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	<title>ciclovias &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/ciclovias/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ciclovias"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 19:36:14 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[São Bernardo e a... bicicleta? Onde??]]></title>
<link>http://pedaldriven.wordpress.com/?p=144</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 19:57:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>zuccherato</dc:creator>
<guid>http://pedaldriven.pt.wordpress.com/2008/10/01/sao-bernardo-e-a-bicicleta-onde/</guid>
<description><![CDATA[Esse texto foi enviado para a Secretaria de Transportes e Vias Públicas e a Unidade de Coordenacao]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Esse texto foi enviado para a Secretaria de Transportes e Vias Públicas e a Unidade de Coordenacao do Programa de Transportes Urbanos de São Bernardo do Campo, além da imprensa regional.</em></p>
<p>Em um momento ambiental tão crítico como esse em que vivemos, onde praticamente todos os órgãos de governo, entidades e empresas têm em pauta objetivos de diminuir o impacto ambiental causado por suas atividades, temos vários municípios que estão desencorajando o uso do automóvel particular e incentivando o uso de alternativas não motorizadas como a bicicleta, além de melhorar o transporte público e o acesso para pedestres e deficientes.</p>
<p>Obras com esse intuito já são encontradas por todo o estado de São Paulo, por iniciativa do governo do estado, das prefeituras locais e de entidades relacionadas. Dentre elas, podemos destacar o programa Ciclista Cidadão, do governo do estado e do Consórcio Metropolitano de Transportes (CMT - Que engloba o Metrô, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos – CPTM e Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos - EMTU), ciclovias e ciclofaixas nas cidades de São Paulo, Santo André, São Caetano do Sul, Mauá, Sorocaba, Santos e muitas outras, bicicletários municipais e mantidos por empresas, sistema de integração da bicicleta com outros transportes públicos e sistemas de aluguel de bicicletas.</p>
<p>Para exemplificar a importância do tema e a recepção dele pelas diversas cidades brasileiras, o Ministério das Cidades criou o <a href="http://www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/transporte-e-mobilidade/programas-e-acoes/bicicleta-brasil/apresentacao" target="_blank">Programa Brasileiro de Mobilidade por Bicicleta – Bicicleta Brasil</a>. Faça o download do livro<a href="http://www.ciclobr.com.br/temp/LivroBicicletaBrasil.pdf" target="_blank"> aqui</a>.</p>
<div>Porém, nada disso é visto no município de São Bernardo do Campo, onde o único projeto do tipo é um <a href="http://pedaldriven.wordpress.com/2008/07/08/inauguracao-do-bicicletario-da-emtu-em-sao-bernardo/" target="_blank">bicicletário público e mantido pela EMTU</a> (A prefeitura criou alguns bicicletários públicos, porém todos dentro de parques).</div>
<p>Na <a href="http://www.smt.saobernardo.sp.gov.br/Default.aspx?pagina=categoria&#38;idCategoria=25&#38;nomeCategoria=Projetos" target="_blank">página de projetos realizados pela Secretaria de Transportes e Vias Públicas de SBC</a>, dos projetos listados que foram executados desde 1997 até 2006, não há nenhum que mencione benefício ao usuário de bicicleta.</p>
<p>Os únicos itens que mencionam bicicletas no site inteiro da Secretaria de Transportes e Via Pública de São Bernardo do Campo são eventos ciclísticos esportivos. Em nenhum lugar, trata-se do assunto como um meio de transporte, tampouco mencionam projetos realizados em prol da bicicleta, tais quais ciclovias, ciclofaixas e bicicletários, que outras cidades próximas e mais afastadas já o fazem. Com esse plano arcaico de transportes, a cidade de São Bernardo do Campo, conhecida como "a capital do automóvel", faz jus ao seu nome, ao privilegiar exclusivamente o transporte motorizado individual, que cerca de apenas 30% da população tem acesso, e assume sua condição de cidade obsoleta, em relação às mudanças que as cidades ao seu redor estão promovendo.</p>
<p>Estudos e projetos (como o desafio intermodal, realizado por várias cidades) comprovam que a bicicleta é um meio de transporte muito eficiente, de baixo custo, não poluente e uma das principais soluções para a diminuição do trânsito nas grandes cidades. Minha recomendação é que o município de São Bernardo do Campo comece a dar ao assunto a importância que ele merece, pois há dezenas de milhares de usuários na região que, pelo descaso das autoridades, é tratado com descaso também pelos motoristas e corre riscos de acidentes.</p>
<p>Recomendo a leitura de sites como o <a href="http://www.apocalipsemotorizado.net" target="_blank">Apocalipse Motorizado</a>, que há muitos anos, fiscaliza ações como o privilégio à classe motorizada da sociedade e o abandono daqueles que mais necessitam, assim como incentiva as ações adequadas iniciadas durante o período nas grandes cidades.</p>
<p>Espero, como cicloativista, munícipe e cidadão, que essa situação comece a mudar imediatamente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[São Paulo a duas rodas]]></title>
<link>http://oqueijoeosvermes.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 21:34:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ronoc</dc:creator>
<guid>http://oqueijoeosvermes.pt.wordpress.com/2008/09/28/sao-paulo-a-duas-rodas/</guid>
<description><![CDATA[Bicicletas e São Paulo: algo a ver?
Os mais céticos dirão que não passa de mais uma jogada polí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_44" align="aligncenter" width="300" caption="Bicicletas e São Paulo: algo a ver?"]<img class="size-medium wp-image-44" src="http://oqueijoeosvermes.wordpress.com/files/2008/09/bicicleta1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" />[/caption]
<p>Os mais céticos dirão que não passa de mais uma jogada política às vésperas de eleição. E eu quase me junto ao grupo. As <a class="wp-caption-dd" href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL776239-5605,00-INAUGURADO+MAIOR+TRECHO+DE+CICLOVIA+FORA+DE+PARQUES+NA+ZONA+LESTE.html" target="_blank">inaugurações</a> do <a class="wp-caption-dd" title="Matéria de 09/08/2007 no G1.com" href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL85147-5605,00.html" target="_blank">aguardado</a> Caminho Verde, na Zona Leste de São Paulo, e de novos bicicletários ao longo da linha vermelha do <a class="wp-caption-dd" title="As novidades no site do Metrô" href="http://www.metro.sp.gov.br/aplicacoes/news/tenoticiasview.asp?id=6565D207C1&#38;categoria=6561F2&#38;idioma=PO" target="_blank">metrô</a> soam mesmo às famigeradas manobras caça-voto, estrategicamente programadas para ocorrer, digamos assim, em momentos bem propícios às carreiras políticas dos espertalhões de plantão.</p>
<p>De qualquer forma, o fato de estarmos falando de ciclovias e de empréstimo de bicicletas em estações de metrô, e não de pontes, túneis ou viadutos que só fazem cócegas no enlouquecido trânsito paulistano, já é um começo. (Mas, para cada passo num sentido correto que damos... Que dizer da <a class="wp-caption-dd" href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL404066-5605,00.html" target="_blank">recente inauguração</a> da <a class="wp-caption-dd" title="Ponte Octavio Frias Oliveira" href="http://www.spturis.com/ponte/pagina.php?id=home" target="_blank">ponte estaiada Octavio Frias de Oliveira</a>, no Morumbi? Tirando a Rede Globo, que ganhou um vistoso pano de fundo para seus telejornais, e as agências de publicidade, que colocam a ponte em 7 entre 10 comerciais, não vejo muitos beneficiados por esse monstruoso monumento ao faraonismo urbano.)</p>
<p>É claro que a <a class="wp-caption-dd" href="http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid212461,0.htm" target="_blank">falta de planejamento</a> e sobretudo de coerência por parte dos principais pretendentes à Prefeitura de São Paulo (a grande exceção, justiça seja feita, é a <a class="wp-caption-dd" href="http://www.soninha23.can.br/" target="_blank">Soninha</a>, que há tempos milita pela causa dos ciclistas) não nos permite sonhar muito. A verdade é que mesmo com todas as novidades apresentadas nos últimos dias, São Paulo ainda tem uma <a class="wp-caption-dd" title="Matéria no Estadão." href="http://www.estadao.com.br/geral/not_ger212892,0.htm" target="_blank">malha cicloviária menor</a> do que <a class="wp-caption-dd" title="Programa Pedala Sorocaba" href="http://www.pedalasorocaba.org.br/" target="_blank">Sorocaba</a>, só para ficar com um exemplo próximo.</p>
<p>É claro, também, que seria padecer de <a class="wp-caption-dd" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pollyanna" target="_blank"><em>pollyannismo</em></a> agudo esperar que o uso de bicicletas resolva o problema do transporte na cidade -- este é exatamente o ponto que um <a class="wp-caption-dd" title="O dilema das ciclovias" href="http://blog.ta.org.br/2007/06/07/dilema-ciclovias/" target="_blank"><em>post</em> antigo</a> do <a class="wp-caption-dd" title="Transporte Ativo" href="http://blog.ta.org.br/" target="_blank">Transporte Ativo</a> aborda. Aliás, fica a dica: o TA é um dos bons lugares na rede que refletem sobre o uso das <em>bikes</em> como alternativa (séria!) de deslocamento urbano.</p>
<p>O negócio é torcer (e pressionar) para que os espasmos de boas práticas se transformem em políticas duradouras e bem estruturadas, verdadeiramente voltadas à construção de uma matriz de transportes variada e eficiente, capaz de desfazer o nó que nos afoga dia e noite em São Paulo. Um bom início é pensar muito bem antes de apertar os botões neste 05 de outubro...</p>
