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	<title>ciencias-sociais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ciencias-sociais"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 19:17:36 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Leviathan]]></title>
<link>http://lunetando.wordpress.com/?p=150</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 15:02:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mia</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Do    mesmo modo que tantas outras coisas, a natureza (a arte mediante a qual Deus    fez e governa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lunetando.files.wordpress.com/2008/10/leviathan.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-149" title="leviathan" src="http://lunetando.wordpress.com/files/2008/10/leviathan.jpg?w=195" alt="" width="195" height="300" /></a> <span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Do    mesmo modo que tantas outras coisas, a natureza (a arte mediante a qual Deus    fez e governa o mundo) é imitada pela <em>arte</em> dos homens também nisto:    que lhe é possível fazer um animal artificial. Pois vendo que a vida não    é mais do que um movimento dos membros, cujo início ocorre em alguma parte    principal interna, porque não poderíamos dizer que todos os <em>autómatos</em> (máquinas que se movem a si mesmas por meio de molas, tal como um relógio)    possuem uma vida artificial? Pois o que é o <em>coração</em>, senão uma    mola; e os <em>nervos</em>, senão outras tantas <em>cordas</em>; e as <em>juntas</em>,    senão outras tantas <em>rodas</em>, imprimindo movimento ao corpo inteiro, tal    como foi projectado pelo Artífice? E a <em>arte</em> vai mais longe ainda,    imitando aquela criatura racional, a mais excelente obra de natureza, o <em>Homem</em>.    Porque pela arte é criado aquele grande <em>Leviatã</em> a que se chama <em>Estado</em>,    ou <em>Cidade</em> (em latim <em>Civitas</em>), que não é senão um homem    artificial, embora de maior estatura e força do que o homem natural, para    cuja protecção e defesa foi projectado. E no qual a <em>soberania</em> é uma    alma artificial, pois dá vida e movimento ao corpo inteiro; os <em>magistrados</em> e outros <em>funcionários</em> judiciais ou executivos, <em>juntas</em> artificiais; a <em>recompensa</em> e o <em>castigo</em> (pelos quais, ligados ao    trono da soberania, todas as juntas e membros são levados a cumprir o seu    dever) são os <em>nervos</em>, que fazem o mesmo no corpo natural; a <em>riqueza</em> e <em>prosperidade</em> de todos os membros individuais são a <em>força</em>; <em>Salus    Populi</em> (a segurança do povo) é o seu <em>objectivo</em>; os <em>conselheiros</em>,    através dos quais todas as coisas que necessita saber lhe são sugeridas, são    a <em>memória</em>; a <em>justiça</em> e as <em>leis</em>, uma <em>razão</em> e    uma <em>vontade</em> artificiais; a <em>concórdia</em> é a <em>saúde</em>; a <em>sedição</em> é a <em>doença</em>; e a <em>guerra civil</em> é a <em>morte</em>. Por último,    os <em>pactos</em> e <em>convenções</em> mediante os quais as partes deste    Corpo Político foram criadas, reunidas e unificadas assemelham-se àquele <em>Fiat</em>,    ao <em>Façamos o homem</em> proferido por Deus na Criação.</span></span></p>
<p style="text-align:right;"><em>Thomas Hobbes.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Capital, Karl Marx]]></title>
<link>http://lunetando.wordpress.com/?p=134</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 21:16:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mia</dc:creator>
<guid>http://lunetando.pt.wordpress.com/2008/10/08/o-capital-karl-marx/</guid>
<description><![CDATA[
Começo-te e acho-te presunçoso.
Bonita edição.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-135" title="capital" src="http://lunetando.wordpress.com/files/2008/10/capital.jpg" alt="" width="300" height="400" /></p>
<p style="text-align:center;">Começo-te e acho-te presunçoso.</p>
<p style="text-align:center;">Bonita edição.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dilema dos prisioneiros]]></title>
<link>http://raulmarinhog.wordpress.com/?p=162</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 20:46:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raul Marinho</dc:creator>
<guid>http://raulmarinhog.pt.wordpress.com/2008/10/06/dilema-dos-prisioneiros/</guid>
<description><![CDATA[Também na Você S/A, e também ainda disponível (clique aqui), segue meu 2o artigo publicado na re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Também na Você S/A, e também ainda disponível (clique <a href="http://vocesa.abril.uol.com.br/aberto/colunistas/pgart_07_26112002_4141.shl">aqui</a>), segue meu 2o artigo publicado na revista:</p>
<blockquote><p><strong><span class="titulomateria">Jogos Brilhantes</span></strong></p>
<p><span class="texto">Qual a relação entre o trabalho do matemático John Nash Jr., que lhe rendeu o prêmio Nobel de 1994, e o que acontece num engarrafamento em um feriado prolongado? Por incrível que pareça, ambos seguem o mesmo raciocínio. Nash trabalhou sobre o conceito de Teoria dos Jogos, onde o principal jogo é o Dilema do Prisioneiro. O Dilema é uma situação onde um jogador tem que tomar determinada decisão em face da decisão do outro. No fundo, é uma questão de decisão entre altruísmo ou egoísmo, como veremos.<br />
O Dilema do Prisioneiro é a situação em que dois comparsas são pegos cometendo um crime. Levados à delegacia e colocados em salas separadas, lhes é colocada a seguinte situação com as respectivas opções de decisão:</p>
<li>Se ambos ficarem quietos, cada um deles pode ser condenado a um mês de prisão;</li>
<li>Se apenas um acusa o outro, o acusador sai livre. O outro, condenado em um ano;</li>
<li>Aquele que foi traído pode trair também e, neste caso, ambos pegam seis meses.<br />
As decisões são simultâneas e um não sabe nada sobre a decisão do outro. Considera-se também que os suspeitos irão decidir única e exclusivamente de forma racional. O dilema do prisioneiro mostra que, em cada decisão, o prisioneiro pode satisfazer o seu próprio interesse (desertar) ou atender ao interesse do grupo (cooperar). O primeiro prisioneiro pensa da seguinte forma: “Vou admitir inicialmente que meu comparsa planeja cooperar, ficando quieto. Neste caso, se eu cooperar também, ficarei um mês atrás das grades (um bom resultado); mas, ainda admitindo a cooperação do meu comparsa, se eu desertar confessando o crime, eu saio livre (o melhor resultado possível). Porém, se eu supor que meu comparsa vai desertar e eu continuar cooperando, eu ficarei um ano na cadeia (o pior resultado possível) e ele sai livre. Mas se eu desertar também, eu ficarei somente seis meses preso (um resultado intermediário). Eu concluo então que, em ambos os casos (se ele cooperar ou não), sempre será melhor desertar, e é o que eu vou fazer.”<br />
Acontece que o segundo prisioneiro pensa da mesma maneira e ambos desertam. Se ambos cooperassem, haveria um ganho maior para ambos, mas a otimização dos resultados não é o que acontece. Ao invés deles ficarem somente um mês presos, eles passarão seis meses na cadeia para evitar o risco de ficar um ano se o outro optar por desertar. Mais que isso: desertando, cada parte tem a possibilidade de sair livre se a outra parte cooperar.<br />
Em um engarrafamento típico em um feriado prolongado acontece uma situação semelhante. Em um determinado momento, o motorista se depara com a oportunidade de desertar, trafegando pelo acostamento. Se ele agir assim, vai levar vantagem sobre os demais que serão prejudicados quando este oportunista precisar voltar à faixa regular, obrigando todos os outros a parar. Excluindo a possibilidade de ser flagrado pelo policial, o motorista conclui que sempre vai ser melhor desertar. Se muitos desertam, desertando ele ficaria em situação equivalente aos outros que, se não é a situação ideal, é melhor do que se manter cooperando. E se todos cooperarem (menos o motorista “esperto”, é lógico), tanto melhor: sua vantagem seria a melhor possível. Justamente por isto que existe a lei de trânsito e a multa, um mecanismo que desencoraja a deserção.<br />
A repetição do jogo, entretanto, muda radicalmente a forma de pensar do prisioneiro ou do motorista. Dois comparsas de longa data terão uma tendência muito maior à cooperação. Motoristas de uma cidade pequena têm muito mais inclinação a se respeitarem que nas grandes metrópoles, onde praticamente inexiste a questão da reputação decorrente da repetição do jogo. Com isto, formam-se outras opções de estratégia que serão abordadas no futuro.<br />
Mais recentemente criou-se um experimento análogo ao Dilema do Prisioneiro para testar o comportamento humano frente a situações cooperativas. Trata-se do Dilema do Lobo, onde vinte pessoas são postas em cubículos individuais com o dedo em um botão. Durante dez minutos, se ninguém apertar o botão, cada participante ganha mil dólares. Porém, quem apertar o botão primeiro ganha cem dólares e os outros dezenove não ganham nada. Um cooperador esperto não apertaria o botão para ganhar mil dólares. Mas um jogador astuto sabe que pode haver algum estúpido que vai apertar o botão e resolve apertá-lo primeiro. E um participante realmente esperto vai chegar à conclusão que todos os outros pensarão de forma igual e vai apertar o botão imediatamente. Os pesquisadores nunca gastaram mais de cem dólares neste experimento.<br />
De qualquer forma, todos estes jogos pressupõem situações específi-cas que raramente são encontradas na prática. Nos próximos artigos, vamos abordar situações mais próximas da vida real, onde existe, além da repetição do jogo já mencionada, outras questões como a assimetria de informações. Com isto, vamos demonstrar porque as pessoas não são tão egoístas quanto a mecânica do Dilema do Prisioneiro sugere.</li>
<p></span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Moedinha No.01]]></title>
<link>http://raulmarinhog.wordpress.com/?p=160</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 20:41:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raul Marinho</dc:creator>
<guid>http://raulmarinhog.pt.wordpress.com/2008/10/06/moedinha-no01/</guid>
<description><![CDATA[Sabe a &#8220;moeda número um&#8221; do Tio Patinhas, aquela que ele deixa numa redoma de vidro, e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe a "moeda número um" do Tio Patinhas, aquela que ele deixa numa redoma de vidro, e que acha que é sua fonte de sorte? Eu também tenho a minha: o primeiro artigo que eu publiquei na revista Você S/A, no início de 2002 (ele ainda está disponível no site da revista, <a href="http://vocesa.abril.uol.com.br/aberto/colunistas/pgart_07_26112002_4142.shl">aqui</a>). Honestamentem eu acho esse artigo muito bom até hoje (isso não acontece comn a maioria dos meus textos), um ótimo artigo para um leitor que nunca ouviu falar da teoria dos jogos começar a entendê-la.</p>
<blockquote><p><strong><span class="titulomateria">Uma Estratégia Brilhante</span></strong></p>
<p><span class="texto">Com o sucesso que o filme “Uma Mente Brilhante” está fazendo, a história do matemático John Forbes Nash Jr. se tornou popular. Mas suas idéias ainda não. Muito mais interessante que sua esquizofrenia ou seu casamento, o trabalho de Nash foi tão revolucionário que não foi aceito como tese de doutorado em Princeton em 1950 (ao contrário do que o filme dá a entender) para ser reconhecido com o Nobel em 1994. Na verdade, aquele Nobel foi um reconhecimento da comunidade científica sobre um trabalho desdenhado 44 anos antes.<br />
