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	<title>cuscuz &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/cuscuz/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cuscuz"</description>
	<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 11:34:15 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[want to join me?]]></title>
<link>http://londongraphy.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 22:35:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>gi</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Ainda não acertei a medida do couscous (ou cuscuz mesmo). Sempre que vou fazer uma porção para m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://londongraphy.wordpress.com/files/2008/07/photo-30.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-76" src="http://londongraphy.wordpress.com/files/2008/07/photo-30.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Ainda não acertei a medida do couscous (ou cuscuz mesmo). Sempre que vou fazer uma porção para mim, acabo fazendo para um batalhão. Resultado: tenho que requentar depois. E requentar couscous é tipo requentar miojo: o gosto não fica bom e é tão barato no supermercado! Para vocês terem uma idéia, 500g de couscous custam 60p no Sainsbury. E isso rende várias refeições! Um bom substituto para o miojo. E esta tigela que vocês estão vendo na foto é de couscous com cogumelinhos, tralalala, <em>baby potatos</em>, azeite e sal.</p>
<p>Ah, e se você não leu ainda sobre o meu trabalho na <em>gallery</em>, <strong>corre</strong> para o post abaixo, porque é ALTOS emocionante. ;)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Histórias de uma semana.]]></title>
<link>http://pracomecar.wordpress.com/?p=159</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 21:59:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ste</dc:creator>
<guid>http://pracomecar.wordpress.com/?p=159</guid>
<description><![CDATA[Alguns fatos dessa semana, que por sinal, foi muito engraçada!
O Cuscuz
Então estavam todos sentad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns fatos dessa semana, que por sinal, foi muito engraçada!</p>
<h5>O Cuscuz</h5>
<p>Então estavam todos sentados à mesa na casa da minha vó por parte de pai, daí meu pai soltou a pérola:</p>
<blockquote><p><strong>Pai:</strong> - Ah... mas tem uma coisa que eu não admito num filho de jeito nenhum... - <em>Vixe! Lá vem uma bomba preconceituosa! </em>E ele continuou - ...é ele morar com os pais tendo uma mulher e filhos pra sustentar e não fazer nada pra mudar.</p></blockquote>
<p>O estranho foi que eu tava comendo cuscuz na hora e dei uma gargalhada com farelos de milho fenomenal: <em>taí uma coisa que eu nunca vou fazer com o senhor! </em>Eu disse e tentei conter a gargalhada... E o povo que tava na mesa também riu, lógico que não do mesmo motivo.</p>
<h5>A Lady</h5>
<p>Esse ano de 2008 foi um ano de muitas <em>desvirginações </em>pra mim. Por exemplo: me desapaixonei de um grande amor, namorei por 3 meses, traí, já fiquei com 5 pessoas num motel, bebi e fiz merda, fumei, pedi pra ficar com um cara, fiquei trancado por horas num banheiro passando mal, tive uma ligação no disk sexo "virtual", andei dentro da mala de um carro escondido, enfim experimentei um monte de coisas modernas, afinal, a gente tem que descobrir um pouco da <em>V1D4 L0K4</em>! E dentre esse bacanal de experiências todo eu fui também a primeira vez pra o açougue (<em>lê-se boate gls</em>). Eu até postei <a href="http://pracomecar.wordpress.com/2008/03/30/comecando-na-boate/">aqui</a>. O que eu não contei foi que lá eu tinha visto uma pessoa conhecida de vista, mas não lembrava da onde.</p>
<p>Ok, passou. Daí hoje estava eu pegando uma apostila pra resumir, da faculdade da minha mãe, e quando volto, meu pai estava chegando na portaria do prédio e do banco traseiro salta uma <em>quase-mulher</em> que cumprimentou meu pai e sua namorada e saiu depois de ter me dado aquela olhadela. <em>Da onde eu conheço esse cara?</em> Foi aí que caiu a ficha e eu caí na gargalhada! Meu pai, sua namorada e meu irmão também!</p>
<h5>A remota</h5>
<p>Essa eu precisava contar! Dia desses eu fui pra uma balada no subúrbio aqui da cidade. Era show de uma banda cover de Los Hermanos (<em>pois é eu gosto do som dos caras!</em>), além de outra com covers de bandas de Indie rock. Galera bem alternativa e olhe que o ambiente <strong>não</strong> é dedicado a apenas o público GLS. Enfim, entramos no recinto eu e duas amigas.  O ambiente é daqueles que tem uma luz vermelha no bar e um espelho enorme atrás com uns bancos daqueles de balcão junta à parede. Sim, parece muito com um bordel a entrada.</p>
