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Blogs sobre: Carlos De Oliveira

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Poesia Portuguesa (41) - Carlos de Oliveira

manuel margarido wrote 2 weeks ago: Poema pertencente ao livro com o mesmo título (datado de 1968), de um autor que tanto tentam classif … more →

Tags: Poesía, poesia portuguesa, Sobre o Lado Esquerdo, Tiago Roldão

Poesia Portuguesa (35) – Carlos de Oliveira

manuel margarido wrote 6 months ago: Carlos de Oliveira escritor e poeta ‘neo-realista’? Os rótulos, os rótulos. Também se po … more →

Tags: Poesía, Assírio & Alvim, Isabela Daguer, Neo-Realismo, poesia portuguesa, Trabalho Poético

do Carlos II1 comment

oassobio wrote 6 months ago: DUNAS Contar os grãos de areia destas dunas é o meu ofício actual. Nunca julguei que fossem tão pare … more →

do Carlos1 comment

oassobio wrote 7 months ago: ESTRELAS O azul do céu precipitou-se na janela. Uma vertigem, com certeza. As estrelas, agora, são f … more →

Outro exemplo: Carlos de Oliveira

Raquel Agra wrote 8 months ago: Os rumores vinham de costas, a rua entrava pela casa, apesar de tão alta. Desviava então a vista fat … more →

Tags: Vertentes do Olhar (1987), Poesía, Eugénio de Andrade, Cesário Verde, rio, Palavra, Marco

Recado para Carlos de Oliveira

Raquel Agra wrote 11 months ago: Foram vários a partir, a deixar hábitos máscaras cobardias – o deserto sem lacuna dos dias. Lá onde … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Homenagens e outros Epitáfios (1974)

Gisandra

gisandra wrote 1 year ago: Esfrega a gisandra entre os seios; oxalá fosse sumo de mandrágora: alcalóides, excitantes, farmacope … more →

um espelho oculto

salamandrine wrote 1 year ago: Várias semelhanças entre noite e câmara escura. Uma, importantíssima: o nascimento das imagens, que … more →

Tags: olhar, Finisterra

Apenas um pirómano

salamandrine wrote 1 year ago: Fazer contas e errá-las: a soma que se chama alma. A bom entendedor, meia palavra basta. Quanto ao r … more →

Tags: why not smile, Finisterra

Transmutação

salamandrine wrote 1 year ago: Transmutação do sol em oiro. Cai em gotas, das folhas a manhã deslumbrada Carlos de Oliveira … more →

nem as aves

salamandrine wrote 1 year ago: Já nem as aves cantam pela maré cheia da tarde. À flor da areia só o silêncio arde. Carlos de Olivei … more →

Tags: Silêncio

Chamo2 comments

salamandrine wrote 1 year ago: Chamo a cada ramo de árvore uma asa. E as árvores voam. Mas tornam-se mais fundas as raízes da casa, … more →

Sonnet - Carlos de Oliveira

looking4good wrote 2 years ago: I’m accused of being bitter, inclinedto despair, as if my poetry’s painweren’t your flesh, O scatter … more →

Tags: Poetry, Sitemeter, Technorati


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