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	<title>catequista &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/catequista/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "catequista"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 16:25:19 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Os "5 S" da catequese]]></title>
<link>http://partilhar.wordpress.com/?p=474</link>
<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 16:33:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Sá</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vou inventar um, não custa nada. São, na verdade, acções e sentimentos simples que precisamos te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Vou inventar um, não custa nada. São, na verdade, acções e sentimentos simples que precisamos ter, para que a nossa caminhada como catequista aconteça de forma mais organizada.</p>
<p>O primeiro S que eu sugiro para transformar a nossa catequese e o da <strong>Sensibilidade</strong>. Parece estranho dizer isso, mas muitos catequistas mostram-se insensíveis diante das ameaças do mundo. Os catequistas precisam ser sensíveis e isso significa observar melhor o comportamento das crianças e jovens, de seus pais e da sociedade como um todo. A sensibilidade do catequista fará com que os encontros sejam melhores. É importante para o catequista saber interagir com a catequese e na relação com crianças e jovens. A sensibilidade é importante para isso, pois nos tráz a emoção de trabalhar pelas coisas de Deus e nos ensina a como agir;</p>
<p>O segundo “ S” é o da <strong>Serenidade</strong>, tão necessária para que nos momentos de angústia e desânimo, possamos, através da oração, ter a devida tranquilidade de resolver questões difíceis que sempre aparecem na caminhada pastoral; São os chamados conflitos. Eles existem, aparecem a todo o momento, e precisamos de os resolver. Com serenidade, a tarefa torna-se menos dolorosa;</p>
<p>O terceiro “S” é o da <strong>Superação</strong>, fundamental para o desempenho da nossa missão como catequistas. E são várias as barreiras que aparecem durante a nossa caminhada: falta de tempo, ausência de formação adequada, desinteresse dos pais e jovens pelas coisas de Deus, falta da estrutura de algumas paróquias e tudo mais. Por isso, precisamos de superação. Ela vem acompanhada de algo que não pode faltar nunca na vida de um catequista: a oração.</p>
<p>O quarto “S” e do <strong>Sorriso</strong>. Às vezes é difícil sorrir quando o mundo nos pede para chorar. Mas precisamos sorrir mais para cativar, encantar, transformar relações e mostrar que estamos num caminho diferente dos demais que nos são oferecidos. Um sorriso é fundamental na catequese. Catequista que vive sempre com a cara amarrada não cumpre a sua missão com eficiência. A catequese não combina com o azedume.</p>
<p>E por último, o quinto “S”, o da <strong>Sabedoria</strong>, para indicar um caminho mais ético, justo e próximo das coisas de Deus. Isso não significa que tenhamos que ser mestres em teologia e profundos conhecedores de tudo. Não. Sabedoria significa saber dosear a nossa vontade de transformar o mundo, e tornar as nossas acções úteis, com o conhecimento que devemos ter de métodos e dinâmicas para tocar corações sedentos das coisas de Deus. Claro, precisamos do mínimo de conhecimento, mas não precisamos ser doutores e mestres para os transmitir na catequese.</p>
<p>Se juntarmos estes cinco “S” nas nossas acções como catequistas e agentes pastorais, a nossa catequese será melhor. E se junto com estes “S” juntarmos situações concretas como <strong>pontualidade</strong>, <strong>clareza </strong>na comunicação, <strong>desenvoltura</strong>, <strong>interesse </strong>na formação pessoal e se encontrarmos formulas <strong>atractivas </strong>para reunir os pais, praticando uma comunicação mais eficiente tenho certeza que a nossa caminhada será muito menos cansativa do que é.</p>
<p><strong>Sem comunicação, nada funciona.</strong></p>
<p>artigo de <a href="http://www.catequisar.com.br/txt/alberto/68.htm" target="_blank">Alberto Meneguzzi</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Programa de qualidade na catequese]]></title>
<link>http://partilhar.wordpress.com/?p=473</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 21:55:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Sá</dc:creator>
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<description><![CDATA[Que tal um programa de qualidade na catequese?
