<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>composicao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/composicao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "composicao"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 18:58:14 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Alguns mitos sobre Fotografia Digital (2)]]></title>
<link>http://raphaelbonelli.wordpress.com/?p=203</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 18:08:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raphael Bonelli</dc:creator>
<guid>http://raphaelbonelli.pt.wordpress.com/2008/10/13/alguns-mitos-sobre-fotografia-digital-2/</guid>
<description><![CDATA[Quantas vezes você já escutou, mesmo de pessoas mais habituadas à fotografia, sobre a técnica de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes você já escutou, mesmo de pessoas mais habituadas à fotografia, sobre a técnica de "travar o foco e recompor"? Não se trata de uma mística técnica oriental, mas sim de pressionar o botão disparador da câmera até a metade, desta forma travando o foco da câmera, e então recompor a imagem e finalmente fazer a captura.</p>
<p>A técnica é favorecida, principalmente, em câmera com menor número de pontos de foco, pois lhe forçam a focar sempre em pontos específicos da cena (e então recompor a imagem para enquadrar o que você deseja). Mas se houve falar dela em todos os tipos de câmera.</p>
<p>A questão é: a técnica funciona?</p>
<p>A resposta é: em termos. A possibilidade desta técnica funcionar é diretamente proporcional à sua profundidade de foco e inversamente proporcional ao quanto você tem de mover a câmera para recompor a cena. Por isto a técnica pode ser executada a contento quando se fotografa com câmeras prossumers e compactas (que possuem, normalmente, profundidade de foco maior), mas será um desastre se você tentá-la com uma objetiva 50mm em abertura <em>f</em>/1.4 ou <em>f</em>/1.8.</p>
<p>Alguns podem tentar argumentar: mas se eu recompor sem sair do lugar, o objeto focado ficará à mesma distância da câmera. Aí é que mora o perigo, pois parte do pressuposto de que a área de foco é esférica com centro na câmera, e acredita-se que ao mover a câmera de forma circular (sem se mover do lugar) estará garantindo que o objeto focado continua à mesma distância da câmera e, consequentemente, estará focado.</p>
<p>Acontece que, por mais que sua câmera diga que o ponto de foco esteja a 2m da câmera (do plano focal da câmera), isto não significa que tudo que está a 2m da câmera estará focado. Pelo contrário, apenas o que estiver exatamente no eixo óptico central da câmera (um eixo imaginário que parte perpendicular ao plano do sensor da câmera à partir do centro da lente) é que estará focado a 2m de distância. Tudo que estiver fora deste eixo estará focado em distâncias proporcionalmente mais longas. Isto se deve ao fato de que o eixo focal da câmera é um plano, e não uma esfera.</p>
<p>Veja a ilustração abaixo (a área de DoF é apenas ilustrativa. O DoF se estende, normalmente, um terço antes do Plano Focal e dois terços após o Plano Focal).</p>
<p><a href="http://raphaelbonelli.files.wordpress.com/2008/10/planofocal001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-204" title="planofocal001" src="http://raphaelbonelli.wordpress.com/files/2008/10/planofocal001.jpg" alt="Plano Focal" /></a></p>
<p>Perceba pelas medidas, que a distância de foco aumenta à medida que você se afasta do eixo óptico da câmera. Agora veja, abaixo, o que acontece quando você "gira" a câmera para recompor a cena (no exemplo abaixo, seria um deslocamente lateral para, por exemplo, colocar o "X" no terço esquerdo do enquadramento).</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://raphaelbonelli.files.wordpress.com/2008/10/planofocal002.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-205" title="planofocal002" src="http://raphaelbonelli.wordpress.com/files/2008/10/planofocal002.jpg" alt="Plano Focal" width="318" height="318" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Perceba que no momento em que a câmera é deslocada (bem como o eixo óptico), o plano focal move-se o suficiente para fazer com que o nosso Ponto de Foco (o centro do X) fique foca da área de DoF (Profundidade de Foco), fazendo com que fique fora de foco. Em resumo, o mínimo deslocamento já é suficiente para que o ponto de foco desejado já saia fora do ponto de foco mais preciso da câmera.</p>
<p style="text-align:left;">Um DoF mais profundo pode ajudar a minimizar este efeito, fazendo com o ponto de foco intencionado ainda fique dentro da área de foco aceitável. Mas, de qualquer modo, ainda estará menos nítido do que o ponto de foco preciso.</p>
<p style="text-align:left;">Como evitar o problema?</p>
<p style="text-align:left;">A resposta mais simples seria: não utilize a técnica, selecione manualmente e utilize um dos pontos de auto-foco de sua câmera para acertar o foco no ponto de interesse e fotografe. Mas a resposta não seria convincente, pois quanto menos pontos de auto-foco sua câmera tiver, menores serão suas opções de enquadramento e composição.</p>
<p style="text-align:left;">Então existem diversos fatores que podem minimizar o estrago feito pelo deslocamento no foco da sua imagem.</p>
<p style="text-align:left;">- Utilize aberturas menores, pois quanto menor a abertura (maior o número <em>f</em> ) maior será a profundidade de foco. Isto faz com que sejam maiores as chances do seu ponto de foco intencionado fique dentro da área do DoF. Utilizar abertura grandes, como <em>f</em>/1.8, faz com que qualquer movimento para recompor a cena seja o suficiente para jogar o foco dos olhos para a orelha.</p>
<p style="text-align:left;">- Utilize objetivas grande-angulares. Quanto menor a distância focal da objetiva, maior o DoF dela, e menor a chance do deslocamento tirar o ponto desejado do foco.</p>
<p style="text-align:left;">- Afaste-se do assunto fotografado. Quanto maior a distância entre a câmera e o assunto a ser fotografado, maior o DoF.</p>
<p style="text-align:left;">- Movimente a câmera o mínimo possível. Não use sempre o ponto AF central da sua câmera. Ao contrário, selecione manualmente o ponto AF mais próximo da área de foco intencionada no enquadramento desejado. Fazendo isto você terá de mover a câmera o mínimo possível para recompor a cena, o que minimiza a possibilidade de tirar o ponto desejada do foco.</p>
<p style="text-align:left;">- Escolha uma câmera com bom número de pontos AF. Quantos mais pontos, maiores são suas opções de composição sem a necessidade de recompor a cena após a obtensão do foco.</p>
<p style="text-align:left;">Este artigo não tem a intenção de fazer com que você deixe de utilizar a técnica. Mas sim de alertá-lo para as deficiências e limitações dela, de forma que você possa fazer de forma mais consciente as suas escolhas.</p>
<p style="text-align:left;">Grande abraço.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Margerminal]]></title>
<link>http://r4f4.wordpress.com/?p=632</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 00:24:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>r4f4</dc:creator>
<guid>http://r4f4.pt.wordpress.com/2008/10/10/margerminal/</guid>
<description><![CDATA[Ficando pronta!

