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	<title>camelo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/camelo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "camelo"</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 22:05:54 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Um PLUS no Curriculum]]></title>
<link>http://semata.wordpress.com/?p=1595</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 15:27:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>SE MATA</dc:creator>
<guid>http://semata.wordpress.com/?p=1595</guid>
<description><![CDATA[Anda achando que oportunidades de trabalho não surgem pq seu curriculum é  muito xoxo? Não tem co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Anda achando que oportunidades de trabalho não surgem pq seu curriculum é  muito xoxo? Não tem coragem de inventar cursos e trabalhos voluntários?</p>
<p>A gente tem a solução! É muito simples, basta fazer algumas <em>substituições</em> no  nome de sua profissão! A seguir, algumas dicas para você dar um plus no seu curriculum, apenas  falando de seus empregos anteriores:</p>
<p>* Especialista em Marketing Impresso (boy da xerox )<br />
* Supervisor Geral de Bem-Estar, Higiene e Saúde (faxineiro)<br />
*Oficial Coordenador de Movimentação Interna (porteiro)<br />
*Oficial Coordenador de Movimentação Noturna (vigia)<br />
*Distribuidor de Recursos Humanos (motorista de ônibus)<br />
* Distribuidor de Recursos Humanos VIP (motorista de táxi)<br />
*Distribuidor Interno de Recursos Humanos (Ascensorista)<br />
* Diretora de Fluxos e Saneamento de Áreas (a tia que limpa o banheiro)<br />
* Especialista em Logística de Energia Combustível (frentista)<br />
* Auxiliar de Serviços de Engenharia Civil (peão de obra)<br />
* Segundo Auxiliar de Serviços de Engenharia Civil (coitado ......)<br />
* Especialista em Logística de Documentos (office-boy)<br />
* Especialista Avançado em Logística de Documentos (motoboy)<br />
* Consultor de Assuntos Gerais e Não Específicos (vidente)<br />
* Técnico de Marketing Direcionado (distribuidor de santinho nas esquinas)<br />
* Especialista em Logística de Alimentos (garçom)<br />
* Coordenador de Fluxo de Artigos Esportivos (gandula)<br />
* Distribuidor de Produtos Alternativos de Alta Rotatividade (camelô)<br />
* Técnico Saneador de Vias Publicas (gari)<br />
* Especialista em Entretenimento Masculino (p...)<br />
* Especialista em Entretenimento Masculino Sênior (p... de luxo)<br />
* Dublê de Especialista em Entretenimento Masculino (travesti)<br />
* Supervisor dos Serviços de Entretenimento Masculino (cafetão)<br />
* Técnico em Redistribuição de Renda (ladrão ou político)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando a pirataria é mais eficiente]]></title>
<link>http://noreset.wordpress.com/?p=936</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 20:29:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gustavo Oliveira</dc:creator>
<guid>http://noreset.wordpress.com/?p=936</guid>
<description><![CDATA[
             
 Hoje eu tenho uma históra para contar.
 Aliás, fazia tempo que eu nã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noreset.files.wordpress.com/2008/06/capitao-gancho.jpg"></a><a href="http://noreset.wordpress.com/files/2008/06/gh-aerosmith1.jpg"></a><a href="http://Nenhum"></a><img class="alignnone size-full wp-image-239" src="http://noreset.wordpress.com/files/2007/12/cabeca_fuleiragens.jpg" alt="" width="427" height="71" /></p>
<p>             <a href="http://noreset.files.wordpress.com/2008/06/capitao-gancho.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-937" src="http://noreset.wordpress.com/files/2008/06/capitao-gancho.jpg" alt="" width="309" height="298" /></a></p>
<p> Hoje eu tenho uma históra para contar.</p>
<p> Aliás, fazia tempo que eu não contava uma, né não?</p>
<p> Hoje, ao sair para meu horário de almoço, sem querer descobri uma galeria no bairro onde trabalho. Ao avistá-la, logo pensei: "Deve ter alguma barraquinha de games aqui dentro. Vamos ver qual é a desse lugar..."<br />
Dito e feito. Poucos passos dados, avistei uma lojinha de games mais à frente. Obviamente, a maioria dos games ali eram piratas, mas alguns originais estavam sendo vendidos também, embora não fossem tão bons, por exemplo, <strong>Beowulf: the game </strong>para <strong>PS3 </strong>(vixi...)<br />
 Nas televisões que a lojinha dispunha, dois <strong>PS2</strong> ligados, um <strong>Wii</strong> desligado e um <strong>Xbox360</strong> ligado com um game muito familiar, um de tocar guitarrinha na banda de um bocudo, tal de Aero-não-sei-o-que...</p>
<p> <img class="alignnone size-full wp-image-939" src="http://noreset.wordpress.com/files/2008/06/gh-aerosmith1.jpg" alt="" width="416" height="243" /></p>
<p>Pois é. Era o tal do <strong>Guitar Hero Aerosmith </strong>que o pessoal tanto falava. O vendedor estava jogando no controle (para minha decepção), mas aparentemente estava gostando muito do que jogava.<br />
Não sei porque, mas resolvi testar os conhecimentos do vendedor. Cheguei perto, resolvi "dar uma de migué" e perguntei: "Que jogo é esse?" (nossa que pergunta estúpida...)<br />
Prontamente, o marreteiro respondeu bem e mais do que eu queria saber: "<strong>GH Aerosmith</strong>. Bem louco. Parece o 3 só que um pouco melhor. Sabia que os caras tiveram a idéia a idéia do game e cederam as músicas e os movimentos?"</p>
<p>Na verdade, é claro que eu sabia.</p>
<p>Veja bem leitor, a minha pergunta foi apenas "Que jogo é esse?". O cara foi muito mais ligeiro e respondeu mais do que esperava. Aliás mais do que eu achava que ele soubesse.<br />
Como quem estivesse bancando o cliente chato, resolvi alternar entre perguntas de vários "níveis de dificuldade" entre os games, os consoles e acessórios, como se fosse um leigo no assunto. Todas as perguntas foram respondidas de forma redonda, precisa.<br />
Não foi preciso muito tempo para saber que o cara realmente entendia de games. Foi complicado manter meu disfarce quando o cara disse "Quer jogar?" e, por instinto de "detonar sempre", acertei 98% das notas de "Sweet Emotion" no nível normal (como eu detesto jogar no joystick, se fosse na guitarra era 100% com certeza...)</p>
<p>"Pô, cê joga bem hein?", disse surpreso. Eu ri, apenas.</p>
<p>Talvez ainda você não tenha entendido onde quero chegar, mas preste atenção nessa outra história:</p>
<p>Passei outra dia numa loja especializada de games, num shopping aqui de São Paulo. <strong>Mario Kart Wii</strong> era o game em questão. A pergunta era simples: "Cara, se eu quiser jogar esse game usando o <strong>nunchuck</strong> também, dá pra fazer isso?".</p>
<p><a href="http://Nenhum"><img class="alignnone size-full wp-image-944" src="http://noreset.wordpress.com/files/2008/06/mkwii.jpg" alt="" width="434" height="286" /></a></p>
<p>Para minha decepção, o vendedor não sabia a resposta. Isso porque a loja era especializada...</p>
<p>Após uns bons minutos de conversa, o vendedor confessou: "O dono não deixa a gente abrir os games para testar".</p>
<p>Já ouvi de lojistas coisas como: "<strong>Donkey Kong</strong> vai sair para <strong>Xbox360</strong>." ou "<strong>Counter strike</strong> não foi proibido. É uma jogada da <strong>Electronic Arts</strong> para inibir a pirataria." (essa última foi de matar...)</p>
<p>Aí meus caros, talvez vocês já tenham entendido o que quero dizer: Por vezes, os marreteiros são mais eficientes que os lojistas especializados.<br />
Nem sempre se pode afirmar, mas em vários casos o camelô é o dono da barraquinha, o que lhe confere total liberdade para jogar os novos games que aparecem, o que lhe proporciona muitos pontos de vantegem sobre um vendedor de lojas especializadas. É óbvio que ninguém tem a obrigação de conhecer todos os games, afinal, nem eu mesmo que passo dias e dias olhando sites e blogs tenho tal conhecimento, mas as lojas de games realmente precisam capacitar melhor seu pessoal. Precisam mostrar que games é uma indústria como qualquer outra e que o vendedor é tão gamer quanto você ou até mais.</p>
<p>É claro que não estou generalizando, <strong>nem fazendo apologia à pirataria</strong>, porque não é esse o motivo aqui. Mas esse post estava engasgado na ponta dos dedos faz um tempo.<br />
Se nosso mercado tende a crescer, não pode ser uma coisa bagunçada, nem banalizada. Deve ser levada à sério. Enquanto a pirataria se mostrar mais eficiente (porque só o preço para muitos já basta), não vai rolar o upgrade que tanto sonhamos.</p>
<p>Qualquer coisa, me contratem para trabalhar dando treinamento em lojas de games. Prometo que cobro baratinho.</p>
<p>Não esqueça de manifestar sua opinião também, logo aí abaixo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O belga católico, o camelo e o jumento]]></title>
<link>http://acasatorta.wordpress.com/?p=567</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 15:09:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
<guid>http://acasatorta.wordpress.com/?p=567</guid>
<description><![CDATA[No post Os Primeiros Casos de Poirot, Lady Lucy Angkatell cita o seguinte trecho do conto &#8220;The]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://acasatorta.wordpress.com/files/2008/06/poirot_jumento.jpg" align="right">No post <a href="http://acasatorta.wordpress.com/2008/02/04/os-primeiros-casos-de-poirot/">Os Primeiros Casos de Poirot</a>, Lady Lucy Angkatell cita o seguinte trecho do conto "The Chocolate Box" (A Caixa de Chocolates):</p>
<blockquote><p>Naquele tempo, como você sabe, mon ami, eu era detetive da polícia belga. A morte de M. Paul Déroulard não me comoveu. Sou católico, como sabe, e sua morte pareceu-me um afortunado incidente. (pág. 100)</p></blockquote>
<p>Cito rapidamente o tema da religião de Poirot tão somente porque achei muito curiosa (e muito engraçada, ri muito pensando na situação) a passagem do conto "A Aventura da Tumba Egípcia" do livro "Poirot Investiga" que, finalmente, estou terminando essa semana, na edição do Círculo do Livro com tradução de A. B. Pinheiro de Lemos. Daria uma boa cena de cinema, não somente pelas invocações católicas mas pela situação em si. Nas palavras do Capitão Hastings:</p>
<blockquote><p>Não vou me deter no espetáculo de Poirot sobre um camelo. Ele começou com resmungos e lamentações e terminou com gritos, gesticulações e invocações à Virgem Maria e a todos os santos do calendário. Ao final, acabou desmontando do camelo ignominiosamente e concluiu a viagem num minúsculo jumento. (pág. 102)</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CAMELO NA PALESTINA]]></title>
<link>http://escaravelhoandarilho.wordpress.com/?p=515</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 03:49:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Bueno</dc:creator>
<guid>http://escaravelhoandarilho.wordpress.com/?p=515</guid>
<description><![CDATA[
Achei em uma galeria de fotos muito interessante: Palestina.
