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	<title>colera &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/colera/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "colera"</description>
	<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 19:56:54 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[14/10/2008 - Turku]]></title>
<link>http://coleraeuropeantour2008.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 23:19:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>revolutaproducoes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ontem, segunda-feira, tocamos em Helsinki, novamente com o Força Macabra e hoje, será o terceiro s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, segunda-feira, tocamos em Helsinki, novamente com o Força Macabra e hoje, será o terceiro show na Finlândia, em Turku.</p>
<p>Estamos ensaiando e coletando material de linguagem antiga (musica tradicional local) em cada lugar que passamos, para pincelar no próximo álbum… hehehehe</p>
<p>Abraço a todos que nos apóiam aí no Brasil (vocês sabem quem são).</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[12/10/2008 - Tampere]]></title>
<link>http://coleraeuropeantour2008.wordpress.com/?p=49</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 23:18:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>revolutaproducoes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dia de festa e euforia. Tampere é um marco no punk mundial e nem preciso dizer porque, né?…
De l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dia de festa e euforia. Tampere é um marco no punk mundial e nem preciso dizer porque, né?…</p>
<p>De longe, este foi o melhor, mais animado e mais bem assessorado show da nossa tour européia até agora.<br />
Ao lado do Força Macabra que fechou a noite com o lasse, vocalista do Riistetyt fazendo uma longa participação.<br />
O Cólera teve um excelente resultado de som e imagem (que entrarão para o DVD de 30 anos com certeza) e a banda e sua equipe ficaram eufóricos com uma noite de muito som, cerveja e …tudo o mais que uma grande festa tem.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[11/10/2008 - Oberhausen]]></title>
<link>http://coleraeuropeantour2008.wordpress.com/?p=47</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 23:17:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>revolutaproducoes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na sexta, em Oberhausen, rolou um grande festival com bandas de vários lugares. Fomos a última ban]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na sexta, em Oberhausen, rolou um grande festival com bandas de vários lugares. Fomos a última banda e foi uma loucura. As pessoas pedindo mais, porém a gente tinha que sair de viagem às 2 da manhã, e já era quase isso enquanto estávamos no palco fazendo o bis.<br />
Saímos de Oberhausen de van até o aeroporto de Bremen para embarcar, no início da madrugada, para Tampere, na Finlândia.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[10/10/2008 - Frankfurt]]></title>
<link>http://coleraeuropeantour2008.wordpress.com/?p=44</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 23:14:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>revolutaproducoes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um dos mais divertidos concertos foi em Frankfurt, no Au. Um squat enorme, numa área do tamanho de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos mais divertidos concertos foi em Frankfurt, no Au. Um squat enorme, numa área do tamanho de um quarteirão.<br />
Algumas pessoas na galera falavam português, o que tornou a festa mais animada com coros e comentários na nossa língua.<br />
Tocamos por quase 2 horas naquela noite. Mesmo fazendo o set list curto (para uma hora e quinze em média), eles não deixaram a gente pisar fora do palco… foi muito louco.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[08/10/2008 - Postdam]]></title>
<link>http://coleraeuropeantour2008.wordpress.com/?p=40</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 23:12:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>revolutaproducoes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na cidade de Postdam (antiga Alemanha leste) visitamos o museu da antiga cadeia para revoltados poli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na cidade de Postdam (antiga Alemanha leste) visitamos o museu da antiga cadeia para revoltados politicos. Uma barbárie, o padrão de prisão mostra o grau da doença de certos humanóides por estes lados… Chega a ser bizarro ver tanta estupidez para prender o corpo do ser humano.<br />
Hoje parece que a prisão subiu pra cabeça.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[03/10/2008 - Hamburgo]]></title>
<link>http://coleraeuropeantour2008.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 23:12:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>revolutaproducoes</dc:creator>
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<description><![CDATA[
O primeiro show foi em Hamburg, no mesmo pico que tocamos em 2004, junto com o Kollateral e outras ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coleraeuropeantour2008.files.wordpress.com/2008/10/colera-em-hamburg.jpg"><img class="size-medium wp-image-29 alignleft" title="colera-em-hamburg" src="http://coleraeuropeantour2008.wordpress.com/files/2008/10/colera-em-hamburg.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O primeiro show foi em Hamburg, no mesmo pico que tocamos em 2004, junto com o Kollateral e outras bandas.<br />
Tocamos novamente para casa cheia, como em 2004. O set que deveria durar uma hora e meia, durou duas horas e meia...<br />
We want more.. we want more...we want more...<br />
Fizemos 4 bis.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[02/10/2008 - Hamburgo]]></title>
<link>http://coleraeuropeantour2008.wordpress.com/?p=36</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 23:11:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>revolutaproducoes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Chegamos em Hamburgo dia 2, quinta feira e conhecemos nosso driver, Tomschek.
