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	<title>concertacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/concertacao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "concertacao"</description>
	<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 19:40:23 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Uma avaliação do microcrédito em Blumenau: o caso da Blusol]]></title>
<link>http://edmarrp.wordpress.com/?p=118</link>
<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 15:39:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edmar Roberto Prandini</dc:creator>
<guid>http://edmarrp.pt.wordpress.com/2008/09/07/uma-avaliacao-do-microcredito-em-blumenau-o-caso-da-blusol/</guid>
<description><![CDATA[Na segunda metade dos anos 90, com a implantação do Plano Real, ancorado num regime cambial insust]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda metade dos anos 90, com a implantação do Plano Real, ancorado num regime cambial insustentável, o Brasil viveu um período de incremento acelerado do desemprego. As administrações municipais, reforçadas institucionalmente pelas inovações constitucionais de 1988, debatiam duas linhas de orientação, em torno de quais os ideários políticos e administrativos se amalgamavam: de um lado, havia a proposta de uma administração baseada no conceito de "gerência das cidades", segundo qual a administração pública deveria basear-se na isenção política; de outro lado, o modelo da administração participativa, que valorizasse a participação direta dos cidadãos, inclusive e principalmente no debate orçamentário. Curitiba seria a referência apontada para o primeiro modelo, enquanto Porto Alegre simbolizaria o segundo. Porto Alegre, sob gestão do PT desde 1989, representava para o partido um laboratório de práticas políticas e sociais exitosas. As lideranças políticas do partido, a cada vitória eleitoral, procuravam usufruir da experiência acumulada na capital gaúcha, replicando, na medida do possível, as políticas adotadas na cidade. </p>
<p>Em Blumenau, com a chegada do PT à prefeitura em janeiro de 1997, iniciou-se a implantação do programa de desenvolvimento econômico local, baseado na ênfase à microempresa, através da criação da Blusol. O modelo utilizado foi o de uma "Instituição Comunitária de Crédito" (ICC), como a ICC Portosol, em Porto Alegre, criada em 1996. Neste modelo, a Prefeitura Municipal promove uma concertação com associação comercial, sindicatos patronais e de trabalhadores, universidades e diversos atores locais, constituindo uma OSCIP, que passa a gerir as ações de oferta e concessão de microcrédito de forma autônoma em relação à administração municipal. Trata-se de uma autonomia relativa, na medida em que tanto a administração municipal quanto os outros agentes envolvidos na constituição da OSCIP mantém-se representados no Conselho da OSCIP e designam seus diretores. Entretanto, assegura-se estatutariamente, liberdade gerencial à equipe técnica da organização, bem como exige-se dela que se paute pelo profissionalismo e pela busca de sustentabilidade operacional. </p>
<p>Alessandra von Dodl e Fabiano Costa Coelho, ambos analistas do Banco Central, estudiosos do microcrédito, estiveram analisando o caso da Blusol, e entraram em contato com o blog para divulgar o artigo que produziram com sua avaliação, pelo que agradeço, vibrante. Apresento o currículo dos dois, que tive a alegria de conhecer e com quem tenho tido a oportunidade de dialogar, algumas vezes, ao longo deste ano. </p>
<p><strong>Alessandra von Borowski Dodl</strong> é mestra em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Federal do Paraná e analista licenciada do Desuc (Departamento de Supervisão de Cooperativas e Instituições não-Bancárias, Bacen).  Realizou visitas a entidades de microfinanças na Índia e acompanhamento das atividades do Fundo Financeiro Privado PRODEM – Bolívia (2007).  Trabalhou para a empresa de consultoria em microfinanças Innova Empresarial – Bolívia (2007).  </p>
<p><strong>Fabiano Costa Coelho</strong> é assessor-pleno do Desuc-Bacen, mestre em economia pela USP, autor da dissertação “Duas faces da mesma moeda: alcance e limite das microfinanças na luta contra a pobreza, 2006”. É ainda integrante do grupo de trabalho sobre regulação e supervisão de operações de microfinanças da ASBA (Associação dos Supervisores Bancários das Américas).</p>
<p>O artigo, com 6 páginas, pode ser lido clicando <a href="http://www.edmarrp.org/biblioteca/microcredito/Blusol2008.pdf">aqui</a>.</p>
<p>Parabéns, Alessandra e Fabiano, pelo trabalho!</p>
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<title><![CDATA[Concertação ou especulação? (II parte)]]></title>
<link>http://sefosseprimeiroministro.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 09:56:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vitor Oliveira</dc:creator>
<guid>http://sefosseprimeiroministro.pt.wordpress.com/2008/05/14/concertacao-ou-especulacao-ii-parte/</guid>
<description><![CDATA[Pela décima quinta vez este ano o combustível subiu. Parece-me que estas subidas em apenas cinco m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:14.25pt;"><strong><span style="font-size:12pt;">Pela décima quinta vez este ano o combustível subiu.</span></strong><span style="font-size:12pt;"> Parece-me que estas subidas em apenas cinco meses tornam a vida dos portugueses, cada vez mais, insustentável.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:14.25pt;"><strong><span style="font-size:12pt;">Qual o motivo de nova subida? </span></strong><span style="font-size:12pt;">Só posso concluir que se trata de especulação ou concertação, até a <span style="font-size:12pt;">Associação Nacional do Revendedores de Combustíveis, ANaReC, considerou o aumento como um “escândalo”</span>. <strong>Seria vantajoso, mais não fosse para eliminar a desconfiança que se tem instalado, uma análise da situação por parte das entidades competentes.</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:14.25pt;"><strong></strong><span style="font-size:12pt;">Há milhões para um TGV que servirá uma minoria e não há dinheiro para controlar os impostos sobre os combustíveis e reequilibrar a economia nacional. É urgente criar medidas para que os bens essenciais sejam mais acessíveis. <strong>É urgente criar medidas para que cada vez menos se tenha de recorrer ao crédito.</strong> A economia não vai melhorar com pessoas atoladas em dívidas. <strong>É por estas e por outras que os Portugueses começam um novo fluxo de emigração. </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;">Vitor Oliveira</span></p>
]]></content:encoded>
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