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Blogs sobre: As Maos E Os Frutos 1948

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Cantas. E fica a vida suspensa.

Raquel Agra wrote 4 days ago: Cantas. E fica a vida suspensa. É como se um rio cantasse: em redor é tudo teu; mas quando cessa o t … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, ,canto,, rio, Silêncio

Nos teus dedos nasceram horizontes

Raquel Agra wrote 6 months ago: Nos teus dedos nasceram horizontes e aves verdes vieram desvairadas beber neles julgando serem fonte … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Aves, Fontes, dedos

Quando em silêncio passas entre as folhas

Raquel Agra wrote 8 months ago: Quando em silêncio passas entre as folhas, uma ave renasce da sua morte e agita as asas de repente; … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Silêncio, Folhas, Fontes

Passamos pelas coisas sem as ver2 comments

Raquel Agra wrote 9 months ago: Passamos pelas coisas sem as ver, gastos como animais envelhecidos; se alguém chama por nós não resp … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Amor, frutos, Animais

A tua vida é uma história triste

Raquel Agra wrote 9 months ago: A tua vida é uma história triste. A minha é igual à tua. Presas as mãos e preso o coração, enchemos … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Casa, sombra, Vida

Somos como árvores

Raquel Agra wrote 1 year ago: Somos como árvores só quando o desejo é morto. Só então nos lembramos que dezembro traz em si a prim … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, dezembro, Primavera

Não canto porque sonho

Raquel Agra wrote 1 year ago: Não canto porque sonho. Canto porque és real. Canto o teu olhar maduro, teu sorriso puro, a tua graç … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Amor

Impetuoso, o teu corpo é como um rio2 comments

Raquel Agra wrote 1 year ago: Impetuoso, o teu corpo é como um rio onde o meu se perde. Se escuto, só oiço o teu rumor. De mim, ne … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, rio

Só as tuas mãos trazem os frutos

Raquel Agra wrote 1 year ago: Só as tuas mãos trazem os frutos. Só elas despem a mágoa destes olhos, e dos choupos, carregados de … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, mãos, frutos

Onde me levas, rio que cantei

Raquel Agra wrote 1 year ago: Onde me levas, rio que cantei, esperança destes olhos que molhei de pura solidão e desencanto? Onde … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Canção, rio

Hoje deitei-me ao lado da minha solidão1 comment

Raquel Agra wrote 1 year ago: Hoje deitei-me ao lado da minha solidão. O seu corpo perfeito, linha a linha, derramava-se no meu, e … more →

Tags: Poesía, corpo, solidão

Green god

Raquel Agra wrote 1 year ago: Trazia consigo a graça das fontes quando anoitece. Era o corpo como um rio em sereno desafio com as … more →

Tags: Poesía, rio, corpo

tenho o nome de uma flor

Raquel Agra wrote 1 year ago: Tenho o nome de uma flor quando me chamas. Quando me tocas, nem eu sei se sou água, rapariga, ou alg … more →

Tags: Poesía

Madrigal

Raquel Agra wrote 1 year ago: Tu já tinhas um nome, e eu não sei se eras fonte ou brisa ou mar ou flor. Nos meus versos chamar-te- … more →

Tags: Poesía, Amor

Poema para o meu amor doente

Raquel Agra wrote 1 year ago: Hoje roubei todas as rosas dos jardins e cheguei ao pé de ti de mãos vazias. … more →

Tags: Poesía, Rosa


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