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ficando pronta!</p>
<p>[audio http://pederneira.com/r4f4/Margeminal.mp3]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LOGO CRIADA]]></title>
<link>http://fabriciozuc.wordpress.com/?p=177</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 15:48:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabriciozuc</dc:creator>
<guid>http://fabriciozuc.pt.wordpress.com/2008/10/06/logo-criada/</guid>
<description><![CDATA[Com forma simples mais com Pregmância, uma Marca Criada para Internet Banda Larga, direcionada ao ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Com forma simples mais com Pregmância, uma Marca Criada para Internet Banda Larga, direcionada ao Publico de Condominios.</p>
<p>Concepção do nome também pois inicialmente seria chamado DOMÍNIO, mas foi sugerido colocar o Prefixo "COM" para dar associação de internet e sugerir uma proximidade com o  cliente.</p>
[caption id="attachment_178" align="alignright" width="300" caption="COM-DOMINIO"]<a href="http://fabriciozuc.files.wordpress.com/2008/10/conda.jpg"><img class="size-medium wp-image-178" title="conda" src="http://fabriciozuc.wordpress.com/files/2008/10/conda.jpg?w=300" alt="COM-DOMINIO" width="300" height="254" /></a>[/caption]
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Toque-me...]]></title>
<link>http://coletaneartesanal.wordpress.com/?p=156</link>
<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 00:01:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lunna</dc:creator>
<guid>http://coletaneartesanal.pt.wordpress.com/2008/09/30/toque-me/</guid>
<description><![CDATA[Eu acordei com aquela música a ecoar pela casa. Aquela que tu não gostas e não entendes porque eu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acordei com aquela música a ecoar pela casa. Aquela que tu não gostas e não entendes porque eu ouço. Esta mesma que segue tocando aqui entre estas quatro paredes e segue falando de um amor impossível. com cheiro de rosas entregues sem esperar. Com gosto de bombons em caixas com laços que adoçam minha boca para o beijo teu. Com a ilusão de uma dança - nossos corpos e o silêncio que fica depois que a gente adormece um no outro!</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://coletaneartesanal.files.wordpress.com/2008/09/pubis21.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-165" title="pubis21" src="http://coletaneartesanal.wordpress.com/files/2008/09/pubis21.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a> <strong>Fotografia. David Nobrega</strong></p>
<blockquote><p><strong>Feito Tatuagem</strong></p>
<p>Me visto de ti,<br />
Meu amor...<br />
trajo tua pele<br />
Que me liberta<br />
Para ser o que sou.</p>
<p>Misturo nossas peles<br />
O Dragão de teu ombro,<br />
Cola no meu...<br />
Fico tatuada<br />
Tenho tuas marcas...<br />
No embalo gostoso do teu corpo,<br />
Mergulho em nossas almas<br />
E ficamos únicos...<br />
Não sou mais uma flor pálida<br />
E sim aquela que hoje ensurdece o amor.</p>
<p>De olhos fechados,<br />
Sinto teu sopro tocar minha alma...</p>
<p>E entrego-me!Faço - me Tua<br />
A mulher que com um beijo roubado...<br />
Tu conquistou.</p>
<p>Letícia Coelho</p></blockquote>
<p><strong>Um quarto à meia luz </strong></p>
<p>tinha algo estranho pairando no ar naquela tarde, cara. um dia cinzento como qualquer outro dia nublado e as duas encolhidas jogadas pelos cantos daquele quarto. palavras vazias voavam de uma à outra causando-lhes espasmos. escondiam seus corpos maculados debaixo de fantasias transparentes. sabiam de tudo e não queriam saber de nada. a atmosfera cinzenta alternava solidez e ausência. solidez e ausência. elas estavam enlouquecendo. o silêncio instalou-se no quarto e por lá permaneceu uns quinze minutos, sentiram décadas se arrastando a passar, depravando suas mentes castas. queria urrar. quebrar aquele muro de vidro que as separava. a outra foi mais rápida: desista, baby, a porra desse amor lésbico vai devorar nossas entranhas. a partir de então não via mais uma carne branca desconhecida desmaiada numa aresta qualquer daquelas paredes. ela era a sua imagem e passou a amá-la com algo mais que amor próprio.</p>
<p>Cássia Guerra</p>
<blockquote><p><strong>*****</strong></p>
<p>Olhos diluídos<br />
Onde nunca circulam<br />
Os comboios da infância<br />
Cravadas na pele<br />
Viagens sonhadas<br />
Escurecida de solidões</p>
<p>Encontrar tranquilidade<br />
Nos afectos<br />
Ausentes<br />
De um velho<br />
Menino<br />
Só</p>
<p>No cinzeiro dos dias adiados<br />
Pontas esmagadas<br />
Da captura que oprime<br />
O açaime<br />
Arritmia vibrátil</p>
<p>Angústias dissolvidas<br />
Num gesto<br />
Eficaz<br />
Guilhotina para emoções<br />
Incómodas</p>
<p>Não se engavinham mais<br />
As urtigas<br />
Na carne castigada<br />
Abulia</p>
<p>Silêncio no teclado abandonado</p>
<p>Licínia Regateiro</p></blockquote>
<p><strong>Palavras ao mar </strong></p>
<p>Estranha relação aquela com o mar. Se ao menos fosse coisa do astral, se tivesse nascido em Peixes, Aquário, Câncer... Mas que nada, era de fogo, fogo duplo: Leão com ascendente em Sagitário – embora um Leão-quase-Virgem, que lhe rendera uns vestígios de obsessividade e a fizera fã de histórias de detetive. Não era um motivo de origem – além das origens aquáticas de todos nós, é claro –, mas um traço debussiano aprendido muito cedo nos discos que o pai ouvia a toda hora. E mais: ainda que nascida no Rio, sempre havia morado na Tijuca, longe do mar. Não conhecia senão de ouvir falar a aporrinhação dos metais oxidados, da umidade, do cheiro de maresia.</p>
<p>Aprendeu o mar em contatos encantados nas praias da infância, e as recomendações dos adultos a maravilhavam: então muito perigoso, e perigoso passou a ser sinônimo de bonito, inefável, de não ter muita certeza de nada e olhar com uma desconfiança arrebatadora todas as coisas desconhecidas. Com o mar aprendeu o mistério das palavras – vá alguém confiar nas palavras, mutantes como o mar. Aprendeu com o mar a ver as coisas pela luz que transforma tudo, das cores ao sentido. Entrar no mar a deixou "séria de ventura e aventura", como diz Clarice, e lhe ensinou que se pode experimentar uma ausência de limites sem se diluir no nada, ficando criança para sempre.</p>
<p>Nunca mais deixaria de ser criança, mesmo quando a maturidade lhe ensinasse a dura lição das impossibilidades. Aprendeu a vida embalada pela marola da calmaria, espancada pelo caixote inesperado, lutando contra a corrente e furando a onda verde para sair meio torta do outro lado, mais forte e mais humilde. Mergulhou na vida para confirmar o que já previa: para a vida como para o mar somos pouco mais que uma bolinha de pinball.</p>
<p>A diferença é que a bolinha vai e vem sem dizer nada e, tanto quanto se sabe, sem se alterar em sua natureza de bolinha. Mas com gente é diferente, já dizia Geraldo Vandré. Gente às vezes não consegue ficar à tona e pode mesmo escolher não ficar.</p>
<p>Deve ter acreditado que entrando no mar daquele jeito voltaria ao perigo inefável, ao desconhecido arrebatador. Deve ter ido em busca, quando não havia mais nada para buscar em terra firme. Tinha mesmo fortes motivos para preferir o mar.</p>
<p>Adelaide Amorin</p>
<blockquote><p><strong>Mãos</strong></p>
<p>Pelos caminhos<br />
Solitários do desejo<br />
Vagam minhas mãos<br />
Em busca de carinho<br />
Querem se dar<br />
Duas mãos teimosas<br />
Querendo acariciar<br />
Algo que se mova<br />
Nessa imensa planície<br />
Em que me encontro<br />
A própria cama</p>
<p>Adriana Costa</p></blockquote>
<p><strong>Urgentemente</strong></p>
<p>Eu já não sou quem era. Anunciei Setembro como quem se entristece pelas folhas caídas e pela chuva, pela infância perdida cedo demais e pelos lugares distantes sempre difíceis de alcançar. Disse que Setembro era uma ferida aberta. E esqueci-me de viver, entretanto. Mas nada disso importa agora. Pedi secretamente um alvoroço: algum sinal que me fizesse mudar de rumo. Um desejo traiçoeiro. Eu já não sou quem era. O motim aproximou-se – varreu-me os pés – virou-me do avesso. Revoltou-me. Agora sou um lugar enevoado que corre desenfreado - sem destino. Transformei-me numa prece de mãos atadas. Desconheço o caminho que tenho pela frente e insisto em rasgar apertos: sou um sorriso cauteloso que vigia o tempo e uma valentia qualquer que me é estranha. Levo tudo comigo e de boa vontade. Sou um abrigo de inquietações. Estou disposta em ramo - os braços abertos - pronta para estender os medos numa rodilha e conhecê-los de cor pelo cheiro. Na passagem lenta de um fim de tarde – o chão ruiu - e eu precipitei-me de imediato na escuridão. E nisto, foi um corpo que caiu sem aviso durante a vida. E ninguém nos previne deste súbito abandono. Suponho-me sentada, a entrelaçar os nós dos dedos nessas mãos tão frias – e o regresso à vida lá fora reflecte-se algures nesses olhos já de si agitados. Pedaço a pedaço, chegam as horas claras. Talvez seja esta a melhor maneira de silenciar o choro para além da dor. Só uma certeza: eu já não sou quem era. Vai entrando pela janela um vento morno, eu sei. Prevê-se que assim acalme a pele e traga pequenas ondas de esperança. É urgente essa luz no rosto. E o amor nasce-me por dentro em direcção a ti. Eu já não sou quem era. E - por isso mesmo - agora posso acreditar: reinventarei ainda hoje os humildes milagres para não te deixar.</p>
<p>Vanessa</p>
<blockquote><p><strong>Toque-me</strong></p>
<p>...ao me encontrar num fim de tarde<br />
De horas se perdendo junto ao vento<br />
Deixe que teus braços encontrem minha pele<br />
...revele meus anseios e desejos,<br />
Sinta minhas veias te descobrindo primeiro!<br />
Não desapareça...</p>
<p>Toque-me!</p>
<p>...ao me ver partindo pela noite afora<br />
Com os olhos pregados nas estrelas,<br />
...munido da doce ilusão de encontrá-lo por entre elas<br />
Não deixe que eu me perca...<br />
Deixe que teu sorriso me encontre<br />
E seqüestre os meus sentidos!<br />
...por um instante apenas deixe-me fechar os olhos<br />
Repousando calmamente em tuas mãos<br />
Enquanto tu reinventa o traço em minha face!<br />
E quando eu abrir os olhos esteja lá...</p>
<p>Toque-me!</p>
<p>...quando a madrugada vestir-se de manhã<br />
Sem pressa alguma<br />
E o vento abraçar as cortinas<br />
A pele vestindo-se de arrepios<br />
Desperte-me com um beijo teu<br />
...lento - atrevido!<br />
Não se despeça...</p>
<p>Toque-me!</p>
<p>Lunna Guedes</p></blockquote>
<p style="text-align:center;"><a href="http://coletaneartesanal.wordpress.com/2008/09/30/sofreguidao/" target="_self"><strong>*** Continua ***</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Notas de uma Preh-muhsica]]></title>
<link>http://r4f4.wordpress.com/?p=542</link>
<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 23:26:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>r4f4</dc:creator>
<guid>http://r4f4.pt.wordpress.com/2008/09/24/notas-de-uma-preh-muhsica/</guid>
<description><![CDATA[
Gravao em que ando fritando meus nervos&#8230;.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>[audio http://www.pederneira.com/r4f4/P41.mp3]</p>
<p>Gravao em que ando fritando meus nervos....</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Regra dos terços]]></title>
<link>http://aprendendoafotografar.wordpress.com/2008/09/18/regra-dos-tercos/</link>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 09:02:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabio</dc:creator>
<guid>http://aprendendoafotografar.pt.wordpress.com/2008/09/18/regra-dos-tercos/</guid>
<description><![CDATA[