Para comemorar o iníc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos em Hamburgo dia 2, quinta feira e conhecemos nosso driver, Tomschek.<br />
Para comemorar o início da tour, ele nos levou a um bar de música e estilo tradicional para tomar uns shots (garrafinhas pequeninas de bebida…que você vira de uma vez..). entramos no local e logo fomos abordados por 2 caras:<br />
- Heeei, are you brazilian!!?? - Um deles foi logo perguntando…<br />
- Sim…somos, somos de uma banda de rock brasileira, Cólera…<br />
E ele ficou agitado… pois sua euforia vinha da magia daquele encontro: ele reconheceu a gente e se apresentou:<br />
- Eu sou Rai, o ex-baterista do GBH…hahahahahahahahaha<br />
E passamos a tomar vários shots num ótimo bate papo…<br />
Ele e o amigo estavam reiniciando uma antiga banda que tiveram antes do GBH , o Napalm (num é o napalm death naum viu..)….</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Artisticas para Radio en DJSALVAPRODUCCIONES]]></title>
<link>http://jumanitransmisores.wordpress.com/?p=28</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 16:05:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>jumanitransmisores</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como las estaciones del año tienen diferentes características, su emisora también debe sonar dist]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;color:#000000;font-size:x-small;"><a class="alignleft" title="Dj Salva" href="http://www.djsalvaproducciones.com.ar" target="_self">Como las estaciones del año tienen diferentes características, su emisora también debe sonar distinto. Le ofrecemos Separadores, Identificaciones de señal, Avances, Promos de venta. Creamos y armamos artísticas ágiles y dinámicas o institucionales y delicadas, con las mejores librerías de música y efectos de sonido.</a></span></p>
<p align="center"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;color:#000000;font-size:x-small;"><a class="alignleft" title="Dj Salva" href="http://www.djsalvaproducciones.com.ar" target="_self">Ahora puede tener voces sobresalientes, distintas a las que suenan habitualmente en su programación identificando su emisora.</a></span></p>
<p align="center"> </p>
<p align="center"> </p>
<p align="center"> </p>
<p align="center"> </p>
<p align="center"><a class="alignleft" title="Dj Salva" href="http://www.djsalvaproducciones.com.ar" target="_self"><br />
</a></p>
<p align="center"><a class="alignleft" title="Dj Salva" href="http://www.djsalvaproducciones.com.ar" target="_self"><br />
</a></p>
<p align="center">
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><a class="alignleft" title="Dj Salva" href="http://www.djsalvaproducciones.com.ar" target="_self">las estaciones del año tienen diferentes características, su emisora también </a></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
<td><a class="alignleft" title="Dj Salva" href="http://www.djsalvaproducciones.com.ar" target="_self"> debe sonar distinto. Le ofrecemos Separadores, Identificaciones de señal, </a></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
<td><a class="alignleft" title="Dj Salva" href="http://www.djsalvaproducciones.com.ar" target="_self"> Avances, Promos de venta. Creamos y armamos artísticas ágiles y dinámicas </a></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
<td><a class="alignleft" title="Dj Salva" href="http://www.djsalvaproducciones.com.ar" target="_self"> o institucionales y delicadas, con las mejores librerías de música y efectos </a></td>
</tr>
<tr>
<td> </p>
<p> </p>
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<p> </p>
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<p> </p>
<p> </td>
<td><a class="alignleft" title="Dj Salva" href="http://www.djsalvaproducciones.com.ar" target="_self"> de sonido</a></p>
<p><a class="alignleft" title="Dj Salva" href="http://www.djsalvaproducciones.com.ar" target="_self"><br />
</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Por eso es ideal que las <strong>artísticas para radio</strong> que posea, no sean "estándar" sino diseñadas específicamente con lo que usted necesita. Se pueden realizar aperturas, cierres, separadores, pisadores, identificadores, pequeños spots horarios, segmentos...</p>
<p> </p>
<p>ENVIA TU TEXTO A fabian.djsalva@gmail.com y te enviaremos el presupuesto, si sos locutor envianos tu demo a fabian@djsalvaproducciones.com.ar</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[12 enfermedades que traerán los cambios climáticos]]></title>
<link>http://noespocacosa.wordpress.com/?p=1204</link>
<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 01:53:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>mss</dc:creator>
<guid>http://noespocacosa.pt.wordpress.com/2008/10/10/12-enfermedades-que-traeran-los-cambios-climaticos/</guid>