Nash trabalhou sobre o que ficou conhecido como “Teoria dos Jogos”. Esta teoria foi concebida em 1944 por dois outros matemáticos: Oskar Morgenstern e John von Neumann; este último famoso por ter sido um dos pais da bomba atômica e do computador digital. A “Teoria dos Jogos”, assim como o trabalho de Nash, é extremamente polêmico. Morgenstern e Neumann conceberam uma série de “jogos” onde os “jogadores” se defrontavam com situações em que tinham que realizar escolhas com base na escolha do outro “jogador”. O “jogo” mais famoso ficou conhecido como “O Dilema do Prisioneiro”, uma função matemática que explica a cooperação ou não-cooperação entre os “jogadores”. O que Nash fez foi explicar o ponto de equilíbrio desta cooperação, no que ficou conhecido como “O Equilíbrio de Nash”.<br />
Mas o que o matemático fez de realmente notável foi expandir esses conceitos puramente matemáticos para o mundo das ciências sociais, inicialmente a economia. Da economia, a “Teoria dos Jogos” migrou para a sociologia, a antropologia e ficou especialmente interessante quando chegou à biologia. Hoje em dia, o que existe de mais moderno em direito, administração, psicologia, e uma série de outras disciplinas aplicadas deriva da “Teoria dos Jogos”. E, após o Nobel de Nash, o assunto ganhou tanta importância que hoje norteia importantes correntes acadêmicas de pensamento no mundo.<br />
Na biologia, a “Teoria dos Jogos” encontrou grande receptividade na zoologia em geral e na etologia em particular quando se percebeu que os animais também “jogavam”, em muitos casos de forma análoga ao homem. Neste ponto, houve a mistura de conceitos e disciplinas diversas, o que dificultou a compreensão do todo. Seria a matemática (“Teoria dos Jogos”) explicando o comportamento animal (etologia) que, por sua vez, explicaria o comportamento humano (Sociologia e Antropologia) que levaria a conseqüências no dia-a-dia humano (economia, administração, direito, psicologia, etc.).<br />
Além da complexidade de cada assunto em particular, existe o agravante deles geralmente serem estudados por grupos antagônicos. Os matemáticos pertencem a um grupo diferente dos biólogos e dos cientistas sociais e, freqüentemente, não se compreendem. Fora isto, quando os conceitos evolucionistas de Darwin se incorporam a esta salada, volta à tona a polêmica ética e religiosa com os criacionistas. Somente para ilustrar: segundo uma pesquisa realizada em 2001 pelo instituto Gallup nos EUA, 57% dos norte-americanos não acreditam que o homem é uma evolução dos símios. Note-se que isto decorre do trabalho de Darwin feito no século XIX (1859, para ser preciso). Se Darwin ainda é polêmico hoje em dia, imagine Neumann, Morgenstern e Nash!<br />
Este assunto é extenso, complexo e fascinante. Os desdobramentos dele atingem o que de mais interessante existe nas relações humanas. Na economia, existem exemplos fantásticos, como o tema do Nobel de 2001 sobre informações assimétricas. Em sociologia e antropologia, estudos sobre cupins e formigas levaram à criação da sociobiologia, com conceitos muito interessantes para explicar nosso complexo arranjo social. Estudos sobre símios revelaram um novo conceito psicossocial, o MPI (Male Parental Investment ou, mal traduzindo, Taxa de Investimento Paterno) que explicaria as razões básicas emocionais que levariam uma mulher a se interessar por um homem. No direito e na justiça, inúmeros conceitos de “Teoria dos Jogos” vêm sendo utilizados para a formatação de concorrências públicas mais eficazes e contratos mais justos e aplicáveis, assim como está sendo mais fácil prever a ocorrência de crimes como estupro.<br />
Em administração de empresas, a aplicação da etologia em geral e da “Teoria dos Jogos” em particular oferece um vasto campo de trabalho. Aplicações de conceitos de observação de chimpanzés, por exemplo, nos ensinam muito sobre as estruturas de poder nas relações corporativas. Estudos sobre a repetição contínua do “Dilema do Prisioneiro” por outro lado, levam a conclusões surpreendentes sobre estratégias profissionais de longo prazo. Tudo isto leva à criação de estratégias empresariais verdadeiramente brilhantes, onde a grande vantagem é a aderência à mecânica comportamental do ser humano.<br />
Hoje em dia, governos e empresas têm utilizado a “Teoria dos Jogos” para suas estratégias micro-econômicas. Basicamente, sempre que a sua decisão é interdependente e simultânea em relação à decisão do outro, estes conceitos podem ser aplicados. Um bom exemplo são as estratégias mais ou menos protecionistas que os governos adotam no comércio internacional, onde o objetivo é maximizar o rendimento total variando o grau de cooperação entre países em função da reação do restante do mundo relacionada à sua própria decisão.<br />
Simplificando a “Teoria dos Jogos”, o que se pretende é responder à pergunta: “O que é mais vantajoso para mim, tendo em mente que a minha decisão vai implicar em uma reação da(s) outra(s) parte(s): cooperar ou desertar?” A resposta a esta pergunta leva a desdobramentos espetaculares, onde a melhor estratégia nem sempre é o que parece ser. Exatamente aí é que está o brilho desta estratégia. Brilho nem sempre percebido, diga-se.</span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Idéias a mil]]></title>
<link>http://makunaima.wordpress.com/?p=129</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 20:13:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cristina Oliveira</dc:creator>
<guid>http://makunaima.pt.wordpress.com/2008/10/06/ideias-a-mil/</guid>
<description><![CDATA[
Engraçado como as coisas são. Ultimamente, ganhei oportunidades para estudar como nunca. Me envol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://makunaima.files.wordpress.com/2008/10/ler_ou_nao_ler_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-130" src="http://makunaima.wordpress.com/files/2008/10/ler_ou_nao_ler_01.jpg" alt="" width="270" height="274" /></a></p>
<p>Engraçado como as coisas são. Ultimamente, ganhei oportunidades para estudar como nunca. Me envolvi com a área das Ciências Sociais/Antropologia e estou apaixonada. Enxergo tão claramente como posso aliar o jornalismo com essa área que até alguns projetos me vêm à cabeça.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[aula 3]]></title>
<link>http://matematicari.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 14:54:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Manoel Galdino</dc:creator>
<guid>http://matematicari.pt.wordpress.com/2008/10/01/aula-3/</guid>
<description><![CDATA[A aula três, de Algebra Linear.
aula-3-alg-lin-final
Saudações
Manoel
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A aula três, de Algebra Linear.</p>
<p><a href="http://matematicari.files.wordpress.com/2008/10/aula-3-alg-lin-final.pdf">aula-3-alg-lin-final</a></p>
<p>Saudações</p>
<p>Manoel</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Canadá abre processo seletivo para bolsistas 2008]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=2335</link>
<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 14:00:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
<guid>http://carlosscomazzon.pt.wordpress.com/2008/09/23/canada-abre-processo-seletivo-para-bolsistas-2008/</guid>
<description><![CDATA[A Embaixada do Canadá abriu processo seletivo para bolsas de estudos do Governo do Canadá, adminis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Embaixada do Canadá abriu processo seletivo para bolsas de estudos do Governo do Canadá, administradas pelo Conselho Internacional de Estudos Canadenses (ICCS/Ciec). As bolsas são destinadas a todas as áreas das ciências sociais e humanas, particularmente nas disciplinas que favoreçam a pesquisa e o desenvolvimento de cursos no âmbito dos Estudos Canadenses. Há especial interesse em projetos relacionados às políticas públicas e à política externa canadenses. Temas relevantes para a política externa do Canadá incluem os seguintes tópicos: Democracia e Estado de Direito, Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente, Gestão da Diversidade, Parceria com a América do Norte, Paz e Segurança e Estudos Interdisciplinares sobre o Canadá. Temas puramente científicos, tecnológicos ou metodológicos não são elegíveis.</p>
<p>Há três modalidades de bolsas. Duas modalidades são voltadas para docentes com vínculo permanente com sua instituição de ensino superior no Brasil e pesquisadores vinculados a institutos de pesquisa e planejamento que desenvolvem projetos de pesquisa sobre as relações bilaterais com o Canadá: Faculty Research Program (FRP) / Bourse de Recherche (Brec); e Faculty Enrichment Program (FEP) / Bourse de complément de spécialisation (BCS). Uma terceira modalidade - Doctoral Student Research - é voltada para doutorandos matriculados regularmente em uma instituição de ensino superior brasileira.</p>
<p>A bolsa do Faculty Research Program (FRP) / Bourse de Recherche (Brec) visa a apoiar professores com uma formação mínima de mestrado, que buscam realizar uma pesquisa de curta duração sobre o Canadá ou sobre aspectos da relação bilateral com o Brasil. Este programa tem por objetivo incrementar o conhecimento e a compreensão sobre o Canadá através da publicação de artigos pertinentes em revistas acadêmicas especializadas no Brasil ou no exterior. A bolsa cobre os custos diretos relacionados ao projeto de pesquisa.</p>
<p>A bolsa do Faculty Enrichment Program (FEP) / Bourse de complément de spécialisation (BCS) tem por objetivo fortalecer o conhecimento e a compreensão sobre o Canadá por meio do apoio a docentes na elaboração de cursos sobre o Canadá, em sua área de especialização, que serão incorporados de forma regular em sua disciplina. O programa permite ao bolsista viajar ao Canadá para reunir as informações e material necessários para planejar o novo curso ou para modificar ou ampliar o conteúdo canadense de um curso já implementado. Cursos comparativos podem ser considerados "cursos sobre o Canadá" com substancial conteúdo canadense (33% ou mais).</p>
<p>Para ambos os programas acima, a bolsa consiste em uma contribuição para a aquisição da passagem aérea internacional (máximo de 2 mil dólares canadenses, dependendo da região de destino no Canadá) e também em uma subvenção semanal no valor de 800 dólares canadenses para as despesas no Canadá, por um máximo de quatro semanas. A bolsa Doctoral Student Research / Bourses de recherche de doctorat tem por objetivo promover o conhecimento e a compreensão sobre o Canadá e apoiar o desenvolvimento dos estudos canadenses. Ela visa apoiar estudantes de doutorado, matriculados em uma instituição de ensino superior brasileira, em período integral, que estejam desenvolvendo teses diretamente relacionadas ao Canadá e que desejam realizar sua pesquisa em instituições canadenses.</p>
<p>A bolsa consiste em uma contribuição para a aquisição da passagem aérea internacional (máximo de 2 mil dólares canadenses, dependendo da região de destino no Canadá) e prevê uma subvenção mensal de 1,2 mil dólares canadenses para as despesas de deslocamento e subsistência no Canadá por um máximo de seis meses, mais um complemento de 300 dólares canadenses, pagos ao final do programa, após entrega do relatório de pesquisa à Embaixada do Canadá.</p>
<p>Os candidatos devem ser fluentes em inglês ou francês, idiomas oficiais do Canadá. O dossiê de candidatura deverá ser apresentado em cinco vias, preenchido integralmente em francês ou inglês. Dossiês de candidatura incompletos, formulários preenchidos incorretamente e a apresentação de Currículos Vitaes e cartas de recomendação em português poderão desqualificar o candidato. Somente as candidaturas recebidas até 17 de novembro de 2008 serão consideradas. Todas as candidaturas serão revisadas por um comitê de pré-seleção estabelecido pela Embaixada do Canadá, formado por representantes da comunidade acadêmica e da Associação Brasileira de Estudos Canadenses (Abecan). As diretrizes específicas de cada programa, bem como os formulários de inscrição encontram-se disponíveis nos sítios www.brasil.gc.ca, link Relações Acadêmicas, e do <a title="ICCS/Ciec" href="http://www.iccs-ciec.ca" target="_blank">ICCS/Ciec</a>.</p>
<p>Todas as candidaturas deverão ser encaminhadas para o seguinte endereço:</p>