Todos que tem o mínimo de intimidade com a fotografia já deve ter ouvido falar sobre a tal regra ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear:both;text-align:center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_UwX2Nr8CJLM/SN9ddldjZzI/AAAAAAAACgY/mZP3rZsIsRU/s1600-h/regra+dos+ter%C3%A7os.gif"><img src="http://3.bp.blogspot.com/_UwX2Nr8CJLM/SN9ddldjZzI/AAAAAAAACgY/PMf5Q5w9MMs/s320-R/regra+dos+ter%C3%A7os.gif" border="0" alt="" /></a></div>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">Todos que tem o mínimo de intimidade com a fotografia já deve ter ouvido falar sobre a tal <strong>regra dos terços</strong>. É um dos conceitos básicos da fotografia no que diz respeito à composição, no qual todos os aspirantes a fotógrafos devem ter muita atenção. Tirar fotos vai muito além de simplesmente olhar, achar bonito e fotografar.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">Um dos maiores erros cometidos na hora de fotografar, sobretudo quando não temos a mínima noção técnica e estética sobre o tema, é colocar o sujeito da fotografia, ou seja, o motivo principal, no centro do enquadramento, sem prestar atenção ao cenário que a compõe.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">Então o que seria a regra dos terços? O principio básico dessa regra tem como objetivo dividir, horizontal e verticalmente, a imagem em três partes iguais, como um jogo da velha (imagem acima), para que os elementos sejam distribuídos organizadamente na tela. A intersecção provocada por essas linhas é chamada de ponto de ouro ou ponto áureo.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">Além de bem distribuir os elementos, essa regra obedece a uma padrão comportamental, sobretudo entre os ocidentais, que, ao observar uma cena, seja ela qual for, a tendência é percorrer com o olhar sempre no sentido horário, ou seja, da esquerda para a direita.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">Vejamos alguns exemplos de fotografias que obedecem a essa regra:</p>
<div class="separator" style="clear:both;text-align:center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_UwX2Nr8CJLM/SN9nqD6njSI/AAAAAAAACgo/gP2uaSGmMdc/s1600-h/regra+dos+ter%C3%A7os.png"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_UwX2Nr8CJLM/SN9nqD6njSI/AAAAAAAACgo/zZWO08fCqIg/s400-R/regra+dos+ter%C3%A7os.png" border="0" alt="" /></a><a href="http://2.bp.blogspot.com/_UwX2Nr8CJLM/SN9qI5Gde1I/AAAAAAAACg4/Xt3id2WXamg/s1600-h/h_cartier-Bresson.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_UwX2Nr8CJLM/SN9qI5Gde1I/AAAAAAAACg4/rJzMYNql984/s320-R/h_cartier-Bresson.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<div class="separator" style="clear:both;text-align:left;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">Repare que nas imagens acima, feitas pelo mestre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Cartier-Bresson">Henri Cartier-Bresson</a>, todos o elementos estão distribuídos dentro das linhas imaginárias horizontais e verticais, dando a noção de equilíbrio à imagem.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">
</div>
<div class="separator" style="clear:both;text-align:left;">
<p class="western" align="left">Embora essa seja uma regra muito importante ao compor uma cena fotográfica, ela não é uma lei. Por isso não devemos nos tornar reféns dela.</p>
<p class="western" align="left">O bom-senso e o bom gosto, embora sejam conceitos subjetivos, devem sempre ser levados em conta ao tirar uma fotografia, independente das regras. Então, não deixe de fotografar aqueles momentos alegres com amigos e familiares somente porque não será possível utilizar todas as técnicas estudadas. Mas se for possível, com certeza dará um toque especial à foto.</p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oncinha!!! ahahahahaha]]></title>
<link>http://donamocinha.wordpress.com/?p=191</link>
<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 18:20:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>donamocinha</dc:creator>
<guid>http://donamocinha.pt.wordpress.com/2008/09/11/oncinha-ahahahahaha/</guid>
<description><![CDATA[
foto: Egydio Zuanazzi - maleta O Design Animado, broche Piorsky, grampo VirgeMaria, pulseira Árvor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://donamocinha.files.wordpress.com/2008/09/onca.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-192" title="onca" src="http://donamocinha.wordpress.com/files/2008/09/onca.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>foto: Egydio Zuanazzi - maleta O Design Animado, broche Piorsky, grampo VirgeMaria, pulseira Árvore e pulseiras Laundry  /Todateen</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pioneira no Brasil]]></title>
<link>http://leandronunesfoto.wordpress.com/?p=602</link>
<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 17:59:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>leandronunesfoto</dc:creator>
<guid>http://leandronunesfoto.pt.wordpress.com/2008/09/11/pioneira-no-brasil/</guid>
<description><![CDATA[A editora Photos pioneira em livros técnicos sobre fotografia e photoshop, lança mais 2 títulos n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A editora Photos pioneira em livros técnicos sobre fotografia e photoshop, lança mais 2 títulos no mercado.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-603" title="m_2709" src="http://leandronunesfoto.wordpress.com/files/2008/09/m_2709.jpg" alt="" width="177" height="200" /></p>
<table border="0" cellspacing="10" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td class="fonte_gravata_10" valign="top">
<div class="texto6"><span class="texto6"><strong>Arte da Composição</strong></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="fonte_gravata_10" valign="top">
<div class="txt_txt">de Ernesto Tarnoczy Junior</p>
<p>O primeiro livro brasileiro sobre composição fotográfica.</p></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Este livro mostra ao fotógrafo iniciante, amador avançado ou profissional, técnicas eficientes para compor elementos em fotografia, desde paisagens, fotografia abstrata, fotojornalismo, fotografia de casamento, still life e arquitetura. São mais de 120 fotos do autor, distribuídas ao longo de onze capítulos e analisadas uma a uma a partir de leis que regem a natureza, a sociedade e o próprio Universo. O livro discorre sobre os conceitos de movimento, equilíbrio, ritmo, diversidade, unicidade, diálogo, diagonal, primeiro plano, perspectiva, seção áurea e momento decisivo. Em cada capítulo, Ernesto Tarnoczy Junior mostra, na prática, a aplicação de cada conceito. O livro é a destilação de 27 anos de estudo da arte da composição na fotografia.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-604" title="m_2710" src="http://leandronunesfoto.wordpress.com/files/2008/09/m_2710.jpg" alt="" width="182" height="200" /></p>
<table border="0" cellspacing="10" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td class="fonte_gravata_10" valign="top">
<div class="texto6"><span class="texto6"><strong>Preto no Branco – Fotos e Fatos</strong></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="fonte_gravata_10" valign="top">
<div class="txt_txt">de Flávio Damm</p>
<p>“...Numa das saídas do aeroclube, à pouca altura ainda, na direção da igreja da Penha, o motor parou. E voltou a funcionar. Repetiu esse preocupante comportamento quatro vezes. Gritei para o piloto, querendo saber o que estava havendo. Perdíamos um pouco de altura e logo o motor voltava a funcionar. Foi quando o Lugão me respondeu, gritando a frase fatal:<br />
- Estou avisando a minha mulher que hoje não vou almoçar em casa...”</p>
<p>Em seus 64 anos de fotojornalismo, Flávio Damm viu quase de tudo. Neste livro ele conta algumas deliciosas histórias, vividas no calor do sertão ou sob a pompa das cerimônias oficiais, cumprindo pautas para a extinta revista O Cruzeiro. E mostra suas fotos, num preto-e-branco elegante, registros impecáveis de sua atenta busca pelo “cotidiano surreal”.</p></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Composição Gráfica]]></title>
<link>http://opulga.wordpress.com/?p=93</link>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 12:45:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>faelvasco</dc:creator>
<guid>http://opulga.pt.wordpress.com/2008/09/02/composicao-grafica/</guid>
<description><![CDATA[
Iai galera o seguinte esse é um show reel de um cara chamado Fabio lá da Roma um fera em composi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.fabioluongo.com/reel_2008.mp4" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-94" src="http://opulga.wordpress.com/files/2008/09/reel_2008.png" alt="" width="351" height="188" /></a></p>
<p>Iai galera o seguinte esse é um show reel de um cara chamado Fabio lá da Roma um fera em composição. Um trabalho impressionante, este curta tem uma similariedade muito grande com o jeito que DAVID FINCHER faz as coisas.</p>
<p>Veja voce mesmo e tire suas conclusões</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Composição musical em um tablet (Conceitual)]]></title>
<link>http://nerdsnavan.wordpress.com/?p=183</link>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 17:11:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Celo</dc:creator>
<guid>http://nerdsnavan.pt.wordpress.com/2008/08/21/composicao-musical-em-um-tablet-conceitual/</guid>
<description><![CDATA[Compositor Musical
O pessoal da Yanko Design projetou esse Tablet para  composições musicais. Voc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="" align="alignright" width="300" caption="Compositor Musical"]<img src="http://www.coolest-gadgets.com/wp-content/uploads/compose1-300x297.jpg" alt="CompositorMusicalTablet " width="300" height="297" />[/caption]
<p>O pessoal da <a href="http://www.yankodesign.com/">Yanko Design</a> projetou esse <em>Tablet</em> para  composições musicais. Você simplesmente <span style="text-decoration:line-through;">grita</span> canta  na caneta como se ela fosse um microfone (e é) e  depois coloca ela no buraquinho (Oo), que mais parece  um carregador para a caneta. Pronto!. A mesinha  digitaliza sua canção em partitura e já toca pra você  ouvir sua "bela composição". Rá!</p>
<p>Para as pessoas mais conservadoras a mesa permite  que a componha à moda antiga, enquanto você escreve  sua partitura, a mesa digitaliza os símbolos e já  reproduz o som para você ouvir.</p>
<p>Altamente prático! Pena que ainda é conceitual ne?</p>
<p>Acho que o público pra esse tipo de aparelho é muito  específico e talvez seja inviável comercializar em larga  escala. Mas a idéia é ótima!</p>
<p>Imagina agora você, que compõe aquela música só no cantarolar, poder gravar a partitura de sua composição e poder ouvir quantas vezes quiser. Ah! Essa mesinha tem uma biblioteca de mídia que reproduz diversos instrumentos de uma orquestra! Ou seja, você escreve a partitura e já ouve com o instrumento que você idealizou tocando.</p>
<p>Genial!</p>
<p>Mais <a href="http://www.yankodesign.com/2008/08/18/compose-music-all-high-tech-like/">Nesse site</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.coolest-gadgets.com/20080820/music-composing-gets-digital-%E2%80%A6/#more-16306">The Collest Gadgets</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A volta do esfarrapado]]></title>
<link>http://r4f4.wordpress.com/?p=404</link>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 13:50:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>r4f4</dc:creator>
<guid>http://r4f4.pt.wordpress.com/2008/08/21/a-volta-do-esfarrapado/</guid>
<description><![CDATA[De ternura acimentada
na rispidez do co
por uma pernada
de morto-vivo.
