se me tenho mais uma vez em diferido. Posso até dar-me ao luxo de aqui citar o que já terei escrito conferindo-lhe a importância que só eu acho que terá. A soberba aqui é ainda minha, mas só minha, não carecendo de ser desculpada.</p>
<p align="justify">L., tu que cá não vens, a ti posso agora dizer - era isto que citaria, se ousasse fazer de mim um embuste de mim:</p>
<blockquote>
<p align="justify"><font color="#666699">Os comunicadores puros preferem o ruído, as vozes, a agitação dos gestos e das expressões, e nisso se saciam e concluem. Os que escrevem preferem o silêncio e o recato, e aí lançam na escrita o que normalmente calam, num exercício onde tentam reconstruir o que lhes ficou por dizer. É um lugar de resíduos do que não chegámos a falar ou a fazer acontecer, um espaço para onde se trazem as coisas incompletas cujo fim não ousámos ou não conseguimos concluir.</font></p>
<p align="justify"><font color="#666699">A escrita é a linguagem dos tímidos e dos ávidos.</font></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o vozeiral]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/2007/11/23/o-vozeiral/</link>
<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 18:11:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
<guid>http://apenasmaisum.pt.wordpress.com/2007/11/23/o-vozeiral/</guid>
<description><![CDATA[Em quase todos os dias da minha infância
&#8230; com o cair da noite sentam-se seis crianças ao re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em quase todos os dias da minha infância</p>
<p>... com o cair da noite sentam-se seis crianças ao redor de uma mesa de tamanho invulgar. No seu centro além do pão, do vinho e da água, há um tacho enorme. Entre elas, e de cada um dos lados da mesa, um casal, nem novo nem velho, vai distribuindo pelos pratos doses medidas de acordo com a idade dos miúdos. Todos começam ao mesmo tempo quando a mãe finalmente se senta e dá mostras de também ela se ter disposto para jantar. Como se por sinal invisível, de súbito, uma, três, cinco, vinte histórias começam a desenrolar os episódios do dia de cada um. Não à vez, mas de forma sobreposta. Todos parecem ter essa capacidade de falar e escutar várias conversas ao mesmo tempo e de saltar de umas para as outras com a ligeireza de passarinhos em seus galhos. Por vezes cresce tal a algazarra que o pai faz sobrepor a sua voz, abrandando-a. Depois tudo recomeça de novo, uns em crescendo ao quase brado, outros, mais novos, pouco mais arriscando que um sussurro. E é assim, como num jogo, que vão coleccionado os acontecimentos narrados nesse zoar comum a que chamam ‘vozeiral’. No fim da janta apanha-se a mesa e a vida de cada um, de tão contada, torna-se comum aos outros. Mais um dia feito de tantas partes. É uma sorte ser criança numa família tão grande, e poder ter tantas vidas ao pé da nossa quando chega a noite.</p>
<p><font color="#666699">Hoje, quando se juntam, à volta destas seis crianças sentam-se mais os seus dez filhos, e a mãe, e o vozeiral continua. Depois de tantos anos ainda estranham não ouvirem já ser lhes pedido para que lhe afrouxem o tom. Mas o vozeiral continua. Continuará sempre. Com todos.</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[interrupimento]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/2007/10/02/interrupimento/</link>
<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 22:10:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
<guid>http://apenasmaisum.pt.wordpress.com/2007/10/02/interrupimento/</guid>
<description><![CDATA[chamam-me

voltarei mais tarde. acho.

