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	<title>culpabilidade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/culpabilidade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "culpabilidade"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 14:41:37 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR. MENOR. QUALIFICADORA EXISTENTE - Info 362/STJ]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=875</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 16:27:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.pt.wordpress.com/2008/08/15/atentado-violento-ao-pudor-menor-qualificadora-existente-info-362stj/</guid>
<description><![CDATA[No caso, nas instâncias ordinárias, o crime de  atentado violento ao pudor foi considerado qualifi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No caso, nas instâncias ordinárias, o crime de  atentado violento ao pudor foi considerado qualificado na forma do art. 223,  <em>caput</em>, do CP, isso porque a vítima, de apenas oito anos, teria  contraído, em razão da conduta do réu, doença sexualmente transmissível  (gonorréia), o que lhe trouxe extremo desconforto físico, tendo sido obrigada a  passar por várias consultas ginecológicas e tratamento medicamentoso.</p>
<p>A Turma  entendeu que, embora tal circunstância seja gravíssima e, em hipótese alguma,  possa deixar de ser considerada na aplicação da reprimenda penal, não há como  classificá-la como lesão corporal de natureza grave, porquanto não produziu  qualquer dos resultados elencados no art. 129, §§<sub> </sub>1º e 2º, do CP.  Além disso, inexiste nos autos comprovação ou mesmo alegação, por parte da  defesa, de que a vítima contraiu enfermidade incurável ou teve comprometido  qualquer membro, sentido ou função. Assim, concedeu-se parcialmente a ordem de  <em>habeas corpus</em> exclusivamente para afastar a forma qualificada do delito  e refazer a dosimetria da pena, levando-se em conta, contudo, as mencionadas  circunstâncias como majorantes da culpabilidade do agente e conseqüências do  crime para aumento da pena-base (art. 59 do CP), fixando-a em oito anos,  acrescida de um sexto pela continuidade delitiva, ao entendimento de que não  ficou comprovado nos autos o número de vezes da prática delituosa, sendo que,  quanto a esse último aspecto (continuidade delitiva), deu-se por maioria de  votos. <strong><span lang="EN-US"><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=HC+99657" target="_blank">HC 99.657-AC</a>, Rel. </span></strong><strong><span>Min. Napoleão  Nunes Maia Filho, julgado em 5/8/2008.</span></strong></p>
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</item>
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<title><![CDATA[NailS UNpolished]]></title>
<link>http://subproduto.wordpress.com/?p=120</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 22:22:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>subproduto</dc:creator>
<guid>http://subproduto.pt.wordpress.com/2008/03/27/nails-unpolished/</guid>
<description><![CDATA[
As portas fecham-se. E fecham-se mais por culpabilidade que por outro motivo qualquer.
Às vezes fe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a title="Atrás da porta" href="http://subproduto.wordpress.com/files/2008/03/white-dress-glass-door.jpg"><img src="http://subproduto.wordpress.com/files/2008/03/white-dress-glass-door.jpg" alt="Atrás da porta" /></a></p>
<p>As portas fecham-se. E fecham-se mais por culpabilidade que por outro motivo qualquer.</p>
<p>Às vezes fechamos as portas de rompante com um belo estrondo. Outras vezes fechamo-las devagar, quase sorrateiramente. De uma forma ou de outra a ideia é encerrar qualquer coisa lá fora - ou será cá dentro?... Por vezes, as situações permitem-nos fazê-lo sem grandes explicações ou públicos. Outras vezes enleamo-nos em porquês e escoramo-nos de tomadas de decisão cuja a implacabilidade ninguém entende, mas todos calam ou aprovam.  E fazem bem. Quando se tem - ou se acredita ter - de fechar uma porta, toda a argumentação funciona um pouco como uma biqueira de sapato no vão entre a porta e o umbral: é <em>non grata</em>. A radicalidade é um estado promovido pela emocionalidade a que a racionalidade é absolutamente alheia.</p>