<p style="text-align:center;">- - -</p>
[caption id="" align="aligncenter" width="328" caption="Sim, isto é uma bicicleta!"]<img title="Flexbike" src="http://www.netshoes.com.br/Imagens//produtos/06/174-2016-006/174-2016-006_detalhe2.jpg" alt="Sim, isto é uma bicicleta!" width="328" height="328" />[/caption]
<p>Pode ser apenas mais uma dessas grandes coincidências que nos assolam vez por outra, mas nas últimas duas semanas vi pelo menos três pessoas na região da Paulista desfilando bicicletas que ainda não conhecia, mas que depois descobri se tratar da <a class="wp-caption-dd" title="Site da Flexbike" href="http://www.flexbike.com.br/" target="_blank">Flexbike</a>. Vocês podem até me perguntar em que planeta andei vivendo, mas realmente não conhecia essa bicicleta dobrável que, dentro de uma sacola própria, pode ser facilmente transportada no metrô, no ônibus e que ocupa quase nada do cada vez mais escasso espaço dos cada vez menores lares paulistanos.</p>
<p>O conceito parece ótimo. Só resta saber -- como muito bem perguntou <a class="wp-caption-dd" title="HenriNquIeta em São Paulo" href="http://henriqueta.blogspot.com/" target="_blank">minha esposa</a> -- se o paulistano também vai ser flexível a ponto de não dirigir um olhar fuzilante àqueles "flexbikers" que ousarem reservar um pouquinho mais de espaço vital nos apinhados vagões do metrô ou nos impossíveis ônibus para suas magrelas dobráveis...</p>
<p style="text-align:center;">- - -</p>
<blockquote><p>Outro blog muito legal sobre a difusão da bicicleta como meio de transporte urbano, desta vez em São Bernardo do Campo, é o <a class="wp-caption-dd" title="Pedal-Driven" href="http://pedaldriven.wordpress.com/" target="_blank">Pedal-Driven</a>. Aliás, por causa dele, acabei descobrindo o <a class="wp-caption-dd" title="Apocalipse Motorizado" href="http://apocalipsemotorizado.net/" target="_blank">Apocalipse Motorizado</a>, muito bom também.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bicicletas no Bom Dia Brasil - complemento]]></title>
<link>http://waltertierno.wordpress.com/?p=142</link>
<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 14:41:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>waltertierno</dc:creator>
<guid>http://waltertierno.pt.wordpress.com/2008/09/23/bicicletas-no-bom-dia-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Alguém do Blog Pedalante (desculpem se não digo exatamente quem, pois a pessoa não assinou. Prova]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém do Blog Pedalante (desculpem se não digo exatamente quem, pois a pessoa não assinou. Provavelmente, por puro esquecimento) respondeu ao post de ontem com algumas informações complementares:</p>
<p>"Desafio Intermodal</p>
<p>Data: 18 de setembro de 2008 (quinta-feira)<br />
Horário: 18:00</p>
<p>Ponto de partida: Praça General Gentil Falcão (alt. do número 1000 da Luiz Carlos Berrini) no Brooklin, Zona Sul.<br />
Destino: Prédio da Prefeitura (Viaduto do Chá), na região central da cidade.</p>
<p>Relação dos modais</p>
<p>1. Pedestre a pé<br />
2. Pedestre de Ônibus<br />
3. Pedestre Ônibus e Metrô<br />
4. Pedestre de Trem e Metrô - Pedalante<br />
5. Bicicleta (mulher) por vias tranqüilas - [trajeto]<br />
6. Bicicleta (homem) por vias tranqüilas - [trajeto]<br />
7. Bicicleta (mulher) por vias movimentadas - (trajeto)<br />
8. Bicicleta (homem) por vias movimentadas - (trajeto)<br />
9. Bicicleta dobrável integrando com o Metrô - {trajeto 1 ou 2}<br />
10. Bicicleta dobrável integrando com o Ônibus<br />
11. Moto<br />
12. Carro Particular. - (trajeto)</p>
<p>Não é uma corrida, todos devem se deslocar da mesma maneira que fariam no dia a dia. Todos deverão respeitar TODAS as leis de trânsito, sem exceção. Motorista, motociclista e ciclista deverão dar sempre preferência ao pedestre nas travessias, os ciclistas não poderão andar em calçadas, contramão, a não ser que estejam desmontados como manda a lei."</p>
<p>Vamos atribuir a falta de informações anterior ao programa da Rede Globo que exibiu a matéria e a este que vos escreve, que não fez a devida pesquisa na internet antes de falar. Muito embora minha crítica esteja mais direcionada à falta de profundidade da matéria na TV.</p>
<p>Mesmo assim, minhas desculpas pela falta de informação anterior. Não quero ser o sujo falando do mau lavado...</p>
<p>Para acrescentar, transcrevo outro trecho do comentário deixado pelo blogueiro que é relevante:</p>
<p>"A vida não começa e nem termina em uma ciclovia. Precisamos de uma cidade ciclável. (ruas calmas, respeito dos motorizados às leis de trânsito etc.)."</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RUAS VERDES]]></title>
<link>http://nedram.wordpress.com/?p=95</link>
<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 22:32:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>nedram</dc:creator>
<guid>http://nedram.pt.wordpress.com/2008/09/22/ruas-verdes/</guid>
<description><![CDATA[Verde eh a palavra da moda aqui na europa. Especificamente, aqui na Inglaterra essa palavra eh ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Verde eh a palavra da moda aqui na europa. Especificamente, aqui na Inglaterra essa palavra eh "Green". Verde da um sentido de limpo, puro, organico, ecologico. Verde vende. E uma prova disso eh a McDonald's, que comeca a mudar os designs de seus estabelecimentos na Inglaterra para a cor verde, introduzindo tambem no cardapio algumas mudancas como: mais saladas, frutas e sucos naturais.<br />
E nessa onda verde, literalmente algumas ruas de londres estao sendo pintadas de verde para sinalizar as ciclovias. Isso mesmo, uma parte do asfalto negro ganha agora uma camada de cor verde sinalizada com simbolos de bicicletas indicando que ali eh uma ciclovia, destinada a veiculos de duas rodas "nao motorizados". Ou seja, a moto nesse espaco nao tem vez!<br />
E quem ganha com isso? A populacao eh claro. Mais bicicletas implica em menos carros nas ruas, que induz a menos consumo de combustivel fossil e portanto um ar menos poluido. Mais bicicletas, quer dizer que ha mais gente praticando exercicios e portanto menos gente lotando hospitais por causa de problemas cardiovasculares. Menos obesos e com isso menos problemas que esta doenca conleva.<br />
O proprio autor destas linhas optou por este tipo de transporte para o seu dia-a-dia e foi mais alem, entrou numa profissao onde cada vez mais ganha novos adeptos por empresas de transportes e entregas, aqui conhecimo como "pushbiker courier".<br />
Mas para ser ter "ruas verdes" eh preciso ter planejamento e uma boa educacao. Mais ciclovias em cidades nao planejadas implica em menos espacos, ou para carros ou para pedestres. Implica em mais estacionamentos para bicicletas. O que se pode esperar de cidades onde carros estacionam em passeios destinados a pedestres? Estariam eles preparados para respeitar as ciclovias?<br />
Por isso que antes de qualquer planejamento, o mais importante eh uma boa educacao. Um pedestre tem que saber que deve atravessar a rua sobre uma faixa de pedestre e os condutores tem que saber que devem respeitar essa faixa. E me veio agora a memoria de um fato, no Japao a educacao viaria comeca a ser ensinada no jardim de infancia e lembro-me do quanto ficava admirado ao ver criancinhas de aproximadamente 5 anos de idade indo para a escola que ficava perto de onde morava e quando queria atravessar uma rua ou avenida e que nesta nao tinha semaforos para pedestres, entao elas erguiam o braco para cima ou levantavam uma bandeirinha, entao os carros paravam e elas atravessavam a rua com a mao ou bandeira estendida para o alto, ate o outro lado da rua e ao chegar do outro lado, paravam para agradecer os carros que tinham parado, curvando-se para frente no tradicional gesto de agradecimento dos japoneses.<br />
Portanto sejamos educados e nos respeitemos mutuamente. E ja que eh uma tendencia mundial que bicicletas se tornem cada vez mais o meio de transporte preferido das cidades que sofrem problemas de congestionamentos, criemos entao mais "ruas verdes" e eduquemos nossos pedestres, ciclistas e condutores para um transito mais harmonioso e pacifico.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bike sobre Trilhos]]></title>
<link>http://caminhosturismo.wordpress.com/?p=531</link>
<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 17:41:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Mendonça</dc:creator>
<guid>http://caminhosturismo.pt.wordpress.com/2008/09/16/bike-sobre-trilhos/</guid>
<description><![CDATA[
Ouvi hoje no CBN São Paulo uma noticia bem legal. A partir de amanhã, dia 17.09, o metrô vai exp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-532 aligncenter" style="border:2px solid black;" title="bike" src="http://caminhosturismo.wordpress.com/files/2008/09/bike.gif" alt="" width="217" height="217" /></p>
<p style="text-align:justify;">Ouvi hoje no CBN São Paulo uma noticia bem legal. A partir de amanhã, dia 17.09, o metrô vai expandir o horario que você  entrar com sua bicicleta no metro.</p>
<p style="text-align:justify;">Anteriormente as bicicletas só eram bem vindas aos finais de semana, sendo no sábado a partir das 16hs e aos domingos. Agora todos os dias, a partir das 20:30 até o final da operação, as bikes são bem vindas, desde que sempre no último vagão, respeitando o nº de 4 bikes por trem. Nos finais de semana, o horário é de sábado após as 14hs e domingo durante toda a operação.</p>