Agarrado de semelhanas
encr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>De ternura acimentada<br />
na rispidez do co<br />
por uma pernada<br />
de morto-vivo.</p>
<p>Agarrado de semelhanas<br />
encrespando os respaldos<br />
na barriga do ronaldo<br />
uma urtiga de pelicano.</p>
<p>Com trs mais-ou-menos<br />
algo que no se quer saber<br />
por a vai e as vezes no.</p>
<p>De barba mal feita<br />
esperando o cactus<br />
na fileira barroca.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Traduzindo Gilberto Gil - II]]></title>
<link>http://tempoesia.wordpress.com/?p=191</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 19:51:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raquel Carvalho</dc:creator>
<guid>http://tempoesia.pt.wordpress.com/2008/08/17/traduzindo-gilberto-gil-ii/</guid>
<description><![CDATA[

Gilberto Gil
 

Refazenda
Esta composição de Gil data de 1975 e faz muita gente pensar que fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><strong></strong></div>
<p><strong></p>
[caption id="attachment_192" align="alignnone" width="300" caption="Gilberto Gil"]<a href="http://tempoesia.files.wordpress.com/2008/08/refazenda.jpg"><img class="size-medium wp-image-192" src="http://tempoesia.wordpress.com/files/2008/08/refazenda.jpg?w=300" alt="Gilberto Gil" width="300" height="299" /></a>[/caption]
<p> </p>
<p></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Refazenda</strong></p>
<p>Esta composição de Gil data de 1975 e faz muita gente pensar que foi criada pra enviar mensagens subliminares sobre a ditadura militar, por causa do abacateiro (cor verde oliva, a mesma cor do Exército Brasileiro) e do trecho "acataremos teu ato" , que parece uma referência à obediência obrigatóra e incondicional às forças do Estado ditatorial, exigidas na forma dos Atos Institucionais, entre outras informações "suspeitas" embutidas no texto da música.</p>
<p>O interessante é que o próprio Gil fala desta noção que sempre fica, e diz que isso nem lhe passou pela cabeça no momento de criação desta famosa canção. Sua idéia para Refazenda é justamente a de uma recriação natural, da volta à natureza (nós também somos do mato) e do aprendizado de seu tempo, porque temos que saber esperar o tempo certo das coisas, as frutas são temporãs, não nascem no momento que queremos, mas no tempo da natureza.</p>
<p>Guariroba é o nome da fazenda em que Gil sonhava criar uma comunidade alternativa, totalmente voltada pro ritmo da natureza, mas que não deu certo, então a fazenda foi vendida.</p>
<p>Gil ainda comparou sua temporada na pasta da Cultura com esta música, quando citou para os jornalistas, em entrevista coletiva, na ocasião de sua despedida do cargo:</p>
<p>“Acho que 'Refazenda' tem tudo a ver com esse momento. É Refazenda, que por acaso em algum momento se refere ao Planalto Central, às pragas planaltinas. Esse governo significa uma refazenda extraordinária para o país. O presidente me relatava há pouco o avanço da agricultura familiar com os biocombustíveis. Eu a cederia como jingle. Amanhecerá tomate e anoitecerá mamão."</p>
<p>Com esta frase ele encerrou sua participação no Ministério da Cultura, insinuando que as mudanças no governo Lula têm sido e ainda serão muito significativas para o país.</p>
<p>__________________________________________________________________________________________</p>
<p>Abacateiro<br />
Acataremos teu ato<br />
Nós também somos do mato<br />
Como o pato e o leão<br />
Aguardaremos<br />
Brincaremos no regato<br />
Até que nos tragam frutos<br />
Teu amor, teu coração</p>
<p>Abacateiro<br />
Teu recolhimento é justamente<br />
O significado<br />
Da palavra temporão<br />
Enquanto o tempo<br />
Não trouxer teu abacate<br />
Amanhecerá tomate<br />
E anoitecerá mamão</p>
<p>Abacateiro<br />
Sabes ao que estou me referindo<br />
Porque todo tamarindo tem<br />
O seu agosto azedo<br />
Cedo, antes que o janeiro<br />
Doce manga venha ser também</p>
<p>Abacateiro<br />
Serás meu parceiro solitário<br />
Nesse itinerário<br />
Da leveza pelo ar<br />
Abacateiro<br />
Saiba que na refazenda<br />
Tu me ensina a fazer renda<br />
Que eu te ensino a namorar</p>
<p>Refazendo tudo<br />
Refazenda<br />
Refazenda toda<br />
Guariroba</p>
<p>_________________________________________________________________________________________</p>
<p>Amostra grátis:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/mUliwjOoN-8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/mUliwjOoN-8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Releitura, com Greice Ive (linda versão):</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/tLNQloAXENg'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/tLNQloAXENg&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Avesso...]]></title>
<link>http://acqua.wordpress.com/?p=695</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 22:00:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lunna</dc:creator>
<guid>http://acqua.pt.wordpress.com/2008/08/14/avesso/</guid>
<description><![CDATA[
Poderias tu
Entender esse avesso meu
&#8230;que tenho e não nego?
Entender que a noite
&#8230;é i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><a href="http://acqua.files.wordpress.com/2008/08/avesso.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-696" src="http://acqua.wordpress.com/files/2008/08/avesso.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a><br />
Poderias tu<br />
Entender esse avesso meu<br />
...que tenho e não nego?</p>
<p>Entender que a noite<br />
...é instinto!<br />
É arte invadindo os poros<br />
...é vento soprando forte<br />
É brisa fria cobrindo a pele!</p>
<p>Poderias tu<br />
Entender que agora,<br />
...eu preciso muito de mim<br />
Mais que de você?</p>
<p>A noite trás o silencio para dentro de mim<br />
Me expulsa mundo afora<br />
E me ampara nos versos<br />
...que o dia não entende!</p>
<p>Poderias tu,<br />
Entender esse avesso meu<br />
...que tenho e não nego?</p></blockquote>
<p>Mais um poema da série Outros Tempos editado. Este é um discurso entre esse alguém que de certa forma sou eu e pode bem ser qualquer outro que admire a noite, essa figura sem igual, mágica. Esse poema é quase uma explicação do que é a noite para a alma de quem ousa invadí-la e na última hora "brincar" de um verso fazer.</p>
<p>Esse poema surgiu há tempos e no tempo que veio até mim, foi até outra pessoa também, essa figura humana que me alcança e as vezes desaparece, não é mesmo<strong> <a href="http://scriptus-leticia.blogspot.com/">Letícia</a></strong>?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Solução em Design]]></title>
<link>http://duoland.wordpress.com/?p=150</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 16:17:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>duoland</dc:creator>
<guid>http://duoland.pt.wordpress.com/2008/08/07/solucao-em-design/</guid>
<description><![CDATA[Problemas em diagramação, composição e/ou cores?
Eis a solução do seu design:

kkkkkkkkkkkkkkk]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Problemas em diagramação, composição e/ou cores?</p>
<p>Eis a solução do seu design:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/U6Ap6Ck0aKI'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/U6Ap6Ck0aKI&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...</p>
<p>Adoro essa praticidade do mundo moderno.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pnico na Marginal]]></title>
<link>http://r4f4.wordpress.com/?p=359</link>
<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 03:04:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>r4f4</dc:creator>
<guid>http://r4f4.pt.wordpress.com/2008/08/02/panico-na-marginal/</guid>
<description><![CDATA[
Aprendendo o preso
se liberta da priso
do ventre da sabedoria
do ser e da utopia.
Preso na margina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>[audio http://www.pederneira.com/r4f4/marginbounc3.mp3]</p>
<p>Aprendendo o preso<br />
se liberta da priso<br />
do ventre da sabedoria<br />
do ser e da utopia.</p>
<p>Preso na marginal<br />
da chuva.</p>
<p>Transito entre a<br />
confuso do centro<br />
que me irrita<br />
a vista, concreta.</p>
<p>O asfalto morno<br />
hipnotiza<br />
o fluxo.</p>
<p>o impulso<br />
se realiza<br />
em pane.</p>
<p>Sndrome do pnico.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carta aberta para compositores - Por Brian McLaren]]></title>
<link>http://pibbjovem.wordpress.com/?p=115</link>
<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 12:27:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos Leite</dc:creator>
<guid>http://pibbjovem.pt.wordpress.com/2008/08/01/carta-aberta-para-compositores-por-brian-mclaren/</guid>
<description><![CDATA[Saudações!