<p style="padding-left:60px;"><em>Embaixada do Canadá<br />
Assessoria para Assuntos de Educação e Diplomacia Pública<br />
SES - Quadra 803 - Lote 16<br />
70410-900 Brasília - DF</em></p>
<p>Mais informações podem ser obtidas na Embaixada do Canadá, com a Assessoria para Assuntos de Educação e Diplomacia Pública, por <a title="Embaixada do Canadá" href="mailto:academic.bsb@international.gc.ca" target="_blank">e-mail1</a> ou <a title="Embaixada do Canadá" href="mailto:academique.bsb@international.gc.ca" target="_blank">e-mail2</a> ou pelo telefone (61) 3424-5400, ramal 3260.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Racismo Institucionalizado na Indústria de Cosméticos]]></title>
<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=59</link>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 19:03:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arthur Meucci</dc:creator>
<guid>http://criticafilosofica.pt.wordpress.com/2008/09/18/o-racismo-institucionalizado-na-industria-de-cosmeticos/</guid>
<description><![CDATA[O Racismo Institucionalizado na Indústria de Cosméticos
Por Arthur Meucci
Uma matéria publicada n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>O Racismo Institucionalizado na Indústria de Cosméticos</strong></p>
<p style="text-align:right;">Por <a href="http://criticafilosofica.wordpress.com/sobre" target="_blank"><strong>Arthur Meucci</strong></a></p>
<p><img class="alignright" title="Linha Dove (Unlivever) para deixar mais branco!" src="http://bp1.blogger.com/_9W89CNRUlRw/RpMYcSnDrJI/AAAAAAAAAUM/taZp-2oVVbA/s400/FairNLovely.jpg" alt="" width="266" height="177" />Uma matéria publicada no jornal espanhol " El Pais" (17/09/2008) revelou que as empresas farmacêuticas e de cosméticos Unilever, Nivea, L'Oreal, Procter and Gamble, The Body Shop, Avon, Clinique e Revlon vendem produtos que prometem CLAREAR A PELE DE NEGROS, INDIANOS E ASIÁTICOS. Segundo reportagem das agências internacionais grandes empresas como a Unilever e a Avon estão fazendo MEGA campanhas publicitárias na África e na Ásia com a seguinte mensagens: “ser branco é mais bonito, atraente e puro do que ter pele escura”.</p>
<p>Propagandas como o do sabonete Dove (Unilever), shampoos fabricados pela Nivea, P&#38;G, L’Oreal Paris, entre outras citadas, prometem belezas para todas as peles, fazem estrondosas campanhas midiáticas de responsabilidade social. Se dizem preocupações com nossa saúde e bem-estar. Porém, como todas as megas corporações capitalistas, fabricam produtos PERGIOSOS e utilizam propagandas RACISTAS para aumentarem seus lucros em países menos desenvolvidos. Estes produtos, vendidos por tais corporações, são responsáveis atualmente por inúmeros casos de deformação de pele em adolescentes, além de complicações que levaram a morte por intoxicação e câncer de inúmeras pessoas.</p>
<p>Segundo o El Pais e a Reuters Internacional alguns países da África tentam proibir a venda de produtos que tenham como mensagem, ou finalidade, mudanças estéticas que envolvem estereótipos ligados a “raça”. Não só pelo conteúdo racista, mas também pelos grandes efeitos nocivos à saúde humana. Porém, o forte lobby destas empresas e o poderio da câmara de comércio americano dificultam a adoção de tais práticas.  Por outro lado, não sabemos se estas empresas envolvidas realmente consideram negros, pardos e asiáticos seres humanos para se preocuparem...<!--more--></p>
<p>A única coisa que podemos fazer frente a tais informações é exigir explicações e reparações destas empresas (Unilever, Nivea, L'Oreal, Procter and Gamble, The Body Shop, Avon, Clinique e Revlon), repassar estas informações para o maior número de pessoas possíveis, e deixar de comprar produtos destas empresas monstruosas. A cada Gillette, Dolve, Nivea, Omo, Ariel, Ace, Seda, Confort, Closse-up, Clear, Axé, Arisco, Kibon, Rexona, Shampoo Garnier, perfume Giorgio Armani, Duracel, Vichy, Tampax, Fraldas Pampers, Oral-B e outros produtos destas empresas que compramos, estamos financiando o racismo e a morte fora do continente americano. Estamos condenando inúmeros africanos e asiáticos a problemas sérios de saúde, implicando até em risco de vida.</p>
<p>Quando aceitamos passivamente estas empresas, e seus procedimentos, estamos  colaborando pela higienização étnica e econômica do mundo. Projeto este tão sonhados por diversos empresários capitalistas e seus políticos.<br />
Por fim, quero convidá-los para ler o artigo e buscar mais informações na internet sobre o assunto.</p>
<p>Artigo On-line:<br />
<strong>Racismo branco renasce com indústria cosmética na África e na Ásia</strong><br />
<a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2008/09/17/ult581u2789.jhtm" target="_blank">http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2008/09/17/ult581u2789.jhtm</a><br />
<strong>Empresas de Cosméticos chegam à Índia com produtos branqueadores</strong><br />
<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL46467-9356,00.html" target="_blank">http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL46467-9356,00.html</a></p>
<p><strong>Trechos dos artigos:</strong><br />
“A mulher indiana moderna é independente, dona de si – e não é obrigada a viver com sua pele escura.” (G1: Propaganda da Avon na Índia)</p>
<p>“O anúncio de White Beauty (beleza branca), um creme da Pond's da filial indiana da UNILEVER. Priyanka Chopra, uma das atrizes mais bonitas e famosas de Bollywood, sofre porque seu namorado, Saif Ali Khan, o herói indiano do momento, foi embora com a outra bonita da filmagem, Neha Dhupla. A garota abandonada vai recuperar seu amor quando conseguir ter uma pele mais pálida - graças, é claro, a White Beauty.”</p>
<p>“« - É um escândalo, é um comercial muito racista que aumenta os preconceitos pela cor da pele», diz Subashini Ali, presidente da Aidwa, ala feminista do Partido Comunista da Índia, promotora da campanha contra o comercial. Para Unilever da Índia, «não há intenção de discriminar de maneira alguma. Como empresa valorizamos e respeitamos a diversidade de necessidades e aspirações de nossos clientes», diz seu porta-voz, Prasad Pradhan, que lembra que na Índia se usam tradicionalmente remédios caseiros para branquear a pele, e por isso a companhia só está trazendo um produto que o mercado demanda.”</p>
<p>“Para o professor da Escola de Administração Ross da Universidade de Michigan, estudioso da campanha da Unilever, Aneel Karnani, por sua vez, o anúncio reforça antigos preconceitos, «e não tradições INEXISTENTES». Karnani mostra-se preocupado também pelo sexismo da publicidade - «a mulher tem de estar bonita para satisfazer o homem» -, e lembra que a Unilever no Ocidente comercializa a marca Dove, responsável por uma campanha para «libertar a nova geração de estereótipos de beleza».</p>
<p>"Os cremes branqueadores enchem as prateleiras das lojas indianas, acessíveis a todos os bolsos, começando desde o equivalente a menos de 1 euro até várias dezenas de euros por um tubo de creme. E a grande maioria tem comerciais deslumbrantes. Uma infinidade de marcas locais, mas também<em> Nivea, L'Oreal, Procter and Gamble, The Body Shop, Avon, Clinique ou Revlon comercializam seus produtos</em>"</p>
<p>"... tem como premissa a exportação por parte dos EUA e de sua mídia da beleza branca e, ocasionalmente, a de mulheres negras de pele clara (e quanto mais clara melhor, vista a recente polêmica criada pelo suposto branqueamento, através do software Photoshop, da pele da cantora Beyoncé em um anúncio da <em>L'Oreal</em>)"</p>
<p>“«A África é o lixo dos cremes tóxicos, portanto mais baratos», afirma Mire, que acrescenta que como as pessoas os usam às escondidas só chegam ao médico quando os produtos tóxicos já causaram danos às vezes irreparáveis.</p>
<p>Se alguém, no Brasil, quiser comprar algum destes produtos indico algumas opções de compras on-line:</p>
<p><strong>Vicky Pele Bi-White (Anúncio do produto: Testado em Asiáticos)</strong><br />
<a href="http://www.vichy.com.br/PT-BR/htmlref/produits/IWCC0001.html">http://www.vichy.com.br/PT-BR/htmlref/produits/IWCC0001.html</a><br />
<strong>Clareador de pele Vita (mais barato)</strong><br />
<a href="http://www.saudeja.com.br/clareadordepelecomfiltrosolar40gbuonavita,product,bv4402,dept,60330.aspx">http://www.saudeja.com.br/clareadordepelecomfiltrosolar40gbuonavita,product,bv4402,dept,60330.aspx</a><br />
<strong>Theraskin (Dizem que é de uma revendedora da Unilver. Não há confirmação)</strong><br />
<a href="http://sosni.com.br/html/modules.php?name=News&#38;file=article&#38;sid=4400" target="_blank">http://sosni.com.br/html/modules.php?name=News&#38;file=article&#38;sid=4400</a><br />
<strong>Linea Pelle (Anúncio: Com uma pele branca bonita de verdade)</strong><br />
<a href="http://www.epocacosmeticos.com.br/?acao=DT&#38;prod_id=63949" target="_blank">http://www.epocacosmeticos.com.br/?acao=DT&#38;prod_id=63949</a><br />
<strong>Melanesse H Manutenção</strong><br />
<a href="http://www.epocacosmeticos.com.br/?acao=DT&#38;prod_id=64518" target="_blank">http://www.epocacosmeticos.com.br/?acao=DT&#38;prod_id=64518</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista com Juca Kfouri]]></title>
<link>http://guigonews.wordpress.com/?p=553</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 02:00:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>guilhermefuoco</dc:creator>
<guid>http://guigonews.pt.wordpress.com/2008/09/14/entrevista-com-juca-kfouri/</guid>
<description><![CDATA[Entrevistamos desta vez o jornalista Juca Kfouri. Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevistamos desta vez o jornalista Juca Kfouri. Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP e começou a carreira jornalística na revista Placar. Além da passagem pela Editora Abril, ele já trabalhou no<em> Lance!, O Globo, </em><em>SBT, TV Globo, TV Cultura, RedeTV</em> entre outros lugares.</p>
<p>Atualmente, o corintiano escreve diariamente no <a href="http://blogdojuca.blog.uol.com.br/" target="_blank">Blog do Juca</a>, na coluna da Folha de S.Paulo, apresenta o programa "Juca Entrevista", da ESPN, e faz o âncora no "CBN Esporte Clube", da Rádio CBN.</p>
<p>E foi justamente na CBN, na sexta-feira passada, que encontramos o jornalista e batemos um papo muito legal. Confira abaixo:</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Juca, parafraseando um jornalista muito famoso eu pergunto: Quem é Juca Kfouri?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - E eu sei lá! Quem vê é que tem que saber. Eu sou uma pessoa que não perdeu a capacidade de se indignar.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Como assim?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Eu sou uma pessoa que permanece se indignando com a corrupção, as injustiças e espero não perder essa capacidade nunca.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Juca, ouvi dizer que você não tinha a menor intenção de ser jornalista. Quais eram seus sonhos, então?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Eu queria fazer carreira acadêmica. Ser professor universitário.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - De que área?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Em Ciências Sociais que é onde eu me formei.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Juca, como foi sua experiência na revista Playboy? Alguns diriam que é até melhor do que futebol (risos).</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Foi uma experiência muito legal, porque foi minha maior experiência fora do esporte e com uma redação que tinha jornalistas da melhor qualidade como Humberto Werneck, Nirlando Beirão, Eugênio Bucci, enfim, foi comandar um time de primeiríssima. Em um momento que havia pouco dinheiro por causa do Plano Collor, que não se podia pagar grandes cachês e se apostou em fazer jornalismo, e nesse aspecto, talvez, a melhor fase da revista.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Você é um jornalista multimídia. Isso seria uma forma de sobrevivência no mercado de trabalho, você acha?