<description><![CDATA[El posible aumento de las temperaturas y las lluvias en el planeta le servirán a virus, bacterias, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1211" title="1828368702_e7fa5b8ab8" src="http://noespocacosa.wordpress.com/files/2008/10/1828368702_e7fa5b8ab8.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" />El posible aumento de las temperaturas y las lluvias en el planeta le servirán a virus, bacterias, parásitos, mosquitos y garrapatas para afectar cada vez a más gente. Ya la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (IUCN es su sigla en inglés) difundió una lista con la "docena mortal" de organismos patógenos que dañarían tanto la salud de humanos y de animales como la economía mundial.</p>
<p>En la lista figuran desde la tuberculosis o las mareas rojas hasta otras menos conocidas como la enfermedad del sueño. "La mejor defensa es una buena ofensiva: monitorear la vida silvestre para detectar cómo estas enfermedades se desarrollan para que los profesionales médicos puedan prepararse para mitigar el impacto", escribieron los autores del informe.</p>
<p><strong>Fiebre del Valle Rift</strong></p>
<p>Se trata de una enfermedad causada por un virus que se identificó por vez primera en 1931 en una granja del Valle de Rift, en Kenia. Se transmite al humano por el contacto con sangre u órganos de animales infectados o por mosquitos. En 2000 se confirmaron fuera del continente africano (en Arabia Saudita y Yemen), y se teme su propagación hacia otras zonas de Asia y a Europa.</p>
<p><strong>Tuberculosis</strong></p>
<p>Afecta a 10 millones de personas en el mundo. También a animales como los leones y búfalos del Parque Nacional Kruger, en Sudáfrica. El cambio climático podría favorecer el contacto entre el ganado y los animales salvajes. Como consecuencia, aumentaría la tuberculosis.</p>
<p><strong>Enfermedad del sueño</strong></p>
<p>La causa un parásito que es pariente del que produce la enfermedad de Chagas. Se trata de un mal que afecta más a zonas del Africa subsahariana. Por el cambio del clima, podría modificarse la distribución de la mosca tsé-tsé, que es la que transmite el parásito.</p>
<p><strong>Mareas rojas</strong></p>
<p>Estas excesivas proliferaciones de microalgas en los estuarios o el mar generan toxinas que son peligrosas para los animales marinos y para los seres humanos. "Las variaciones de temperatura tendrán, sin duda, un impacto, de momento impredecible, en este fenómeno de la naturaleza", aseguró el informe de la UICN, que se dio a conocer en Barcelona.</p>
<p><strong>Fiebre amarilla</strong></p>
<p>Hubo un brote el verano pasado en el noreste de la Argentina. También afectó a Paraguay y Brasil. Hubo varias muertes. Esta fiebre es transmitida por mosquitos, que también enferman a los monos. Las poblaciones de mosquitos podrían crecer por el aumento de las temperaturas.</p>
<p><!--more--></p>
<p><strong>Ebola</strong></p>
<p>Se contagia generalmente por estar en contacto con los fluidos corporales de alguien ya infectado o con monos enfermos. Y mata fácilmente a personas, gorilas y chimpancés. No existe cura. Por las variaciones de las épocas de lluvias, los brotes de Ebola en Africa serían más frecuentes.</p>
<p><strong>Babebiosis</strong></p>
<p>Es producida por la picadura de la garrapata, que transmite un protozoo que se llama Babesia y es capaz de producir la muerte de los humanos. Tenía un área limitada de distribución. Pero está afectando más a los leones en Africa, y se está convirtiendo en una enfermedad que se encuentra en las personas en Europa y en América del Norte.</p>
<p><strong>Enfermedad de Lyme</strong></p>
<p>Recibió ese nombre porque se identificó por primera vez en Lyme, Connecticut, EE.UU., en la década del 70. Sus síntomas son similares a los de la gripe y se acompaña de una erupción. La causa una bacteria que se transmite por las picaduras de garrapatas. Como aumentarán las temperaturas, es posible que también las garrapatas amplíen su distribución.</p>
<p><strong>Cólera</strong></p>
<p>Es una de las enfermedades que afecta a los más pobres. La produce una bacteria, que se transmite por el agua y los alimentos. Al aumentar las temperaturas de las aguas, es posible que crezca también la incidencia del cólera, que provoca diarreas y hasta la muerte.</p>
<p><strong>Parásitos</strong></p>
<p>Se transmiten a través de ambientes acuáticos. Los cambios en el nivel del mar y las temperaturas harán que muchos de los parásitos sobrevivan más tiempo y así podrían infectar a un mayor número de poblaciones en el mundo.</p>
<p><strong>Peste</strong></p>
<p>Es una de las enfermedades más antiguas de las que se tiene conocimiento. Costó la vida de 20 millones de personas. La causa una bacteria que se transmite por la mordedura de roedores. Cuando estos animales escasean, la bacteria afecta a los humanos. Si el cambio climático afecta a los roedores y a su distribución geográfica, también cambiará la distribución de la infección.</p>
<p>Fuente: <em><a href="http://www.clarin.com/diario/2008/10/09/um/m-01777358.htm" target="_blank">Clarín</a></em></p>