Companheiros compositores, companheiros adoradores, líderes de adoração, companheiro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pibbjovem.files.wordpress.com/2008/08/brian.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-116" src="http://pibbjovem.wordpress.com/files/2008/08/brian.jpg?w=300" alt="" width="300" height="251" /></a>Saudações!</p>
<p>Companheiros compositores, companheiros adoradores, líderes de adoração, companheiros músicos/artistas e seguidores de Jesus:</p>
<p>Durante os últimos anos tenho tido o privilégio de estar ´na estrada´ falando com jovens líderes que estão ‘emergindo’. Acho que fui convidado a falar para eles para cumprir alguma cota de responsabilidade dos que passaram a casa dos 40 anos, e também porque muitos dos ‘líderes em emersão’ estão lidando com o tema da pós-modernidade – tema esse que me fez perder os cabelos, e sobre o qual tenho escrito alguns livros.</p>
<p>Em casa, sirvo como pastor de uma igreja que tem o compromisso de entrar na transição pós-moderna e lidar com esses assuntos com ousadia e confiança. Digo ´ousadia e confiança´ sabendo que ainda não existem mapas para guiar a igreja nesta aventura – então, não sabemos exatamente aonde estamos indo, mas estamos tentando seguir Jesus. Acho que nos sentimos como os filhos de Israel, que deixaram o Egito da modernidade e cruzaram o Mar para o deserto – estamos confiando que uma nuvem e um pilar de fogo, enviados por Deus, nos guiarão de dia e de noite.</p>
<p>Um dos benefícios extras em viajar muito, como músico, é que tenho a oportunidade de ouvir dezenas de bandas e líderes de louvor. E tenho gastado, literalmente, horas em cada evento, sendo liderado na adoração. São várias as observações e afirmações que eu poderia compartilhar com você, que é líder de louvor. Existem tantas tendências encorajadoras, além de alguns problemas persistentes, mas uma tendência realmente sobressai sobre todas as outras. O que vou dizer agora, na verdade, é mais um pedido do que uma observação: um pedido para que os compositores do nosso meio explorem e então liderem a um novo território – nas letras das músicas e também espiritualmente.</p>
<p>Escutamos muitas reclamações sobre música fraca, letras repetidas e teologicamente ralas (e outras coisas) no mundo da música cristã contemporânea. Algumas dessas reclamações vêm de pessoas que, no fundo, gostariam que de voltar a cantar hinos, como nos anos 50 (1850 ou 1950 – você escolhe). Não estou interessado em reclamar e tenho pouco interesse nos anos 50 (talvez me interesse por 2050). O que eu quero dizer é que muitos de nós acreditamos que estamos entrando (ou que já entramos) num período significativo – tanto teologicamente, como culturalmente e espiritualmente – e talvez historicamente tão significativo quanto o período de Reforma, quando o mundo medieval abriu o caminho para o mundo moderno.</p>
<p>Agora, enquanto o moderno abre o caminho para o mundo pós-moderno, temos expectativas para ver uma revolução teológica (finalmente nos ajudando a ser mais bíblicos e mais espirituais, mais efetivos em nossa missão – e, por favor, Deus, mais claros em relação a qual é a nossa missão).</p>
<p>Mas, aqui é onde pega. No mundo moderno, a teologia foi feita por estudiosos e foi expressa em livros e preleções. No mundo pós-moderno, muitos de nós acreditamos que os estudiosos terão que deixar a biblioteca com mais freqüência para se misturarem mais com o resto de nós. Os melhores deles vão se unir com mãos e corações aos poetas, músicos, produtores de filmes, atores, arquitetos, paisagistas e decoradores, dançarinos, escultores, pintores, autores, fotógrafos, web-designers e qualquer outro irmão ou irmã do ramo artístico – não somente para comunicar ao mundo pós-moderno a teologia cristã – mas também para o discernir e o descobrir. Porque uma das maiores transições é a do cérebro esquerdo para o cérebro inteiro, do reduzido raciocínio analítico para uma teologia holística abrangente – uma teologia que trabalha na mente e no coração, no entendimento e na imaginação, na proposição e na imagem, na clareza e no mistério, na explicação e na narração, na exposição e na expressão artística.</p>
<p>Nossos compositores poderiam fazer um papel espiritual chave, enraizando mais desta teologia holística em nosso povo. Mas infelizmente eu tenho sentado e participado de vários períodos extensos de louvor ao redor do país e sinto que nossas letras de músicas não estão nos guiando até esse novo território. Em alguns instantes, na verdade, estão nos segurando. Por favor, POR FAVOR, não escute isso como crítica, mas como uma sugestão – ´gentil, mas feita de coração´ – para mudança.</p>
<p>Vamos ser específicos: uma quantidade exagerada das nossas letras são até embaraçosas e pessoais – sobre Jesus e eu. Intimidade pessoal com Deus é um passo maravilhoso acima do dogma, que é frio, abstrato e inflexível. Mas não é a história completa. De fato – e talvez isso choque – a intimidade não é o ponto central no novo mundo em surgimento, pós-moderno. Uma música conhecida que tenho ouvido em muitos períodos de louvor nos últimos anos (que inclusive cantamos em Cedar Ridge, onde sou pastor) fala que adoração é ´tudo sobre Você, Jesus´, mas, à parte desta frase, sinto que adoração e Cristianismo em geral tornaram-se ´tudo a respeito de mim, mim, mim´. Se você duvida do que estou falando, preste atenção na próxima vez que estiver cantando num período de louvor. É a respeito de como Jesus me perdoa, me dá segurança, me faz sentir a sua presença, me fortalece, me abraça, me toca, me renova, etc., etc. Sim, tudo isso é bom. Mas, se um marciano viesse a Terra para nos observar, acho que observaria uma das duas opções: a) Estas pessoas são um pouco disfuncionais e precisam de terapia do ‘abraço’ (o que é irônico, porque os cristãos são as pessoas financeiramente mais estáveis no mundo, que foram abençoadas em todos os aspectos muito mais do que qualquer outro grupo na história), ou b) Estas pessoas não ligam nem um pouco para o resto do mundo, e sua religião/espiritualidade faz com que elas sejam tão egoístas quanto os ‘não-cristãos’, porém, em termos espirituais e não materiais. (Vale a pena ler esta última frase novamente!).</p>
<p>Eu acho que nenhuma das duas opções é tão verdadeira como aparenta para um ET, mas acho que nós, compositores, continuamos fazendo músicas deste tipo porque pensamos que é isso que as pessoas querem e precisam. O que assusta é que embora eu não ache que as observações são completamente verdadeiras, sei que podem se tornar, a menos que façamos alguma coisa para corrigir isso e procurar por um equilíbrio melhor.</p>
<p>É embaraçoso admitir, mas alguns de nós neste momento estão pensando: ´Se composição espiritual não é a respeito de uma intimidade profunda e pessoal com Deus, o que mais nos resta?"</p>
<p>Deixe-me oferecer uma lista de temas bíblicos que acredito serem interessantes para explorarmos em nossas letras. Você ficará surpreso ao me ouvir falar primeiramente sobre ´escatologia´ – e posso lhe garantir que não estou falando sobre transformar em música o livro mais recente sobre o apocalipse. (Por favor! Não! Não é isso!) Quando digo escatologia (que significa o estudo do fim, ou o alvo para onde todo o universo caminha), eu quero falar sobre a perspectiva bíblica do futuro de Deus, que está nos puxando para Si.</p>
<p>Muitos de vocês que cresceram como eu e aprenderam sobre escatologia no final do modernismo ficarão surpresos ao ouvir que uma nova abordagem de escatologia está surgindo (encabeçada por teólogos como Walter Brueggeman, Jurgen Moltmann e os ´teólogos da esperança"). Esta abordagem não tem mapas ´modernos´ ou previsões incertas, mas está cheia da poesia bíblica de Isaías, Jeremias, Apocalipse – poesia que quando entra em nós, planta uma visão do mundo muito diferente e melhor do que a nossa. E quando esta esperança cresce e enraíza em nós, nos torna agentes dela.</p>
<p>Posso imaginar a alegria sendo expressada em músicas que capturam o espírito de Isaías 9:2-7, 25:6-9, 35:1-10, 58:5-14! Quem escreverá essas canções? Elas precisam ser compostas, porque pessoas precisam de esperança, precisam de uma visão melhor do futuro. Neste mundo triste, conflitante, poluído e fragmentado, as pessoas precisam de imagens de celebração, paz, justiça e plenitude em suas mentes, em sua imaginação – pois é para onde este mundo está sendo movido. Isso é muito maior do que canções sobre mim no céu. Não são imagens de nuvens e ‘etheral’ e outras imagens seculares. Compositores, entrem de cabeça nessas passagens e deixem que o seu coração seja inspirado a escrever músicas de esperança; músicas que coloquem nos corações um sonho do futuro que foi esquecido – o sonho do Reino de Deus que está por vir e a vontade de Deus sendo feito aqui na terra como é feita no céu.</p>
<p>Talvez você fique muito surpreso ao me ouvir sugerir que precisamos de mais músicas de missão. Muitos de nós acreditamos que um senso novo e maior de missão (não somente envio de missionários e não só evangelismo, mas missão como nossa participação na missão de Deus, no Reino de Deus, que é tão maior e grandioso do que os nossos esquemas de auto-expansão organizacional) é o elemento chave necessário para caminharmos no mundo pós-moderno.</p>
<p>Isso toca no coração da nossa cultura consumidora, que é ´tudo a respeito de mim, tudo sobre mim, mim, mim´. Jesus veio não para ser servido, mas para servir – e como Ele foi enviado, assim nos mandou até o mundo. O coração da nossa identidade, como a igreja na nova teologia que está surgindo, não é que somos as pessoas que foram escolhidas para serem abençoadas, salvadas, resgatadas e re-abençoadas. Isso é uma heresia, uma meia-verdade que as nossas músicas estão perigosamente perto de espalhar e enraizar mais e mais nas pessoas. Sem querer, é claro! Mas o coração da nossa identidade como Igreja na nova teologia que está surgindo é que nós somos um povo que foi, como Abraão, abençoado para ser bênção, abençoado para ser capaz de ‘levar a bênção’ para o mundo.</p>
<p>Para muitos de nós, o mundo existe em prol da Igreja. É como se ele fosse uma mina de onde as pessoas são ‘garimpadas’ para construir a Igreja – que é realmente aquilo que importa. Na nova teologia e espiritualidade pós-moderna em surgimento esta imagem é terrível. Serve para espelhar o estupro e a pilhagem que as empresas industriais modernas fazem. Nisso, a igreja é mais uma indústria que tira e toma para seu próprio benefício. É tão diferente da imagem da Igreja como uma comunidade apostólica enviada até o mundo com as mãos, os pés, os olhos, o sorriso e o coração de Cristo. Nós precisamos de canções que celebram esta dimensão ‘missional’ – canções boas e muitas!!!</p>