<p>Adentramos mais, mas acho que a gente chegou meio que cedo demais e não havia mais que 7 pessoas, incluindo os barmans e o rapaz da mesa de som. Então a gente resolve se sentar numa mesinha no canto do salão. Beleza sentamos.</p>
<p>De repente um cara (<em>muito afetado</em>) olha pra a gente no canto e fala <em>oi tudo bem?</em>. Bom, como a gente não tava fazendo nada, minha amiga virou pra ele e perguntou se ele queria sentar. A <em>vivida</em> lógico que aceitou. E daí começamos a conversar. Lógico que a vivida tava de olho em mim, mas ela sempre começava elogiando as meninas:</p>
<blockquote><p><em>- Olha você viu como os nossos cabelos são fofinhos? Já o deles dois (o meu e o da outra minha amiga) são lisinhos, quer ver? sente!</em></p></blockquote>
<p>E pediu pra minha amiga passar a mão no cabelo dele e no de nós dois. Daí ele perguntou se poderia passar a mão no meu cabelo. Como eu sou muito fácil (<em>mentchira! não ia dar um fora no cara só porque ele é afetado</em>), deixei. <em>Nossa! Que lisinho... delícia o seu cabelo</em>. E isso a gente se roendo de rir! Eu não me agüento, não: se tem afetada na parada é batata horas de gargalhadas!</p>
<p>Não achando pouco, a minha amiga (<em>a fidaputa idealizadora de chamá-lo pra sentar</em>) diz pra a gente brincar de <strong>Eu nunca</strong> (<em>descrição no final do post</em>). Daí as perguntas tudo santas da gente do tipo: "eu nunca passei um calote", "eu nunca transei na praia"... enfim, de todas as perguntas a única que eu não virei uma dose foi o do passar o calote. Entretanto eis que chega a ver do artista plástico de 54 anos perguntar:</p>
<blockquote><p><em>- Eu nunca lambi um cu!</em></p></blockquote>
<p>Puta que pariu! KKKKKKKKKK! Até hoje eu fico rindo disso! Foi foda! Depois disso, o papo foi se esvaindo e o show começou e a gente nunca mais se viu. Ah... e se querem saber, eu virei a dose com a pergunta da vivida.</p>
<p><em>By the way</em>, eu sempre tive dúvida como é a vida de uma <em>longeva</em>. Apesar de saber que aquilo não é regra.</p>
<p style="padding-left:30px;"><strong>Jogo</strong> <strong>Eu nunca</strong>: É baseado num jogo de perguntas e respostas SINCERAS. Basicamente você diz uma coisa que você nunca fez e quem fez tem que tomar uma dose da bebida da mesa! Simples e revelador!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Testando o ScribeFire]]></title>
<link>http://philipe.wordpress.com/2008/05/17/testando-o-scribefire/</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 20:30:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>philipe</dc:creator>
<guid>http://philipe.wordpress.com/2008/05/17/testando-o-scribefire/</guid>
<description><![CDATA[Esse complemento do firefox é só o cuscuz!


]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Esse complemento do firefox é só o cuscuz!</p>
<p>
<img src="http://philipe.files.wordpress.com/2008/05/fo22espinosa-cuscuz.jpg" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuscuz light]]></title>
<link>http://spoon1.wordpress.com/?p=43</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 19:57:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
<guid>http://spoon1.wordpress.com/?p=43</guid>
<description><![CDATA[1/2 xícara (chá) de cebola ralada
1 xícara (chá) de palmito em conserva
2 tomates médios, sem p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:x-small;color:#333333;font-family:Arial;">1/2 xícara (chá) de cebola ralada<br />
1 xícara (chá) de palmito em conserva<br />
2 tomates médios, sem pele e sem sementes, cortados em cubos<br />
1 xícara (chá) de ervilha congelada<br />
3 colheres (sopa) de salsinha picada<br />
1 xícara (chá) de farinha de milho amarela<br />
150 g de sardinha em conserva<br />
Sal e pimenta-do-reino a gosto<br />
2 colheres (sopa) de óleo de milho<br />
1 envelope de gelatina incolor sem sabor </span></p>
<table id="materia02" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="435">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<div class="arial12" style="padding:4px 8px 0 0;">
<table style="margin:0;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:12px;"><strong>Modo de preparo:<br />
Escalde as ervilhas em água quente e reserve. Aqueça o óleo em uma panela, doure a cebola, junte tomates, salsinha e refogue por 3 minutos. Em seguida, junte sal, pimenta, 3 xícaras (chá) de água; assim que levantar fervura, adicione, aos poucos, farinha de milho e cozinhe por 10 minutos, mexendo de vez em quando (a mistura </strong></span><font color="#333333"><font face="Arial"></font></font></span><font color="#333333"></font></span></p>