<p>Fechada a porta respiramos de alívio e vamos até à cozinha beber um café. Algures entre o café a meio da chávena e a chávena vazia surgirá pela primeira vez a dúvida. Mas a dúvida surgirá imensas vezes até a esquecermos.</p>
<p>Sempre que fechamos uma porta assumimos a nossa incapacidade para lidar com algo - o que ás vezes é sádio, mas a maior parte das vezes é apenas uma retirada face a algo que não compreendemos - nem queremos compreender. Muitas vezes é também a ùnica forma que temos de não ficar face a face com os nossos gestos, com as nossas palavras, com o nosso egoísmo, com a nossa imponderação... com a nossa culpa no cartório. Com a nossa vergonha. A porta está fechada, mas há vestígios do nosso verniz (vermelho) espalhados por toda ela.</p>
<p><a href="http://sociedadedepsicologia.wordpress.com/2008/07/17/a-qualidade-dos-processos-introjectivos-na-anorexia-nervosa-a-possivel-existencia-de-uma-disfuncao-omega-publicacao/">Catarina Santos</a></p>
<p>Foto: Propriedade de <a title="Craig Roberts" href="www.abqartists.com/craig-roberts/euridyke.htm">Craig Roberts</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sob Penhora]]></title>
<link>http://subproduto.wordpress.com/?p=109</link>
<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 23:41:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>subproduto</dc:creator>
<guid>http://subproduto.pt.wordpress.com/2008/02/25/sob-penhora/</guid>
<description><![CDATA[
Quem pensa que o sadomasoquismo é apenas uma variante ao comportamento sexual tem de pensar outra ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a title="Depressividade" href="http://subproduto.wordpress.com/files/2008/02/depressed-woman.jpg"><img src="http://subproduto.wordpress.com/files/2008/02/depressed-woman.jpg" alt="Depressividade" /></a></p>
<p>Quem pensa que o sadomasoquismo é apenas uma variante ao comportamento sexual tem de pensar outra vez. E pode começar por aqui: A identificação da vítima ao agressor ou o masoquismo moral.</p>
<p>"No fundo ela agarra-se à ideia que a outra pessoa vai mudar. Que vai deixar de fazer as coisas que faz. Que se vai tornar boazinha... ".</p>
<p>Não. Ninguém se submete a um carrasco por acreditar que ele um dia vai mudar e ficar "bonzinho". Quem se submete a um carrasco, quem se ajoelha sob o seu domínio, aguarda a única coisa que pode aguardar... que o carrasco finalize a sua missão. Quem se submete a um carrasco espera dele o castigo devido - se possível máximo  - para esse "pecado" de que não se lembra bem, mas do qual tem a certeza que saiu impune.</p>
<p>Não há um sádico se não houver um masoquista. E, é bem verdade, que o masoquista se põe a jeito. Mas é igualmente verdade que não é masoquista quem quer, é masoquista quem pode. E o que habilita alguém a essa condição é um passado profundamente marcado pela falta de amor. Pela ausência de um investimento afectivo e humano incondicional. É uma infância demasiado pobre. Uma infância na qual, como Marguerite Duras escreve: "Muito cedo na minha vida, era já tarde demais.".</p>
<p>No masoquismo não se ama a dor. Ama-se o alívio que a dor traz à culpabilidade que se sente dentro. Ama-se a confirmação da certeza de não se ser amado e de, por isso mesmo, não se merecer mais nada para além de mais desamor. "Odeia-me como eu gostaria de me conseguir odiar, pela tristeza absoluta de nunca ter conseguido merecer o afecto dos outros.".</p>
<p>Ama-se o saldar da dívida, numa existência em que a autonomia e a felicidade, estão eternamente sob penhora.</p>
<p><a href="http://sociedadedepsicologia.wordpress.com/2008/07/17/a-qualidade-dos-processos-introjectivos-na-anorexia-nervosa-a-possivel-existencia-de-uma-disfuncao-omega-publicacao/">Catarina Santos</a></p>
<p>Foto: Retirada de <a href="http://www.knowledgebase-script.com">Knowledge Base</a>.</p>
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