<p>Como inspiração, precisamos retornar às Escrituras e ler os Profetas e os Evangelhos; sentir o seu coração para o pobre, o necessitado e o quebrantado. Você não acha que estes temas deveriam ser expressos em música? Eles não merecem esta dignidade? Enquanto escrevo, sou tocado por este pensamento: talvez estejamos dando tanta ênfase no papel da música em adoração, que chegamos a ponto de excluir outras opções litúrgicas (poesia, orações históricas, silêncio, leitura de meditação, etc.) e esquecemos o papel de canções no ensino. Lembra que em Colossenses 3 Paulo fala sobre cantar os ensinos de Cristo, uns aos outros, em canções do espírito?</p>
<p>Talvez você fique igualmente surpreso ao me ouvir recomendar para nós re-descobrirmos a espiritualidade cristã histórica nas nossas letras. Como Robert Webber, Thomas Odin, Sally Morgenthaler e outros estão nos ensinando, há uma riqueza nas Escrituras espirituais históricas, incluindo várias orações lindas pedindo para serem traduzidas em canções contemporâneas. Cada era da História tem ricos recursos para oferecer – do período Patrístico ao período Celta e deste para o Puritano. Em cada página de Thomas de Kempis (Imitação de Cristo), em cada oração dos santos medievais há inspiração nos esperando. E quando nós olhamos para as letras repetitivas e ‘formulativas’ que milhões de cristãos estão cantando (porque é isso que estamos compondo, pessoal!), a oportunidade perdida até quebra o coração. Estas ´vozes estranhas´ alargarão os nossos corações e os enriquecerá sem medida – e eventualmente, essas vozes se tornarão as vozes de amigos, de irmãos e irmãs, porque é isso que são quando nós os convidamos para adoração através das canções.</p>
<p>Você ficará menos surpreso ao me ouvir dizer que precisamos de músicas que são simplesmente sobre Deus; músicas onde Deus está sob o holofote, que falam para Ele a respeito do Seu caráter, de Sua glória, não apenas sobre o excelente trabalho que Ele tem feito em prol do meu bem-estar. Similarmente precisamos de músicas que celebrem o que Deus faz para o mundo – o mundo inteiro – não somente para mim ou nós. Se você não faz idéia do que estou falando, leia os Salmos; eles amam celebrar aquilo que o Senhor faz para toda a terra, não apenas para o povo de Israel. Muitas das músicas que precisamos também celebrarão Deus como o Criador – um tema importante nas Escrituras, mas não para a maioria das nossas igrejas.</p>
<p>Sentimos falta de uma boa teologia da Criação na era moderna, e precisamos de compositores/artistas e teólogos para juntarem-se na cultura ‘emergindo’ para celebrar Deus como o Deus da criação – não somente de 15 bilhões de anos atrás (seja qual for o tempo), mas de hoje, de agora. O Deus que sabe quando um pardal cai do céu, que sua glória ainda se reflete num raio, que sua bondade ainda cai como orvalho logo de manhã, que seus mistérios ainda são vistos nas profundezas do oceano e na imensidão do céu, à noite.</p>
<p>Também devo mencionar as músicas de lamentação. A Bíblia está repleta de canções de lamentação, de blues, que são as mais tristes de todas; canções que descrevem a distância agonizante entre o que esperamos ter e o que temos, o que poderíamos ser e o que somos, o que cremos e o que vemos e sentimos. A honestidade até incomoda, e as canções de lamentação nem sempre terminam com um clichê do tipo ´e viveram felizes para sempre´, para aliviar a dor. Às vezes acho que somos até felizes demais, e a única forma de nos tornarmos ainda mais felizes é nos entristecendo ao sentirmos a dor do doente, do pobre desesperado, do enfermo mental, do solitário, dos velhos e esquecidos, da minoria oprimida, da viúva e do órfão. Essa dor deveria ser achada nas nossas músicas, e essas músicas deveriam ser achadas nas nossas igrejas. O amargo fará o doce ainda mais doce. Sem o amargo, o doce se torna enjoativo, e muitos das nossas igrejas se sentam como na ‘Candyland’ (jogo infantil). É muito, pedir que sejamos mais honestos? Sabemos que dúvidas fazem parte da nossa vida. Também a dor e a espera além da desesperança fazem parte da nossa vida. Essas coisas não podem ser refletidas nas músicas das nossas comunidades? Não é verdade que cantar, sem cessar, sobre celebração de vitória perde a sua vitalidade (e até sua credibilidade), se não cantamos também sobre as lutas?</p>
<p>Falando nisso, eu gostaria de fazer algumas observações e pedidos sobre os estilos. Novamente, não estou sendo crítico, mas estou tentando ajudar e tentando oferecer maneiras em que você, com os seus dons, possa servir melhor a Igreja e a nossa missão nestes tempos transitórios. Vou fazê-las em forma de perguntas.</p>
<p>Primeiro, sugiro que nós finalmente e completamente ‘desencanemos’ de usar a versão King James nas novas letras, mesmo que escolhamos mantê-la nas nossas músicas mais antigas. Chega!</p>
<p>Segundo, sugiro que tenhamos cuidado ao usar linguagem bíblica gratuitamente: Sião, Israel, alturas, etc. Se existe uma boa razão para utilizar tal linguagem, tudo bem. Por exemplo, quando elas precisam ser usadas especificamente, com um objetivo, e não apenas para parecermos mais ´espirituais´. Se não, podemos achar linguagem contemporânea e ‘imagens’ que podem comunicar de forma mais precisa, imediata, nova e profunda às pessoas que não têm muito tempo de ‘banco’ na igreja. Então, vamos agir no espírito de 1Coríntios 14, onde a inteligência é virtude cristã para aquele que busca.</p>
<p>Terceiro, sugiro que na era do fundamentalismo Islâmico nós tenhamos cuidado com a linguagem jihad e guerra santa? Acho que existe tempo e lugar para isso, mas não acredito que sejam agora. Todos nós precisamos de uma boa dosagem de paz Anabaptist agora, na minha opinião.</p>
<p>Quarto. Musicalmente, sou o único que gostaria de mais variedade rítmica? Por que é que estou sendo tão abençoado por tantos bateristas e percussionistas criativos por onde quer que eu vá?</p>
<p>Quinto, nossos líderes de louvor não poderiam enriquecer a experiência musical lendo as Escrituras, orações grandiosas da igreja histórica, confissões, credos e poemas com um fundo musical? Talvez você não goste de música rap, mas esse estilo pode ter algo a nos dizer sobre o poder da palavra dita, a bem escolhida palavra. (Nós já temos muitas palavras mal-escolhidas... acho que você concorda.)</p>
<p> </p>
<p>E finalmente, nossos compositores não poderiam começar a ler mais poesia boa, versos bons, para que possam ser sensibilizados pelo poder da linguagem, pela graça de uma frase bem montada e pelo deleite de uma imagem recentemente descoberta, a picada ou soco, carinho ou chacoalhada que é possível quando esforçamos e esticamos um pouco mais a palavra que realmente quer ser dita de dentro de nós? Infelizmente, enquanto muitas das nossas músicas melhoram musicalmente, as letras ainda continuam um pouco ´clichês´ – uma palavra ligada a outra, com uma reciclagem revoltante de linguagem plástica e papel re-usado.</p>
<p>Não é que nosso Deus, nossa missão, nossa comunidade são dignos de letras de qualidade sobre o que estamos oferecendo? Agradeço por considerar estas coisas. Eu espero que isso seja o começo de uma conversa importante e contínua.</p>
<p>Seu servo companheiro,</p>
<p>Brian McLaren</p>
<p> </p>
<p><strong>Fonte:<a title="Vineyard" href="http://www.vineyardmusic.com.br/treinamento-artigos.asp?p=1&#38;idA=122">Vineyard</a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A regra dos terços]]></title>
<link>http://blogdaexpressa.wordpress.com/?p=77</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 15:00:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>peddrovieira</dc:creator>
<guid>http://blogdaexpressa.pt.wordpress.com/2008/07/23/a-regra-dos-tercos/</guid>
<description><![CDATA[
Como toda forma de arte, a fotografia tem várias regras para se atingir os melhores resultados. To]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;"><br />
Como toda forma de arte, a fotografia tem várias regras para se atingir os melhores resultados. Todos os fotógrafos têm seus métodos ou truques para fazer boas fotos. Uma das regras mais utilizadas é a clássica Regra dos terços, que é utilizada em pintura, em arquitetura, e em muitas outras formas de artes.<br />
</span><span style="font-size:9pt;font-family:&#34;">A Regra dos terços é basicamente uma versão simplificada da Divisão Áurea, utilizada para composições harmônicas desde os tempos da Grécia antiga.<br />
</span><span style="font-size:9pt;font-family:&#34;">Dividir a composição em três terços é um modo simplificado de aplicar a divina proporção sem precisar fazer cálculos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;">Para aplicar a <em>Regra dos terços</em>, imagine duas linhas verticais na foto com exatamente a mesma distância a partir da margem e entre ambas, dividindo o quadro em três colunas exatamente iguais. Agora faça o mesmo no sentido horizontal da foto, dividindo-a em três filas. Ficaria parecida com uma grade de jogo da velha.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;"><a href="http://blogdaexpressa.wordpress.com/files/2008/07/terco-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-79" src="http://blogdaexpressa.wordpress.com/files/2008/07/terco-1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:&#34;">Os quatro pontos formados pela intersecção dessas linhas podem ser usados para posicionar os elementos mais importantes, aos quais você queira dar mais destaque.<br />
</span><span style="font-size:9pt;font-family:&#34;">Alinhar uma composição de acordo com a Regra dos terços cria mais tensão, energia e interesse do que simplesmente centralizar o tema.<br />
Veja um exemplo:<br />
<a href="http://blogdaexpressa.wordpress.com/files/2008/07/terco-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-80" src="http://blogdaexpressa.wordpress.com/files/2008/07/terco-2.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a><br />
É isso.<br />
<a href="mailto:peddrovieira@gmail.com">Pedro Vieira</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sam Van Olffen]]></title>
<link>http://velatropa.wordpress.com/?p=102</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 05:24:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Roda</dc:creator>
<guid>http://velatropa.pt.wordpress.com/2008/07/05/sam-van-olffen/</guid>
<description><![CDATA[Sam Van Olffen mistura com muita propriedade o estilo steampunk com algo pós-apocaliptico, em belas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sam Van Olffen mistura com muita propriedade o estilo steampunk com algo pós-apocaliptico, em belas composições gráficas: <a href="http://vanolffen.blogspot.com/">http://vanolffen.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colour Seasons]]></title>
<link>http://veronikart.wordpress.com/?p=18</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 01:15:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>veronikart</dc:creator>
<guid>http://veronikart.pt.wordpress.com/2008/07/05/colour-seasons/</guid>
<description><![CDATA[I tried to post something each day but somedays im too busy.