Depois de quase uma hora À espera de ser atendido po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="titulo01">Que tal um programa de qualidade na catequese?</p>
<p>Depois de quase uma hora À espera de ser atendido por um médico, não aguentei e fui embora. Não admito ter que ficar à espera tanto tempo por uma consulta que foi previamente agendada. Os médicos poderiam colocar em prática acções simples no atendimento aos seus pacientes como o respeito pelo horário da consulta, acolhimento, sorriso, atenção e ética nas atitudes profissionais.</p>
<p>Como catequista eu não padeço deste mal. Meus encontros de crisma iniciam às 9h, pontualmente, e terminam às 10 horas. Nem um minuto a mais e nem a menos. Precisamos aprender a cumprir o horário também nos encontros da catequese. Desenrolando mais ainda o meu rosário de lamentações contra aquilo que eu defino como “má comunicação”, fico “embasbacado” com a falta de atenção de alguns comerciantes no tratamento com os seus clientes.</p>
<p>Estava a precisar urgentemente de um computador novo para o meu escritório. Na loja de informática, depois de muita negociação, chegamos a um acordo quando a forma de pagamento e entrega do produto. A promessa era de que o computador seria entregue em 10 dias úteis. Passou o prazo combinado e nada, nenhuma ligação da loja, nenhum contacto. Resumindo: meu computador foi entregue depois do prazo acordado, não sem antes eu ter feito inúmeras ligações para a loja para pedir explicações e entregaram a máquina errada.</p>
<p>Problemas que poderiam ter sido amenizados com uma comunicação mais eficiente. Ainda sobre o episódio do computador, o dono da loja disse-me que estava implementando na sua empresa o programa de qualidade conhecido como 5s. Disse-me isso com o maior orgulho mostrando a sua preocupação com a qualidade dos serviços, o respeito aos clientes e com a preparação dos seus colaboradores visando a qualidade total no serviço.</p>
<p>Na prática, porém, a qualidade revelou-se falível em pequenas coisas, como a ausência de um simples telefonema para me informar sobre o atraso na entrega do produto comprado.</p>
<p>E é assim mesmo que as coisas funcionam. A maioria das pessoas e organizações tem problemas com a comunicação e isso serve também para a nossa caminhada pastoral. Tente ser cliente de um advogado qualquer e saberá que eles não são preparados para a comunicação, embora o seu principal produto devesse ser a comunicação. Consultem médicos e saberão que eles pouco se preocupam com um bom atendimento e muito menos com coisas simples como um sorriso, um atendimento pontual e até mesmo uma ligação para informar ou lembrar sobre a consulta marcada. Se falhar, nem nos seus olhos eles olham. A faculdade prepara-os para serem médicos robôs, e não médicos humanos.</p>
<p>E a nossa comunicação na catequese, como funciona?</p>
<p>Qual a nossa prática de pequenas acções para que a nossa comunicação seja mais eficiente com os pais, catequizandos, colegas catequistas e com a comunidade em geral?</p>
<p>Fazemos dos nossos encontros “desencontros” onde um dia a catequese começa atrasada e no outro, termina depois do horário?</p>
<p>Passamos o ano inteiro com os filhos dos outros em nossos encontros semanais e não sabemos ao certo, quem são os seus pais, o que fazem, pensam, quais seus dilemas, pois nem nos dignamos a fazer uma simples ligação para eles?Nem uma carta? Nem um e-mail? Nem uma reunião durante um ano inteiro?</p>
<p>Trocamos ideias e experiências com os outros catequistas ou os tratamos simplesmente como colegas?</p>
<p>O programa de qualidade “5s” que o proprietário da loja de computadores se referiu nada mais é do que um conjunto de cinco conceitos simples que, ao serem praticados, são capazes de modificar o seu humor, o seu ambiente de trabalho, a maneira de conduzir suas actividades rotineiras e as suas atitudes. O Programa foi consolidado no Japão a partir dos anos 50 e foi responsável por toda a reestruturação das empresas japonesas que haviam sido completamente destruídas no período pós 2ª Guerra.</p>
<p>O Programa demonstrou ser tão eficaz enquanto reorganizador das empresas e da própria economia japonesa que, até hoje, é considerado o principal instrumento de gestão da qualidade e produtividade utilizada naquele país. São eles, os cinco “S” da qualidade: Senso de selecção, de organização, de limpeza, de higiene e de manutenção da ordem.</p>
<p>Que tal um programa semelhante ou pelo menos, parecido na catequese?</p>
<p>artigo de <a href="http://www.catequisar.com.br/txt/alberto/68.htm" target="_blank">Alberto Meneguzzi</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sem motivação....]]></title>
<link>http://partilhar.wordpress.com/?p=436</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 16:22:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Sá</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sem motivação, o catequista é nada.