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Sim, é uma forma de sobrevivência, mas também é meio inevitável, porque hoje em dia você tem que tocar todos os instrumentos. Eu não acho que eu seja um jornalista multimídia. Eu sempre digo isso. Multimídia é o Marcelo Tas. Eu faço a mesma coisa em mídias diferentes. É uma diferença, tá? Eu não sou artista, eu não sou capaz de fazer o que o Marcelo Tas faz, por exemplo. Esse é um cara multimídia, que é capaz de ser ator, é capaz de ser repórter, é capaz de ser palhaço, é capaz de ser tudo. Eu, não. Eu sou eu do mesmo jeito, em mídias diferentes.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Você tem tempo de ir ao cinema, teatro, esses tipos de lazer?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Não, teatro faz anos que eu não vou, porque meus horários me impedem, mas cinema vou sempre que posso e gosto muito.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Você, por ser uma celebridade do jornalismo esportivo, consegue andar em paz pelas ruas? Como é o assédio das pessoas?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span>- Se eu estou sozinho é chato, se estou acompanhado dá pra driblar numa boa.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - E o que você acha sobre o jornalista divulgar o time do coração?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Eu acho obrigatório por um lado, porque é uma maneira de você ser transparente. Por outro lado, nos tempos mais modernos isso tem sido uma atitude temerária em função da violência do torcedor.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Você acha que o jornalista tem medo de revelar o time ou não?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Acaba tendo e com razão, porque hoje você enfrenta verdadeiras hordas quando vai ao estádio.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Bom, falando no seu time, o Corinthians, onde surgiu o amor pelo alvinegro?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Herança paterna.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Quais são suas expectativas para o Corinthians do ano que vem? Porque esse ano a gente sabe que ele já subiu. Quais são suas esperanças?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - É difícil, porque por enquanto não acho que haja motivos para grande otimismo. Do jeito que as coisas estão pintando, provavelmente ano que vem vai fazer uma campanha média. Vai ficar ali entre os dez primeiros do Brasileirão. Eventualmente, pode ganhar até o Campeonato Estadual, porque vai entrar em férias antes que os outros, mas é o máximo que eu vejo.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Você acha que o Mano Meneses estaria pronto para comandar uma Seleção Brasileira?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Não, não está. Acho que ainda é muito cedo pra ele, acho que ele é muito tímido principalmente quando joga fora de casa e não gosto da intimidade dele com o empresário, que está enchendo de jogadores no Corinthians.</p>
<p><a href="http://guigonews.files.wordpress.com/2008/09/juca-arrumado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-559" title="juca-arrumado" src="http://guigonews.wordpress.com/files/2008/09/juca-arrumado.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><em>Juca Kfouri</em></p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Falando em Seleção Brasileira, qual você acha que é a solução para ela voltar a ter aquele respeito que há muito tempo atrás ela tinha?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Tem que jogar futebol, coisa que ela não tem feito faz muito tempo. Jogando mal e sem jogadores que tenham vínculo com a torcida brasileira é essa coisa horrorosa que você está vendo.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Você acha que a solução é um novo técnico?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Eu acho que "um novo técnico" não é bem o termo. Um "técnico". Porque nós não temos um técnico. Mas depende. Por exemplo, entre esse que está lá e o Vanderlei Luxemburgo, eu fico com esse, porque eu acho que não basta ser um cara que entende de futebol. Tem também o exemplo, o caráter, e uma porção de coisas que tem que ser levadas em conta pra dirigir uma Seleção. Agora basicamente nós temos um problema de talentos, porque está feia a coisa.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Você acha que é a "safra" de hoje?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - É, eu acho que a safra não é lá essas coisas e aqueles nos quais a gente podia depositar esperança estão começando a carreira muito mais cedo do que deveriam.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - A Copa do Mundo de 2014 está trazendo mais ansiedade do que a própria Copa de 2010, na África. Você acha que o Brasil consegue mesmo sediar uma Copa do Mundo?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Acho que tudo indica que sim. Conseguir, consegue. Vamos ver a que preço e com quanta roubalheira.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - Juca, eu sou um apaixonado por Fórmula 1. E essa é uma pergunta que realmente me toca. Eu quero saber por que que você diz que Fórmula 1 não é um esporte? (risos)</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - (risos) É um pouco de provocação, porque embora eu saiba que o cara para entrar naquela banheira precisa de preparo físico, eu acho que antes de mais nada aquilo é uma competição de pessoas sem imaginação. Como alguém já disse, num filme famoso de muitos anos atrás chamado "Grand Prix", se piloto de fórmula 1 tivesse imaginação, não correria. Ele seria capaz de imaginar o que significa bater a 300 km/h num muro. Entendeu? Mas como eles não tem essa imaginação, eles correm (risos). Eu acho que você entrar numa banheira com 300 litros de combustível não é exatamente um esporte.</p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>GuIgO NewS</strong></span> - (risos) Juca, agora para finalizar, quais são as dicas que você daria para um estudante que quer seguir na área de jornalismo esportivo?</p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong>Juca Kfouri</strong></span> - Ler muito. Ler tudo quer lhe cair às mãos, ler a boa literatura em Língua Portuguesa, de Eça de Queirós a Machado de Assis, passando por Rubem Fonseca, Paulo Mendes Campos, Graciliano Ramos, Fernando Morais, Rui Castro e saber o inglês tão bem quanto o português. Essa é uma coisa que para minha geração ainda não foi essencial, mas agora é. E é muito mais importante do que aula de estatísticas ou coisa que o valha na faculdade de Jornalismo. E tem que aprender desde cedo que, quem se curva diante dos poderosos, mostra o traseiro para os oprimidos.</p>
<p>Confira também as outras entrevistas com <a href="http://guigonews.wordpress.com/2008/09/06/entrevista-com-sidney-garambone/" target="_blank">Sidney Garambone</a>, <a href="http://guigonews.wordpress.com/2008/09/03/entrevista-com-paulo-ramos/">Paulo Ramos</a>, <a href="http://guigonews.wordpress.com/2008/08/10/entrevista-com-fabio-zanini/" target="_blank">Fábio Zanini</a>, <a href="http://guigonews.wordpress.com/2008/07/28/entrevista-com-tais-fuoco/">Taís Fuoco </a>e <a href="http://guigonews.wordpress.com/2008/07/02/entrevista-com-odir-cunha/">Odir Cunha </a>realizadas pelo GuIgo NewS</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aluno a distância vai melhor no Enaade]]></title>
<link>http://posgraduacaoadistancia.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 00:13:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>posgraduacaoadistancia</dc:creator>
<guid>http://posgraduacaoadistancia.pt.wordpress.com/2008/09/13/aluno-a-distancia-vai-melhor-no-enaade/</guid>
<description><![CDATA[Em 7 de 13 áreas onde comparação é possível no ensino superior, alunos de curso a distância su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em 7 de 13 áreas onde comparação é possível no ensino superior, alunos de curso a distância superam demais estudantes. Levantamento do exame nacional mostra que vantagem nos primeiros anos de curso é ainda maior: 9 entre 13 áreas de ensino.</p>
<p>A educação a distância, no Brasil, ainda é vista com desconfiança por boa parte da sociedade. Os primeiros resultados no Enade (exame do MEC que avalia o ensino superior) dos alunos que ingressaram em cursos superiores com essa modalidade de ensino, no entanto, mostram que, na maioria das áreas, eles estão se saindo melhor do que os estudantes que fazem o mesmo curso, mas da maneira tradicional.</p>
<p>Pela primeira vez desde a criação do Enade (2004), o Inep (órgão de avaliação e pesquisa do MEC) comparou o desempenho dos alunos dos mesmos cursos nas modalidades a distância e presencial. Em sete das 13 áreas onde essa comparação é possível, alunos da modalidade a distância se saíram melhores do que os demais. Quando a análise é feita apenas levando em conta os alunos que ainda estão na fase inicial do curso -o Enade permite separar o desempenho de ingressantes e concluintes-, o quadro é ainda mais favorável ao ensino a distância: em nove das 13 áreas o resultado foi melhor.</p>
<p>Nesses casos, turismo e ciências sociais apresentaram a maior vantagem favorável aos cursos a distância. Geografia e história foram os cursos em que o ensino presencial apresentou melhor desempenho. A análise só dos concluintes ainda é limitada porque apenas quatro áreas de nível superior -administração, formação de professores, matemática e pedagogia- já têm concluintes em número suficiente para que seja tirada uma média e comparada com a dos demais.</p>
<p>Entre os concluintes, o melhor desempenho para estudantes a distância foi verificado em administração e matemática, enquanto em pedagogia e formação de professores o resultado foi inverso. Apesar de bem aceita em outros países, a educação a distância -em que a maior parte do curso não é realizada em sala de aula, com um professor- ainda não deslanchou no Brasil.</p>
<p>Quando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996, sinalizou o incentivo dessa modalidade -regulamentada dois anos depois pelo governo federal- alguns especialistas esperavam um crescimento acelerado, afinal, o Brasil tinha -e ainda tem- uma imensa população sem nível superior espalhada por um território vasto. Não foi isso, porém, o que aconteceu.</p>
<p>Segundo o último Censo da Educação Superior do MEC, relativo a 2005, havia apenas 115 mil alunos matriculados em cursos de graduação a distância -o total de universitários foi de 4,5 milhões. O censo mostra que os cursos despertam pouco interesse. Em 2005, foram oferecidas 423 mil vagas, mas apenas 234 mil estudantes se inscreveram em processos seletivos e, desses, somente 127 mil efetivamente ingressaram nos cursos.</p>
<p>Fogo cruzado - "Apesar das inúmeras experiências bem-sucedidas em outros países, o ensino a distância continua sob fogo cruzado no Brasil, com o argumento de que vai piorar a qualidade. Alguns até reconhecem o seu efeito democratizante, mas temem que traga ainda mais dificuldades a um sistema educacional com problemas.</p>
<p>Os dois últimos Enades, no entanto, mostram que este temor é injustificado", avalia o diretor de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior, Dilvo Ristoff. A educação a distância é uma das principais apostas do Ministério da Educação na área de formação de professores.</p>
<p>Fonte: Associação Brasileira de Tecnologia Educacional</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[União Fraterna nos aguarda]]></title>
<link>http://lunetando.wordpress.com/?p=86</link>
<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 19:30:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mia</dc:creator>
<guid>http://lunetando.pt.wordpress.com/2008/09/10/uniao-fraterna-nos-aguarda/</guid>
<description><![CDATA[
Riiiiiiiiiiiiiisque meu nome do seu cadeeeerrrnoooo&#8230;

Let&#8217;s go out, insiders!
