Hoje venho dizer-te que nevou no rosto familiar que te esperava. Não é nada, meu amor, foi um pássaro, a casca do tempo que caiu, uma lágrima, um barco, uma palavra. Foi apenas mais um dia que passo… mais →
O Sal da LínguaRaquel Agra wrote 7 months ago: Hoje venho dizer-te que nevou no rosto familiar que te esperava. Não é nada, meu amor, foi um pássar … more →
Raquel Agra wrote 8 months ago: Cai, como antigamente, das estrelas um frio que se espalha na cidade. Não é noite nem dia, é o tempo … more →
Raquel Agra wrote 12 months ago: Os navios existem, e existe o teu rosto encostado ao rosto dos navios. Sem nenhum destino flutuam na … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: É outono, desprende-te de mim. Solta-me os cabelos, potros indomáveis sem nenhuma melancolia, sem … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Iremos juntos separados, as palavras mordidas uma a uma, taciturnas, cintilantes – ó meu amor, const … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Cansado de ser homem o dia inteiro chego à noite com os olhos rasos de água. Posso então deitar-me a … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Tu perguntas, e eu não sei, eu também não sei o que é o mar. É talvez uma lágrima caída dos meus o … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Que morte é a sombra deste retrato, onde eu assisto ao dobrar dos dias, órfão de ti e de uma aventur … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Como se houvesse uma tempestade escurecendo os teus cabelos, ou se preferes, a minha boca nos teus o … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Acordo sem o contorno do teu rosto na minha almofada, sem o teu peito liso e claro como um dia de ve … more →