Também, também o pulso, também o pulso arde, e morre a luz na pele; arde com rumor de amêndoa dentro do caroço, de criança no escuro; será por setembro, quando a água da neve ainda não conhece a b… mais →
O Sal da LínguaRaquel Agra wrote 2 months ago: Também, também o pulso, também o pulso arde, e morre a luz na pele; arde com rumor de amêndoa dent … more →
Raquel Agra wrote 6 months ago: Quando o ser da luz for o ser da palavra, no seu centro arder e subir com a chama (ou baixar à agua) … more →
Raquel Agra wrote 8 months ago: A claridade coroa-se de cinza, eu sei: é sempre a tremer que levo o sol à boca. … more →
Raquel Agra wrote 9 months ago: O olhar desprende-se, cai de maduro. Não sei que fazer de um olhar que sobeja na árvore, que fazer d … more →
Raquel Agra wrote 11 months ago: Deixa que seja uma criança a inclinar a tarde. Dizem que é verão: não acredites. O verão tem os pés … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Ensina-me, ensina-me como se faz do barro essa canção, essa luz que vi mudada em pedra viva nos teus … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Entre as folhas negras da figueira e os erros do ofício passa o rio. Que rio é esse? Passa ir … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: A terra de palha rasa, a matinal restolhada dos pardais, o brusco branco do muro, a luz onde … more →