<tbody></tbody>
</table>
</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top">
<div class="arial12" style="padding:4px 8px 4px 0;"><span style="color:#333333;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:12px;">deve ficar cremosa). Retire e junte a gelatina, dissolvida conforme as instruções da embalagem. Umedeça 10 forminhas individuais com capacidade para 100ml cada uma e forre o fundo com palmito. Monte camadas alternadas do creme de farinha, ervilha, sardinha, palmito e leve à geladeira por 2 horas ou até ficar firme. Retire, desenforme e sirva com ovos cozidos.</p>
<p><a href="http://www.minhavida.com.br">www.minhavida.com.br</a></span></span></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuscuz de farinha de milho nordestina]]></title>
<link>http://spoon1.wordpress.com/?p=36</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 20:14:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
<guid>http://spoon1.wordpress.com/?p=36</guid>
<description><![CDATA[Ingredientes:
Salsa (à gosto)
Coentro (à gosto)
Manjericão (à gosto)
Cebola (à gosto)
Alho (à ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:x-small;">Ingredientes:</p>
<p>Salsa (à gosto)<br />
Coentro (à gosto)<br />
Manjericão (à gosto)<br />
Cebola (à gosto)<br />
Alho (à gosto)<br />
Tomate<br />
Azeite<br />
Camarão<br />
Farinha de milho nordestina<br />
Sal e pimenta do reino (à gosto)<br />
Tomate em rodelas, folhas de alface, ovos cozidos e petit pois para decorar </span></p>
<p> </p>
<p>Modo de fazer:</p>
<p>Dourar o alho e a cebola ralada no azeite, juntar os tomates sem pele e sem sementes com os temperos verdes, colocar um pouco de água para cozinhar ligeiramente, juntar os camarões já temperados com pimenta do reino, alho, sal e limão, deixar cozinhar até os camarões ficarem tenros e ir misturando a farinha de milho até ficar uma massa dura.<br />
Untar uma forma com furo no meio com azeite, enfeitar com rodelas de tomates nas laterais e fundo da forma, ovos cozidos e petit pois, colocar a massa e desinformar em um prato com folhas de alface.</p>
<p><a href="http://www.podcomer.com">www.podcomer.com</a></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CUSCUZ VEGETARIANO]]></title>
<link>http://culinariaadventista.wordpress.com/?p=36</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 19:36:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>jesusluzdomundo</dc:creator>
<guid>http://culinariaadventista.wordpress.com/?p=36</guid>
<description><![CDATA[INGREDIENTES:
- 2 xícaras de farinha de milho
- 1 xícara de cenoura picada
- 1 xícara de vagem pi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>INGREDIENTES:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">- 2 xícaras de farinha de milho<br />
- 1 xícara de cenoura picada<br />
- 1 xícara de vagem picada<br />
- 1 palmito pequeno picado<br />
- 1 xícara de ervilha em grão<br />
- Azeitonas pretas ou verdes à vontade<br />
- Sal, cebola, cheiro-verde e outros temperos à gosto<br />
- Óleo para refogar</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>MODO DE PREPARO:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">- Cozinhar os legumes em separado com pouca água e sal, guardando a água que sobrar depois do cozimento.<br />
- Fazer um refogado com a cebola e todos os temperos, acrescentar os legumes cozidos e as azeitonas sem caroço (guardar algumas para o enfeite), juntando a água dos legumes quando tudo estiver bem refogado.<br />
- Acrescentar a farinha de milho aos poucos, mexendo bem e, se a massa estiver muito espessa e seca, juntar mais um pouco de caldo de legumes.<br />
- Untar uma forma refratária própria de cuscuz, colocar rodelas de ovo cozido e algumas azeitonas no fundo da mesa, juntar a massa e apertá-la bem dentro da forma.<br />
- Forno ou banho-maria por 30 minutos.<br />
- Virar o cuscuz num prato raso que vai à mesa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dos sabores que por aqui se aprendem]]></title>
<link>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=192</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 11:36:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mariana</dc:creator>
<guid>http://caosnacozinha.wordpress.com/?p=192</guid>
<description><![CDATA[