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-87" title="chega-de-saudade" src="http://lunetando.wordpress.com/files/2008/09/chega-de-saudade.jpg" alt="" width="260" height="365" /></p>
<p style="text-align:center;">Riiiiiiiiiiiiiisque meu nome do seu cadeeeerrrnoooo...</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><em><strong>Let's go out, insiders!</strong></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O gabinete me conquistou]]></title>
<link>http://caouivador.wordpress.com/?p=1131</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 05:01:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Cardia</dc:creator>
<guid>http://caouivador.pt.wordpress.com/2008/08/08/o-gabinete-me-conquistou/</guid>
<description><![CDATA[Assisti na tarde da quinta-feira à formatura em gabinete de alunos do IFCH da UFRGS, dentre eles me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Assisti na tarde da quinta-feira à formatura em gabinete de alunos do IFCH da UFRGS, dentre eles meu amigo Renan, que concluiu sua graduação em Filosofia. E, definitivamente, tal formato me conquistou.</p>
<p style="text-align:justify;">As únicas coisas que fazem lembrar uma formatura tradicional são o fato de haver juramento e a entrega de um canudo - que não é o diploma, diga-se de passagem. (O que significa que cerimônia de formatura não serve para nada!)</p>
<p style="text-align:justify;">Foi uma formatura extremamente rápida: o primeiro a ser chamado em cada ênfase de cada curso do IFCH (Filosofia, História e Ciências Sociais) fazia o juramento, pegava o canudo e passava a vez para o seguinte, que pegava o canudo e passava a vez para o próximo... Não há um monte de discursos, agradecimentos, como acontece no palco (onde há formandos que chegam ao cúmulo de agradecer ao cachorro). E o melhor de tudo: sem toga! Considerando que devo me formar durante o verão, é um baita diferencial não ter de usar aquela roupa preta.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde que terminei o Ensino Médio, em 1999, acho formatura um evento chatíssimo. E o pior de tudo é que já fui a muitas: ainda bem que a maioria dos meus amigos já se formou. E como tenho o hábito de ser coerente, não pretendo, no verão de 2010, submeter nenhum deles àquela tortura.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem contar que, hoje em dia, as formaturas em palco são "feitas para a televisão". Não são transmitidas ao vivo, mas é tudo montado para sair bem no vídeo (que será revisto no máximo uma vez). Tanto que o que sai mais caro em formaturas é o pagamento de uma produtora, para eternizar "o momento inesquecível" da melhor maneira possível. Mesmo na formatura de Ensino Médio se tem despesa com produtora: até não gastei muito com a minha, mas três anos depois estava muito mais caro e por isso o meu irmão se recusou a participar do troço.</p>
<p style="text-align:justify;">Até porque, sejamos sinceros, as formaturas não são feitas para os formandos, e sim para o exibicionismo dos pais (claro que nem todos são iguais, não generalizemos!).</p>
<p style="text-align:justify;">Enfim, já tomei minha decisão: entre gastar muito para passar calor, ter de falar qualquer merda no púlpito e ter um DVD (que nunca assistirei) da minha formatura; e me formar de graça, sem passar calor e sem discursos... Sem dúvida alguma, escolho a segunda opção.</p>
<p style="text-align:justify;">----------</p>
<p style="text-align:justify;">Também são alvos de meu "mau humor" aquelas estúpidas faixas de parabéns por aprovações em vestibulares: se a homenagem fosse realmente para o "bixo", a faixa deveria ficar voltada para o lado de dentro da casa, não para a rua. Quando passei no primeiro vestibular, em 2000 (Física na UFRGS), minha mãe mandou fazer um <em>banner</em> que toda hora eu tirava da janela. Até parecia premonição: dois anos depois eu largaria o curso, para em 2004 ingressar na faculdade de História, novamente na UFRGS. Desta vez, sem <em>banner</em>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quase uma editora, quase um orientador de trabalhos Científicos]]></title>
<link>http://trabalhonormalizado.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 15:07:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>ayres1000</dc:creator>
<guid>http://trabalhonormalizado.pt.wordpress.com/2008/07/14/quase-uma-editora-quase-um-orientador-de-trabalhos-cientificos/</guid>
<description><![CDATA[Realizamos todos os trabalhos necessários à construçàos de textos acadêmicos com qualidade e ef]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Realizamos todos os trabalhos necessários à construçàos de textos acadêmicos com qualidade e eficiência.</p>
<p>Da pesquisa bibliográfica, passando pela normalização, até a apresentação do trabalho, possuímos vasta experiência. Para executar tais tarefas com tamanha eficiência e qualidade contamos com ferramentas de pesquisa e edição que possibilitam um resultado altamente profissional em um breve espaço de tempo.</p>
<p>Nosso trabalho inclui:</p>
<ul>
<li>Pesquisa de fontes bibliográficas;</li>
<li>Organização das bibliografias por temas;</li>
<li>Classificação da relevância de cada bibliografia na temática do trabalho;</li>
<li>Sugestões de roteiros de trabalhos;</li>
<li>Normalização conforme ABNT 2007 (mais recente);</li>
<li>Leitura crítica do trabalho com proposição de alterações e correções;</li>
<li>Elaboração de slides PowerPoint, BrOffice Presents, Movie Maker, Pdf;</li>
<li>Criação de pdf automatizado do trabalho;</li>
<li>e muito mais!</li>
</ul>
<p>Você constrói o texto! Nós fazemos o restante!</p>
<p>Contato:</p>
<ul>
<li>Pelo formulário de comentários do blog;</li>
<li>por email: rafestin-temp@yahoo.com.br;</li>
<li>skype: ayresfloripa;</li>
<li>msn: ayres1000 gmail.com</li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Paracer da RAE/GV: Uma Análise da Análise]]></title>
<link>http://criticafilosofica.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 00:43:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arthur Meucci</dc:creator>
<guid>http://criticafilosofica.pt.wordpress.com/2008/07/11/o-paracer-da-raegv-uma-analise-da-analise/</guid>
<description><![CDATA[O Paracer da RAE/GV: Uma Análise da Análise

Por Arthur Meucci

 Terça-feira, onze horas da manh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>O Paracer da RAE/GV: Uma Análise da Análise</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;line-height:150%;" align="right"><span class="textosubtitulo">Por </span><a href="../sobre">Arthur Meucci</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span> </span><img class="alignright" src="http://i10.tinypic.com/2nsnhqh.jpg" alt="" width="245" height="162" />Terça-feira, onze horas da manhã do dia oito de julho de 2008. Recebo, para minha surpresa, um e-mail da Revista Eletrônica de Administração da Faculdade Getúlio Vargas (RAE-GV). Nele consta que um artigo meu, escrito em 2006, passou com sucesso por três etapas de avaliação até o parecer final. Espantei-me, pois nem me lembrava mais dele. Afinal, faz dois anos que enviei este trabalho para a revista.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span> </span>Pensei em voz alta, “- Como pode uma revista de administração e negócios, de uma faculdade tão renomada, ter demorado tanto tempo para avaliar um artigo?”. Em um mundo mercadológico, onde os conhecimentos se tornam constantemente obsoletos, a demora na publicação significa a exposição de um conhecimento já ultrapassado. As análises e estratégias mercadológicas feitas em 2005, e enviadas no início de 2006, já não possuem tanta relevância e impacto no início do segundo semestre de 2008. No mundo dos negócios tal dinâmica seria rotulada de ineficaz. Já na academia...<!--more--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span> </span>No caso do meu artigo não havia a necessidade de uma imediata publicação. O trabalho era uma reflexão ética e epistemológica referente aos administradores e comunicadores organizacionais onde trato de questões referentes ao conceito de “verdade”, “transparência” e “identidade” tendo como referência uma consistente base empírica. Partindo dos discursos dos profissionais e da bibliografia acadêmica evidencio a inconsistência de certas crenças que constituem o mundo corporativo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span> </span>Porém, o que mais me chamou a atenção não foi a demora do parecer e sim seu conteúdo. O discurso dos pareceristas merece nossa análise minuciosa. Eles salientam que se trata de uma pesquisa “positiva”, ou seja, com conteúdo empírico. Entretanto, para incomodo da revista, “<em>prevalece o tom ensaístico intercalado à análise de certas evidências empíricas</em>”. Mas então, o que seria um ensaio? Por que ele não é considerado uma produção legítima?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span> </span>Por ensaio a academia entende como “Estudo sobre determinado assunto, porém menos aprofundado e/ou menor que um tratado formal e acabado” (Dicionário Aurélio). Em vistas desta definição eu pergunto: Em que medida um trabalho, reconhecido pelos pareceristas como “<em>empírico</em>” e de “<em>amplo domínio teórico das ciências humanas e sociais</em>” pode ser considerado pouco profundo? Por contraste, tal artigo não seria um tratado formal e acabado. Porém, eu questiono: Quantos tratados nós vemos publicados em revistas acadêmicas?<strong> </strong>É possível escrever um tratado nas ciências humanas, no molde dos tratados matemáticos? As últimas tentativas de um tratado formal e acabado em ciências humanas que eu me lembro, no século XX, foram a ideologia social nazista e stalinista. Elas sim sistematizavam pensamentos profundos, acabados, contendo verdades inquestionáveis.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span> </span>Para um artigo que questiona, com base empírica e teórica, o conceito de “verdade” no pensamento organizacional o pré-requisito para se estabelecer verdades acabadas é estranho. Mas quais seriam as verdades acabadas publicadas no último número da RAE? Vou mais longe. Quais são as verdades acabadas, logo inquestionáveis, da teoria geral da administração ou da comunicação? Existem? Toda pesquisa “positiva” gera verdades que não podem ser contestadas? Se a resposta for “Sim”, então o meu trabalho e muitos outros publicados na RAE não preenchem o requisito da revista. Se a resposta for “Não”, então toda produção acadêmica é um ensaio sobre uma possível verdade acerca do mundo. Continuaria não satisfazendo os critérios dos pareceristas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span> </span>Os avaliadores mencionam, como um estilo preocupante, uma “<em>certa leveza ao texto e certo apelo [estilísticos] por vezes desnecessários</em>”. “<em>Emprego de modo excessivo o recurso à metáfora</em>”. “<em>Assim como no caso das citações de autores, isso traz um certo peso ao texto, para quem lê, mas conduzido com leveza pelo autor, dada a sua erudição</em>”. De maneira muito elogiosa eles ressaltam aspectos negativos que em outras áreas seriam positivos. Leveza, forma, erudição e um leque de outras virtudes que lhes saltam aos olhos. Porém, tais qualidades não são bem vistas pelo mundo acadêmico da administração eu suponho. Tanto o caráter didático quanto o teor teórico do texto é problemático. Muitos administradores e comunicadores que leram o artigo se disseram incomodados. Um amigo, da área, chegou a dizer: “Seu texto dói!”