Raquel Agra wrote 7 months ago: Branco, branco e orvalhado, o tempo das crianças e dos álamos. … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Alguém diz com lentidão: «Lisboa, sabes…» Eu sei. É uma rapariga descalça e leve, um vento súbito e … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Ergue-te de mim, substância pura do meu canto. Luz terrestre, fragância. Ergue-te, jasmim. Ergue-t … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: É um pássaro, é uma rosa, é o mar que me acorda? Pássaro ou rosa ou mar, tudo é ardor, tudo é amor. … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Estás só, e é de noite, na cidade aberta ao vento leste. Há muita coisa que não sabes e é já tarde p … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Olhas-me ainda, não sei se morta: desprendida de inumeráveis, melancólicos muros; só lembrada que fo … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: São como um cristal, as palavras. Algumas, um punhal, um incêndio. Outras, orvalho apenas. Secreta … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Os amigos amei despido de ternura fatigada; uns iam, outros vinham; a nenhum perguntava porque parti … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Não sei como vieste, mas deve haver um caminho para regressar da morte. Estás sentada no jardim, … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: E de súbito desaba o silêncio. É um silêncio sem ti, sem álamos, sem luas. Só nas minhas mãos … more →