<p>Foto <a href="http://www.flickr.com/photos/theroadtothehorizon/1828368702/sizes/m/in/set-72157602847663145/" target="_blank">WFP</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[las 12 enfermedades del cambio climático]]></title>
<link>http://isaaclopez.wordpress.com/?p=183</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 16:27:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>isaaclopez</dc:creator>
<guid>http://isaaclopez.pt.wordpress.com/2008/10/07/las-12-enfermedades-del-cambio-climatico/</guid>
<description><![CDATA[Las garrapatas pueden transmitir la enfermedad de Lyme. (Foto: James Gathany)
ISABEL F. LANTIGUA | M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="firma"><img title="James Gathany)" src="http://estaticos02.cache.el-mundo.net/elmundosalud/imagenes/2008/10/07/1223372084_0.jpg" border="0" alt="James Gathany)" width="300" height="325" /><strong><em>Las garrapatas pueden transmitir la enfermedad de Lyme. (Foto: James Gathany)</em></strong></div>
<div class="firma"><strong>ISABEL F. LANTIGUA &#124; MARÍA SAINZ</strong></div>
<p class="entradilla"><span class="localizacion">MADRID</span>.- Glaciares derritiéndose, penosas sequías o lluvias torrenciales, pero también especies animales enfermando. La salud de la madre naturaleza se debilita y, tras ella, irán los humanos. Un informe enumera 12 de las muchas enfermedades mortales a las que nos exponemos por el cambio climático.</p>
<p>El drástico documento, conocido como <strong>'Deadly Dozen'</strong> (o 'Docena Mortal') se ha dado a conocer durante el congreso mundial de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (IUCN, en sus siglas en inglés), que congrega en Barcelona a expertos de todo el mundo.</p>
<p>Los autores del trabajo, miembros de la Sociedad para la Conservación de la Flora y la Fauna, han analizado una docena de patógenos que, de seguir las tendencias actuales, <strong>afectarán a animales y personas y, cómo no, a las economías de todo el mundo</strong>. Como medida de defensa, quieren impedir que los cambios de la naturaleza pasen desapercibidos.</p>
<p>"Controlando la salud de la naturaleza podremos predecir dónde se centrará el foco de los problemas [...] y <strong>planear cómo prepararnos</strong>", ha declarado Steven E. Sanderson, presidente de la citada asociación.</p>
<p>Aunque los expertos se centran en 12 enfermedades, como el cólera, el Ébola o la gripe aviar, ellos mismos aclaran que sólo se trata de <strong>una muestra ilustrativa</strong> de las muchas patologías fruto de los 'atentados' contra la atmósfera. La lista recoge las que con más probabilidad pueden extender sus dominios, aunque advierten de que la clasificación puede cambiar con el tiempo.</p>
<p>Pero, ¿<strong>qué cambios se darán</strong> para favorecer la transmisión de estas enfermedades? William B. Karesh y su equipo lo tienen claro: Los patógenos proliferarán y sobrevivirán más y, al mismo tiempo, aumentará la susceptibilidad de contraer una infección. Además, los cambios de temperaturas y las alteraciones de los ritmos de las lluvias pueden llevar consigo una expansión de los patógenos que causan enfermedades que, hasta ahora, han estado más confinadas en determinadas áreas.<a name="lista"></a></p>
<h3>Una lista inquietante</h3>
<ol>
<li><strong>Tuberculosis:</strong> El Antiguo Testamento ya hacía referencia a una <a href="http://www.elmundo.es/elmundosalud/documentos/2007/06/tuberculosis.html">enfermedad</a> que, cada año, afecta a 10 millones de personas. En la actualidad, se distribuye por todo el mundo, aunque es especialmente problemática en África, donde la introdujo el ganado europeo en el siglo XIX. Además de a los humanos, la patología también afecta a poblaciones salvajes, como los leones y búfalos del Parque Nacional Kruger, uno de los lugares más turísticos de Sudáfrica y parte esencial de la economía local. Los expertos temen que el cambio climático pueda favorecer el contacto entre el ganado y los animales salvajes y, así, aumentar la transmisión de la tuberculosis.</li>
<li><strong>Fiebre del Valle del Rift:</strong> Tal y como la define la Organización Mundial de la Salud (OMS) se trata de "una zoonosis vírica que afecta principalmente a los animales, pero también puede llegar al ser humano". Cuenta con una alta tasa de mortalidad y morbilidad. El virus que lo causa, que suele transmitirse por las picaduras de mosquito, continúa presente en África subsahariana y el norte de África (a finales del siglo XX, Kenia, Somalia y Tanzania sufrieron brotes). Aunque más aislados, también se han localizado casos en Arabia Saudí y Yemen, "con la consiguiente preocupación por su posible propagación a otras zonas de Asia y a Europa", según la OMS.</li>