. Uma comunicadora, dominante no campo, nos disse que o trabalho “cansa de tanto fazer pensar”. No congresso do EnEO/ANPAD, onde o trabalho foi apresentado, suscitou inúmeros elogios e preocupações. Filosofia incomoda mesmo...</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span> </span>No final do parecer expressam a não aceitação do artigo nestas condições. Entretanto, sugerem modificações para a publicação do mesmo: “<em>Rever o artigo e procurar ajustar a linguagem para uma construção mais apropriada ao texto publicado, substituindo formulações que são mais próximas de conteúdos escritos (...) Procurar sistematizar a análise de evidências empíricas, melhorar e enquadrar o artigo como resultante de pesquisa positiva (...) caberia mudar a linguagem e a organização do texto</em>.” Em outras palavras, esqueça toda sua crítica ao conceito de “verdade”, “objetividade” e “transparência” e escreva o texto se legitimando pelo conceito de verdade, utilizando a pesquisa empírica para justificar objetividade, criando estatísticas e dados para simular transparência. Esqueça o estilo literal, adotando uma escrita técnica e pouco convidativa para reflexões subversivas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><span> </span>Apesar do convite honroso feito pela revista infelizmente terei de declinar. Depois de tanto tempo eu acabei publicando o artigo numa revista de comunicação, além de se tornar um capítulo de livro (<em>Ética na Comunicação Organizacional</em>, Ed. Paulus, 2007). O “mal” já está feito, para desespero dos reacionários protetores das esferas organizacionais.</p>
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</item>
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<title><![CDATA[Educação pela Liberdade]]></title>
<link>http://revmello.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 19:21:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>revmello</dc:creator>
<guid>http://revmello.pt.wordpress.com/2008/07/09/educacao-pela-liberdade/</guid>
<description><![CDATA[Falei há pouco tempo de exemplos de Protestantes pela Liberdade. Meu amigo-irmão Tércio Pacitti e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2 class="western">Falei há pouco tempo de exemplos de Protestantes pela Liberdade. Meu amigo-irmão Tércio Pacitti e sua esposa Eunice me trouxeram o artigo abaixo, que transcrevo. Há questões que arrepiam-nos, hoje, como a troca do trabalho infantil por bolsas de estudo. Mas, em síntese, a idéia é: só pela educação construímos pessoas comprometidas com a liberdade...</h2>
<h2 class="western">“Convém Sonhar” (de Míriam Leitão)</h2>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Manezão gostava de brincadeiras brutas, agressivas. Um senso de humor esquisito. Era o chefe de disciplina do colégio. Ele entregou ao mais franzino dos dois meninos pobres de Garanhuns, que entravam na escola pela primeira vez, um balde e uma vassoura e disse: “Este é seu lápis, este é seu caderno!” Eles teriam que trabalhar na limpeza para ter bolsa para estudar no renomado colégio XV de Novembro.</p>
<p>A mãe dos meninos tinha pedido bolsa aos diretores durante um encontro na escola dominical, na Igreja Presbiteriana. Analfabeta, extremamente pobre, queria que os filhos estudassem. Sonho antigo e persistente. Foi por ele que decidiu sair de Recife e tentar a sorte no interior do estado. — Vamos para Garanhuns que os meninos precisam estudar — disse ao marido. Eram os anos 20 do século passado. O analfabetismo era dominante no Nordeste; ela queria para os filhos outro destino. Bolsa, os diretores americanos, que fundaram o colégio, avisaram que não davam. Mas aceitaram que dois deles estudassem de graça, se concordassem em trabalhar no colégio. O mais velho dos dois irmãos que ganharam a bolsa-trabalho tinha 13 anos; o mais novo, 11. Anos depois, a família conseguiu que entrasse nesse grupo o caçula, então com 7 anos.</p>
<p>De tarde, eles varriam as salas e lavavam os banheiros.</p>
<p>De madrugada, espanavam as carteiras e mesas.</p>
<p>Depois iam para a aula como todos os alunos. A mãe orientava que só vestissem o uniforme após terminada a limpeza e depois que se limpassem no banheiro do colégio. Ela sempre entregava a eles uniformes limpinhos, que, às vezes, secava no ferro durante a noite.</p>
<p>Nem sempre estavam bem alimentados.</p>
<p>— Trabalhávamos para estudar e ainda passávamos fome — relatou recentemente o mais novo dos irmãos.</p>
<p>Foram eternamente gratos à oportunidade que receberam e retribuíram estudando muito. Os três foram alunos brilhantes, de pontuar nos primeiros lugares, de queimar etapas com provas no estilo supletivo.</p>
<p>Orientados pelos diretores e professores do XV de Novembro, continuaram seus estudos para além do ginásio, além de Pernambuco.</p>
<p>Os três foram para o seminário presbiteriano em Campinas. O curso era apertado, nota mínima 8. Estudava-se não apenas teologia.</p>
<p>Saía-se de lá com várias licenciaturas, para o trabalho de professor do ensino médio. No seminário, o menino que recebera de Manezão o balde e a vassoura tinha tão bom desempenho, esforçava-se para falar português tão irretocável, que recebeu o apelido de “mulatinho pernóstico”.</p>
<p>Ele dava de ombros, porque sabia dos seus sonhos e estava decidido a realizá-lo: sonhava dirigir um colégio e, quando estivesse nesta situação de poder, dar bolsa a meninos pobres, como ele, que teriam então a chance que teve. Era isso que pedia nas orações que costumava fazer num morro de Garanhuns chamado Monte Sinai. Passava por lá entre um biscate e outro que fazia — de vendedor na feira a pintor — para ajudar a renda baixíssima e instável da família. O pai era pedreiro em frente de obras, nem sempre tinha trabalho e renda.</p>
<p>Quando se mudou, aos 28 anos, para o Vale do Rio Doce, fundou, em Caratinga, junto com outros líderes locais, o primeiro ginásio da região.</p>
<p>Como diretor, fazia exatamente aquilo a que se propôs na adolescência: distribuía muita bolsa de estudo. Não o fazia em troca de trabalho. A alguns dos bolsistas mais velhos, muito pobres, também ofereceu trabalho assalariado no colégio.</p>
<p>Os três se dedicaram à educação, os três se dedicaram à igreja. Dividiam-se entre as duas frentes de trabalho.</p>
<p>Como acreditavam no ensino laico, não misturavam as duas. Foram excelentes professores nas escolas onde ensinaram. Foram brilhantes oradores nas igrejas.</p>
<p>A fé em Deus era inabalável, a paixão laica que tiveram era a educação. O mais novo e o mais velho também fizeram Direito.</p>
<p>Dos três, o mais dedicado à educação foi o do meio, exatamente o menino franzino que tinha recebido o balde e a vassoura. Além do colégio que fundou e fez prosperar em cursos superiores, abriu escolas públicas em outras cidades, a pedido do governo do estado, na época da interiorização do ensino fundamental em Minas Gerais.</p>
<p>Ele mesmo estudou a vida inteira, como autodidata e leitor voraz, os mais variados assuntos: da filosofia à física quântica.</p>
<p>Tiveram sempre orgulho de terem trabalhado para conquistar o direito de estudar num colégio de excelente qualidade de ensino.</p>
<p>Nunca se deram conta de que trabalhar cedo demais era um absurdo. Achavam que foi uma troca justa à qual lhes coube corresponder.</p>
<p>De Manezão, vingaram-se fazendo dele uma figura folclórica nas famílias que constituíram. “Brincadeira de Manezão” passou a ser a expressão que designava a atitude de humor grosseiro, da pessoa que agride, quando tenta brincar.</p>
<p>O mais velho, Boanerges, morreu aos 62 anos. O mais novo, Nathanael, está vivo e lúcido aos 85 anos. O do meio, o menino franzino, alvo da brincadeira do Manezão, é Uriel, o meu pai. Ele morreu exatamente há 10 anos, em 29 de junho de 1998. Quando estava velando seu corpo, um homem se aproximou de mim e disse que tinha sido menino de rua até que meu pai lhe deu bolsa no colégio e no internato, e tinha virado juiz de direito. Outro contou que trabalhava na roça, era analfabeto, até a visita do meu pai. Passou a estudar e virou gerente de banco. Histórias assim foram me enchendo de orgulho naquele dia difícil.</p>
<p>Nathanael, meu tio, fez o sermão do culto de ação de graças pela vida dele. Ao lado do corpo do irmão, começou dizendo: “Este homem sonhou. Convém sonhar.” Essa história sedimentou em mim a confiança na força da educação.</p>
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<title><![CDATA[Medicina tem 1614 vagas, mais 151 do que no ano anterior]]></title>
<link>http://enoticias.wordpress.com/?p=44</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 11:15:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Leitao</dc:creator>
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<description><![CDATA[09.07.2008 - 00h01
As universidades e politénicos públicos disponibilizam 50.777 vagas para o pró]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>09.07.2008 - 00h01</p>
<p>As universidades e politénicos públicos disponibilizam 50.777 vagas para o próximo ano lectivo. Mais 1505 em relação ao ano passado. É sobretudo nas áreas das Ciências e Tecnologias e das Ciências Sociais que aumenta a oferta. Este ano há mais 151 lugares em Medicina, o curso que tradicionalmente tem as médias de admissão mais altas segundo a lista das vagas para a primeira fase do concurso nacional de acesso ontem disponibilizada à comunicação social pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.</p>
<p>O aumento de 15 por cento de lugares deve-se sobretudo à subida da oferta no ensino superior politécnico que põe mais 1166 lugares à disposição dos estudantes (ao todo são 24.018). As universidades disponibilizam 26.759 vagas, mais 339 do que em 2007.</p>
<p>Outro reflexo deste aumento verifica-se na oferta de cursos em horário pós-laboral. As vagas passaram de 2160 para 3471, ou seja, mais 60,7 por cento do que no ano anterior. Também aqui são os politécnicos que mais aderiram a esta opção. Por exemplo, o curso de Tecnologias e Gestão Industrial, no politécnico de Setúbal aumentou de 33 para 80 lugares; mais 32 vagas oferece o politécnico de Viseu no seu curso de Comunicação Social onde poderão sentar-se 72 novos alunos.</p>