http://www.flickr.com/photos/hazy_jeni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="reflect aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3142/2549158856_7573379981.jpg?v=0" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Achei em uma galeria de fotos muito interessante: Palestina.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/hazy_jenius/">http://www.flickr.com/photos/hazy_jenius/</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Camelôs - Sidewalk Shopping]]></title>
<link>http://brasis.wordpress.com/?p=67</link>
<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 19:47:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>tudobeleza</dc:creator>
<guid>http://brasis.wordpress.com/?p=67</guid>
<description><![CDATA[A camelô is a common sight on the sidewalks, beaches and even buses of Brazil. They are street vend]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A camelô is a common sight on the sidewalks, beaches and even buses of Brazil. They are street vendors (both fixed and mobile) providing an array of goods, mostly cheaply-made and/or illegal. Want a pair of sunglasses? A sarong for the beach? Artisan crafts? Japanese peanuts? Books &#38; magazines? Dvds of new movies and concerts? You name it, you'll find it...just don't ask questions and act under the assumption that most of it isn't top quality or long-lasting.</p>
<p>The camelôs can be a nuisance for the simple fact that they make bad use of public space and for the reason that they don't pay any taxes unlike the stores which sell the same items legally. They are also considered a sign of the times, in that unemployment has generally been high in Brazil, although they aren't seen as unemployed but rather sub-employed. The word camelô is Galician (which in turn is probably from the French "camelot" meaning 'seller of cheap things').</p>
<p>The question of legality is usually left unspoken both by the buyer and the seller. As far as the policing of such activities, camelôs are mostly left alone unless the police are doing a raid due to recent negative news coverage or public outrage. The reality is, almost everyone has bought one thing or another from a camelô at some point.</p>
<p><strong>In the Media</strong></p>
<p>For the first time in Brazilian history in 2007, a large-production Brazilian film (Tropa de Elite) was pirated and sold on the streets months before it was to premere in the theaters. So many people had seen it and liked it that ticket sales didn't seem to suffer.</p>
<p>On the other hand, there are certain camelôs that work in conjunction with music labels and groups. Such an example can be seen with the Electro-Forró band Calcinha Preta, which sent representatives into the cities where their next concerts were to be held, in order to either sell cheaply or freely give away their next album. Their gamble payed off and helped shoot them to stardom.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Marcelo Camelo lança músicas inéditas no Myspace]]></title>
<link>http://mundo47.wordpress.com/?p=1520</link>
<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 20:25:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Weiss</dc:creator>
<guid>http://mundo47.wordpress.com/?p=1520</guid>
<description><![CDATA[
O Los Hermanos deu uma &#8220;pausa&#8221; ou &#8220;hiato&#8221;, como definiram na época os Herm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://www.diabaquatro.com/wp-content/uploads/2007/07/camelo.jpg" alt="" /></p>
<p>O Los Hermanos deu uma "pausa" ou "hiato", como definiram na época os Hermanos Marcelo Camelo, Rodrigo Barba, Rodrigo Amarante e Bruno Medina, mas cada um segue seu caminho durante o tempo de hiato.</p>
<p>Bruno Medina está na Europa em turnê com Adriana Calcanhoto; Amarante está tocando com a Orquestra Imperial e participando de discos de outros artistas, Rodrigo Barba está tocando bateria com o Canastra e Marcelo Camelo está lançando na sua página do Myspace, músicas inéditas que podem ser baixadas gratuitamente.</p>
<p> <a href="http://www.myspace.com/marcelocamelo">http://www.myspace.com/marcelocamelo</a> </p>
<p>No site, o compositor disponibilizou "Doce Solidão" e "Teo e a Gaivota".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[os sonhos bizarros]]></title>
<link>http://thinkbing.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 09:33:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>marinarama</dc:creator>
<guid>http://thinkbing.wordpress.com/?p=20</guid>
<description><![CDATA[Antes que me esqueça, são 7.29 e eu já liguei o computador pra ler o BigBostaBrasil porque ontem ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Antes que me esqueça, são 7.29 e eu já liguei o computador pra ler o <a href="http://bigbostabrasil2008.blogspot.com">BigBostaBrasil</a> porque ontem teve paredão e [inserir justificativa fútil aqui]. Aliás, tenho o link do orkut da ex- da Thatiana; sim d<strong>a</strong>, mas também sabe-se de <strong>um</strong> ex-, nem vai fazer tanto efeito, assim. Bial andou indo ao Conic descobrir o <em>segredo da intimidade </em>dela, hein?</p>
<p>Sonhei que estava dormindo na casa da minha avó - aquela do lago, ainda - e perto rolava um boteco onde estavam ambos Marcelo Camelo e Gisele Bündchen. Algum conhecido estava lá na mesma mesa, então convenceu Marcelo a ir, trôpego (mas caindo, mesmo) me dar beijo de boa noite. Não fica com ciúme, Graziela, no sonho eu tinha uns 10 anos e tava achando ele com bafo de cachaça.</p>
<p>Inconsciente imbecil? Quéisso...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A pirataria explicada às crianças]]></title>
<link>http://faire-savoir.info/2007/11/01/a-pirataria-explicada-as-criancas/</link>
<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 12:21:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Barba</dc:creator>
<guid>http://faire-savoir.info/2007/11/01/a-pirataria-explicada-as-criancas/</guid>
<description><![CDATA[


A nova pirataria que explodiu tão de repente usando dos novos meios digitais parece ter emburrec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.tuxick.net/pics/piracy2.jpg" height="522" width="370" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em>A nova pirataria que explodiu tão de repente usando dos novos meios digitais parece ter emburrecido a maioria dos burocratas do entretenimento. Os mais espertos a encaram como um concorrente, outros querem combatê-la através de restrições que prejudicam seu mercado consumidor. </em></p>
</blockquote>
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Você aluga três filmes originais em uma locadora, que paga impostos e faz tudo certinho. Na porta da locadora você vê um cartaz gigantesco falando dos males da pirataria. Ok, mas você é um cliente, está lá pra alugar e não pra comprar uma cópia pirata ou algo parecido. Acaba levando três filmes pra casa, ansioso pra ocupar aquela quarta-feira tediosa com alguma coisa. Assim que você insere um deles ao invés de surgirem alguns trailers, mais propagandinha anti-pirataria. Você tem que perder dois minutos da sua vida vendo isso em um filme que foi alugado legitimamente? Nem precisa responder.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Um dos três filmes é realmente bom e merece entrar pra sua coleção, então você decide que vai comprá-lo quando tiver uma chance. Alguns meses mais tarde você depara com o título numa loja de departamentos, a um preço acessível, e leva ele pra casa. Num domingo qualquer você senta com a sua garota pra rever o filme e assim que o DVD começa a rodar o mesmo vídeo anti-pirata, em toda sua majestade, invade a tela. "Porra, eu comprei esse filme!" você diz enquanto pensa que uma cópia pirata custaria uns R$ 20 a menos e não teria esse incômodo. Mas você não comprou pirata porque não se coleciona um DVD com uma capa feia e título escrito errado com caneta de retroprojetor.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Já quem comprou um CD não pode copiar pra deixar no carro, já que ninguém em sã consciência deixa os originais de bobeira, porque uma trava anti-pirataria não deixa. Outro que adquiriu um livro em PDF não pode copiar o texto ou reproduzir o arquivo um número ilimitado de vezes, pelo mesmo motivo. Em todos os casos, a cópia pirata é livre e a original restrita.</p>
<p align="justify">Os executivos da indústria do entretenimento andam extremamente neuróticos já que seus produtos podem ser reproduzidos e distribuídos a um custo muito próximo de zero. Eles ainda encaram a pirataria como algo totalmente vil e imoral e por isso têm que lembrar os cidadãos disso o todo tempo, principalmente colocando anúncios e restrições no que é original. O que não parecem não entender é que a pirataria já tomou formas próprias em todas as culturas e países do mundo, e que as pessoas sabem que é errado piratear. Ao invés de investirem tempo e dinheiro em travas e lições de moral que atrapalham e chateiam seus consumidores eles deveriam tentar mudar a forma de vender seus produtos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Hoje em dia quando vão ao cinema, as pessoas pagam pela experiência de ver o filme em uma tela grande, com um ótimo som, comendo pipoca e tomando coca-cola acompanhados pelos amigos. Se quisessem "apenas" ver o filme, poderiam gastar R$ 5 no camelô da esquina e levarem o mesmo pra assistir em casa. Ninguém vai ser preso por fazer isso em nenhuma parte do globo terrestre. Se a indústria cinematográfica está preocupada com a pirataria ela devia se esforçar em fazer a experiência de ir ao cinema (ou ter um DVD original) cada vez mais divertida e prazerosa ao invés de buscar doutrinar e ameaçar seus consumidores por causa da pirataria.