<li><strong>Enfermedad del sueño:</strong> Conocida principalmente por el insecto que la transmite, la mosca tsé-tsé, la <a href="http://www.elmundo.es/elmundosalud/2006/03/15/biociencia/1142426960.html">tripanosomiasis</a> es endémica en algunas zonas de África subsahariana y, en total, afecta a 36 países. Los rebaños son los que más suelen infectarse por el protozoo<em>'Trypanosoma bruceipero'</em>, pero también los animales salvajes y las personas. "Los efectos directos o indirectos [...] del clima sobre la distribución de la mosca tsé-tsé -que suele encontrarse en la vegetación que rodea a los ríos y lagos, en los bosques y en la sabana- desempeñan un papel importante en la expansión de la enfermedad mortal", explican los autores del trabajo.</li>
<li><strong>'Mareas rojas':</strong> Determinadas algas que florecen en las costas de todo el mundo, un fenómeno conocido como 'mareas rojas', generan toxinas que son peligrosas para los animales marinos y, también, para los seres humanos. "Las variaciones de temperaturas tendrán, sin duda, un impacto, de momento impredecible, en este fenómeno de la naturaleza", asegura el informe.</li>
<li><strong>Gripe Aviar:</strong> Las tormentas y las épocas de sequías ya no siguen los ritmos que históricamente tenían establecidos. Nadie sabe ahora a ciencia cierta cuándo descargarán las nubes o cuándo se quedarán sin agua los lagos. Esta alteración influye en los movimientos migratorios de las aves y, por tanto, en la expansión de la <a href="http://www.elmundo.es/elmundosalud/2005/10/17/medicina/1129572968.html">gripe aviar</a>, una enfermedad que desde 2003 tiene en alerta a los gobiernos de todo el mundo por la posibilidad de que su cepa más mortífera, la H5N1, mute y sea capaz de transmitirse entre humanos, algo que, de momento, no ha sucedido.</li>
<li><strong>Babebiosis</strong>: Es el típico ejemplo de enfermedad que hasta hace poco tenía un impacto limitado pero que ha aumentado su presencia por el cambio climático. Del este de África ha pasado a ser cada vez más común en Europa y América del Norte. Se trata de una patología transmitida por garrapatas y que afecta tanto a animales domésticos y salvajes como a las personas. Aunque no causa problemas graves, sí hace que el afectado sea más susceptible a otras enfermedades.</li>
<li><strong>Cólera</strong>: La también conocida como 'enfermedad de los pobres' es un trastorno producido por la bacteria <em>'Vibrio cholerae'</em>, que se transmite con mucha facilidad por el agua y alimentos contaminados. Restringida a los países en vías de desarrollo, el aumento generalizado de la temperatura de las aguas hace prever un incremento de la incidencia de esta enfermedad, que se caracteriza por fuertes vómitos, calambres y diarrea y puede llegar a causar la muerte.</li>
<li><strong>Ébola</strong>: Famosa por la película a la que da título y por ser una amenaza constante para el continente africano, el virus del <a href="http://www.elmundo.es/elmundosalud/2007/08/31/medicina/1188572400.html">Ébola</a> se contagia generalmente por estar en contacto con los fluidos corporales de alguien infectado o con monos enfermos. Al igual que ocurre con su pariente cercano, la fiebre de Marburg, el Ébola mata fácilmente a personas, gorilas y chimpancés y, en la actualidad, no existe cura. El informe destaca que existen evidencias significativas de que los brotes de ambas enfermedades están relacionados con las variaciones inesperadas de las épocas de lluvias. Como el cambio climático influye en estas alteraciones, es probable que los brotes sean más frecuentes y que se registren en nuevas localizaciones.</li>
<li><strong>Fiebre amarilla:</strong> Los mosquitos que transmiten este virus se concentran en distintas regiones africanas, de Centroamérica y Sudamérica. Los cambios de temperatura y las lluvias propician la llegada de estos insectos que suelen picar durante el día e infectar a monos y personas. Recientemente, Brasil y Argentina han registrado brotes con un gran impacto en la población de primates. El estudio de la infección de estos animales ha permitido dar con una vacuna que, hasta el momento, protege a los humanos que viajan a las zonas afectadas.</li>
<li><strong>Parásitos intestinales</strong>: Multitud de parásitos se transmiten a través de ambientes acuáticos. Los cambios en el nivel del mar y las temperaturas harán que muchos de ellos sobrevivan durante más tiempo y, como consecuencia, puedan infectar a un mayor número de individuos.</li>
<li><strong>Enfermedad de Lyme</strong>: Transmitida por una bacteria a través de las picaduras de garrapata, esta patología, al igual que otras transmitidas de la misma forma, puede ampliar sus fronteras debido al aumento de las temperaturas aptas para la vida de estos arácnidos. El trastorno toma su nombre de Lyme, Connecticut, donde se identificó por primera vez en la década de los 70. Se caracteriza por una erupción y síntomas similares a los de la gripe.</li>