A catequese não é algo que podemos mensurar de forma matem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sem motivação, o catequista é nada</strong>.</p>
<p>A catequese não é algo que podemos mensurar de forma matemática. Não dá para dizer “este ano ela não deu resultados por causa disso, disso e disso”. Não dá para medir o que é êxito ou fracasso quando o assunto analisado é a catequese.  Ela não tem medida concreta  para uma análise deste tipo.<br />
A matemática do êxito do trabalho de um catequista está na medida exacta da sua motivação. <strong>O coração do catequista é o melhor parâmetro de análise e resultados</strong>. A fórmula é simples: <strong>catequista desmotivado, catequese com problemas. Catequista motivado, catequese com resultados positivos</strong>.</p>
<p>Nem todos os catequistas  são “preparadíssimos” ou “afinados” para esta missão com conteúdos, técnicas e dinâmicas das mais diversas. Nem sempre possuem respostas para as inúmeras indagações que são apresentadas durante o período de catequese. Mas motivação é algo que jamais não pode faltar. A catequese não pode abrir mão de catequistas motivados e motivação não é algo que se aprende em algum curso de formação, retiros ou em algum curso de especialização em teologia. <strong>Motivação está na essência e no encantamento por Jesus</strong>, algo que todo o catequista precisa ter quando aceita o desafio da catequese.</p>
<p>Não há como falhar uma missão em que o catequista   esteja <strong>motivado</strong>.<br />
Não há como não dar certo algo que o catequista faça com   <strong>alegria</strong>.<br />
Não há como não ter efeito uma tarefa em que o catequista <strong>acredita</strong>, crê, se <strong>empenha</strong>, <strong>luta </strong>e demonstra o <strong>encantamento pelo projecto de Jesus</strong>.<br />
Motivação é fundamental na catequese. Sem ela, nada flui, as coisas não andam como deveriam andar e os problemas se tornam fardos, barreiras intransponíveis.</p>
<p>O documento de Aparecida pede entre tantas coisas, espírito e impulso missionário e diz: <span style="text-decoration:underline;"><em>“Não podemos ser acomodados, omissos, negligentes. É hora de converter-nos do comodismo, apatia, sacramentalização e burocracia. A igreja precisa de uma comoção missionária, uma mexida forte”</em></span>.  E como fazer uma grande alteração, deixando o comodismo de lado, se o que existe  é  desânimo?<br />
Não espere pelo padre. Não espere que o seu coordenador lhe dê a fórmula ou que algum “teólogo” especialista nisso ou naquilo lhe entregue de “mão beijada” a indicação do caminho exacto que deve ser seguido. <strong>Não existem fórmulas mágicas para uma catequese ter êxito</strong>. O resultado do que plantamos nas nossas acções como catequistas está diretamente ligado a nossa motivação. Se acreditarmos que o projecto de Cristo é o melhor, não tem alternativa a não ser dividir esta descoberta. Se não dividirmos, que sentido isso têm? Uma fé egoísta, individual, guardada a sete chaves, não tem efeito. E se dividimos e nos propomos a fazer com que mais pessoas sintam os efeitos desta descoberta, é preciso fazer isso com motivação!</p>
<p>Não se mede o sucesso da catequese pela quantidade de vezes que os catequizandos freqüentam a missa ou pelo que eles sabem ou não dos conteúdos passados ao longo de muitos anos. Isso não significa, necessariamente, êxito nem fracasso.</p>
<p>Terrível, neste contexto, não é ver pais desinteressados ou jovens e crianças querendo ir embora antes do tempo dos encontros de catequese. <span style="text-decoration:underline;">Horrível e lamentável é ver um catequista sem motivação, que só reclama, lamenta, vive aborrecido, triste, sente-se incapaz e não consegue visualizar na sua missão uma luz para os outros.</span><br />
<strong>Sem motivação, o catequista é nada e a catequese é   nula.</strong><br />
<a href="http://www.catequisar.com.br/txt/alberto/89.htm" target="_blank"> Alberto Meneguzzi</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carta para o meu catequista]]></title>
<link>http://partilhar.wordpress.com/?p=435</link>
<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 13:43:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Sá</dc:creator>