Hoje gosto de cuscuz. Mas antes não gostava. Não que ao longo da minha vida tenha comido muito cu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/05/cuscuz-com-nina-ii.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-195" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/05/cuscuz-com-nina-ii.jpg" alt="" width="287" height="485" /></a></p>
<p align="justify">Hoje gosto de cuscuz. Mas antes não gostava. Não que ao longo da minha vida tenha comido muito cuscuz. Na verdade, é uma descoberta recente. Em casa dos meus pais nunca o comi. Portanto o cuscuz entrou na minha vida desde que saí de casa e comecei a explorar mais profundamente o universo dos alimentos estranhos. Estranhos porque diferentes, porque desconhecidos. E o cuscuz dentre eles.</p>
<p align="justify">Mas dizia eu que não gostava de cuscuz. E acho que era por culpa de não ter aprendido a gostar. Eu acho que os sabores se aprendem e se um sabor novo e diferente entra na nossa boca é preciso ensinar ao cérebro que aquilo é bom. Porque só podemos reconhecer como bom algo que já provámos antes. Ou que seja parecido com algo já provado antes. Senão o cérebro fica, como nós, como a boca, perdido na descoberta da novidade.</p>
<p align="justify">À medida que fui descobrindo o cuscuz, então, fui começando a gostar. Claro que ao mesmo tempo fui aprendendo a temperá-lo, a dar-lhe mais sabor e a combiná-lo melhor. O Zé ainda hoje não gosta. E da última vez que fiz cuscuz para os dois, resolvi nunca mais o fazer para ele. Brincou com a colher, empurrou daqui, empurrou dali, bebeu para engolir melhor - enfim, ele claramente não gosta. E depois de três tentativas, acho que chega de tortura. Fica o cuscuz só para mim.</p>
<p align="justify">Por ser tão rápido e versátil, costumo fazê-lo para o meu almoço. E normalmente faço a dobrar - isto é, dose para dois. Assim no dia seguinte já tenho almoço. E o cuscuz funciona lindamente quente ou frio, com sabores diferentes conforme a temperatura a que é comido. O cuscuz presta-se a tudo o que está no frigorífico. A minha versão do momento é sempre parecida, mas isso é tanto por falta de imaginação da minha gaveta dos legumes como por ter gostado tanto da combinação de sabores.</p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><a href="http://caosnacozinha.files.wordpress.com/2008/05/cuscus.jpg"><img class="size-full wp-image-194 aligncenter" src="http://caosnacozinha.wordpress.com/files/2008/05/cuscus.jpg" alt="" width="312" height="400" /></a></p>
<p align="justify">Na chaleira, pus água a aquecer. Numa frigideira salteei, num fio de azeite, alho picado. Juntei courgette e cenoura às meias-luas finas e um alho francês em fatias. Às vezes junto espinafres, também. E podem ser mesmo os congelados. Quando os legumes já estão ligeiramente macios, junto um pouco da água quente da chaleira. Tempero com sal, alecrim e menta frescos, picados. Numa tigela ao lado, já está uma medida de cuscuz numa medida de água a ferver. Volto aos legumes. Mexo ligeiramente, junto mais água se for preciso, acerto os temperos. Enquanto cozem, faço o molho: azeite (a olho e a gosto), sumo de um limão, mais menta fresca picada. Mexo vigorosamente, até estar ligeiramente emulsionado. Separam-se os grãos de cuscuz com um garfo e juntam-se os legumes. Nesta altura, juntei também umas 5 ou 6 azeitonas pretas cortadas em pedacinhos. Mistura-se tudo muito bem. Junta-se o molho e mistura-se muito bem outra vez. Está pronto! Divide-se em duas doses e come-se. À colher, que é como sabe melhor!</p>
<p align="justify">A outra dose, depois de fria, é guardada no frigorífico para o almoço do dia seguinte. Em que sabe tão bem como quente, senão mesmo melhor. Confesso-me, ainda, dividida! :)</p>
<p align="justify"><em>Eu sei que o alecrim não é propriamente a erva típica do cuscuz. Mas é a minha erva-fetiche do momento, por isso vai alecrim em quase tudo. A verdade é que nesta combinação ficou delicioso e portanto é repetido.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Saiba Mais: Aipim, Mandioca e Macaxeira (parte 2): farinha, fécula, polvilho, tapioca e sagu]]></title>
<link>http://comendobem.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Thu, 01 May 2008 13:51:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>comendobem</dc:creator>
<guid>http://comendobem.wordpress.com/?p=52</guid>