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Da mesma forma, se a indústria fonográfica tivesse apostado suas fichas no formato mp3 (ou na música digital) mais cedo e implantado lojas virtuais, ou mesmo maquininhas de vender música em shopping centers, seria muito melhor pra todo mundo. Claro, imaginando que seria vendido mais barato, já que ninguém ia ter que gastar milhares em estoque e distribuição de CDs.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Como nada disso foi feito a pirataria está aí, forte como nunca. Além dos produtos serem mais baratos que os originais, ou mesmo gratuitos, ela se utiliza de meios de distribuição e reprodução que permitem ampliar o público de um determinada mídia de maneira exponencial. As cópias piratas, apesar de tudo, suprem uma demanda reprimida e chegam onde o mercado legal ainda não conseguiu atingir.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O Brasil tem um caso interessante nesse aspecto: muitas bandas de forró e brega conseguiram distribuir seus CDs prensando cópias baratas e vendendo para os camelôs. Enquanto poderiam gastar milhares de reais em CDs caros, e que seriam vendidos só em lojas especializadas, eles souberam aproveitar de uma estrutura criada pela pirataria de música pra conseguir chegar ao público.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A maioria das empresas procura vender seus produtos com pesadas restrições ao consumidor porque entendem que qualquer um deles pode colocar o produto de graça na internet. Todos nós somos, na cabeça deles, criminosos em potencial. Não chega a ser mentira, mas... está funcionando? Não temos praticamente todos os produtos digitais que se encontram à venda também disponíveis em versões “gratuitas”?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Outro ponto a se pensar é a real dimensão do dano que a pirataria causa.<strong> Tropa de Elite</strong> caiu nos camelôs antes de pintar no cinema e o diretor já correu pra dizer que o filme seria um fracasso por causa disso. Nada mais inocente do que essa declaração, já que durante os meses subseqüentes não se falou em outra coisa que não no filme. Obviamente <strong>Tropa</strong> foi um recorde de bilheteria, porque muitos queriam a experiência de vê-lo no cinema.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://arstechnica.com/news.ars/post/20060505-6761.html" target="_blank">Apesar disso, as grandes empresas alegam milhões de reais em prejuízo todo ano</a>, usando a lógica absurda de que uma cópia pirateada é uma cópia legal que deixou de ser vendida. Esse raciocínio parece razoável mas é fantasioso, já que não se pode assegurar que todos os que adquirem produtos piratas são consumidores em potencial de originais. Grande parte do consumo de pirataria se dá pela conveniência e pela onipresença. Camelôs vendendo CDs e DVDs piratas estão em cada esquina, e têm capacidade de atingir muito mais pessoas que quaisquer lojas. Assim o dinheiro “perdido em pirataria” é mais o resultado de cópias baratas e abundantes do que de uma procura do público em consumir essas cópias.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Outro grande vilão seria a “pirataria doméstica”, os downloads ilegais de séries, filmes, livros e revistas. E esse é um caso ainda é mais complexo de se calcular os supostos prejuízos. Não é uma pirataria feita para gerar lucro, mas um livre compartilhamento de conteúdo entre aficionados de um determinado assunto ou mídia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A título de exemplo, grande parte de quem baixa quadrinhos, também compra quadrinhos. Na verdade a possibilidade de pegá-los da internet representa uma chance de ampliar a variedade de títulos lidos.<span>  </span>Mas da mesma maneira que o freqüentador de cinema não vai lá só para assistir o filme, o consumidor<span>  </span>de quadrinhos também não paga simplesmente para ler a história. Ele quer ter o material, a edição de luxo, poder guardar na estante, ler antes de dormir, carregar pra outros lugares. As vantagens de se ter um produto material são imensas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Da mesma maneira o formato mp3 ampliou a quantidade de música consumida no mundo, ainda que ilegalmente, e ajudou muitos artistas a ganhar público. Fora os multimilionários do Mettallica, nenhum artista reclama do fato de suas músicas estarem disponíveis de graça. O que se vê hoje em dia é um movimento das grandes gravadoras para reprimir os downloads ilegais (inclusive com processos doentios) mas nenhum movimento organizado de artistas – que sempre ganharam dinheiro com shows.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A questão, que vem sendo repetida exaustivametne ao longo do texto, é que existem pessoas em todo mundo dispostas a gastar dinheiro com produtos que já se encontram pirateados, que querem a experiência do original. E isso não é ideologia, é escolha. Encostar num cantinho e fazer beiço, ou berrar que tudo está errado não vai resolver problemas de mercado. Se isso é tudo o que a indústria do entretenimento pode fazer, então é melhor admitir que foram derrotados pela máfia chinesa, nerds sedentários, <a href="http://thepiratebay.org/" target="_blank">webdesigners suecos</a> e camelôs.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A obsolência do mercado de entretenimento frente às novas técnicas de produção e distribuição são as principais do avanço vertiginoso da pirataria nessa última década. E todas as subseqüentes tentativas de doutrinação e repressão aos consumidores não vão reverter esse quadro. Mais que isso é preciso pensar em novas formas para o mercado do entretenimento frente às mudanças socioculturais e tecnológicas. Ampliar as possibilidades do consumidor e conseguir concorrrer com os piratas não é simples, não é fácil, mas é a única solução.</p>
<p>---</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A verdadeira revolução no consumo de livros, música e filmes não é causada pela pirataria. Os piratas só reproduzem o que está por aí, mas as tecnologias e <em>know-how</em> apropriados por eles também podem ser usadas por pessoas e grupos que produzem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">À medida que avançam os processos de publicar, gravar e filmar, torna-se muito mais fácil para os criadores controlarem os meios de produção. No passado, custava uma fortuna gravar um disco de qualidade. Hoje qualquer estúdio medianamente competente consegue fazer isso a um preço camarada. Antes era necessário gastar dinheiro pra fazer seus textos, músicas e filmes chegarem até um público, coisa que a internet a um custo próximo de zero.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Em um mundo onde qualquer um pode produzir e ter audiência, muitos vão fazer isso e alguns vão fazer com qualidade. <a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2007/10/24/it_s_the_end_of_the_world_as_we_know_it_">E, seguindo na contramão, alguns artistas consagrados vão ver a oportunidade de se tornarem independentes</a>, como aconteceu com o Radiohead - <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=1&#38;url=http%3A%2F%2Fblog.wired.com%2Fmusic%2F2007%2F10%2Festimates-radio.html&#38;ei=kcMpR5qXCZbcerDu-J0C&#38;usg=AFQjCNEhXoO-p71lZIjrztX35BgakDr8yg&#38;sig2=S7IASiFWbybALNZ10rL_ug" target="_blank">cujo álbum colocado "de graça" na internet parece ter rendido a eles cerca de US$ 6 a 10 milhões nos primeiros dias.</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><u>Para ir além</u></strong></p>
<p><a href="http://arstechnica.com/index.ars">http://arstechnica.com/</a></p>
<p><a href="http://www.informationarchitects.jp/" target="_blank">http://www.informationarchitects.jp/</a></p>
<p><a href="http://gardenal.org/trabalhosujo">http://gardenal.org/trabalhosujo</a></p>
<p><a href="http://wumingfoundation.org" target="_blank">http://wumingfoundation.org</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rolé de Camelim]]></title>
<link>http://apocalipsemotorizado.net/2007/10/18/role-de-camelim-melhor-nao-tem/</link>
<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 01:16:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>luddista</dc:creator>
<guid>http://apocalipsemotorizado.net/2007/10/18/role-de-camelim-melhor-nao-tem/</guid>
<description><![CDATA[
música: De Leve, vídeo: Artur Moura, descoberto no MountainbikeBH
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/HAblLRXgU6w'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/HAblLRXgU6w&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p align="center"><span style="font-size:0.9em;font-style:italic;color:#cccccc;">música: <a href="http://dicamelim.blogspot.com/" target="_blank">De Leve</a>, vídeo: <a href="http://www.youtube.com/user/arthurmoura" target="_blank">Artur Moura</a>, descoberto no <a href="http://www.mountainbikebh.com.br/blog" target="_blank">MountainbikeBH</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[are we free?]]></title>
<link>http://fernandolopespontonet.wordpress.com/2007/10/07/are-we-free/</link>
<pubDate>Sun, 07 Oct 2007 15:04:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>F_L</dc:creator>
<guid>http://fernandolopespontonet.wordpress.com/2007/10/07/are-we-free/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fernandolopespontonet.wordpress.com/files/2007/10/image004-copy.jpg" title="somos livres"><img src="http://fernandolopespontonet.wordpress.com/files/2007/10/image004-copy.thumbnail.jpg" alt="somos livres" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Specialized Novidades de 2008 ]]></title>
<link>http://calangobikers.wordpress.com/?p=203</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 18:19:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>AQUALINEA</dc:creator>
<guid>http://calangobikers.wordpress.com/?p=203</guid>
<description><![CDATA[

Sei que o ano praticamente está no meio, mas nao custa passar aqui algumas fotos dos lançamentos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/asdasdasd.jpg"><br />