<guid>http://partilhar.wordpress.com/?p=435</guid>
<description><![CDATA[“Eu tenho 12 anos, mas já sou capaz de pensar e exprimir. O recado que eu deixo, aqui, é directo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>“Eu tenho 12 anos, mas já sou capaz de pensar e exprimir. O recado que eu deixo, aqui, é directo para você, meu catequista. Não o conheço  bem, mas sinto, pelo seu jeito, que posso  em ti confiar. Por isso o meu recado está recheado de boas intenções, mas, como é próprio de qualquer jovem adolescente da minha idade, também tem um pouco de ameaça. Sou um adolescente imprevisível. Alguns chamam-me até de “aborrescente”. Sei que você vai entender, leia com atenção este meu pedido. Não estou bem, ando meio confuso. Dizem que é normal acontecer isso na minha idade. Todos parecem saber tudo o que acontece na cabeça de alguém que tem 11, 12, 13 anos. Mas, ao mesmo tempo em que dão palpites e conselhos, também parecem não saber quase nada. Ninguém me ajuda e poucos me apoiam. Por isso, sei que posso confiar em si, meu catequista. Este recado que lhe deixo pode servir para muito outros jovens da minha idade e para muitos catequistas da sua idade. É um alerta que eu faço. Embora eu tenha pouca idade, leio bastante, domino a internet e quando quero, escrevo bastante.<br />
Será que você pode me ajudar?</p>
<p>Talvez não acredite muito em mim por causa do que falam a respeito dos que têm a minha idade. Mas quero ser directo, sem rodeios, para início de conversa. Pesquisando num site sobre a juventude de hoje, encontrei esta frase de São João Calábria que me serviu de inspiração para lhe enviar esta carta: “<strong>eu sou de quem me conquistar</strong>”. A frase é forte, não é? Então, continue a ler o que escrevo abaixo.</p>
<p>Se não me der <strong>atenção</strong>, um pouco de <strong>carinho </strong>ou até mesmo um <strong>sorriso </strong>quando eu chego, posso ser conquistado pela desobediência e de si não gostar.</p>
<p>Eu sou de quem me conquistar. Se não me ensina a importância da <strong>oração </strong>e não reza comigo, como saberei rezar? Se me diz que  Deus é vingativo, assustador e perverso, como poderei gostar dele?<br />
Eu sou de quem me conquistar.</p>
<p>Se não me ensina o <strong>respeito</strong>, se não me dá atenção e comigo não <strong>dialoga</strong>, se não se <strong>interessas pela minha vida</strong>, posso ser conquistado a qualquer momento pelo desamor, pela inconstância e pelo mundo. É desses sentimentos que vou me aproximar.<br />
Eu sou de quem me conquistar.</p>
<p>Se não tiver <strong>paciência </strong>com a minha inconstância, não andarei pelo caminho que você  me quer indicar. Teimosamente, seguirei um caminho oposto, pois é da minha índole ser assim. Sou jovem, muito jovem, adoro contrariar.<br />
Eu sou de quem me conquistar.</p>
<p>Se se apresentas como meu catequista e não coloca em seus actos a <strong>alegria </strong>e se não sinto em você <strong>vontade</strong>, <strong>ânimo </strong>e <strong>crença </strong>naquilo que faz, não direi sim ao seu convite e como poderei, em si confiar?<br />
Eu sou de quem me conquistar.</p>
<p>Se se nega a a<strong>presentar-me um Deus atraente, alegre, justo, ético</strong>, continuarei tentado a aceitar outros convites. Se não <strong>insiste comigo</strong>, as drogas, as bebidas, o cigarro, a violência, o sexo fácil, a indiferença e o consumismo irão insistir. Se não me <strong>conquista</strong>, serei, por certo,  mais um a aumentar as estatísticas dos que se dizem  “sem religião” .</p>
<p>Se reclama de mim e se recusa  a enfrentar os desafios que se apresentam para esta conquista, agirei de forma a o afrontar. E se não for <strong>forte, resistente e confiante</strong> na sua missão, também tu desanimarás.</p>
<p>E sou de quem me conquistar. <strong>Conquiste-me. Pare de reclamar. Aprofunde seus conhecimentos, busque ajuda ao ajoelhar</strong>. Eu rezo pouco, mas vivo ouvindo de muitos adultos, assim como você meu catequista, o quanto é importante rezar. Mas <strong>pelo menos tente</strong>, queira conquistar-me. Você lida com pessoas, não tem como fugir disso. Por isso, tente, insista, prossiga nos seus desejos de conquista. <strong>Cause em mim uma boa impressão</strong> e lembre-se: não lhe darei uma segunda oportunidade de me causar uma primeira boa impressão.</p>