<li><strong>Peste:</strong> La peste Yersinia, una de las enfermedades infecciosas más antiguas de la que se tiene conocimiento y que ha costado la vida a 200 millones de personas, todavía es causa de mortalidad en algunas localizaciones. La bacteria responsable de esta plaga tiene preferencia por las ratas y se extiende mediante las mordeduras de las pulgas que viven en estos roedores. Pero cuando estos animales escasean, no tienen ningún problema en morder también a las personas y, una vez que esto sucede, se contagian unos a otros por vía aérea. Si el cambio climático afecta a las poblaciones de roedores y a su distribución geográfica, también afectará a la distribución de la peste</li>
</ol>
<div>Con información el diario español El Mundo</div>
]]></content:encoded>
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<item>
<title><![CDATA[Quem põe o nariz fora da porta, vê que este mundo não vai bem...]]></title>
<link>http://blogdomachadodeassis.wordpress.com/?p=338</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 00:30:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdomachadodeassis</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Nota: A crônica a seguir foi publicada originalmente na Gazeta de Notícias, Rio de Janeiro, em 6 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blogdomachadodeassis.files.wordpress.com/2008/10/terragravida.jpg" alt="terra gravida" /></p>
<p><strong><em>Nota: A crônica a seguir foi publicada originalmente na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gazeta_de_not&#237;cias" target="_blank">Gazeta de Notícias</a>, Rio de Janeiro, em 6 de outubro de 1895, há exatos 113 anos.<br />
</em></strong></p>
<p><span style="color:#000000;font-size:medium;"><strong>Quem põe o nariz fora da porta, vê que este mundo não vai bem.</strong></span> A <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Havas">Agência Havas</a></strong> é melancólica. Todos os dias enche os jornais, seus assinantes, de uma torrente de notícias que, se não matam, afligem profundamente. Ao pé delas, que vale <strong><a href="http://www.brasilmergulho.com.br/port/naufragios/navios/rj/uruguay.shtml">o naufrágio do paquete alemão Uruguai</a></strong>, em Cabo-Frio? Nada. Que vale o <strong>incêndio da fabrica da companhia Luz Esteárica</strong>? Coisa nenhuma. Não falo do desaparecimento de uns autos celebres, peça que está em segunda representação, à espera de terceira, porque não é propriamente um drama, embora haja nela um salteador ou coisa que o valha, como nas de <strong><a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Xavier_de_Montépin">Montepin</a></strong>; é um daqueles mistérios da Idade-Média, ornado de algumas expressões modernas sem realidade, como esta: — <strong>Ce pauvre Auguste! On l'a mis au poste</strong>. — Dame, c'est triste, mais c'est juste. — Ce pauvre Auguste! Expressão sem realidade, pois ninguém foi nem irá para a cadeia, por uns autos de nada.</p>
<p>Foi o <strong><a href="http://www.adiaspora.com/_port/gentes/artigo/toureiro.htm">Chico Moniz Barreto</a></strong>, violinista filho de <strong>poeta</strong>, que trouxe de Paris aquela espécie de mofina popular, que então corria nas escolas e nos teatros. Lá vão trinta anos! Talvez poucos franceses se lembrem dela; <span style="color:#000000;font-size:medium;"><strong>eu, que não sou francês, nem fui a Paris</strong></span>, não a perdi de memória por causa do Chico Moniz Barreto, artista de tanto talento, discípulo de <strong>Allard</strong>, um rapaz que era todo arte, brandura e alegria. A graça principal estava na prosódia das mulheres do povo em cuja boca era posto esse trecho de dialogo, — e que o nosso artista baiano imitava, suprimindo os tt às palavras: — Ce pauvr' Auguss'! On l'a mis au poss'! — Dam' c'est triss' mais c'est juss'! — Ce pauvr' Auguss'! — Pobre frase! pobres mulheres! Foram-se como os tais autos e o veto, le ress'!</p>
<p>Mas tornemos ao presente e à Agência Havas. São rebeliões sobre rebeliões, Constantinopla e Cuba, matança sobre matanças, China e Armênia. <span style="color:#000000;font-size:medium;"><strong>Os cristãos apanham dos muçulmanos, os muçulmanos apanham de outros religiosos, e todos de todos, até perderem a vida e a alma</strong></span>. Conspirações não têm conta; as bombas de dinamite andam lá por fora, como aqui as balas doces, com a diferença que não as vendem nos bonds, nem os vendedores sujam os passageiros. Os ciclones, vendo os homens ocupados em se destruírem, enchem as bochechas e sopram a alma pela boca fora, metendo navios no fundo do mar, arrasando casas e plantações, matando gente e animais. Tempestades terríveis desencadeiam-se nas costas da Inglaterra e da França e despedaçam navios contra penedos. Um tufão levou anteontem parte da <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metz">catedral de Metz</a></strong>. A terra treme em vários lugares. Os incêndios devoram habitações na Rússia. As simples febres de Madagascar abrem infinidade de claros nas tropas francesas. Pior é o <strong><a href="http://ww.hmattos.kit.net/historiadamedicina.html">cólera-morbo</a></strong>; mais rápido que um tiro, tomou de assalto a Moldávia, a Coréia, a Rússia, o Japão e vai matando como as simples guerras.</p>