<p style="text-align:justify;">O metrô realmente está incentivando o uso das magrelas na cidade como transporte alternativo. Vou quase todos os dias de Ipiranga para Itaquera e tenho acompanhado a construção da ciclovia que o metro está fazendo, ligando ao Tatuapé a Itaquera. Ela beira a linha do metrô e alem da ciclovia, consta com obras jardinagem e plantio de arvores. Pretendo em breve fazer este percurso de bike, e podendo ir até o Tatuapé de Metrô, ficou mais facil ainda!</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte e mais informações:</strong> <a href="http://www.metro.sp.gov.br/aplicacoes/news/tenoticiasview.asp?id=656589CFD0&#38;categoria=6561F2&#38;idioma=PO">Metrô</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Repórter-ciclista encara trânsito, buraco e palavrões]]></title>
<link>http://outrapolitica.wordpress.com/?p=2314</link>
<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 03:58:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>maritamari</dc:creator>
<guid>http://outrapolitica.pt.wordpress.com/2008/09/09/reporter-ciclista-encara-transito-buraco-e-palavroes/</guid>
<description><![CDATA[Paulo Sampaio, Folha de S.Paulo, 3 de setembro de 2008
O motoboy enfurecido cola na bicicleta do rep]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/09/ciclistas-reporteres.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2318" title="ciclistas-reporteres" src="http://outrapolitica.wordpress.com/files/2008/09/ciclistas-reporteres.jpg?w=300" alt="" width="300" height="237" /></a>Paulo Sampaio, <a href="http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&#38;SecaoID=508074&#38;SubsecaoID=948063&#38;Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&#38;ID=411460&#38;Titulo=Rep%F3rter-ciclista%20encara%20tr%E2nsito%2C%20buraco%20e%20palavr%F5es">Folha de S.Paulo</a>, 3 de setembro de 2008</p>
<p>O motoboy enfurecido cola na bicicleta do repórter e grita: "Ô tranqueira do "caráio'!".</p>
<p>Com a moto inclinada, ele se esgueira numa inacreditável manobra e ultrapassa a bicicleta para entrar em uma rua de mão dupla, próximo à avenida Jabaquara (zona sul de SP).</p>
<p>Isso foi logo nos primeiros 500 m do percurso de cerca de 15 km, pedalados ontem pela reportagem para testar a viabilidade de um projeto de empréstimo e aluguel de bicicletas em oito estações do Metrô paulista. O projeto é do Metrô, em parceria com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.<!--more--></p>
<p>Para acompanhar o repórter no teste, convocou-se o experiente ciclista Otoni Gali Rosa, 69, que há seis anos pedala com grupos em percursos que chegam a 100 km. Como o repórter alugou a bicicleta em Moema (zona oeste), precisa percorrer um bom trecho para chegar ao escritório de Gali, na Praça da Árvore, zona sul, local do encontro. De saída, tem de enfrentar avenidas como Indianópolis, Vergueiro e ruas largas como a Domingos de Morais. Com a bicicleta embalada, em um momento de vento a favor, o ciclista vê seu caminho subitamente afunilado por um ônibus estilo centopéia que para no ponto.</p>
<p>Dele desce morosamente uma senhora de cabelos brancos, carregando duas sacolas cheias; ela pousa no asfalto ondulado o pé direito. A bicicleta quica na buraqueira. Vindos do ponto de ônibus, o ciclista percebe olhares generalizados de desprezo. O capacete o faz se sentir meio ridículo, como se estivesse de peruca, prestes a atropelar uma velhinha.</p>
<p>Não dá pra repetir</p>
<p>A partir da Praça da Árvore, o risco aumenta até a estação Anhangabaú (centro). Quatro das oito estações desse percurso estão no projeto de aluguel de bicicletas: Vila Mariana, Paraíso, Sé, Anhangabaú. No trajeto, nenhum metro de ciclovia.</p>
<p>Pedalar sem a menor segurança entre ônibus, carros, carroças, carrinhos de supermercado, motos, pedestres, fumaça e buracos até pode, para quem gosta de esportes radicais, ser emocionante. Mas não dá pra repetir todos os dias.</p>
<p>"A CET não considera bicicleta como meio de transporte", admira-se o arquiteto Paulo de Tarso Martins, fundador de um grupo chamado Sampa Bikers, que tem 15 anos e reúne em seu cadastro 15 mil ciclistas. "Mas é sempre assim. Em véspera de eleição, o povo nos procura com projetos especiais para ciclistas. Não vou ajudar a eleger ninguém que vai nos esquecer depois."</p>
<p>Assessores informam que a CET não quer se manifestar sobre a declaração de Martins. Um deles diz que o Detran pode informar sobre a frota de bicicletas. No Detran, a assessora leva um susto. "Nós não temos nada a ver com isso".</p>
<p>Para Martins, Otoni e o presidente da Federação Paulista de Ciclismo, Fernando Mazzaron, não adianta começar um projeto sem infra-estrutura (ciclovias) e educação no trânsito.</p>
<p>A prefeitura promete inaugurar 12 km de ciclovia na Radial Leste, de um total de 25 km em construção.<br />
Só de carro</p>
<p>Para quem se locomove apenas de carro há mais de 20 anos, e que portanto está acostumado ao ponto de vista do motorista, a atitude de Otoni no trânsito parece arrogante. Ao atravessar as ruas que saem da avenida Vergueiro, por exemplo, e que podem ser acessadas por (muitos) automóveis, ele se limita a esticar o braço e a movimentar os dedos para que quem estiver vindo páre.</p>
<p>"Sabia que a distância mínima que os carros devem manter de uma bicicleta, segundo o Código Nacional de Trânsito, é de um metro e meio? E que um ciclista não deve pedalar a menos de um metro da calçada?", pergunta Otoni.</p>
<p>Mas ele mesmo reconhece que, com os exíguos 4,5 km de ciclovias, em relação aos 17 mil km de ruas e avenidas de São Paulo, nem mesmo os ciclistas estão preparados para viver uma experiência parisiense, como a que inspirou o projeto. Lá, desde 2007, alugam-se 10 mil bicicletas. Aqui, serão 80, 10 em cada estação, a R$ 2 a hora, R$ 50 a diária. Nos primeiros 30 min, o uso é gratuito.</p>
<p>"Poucos são os que andam de capacete, com lanterna e levam na mochila apetrechos para resolver qualquer problema que aconteça com a bicicleta. Na verdade, não dá pra chamar todo mundo que anda de bicicleta de ciclista", diz, apontando para um jovem que vem pela contramão, na calçada.</p>
<p>O repórter confessa que, já na metade do trajeto, mesmo como ciclista rechaçado pela massa motorizada, ainda tinha mais facilidade para entender a irritação dos motoristas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Viagens de bicicleta em SP dobram em dez anos]]></title>
<link>http://internethoje.wordpress.com/?p=1201</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 19:32:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>ultimas noticias</dc:creator>
<guid>http://ultimas-noticias.org/2008/09/05/viagens-de-bicicleta-em-sp-dobram-em-dez-anos/</guid>
<description><![CDATA[São Paulo - A Pesquisa Origem e Destino (PesquisaO/D) revelou que o total de viagens de biciclet]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo - A <a title="pesquisa" href="http://pesquisa.biz/">Pesquisa</a> Origem e Destino (<strong><a class="st_tag internal_tag" title="Noticias sobre pesquisa" rel="tag nofollow" href="http://ultimas-noticias.org/tag/pesquisa">Pesquisa</a></strong>O/D) revelou que o total de viagens de bicicleta na Região Metropolitana de São Paulo praticamente dobrou nos últimos dez anos. De 1997 até 2007 os percursos com esse meio de transporte passou de cerca de 160 mil para aproximadamente 300 mil. Em relação aos outros meios de transporte, as viagens de bicicleta representaram 0,78% do total no ano passado, ante 0,52% dez anos atrás. O levantamento, que é realizado a cada dez anos pelo Metrô e pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), foi divulgado hoje.</p>
<p>De acordo com o estudo, 71% das locomoções com bicicleta nos dias úteis se deram por causa de trabalho, 12% em razão de compromissos com educação e 4% com atividades de lazer. O secretário de <strong><a class="st_tag internal_tag" title="Noticias sobre Transportes" rel="tag nofollow" href="http://ultimas-noticias.org/tag/transportes">Transportes</a></strong> Metropolitanos, José Luiz Portella, atribuiu às pequenas distâncias entre as residências e os destinos dos ciclistas, bem como a economia com gastos em transporte que os ciclistas têm, como motivos para o crescimento de viagens desse meio. “O principal motivo é que são viagens curtas. Na periferia, porque é mais barato e o cidadão acaba não pagando uma passagem.”</p>
<p>Ainda segundo a <strong><a class="st_tag internal_tag" title="Noticias sobre pesquisa" rel="tag nofollow" href="http://ultimas-noticias.org/tag/pesquisa">pesquisa</a></strong>, um terço das famílias da Região Metropolitana de São Paulo possuem bicicleta: 24% possui apenas uma, enquanto 9% tem mais de uma bicicleta em casa. Porém, a principal preocupação dos ciclistas não é a falta de ciclovias disponíveis na cidade mas sim a falta de locais para estacionar as bicicletas. “Houve uma época que achávamos que deveriam ser feitas ciclovias. Depois, que deveriam ser feitas cicloredes (uma combinação de ciclovias interligadas e estacionamentos). Mas a <strong><a class="st_tag internal_tag" title="Noticias sobre pesquisa" rel="tag nofollow" href="http://ultimas-noticias.org/tag/pesquisa">Pesquisa</a></strong> Origem e Destino mostra que o maior problema é onde guardar as bicicletas”, afirmou o diretor de planejamento da CPTM, Alberto Epifani.</p>
<p><strong>Parcerias</strong></p>
<p>Os dados irão balizar os investimentos do governo estadual para o setor. Portella disse que os planos são construir ciclovias ao longo das linhas de metrô e de trem, em parceria com a Prefeitura. Segundo Portella, estão em estudo parcerias com a Prefeitura para a construção de ciclovias ao longo das estações do metrô e da CPTM, além da construção de locais para estacionar as bicicletas. “Da parte do governo do Estado, (serão feitos) bicicletários. Locais com estacionamento para os ciclistas. O sujeito então vai poder parar e ter bicicletas disponíveis para ele utilizar”, afirmou.AE</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[San Francisco Ciclovia (Spanish for "cycle way")]]></title>