</a></p>
<p>Sei que o ano praticamente está no meio, mas nao custa passar aqui algumas fotos dos lançamentos desse ano.</p>
<p>Claro que o foco seria as bikes de 2009, mas enquanto não chega vamos babar com as bikes de 2008!!</p>
<p><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/big232.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-219" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/big232.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/asdasdasd.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-218" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/asdasdasd.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/2008234.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-217" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/2008234.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/20083.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-216" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/20083.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/20082.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-215" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/20082.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/200812.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-214" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/200812.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/200811.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-213" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/200811.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/2008.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-212" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/2008.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/343.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-211" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/343.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/34wsda.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-210" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/34wsda.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/34wqew.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-209" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/34wqew.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/34.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-208" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/34.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/23easda.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-207" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/23easda.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/23aas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-206" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/23aas.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/2we.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-205" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/2we.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-204" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/1.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/demo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-222" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/demo.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/demo1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-223" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/demo1.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/demo3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-224" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/demo3.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/demo4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-225" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/demo4.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/dffdfsd.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-226" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/dffdfsd.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/enduro.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-227" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/enduro.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
<p><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/safire.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-239" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/safire.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sds.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-240" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sds.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sj.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-241" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sj.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sj2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-242" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sj2.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sx.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-243" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sx.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sx2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-244" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sx2.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sx3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-245" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/sx3.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/wew4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-246" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/wew4.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a><a href="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/wewe.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-247" src="http://calangobikers.wordpress.com/files/2008/07/wewe.jpg" alt="" width="510" height="382" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quer acabar com a corrupção? Acabe com o dinheiro]]></title>
<link>http://penochao.wordpress.com/?p=111</link>
<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 01:03:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Savio Ladeira</dc:creator>
<guid>http://penochao.wordpress.com/?p=111</guid>
<description><![CDATA[Prenderam alguns fiscais envolvidos em uma máfia que cobrava propina de camelôs na região do Br]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Prenderam alguns fiscais envolvidos em uma máfia que cobrava propina de camelôs na região do Brás, em São Paulo. Pagava-se uma taxa para eles fingirem que não viram nada irregular na região. Confesso que não fiquei surpreso, mas o triste é saber que isso é comum em todo o país.</p>
<p>Outro dia, num jantar, o assunto era dinheiro. Aquele costume das lojas cobrarem 19,99, mas não darem o 1 centavo de troco. O <a title="My Pitacos Hugo Kotsubo" href="http://mypitacos.wordpress.com/">Hugo</a> brincou que hoje em dia não tem mais tanto problema. Usa-se tanto cartões de crédito e débito que poderíamos até acabar com o dinheiro. Pois eu acho que a brincadeira dele é uma solução prática e eficiente contra a corrupção.</p>
<p>Sem dinheiro não existiria essa coisa de cobrar propina. Como você vai dar 10 reais para um fiscal fazer vista grossa? Teria que pagar com cartão, mas isso poderia ser uma prova da corrupção. Resolveria diversos problemas, como policiais corruptos fazendo bloqueios no trânsito, políticos que oferecem dinheiro em troca de votos e até mesmo acabaria com os pedintes nas ruas.</p>
<p>Se for um pouco mais além, pode-se criar um sistema unificado entre bancos e Receita Federal, relacionando todos os débitos com os CPFs de quem gastou. Nem iríamos mais precisar preencher declarações anuais de imposto de renda(só pagar, infelizmente).</p>
<p>Os cartões são tão versáteis que poderia-se definir limites e dá-los de mesada aos filhos. Também existem os cartões do tipo smart, as novas formas de cobrar pelo celular. E por aí vai...</p>
<p>Alguém sabe de algum uso onde dinheiro em si seja realmente necessário? Não aceito argumento de que pessoas pobres não teriam acesso ao cartão, porque hoje em dia a moda é ter o cartão do Bolsa Família.</p>
<p>Deixe seu <a title="Deixe seu comentário" href="http://penochao.wordpress.com/2008/07/12/quer-acabar-com-a-corrupcao-acabe-com-o-dinheiro/">comentário</a> e depois leia meus outros posts:<br />
<a title="O que sera que tem na fatura do cartao do Lula" href="http://penochao.wordpress.com/2008/04/01/o-que-sera-que-tem-na-fatura-do-cartao-do-lula/">Olha a CPMF aí! Agora em nova embalagem.<br />
O que será que tem na fatura do cartão do Lula?</a><br />
<a title="Voce ja foi atrapalhado alguma vez pela tecnologia" href="http://penochao.wordpress.com/2008/01/28/voce-ja-foi-atrapalhado-alguma-vez-pela-tecnologia/">Você já foi atrapalhado alguma vez pela tecnologia?</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Café portugués]]></title>
<link>http://siguelashuellas.wordpress.com/?p=548</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 22:15:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>angelacaceres</dc:creator>
<guid>http://siguelashuellas.wordpress.com/?p=548</guid>
<description><![CDATA[
Café portugués
•    Al entrar en Badajoz
•    lo primero que se ve
•    el puesto de Saturn]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align:center;"><a title="Frontera del Lopo" rel="attachment wp-att-553" href="http://siguelashuellas.wordpress.com/2008/07/03/cafe-portugues/el-lopo1/"><img class="alignnone size-full wp-image-553" src="http://siguelashuellas.wordpress.com/files/2008/06/el-lopo1.jpg" alt="Frontera del Lopo" width="500" height="344" /></a></h3>
<h3><strong>Café portugués</strong></h3>
<p><strong>•    Al entrar en Badajoz<br />
•    lo primero que se ve<br />
•    el puesto de Saturnina<br />
