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Blogs sobre: Branco No Branco 1984

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Um amigo é às vezes o deserto

Raquel Agra wrote 1 month ago: Um amigo é às vezes o deserto, outras a água. Desprende-te do ínfimo rumor de agosto; nem sempre   u … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Palavra, amigo

A chuva cai na poeira como no poema

Raquel Agra wrote 3 months ago: A chuva cai na poeira como no poema de Li Bai. No sul os dias têm olhos grandes e redondos; no sul o … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Poema, chuva, Sul, poeira

Regressar ao corpo, entrar nele

Raquel Agra wrote 6 months ago: Regressar ao corpo, entrar nele sem receio da insurreição da carne. Nenhuma boca é fria, mesmo quand … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, corpo, Boça, carne

Sobre a mesa a fruta arde

Raquel Agra wrote 8 months ago: Sobre a mesa a fruta arde: pêras, laranjas, maçãs, pressentem a íntima brancura dos dentes, o desejo … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Amor, desejo, espuma, flancos, Melancolia

Faz uma chave, mesmo pequena

Raquel Agra wrote 9 months ago: Faz uma chave, mesmo pequena, entra na casa. Consente na doçura, tem dó da matéria dos sonhos e das … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Casa, Luz, claridade, Beleza

Às vezes entra-se em casa com o outono

Raquel Agra wrote 1 year ago: Às vezes entra-se em casa com o outono preso por um fio, dorme-se então melhor, mesmo o silêncio aca … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Outono, Casa, Mae

Raivosos, atiram-se contra a sombra

Raquel Agra wrote 1 year ago: Raivosos, atiram-se contra a sombra de umas acácias que por ali havia, o corpo dorido de tanto desej … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, desejo

O mar. O mar novamente à minha porta

Raquel Agra wrote 1 year ago: O mar. O mar novamente à minha porta. Vi-o pela primeira vez nos olhos de minha mãe, onda após onda, … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade

Concentro os olhos no mais precário

Raquel Agra wrote 1 year ago: Concentro os olhos no mais precário lugar do teu corpo: morre-se em Agosto com as aves: de solidão. … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade

É um lugar ao sul

Raquel Agra wrote 1 year ago: É um lugar ao sul, um lugar onde a cal amotinada desafia o olhar.   Onde viveste. Onde às vezes no s … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade

Já não se vê o trigo

Raquel Agra wrote 1 year ago: Já não se vê o trigo, a vagarosa ondulação dos montes. Não se pode dizer que fossem contigo, tu só l … more →

Tags: Poesía

Encostas a face

Raquel Agra wrote 1 year ago: Encostas a face à melancolia e nem sequer ouves o rouxinol. Ou é a cotovia? Suportas mal o ar, divid … more →

Tags: Poesía

As razões do mundo

Raquel Agra wrote 1 year ago: As razões do mundo não são exactamente as tuas razões. Viver de mãos acesas não é fácil, viver é ilu … more →

Tags: Poesía

Concentro os olhos no mais precário

Raquel Agra wrote 1 year ago: Concentro os olhos no mais precário lugar do teu corpo: morre-se em Agosto com as aves:  de solidão. … more →

Tags: Poesía

Aproxima-te, põe o ouvido na minha boca

Raquel Agra wrote 1 year ago: Aproxima-te, põe o ouvido na minha boca, vou dizer-te um segredo, está um homem com a noite deitado … more →

Tags: Poesía


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