Here is a colour sketch from a sequence]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>I tried to post something each day but somedays im too busy.</p>
<p>Here is a colour sketch from a sequence i did. </p>
<p>Sorry about the photograph, it isnt the best...but...hum...=)</p>
<p>Tell me what you think about it, i would like to hear some opinions.</p>
<p><a href="http://veronikart.wordpress.com/files/2008/07/leaves-aquarelle.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-19" src="http://veronikart.wordpress.com/files/2008/07/leaves-aquarelle.jpg" alt="" width="497" height="178" /></a></p>
<p><em>All rights reserved</em></p>
<p><em>Colour Seasons</em></p>
<p><em>Aquarelle</em></p>
<p><em></em></p>
<p><em></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Composição com fotos variadas.]]></title>
<link>http://maisphotoshop.wordpress.com/?p=103</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 18:07:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>leandru</dc:creator>
<guid>http://maisphotoshop.pt.wordpress.com/2008/06/17/composicao-com-fotos-variadas/</guid>
<description><![CDATA[01. Pressione Ctrl+N para criar um novo documento, defina um tamanho de 945&#215;630 pixels, 72 dpi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>01. Pressione Ctrl+N para criar um novo documento, defina um tamanho de 945x630 pixels, 72 dpi´s e modo de cor em RGB, pressione Ok, selecione algumas imagens para a montagem, neste tutorial as imagens usadas serão as imagens abaixo, caso queira baixá-las basta clicar com o botão direito do mouse sobre a imagem e escolher a opção Save Link As.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem1a.jpg" alt="" /></p>
<p>02. No caso do tutorial as imagens estavam separadas, caso tenho baixado as imagens do tutorial o ideal será separá-las antes de começar a montagem, com as imagens separadas pressione Ctrl+O e abra as duas imagens que contém as paredes do quarto, em cada uma pressione Ctrl+A para selecionar seu conteúdo, Ctrl+C para copiar, volte para o documento que criamos e pressione Ctrl+V para colar.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem2.jpg" alt="" /></p>
<p>03. Com as duas imagens posicionadas clique na layer da imagem que ficou a esquerda (a parede com as marcas de sol) e pressione Ctrl+T para abrir a caixa de Free Transform, rotacione a imagem afim de encaixá-la com a outra parede como na foto abaixo.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem7.jpg" alt="" /></p>
<p>04. Com a layer da parede da esquerda selecionada pressione Ctrl+U para abrir a caixa de Hue/Saturation ou vá em Image&#62; Adjustments&#62; Hue/Saturation.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem8.jpg" alt="" /></p>
<p>05. Mova os sliders afim de ajustar o tom da imagem como achar melhor, no caso da montagem do tutorial os valores de Hue e de Saturation foram aumentados afim de aumentar a sensação de calor na imagem.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem9.jpg" alt="" /></p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem10.jpg" alt="" /></p>
<p>06. Pressione a letra O do teclado para selecionar a Burn Tool, na barra de opções da ferramenta defina o valor de Exposure em 30%, Range em Midtones, use um brush de pontas suaves e tamanho médio e passe na junção com a outra parede afim de aumentar a sensação de profundidade na foto.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem11.jpg" alt="" /></p>
<p>07. Agora pressione Ctrl+O e abra a imagem de filme que foi baixada, pressione a letra W do teclado para selecionar a Magic Wand Tool e clique nas partes brancas da imagem, com a seleção ativa pressione Delete para deixar apenas a imagem do filme sem fundo, pressione Ctrl+A para selecionar o conteúdo, Ctrl+C para copiar.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem12.jpg" alt="" /></p>
<p>08. Volte ao documento que estavamos trabalhando e pressione Ctrl+V para colar a nova imagem.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem13.jpg" alt="" /></p>
<p>09. Mude o modo de blend da layer para Overlay.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem14.jpg" alt="" /></p>
<p>20. Pressione Ctrl+J para duplicar a layer.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem15.jpg" alt="" /></p>
<p>21. Pressione a letra W do teclado para selecionar a Magic Wand Tool e selecione os buracos e a parte externa do filme.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem16.jpg" alt="" /></p>
<p>22. Com a seleção ativa pressione Ctrl+Shift+Alt+N para criar uma nova layer, pressione a letra D do teclado para resetar as cores de Foreground e Background para preto e branco, pressione a letra X do teclado para alternar as cores, sua cor de Foreground deve ser branca, pressione a letra G do teclado para selecionar a Paint Bucket Tool e clique nas áreas selecionadas para preencher de branco.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem17.jpg" alt="" /></p>
<p>23. Agora pressione Ctrl+O e abra a imagem da pessoa que será inserida na montagem (de preferência a imagem deve estar sem fundo), pressione Ctrl+A para selecionar a o conteúdo da imagem, Ctrl+C para copiar, volte ao documento que estamos trabalhando e pressione Ctrl+V para colar, deixe a layer entre as layers das paredes e as layers do filme usado.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem18.jpg" alt="" /></p>
<p>24. Clique na layer da parede esquerda e pressione Ctrl+J para duplicar a layer, pressione Ctrl+T para abrir a caixa de Free Transform e deixe esta imagem sobre a imagem da foto que foi aplicada anteriormente.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem19.jpg" alt="" /></p>
<p>25. Mude o modo de blend da layer para Linear Light.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem20.jpg" alt="" /></p>
<p>26. Diminua a opacidade da layer.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem22.jpg" alt="" /></p>
<p>27. Clique na layer da foto da pessoa que foi usada no tutorial e pressione Ctrl+J para duplicar a layer, pressione a letra V do teclado para selecionar a Move Tool e arraste a cópia criada para a esquerda como na foto abaixo.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem23.jpg" alt="" /></p>
<p>28. Vá em Image&#62; Adjustments&#62; Brightness/Contrast.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem24.jpg" alt="" /></p>
<p>29. Defina o valor de Brightness em 0 e pressione Ok.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem25.jpg" alt="" /></p>
<p>30. Pressione Ctrl+T para abrir a caixa de Free Transform e com a tecla Shift pressionada clique em um dos pontos diagonais da caixa e arraste afim de diminuir a figura.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem26.jpg" alt="" /></p>
<p>31. Pressione Enter assim que chegar a um tamanho adequado para a sombra que está sendo criada, mude o modo de blend da layer para Overlay e defina a opacidade da layer em 20%.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem27.jpg" alt="" /></p>
<p>32. Agora clique na primeira layer da paleta de layers e pressione Ctrl+Shift+Alt+N para criar uma nova layer, pressione a letra G do teclado para selecionar a Gradient Tool.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem28.jpg" alt="" /></p>
<p>33. Pressione a letra D do teclado para resetar as cores de Foreground e Background para preto e branco, defina a barra de opções da ferramenta como na foto abaixo.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem29.jpg" alt="" /></p>
<p>34. Clique no centro da imagem e arraste afim de criar um gradiente como o da foto abaixo.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem30.jpg" alt="" /></p>
<p>35. Defina a opacidade da layer em 20%.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem31.jpg" alt="" /></p>
<p>36. Pressione Ctrl+Shift+Alt+N para criar uma nova layer, pressione a letra G do teclado para selecionar a Gradient Tool novamente, na barra de opções da ferramenta clique na opção Inverse e aplique o gradiente como na foto abaixo.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem32.jpg" alt="" /></p>
<p>37. Defina a opacidade da layer em 20%.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem33.jpg" alt="" /></p>
<p>38. Agora clique na layer do filme (a cópia) e pressione Ctrl+J para copiar a layer, vá em Layer&#62; Layer Style&#62; Drop Shadow para aplicar uma somba ao filme usado.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem34.jpg" alt="" /></p>
<p>39. Pressione Ctrl+O e abra a textura de pedra, pressione Ctrl+A para selecionar seu conteúdo, Ctrl+C para copiar, volte ao documento que estavamos trabalhando e pressione Ctrl+V par colar, posicione a layer com a textura abaixo das layers e acima da layer com fundo branco, sua composição ao final ficará como a da foto abaixo.</p>
<p><img src="http://www.salsicha.apanela.com/inferno/Tutoriais/06.2008/T12/imagem37.jpg" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Design editorial de Sisson]]></title>
<link>http://familiasisson.wordpress.com/?p=119</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 03:18:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bárbara Ferreira</dc:creator>
<guid>http://familiasisson.pt.wordpress.com/2008/06/17/design-editorial-de-sisson/</guid>
<description><![CDATA[Por trabalhar com design gráfico não pude deixar de observar o projeto editorial da Galeria dos Br]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Por trabalhar com design gráfico não pude deixar de observar o projeto editorial da Galeria dos Brasileiros Ilustres. Durante minha pesquisa no Arquivo Nacional vi todo o microfilme da 1ª edição da obra e fiquei encantada.</p>
<p>Achei que Sisson desenvolveu um projeto belíssimo: padronização, diagramação, composição, um trabalho muito bem feito e com excelente qualidade gráfica.</p>
<p>O projeto gráfico da Galeria apresenta uma padronização interessante: todos os elementos ilustrados (as bordas, os ornamentos abaixo dos títulos, no fundo dos capitulares e no final dos textos) são únicos. Cada texto de cada personagem ilustre possui ornamentos diferentes porém todos dentro do mesmo padrão e estilo visuais. Realmente um projeto visualmente rico e muito interessante.</p>
<p>Vale a pena conferir. Obra disponível na Biblioteca Nacional e Microfilme no Arquivo Nacional.</p>
<h6>-------------------------------</h6>
<h6>1ª EDIÇÃO - Galeria dos Brazileiros Illustres (Os Contenporaneos), Rio de Janeiro: Typ. Imp. e Const. de J. Villeneuve e Comp., 1859. Descrição física: 2 p. Notas: Prospecto da publicação. Rascunho da ficha principal junto à obra. Sem reg. SOR. Obra de Sébastien Auguste Sisson redigida em fascículos a partir de 1857.</h6>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imagem: Freedom (por Khingkhing)]]></title>
<link>http://tigredefogo.wordpress.com/?p=1113</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 06:59:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>tigredefogo</dc:creator>
<guid>http://tigredefogo.pt.wordpress.com/2008/06/16/imagem-freedom-por-khingkhing/</guid>
<description><![CDATA[Imagem: Freedom (por Khingkhing)
.