•    y las tazas de café.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong>Toda mi infancia tiene un intenso aroma a café, que no sabor, pues era algo vedado al paladar de los niños. Quizás por ello me guste tanto ahora. No había muerte, bautizo, operación de apendicitis o eventos varios, que no estuvieran regaladas  con un cilíndrico paquete de cartón de “El Camelo”.</p>
<p style="text-align:justify;">El marido de Manuela (“la del café”, (el apodo está muy pensado, vamos), ferroviario  de profesión, traía el oro negro en el petate de sus diarios viajes a Badajoz. Cuando en alguna casa ocurría alguna desgracia o un nacimiento, allí iban los vecinos, con la mayor naturalidad del mundo,  a aprovisionar al doliente o a la recién parida, del grano de café, como si de una medicina se tratara; que no resucitaría a los muertos ni curaría cicatrices, pero aliviaría penas y dolores si ello se acompañaba con unos bizcochitos de César Velasco.</p>
<p style="text-align:justify;">Viajar a Badajoz por médicos o a ver a algún familiar estudiante, significaba volver con algún paquetito de café recién traído del otro lado; no hace mucho que se vendía café a las puertas del Hospital Perpetuo Socorro. Hoy no es más que una anécdota con un sabor a nostalgia o una ruta de senderistas domingueros entre los que me incluyo.</p>
<p style="text-align:justify;">Mi abuela lo molía ceremoniosamente en un molinillo manual de cuando las bodas de Caná, una reliquia, recelosa de las supuestas bondades de uno eléctrico que le habían regalado porque, según ella, no le daba “el mismo puntito”. Y luego se hervía en el puchero. Mi madre aseguraba que tomarlo le daba la vida: se metía un chute de ese líquido al despertar y estaba lista, “como una moto”, para todo el día, Puedo atestiguarlo, su energía no conocía límites, no paraba. (Acabo de caer a quien se parece mi hija).</p>
<p style="text-align:justify;">Estos granos tan preciados venían de Portugal. Por los duros que les reportaban se jugaron el pellejo muchos rayanos.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero el contrabando, es decir, pasar productos de un país a otro sin declararlos vulnerando las leyes ha existido desde que el hombre puso fronteras; ya era un hecho generalizado en el sistema de monopolio económico de  España con las Indias durante los siglos XVI y XVII. En este comercio ilegal, el tráfico de seres humanos siguió el mismo patrón que el de las mercancías.</p>
<p style="text-align:justify;">Continuó siendo una práctica habitual  en el siglo XVIII. Uno de los motivos que se han argüido  para crear la Audiencia de Extremadura es justamente el excesivo número de contrabandistas. Incluso se llegó a pretender la eliminación del contrabando con la incorporación de todos lo jefes de las cuadrillas contrabandistas al servicio del gobierno como funcionarios. (Sí no puedes con el enemigo, hazlo funcionario).</p>
<p style="text-align:justify;"><a rel="attachment wp-att-559" href="http://siguelashuellas.wordpress.com/2008/07/03/cafe-portugues/el-lopo21/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-559" src="http://siguelashuellas.wordpress.com/files/2008/07/el-lopo21.jpg?w=128" alt="" width="142" height="106" /></a>El hecho causante de este comercio era la existencia de la frontera hispano-lusa. La Raya comienza a delinearse en 1165 con el Tratado de Lérez entre Fernando II de León y Alfonso Enríquez de Portugal y se consolida en los siglos XIV y XV. En 1668 se firmó la Paz de Madrid por la que se reconocía la definitiva independencia d Portugal. No obstante fue al final de la Guerra de Sucesión con el Tratado de Utrecht en 1713 cuando se definieron las fronteras, si bien la Guerra de las Naranjas enturbió las relaciones entre Extremadura, Alentejo y Beira-Baixa.</p>
<p style="text-align:justify;">Ya en el siglo XX, tras la Guerra Civil, en los llamados años del hambre, surgió la frontera del corcho y la bellota, donde el atraso y la pobreza se dieron la mano en ambos lados de la frontera.</p>
<p>“Somos tierra hermanas<br />
Tierras extremeño-alentejanas<br />
No teemos vidas humanas<br />
Y sí míseros pucheros<br />
Pagados por los mochileros.”</p>
<p>(Manuel del Busto, Alba en la trinchera)</p>
<p style="text-align:justify;">La vigilancia de las fronteras, estaba encomendada por parte portuguesa, a la Guardia Republicana, los guardiñas, y por parte española a los Carabineros cuerpo que una vez concluida la Guerra civil se fusionó con la  Guardia Civil, con el nombre específico de Guardia Civil de Fronteras. A los aprehensores, como incentivo,  se les premiaba con un porcentaje de lo aprehendido.</p>
<p style="text-align:justify;">Para cumplir esta función se crearon cuartelillos extendidos a lo largo de la frontera, distando aproximadamente unos 6 kilómetros unos de otros como La Codosera, Bacoco, Carrión Dos Hermanas, Aguazorra, La Gallina, Las Mesas, Cantillana,  Caya, Lopo, Rocillas Telena, Malpica, Villarreal, Barraquera, San Benito Alconchel, Piñero, Villanueva del Fresno, La Miera, Los Llanos, Pozo Blanco etc.., hasta 26 puestos fronterizos en la provincia de Badajoz.</p>
<p style="text-align:justify;"><a rel="attachment wp-att-556" href="http://siguelashuellas.wordpress.com/2008/07/03/cafe-portugues/p7030098_redimensionar/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-556" src="http://siguelashuellas.wordpress.com/files/2008/07/p7030098_redimensionar.jpg?w=128" alt="" width="144" height="108" /></a>De los 1234 kilómetros de frontera hispano lusitana 235 están comprendidos entre los pueblos extremeños de Valverde del Fresno al norte  y Oliva de la Frontera al sur. Así, sin mencionar aldeas ni caseríos citamos Valverde del Fresno, Eljas, San Martín de Trevejo, Cilleros, Zarza la Mayor, Alcántara, Cedillo, Herrera de Alcántara y Valencia de Alcántara, en Cáceres. Y en Badajoz destacan poblaciones como San Vicente de alcántara, Alburquerque, La Codosera, Olivenza, Cheles, Villanueva del Fresno, Valencia del Mombuey, Higuera de Vargas, Oliva de la Frontera, Fregenal de la Sierra y Badajoz, donde barriadas como las Moreras, Gurugú, Pardaleras y la Plaza alta fueron asentamientos habituales de gran número de contrabandistas. Además, en el centro de Badajoz, en la calle San Juan y sus alrededores,  se estableció un importante mercado negro. En la esquina del Rastro en las confluencias de las calles Moreno Zancudo, El Brocense, Soto Mancera y Concepción Baja se despachaban mercancías de lo  más variado, sobre todo tabaco y comestibles.</p>
<p style="text-align:justify;">De Higuera de Vargas  partían las cuadrillas de contrabandistas a caballo, modalidad singular en Extremadura, donde el tráfico ilegal de café o telas se realizaba tradicionalmente a pie y ya avanzados los tiempos, en motillos.</p>
<p style="text-align:justify;">Un pueblo plenamente fronterizo de la ruta era Cheles. Allí se nadaba en la abundancia durante los años 40: gracias a la harina portuguesa, el pueblo surtía de pan blanco a media provincia. Se llegó a cambiar joyas por pan.</p>
<p style="text-align:justify;">Ascendiendo por la Raya, se llega a Olivenza. Allí, en la orilla del Guadiana, en torno a Ponte Ajuda, estaba uno de los centros neurálgicos del contrabando. Una senda llamada Maloscaminos va bordeando el río y permite descubrir tres de los más importantes vados que usaban traficantes como El Lagarto, cuyo rostro abre el libro Contrabando en la raya de<em> Portugal</em>, de Eusebio Medina.</p>
<p style="text-align:justify;"><a rel="attachment wp-att-557" href="http://siguelashuellas.wordpress.com/2008/07/03/cafe-portugues/el-lopo3/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-557" src="http://siguelashuellas.wordpress.com/files/2008/07/el-lopo3.jpg?w=128" alt="" width="145" height="109" /></a>En Campo Maior, más arriba, estaba el centro distribuidor de café de la península. Café de contrabando que transportaban cuadrillas a sueldo de los industriales cafeteros. El pueblo es aún un emporio del café, pero sus propietarios no hurtan su pasado, sino que lo asumen y desean divulgar la historia de sus ascendientes con luces y sombras. Digno de mención es el museo del café,  en la carretera de Portalegre, donde se realiza una exhaustiva exposición en torno a las rutas del contrabando. Luís Cunha,  en Memoria social de Campo Maior (Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2006), afirma: “devemos sublinhar que também em Campo Maior o café se constitui como ‘facto social total’, quer dizer, elemento articulador de várias dimensões sociais locais, desde a política à economia, entroncando nele também referenciais identitários, tão significativos na vila como o clube de futebol ou as Festas do Povo”.</p>
<p style="text-align:justify;">En este tramo se encuentran dos pueblecitos fortificados que durante siglos tuvieron su razón de ser en el contrabando. Se trata de Juromenha, cerca de Ponte Ajuda, y Ouguela, una aldea encerrada entre muros situada frente a Alburquerque que vivía casi exclusivamente del tráfico ilícito.</p>
<p style="text-align:justify;">Seguimos subiendo y llegamos a los pueblos gemelos de El Marco y O Marco, en la Codosera, separados por el minúsculo arroyo Abrilongo. Cruzar era muy fácil. Bastaba una pasarela de madera de dos metros en invierno. A cada lado, varias tiendas convertían el lugar en un zoco internacional que aún mantiene cierto sabor. El mismo sabor que se respira en los enclaves de Valencia de Alcántara de Las Casas de la Duda y de la Fontañera, con sus límites fronterizos tan imprecisos que ni carabineros ni guardinhas sabían a qué atenerse.</p>
<p style="text-align:justify;">Más al norte, Ceclavín, con topónimos tan significativos como el arroyo Tabaquero, era el eje del contrabando en la zona del Tajo y el Alagón. En el pueblo se cobijaban hace 300 años personajes de fortuna y una gran cantidad de contrabandistas que llegaron a levantarse contra la Corona y la Hacienda cuando quisieron reprimir sus costumbres.</p>