Adenda: Nem de propósito, e inesperadamente, alguém disten]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>chamam-me</p>
<p><img src="http://apenasmaisum.wordpress.com/files/2007/10/hiaaaaaaaaaaaaaaaouuuuuuuuuuuuu.jpg" alt="Francisco na cachoada, no Tuga, em Cabrera" /></p>
<p align="left">voltarei mais tarde. acho.</p>
<blockquote>
<p align="left"><font color="#666699"><strong>Adenda</strong>: Nem de propósito, e inesperadamente, alguém distende</font> <a target="_blank" href="http://olivamos.blogspot.com/2007/10/vnia-um-amigo-dos.html">tanto passado, e de forma tão exuberante</a>, <font color="#666699">que pouco mais - desse movimento repetitivo de rebobinagem que tantas vezes aqui ensaiei - haverá já por tentar. Assim lido, o partir é quase voltar.</font></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[F]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/2007/10/01/f/</link>
<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 17:10:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
<guid>http://apenasmaisum.pt.wordpress.com/2007/10/01/f/</guid>
<description><![CDATA[Quase a fechar o portátil, e chega-me ele. Vem exactamente como sempre: jovial, galhofeiro, armad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#666699">Quase a fechar o portátil, e chega-me ele. Vem exactamente como sempre: jovial, galhofeiro, armado com aquele riso trocista de espicaçar conversas, coisas de ainda quase adolescência. Suspendo-me - não muito, com medo de o esfumar de novo - apenas o suficiente para ali ficar a matar breves saudades ... demorou-se duas longas baforadas de fumo.</font></p>
<p><font color="#666699">O resto do dia tem andado aqui por perto. E os dois cá dentro a gargalhar daquele tempo em que fazíamos os exames a meias e do que no fim nos ríamos com o absurdo de apenas um de nós ser glorificado na pauta.</font></p>
<p><font color="#666699">Hoje, já só resto eu na pauta. Mas a nota é a dividir por dois, como sempre.</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[aqui ...]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/2007/09/27/aqui/</link>
<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 11:17:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
<guid>http://apenasmaisum.pt.wordpress.com/2007/09/27/aqui/</guid>
<description><![CDATA[… apenas isso, a possibilidade de amanhã me revisitar, e se o entender, poder achar-me um estranh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#666699">… apenas isso, a possibilidade de amanhã me revisitar, e se o entender, poder achar-me um estranho. E nem me constrange ver-me assim exposto, a escrita a imitar a minha existência, a clamar inconfidências. Há algo de delinquente nisto, de promíscuo, de impedido, que me faz sentir diferente. Como se eu fosse marginal a tudo isso, e a mim mesmo.</font></p>
<p align="center"><font color="#000000">---</font></p>
<p>O desfrute deste blog, já o referi várias vezes, não está tanto no escrevê-lo, mas sim no seu revisitar. Ler-me é muitas vezes experimentar um processo ilusionista através do qual consigo estabelecer um diálogo comigo mesmo, em diferido, o qual, de alguma forma, a distância torna mais fértil. Muitas coisas de mim tenho compreendido melhor assim - dessas <em>coisas</em> que não são precisas no dia-a-dia e sobre as quais podemos deixar passar anos (quiçá uma vida inteira) sem as destaparmos. Será essa a razão porque a partir de agora recorrerei a textos antigos, que escrevinhei em outros lugares, e que para aqui trarei. Alguns deles serão simplesmente copiados, transmutados, mas outros sei que irei tecla por tecla reescrever cada uma das suas letras. Porquê?, bom, para isso teria de começar por reconhecer que não fui absolutamente sincero (nunca o terei de ser) no texto que aí em cima começo por reproduzir. Na verdade, quando mergulho em alguns textos que escrevi, não me sinto nada marginal a eles, e nem tão pouco os consigo ver por fora. Há textos, eventualmente os mais <em>carnosos</em>, que são um inexplicável e por vezes espinhoso processo de me reencarnar das memórias e das pessoas que ainda tenho dentro de mim. Não se trata de um luto, porque essas pessoas ainda vivem em mim, e muitas delas à minha volta, no nosso mundo. Não sei discernir essa fronteira, mas consigo compreender que também eu faço parte dessas pessoas que arrisco narrar. Sei apenas que a alguns textos não me os basta ler – preciso pari-los de novo – para deles tirar o que lá guardei. É no fluir das palavras que agitamos que acabam por reacontecer as coisas que contamos, e são elas que trazem uma cara ou um gesto que tínhamos já distraidamente afogado nas saudades, ou um breve trecho de memória que nos leva numa súbita viagem à infância onde aos poucos vamos recuperando o vozeiral de sons familiares em redor da mesa de jantar. Seja o que for que para aqui trouxer, e seja como o trouxer, não hesitarei em os refazer sempre que sentir apelo disso, pois só assim neles encarnarei. A outros esconderei algumas pontas. Gosto também de sentir que neles deixo por escrever aquilo que nunca quererei e conseguirei contar. Faz-me sentir infinito.</p>
<p>[ Para o que então (re)escrever <font color="#666699">passarei a usar esta cor</font>, sem mais qualquer outra referência. ]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/2007/09/25/362/</link>
<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 20:14:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
<guid>http://apenasmaisum.pt.wordpress.com/2007/09/25/362/</guid>
<description><![CDATA[

foi 
  muito 


bonito !!!  