<link>http://livinintheloin.wordpress.com/?p=289</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 19:31:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>livinintheloin</dc:creator>
<guid>http://livinintheloin.com/2008/08/28/san-francisco-ciclovias-spanish-for-cycle-way/</guid>
<description><![CDATA[A portion of San Francisco&#8217;s streets from the Bayview to Chinatown [largely Embarcadero]  wil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A portion of San Francisco's streets from the Bayview to Chinatown [largely Embarcadero]  will close to cars for four hours on Sunday and instead be filled with bicyclists, break-dancers and roller skaters.</p>
<p>The city's first Sunday Streets event has gained support from community groups and athletic organizations that are planning activities along the 4.5-mile route, but merchants at Fisherman's Wharf are still wary of the impact on their businesses.</p>
<p>The street closures will start at 9 a.m. and last until 1 p.m. During that time, the groups and organizations will host an array of activities, including cultural events and athletic and aerobic exercises. AT&#38;T Park also will open for people to run the bases for part of the day.  More at <a href="http://m.apnews.com/ap/db_7732/contentdetail.htm?contentguid=jKBn5gvc">apnews.com</a></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Rio terá sistema de aluguel de bicicletas]]></title>
<link>http://comideiaseideais.wordpress.com/2008/08/15/rio-tera-sistema-de-aluguel-de-bicicletas/</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 22:20:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>comideiaseideais</dc:creator>
<guid>http://comideiaseideais.pt.wordpress.com/2008/08/15/rio-tera-sistema-de-aluguel-de-bicicletas/</guid>
<description><![CDATA[
Em três meses serão instaladas, primeiro em Copacabana e depois em outros pontos da cidade, as es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_l_9Dv8usdqk/SKYIaNUpgQI/AAAAAAAAABc/kMN3aChx_UU/s1600-h/bicicleta.gif"><img style="float:left;cursor:pointer;margin:0 10px 10px 0;" src="http://2.bp.blogspot.com/_l_9Dv8usdqk/SKYIaNUpgQI/AAAAAAAAABc/kMN3aChx_UU/s320/bicicleta.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<div style="text-align:justify;">Em três meses serão instaladas, primeiro em Copacabana e depois em outros pontos da cidade, as estações de aluguel de bicicletas, uma medida que a prefeitura encontrou de aliviar um pouco o transito e cooperar com o meio ambiente.</p>
<p>Bem, aqui em São Paulo, as bicicletas também estão dando o que falar, chegando até a ser um dos temas de campanha da candidata Soninha, que defende seu uso em grandes centros. É lógico que para a implantação desse sistema, as prefeituras terão que adaptar ruas e avenidas para suportar o tráfego das bicicletas, trazendo segurança a seus usuários.</p>
<p>Os projetos do Rio e São Paulo, são bem parecidos, e vizam espalhar pela cidade diversos centros de aluguel de bicicletas, que serão todas de aluminio, padronizadas e feitas sob encomenda, dificultando assim a ação de ladrões e seu respectivo comércio no mercado negro.</p>
<p>É sem dúvida nenhuma, uma alternativa viável e muito bem vinda para nossas congestionadas vias de trafego, e para o nosso meio ambiente, mas não se trata de uma solução para os problemas enfrentados pelas grandes metrópoles, e nem pode servir para mascarar a falta de investimento em diversas areas, como a do trasnporte publico.</p>
<p>Muitos administradores defendem a implantação de pedágios urbanos, alegando que isso seria a solução para o problema do transito, mas seria apenas mais um gasto desnecessário para um povo que ja sofre com tantas  taxas e  impostos.  O que se deve fazer é investir em transportes de massa, como metrô e trens urbanos, icentivar que as empresas instalem-se nas areas mais periféricas, assim consequentemente as pessoas iriam pegar menos onibus e passariam menos tempo dentro deles, dentre diversas outras medidas, que com comprometimento e respeito com o dinheiro publico, são viáveis de serem tomadas.</p>
<p>O projeto das bicicletas e ciclovias é muito bom, mas espero que não sirva pra mascarar a falta de investimento e a farra com o nosso dinheiro.</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Transporte na China: bicicleta + carro ]]></title>
<link>http://cilaschulman.wordpress.com/?p=2923</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 14:52:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>cila schulman</dc:creator>
<guid>http://cilaschulman.pt.wordpress.com/2008/08/15/solucao-para-o-transporte-nas-cidades-bicicleta-carro/</guid>
<description><![CDATA[• Do Blue Bus:
Metade carro, metade bicicleta, o Mini aproveita as Olimpíadas

Inspirado nos rick]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>• Do Blue Bus:</p>
<h3 class="noticia_manchete">Metade carro, metade bicicleta, o Mini aproveita as Olimpíadas</h3>
<p style="text-align:center;"><a href="http://cilaschulman.files.wordpress.com/2008/08/mini_china2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2934" src="http://cilaschulman.wordpress.com/files/2008/08/mini_china2.jpg?w=300" alt="" width="400" height="264" /></a></p>
<p><span class="noticia_texto">Inspirado nos rickshaws, transporte comum em Pequim, o Mini, da BMW, criou um híbrido - metade carro, metade bicicleta. O Mini-rickshaw está circulando pela capital chinesa durantes os Jogos Olimpicos, transportando moradores e turistas. Uma maneira unica de divulgar o carro. Dica do <span style="font-family:Arial;"><a href="http://www.trendhunter.com/" target="_new">TrendHunter</a></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Terminal anunciado na Marina da Ribeira]]></title>
<link>http://gomesalex.wordpress.com/?p=185</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 18:00:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>ubiker</dc:creator>
<guid>http://gomesalex.pt.wordpress.com/2008/08/13/terminal-anunciado-na-marina-da-ribeira/</guid>
<description><![CDATA[U-Biker estava mapeando quantas empresas já existem na Ribeira, quando viu a placa abaixo. Fica no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>U-Biker estava mapeando quantas empresas já existem na Ribeira, quando viu a placa abaixo. Fica no portão de entrada da Marina da Ribeira, onde havia um bar com música ao vivo e espaço para grandes shows. Uma coisa importante sobre placas de obras públicas. Quanto mais rápido chegam, mais demora a obra. Para concordar com isso basta lembrar da placa do Novo Hospital Paulino Werneck, onde era a Sodinava. Está lá há quatro anos. </p>
<p><strong>( Veja as foto aumentadas, clique nelas com botão direito e abra em nova aba )<br />
</strong><br />
<a href="http://gomesalex.files.wordpress.com/2008/08/08-13-08_1312.jpg"><img src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1312.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-200" /></a></p>
<p><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1318.jpg"><img src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1318.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" class="alignnone size-thumbnail wp-image-202" /></a></p>
<p><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1317.jpg"><img src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1317.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" class="alignnone size-thumbnail wp-image-201" /></a></p>
<p>Ninguém sabe muito à respeito, na vizinhança. Na Peixaria do Martinho sabem apenas o endereço anunciado, Rua Pires da Mota, 21. U-Biker viu nessa peixaria o kg do Badejo a R$ 26,90. Dá vontade de apoiar um Terminal Público, se fosse outro Brasil, um terminal desses barateava o preço. Na Peixaria <em>Só Ares Marinhos</em>, na Praia da Guanabara, tem Parati a R$ 3, o kg. Os pescadores de lá também nada sabem sobre Terminal Pesqueiro. Expliquei que seria como uma Ceasa, só que de peixes. Eles entenderam que a Ceasa teria agora peixes caso o Terminal viesse para a Ribeira. Deixei pra lá. </p>
<p><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1308.jpg"><img src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1308.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-198" /></a></p>
<p><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1229.jpg"><img src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1229.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" class="alignnone size-thumbnail wp-image-189" /></a></p>
<p><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1227.jpg"><img src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1227.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" class="alignnone size-thumbnail wp-image-187" /></a></p>
<p> Nesta praia da Guanabara, que fica na Freguesia, tem um artista tipo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Frans_Krajcberg">Frans Krajcberg</a>, chama-se Antônio Varela e reaproveita madeiras carcomidas de cupim. É um visionomista, ou seja, procura formas conhecidas em coisas aleatórias, que a natureza faz ou desfaz. Seu estudio é no terreno da casa e o Show Room é na praia mesmo. Podia ser na Marina da Ribeira, se o espaço vingasse para a Cultura. </p>
<p>Já de volta a Ribeira e nosso Terminal - Não - U Biker contou sete grandes empresas com caminhões igualmente grandes no caminho da Casa do Índio, uma excessão humana entre estabelecimentos multi-milionários. Será que a Ribeira agüenta mais uma instalação com milhares de visitantes por dia, por mar e por terra? </p>
<p><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1239.jpg"><img src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1239.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-192" /></a></p>