<p>Na Espanha, em <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Granada">Granada</a></strong>, os rios transbordam e arrastam consigo casas e culturas. Granada, ai, Granada, que fases lembrar o velho romance:</p>
<blockquote><p><strong><a href="http://books.google.com.br/books?id=drADAAAAQAAJ&#38;pg=PA234&#38;lpg=PA234&#38;dq=Passeava-se+el+Rey+Moro+Por+la+ciudad+de+Granada&#38;source=web&#38;ots=gP9bp6Z6JP&#38;sig=g8osnpvCMbkoxhx8uT5Jb-ezruM&#38;hl=pt-BR&#38;sa=X&#38;oi=book_result&#38;resnum=8&#38;ct=result">Passeava-se el Rey Moro<br />
Por la ciudad de Granada..</a></strong><a href="http://books.google.com.br/books?id=drADAAAAQAAJ&#38;pg=PA234&#38;lpg=PA234&#38;dq=Passeava-se+el+Rey+Moro+Por+la+ciudad+de+Granada&#38;source=web&#38;ots=gP9bp6Z6JP&#38;sig=g8osnpvCMbkoxhx8uT5Jb-ezruM&#38;hl=pt-BR&#38;sa=X&#38;oi=book_result&#38;resnum=8&#38;ct=result">.</a></p></blockquote>
<p>romance ou balada, que narra o transbordamento do rio cristão, arrancando aos mouros o resto da Espanha. Relede os poetas românticos, que chuparam até o bagaço da laranja mourisca e falaram delia com saudades. Relede o magnífico intróito do <strong>Colombo</strong> do nosso <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_de_Araújo_Porto-alegre">Porto-Alegre</a></strong>: Jaz vencida Granada... Nem reis agora são precisos, pobre Granada, nem poetas te cantam as desgraças; basta a Agência Havas. Os jornais que chegarem dirão as coisas pelo miúdo com aquele amor da atração que fazem as boas notícias.</p>
<p>Não é mais feliz a Itália com o banditismo que renasce, à maneira velha, tal qual o cantaram poetas e disseram novelistas. Uns e outros esgotaram a poesia dos costumes; agora é a polícia e o código. Parece que a grande miséria, filha das colheitas perdidas, cresce ao lado do banditismo e do imposto.</p>
<p>Na Hungria dá-se um fenômeno interessante: desordeiros clericais respondem aos tiros das tropas com pedradas e bengaladas, e há mortos de parte a parte, mortos e feridos. É que a fé também inspira as bengalas. Eis aí rebeldes dispostos a vencer; não se lhes há de pedir que desarmem primeiro, se quiserem ser anistiados. Desarmar de que? A bengala não é sequer um apoio, é um simples adorno de passeio; pouco mais que os suspensórios, apenas úteis. Úteis, digo, sem assumir a responsabilidade da afirmação. Não conheço a historia dos <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Suspensório">suspensórios</a></strong>, sei, quando muito, que <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caio_Júlio_César">César</a></strong> não usava deles, nem <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cicero">Cícero</a></strong>, nem <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Poncio_Pilatos">Poncio Pilatos</a></strong>. Quando eu era criança, toda gente os trazia; mais tarde, não sei por que razão, elegante ou cientifica, foram proscritos. Vieram anos, e os suspensórios com eles, diz-se que para acabar com o mal dos cozes. Talvez se vão outra vez com o século, e tornem com o centenário da <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Waterloo">batalha de Waterloo</a></strong>.</p>
<p><span style="color:#000000;font-size:medium;"><strong>Assim vai o mundo, meu amigo leitor; o mundo é um par de suspensórios.</strong></span> Comecei dizendo que ele não me parece bem, sem esquecer que tem andado pior, e, para não ir mais longe, há justamente um século. Mas a razão do meu receio é a crença que me devora de que o mal estava acabado, a paz sólida, e as próprias tempestades e moléstias não seriam mais que mitos, lendas, histórias para meter medo às crianças. Por isso digo que o mundo não vai bom, e desconfio que há algum plano divino, oculto aos olhos humanos. <span style="color:#000000;font-size:medium;"><strong>Talvez a terra esteja grávida. Que animal se move no útero desta imensa bolinha de barro, em que nos despedaçamos uns aos outros? Não sei; pode ser uma grande guerra social, nacional, política ou religiosa, uma deslocação de classes ou de raças, um enxame de idéias novas, uma invasão de bárbaros, uma nova moral, a queda dos suspensórios, o aparecimento dos autos.</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Angrathar, la puerta de la cólera]]></title>
<link>http://envenom.wordpress.com/?p=142</link>
<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 19:05:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Batou</dc:creator>
<guid>http://envenom.pt.wordpress.com/2008/09/27/angrathar-la-puerta-de-la-colera/</guid>