<p style="text-align:justify;">La ruta extremeña de los contrabandistas acabará forzosamente en  el río Erjas. Por allí, la capital histórica del contrabando es Valverde del Fresno. Cierta opulencia y ostentación dan a entender que en ese pueblo el dinero se mueve desde antiguo, desde que se estableció la Raya, se dictó un bando prohibiendo el comercio y las gentes de la frontera decidieron ir contra el bando e inventaron la palabra: contrabando.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre los contrabandistas adquirieron especial relieve los llamados Mochileros, que trabajaban normalmente en grupo más o menos numeroso por cuenta propia o contratados por alguien que no los acompañaba, sobrepasando a veces los 25 kilos de peso. (“La vida del mochilero vale aproximadamente el equivalente a 25 kilos de café”). Aparte de esta carga, llevaban sujetos al pecho un paquete al que llamaban “fiador” para que si eran sorprendidos y tenían que tirar la carga para aligerar la huida, esto les sirviera para ganar un jornal. (Antonio Balleneros Doncel, Los Mochileros). La frontera se cruzaba, por determinados pasos, a nado o con la ayuda de los barqueros.</p>
<p style="text-align:justify;">Fueron muchas las mujeres que cruzaron el Caya cargadas como burras, noche tras noche. El miedo de éstas era tener que pernoctar Portugal allí porque, según sus testimonios, los guardiñas les exigían favores sexuales.</p>
<p style="text-align:justify;">Como consecuencia de los disparos de la autoridad hubo algunos muertos, entre los que Gutierrez Casalá señala a Ángel Rodríguez Algaba, un muchacho de 17 años domiciliado en la Barriada de la Estación.</p>
<p style="text-align:justify;">El producto estrella era el café aunque también se traficaba con el tabaco, lana, gallinas, huevos, tripas para matanzas y  hasta aspirinas. El café era de tres o cuatro clases siendo el de mezcla molido, el más barato; se conocían bastantes marcas de café el Camello, el Barco, el Cazador, el Cubano todo en grano; aunque los que más se vendían era el Camello y el Barco y los que más dinero dejaban pues si se compraba a  diez duros se vendía a veinte.</p>
<p style="text-align:justify;">Sobre el tema del contrabando se han escrito libros tan interesantes como los de los profesores de la UEX Jiménez Melón y Eusebio Medina o el de Ana María Cabezudo Rodas y José Luis Gutiérrez Casalá. Éstos últimos, en su libro “El Contrabando, crónicas de una Extremadura Amarga”, realizan una aproximación rigurosa de este fenómeno desde el análisis de más de 73.000 fichas de actas de aprehensión realizadas por la Guardia Civil entre 1936 y 1950, los años más duros del contrabando que permitió la supervivencia de numerosas capas de la población.</p>
<p style="text-align:justify;">También se ha editado un CD por Cándido Flores y Manuel Moreno con vídeos, canciones, mapas e información. En la filmoteca de Extremadura se han proyectado dos cortos sobre la vida en el fronterizo río Erjas y sobre <em>Os macuteiros</em>. Incluso algunos industriales del café de Campo Maior se han interesado en producir un gran documental sobre el contrabando del café en la raya hispanolusa.</p>
<p style="text-align:justify;">Y es de destacar la Conferencia pronunciada en la Real Sociedad Económica Amigos del País con ocasión del curso “Apuntes para la Historia de la Ciudad de Badajoz,” por D. Antonio Ballesteros Doncel titulada “Los contrabandistas, una profesión que se extingue. El contrabando en Badajoz y sus aledaños” de cuyo texto he extraído muchos de los datos que aquí he referido.</p>
<p><em>Y para terminar</em></p>
<p>CANCIÓN  DEL CONTRABANDISTA</p>
<p>Te traigo la seda fina, el tabaco y el café<br />
Una rosa sin espinas, una perla peregrina,<br />
Un perfume y un quinqué.<br />
Te traigo, contra la ley, aguardiente de cebada<br />
Del que le sirven al rey peinecillos de carey<br />
Y agujitas niqueladas<br />
Me llevo tu nombre escrito por los montes de la luna<br />
Cómo puede ser delito en este mundo maldito<br />
Quererte como a ninguna.<br />
Te traigo el frío y el sueño tiritando en la camisa,<br />
Los pasos son más pequeños cuando el miedo se hace el dueño,<br />
Cuanto más grande es la prisa<br />
Te traigo la luz del rayo aviso de puñaladas,<br />
La amenaza de los gallos, las carreras sin desmayo<br />
y el dolor por las cañadas.<br />
Me llevo, de amor herido, mi furtivo corazón.<br />
Malhaya si voy cautivo, la sangre del fugitivo<br />
No reconoce prisión.<br />
Me llevo tu nombre escrito por los montes de la luna.<br />
Cómo puede ser delito en este mundo maldito<br />
Quererte como a ninguna.</p>
<p>JAVIER RUBIAL (del disco “Lo que me dice tu boca”)</p>
<ul>
<li><strong>Ángela Cáceres</strong></li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vila Mada, comer e andar.]]></title>
<link>http://blogdamariza.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 02:39:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>marizab</dc:creator>
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<description><![CDATA[Morar no começo da Vila Madalena é uma coisa sem palavras&#8230;desde que sua casa fique na esquin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Morar no começo da Vila Madalena é uma coisa sem palavras...desde que sua casa fique na esquina <strong>não</strong> movimentada.</p>
<p>Há alguns meses eu fico só espionando pela janela a obra da frente. Já soube que no antigo boteco que só abria para amigos na esquina da Mourato com a Arthur de Azevedo, logo logo vai ser mais um "bar badaladinho" desses bem comuns quatro quadras pra frente da mesma rua. O nome? Ainda não descobri, mas com certeza vou postar aqui em breve. Só me faltou uma conversa com o Jornaleiro da frente, ele com certeza sabe de todos os detalhes.</p>
<p>(obs: lembra <a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://bp3.blogger.com/_FhzjKtKDy_I/RnWTMRUDcZI/AAAAAAAAAIc/UZJ_N8-H7q4/s400/WALLY.jpg&#38;imgrefurl=http://desertoresdaescada.com/2007/06/onde-est-wally.html%3FshowComment%3D1182352860000&#38;h=290&#38;w=400&#38;sz=45&#38;hl=pt-BR&#38;start=15&#38;um=1&#38;tbnid=baDkSyJGaX3D0M:&#38;tbnh=90&#38;tbnw=124&#38;prev=/images%3Fq%3Donde%2Best%25C3%25A1%2Bwally/%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26sa%3DN"><strong>"Onde está Wally?"</strong></a>, se vc olhar meu vizinho jornaleiro, é a cara dele)</p>
<p>Hoje, fui visitar um restaurante pizzaria na hora do almoço. Já fazia algum tempo que estava super curiosa para saber o que funcionava na Joaquim Antunes 1026. Ontem resolvi saciar a curiosidade, passei andando pela frente e descobri que a<em><strong> </strong></em><strong>Dona Maria</strong> além de uma pizzaria que a noite olhando de fora parece iluminada por velas, também serve café da manhã e almoço caseiro. Hoje quarta-feira não optei pela feijoada que era o prato do dia e custava apenas <em>R$10,80</em>. Comi uma salada especial da casa bem servida com opção de escolher queijo e molho, escolhi ricota e nada de molho e um prato de penne temperado com alguma coisa e sálvia, muiiiito bom. A comida tem um estilo saúdavel, o cardápio é feito por uma nutricionista e quem cozinha pelo que entendi é seu marido que é cheff e tem experiência internacional.</p>
<p>A decoração é agradável.</p>
<p>Ah! recomendo o suco de mexerica.</p>
<p>Endereço: Joaquim Antunes 1026 - Pinheiros</p>
<p>Horas depois...</p>
<p>Descendo a Teodoro, quase nunca reparo nas lojas de móveis, perdido no meio delas achei um cafézinho...bem visivel da rua dentro de uma galeria o nome, claro <strong>Galeria Café</strong>, hoje foi a segunda vez que fui lá. Além do café tem sucos, sanduiches e doces. Hoje tinha um que era famoso pelos comentários que ouvi da minha mesinha nos 25 minutos que fiquei lá, era o pudim de claras. Eu já estava sentada na mesa tomando meu espresso e comendo um pedaço do pudim de leite quando descobri que o outro que era famoso. Mas...estou mesmo fazendo degustações de pudim por Sampa afora pra descobrir se existe um melhor do que o meu. Não...não existe. Nem o pudim feito pela proprietária Silvia, uma quarentona muito bem humorada consegue ser melhor, dos que eu provei até hoje ele se encaixa na categoria BOM.</p>
<p>Endereço: Teodoro Sampaio ..... (endereço a confirmar)</p>
<p><a href="http://blogdamariza.files.wordpress.com/2008/07/teodoro_r1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-17" src="http://blogdamariza.wordpress.com/files/2008/07/teodoro_r1.jpg?w=300" alt="" width="249" height="169" /></a></p>
<p>A Teodoro Samapio é uma das ruas mais "sortidas"que eu já conheci.</p>
<p>Se você é um turista em Sampa e resolve conhece-la desde o começo já vou avisando...coloque um tênis bem confortável e enjoy.</p>
<p>Bem no começo lá em baixo antes do Largo do Batata é só coisa trash, muito camelô na rua e lojas do estilo "torra torra" até chegar na Pedroso de Morais. Lojas de sapatos e agora algumas de roupas legais estilo Bom Retiro, mas com preço bem acima do bairro você só encontra nas três quadras seguintes: entre a Pedroso e a Mourato Coelho.</p>
<p>Depois móveis de todo quanto é estilo até chegar na Benedito Calixto.</p>
<p>Taí uma coisa que eu não consigo achar a menor graça é essa praça, todo sábado tem feirinha com coisas antigas, hippies e estilos alternativos... todo quanto é tipo de bijouteria e figuras bizarras você encontra por lá, na minha opinião o cheiro de coisa velha é horrível.</p>
<p><a href="http://blogdamariza.files.wordpress.com/2008/07/calixto1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14" src="http://blogdamariza.wordpress.com/files/2008/07/calixto1.jpg?w=300" alt="" width="253" height="187" /></a><a href="http://blogdamariza.files.wordpress.com/2008/07/gv87-lazer2.jpg"> <img class="alignnone size-medium wp-image-15" src="http://blogdamariza.wordpress.com/files/2008/07/gv87-lazer2.jpg?w=300" alt="" width="279" height="187" /></a></p>