<p><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1237.jpg"><img src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1237.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" class="alignnone size-thumbnail wp-image-191" /></a></p>
<p><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1305.jpg"><img src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1305.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" class="alignnone size-thumbnail wp-image-197" /></a></p>
<p><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1310.jpg"><img src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1310.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" class="alignnone size-thumbnail wp-image-207" /></a></p>
<p><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1258.jpg"><img src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/08/08-13-08_1258.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" class="alignnone size-thumbnail wp-image-194" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PASSEATA PELA VIDA - Reportagem sobre o protesto]]></title>
<link>http://sasico.wordpress.com/?p=269</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 12:18:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hélder</dc:creator>
<guid>http://sasico.pt.wordpress.com/2008/08/13/passeata-pela-vida-reportagem-sobre-o-protesto/</guid>
<description><![CDATA[Assista a reportagem da TV RIC-RECORD sobre a manifestação pedindo mais segurança para ciclistas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Assista a reportagem da TV RIC-RECORD sobre a manifestação pedindo mais segurança para ciclistas e pedestres e em homenagem ao triatleta <span>Rodrigo Lucianetti, assassinado na Rodovia da Praia de Jurere em Florianópolis:</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/v3dMTY-kG4c'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/v3dMTY-kG4c&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guarderías para Bicicletas en el Metro]]></title>
<link>http://6pack.wordpress.com/?p=423</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 16:10:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>ravenclaw</dc:creator>
<guid>http://6pack.pt.wordpress.com/2008/08/08/guarderias-para-bicicletas-en-el-metro/</guid>
<description><![CDATA[Las estaciones Vespucio Norte, Cristóbal Colón, Grecia y Las Mercedes fueron las beneficiadas con ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://farm4.static.flickr.com/3002/2732662807_e06cc72297.jpg?v=0" alt="" width="350" height="263" /><em>Las estaciones Vespucio Norte, Cristóbal Colón, Grecia y Las Mercedes fueron las beneficiadas con esta iniciativa, que hace mucho tiempo venía siendo solicitada por los usuarios del tren subterráneo. (Terra.cl) </em></p>
<p>SANTIAGO, agosto 3.- Felices estarán desde hoy los ciclistas de Santiago, luego de que Metro inaugurara esta mañana guarderías para bicicletas en cuatro estaciones de la red del tren subterráneo.</p>
<p>La iniciativa, que venía siendo solicitada hace tiempo por los usuarios del medio de transporte capitalino, contempla cuatro guarderías ubicadas en la estación intermodal Vespucio Norte, la Línea 2, y Las Mercedes, Cristóbal Colón y Grecia, en la Línea 4.</p>
<p>Las bicicletas cuales podrán ser estacionadas pagando un ticket en las boleterías y contará con custodia permanente.</p>
<p>La tarifa por estacionarse será de 200 pesos hasta cinco horas, y de 300 pesos si el usuario desea estacionarla todo un día.</p>
<p>El horario de funcionamiento del servicio será de lunes a sábado de 7 a 22 horas, y los domingos desde las 8 a las 21 horas.</p>
<p>El proyecto fue inaugurado con una gran cicletada, que celebró un sueño cumplido para muchos de los amantes de las dos ruedas.</p>
<p><strong>Fuente Terra</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ciclovias...]]></title>
<link>http://blogdoronaldo.wordpress.com/?p=2147</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 12:31:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldonezo</dc:creator>
<guid>http://blogdoronaldo.pt.wordpress.com/2008/07/31/ciclovias/</guid>
<description><![CDATA[Diante das mortes de trânsito envolvendo ciclistas, programei para esta quinta-feira, na CBN, uma e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Diante das mortes de trânsito envolvendo ciclistas, programei para esta quinta-feira, na CBN, uma entrevista com o especialista no assunto, Luís Riogi Miura. Entre outras coisas, vamos conversar sobre a ausência de políticas de trânsito que privilegiam ciclistas e pedestres. Pesquisando o assunto, identifiquei, por exemplo, que o projeto para revitalização da avenida Brasil, em Maringá, não prevê a construção de uma ciclovia. Como dizer que as bicicletas são importantes para tirar carros das ruas se os governos não planejam espaços específicos para a circulação desses veículos? Complicado...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ciclovias em São Paulo: só 23,5 km para 300 mil ciclistas!]]></title>
<link>http://outrapolitica.wordpress.com/?p=1134</link>
<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 07:16:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel Vieira</dc:creator>
<guid>http://outrapolitica.pt.wordpress.com/2008/07/28/ciclovias-em-sao-paulo-so-235-km-para-300-mil-ciclistas/</guid>
<description><![CDATA[O caderno Metrópole do jornal O Estado de S.Paulo deste domingo publica um longo dossiê sobre o u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/07/ciclistas-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1142" src="http://outrapolitica.wordpress.com/files/2008/07/ciclistas-1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="245" /></a>O caderno <strong>Metrópole</strong> do jornal <strong>O Estado de S.Paulo</strong> deste domingo publica um longo dossiê sobre o uso da bicicleta como meio de transporte na capital paulistana. Apesar de sempre ignoradas pelos governantes e massacradas pelos carros em São Paulo, as bicicletas são o meio de deslocamento prioritário de dezenas de milhões de pessoas e o Brasil é o terceiro maior colocado em números de bikes do mundo, atrás apenas da China e da Índia. É uma alternativa racional, saudável e barata, em expansão no mundo todo. E que poderia ser uma forma de deslocamento importante deslocamentos em São Paulo, mas que não encontra espaço pela cegueira dos governantes, que só tem olhos para os automóveis. Leia abaixo trechos do dossiê.</p>
<p><strong>Moacir Assunção e Carolina Spillari</strong>, <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080727/not_imp212645,0.php">O Estado de S.Paulo</a>, 27 de julho de 2008</p>
<p>Metrópole "viciada" em automóveis, com uma frota de 6 milhões de carros, São Paulo está longe de privilegiar o transporte alternativo em bicicletas, comum em grandes cidades do mundo. A capital tem apenas 23,5 quilômetros de ciclovias ante 625 km em Berlim, 379 km em Paris, 400 km em Amsterdã e 300 km em Bogotá e em Copenhague. Pior: as melhores ciclovias paulistanas ficam em parques, que concentram 19 quilômetros. As de rua, como nas Avenidas Sumaré e Faria Lima, estão inoperantes e em péssimas condições.</p>
<p>Com isso, não há estímulo ao uso das magrelas como transporte - a ênfase é no lazer. Novas iniciativas começam a tentar mudar esse quadro, mas a solução ainda não aparece no horizonte, embora a cidade concentre quase 300 mil pessoas que usam somente a bicicleta para ir ao trabalho, sem contar as que a combinam com outros meios de transporte. No Brasil, calcula-se que existam 60 milhões de bicicletas. Além de ser ecologicamente correta e de possibilitar o exercício físico, a bicicleta é muito mais barata que o carro, democratizando o acesso ao transporte.<!--more--></p>
<p>A hostilidade do trânsito que prioriza os veículos motorizados e um déficit histórico de investimentos em ciclovias, ciclorredes - redes de ruas preparadas para o tráfego em bicicletas -, ciclofaixas - sinalização diferenciada para o veículo - e calçadas compartilhadas conduziram à situação atual. Além disso, há um obstáculo institucional, pois a questão nem sequer é tratada pela Secretaria Municipal dos Transportes, que não considera o veículo em suas ações para melhorar o trânsito na metrópole.</p>
<p>"Na situação atual de São Paulo, em que a poluição alcançou níveis altíssimos, a bicicleta, que não polui o ar e ocupa pouco espaço, pode ser uma das saídas", afirmou Maurício Guimarães, presidente da ONG de ciclistas Rodas da Paz.</p>
<p><strong>Vista como lazer, bicicleta faz 7,4% dos deslocamentos</strong></p>
<p>Apenas 7,4% dos deslocamentos - o que equivale a cerca de 15 milhões de viagens diárias - são feitos em bicicleta no Brasil. O número é da Associação Nacional do Transporte Público (ANTP). Na Europa, ao contrário, as magrelas constam de todos os planejamentos de trânsito.</p>
<p>"São Paulo não tem estrutura para bicicleta, embora haja uma enorme demanda reprimida. Ela ainda é vista como um brinquedo, embora cada vez mais pessoas a usem para trabalhar", afirmou o cicloativista André Pasqualini, que organiza, sempre na última sexta-feira do mês, na Praça do Ciclista, entre a Avenida Paulista e a Rua da Consolação, um evento conhecido como "bicicletada".</p>
<p>Algumas novidades, como a construção de uma ciclovia de 1,8 km em Parelheiros, na zona sul - e duas em obras, na Radial Leste (de 12,2 km) e na Avenida Inajar de Sousa (de 7 km), prometidas para o segundo semestre -, a instalação de bicicletários nas novas estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e na Estação Guilhermina-Esperança, do Metrô, além de iniciativas como a formação dos ciclistas do futuro no Parque das Bicicletas, na zona sul, prometem trazer um cenário mais favorável às bikes na metrópole. A cidade precisaria, por baixo, de pelo menos 300 km de ciclovias, ante os 49,7 km (veja quadro acima) que terá quando as duas forem concluídas.</p>