<description><![CDATA[Con el último parche de la beta se ha añadido el comienzo de la que se asegura desde blizzard que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Con el último parche de la beta se ha añadido el comienzo de la que se asegura desde blizzard que será la cadena de quests más épica de todo el wow. Esta comienza con Alexstrasza, la cual está situada enfrente a la puerta de la cólera, y que nos muestra una épica batalla de la alianza y la horda contra las fuerzas del rey Lich, y que acaba con la traición de un grupo de renegados dirigidos por el Gran Apotecario Putrees,  que bombardean toda la zona, matando tanto vivos como no muertos. Con esto comienza la que es una de los quests más geniales de la expansión: La batalla por Entrañas. Varimathras ha tomado control de la ciudad, y esta se encuentra invadida por grandes criaturas no-muertas y oleadas de demonios. Sylvannas y un gran número de renegados leales a la horda han logrado escapar, y ahora se encuentran en orgrimmar, donde el Jefe de Guerra busca una solución al conflicto. Es así como comienza el asalto a la ciudad, donde Thrall, Vol'jin, Sylvannas, y el grupo de jugadores se adentra en la ciudad respaldados por un ejército de la horda, y que acaba con la muerte de Varimathras. Por desgracia, he de decir que este quest solo está disponible para la horda, y de momento se desconoce si habra una versión de la misma para la alianza.</p>
<p style="text-align:left;">Sin más, os pongo el vídeo de la batalla de la puerta de la cólera, y un enlace a una completa transcripción de los quests de la batalla de Entrañas (que por desgracia está en inglés).</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/s4AgYanQc_4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/s4AgYanQc_4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.blizzplanet.com/content/911" target="_blank">Transcripción de los quests.</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Fin de semana enfermita]]></title>
<link>http://laiafrigola.wordpress.com/?p=266</link>
<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 22:05:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Karina</dc:creator>
<guid>http://laiafrigola.pt.wordpress.com/2008/08/30/fin-de-semana-enfermita/</guid>
<description><![CDATA[Este fin de semana he estado un poco enferma&#8230;, si parece que el último día de piscina (a pes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Este fin de semana he estado un poco enferma..., si parece que el último día de piscina (a pesar de que yo me lo pasé muy bien) no me sentó muy bien y he cogido un poco de anginas, así que este fin de semana fuimos a Colera pero tuvimos días sin playa, sólo jugar un poco con la arena, pero de agua nada de nada.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3069/2818573887_8b89008cab.jpg?v=0" alt="" width="500" height="334" /></p>
<blockquote>
<pre><span style="color:#808080;">Leyendo uno de mis libros preferidos, regalo de los abuelos</span></pre>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Colera in Guinea Bissau: «Non siamo più in grado di contenere l'epidemia»]]></title>
<link>http://demndo.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 16:09:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>demndo</dc:creator>
<guid>http://demndo.pt.wordpress.com/2008/08/24/colera-in-guinea-bissau-%c2%abnon-siamo-piu-in-grado-di-contenere-lepidemia%c2%bb/</guid>
<description><![CDATA[Assume proporzioni apocalittiche il disastro naturale che ha colpito l&#8217;Africa occidentale. Le ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Assume proporzioni apocalittiche il disastro naturale che ha colpito l'Africa occidentale. Le inondazioni hanno costretto alla fuga oltre 200mila persone, aumentando i rischi sanitari per diversi milioni di abitanti. L'allarme è stato lanciato dall'Organizzazione Mondiale della Sanità (Oms). Le inondazioni hanno causato almeno 150mila sfollati in Benin, altri 45mila in Niger e 12mila in Togo. Una situazione che aumenta i rischi di malaria, di diarrea e di infezioni respiratorie, sottolinea l'Oms in un comunicato, con le previsioni che parlano di forti piogge fino a settembre. Benin, Togo, Niger, Mali, Mauritania e Burkina Faso hanno bisogno di aiuti urgenti, ha aggiunto l'organizzazione internazionale. Colpiti anche Sierra Leone, Liberia e Guinea Bissau. </p>
<p>In Guinea Bissau, sono stati registrati 2.018 casi di colera, con 41 decessi, mentre il Benin ha contato 192 casi, fra cui un decesso. «L´epidemia di colera ha raggiunto proporzioni allarmanti e non siamo più in grado di contenerla», è il tragico appello del portavoce del ministero della Sanità, che ha chiesto, in una nota letta sulle principali radio della Guinea Bissau, l´aiuto internazionale di fronte all´epidemia iniziata nei giorni scorsi e che si sta rapidamente propagando nella capitale e in altre due regioni del paese. </p>
<p>Nella stessa nota, riportata dall´agenzia Misna Â– in cui si chiede alla comunità internazionale di intervenire 'prima che sia troppo tardi' Â– il ministero precisa che finora sono 2200 i casi di colera registrati e 53 i decessi confermati. <br><br>Fonte: http://www.unita.it/view.asp?IDcontent=78189</p>
]]></content:encoded>
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