<p><strong>Empenhe-se por mim</strong>, é o que eu peço. Eu valho a pena, preciso do seu ardor e da sua coragem. Não sou tão terrível assim. Quando eu estiver distraído, <strong>olhe para mim com amor e não com raiva</strong>. Quando eu não quiser rezar na hora em que você pede, tenha compaixão comigo e não me transforme num vilão. Se eu não fiz o trabalho que me pediu, peça de novo, insista. Se não o abracei, <strong>abrace-me você</strong>. Se meus pais não o procuram para conversar, <strong>procure-os</strong>. <strong>Eu preciso muito de alguém que mostre interesse por mim</strong>. Fale de mim aos meus pais. Talvez assim, eles percebam que eu existo.<br />
Eu sou de quem me conquistar.</p>
<p><strong>Não desista de mim</strong>. Eu quero tanto aprender um pouco mais daquilo que você se propõe a ensinar. Basta para isso, que você realmente queira me conquistar."<br />
Assinado:<br />
Um jovem catequizando<br />
(<a href="http://www.catequisar.com.br/txt/alberto/92.htm" target="_blank"> Alberto Meneguzzi</a> )</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El que escandalice a uno de estos pequeñuelos... (Mc 9, 41-50)]]></title>
<link>http://caballerotrueno.wordpress.com/?p=513</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 14:07:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>caballerotrueno</dc:creator>
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<description><![CDATA[La mayoría de los chicos y chicas que están en el grupo de catequesis que acompaño son, a su vez,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>La mayoría de los chicos y chicas que están en el grupo de catequesis que acompaño son, a su vez, catequistas de Primera Comunión con los niños y niñas del cole. Muchas veces llegan a la hora del grupo exhaustos y turbados ante la dificultad que a veces comporta transmitir a niños y niñas de 9 añitos quién es Jesús y en qué consiste el sacramento que van a recibir. Yo siempre les digo lo mismo: "<img class="alignleft size-thumbnail wp-image-514" src="http://caballerotrueno.wordpress.com/files/2008/05/mi_primera_comunion_portada.jpg?w=75" alt="" width="75" height="96" />Mejor quedarse corto que cagarla, con perdón".</p>
<p>¿Cómo afrontar ese primer paso por el sacramento de la Reconciliación? ¿Cómo explicar el pecado? ¿Cómo responder a las inocentes preguntas de los niños que no tienen respuesta aparente o que ni nosotros mismos la tenemos? ¿Cómo hablar de la importancia de la comunión, de lo que es?</p>
<p>Cada vez estoy más convencido de que hay que propiciar a los niños el acercamiento a Jesús. Hay que facilitar que Jesús sea familiar. Hay que vivir la fe con naturalidad y dejar que los niños, que suelen tener los sentidos más despiertos que nosotros, VEAN, OIGAN, HUELAN, SABOREEN y TOQUEN. No es fácil. Pero creo que lo más hermoso es que el niño desee. Las cuestiones teológicas y enrevesadas son casi escándalo a ciertas edades... Ya tendrán tiempo de poner patas arriba muchas cosas...</p>
<p>Un abrazo fraterno</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boas embalagens]]></title>
<link>http://partilhar.wordpress.com/?p=411</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 17:29:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Sá</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os padres dos dias de hoje devem saber competir na grande feira da comunicação onde a mensagem do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os padres dos dias de hoje devem saber competir na grande feira da comunicação onde a mensagem do evangelho, transmitida por meio da pregação, está arrumada a um canto e não passa de um produto de pequena dimensão. Este foi o desafio deixado em Braga, Arturo Merayo, professor da Faculdade de Ciências Sociais e da Comunicação de Múrcia, Espanha.<br />