<p>Há, entretanto, obstáculos institucionais e a inércia da Prefeitura e da sociedade para enfrentar o problema. Para sair do papel e virar realidade, as ciclovias percorrem um caminho tortuoso na administração municipal - a maioria acaba engrossando a fila de projetos não executados.</p>
<p>As propostas que surgem das próprias subprefeituras acabam sem um agente que as atenda. Isso porque entre os órgãos envolvidos no trânsito do Município não há tradição cultural no assunto bicicletas, afirma a coordenadora do Grupo Executivo da Prefeitura para Melhoramento Cicloviário - o Pró-Ciclista, Laura Ceneviva. "Não existe quem cuide da circulação não motorizada formalmente. Há uma falta de cultura da bicicleta como meio de transporte, não somente em São Paulo, mas em muitas partes do mundo." O fato é que na cidade isso é ainda mais complicado, conforme comprovam os números.</p>
<p>Segundo ela, o que falta para a concretização das vias para bicicletas, assim como ciclofaixas e sinalização adequada, são os agentes envolvidos - 31 subprefeituras, Coordenação das Subprefeituras, Secretaria Municipal de Transportes, São Paulo Transporte (SPTrans), Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Empresa Municipal de Urbanização (Emurb), Secretaria de Infra-Estrutura Urbana e Obras (Siurb) e Ceab (responsável pelo assentamento da população de baixa renda) - assumirem a questão. "Esses inúmeros órgãos sempre necessitam da colaboração da CET, que é quem controla o tráfego e opera a infra-estrutura, a circulação."</p>
<p>Para o engenheiro de tráfego e consultor da Associação Brasileira de Medicina no Tráfego (Abramet) Horácio Figueira, ciclovias e ciclofaixas deveriam fazer ligações entre bairros e não estar só em áreas de fazer. "Estacionamentos para bicicletas deveriam surgir em meio aos exclusivos para carros", sugeriu. "Mudar a forma de locomoção é quebrar paradigmas dentro da cultura do automóvel, que é um câncer."</p>
<p><strong>Em São Paulo, até ponto de ônibus bloqueia ciclovia</strong></p>
<p>Falta de sinalização e pavimento em mau estado são algumas das falhas nas faixas exclusivas na cidade</p>
<p>Numa escala de zero a dez, as ciclovias paulistanas teriam dificuldade de atingir a média para passar de ano. Com 8,2 quilômetros de extensão, a do Parque do Carmo foi a única entre as cinco percorridas de bicicleta pelo Estado que apresenta boas condições. A via é usada principalmente nos fins de semana pelos freqüentadores da maior área verde da zona leste. Na da Avenida Faria Lima, até um ponto de ônibus foi instalado no início do traçado, no Largo da Batata.</p>
<p>No caso da ciclovia do Carmo, o traçado dá a volta no parque, não há obstáculos e a sinalização é boa. O comerciante e ciclista Alberto Teixeira, que vai todos os fins de semana ao parque, diz que gosta de andar por lá. "Dá para pedalar muito bem."</p>
<p>Nem a ciclovia do Parque do Ibirapuera, em uma das áreas verdes mais procuradas da cidade, sairia ilesa de uma avaliação mais criteriosa. Em alguns trechos, o pavimento vermelho que deveria delimitar a área de circulação de bicicletas está apagado, o que torna o passeio arriscado para ciclistas e pedestres. Ao longo dos 5,5 quilômetros de extensão da via faltam placas de sinalização nos trechos em que a aglomeração de pessoas costuma ser maior.</p>
<p><strong>Abandono.</strong> Por motivos opostos, as duas principais ciclovias de rua - das Avenidas Faria Lima e Sumaré - estão abandonadas. A primeira foi parcialmente desativada há dois anos, para abrigar os pontos de ônibus do Largo da Batata, removidos para dar lugar ao canteiro de obras da Linha 4-Amarela do Metrô. Diante da falta de espaço para as paradas, a Prefeitura utilizou a ciclovia.</p>
<p>Na Sumaré, o problema é falta de conservação. As raízes das árvores do canteiro central destruíram o pavimento do traçado de 1,4 km entre o Parque Antártica e a Rua Henrique Schaumann. A situação é tão crítica que, em alguns pontos, a sensação é de que se está numa pista de rali. E não há sinalização para separar a pista de caminhada, usada pelos moradores da região, da ciclovia. Sem opção, os ciclistas circulam na faixa exclusiva para motocicletas, expondo-se a riscos.</p>
<p><strong>Parelheiros.</strong> A ciclovia de Parelheiros, na Estrada da Colônia, extremo da zona sul, está em condições razoáveis, apesar da pequena extensão, de 1,8 km, o que diminui sua eficácia. Inaugurada em fevereiro deste ano, liga o bairro da Colônia ao Terminal Parelheiros de ônibus. A ciclovia é separada da pista por blocos de concreto pintados de branco. O pequeno espaço da via exclusiva inibe os ciclistas - muitos preferem circular pela pista, mesmo correndo risco de atropelamento. É o caso do auxiliar de manutenção Pedro Rodrigues de Souza, de 26 anos. "Não dá para andar na ciclovia, você tem de ir muito devagar", reclamou. Embora haja um cartaz sobre um bicicletário no terminal, o equipamento ainda não foi instalado.</p>
<p>Na Radial Leste, entre as estações Itaquera e Tatuapé, uma nova ciclovia, a Caminho Verde, toma forma. O piso vermelho, a ser compartilhado com pedestres, está parcialmente instalado, e árvores foram plantadas em volta. A via, que passa ao lado do muro do Metrô, terá 12,2 km de extensão e 2,5 metros de largura. Há, no entanto, algumas interrupções no traçado, que deverão trazer dificuldades aos ciclistas, que precisarão enfrentar a temida Radial Leste e seus carros para prosseguir.</p>
<p>Segundo o gestor André Goldman, da Secretaria do Verde e Meio Ambiente, a obra deverá ser concluída ainda neste ano. Até a finalização, deverá ser pintada, sinalizada e provida de travessias. "Estamos atendendo a uma demanda reprimida da população no trecho entre Tatuapé e Itaquera." O custo da obra ficou em cerca de R$ 9 milhões.</p>
<p>Na zona norte, no canteiro central da Avenida Inajar de Sousa, há cerca de 4 quilômetros de ciclovia. Outro pedaço está em obras, que deverão ser concluídas até o fim do ano. Com a conclusão das obras, serão 7 quilômetros de áreas exclusivas para ciclistas.</p>
<p><strong>Bicicletários abrem espaço</strong></p>
<p>Apesar dos problemas, aumentam os espaços para quem quer combinar as magrelas com trem e metrô. Atualmente, são 3.850 vagas em 13 bicicletários - 12 da CPTM e só um do Metrô. Até o fim do ano, a CPTM promete construir mais 16 bicicletários e oferecer 4.415 vagas. O Metrô tem apenas 100 vagas na Estação Guilhermina-Esperança, na zona leste.</p>
<p>O maior de todos os bicicletários, o de Mauá, no ABC, recebe diariamente 1,7 mil bicicletas de pessoas que pagam apenas R$ 1 por dia. Os bicicletários de Itaim Paulista e de Comendador Ermelino, na zona leste, já estão com lotação máxima. Antes dos bicicletários, os passageiros deixavam as magrelas nas garagens das estações. Agora, contam com um espaço gratuito - basta fazer inscrição. "Gastava duas passagens de ônibus (R$ 4,60 por dia) para chegar à estação, hoje vou mais rápido de bicicleta, e de graça", conta o assistente de telemarketing César Vieira, de 26 anos.</p>
<p>Outro projeto das empresas, o Ciclista Cidadão, que permite aos passageiros levar bicicletas nos vagões nos fins de semana, teve no ano passado 15.090 interessados.</p>
<p><strong>Resistência a bikes já começa na garagem</strong></p>
<p>‘Não existe lugar para a bicicleta em São Paulo', diz o ex-jogador de futebol Raí, usuário do veículo</p>
<p>Cada vez mais paulistanos trocam o carro pela bicicleta. Que o diga o ex-jogador de futebol Raí, que dirige a ONG Gol de Letra e todos os dias pedala de Perdizes, onde vive, até seu escritório, na Vila Madalena. "É um outro jeito de ver a cidade, em um ritmo muito diferente. Hoje, só uso carro em caso de emergência." Ele conta que trouxe o hábito da Inglaterra, onde morou por um ano. E aqui se surpreende com a falta de prioridade para a bicicleta. "Em qualquer lugar do mundo haveria essa preocupação. Aqui, ainda engatinhamos no estímulo à bicicleta", diz, citando a reforma das calçadas da Paulista, que não incluiu ciclovia. "Não existe lugar para a bicicleta em São Paulo. Na rua, os ônibus e carros buzinam, a calçada é para o pedestre; assim, realmente é difícil."</p>
<p>O médico pneumologista André Nathan é outro entusiasta da bicicleta. Mas há dias foi surpreendido com a proibição de deixá-la na garagem de seu prédio, o Grand Space Pinheiros. "Parece que uma das bikes riscou um carro. E o prédio resolveu andar na contramão da tendência internacional, privilegiando o carro em detrimento do transporte alternativo." Quando foi reclamar, a síndica respondeu que "garagem não foi feita para bicicleta".</p>
<p>Um dos três bike-repórteres da Rádio Eldorado e militante histórico em defesa das magrelas, Arturo Alcorta, que há 20 anos fez um trabalho semelhante, se surpreendeu com a piora na qualidade do ar e do barulho em São Paulo. "A poluição está absurda, e hoje preciso de aparelhos bem mais potentes para conseguir falar com a rádio."</p>
<p>O representante comercial Ivan Soares de Araújo começou a andar com mais freqüência de bicicleta depois que a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) reformou a Estação Itaim Paulista e instalou um bicicletário. "Demorava 20 minutos para chegar em casa a pé. Com a magrela, não levo nem 5 minutos", comemora. Araújo, que mora no Jardim Maia, vai com freqüência a Guarulhos, atravessando o limite entre as cidades de bicicleta, usando terno e gravata, para atender seus clientes. Se não tivesse bicicleta, a opção seria ir de vans clandestinas. No bicicletário, difícil é conseguir espaço. Há quase mil interessados para 256 vagas.</p>