<p>O curso de Medicina também é responsável pela subida do número de vagas. Desde 2004 que este valor subiu de 1185 para 1614. Só de 2007 para este ano o crescimento foi de cerca de dez por cento. A Universidade do Minho oferece mais 25 lugares, um aumento possível graças às novas instalações que foram inauguradas recentemente. Segue-se a Universidade Nova de Lisboa com mais 20 novas vagas e a de Coimbra com 16. A Universidade de Lisboa é a única que não mexe no número de lugares, uma decisão compreensível já que é aquela que mais alunos pode admitir: 330.</p>
<p>Do total de vagas, as que contam para o concurso nacional são 1489. E as restantes 125? São para alunos licenciados em qualquer área, mas que tenham garantido um nível de conhecimentos das cadeiras nucleares. Em Fevereiro saiu um decreto-lei que prevê o ingresso destes novos alunos. O objectivo desta medida é ter uma maior diversidade de estudantes, oriundos de outras áreas pois “os fundamentos científicos da prática clínica e da investigação biomédica se baseiam cada vez mais na interacção” com outras áreas como a Física, Biologia, Química... Mas também as Humanidades, o Direito ou a Economia, explicava na altura o ministério em comunicado. Estes alunos farão o curso num período de tempo mais curto.</p>
<h2>Quase todos adaptados a Bolonha</h2>
<p>Ainda em Medicina, a vida dos estudantes do secundário que se candidatam pela primeira vez também não está facilitada já que, este ano, contam três provas específicas. Além de Biologia e Química, os alunos poderão escolher a nota de Matemática ou de Física. E este ano as médias dos exames nacionais, na primeira fase, subiram a Matemática A (14 valores em 20), Biologia e Geologia (10,8) e Física e Química A (9,6 valores), pelo que as médias de entrada serão, em princípio, mais altas.</p>
<p>O ministério assinala que, entre 2004 e 2008, o número de vagas disponibilizadas cresceram de 46.673 para 50.777. “A oferta formativa continua a consolidar-se e a estabilizar”, aponta a tutela em comunicado. Se esta tem subido nas Ciências e Tecnologias é nas Humanidades que tem descido.</p>
<p>A adaptação dos cursos ao processo de Bolonha está quase completa, embora ainda haja formações em algumas escolas, como nas universidades de Trás-os-Montes e Alto Douro ou do Algarve que ainda não fizeram a adequação.</p>
<p>Cabe à licenciatura em Direito da Universidade de Lisboa o número recorde de vagas (510); seguida de Direito em Coimbra. As enfermagens de Lisboa, Coimbra e Porto também têm mais de 270 lugares para preencher cada uma. Do outro lado da tabela existem formação com apenas dez vagas como Ciências Agrárias, nos Açores ou Engenharia de Minas e Geoambiente no Porto. A apresentação da candidatura à primeira fase do concurso nacional de acesso começa amanhã.</p>
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<title><![CDATA[Nextimagem.com: as Ciências Sociais na Internet]]></title>
<link>http://hrcastro.wordpress.com/?p=356</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 20:00:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique Castro</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Quem nunca sentiu dificuldades de filtrar informações relevantes ao realizar uma pesquisa na inte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.olharvirtual.ufrj.br/2006/imagens/edicoes/210/tira_zoom.jpg" alt="" /></p>
<p>Quem nunca sentiu dificuldades de filtrar informações relevantes ao realizar uma pesquisa na internet? Apesar de o meio virtual abrigar uma quantidade vasta de materiais, nem sempre esses dados estão organizados ou alocados em uma mesma homepage. Essa dificuldade levou Marco Antonio Gonçalves, professor do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (PPGSA-IFCS), a organizar o www.nextimagem.com.</p>
<p>Leia <a href="http://www.olharvirtual.ufrj.br/2006/index.php?id_edicao=210&#38;codigo=7" target="_blank">aqui</a> a matéria completa.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>Boletim Olhar Virtual - UFRJ</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Voltando a Escrever ou Existem Protestantes pela Liberdade?]]></title>
<link>http://revmello.wordpress.com/?p=11</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 20:56:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>revmello</dc:creator>
<guid>http://revmello.pt.wordpress.com/2008/07/07/voltando-a-escrever-ou-existem-protestantes-pela-liberdade/</guid>
<description><![CDATA[Pois é&#8230; Tempos vitruvianos passaram por mim. Tive que deixar o blog cuidando de si mesmo. E f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é... Tempos vitruvianos passaram por mim. Tive que deixar o blog cuidando de si mesmo. E fiquei contente em perceber que ele já é um menino educado. Não fez nenhuma bobagem... Nesta volta, gostaria de provocar os cristãos-reformados que me lêem (e os demais que quiserem sentir-se provocados também).</p>
<p>Estou lendo "O liberalismo igualitário" de Alvaro de Vita, publicado pela Martins Fontes. Ocorreu-me pesquisar sobre o tema e descobri que o "liberalismo político" sempre tão associado às teses iluministas, na verdade, tem raízes reformadas - no calvinismo holandês, para ser mais exato. Entre nós, brasileiros, Maurício de Nassau, demonstrou na prática como a coisa se aplica num pólo de liberdade econômica e política, sem distinção da liberdade religiosa.  A lógica é meio simplista: não há homem, ou Estado, ou Igreja, autorizados a governar irrestritamente. Mas, daí, decorrem conseqüências (tirem o trema se quiserem, eu o acho muito simpático) muito complexas: o multiculturalismo, a tolerância religiosa e a separação radical entre Estado e Igreja são algumas delas. A verdade histórica é que o calvinismo holandês promoveu uma verdadeira "perestroika" no Nordeste brasileiro e no Norte da Europa. Liberdade de religião, de opinião, caminharam junto com liberdade política e econômica. Quando cessam uns, cessam outros.</p>
<p>Daí, ocorreu-me perguntar: Por que, entre nós, reformados brasileiros, há tão poucos liberais e tantos fundamentalistas? Seria uma prova de que os protestantes no Brasil não têm uma relação direta com o protestantismo europeu, mas com o evangelismo norte-americano?</p>
<p>A tempo: Se você ficou curioso sobre essa falta de conexão Brasil-Europa,  leia o Émille Leonard  - que tem duas obras publicadas em português: "O Protestantismo Brasileiro" e "O Iluminismo num Protestantismo de Constituição Recente".<em> </em></p>
<p>Mas, ainda assim, "como o Brasil não é para principiantes", nosso evangelismo é fundamentalista e, também, centralizador - monarquista. São poucos os protestantes, realmente republicanos, que participaram dos episódios centrais da Pátria no século XIX.  Para pioriar, no século XX, em vez de uma igreja engajada nas liberdades dos cidadãos, temos uma igreja reativa e reacionária. Resta-me perguntar: Em que parte do Atlântico Sul perdemos o insight dos puritanos do May Flower e seus documentos libertários?</p>
<p>De um lado, vejo protestantes de esquerda, contrários às liberdades econômicas e às virtudes da industrialização e modernização (gente que desconfia da internet, do orkut, do celular e de outras novidades geracionais...).  De outro protestantes (seria aqui melhor dizer "evangélicos") de direita, reacionários, episcopais e monarquistas - pró-capitalistas, mas contrários às liberdades civis.  Faltam-nos democratas, abolicionistas e republicanos.  Faltam-nos evangélicos comprometidos com a liberdade?</p>
<p>Escreva-me (por e-mail - revmello@gmail.com) se quiser falar sobre isso!</p>
<p>PAZ e Liberdade, em Cristo Jesus!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Militares e traficantes: que relação é essa?]]></title>
<link>http://hrcastro.wordpress.com/?p=337</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 20:00:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique Castro</dc:creator>
<guid>http://hrcastro.pt.wordpress.com/2008/06/27/militares-e-traficantes-que-relacao-e-essa/</guid>
<description><![CDATA[
No dia 15 de junho, os corpos de David Wilson da Silva, 24 anos, Marcos Paulo Campos, 17 anos, e We]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.olharvirtual.ufrj.br/2006/imagens/edicoes/209/ponto_de_vista.jpg" alt="" /></p>
<p>No dia 15 de junho, os corpos de David Wilson da Silva, 24 anos, Marcos Paulo Campos, 17 anos, e Wellington Gonzaga da Costa, 19 anos, foram encontrados num lixão na baixada fluminense após os jovens terem sido abordados por membros do Exército, na comunidade da Providência. Eles teriam sido entregues pelos militares a uma facção rival da favela da Mineira. O episódio provocou protestos dos moradores do Morro da Providência e também chamou a atenção da opinião pública e da mídia, já que pôs em evidência um dado até então pouco conhecido: a relação entre traficantes e militares.</p>
<p>O caso suscita ainda a discussão em torno da eficácia da ação militar no Rio de Janeiro e no contato direto com a população. No dia 18 de junho, a juíza Regina Coeli, da 18ª Vara Federal do Rio, determinou a retirada imediata das tropas do Exército dos morros cariocas. O governo, contudo, não foi favorável à decisão e argumentou que a presença do Exército na favela não se deu por força de segurança pública, mas sim como uma ação subsidiária para realização de obras do Projeto Cimento Social, de recuperação de telhados e fachadas de casas do morro. O ministro da defesa, Nelson Jobim, afirmou na última sexta-feira, 20 de junho, que o governo federal discute a possibilidade de uma nova legislação que possibilite às forças armadas ter um estatuto próprio para atuar em operações urbanas, de Garantia da Lei e da Ordem, e ainda citou a atuação no Haiti como modelo de operação.</p>
<p>O Olhar Virtual conversou com o professor Michel Misse, do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS/ UFRJ), para refletir sobre a associação do tráfico com membros do Exército, analisar em que fundamentos essa relação se baseia e examinar ainda a questão do uso de forças militares, pelo governo, para atuação direta com civis.</p>
<p><a href="http://www.olharvirtual.ufrj.br/2006/index.php?id_edicao=209&#38;codigo=3">Leia aqui</a> a entrevista completa.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Boletim Olhar Virtual - UFRJ</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FESTA!]]></title>
<link>http://transitivo.wordpress.com/?p=80</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 01:27:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>supernada</dc:creator>
<guid>http://transitivo.pt.wordpress.com/2008/06/19/festa/</guid>
<description><![CDATA[FESTA de ciências sociais dia 28!
apesar do cartaz estar meio cocô, parece q será massa.
é ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>FESTA de ciências sociais dia 28!</p>
<p>apesar do cartaz estar meio cocô, parece q será massa.</p>
<p>é lá no casarão da upe! nervoso! só 4 pila... se liga.<a href="http://transitivo.files.wordpress.com/2008/06/cartaz-a4-72dpi1.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-83" src="http://transitivo.wordpress.com/files/2008/06/cartaz-a4-72dpi1.jpg?w=67" alt="" width="67" height="96" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ciências Sociais]]></title>
<link>http://codfishwaters.wordpress.com/?p=463</link>
<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 15:00:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>António Luís Vicente</dc:creator>
<guid>http://codfishwaters.com/2008/06/11/ciencias-sociais/</guid>
<description><![CDATA[No Marginal Revolution, um post de leitura obrigatória para quem tem que fazer trabalho de campo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No Marginal Revolution, um <a href="http://www.marginalrevolution.com/marginalrevolution/2008/06/the-wisdom-of-w.html">post</a> de leitura obrigatória para quem tem que fazer trabalho de campo no âmbito de teses de mestrado ou doutoramento em sociologia, ciência política, psicologia, economia e afins.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profissões]]></title>
<link>http://portaldoestudante.wordpress.com/?p=166</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 19:55:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>portaldoestudante</dc:creator>
<guid>http://portaldoestudante.pt.wordpress.com/2008/06/06/profissoes/</guid>
<description><![CDATA[

ARTES


Audiovisual
Design de interiores


Multimídia






CIÊNCIAS AGRÁRIAS


Ecologia
Engenh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="prof-bloco">
<div class="chamada">
<h2>ARTES</h2>
<div class="borda">
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72921.shtml" target="_blank">Audiovisual</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_84602.shtml" target="_blank">Design de interiores</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73103.shtml" target="_blank">Multimídia</a></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<div class="prof-bloco">
<div class="chamada">
<h2>CIÊNCIAS AGRÁRIAS</h2>
<div class="borda">
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72945.shtml" target="_blank">Ecologia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72983.shtml" target="_blank">Engenharia de horticultura</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73136.shtml" target="_blank">Tecnologia de laticínios</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73238.shtml" target="_blank">Tecnologia de madeira</a></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<div class="prof-bloco">
<div class="chamada">
<h2>CIÊNCIAS BIOLÓGICAS</h2>
<div class="borda">
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72923.shtml" target="_blank">Biotecnologia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271738.shtml" target="_blank">Educação física</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271742.shtml" target="_blank">Enfermagem</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73183.shtml" target="_blank">Esporte e lazer</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73083.shtml" target="_blank">Fisioterapia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73090.shtml" target="_blank">Gerontologia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73099.shtml" target="_blank">Medicina</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73108.shtml" target="_blank">Naturologia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73109.shtml" target="_blank">Nutrição</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73110.shtml" target="_blank">Obstetrícia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73112.shtml" target="_blank">Odontologia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73118.shtml" target="_blank">Psicopedagogia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73123.shtml" target="_blank">Quiropraxia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/no_73146.shtml" target="_blank">Zootecnia</a></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<div class="prof-bloco">
<div class="chamada">
<h2>CIÊNCIAS EXATAS</h2>
<div class="borda">
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72924.shtml" target="_blank">Ciência da computação</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72925.shtml" target="_blank">Ciências aeronáuticas</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73086.shtml" target="_blank">Geofísica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73101.shtml" target="_blank">Meteorologia</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73108.shtml" target="_blank">Naturologia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73135.shtml" target="_blank">Sistemas de informação</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73199.shtml" target="_blank">Tecnologia Têxtil</a></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<div class="prof-bloco">
<div class="chamada">
<h2>CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS</h2>
<div class="borda">
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271421.shtml" target="_blank">Administração</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72846.shtml" target="_blank">Arquivologia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271600.shtml" target="_blank">Direito</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72949.shtml" target="_blank">Educação</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73094.shtml" target="_blank">Jornalismo</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73097.shtml" target="_blank">Marketing</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73217.shtml" target="_blank">Produção cultural</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73103.shtml" target="_blank">Multimídia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73218.shtml" target="_blank">Produção fonográfica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73221.shtml" target="_blank">Produção multimídia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73126.shtml" target="_blank">Radio e TV</a></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<div class="prof-bloco">
<div class="chamada">
<h2>ENGENHARIAS</h2>
<div class="borda">
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271746.shtml" target="_blank">Engenharia aeronáutica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271748.shtml" target="_blank">Engenharia agrícola</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271750.shtml" target="_blank">Engenharia ambiental</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271754.shtml" target="_blank">Engenharia cartográfica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271756.shtml" target="_blank">Engenharia civil</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72970.shtml" target="_blank">Engenharia da computação</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271766.shtml" target="_blank">Engenharia de agrimensura</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271770.shtml" target="_blank">Engenharia de alimentos</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72963.shtml" target="_blank">Engenharia de aqüicultura</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72973.shtml" target="_blank">Engenharia de controle/automação</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_269381.shtml" target="_blank">Engenharia de energia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_271775.shtml" target="_blank">Engenharia de horticultura</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272226.shtml" target="_blank">Engenharia de materiais</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272228.shtml" target="_blank">Engenharia de minas</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73001.shtml" target="_blank">Engenharia de pesca</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_269385.shtml" target="_blank">Engenharia de petróleo e gás</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272232.shtml" target="_blank">Engenharia de produção</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_269389.shtml" target="_blank">Engenharia de segurança do trabalho</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272233.shtml" target="_blank">Engenharia de telecomunicações</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272236.shtml" target="_blank">Engenharia elétrica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72977.shtml" target="_blank">Engenharia física</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272241.shtml" target="_blank">Engenharia florestal</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272247.shtml" target="_blank">Engenharia hídrica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72986.shtml" target="_blank">Engenharia industrial</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272254.shtml" target="_blank">Engenharia mecânica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_269396.shtml" target="_blank">Engenharia mecatrônica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272256.shtml" target="_blank">Engenharia metalúrgica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_72999.shtml" target="_blank">Engenharia naval</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272265.shtml" target="_blank">Engenharia química</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272266.shtml" target="_blank">Engenharia sanitária</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/profissoes_272268.shtml" target="_blank">Engenharia têxtil</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73200.shtml" target="_blank">Internet</a></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<div class="prof-bloco">
<div class="chamada">
<h2>TECNOLÓGICAS</h2>
<div class="borda">
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73158.shtml" target="_blank">Agronegócios</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73160.shtml" target="_blank">Alimentos</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73161.shtml" target="_blank">Artes gráficas</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73162.shtml" target="_blank">Artes plásticas</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73163.shtml" target="_blank">Automação e controle</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73167.shtml" target="_blank">Ciências imobiliárias</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73168.shtml" target="_blank">Cinema e Vídeo</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73170.shtml" target="_blank">Comércio exterior</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73174.shtml" target="_blank">Desenvolvimento social</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73175.shtml" target="_blank">Design de interiores</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73176.shtml" target="_blank">Design de produtos</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73178.shtml" target="_blank">Ecologia e paisagismo</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73179.shtml" target="_blank">Eletromecânica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73182.shtml" target="_blank">Eletrotécnica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73183.shtml" target="_blank">Esporte e lazer</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73184.shtml" target="_blank">Estética e cosmetologia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73185.shtml" target="_blank">Fotografia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73188.shtml" target="_blank">Gastronomia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73190.shtml" target="_blank">Geomática</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73194.shtml" target="_blank">Gestão ambiental</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73197.shtml" target="_blank">Gestão de serviços</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73199.shtml" target="_blank">Indústria têxtil</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73200.shtml" target="_blank">Internet</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73201.shtml" target="_blank">Interpretação cênica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73203.shtml" target="_blank">Irrigação e drenagem</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73204.shtml" target="_blank">Materiais</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73205.shtml" target="_blank">Materiais, processos e componentes eletrônicos</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73207.shtml" target="_blank">Mineração, Petróleo e Gás</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_84608.shtml" target="_blank">Moda e confecção têxtil</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_84638.shtml" target="_blank">Música</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73210.shtml" target="_blank">Navegação fluvial</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73211.shtml" target="_blank">Normatização, qualidade e produtividade</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73213.shtml" target="_blank">Ortóptica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73214.shtml" target="_blank">Papel e celulose</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73217.shtml" target="_blank">Produção cultural</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73218.shtml" target="_blank">Produção fonográfica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73177.shtml" target="_blank">Programação de games</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73219.shtml" target="_blank">Produção industrial</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73220.shtml" target="_blank">Produção moveleira</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73221.shtml" target="_blank">Produção multimídia</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73224.shtml" target="_blank">Prótese odontológica</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73226.shtml" target="_blank">Publicidade e marketing</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73227.shtml" target="_blank">Química</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73228.shtml" target="_blank">Radio e TV</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73230.shtml" target="_blank">Recursos pesqueiros</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73231.shtml" target="_blank">Saneamento</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73232.shtml" target="_blank">Saúde</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73234.shtml" target="_blank">Segurança</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73235.shtml" target="_blank">Sistemas e redes</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73238.shtml" target="_blank">Tecnologia da madeira</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73240.shtml" target="_blank">Transporte e logística</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73241.shtml" target="_blank">Turismo e hotelaria</a></li>
<li><a href="http://guiadoestudante.abril.uol.com.br/profissoes/no_73242.shtml" target="_blank">Viticultura e enologia</a></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
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