No decorrer do encontro de formação para o clero, continuava alertando para a necessidade de preparar "<strong>boas embalagens</strong>" que sejam capazes de "aguçar o apetite" para o conteúdo.  É necessário estar desperto para as "<strong>necessidades e motivações do auditório</strong>" que se tem pela frente, numa adaptação constante ao mundo real. "<strong>Às gentes do século XXI só se chega pelo coração</strong>". Uma vez chegados ao coração, também se pode chegar à cabeça, à razão.<br />
Isto que o orador disse para os padres, aplica-se a todos os agentes da evangelização.<br />
Esperemos que quem o ouviu, e quem o convidou (bispos) dêem eco às suas palavras, e mudem as estratégias enquanto é tempo. Amanhã é tarde.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A catequese hoje]]></title>
<link>http://partilhar.wordpress.com/?p=269</link>
<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 00:49:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Sá</dc:creator>
<guid>http://partilhar.wordpress.com/?p=269</guid>
<description><![CDATA[A missão da Igreja é anunciar Deus, mostrá-lo ao mundo, dar a conhecer o Seu verdadeiro rosto e a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A missão da Igreja é anunciar Deus, mostrá-lo ao mundo, dar a conhecer o Seu verdadeiro rosto e a Sua história de união com roda a humanidade, tal como Jesus nos revelou. Chama-se a isto Evangelizar (fazer chegar a Boa Nova).</p>
<p>A catequese é o momento prioritário do processo de evangelização. É nela que se estrutura a conversão a Cristo, oferecendo as bases para a adesão crente. A catequese de iniciação de crianças, jovens e adultos é o elo entre a acção missionária e a acção pastoral da Igreja. Isto é, a acção missionária chama à fé, mas sem a catequese não daria fruto, seria estéril.<br />
Por sua vez, a acção dos Pastores (que alimenta continuamente a comunidade) sem catequese seria superficial e confusa, baseada em sentimentos fáceis e passageiros: ondas que vão e vêm. A catequese de iniciação é, pois, fundamental para a construção, tanto do discípulo de Cristo, como da comunidade cristã.</p>
<p>Ser discípulo<br />
O discípulo vive da adesão e da vida de relação com o Mestre, e a família (a fraternidade) alicerça-se numa paternidade comum: porque nos sentimos contagiados pelo Amor de um mesmo Pai, sentimo-nos filhos, chamados a amar (no concreto) os irmãos. O cristianismo não é (apenas) uma doutrina. O Cristianismo é a adesão a uma Pessoa que é a Verdade, o Caminho e a Vida.</p>
<p>Áreas de formação<br />
Por isso, a formação cristã global (a catequese hoje) abrange três áreas: os conhecimentos doutrinais (que são a base de uma fé esclarecida e personalizada); a orientação do comportamento pela formação moral (o caminho é sempre concreto ou não é… caminho); a entrada na vida espiritual (na união com Jesus e a Igreja que se faz na celebração dos sacramentos: canais da vida de Deus) e na oração (intimidade com o Mestre).<br />
A aprendizagem de toda a vida cristã exige uma catequese séria, feita com tempo, capaz de criar um novo modelo de cristão.<br />
Isabel Figueiras</p>
<p>Permitam-me que acrescente às áreas de formação, a aquisição de competências no âmbito de novas lingagens, novas pedagogias, capazes de fazer chegar esta Noa Nova à vida de todos. Não podemos entender as nossas crianças, adolescentes, jovens e adultos numa "concepção bancária de educação".<br />
Não se pode conceber a aprendizagem “como mera recepção e assunto da memória, um aspecto altamente incompleto de ensino. (…) Se o aprender se limitasse a uma simples recepção, o seu efeito não seria melhor do que se escrevêssemos frases sobre a água; pois não é só o receber, mas só a auto-actividade de compreensão e a capacidade de o utilizar de novo que fazem de um conhecimento propriedade nossa. (…) A recepção deve conduzir necessariamente ao esforço próprio, não como produção de uma invenção, mas como aplicação do que foi aprendido, como tentativa de, através do que se aprendeu, conseguir obter resultados imediatamente noutros casos singulares, noutras matérias concretas”.<br />
Falemos às pessoas do nosso tempo com uma linguagem e uma pedagogia que eles entendam, para que aquilo que pretendemos partilhar seja efectivamente aceite.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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