<p>A secretária Célia Moraes ia de carro para o trabalho e ficava nos congestionamentos. Olhava os ciclistas e pensava: "Por que não tenho coragem de ir de bike?" Ela comprou uma bicicleta para fazer o percurso de 14 quilômetros - ida e volta, quatro vezes por semana. Superou a frustração que sentia com o carro e aderiu a um veículo mais simples e eficiente. A viagem dura 20 minutos. Ela elogia a Avenida Roberto Marinho, mas evita a Washington Luís, Bandeirantes e as Marginais, por causa do fluxo intenso.</p>
<p><strong>''Deveria ter ao menos 400 km'', diz Laura Ceneviva, do Pró-Ciclista </strong></p>
<p>Coordenadora do Pró-Ciclista na Secretaria do Verde e Meio Ambiente, a paulistana Laura Ceneviva, arquiteta de 54 anos formada pelo Mackenzie, é a maior autoridade no assunto, na cidade - embora um problema muscular a impeça hoje de pedalar. "Já fui daquelas de ficar com calo na mão por causa do guidom", diz.</p>
<p><strong>A sociedade entende a função da bicicleta como transporte? </strong>Não. Há uma dificuldade de fazer essa transição por uma questão cultural, que privilegia o automóvel. Somos filhos de uma sociedade baseada no petróleo. Montamos um grupo de estudos na Prefeitura, reunindo os órgãos ligados ao transporte, e a única discussão que não andou foi a do transporte não motorizado.</p>
<p><strong>E as ciclovias? </strong>A cidade teria de dispor de bem mais. Jamais daria certo, como na Avenida Sumaré, uma ciclovia que não pense no pedestre. O Brasil inteiro tem 2,5 mil quilômetros de ciclovias, e nós sugerimos ao então prefeito José Serra que São Paulo fizesse ao menos 5% disso, o que equivale a 125 quilômetros. Elas estão saindo aos poucos. Para haver um uso maior de bicicletas, é preciso ter possibilidades de circulação e de estacionamento, além de conscientização do ciclista de que ele também é um condutor, portanto precisa respeitar as leis. É necessário investir em ciclorredes e ciclofaixas. Se a ciclovia for malfeita, ninguém a usará.</p>
<p><strong>Há avanços? </strong>O projeto Clube Escola de Ciclismo, parceria da Prefeitura e da Federação Paulista de Ciclismo, que está formando jovens ciclistas, e o aumento dos bicicletários.<br />
<strong><br />
E quais são os planos do Pró-Ciclista? </strong>Levando em consideração o tamanho da cidade, imaginamos que deveria ter ao menos 400 quilômetros de ciclovias. Estamos preparando um projeto bem mais ambicioso, que prevê, a partir de 2010, construção de 1 mil quilômetros de vias protegidas para ciclistas.<br />
<strong><br />
Já sentiu sua dedicação valer a pena? </strong>Uma vez, participei de uma reunião dos vários órgãos. Nela, falei que havia uma quantidade enorme de ciclistas na cidade, para a surpresa de muitos técnicos. Um deles me surpreendeu: voltou para casa fotografando todos os ciclistas que viu no caminho. Quando chegou no dia seguinte, mostrou as fotos. Fiquei muito contente.</p>
<p><strong>Políticos não têm planos concretos</strong></p>
<p>Maioria dos candidatos à Prefeitura apóia o uso da bicicleta como transporte, mas assunto está em estudo, por Carolina Spillari</p>
<p>Sem propostas concretas, os candidatos à Prefeitura arriscam palpites sobre as ciclovias. São favoráveis, na maioria, ao uso de bicicleta como meio de transporte. Mas não há um plano concreto para que São Paulo receba ciclovias e ciclofaixas.</p>
<p>O uso da bicicleta deve ser pensado em articulação com o sistema de transporte público, opina a candidata Marta Suplicy (PT). Segundo Marta, as ciclovias devem trazer impactos positivos ao trânsito, à qualidade do ambiente e também à qualidade de vida e à saúde de quem as utiliza. Porém, deve haver um investimento maior em bicicletários próximos a estações de metrô e de terminais de ônibus.</p>
<p>A bicicleta estará na matriz do transporte, de acordo com o plano de governo do candidato Geraldo Alckmin (PSDB), que ainda está sendo elaborado. Alckmin disse que, em sua viagem a Bogotá, iria conhecer o Trasmilenio, um sistema de transporte público que integra a bicicleta com os corredores de ônibus. Na capital colombiana, há mais de 300 km de ciclofaixas. Para São Paulo, o tucano defende um sistema integrado, onde se vá de bicicleta até as estações de trem ou metrô e que lá haja vaga reservada para deixá-la, como já é feito em estações da CPTM.</p>
<p>O atual prefeito e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), diz que pretende reservar recursos no orçamento de 2009 para implantar 100 km de ciclovias e ciclofaixas. A novidade é que está em estudo um Plano Global Cicloviário, afirma Kassab.</p>
<p>O veículo é importante, segundo ele, do ponto de vista da saúde pública, por combater o aquecimento global e diminuir a poluição do ar.</p>
<p><strong>Respeito.</strong> Paulo Maluf (PP) disse que nas cidades em que as bicicletas são usadas como meio de transporte, como Amsterdã e Paris, os trechos marcados (ciclofaixas) e pistas especiais (ciclovias) fazem com que os automóveis respeitem os condutores desses veículos. Na capital de São Paulo, conforme o ex-prefeito, os caminhos para bicicletas seriam possíveis em bairros mais planos - nas regiões sul e leste -, junto a corredores em todas as avenidas.</p>
<p>Para Soninha Francine (PPS), deveriam ser privilegiados os trajetos curtos, de 2 quilômetros, próximos às estações de metrô e trem, para que as pessoas possam ir de casa até uma estação. Segundo Soninha, já existe conhecimento técnico para adequar as condições do tráfego à bicicleta. O que falta "é mandar fazer o sistema cicloviário".</p>
<p>A utilização da bicicleta como veículo implica uma escolha a ser feita pela cidade, diz o candidato pelo PSOL, Ivan Valente. Segundo ele, não existem meios, segurança e condições de locomoção. O uso desse tipo de veículo é possível, conforme o candidato, tanto que a atual administração falou em construir 50 quilômetros e não implantou. O uso da bicicleta no cotidiano acaba deixado de lado, já que "o automóvel foi eleito como prioridade", afirma.</p>
<p>Uma mudança profunda no trânsito. É o que defende o candidato do PCB, Edimilson Costa. A partir de uma reorganização do tráfego, segundo ele, as ciclovias e as vias para motocicletas teriam mais espaço e começariam a ser pensadas. O que inviabiliza a bicicleta como transporte público hoje, em sua opinião, é o trânsito caótico. O candidato defende a municipalização do transporte público e a tarifa zero para os passageiros.</p>
<p>Conhecido pelo seu projeto do aerotrem, um sistema suspenso de trens que complementaria o sistema viário de ônibus e metrô, Levy Fidélix, do PRTB, defende que as bicicletas sejam usadas somente para lazer. Segundo ele, as ciclovias não são adequadas por serem direcionadas a veículos individuais.</p>
<p>O trânsito da cidade não ficaria melhor com as bicicletas, afirma a candidata pelo PCO, Anaí Caproni. Apesar de não constarem em seu programa de governo, ela diz não ser contra as magrelas. As verdadeiras necessidades da população, segundo Anaí, seriam atendidas por meio do investimento no transporte coletivo.</p>
<p><strong>Até os EUA, dos carrões, se rendem às duas rodas</strong></p>
<p>Em Washington, gasolina cara impulsionou programa de bicicletas compartilhadas; NY tem proteção a ciclista, por Patrícia Campos Mello</p>
<p>No país onde o automóvel é parte essencial da psique nacional, a alta da gasolina e a preocupação com o aquecimento global estão levando muita gente a se render aos encantos da bicicleta. Em agosto, estréia em Washington o primeiro programa de compartilhamento de bicicletas dos Estados Unidos. Batizado de SmartBike, o programa permite pegar uma bicicleta em um ponto da cidade e largar em um outro, em uma das dez estações espalhadas pelo centro. Para isso, basta se inscrever pela internet e pagar uma taxa anual de US$ 40.</p>
<p>"Quando começamos a trabalhar com o governo de DC no programa SmartBike, o principal objetivo era criar um meio de transporte alternativo para reduzir o tráfego no centro", diz Martina Schmidt, presidente da SmartBike nos EUA. "Mas os preços da gasolina subiram tanto que estão levando mais pessoas a optar por bicicletas e transportes públicos."</p>
<p>O programa é uma parceria entre o governo de Columbia, onde fica Washington, e a empresa de publicidade Clear Channel Outdoor, que opera programas semelhantes na Espanha, França, Suécia e Noruega. O SmartBike é parte do contrato que a ClearChanel, empresa de propaganda em outdoors, mantém com a cidade para vender anúncios em pontos de ônibus. A próxima cidade a ter SmartBikes deve ser São Francisco, na Califórnia, onde estão em curso estudos de viabilidade. Em Barcelona, são 250 mil aluguéis de bicicletas mensais.</p>
<p>Em Washington, o programa começa com 120 bicicletas e deve chegar a 1 mil em um ano. Quem perde a bicicleta ou é roubado paga uma multa de US$ 200. Para evitar roubos, só é possível destravar a bicicleta das estações com o uso de um cartão. A idéia é estimular as pessoas a usarem a bicicleta para distâncias menores, como da estação do metrô até o escritório, por exemplo.</p>
<p>Cada pessoa só pode ficar três horas por vez com a bicicleta. Segundo o departamento de transporte da cidade, o programa "vai ajudar a reduzir congestionamentos e poluição".</p>
<p>Nova York também está em busca de empresas para ter um programa de compartilhamento de bicicletas na cidade. O Departamento de Transportes acaba de abrir uma concorrência, cujo prazo acaba no dia 15 de agosto. O uso de bicicleta aumentou 75% desde 2000 e hoje 130 mil nova-iorquinos pedalam até o trabalho. A meta da cidade é dobrar o uso de bicicletas até 2015 e triplicar até 2020.</p>