.
&#8212;&#8211;
+ Veja também:

Imagens: O Lançamento do Ôni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><strong>Imagem: Freedom (<em>por Khingkhing</em>)</strong></div>
<div><span style="color:#ffffff;">.</span></div>
<div style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://tigredefogo.googlegroups.com/web/freedom-khingkhing-fotos-imagems-photos-pics.jpg?gda=HjXqCGEAAADAF7N5EVw5eaIZpLlaJcARBdf7P9wVF8fGAq5r7XKQQmG1qiJ7UbTIup-M2XPURDS_m6ygR2xx9x7v-Sc_B_0KFsMS2BqCgze4pPgCcrHr33YTUwSkN9nbip9vssov8gY05-ySZZW8fMHVPyU84fIm&#38;gsc=MZ7yygsAAAB5TV7tCPvKUoaPJHp6_MRK" alt="freedom khingkhing imagens fotos photos pics" /></div>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p>-----<br />
<em>+ Veja também:</em></p>
<ul>
<li><a rel="nofollow" href="http://tigredefogo.blogspot.com/2008/05/lancamento-onibus-espacial-imagens.html">Imagens: O Lançamento do Ônibus Espacial</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a rel="nofollow" href="http://tigredefogo.blogspot.com/2008/06/imagem-onca-pintada-jaguar.html">Imagem: Onça-Pintada (Jaguar)</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a rel="nofollow" href="http://tigredefogo.blogspot.com/2008/06/filme-wall-e-wallpapers-papeis-parede.html">Filme: WALL·E &#124; Papéis de Parede &#124; Wallpapers</a></li>
</ul>
<p></br></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Música Atonal]]></title>
<link>http://leandrocompositor.wordpress.com/2008/06/07/musica-atonal/</link>
<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 18:08:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>leandrocompositor</dc:creator>
<guid>http://leandrocompositor.pt.wordpress.com/2008/06/07/musica-atonal/</guid>
<description><![CDATA[Nossa proposta aqui é aprender um pouco sobre o que vem a ser a música atonal, e para isso, em pri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Nossa proposta aqui é aprender um pouco sobre o que vem a ser a música atonal, e para isso, em primeiro lugar, precisamos definir o que é música atonal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Segundo o nosso Dicionário Grove de Música, atonal, é o termo aplicado à música que não é tonal. Essa palavra é, em certas circunstâncias, evitada em relação á música que é serial; e é às vezes reservada para a música pós-tonal, porém pré-serial da Segunda Escola de Viena (Schoenberg, Berg e Webern). A palavra “pantonal” é ocasionalmente utilizada no mesmo sentido. <a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=436986356809271976#_ftn1">[1]</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Aqui temos a Segunda Escola de Viena composta por estes três compositores</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Schoenberg (Compositor Austríaco)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">13-9-1874, Viena</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">13-7-1951, LosAngeles, Califórnia</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="float:left;border:0;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/ad/Arnold_Schoenberg_la_1948.jpg/164px-Arnold_Schoenberg_la_1948.jpg" alt="" width="164" height="206" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Entre 1921 e 1924, Schoenberg desenvolveu uma nova sistematização das tonalidades que revolucionou o mundo da música, a chamada “composição com 12 semitons”, também conhecida por dodecafonia, que daria lugar à “dissolução da tonalidade” e da complicada técnica harmônica do pós-romantismo. Segundo a configuração de Schoenberg, 12 meios-tons equivalem a uma oitava, o que invalida as leis da harmonia tradicional. O ponto de partida é uma série básica de 12 tons, cada um dos quais só voltará a aparecer quando soarem os restantes. A série assim criada deve ser mantida ao longo do desenvolvimento da peça. fonte: netsaber.com.br</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><a href="http://www.hotshare.net/audio/60815-7381738a2a.html" target="_blank">07-Litanei (Langsam).mp3 (7.57 MB)</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Alban Berg (Compositor e crítico musical austríaco)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">9-2-1885, Viena </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">24-12-1935, Viena</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/16/Alban_Berg.jpg/164px-Alban_Berg.jpg" alt="" width="164" height="206" /></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Tal como seu mestre Arnold Schoenberg, Berg foi um dos membros da chamada Segunda Escola de Viena. A partir de 1925, começou a utilizar nas suas composições o sistema dodecafônico. fonte: netsaber.com.br</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><a href="http://www.hotshare.net/audio/60818-9927232485.html" target="_blank">Vier stücke op.5 - I mov.mp3 (538.95 KB)</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Anton Webern (Compositor Austríaco)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">3-12-1883 – Mittersill, Salzburgo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">15-7-1945 - Mittersill, Saltzburgo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img style="border:0;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/5a/Anton_webern.jpg" alt="" width="164" height="206" /></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pertencente à chamada Segunda Escola de Viena, liderada por Arnold Schoenberg, cujo estilo e poética musical foram chamados de música dodecafônica, Música expressionista ou Música pontilhista. Ele se tornou conhecido e admirado entre os músicos pós-modernos pelas inovações rítmicas, timbrísticas e dinâmicas que formariam o estilo musical conhecido como serialismo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><a href="http://www.hotshare.net/audio/60790-11661370ee.html" target="_blank">Anton Webern_ Lieder pour l_hiver__ Vincent Ranallo.mp3 (1.67 MB)</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Música atonal no seu sentido mais lato descreve música que carece de um "centro tonal", ou chave. Nesta acepção geralmente descreve composições escritas, passando cerca de 1907 até aos nossos dias onde uma hierarquia de eventos harmônicos, concentrando-se em um único centro tonal não é utilizada como principal alicerce para o trabalho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mais restrito, o termo descreve música que não é compatível com o sistema tonal de hierarquias que caracterizam música clássica européia entre os séculos XVIII e XIX.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mais restrito ainda, o termo é usado para descrever a música que não é nem tonal nem serial, especialmente o período da Segunda Escola de Viena, principalmente Alban Berg e Arnold Schoenberg e Anton Webern.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Compositores como Alexander Scriabin, Béla Bartók, Paul Hindemith, Sergei Sergeyevich Prokofiev, Igor Stravinsky, Edgar Varèse, no entanto, ter escrito música que tem sido descrito, no todo ou em parte, como atonal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Poderemos encontrar algumas obras atonais que não usam a técnica serial, e algumas obras seriais que não são “atonais”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Vale ressaltar que, se conhecermos um pouco mais sobre a música atonal não teríamos tanto preconceito como é encontrado por aí, até em alguns músicos, que a meu ver deveriam agir ao contrário. Pois música Atonal é, pura e simplesmente, música...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><em>Link de Introdução à Pós-Análise Musical Funcional (em inglês).</em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><a href="http://www.robertkelleyphd.com/12-tone.htm" target="_blank">http://www.robertkelleyphd.com/12-tone.htm</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=436986356809271976#_ftnref1">[1]</a> Dicionário Grove de música: edição concisa/editado por Stanley Sadie; editora-assistente Alison Latham; tradução Eduardo Francisco Alves – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1994</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