<p><a href="http://blogdamariza.files.wordpress.com/2008/07/1661354-pra-a-benedito-calixto-1.jpg"> </a></p>
<p>Mas Gosto não se discute nessa hora, as pessoas realmente gostam de lá.</p>
<p>Dos restaurantes que ficam em volta da praça, nos sábados é dia de ter muita paciência para sentar na mesa e comer. O Consulado mineiro um dos mais conhecidos tem uma espera em torno de 1 a 1 hora e meia. mas a comida é boa. A média de preço é de <em>R$30</em>,<em>00</em> aceita todos os cartões.</p>
<p>Bom...depois de andar pelas lojas de roupas, sapatos, camelôs, antiguidades, hippies e artesanato variado e se empanturrar de comida mineira acompanhado de cachaça da boa, se  ainda aguentar subir a ladeira você vai encontrar a parte musical da Rua. Muitas lojas de instrumentos e aos sábados, essas lojas costumam oferecer "pocket shows" livres: é chegar e tocar!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hermano sozinho]]></title>
<link>http://ritbeet.wordpress.com/?p=11</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 17:45:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>rickera</dc:creator>
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<description><![CDATA[

Marcelo Camelo está saindo em carreira solo. No MySpace dele é possível ouvir duas faixas de se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ritbeet.files.wordpress.com/2008/05/camelo.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-12 aligncenter" src="http://ritbeet.wordpress.com/files/2008/05/camelo.jpg?w=300" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Marcelo Camelo está saindo em carreira solo. No <a title="Camelo" href="http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&#38;friendID=203055730" target="_blank">MySpace</a> dele é possível ouvir duas faixas de seu novo trabalho.</p>
<p>Com Los Hermanos de "férias" por período indeterminado, Camelo segue sua trajetória.  Compositor  talentoso,  contará  com  participações  de  Dominguinhos  e  da banda  Hurtmold.</p>
<p>Aguardemos...vem coisa boa por aí.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Consumismo]]></title>
<link>http://pamelamachado.wordpress.com/?p=24</link>
<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 15:46:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>PamMachado</dc:creator>
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<description><![CDATA[Então que ontem saímos de casa. Detalhe que com as cheias em vários bairros e com a enxente (ench]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Então que ontem saímos de casa. Detalhe que com as cheias em vários bairros e com a enxente (enchente? Realmente deu branco!) em Palhoça, a BR-101 está(va) completamente parada e como temos que passar por baixo da marginal, tava tudo lerdo. Tivemos que pegar dois ônibus ao invés de um e chegamos um bom tempo depois do previsto, pelo menos uma hora de atraso. Daí passamos no camelô e o Edu me mostrou a caixa para maquiagem, muito linda, com altas repartições e tal, acho que vamos comprar, sim. E daí fomos na Tay comprar um curvex e depois fomos no Shopping BeiraMar encontrar com a Marina. Saudades que eu tava dessa menina! Desde setembro que a gente não se via. Tomamos uma Coca-aguada-do-McDonald`s e depois fomos passear de loja em loja ver as milhares de liquidações e tal. Acabei achando a calça social que eu queria na Renner, fora outras mil roupas lindas, mas já deu minha cota por ontem.</p>
<p>Vamos pro centro passear mais um pouco.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O sonho]]></title>
<link>http://soliletras.wordpress.com/2008/01/22/153/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 20:10:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>bernard duchêne</dc:creator>
<guid>http://soliletras.wordpress.com/2008/01/22/153/</guid>
<description><![CDATA[                                                                                                    ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">                                                                                                                                   <img src="http://img502.imageshack.us/img502/9839/tyrannofrangohn3.jpg" align="absmiddle" height="231" width="216" /></p>
<div align="justify">A noite passada sonhei que fiz uma viagem. Andei de barco e avião com o meu irmão.<br />
Foi uma aventura muito louca porque quando acordei até soava.<br />
Gritei pela minha mãe, no sonho, porque fomos atacados por um dinossauro Rex.<br />
Depois o meu irmão puxou da sua espada e furou-lhe uma orelha. O bicho fugiu logo cheiinho de medo.<br />
Nós também estávamos cheios de medo e por isso metemo-nos no nosso barco, a correr.<br />
Fartámo-nos de remar, até que encontrámos um areal muito grande.<br />
Aí perguntámos a uma velhota taralhouca, que estava a tomar banhos de sol, aonde havia um campo de aviação porque queríamos continuar a viagem pelo ar.<br />
A velhota disse que lhe parecia que havia um, mas que tínhamos que atravessar um rio muito largo que ficava mais a norte.<br />
Chegámos aí e, para espanto nosso, encontrámos o mesmo dinossauro a quem o meu irmão tinha furado a orelha.<br />
Desta vez  ele veio, muito de mansinho, ao nosso encontro e começou a falar, depois de nos mostrar o brinco que tinha posto na orelha furada:<br />
- Olhem, os meninos foram  enganados, o aeroporto mais próximo fica do lado de lá do rio, de onde vieram mas mais para ali. Vocês vão por aqui abaixo e quando encontrarem um grande camelo perguntem-lhe que ele já sabe aonde é.<br />
Estivemos depois com o tal camelo que nos deu logo a informação que precisávamos.<br />
Chegámos ao aeroporto e subimos no avião que estava à nossa espera. Levantámos voo e olhámos cá para baixo por entre as nuvens. Dali víamos uma terra muito pobre que tinha dinossauros e também muitos camelos. Que falavam.<br />
A minha mãe acordou-me nessa altura - a sério - para ir para a escola.<br />
Foi pena porque estava a gostar das aventuras que eu e o Jean vivemos a noite passada no meu sonho. Se tornar a sonhar, prometo voltar aqui para vos contar.</div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"><a href="http://soliletras.wordpress.com/files/2008/01/bernardodesenho-231208.jpg" title="bernardodesenho-231208.jpg"><img src="http://soliletras.wordpress.com/files/2008/01/bernardodesenho-231208.jpg" alt="bernardodesenho-231208.jpg" /></a></div>
<p align="justify">&#160;</p>
<p><font color="#ff6600"> Nota: O meu avô, como sempre, pergunta-me se eu não me importo que ele meta mais umas "palavrinhas" dele nos meus textos. Ele diz que é indecente, mas assim também mostramos como se faz uma equipa entre avô e neto. Por isso eu deixo sempre. Só que desta vez ele parece que exagerou porque alterou muito o que eu fiz. Mas por favor não lhe digam nada que eu disse.<br />
</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mil Reveillons - "Só Trabalhando"]]></title>
<link>http://cudelontra.wordpress.com/2008/01/01/mil-reveillons-so-trabalhando/</link>
<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 22:47:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Matos</dc:creator>
<guid>http://cudelontra.wordpress.com/2008/01/01/mil-reveillons-so-trabalhando/</guid>
<description><![CDATA[Resolvi abrir espaço para algumas histórias interessantes que chegaram aos meus ouvidos neste últ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Resolvi abrir espaço para algumas histórias interessantes que chegaram aos meus ouvidos neste último Reveillon. Data de muita festa e alegria, também é marcada pelas maiores cagadas e fatos de peculiaridade imensa, como o que meu irmão, que passou o dia 31 em Macaé, norte fluminense, me narrou.</p>
<p>Macaé era uma pequena cidade entre a capital fluminense e a cidade de Campos de Goytacazes, a qual experimentou desenfreado crescimento nos últimos anos. Isto porque, na verdade, grande parte das jazidas de petróleo da Bacia de Campos ficam no litoral do município de Macaé, e outras no município de Carapebus, adjacente e que já foi pertencente ao primeiro.</p>
<p>Cidade pouco turística em termos de praias, possui dois bons balneários - a praia dos Cavaleiros e a praia do Pecado. A cidade cresceu imensamente com o dinheiro do petróleo e, mesmo não sendo um paraíso turístico, conta com grande infra-estrutura hoteleira. Mas a criminalidade cresceu junto com a cidade, como não poderia deixar de ser.</p>
<p>Bem, estava meu irmão jantando em um desses restaurantes na beira da praia, na avenida que margeia a costa. Sentado tranquilamente ao lado do parapeito que dava para a rua, conversava com sua namorada e comia camarão tranquilamente.</p>
<p>Súbito, um vendedor aparece ao lado, na rua, oferecendo algumas cestas de vime e coisas do gênero. O cara era chato pra caralho. Meu irmão precisou dizer que não queria merda nenhuma umas dez vezes, mas então o cara se foi. Ofereceu para mais meia dúzia de pessoas que jantavam e uma ou duas compraram as bostas das cestas.</p>
<p>Dez minutos se passaram, então um homem de colete abordou o ambulante. Era um fiscal da prefeitura, chamando o cara para "conversar". Pelo que meu irmão pôde ouvir, o fiscal já havia alertado o ambulante sobre a proibição de se comercializar mercadorias sem licença no local. O vendedor fez escândalo, brigou e fez birra. Aí então o homem de colete chamou mais três, arrancando a mochila com do cara e jogando dentro de uma perua.</p>
<p>Imediatamente apareceu uma revoada de pessoas da turma do "deixa disso". "Não, o cara tá só trabalhando, merrmão"; "deixa o menino vender, não tá roubando ninguém"; "vocês querem bater no menino que eu vi"; etc.</p>
<p>Foram duas horas de vai-e-vém. Ao final, o cara da prefeitura, o fiscal, deu uma multa pro camelô, levou a mochila e o dispensou. "Pagando a multa devolvemos as coisas". O cara já sabia, correu o risco. Mas as pessoas o defendiam como se fosse um cão abandonado. Um senhor chegou a dar 15 reais pro vendedor, a troco de nada.</p>