<p>Hoje em dia, Nova York tem 482 quilômetros de ciclovias - mas o número deve chegar a 804 km até o fim de 2009. O problema é que muitos motoristas não respeitam as ciclovias, delimitadas por linhas brancas desenhadas no chão. Existe uma multa de US$ 115 para veículos que obstruem ciclovias e até um site, nyc.mybikelane.com, onde pessoas postam fotos de motoristas que invadem o espaço dos ciclistas. Mas a maioria respeita as regras e pouca gente é punida.</p>
<p>A cidade criou um projeto experimental de sete quarteirões na Nona Avenida para proteger os ciclistas. Divisores de concreto e uma fileira de carros estacionados separam a ciclovia do tráfego. E semáforos indicam quando os ciclistas têm a preferência para passar. A prefeitura deve implementar mais uma ciclovia desse estilo na Oitava Avenida. Além disso, o departamento de transportes está distribuindo capacetes grátis e instalando racks para estacionar as bicicletas.</p>
<p>Outras cidades têm mais tradição no uso da bicicleta. Portland, na costa oeste, é chamada de "capital da bicicleta". A cidade, que começou a construir sua rede de ciclovias em 1970, tem o maior índice dos Estados Unidos de pessoas que vão para o trabalho de bicicleta - 3,5% da população. Há uma cultura de respeito aos ciclistas e racks de bicicletas espalhados pela cidade.</p>
<p><strong>Europa estimula uso de bikes</strong></p>
<p>No continente, venda de bicicleta cresceu 15% por ano, por Jamil Chade</p>
<p>Cada vez mais os europeus têm usado bicicletas, em parte graças a políticas adotadas pelos governos para tornar disponível essa opção aos cidadãos. Segundo a entidade Bike Europe, as vendas de bicicletas aumentaram em 15% apenas neste ano em todo o bloco. A inflação, que de acordo com dados da Comissão Européia já atinge os 4%, também é responsável pela maior procura por transporte público e de bicicletas, para evitar gastos com combustível.</p>
<p>Criado para oferecer opções de transporte aos turistas, o sistema de bicicletas de Paris, com mais de 20 mil veículos, ganhou adeptos entre os moradores da cidade. O sistema permite que as pessoas possam usar bicicletas públicas que são deixadas em locais estratégicos da cidade e alugadas por um preço relativamente baixo. Um programa parecido também foi implantado em Barcelona.</p>
<p>Em Amsterdã, cidade já conhecida por sua cultura da bicicleta, o governo local estima gastos de até US$ 160 milhões para a construção de novas vias e estacionamentos para bicicletas. O objetivo é preparar a cidade para um boom no uso desse meio de transporte nos próximos anos. Em um dos estacionamentos, nas proximidades da estação central, é difícil encontrar um lugar para deixar a bicicleta.</p>
<p>A alta dos combustíveis, na Dinamarca, faz o governo também prever uma explosão do uso de bicicletas nos próximos anos. Em Copenhague, onde 36% das pessoas vão já ao trabalho em bicicleta, o governo planeja investir US$ 200 milhões em infra-estrutura para permitir que os ciclistas possam percorrer toda a cidade. A estimativa é de que, se os preços dos combustíveis não caírem, um verdadeiro boom ocorrerá e quase 50% dos trabalhadores usarão bicicletas até 2015.</p>
<p>A alta nos preços de energia também pode ser sentida no transporte público. Segundo a Deutsche Bahn, entre janeiro e abril, o número de viagens nos trens alemães subiu em 20 milhões, passando de 868 milhões de viagens para 888 milhões em quatro meses. Em Londres, o metrô registra alta de 18% no número de usuários.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vendo Meu Voto]]></title>
<link>http://caminhosturismo.wordpress.com/?p=239</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 17:13:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Mendonça</dc:creator>
<guid>http://caminhosturismo.pt.wordpress.com/2008/07/24/vendo-meu-voto/</guid>
<description><![CDATA[Ou melhor, troco! E seria legal se todos fizessem o mesmo!

Estamos a pouco menos de 3 meses da elei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align:center;">Ou melhor, troco! E seria legal se todos fizessem o mesmo!</h3>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-240" style="border:2px solid black;" src="http://caminhosturismo.wordpress.com/files/2008/07/urna.jpg?w=300" alt="" width="300" height="244" /></p>
<p style="text-align:justify;">Estamos a pouco menos de 3 meses da eleição e já é possível ver um monte de carros com propagandas de candidatos a vereadores, comitês regionais de partidos e entrevistas com os possíveis prefeitos de São Paulo. Todos com grandes projetos faraônicos e plataformas, que para mim, são rebuscadas propositalmente, para que um marketeiro (desculpa o termo pejorativo) possa embelezar e vender, enquanto quem procura realmente entender, não consiga.</p>
<p style="text-align:justify;">Por isto que resolvi trocar o meu voto, por quem mostrar comprometimento com ações simples que melhorem a minha cidade. Pois precisamos de mais metro, da urbanização das favelas, melhores postos de saúde, expansão do horário das escolas e etc. Todos estes assuntos serão discutidos na grande mídia e demonstrados nos programas eleitorais através de gráficos e maquetes, com apresentadoras simpáticas e politicamente corretas.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas eu quero lixeiras... eu quero calçadas iguais... eu quero ciclovias.... eu quero placas de sinalização... eu quero ônibus de madrugada... eu quero distribuição de mudas... eu quero papel reciclado para a burocracia... ou seja eu quero, eu quero e eu quero. E por estas coisas que eu quero eu vendo o meu voto!</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Neste ano, venda o seu voto você também, ou melhor, troque!</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Outros posts da campanha:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://caminhosturismo.wordpress.com/2008/08/05/troco-meu-voto-por-lixeiras/" target="_self">Troco meu voto por lixeiras</a></li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rio-Petrópolis em dois dias. ]]></title>
<link>http://gomesalex.wordpress.com/?p=161</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 02:48:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>ubiker</dc:creator>
<guid>http://gomesalex.pt.wordpress.com/2008/07/24/rio-petropolis-em-dois-dias/</guid>
<description><![CDATA[
Petrópolis, cidade do Império, a viagem que planejo há uns dois anos. Meu pai fazia a subida tod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gomesalex.files.wordpress.com/2008/07/07-22-08_1409.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-162" src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/07/07-22-08_1409.jpg?w=128" alt="" width="128" height="96" /></a></p>
<p>Petrópolis, cidade do Império, a viagem que planejo há uns dois anos. Meu pai fazia a subida todo mês, na década de 50, numa bicicleta de corrida com passadores Simplex. Meu avô, bem antes, <span> </span>subia junto com outros trabalhadores da Cristian Nielsen, para manutenção e acabamentos daquela estrada. Um prazer de se esperar dois anos para colher o resultado já seria o bastante. Mas a subida de Petrópolis parece que faz parte da minha vida desde sempre.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/07/07-22-08_1510.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-163" src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/07/07-22-08_1510.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><strong>Local onde meu avô trabalhou. </strong></p>
<p class="MsoNormal">A Estrada Rio-Petrópolis foi inaugurada em 1928, um arrojo para a época, muitos operários morreram na construção, meu avô escapou. O presidente era Washington Luís, que deitou estradas no Brasil todo, exemplo para outro estradeiro que viria muito depois, JK.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">A subida tem 21 km. Alternam-se planos e ladeiras suaves até a metade. Depois, as ladeiras vão ficando mais fortes, as paisagens mais bonitas e fica menor o espaço entre as pedras cortadas e os ônibus. Meu avô escapou, eu também. Acho que sorte é genética.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span> </span>A descida foi pela Estrada Velha da Serra da Estrela, paralelepípedo, a que dá acesso a Pau Grande, terra do Garrincha. Liga Petrópolis a Magé. Eu desci na Chatuba, um calor de verão. Depois Piabetá, BR-116 e volta à 040, a Rio-Petrópolis. Um carro me fechou e me acertou de leve, no guidão, em Piabetá. Eu xinguei, depois me arrependi, não era “um local”. O cara foi embora, porque estava errado mesmo. Foi o único verdadeiro momento de risco da viagem toda. Que eu tenha percebido, pelo menos. </p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Como sempre, ninguém acreditava quando eu dizia de onde vinha. Cicloturista?<span> </span>Nem o Escritório de Turismo de Petrópolis, que é cidade metida a Européia, sabia o que era. Que dirá na Chatuba. Por sinal, a Chatuba é um lugar muito bucólico e esverdeado. Vi sinais de uma ferrovia antiga, mas não sei se era a primeira do Brasil, sem placas. Sinais do Imperador nessa estrada de carruagens só vi um marco Real na Estrada Velha da Estrela, numa beira de rio sujo, com cascatas de lixo.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><a href="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/07/07-23-08_13021.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-164" src="http://gomesalex.wordpress.com/files/2008/07/07-23-08_13021.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><strong>Sítio na Chatuba, trilhos na frente</strong></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
</item>

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