<description><![CDATA[A classificação da mandioca baseia-se no teor de uma substância tóxica que ela possui: o ácido ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A classificação da mandioca baseia-se no teor de uma substância tóxica que ela possui: o ácido cianídrico. A mandioca-mansa ou mandioca-doce ou aipim tem as raízes comestíveis, podendo ser consumido cozido ou assado. A mandioca-brava ou mandioca-amarga ou simplesmente mandioca é rica em ácido cianídrico, mas perde sua toxicidade no processo do cozimento e torrefação. Com ela são produzidas a farinha, a fécula, o polvilho e a tapioca.</p>
<p><strong>Farinha de mandioca</strong></p>
<p>A farinha de mandioca é extraída da mandioca-brava. A produção da farinha de mandioca é feita da seguinte forma: primeiro, as raízes são descascadas, lavadas e raladas. A massa ralada, depois de prensada para a extração da parte líquida, passa por um processo de esfarelamento ou descompactação para que possa ser peneirada. Por fim, a farinha é torrada e, depois de fria, é empacotada para a venda.</p>
<p>A farinha constitui um dos principais produtos da mandioca, e seu uso é muito difundido em todo o país, fazendo parte da refeição diária de muitos brasileiros. É consumida principalmente como farofa. É um alimento rico em carboidratos e fibras e, quando integral, contém um pouco de proteína, cálcio, fósforo, sódio e potássio.</p>
<p><strong>Fécula de mandioca ou polvilho doce</strong></p>
<p>A diferença entre fécula e amido é muito pequena e reside apenas no fato de cada um deles ser retirado de uma parte diferente do vegetal. Enquanto que o amido é extraído das partes aéreas comestíveis dos vegetais (sementes), a fécula é extraída das partes subterrâneas (tubérculos, raízes e rizomas). Sendo assim, temos, como exemplo, que o produto amiláceo extraído do milho é chamado amido e o da batata é chamado fécula.</p>
<p>A fécula de mandioca, também chamada de polvilho doce, é usada na culinária de forma semelhante ao amido de milho (maisena), podendo ser utilizada como espessante (molhos e mingaus) ou substituir parte da farinha de trigo nas receitas de pães e bolos, sem modificar seu sabor. Também pode ser congelada depois de incorporada ao produto final e não contém glúten. Além disso, possui um custo menor do que os outros amidos.</p>
<p><strong>Polvilho Azedo</strong></p>
<p>O polvilho azedo é um derivado da fécula de mandioca. Ele é um amido modificado por oxidação, com a propriedade de expansão que outros amidos nativos não têm. A expansão sem uso de agentes levedantes (fermento químico ou biológico) permite seu uso na fabricação de biscoitos de polvilho e pães de queijo.</p>
<p><strong>Tapioca e Sagu</strong></p>
<p>A tapioca é um produto granulado obtido através da transformação parcial da fécula de mandioca em goma. É utilizado no preparo de cuscuz, bolo e pudim.</p>
<p>Tapioca pérola ou sagu é um tipo de tapioca de grãos esféricos regulares. Tradicionalmente o sagu é cozido com vinho tinto e açúcar, mas também pode ser preparado com sucos de frutas (uva ou laranja) ou mesmo com leite.</p>
<p><a href="http://comendobem.wordpress.com/2008/05/09/aipim-mandioca-macaxeira-como-comprar-escolher-conservar-usar-congelar-beneficios-propriedades/">Clique aqui e leia "Aipim, Mandioca e Macaxeira (parte 1): escolher, conservar e usar"</a></p>
<p><a href="http://comendobem.wordpress.com/receitas/">Clique aqui e veja todas as receitas</a></p>
<p><a href="http://comendobem.wordpress.com/alimentos/">Clique aqui e saiba mais sobre os alimentos</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Olha o Cuscuz!!!]]></title>
<link>http://blogdoal.wordpress.com/?p=21</link>
<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 23:11:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Al. Yang</dc:creator>
<guid>http://blogdoal.wordpress.com/?p=21</guid>
<description><![CDATA[Só vai entender o post quem ouviu o Nerdcast #32, lá do Jovem Nerd.
Pois bem, olha só o que apare]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Só vai entender o post quem ouviu o <a href="http://jovemnerd.ig.com.br/v4/podcast/">Nerdcast</a> #32, lá do Jovem Nerd.</p>
<p>Pois bem, olha só o que apareceu no <a href="http://twitter.com/jovemnerd">Twitter do JN</a> há duas semanas atrás:</p>
<blockquote><address>     		     		  Os ouvintes do Nerdcast encontraram o homem do CUSCUZ! O mesmo que fez as Barbies da Sra.JN voarem! <a href="http://tinyurl.com/2lm3jx" target="_blank">http://tinyurl.com/2lm3jx</a> </address>
<address>     		     			<span class="meta">               				     				    					 04:45 PM January 14, 2008     				    				from web</span></address>
</blockquote>
<p><span class="meta"></span>Inacreditável, o cara virou lenda no Rio de Janeiro agora. heaheahea</p>
]]></content:encoded>
</item>

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