<p>O tempo passou e foi ficando tarde. O camelô deu uma última rodada e foi embora. Meu irmão ficou irritado com o casal da mesa de trás, que abriu a carteira e deu uma nota de dez para o ambulante.</p>
<p>O casal fechou a conta e foi embora. Meu irmão tomou um café, pagou e foi embora cinco minutos depois. Indo em direção ao carro, deparou com o senhor da mesa de trás - a mulher em prantos e o sujeito com cara de apavorado e nervoso ao mesmo tempo. Ele abordou meu irmão: "desculpe, amigo, você pode me dar uma carona até meu hotel, roubaram meu carro". Meu irmão perguntou se tinha sido roubo ou assalto. O sujeito disse que o vendedor ambulante, assim que eles saíram do restaurante, os abordou com uma arma, e levou carro, carteira e bolsa.</p>
<p>Meu irmão deu uma risada de canto de boca, olhou o cara e disse: "fazer o quê? O cara estava só trabalhando". Entrou no carro, ligou o motor e foi embora, deixando o casal com cara de merda na calçada.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O camelo]]></title>
<link>http://genealogista.wordpress.com/2007/12/24/o-camelo-2/</link>
<pubDate>Mon, 24 Dec 2007 20:36:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>genealogista</dc:creator>
<guid>http://genealogista.wordpress.com/2007/12/24/o-camelo-2/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/h1BB8ihbETM'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/h1BB8ihbETM&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Das três metamorfoses do espíritos / Friedrich Nietzsche]]></title>
<link>http://expurgacao.wordpress.com/2007/12/11/das-tres-metamorfoses-do-espiritos-friedrich-nietzsche/</link>
<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 14:32:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>werls</dc:creator>
<guid>http://expurgacao.wordpress.com/2007/12/11/das-tres-metamorfoses-do-espiritos-friedrich-nietzsche/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Vou dizer-vos as três metamorfoses do espírito: como o espírito se muda em camelo, e o cam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Times;line-height:normal;"><img src="http://ec1.images-amazon.com/images/I/51MVY74G44L.jpg" alt="" width="316" height="475" align="right" /></span><span style="font-family:Times;line-height:normal;">"Vou dizer-vos as três metamorfoses do espírito: como o espírito se muda em camelo, e o camelo em leão, e o leão, finalmente, em criança.Há muitas coisas que parecem pesadas ao espírito, ao espírito robusto e paciente, e todo imbuído de respeito; a sua força reclama fardos pesados, os mais pesados que existam no mundo.'O que é que há de mais pesado para transportar?' — pergunta o espírito transformado em besta de carga, e ajoelha-se como o camelo que pede que o carreguem bem.'Qual é a tarefa mais pesada, ó heróis' — pergunta o espírito transformado em besta de carga, a fim de a assumir, a fim de gozar com a minha força?Não será rebaixarmo-nos, para o nosso orgulho padecer? Deixar refulgir a nossa loucura para zombarmos da nossa sensatez?Não será abandonarmos uma causa triunfante? Escalar altas montanhas a fim de tentar o Tentador?Não será sustentarmo-nos com bolotas e erva do conhecimento, e obrigar a alma a jejuar por amor da verdade?Ou será estar enfermo e despedir os consoladores e estabelecer amizade com os surdos que nunca ouvem o que queremos?Ou será submergirmo-nos numa água lodosa, se esta é a água da verdade, e não afastarmos de nós as frias rãs e os abrasados sapos?Ou será amar os que nos desprezam e estender a mão ao fantasma que nos procura assustar?Mas o espírito transformado em besta de carga toma sobre si todos estes pesados fardos; semelhante ao camelo carregado que se apressa a ganhar o deserto, assim ele se apressa a ganhar o seu deserto.E aí, naquela extrema solidão, produz-se a segunda metamorfose; o espírito torna-se leão. Entende conquistar a sua liberdade e ser o rei do seu próprio deserto.Procura então o seu último senhor; será o inimigo deste último senhor e do seu último Deus; quer lutar com o grande dragão, e vencê-lo.Qual é este grande dragão a que o espírito já não quer chamar nem senhor, nem Deus? O nome do grande dragão é 'Tu deves'. Mas o espírito do leão diz: 'Eu quero.'O 'tu deves' impede-lhe o caminho, rebrilhante de ouro, coberto de escamas; e em cada uma das suas escamas brilham em letras de ouro estas palavras: 'Tu deves.'Valores milenários brilham nessas escamas, e o mais poderoso de todos os dragões fala assim:'Em mim brilha o valor de todas as coisas. Todos os valores foram já criados no passado, e eu sou a soma de todos os valores criados.' Na verdade, para o futuro não deve existir o 'eu quero'. Assim fala o dragão.Meus irmãos, para que serve o leão do espírito? Não bastará o animal paciente, resignado e respeitador?Criar valores novos é coisa para que o próprio leão não está apto; mas libertar-se a fim de ficar apto a criar valores novos, eis o que pode fazer a força do leão.Para conquistar a sua própria liberdade e o direito sagrado de dizer não, mesmo ao dever, para isso meus irmãos, é preciso ser leão.Conquistar o direito a valores novos, é a tarefa mais temível para um espírito paciente e laborioso. E decerto vê nisso um acto de rapina e de rapacidade.O que ele amava outrora, como bem bem mais sagrado, é o 'Tu deves'. Precisa agora de descobrir a ilusão e o arbitrário mesmo no fundo do que há de mais sagrado no mundo, a fim de conquistar depois de um rude combate o direito de se libertar deste laço; para exercer semelhante violência, é preciso ser leão.Dizei-me, porém, irmãos, que poderá fazer a criança, de que o próprio leão tenha sido incapaz? Para que será preciso que o altivo leão tenha de se mudar ainda em criança?É que a criança é inocência e esquecimento, um novo começar, um brinquedo, uma roda que gira por si própria, primeiro móbil, afirmação santa.Na verdade, irmãos, para jogar o jogo dos criadores é preciso ser uma santa afirmação; o espírito quer agora a sua própria vontade; tendo perdido o mundo, conquista o seu próprio mundo.Disse-vos as três metamorfoses do espírito: como o espírito se mudou em camelo, o camelo em leão, e finalmente o leão em criança."</span><span style="font-family:Times;line-height:normal;">Assim falava Zaratustra, e morava nesse tempo na cidade que se chama Vaca Malhada.</span> <span style="font-family:Times;line-height:normal;">NIETZSCHE, Friedrich. <span style="font-style:italic;">Assim Falava Zaratustra</span>, p. 25-26. / <a href="http://www.estantevirtual.com.br/mod_perl/busca.cgi?alvo=autor+ou+titulo&#38;tipo=simples&#38;pchave=assim+falava+zaratustra&#38;estante=%28todas+estantes%29" target="_blank">Compre este livro em um sebo.</a></span></p>
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<title><![CDATA[Lingua comprida e a pena em camelos]]></title>
<link>http://papelprincipal.wordpress.com/2007/10/29/lingua-comprida-e-a-pena-em-camelos/</link>
<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 11:27:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pp</dc:creator>
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<description><![CDATA[Falar é normalmente uma boa opção.
Quando rebenta uma crise ou quando alguém quer dar um informa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Falar é normalmente uma boa opção.</p>
<p>Quando rebenta uma crise ou quando alguém quer dar um informação ou notícia, falar é OBRIGATÓRIO.</p>
<p>Mas em muitos países - particularmente os menos desenvolvidos ou habituados à democracia - ninguém fala.</p>
<p>É assim Portugal. Em caso de incêndio ou terramoto mediático, fecham-se as portas e dispara-se um qualquer comunicado que em resumo diz “nós não temos nada a ver com isso”</p>
<p>Vale por isso a Lei Beduína. Mas com uma aplicação banstante mais ampla do que a dos próprios beduínos.</p>
<p>Prevejo que o fenómeno beduíno ou da avestruz com a cabeça enterrada na areia se possa multiplicar.</p>
<p>Principalmente se os manda-chuva das empresas portugueses lerem jornais.</p>
<p>É improvável, mas possível.</p>
<blockquote>
<div><font color="#0000ff"><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">Egipto: </span><span style="font-size:14pt;color:#ff0000;font-family:Arial;">Beduino</span><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"> paga 46 camelos, mas salva a língua,  após piropo a mulher </span></font></div>
<div> </div>
<div><font color="#0000ff">Um tribunal beduíno condenou um homem a pagar 46 camelos, na comutação de uma pena que previa também que lhe seja cortada a língua, por ter lançado um piropo a uma mulher de uma outra tribo. </font></div>
<p><font color="#0000ff">    O caso, relatado pelo diário egípcio &#34;Ajbar al Yom&#34;, passou-se no sul da península do Sinai, onde vigoram leis especiais impostas pelos próprios beduínos. </font></p>
<p><font color="#0000ff">O acusado lançou piropos a uma mulher, que na altura cuidava do gado, ao passar de carro, pelo que deverá também entregar o veículo, segundo a pena imposta. </font></p>
<p><font color="#0000ff">Além disto deverá pagar quarenta camelos ou o equivalente ao seu valor, calculado em 80.000 libras egípcias (mais de 10.000 euros). </font></p>
<p><font color="#0000ff">A sentença original previa ainda que se cortasse a língua ao infortunado galã, mas após três horas de árduas negociações entre o tribunal, os advogados e as famílias, foi decidido comutar a pena no pagamento de mais seis camelos.</font></p>
<p><font color="#0000ff">     U</font><font color="#0000ff">m destas animais terá de ser &#34;original&#34;, quer dizer de uma raça muito apreciada pelos árabes pela sua velocidade superior. </font></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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