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1><img align="right" src="http://apenasmaisum.wordpress.com/files/2007/09/les-loups.jpg" /></h1>
<h1 align="right"></h1>
<h1 align="right"><a target="_blank" href="http://www.rugbyworldcup.com/home/teams/team=44/index.html"><font color="#ff0000">foi</font></a> </h1>
<h1 align="right">  <a target="_blank" href="http://coupe-du-monde-de-rugby-2007.sport24.com/article-journal-de-la-coupe-les-loups-y-ont-cru-19210.html"><font color="#800000">muito</font></a> </h1>
<h1></h1>
<h1 align="right"></h1>
<h1 align="right"><font color="#ff0000"><a target="_blank" href="http://www.fpr.pt/"><font color="#008000">bonito</font></a> </font><font color="#ffcc00">!!!  </font></h1>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[das palavras maquilhadas]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/2007/09/17/da-palavras-maquilhadas/</link>
<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 10:51:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
<guid>http://apenasmaisum.pt.wordpress.com/2007/09/17/da-palavras-maquilhadas/</guid>
<description><![CDATA[ 
Todas as amizades bebem para além das palavras – na franqueza de uns olhos, ou tão-somente nu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://apenasmaisum.wordpress.com/files/2007/09/indo1.jpg" alt="indo1.jpg" /></p>
<p align="left">Todas as amizades bebem para além das palavras – na franqueza de uns olhos, ou tão-somente num simples gesto com que se hesita. É isso: a amizade, porque é construída sobre o que é sincero, alimenta-se da substância das pessoas e dos seus pequenos lapsos, que aí não é o erro que importa mas sim a autenticidade que se experimenta. É assim bem provável que ela precise das nossas hesitações para sobreviver, o que nada tem a ver com textos esmerados, palavras rimáveis e emoções retocadas. Para estas haverão leitores que eventualmente as apreciarão; para compreender as nossas hesitações e isentar os nossos erros espera-se por ali um amigo. Do lado de cá das palavras.</p>
<blockquote>
<p align="left"><font color="#666699">Este Apenas+1 acabou de perfazer um ano ontem. Considerando a </font><a href="http://www.apenasmaisum.weblog.com.pt"><font color="#666699">habitação anterior</font></a><font color="#666699"> serão já quase três anos neste atrapalho da escrita. Escrevi imensos textos (já muito para além de um milhar) o que nunca pensei viesse a acontecer, e neles escrevi muita coisa que nunca julguei ser capaz. Escrevi demasiado e fui sobejamente desastrado com as palavras. Com alguns textos criei feridas, noutros sarei-as. E escrever assim, escrever, acabou por se tornar uma inevitável <em>hesitação</em> em mim.</font></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[porque nem tudo são minudências ]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/2007/09/13/porque-nem-tudo-sao-minudencias/</link>
<pubDate>Thu, 13 Sep 2007 14:00:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
<guid>http://apenasmaisum.pt.wordpress.com/2007/09/13/porque-nem-tudo-sao-minudencias/</guid>
<description><![CDATA[há um fulacunda nada discreto a evoluir nesta caixa de memórias
(e já agora, a propósito de mota]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>há um <em>fulacunda</em> nada discreto a evoluir nesta <a target="_blank" href="http://olivamos.blogspot.com/2007/09/casal.html">caixa de memórias</a></p>
<blockquote><p><font color="#666699">(e já agora, a propósito de motas, vamos admitir que o meu irmão mais velho não é gajo para visitar este blog)</font></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Notas privadas antes do fim-de-semana (2) - <em>musas</em>]]></title>
<link>http://apenasmaisum.wordpress.com/2007/09/07/notas-privadas-antes-do-fim-de-semana-2/</link>
<pubDate>Fri, 07 Sep 2007 13:44:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé</dc:creator>
<guid>http://apenasmaisum.pt.wordpress.com/2007/09/07/notas-privadas-antes-do-fim-de-semana-2/</guid>
<description><![CDATA[Sou casado com a “rapariga loura da livraria” que em tempos inspirou uma pequena crónica a Joã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sou casado com a “rapariga loura da livraria” que em tempos inspirou uma pequena crónica a <a href="http://www.releituras.com/joaoubaldo_bio.asp">João Ubaldo</a> e nem o sabia. Agora, orgulhoso, e ainda há quem pense que essa informação me poderia ter aborrecido.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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