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	<title>debate-ideias &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "debate-ideias"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 14:46:09 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Caso real de abuso bancário]]></title>
<link>http://blogidentitario.wordpress.com/?p=210</link>
<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 14:32:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>idci</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Nuno Neves
Como qualquer cidadão, tenho as minhas contas bancárias.
Uma delas uso apenas como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Por <strong>Nuno Neves</strong></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Como qualquer cidadão, tenho as minhas contas bancárias.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Uma delas uso apenas como “mealheiro”. Essa conta pertence ao outrora Banco do Estado (CGD), e há um ano que não depositava dinheiro nessa mesma conta.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">No início desta semana, depositei 500 euros… Três dias depois, retiraram-me 30 euros, com a justificação de despesas e manutenção da conta. Mas porque motivo, tenho eu de pagar para ter uma conta no banco? Porque motivo eu sou discriminado por não ter 1000 euros na conta, sabendo que estas despesas não são debitadas se possuir essa quantia na conta? Qual a razão para a inércia do estado português nestas situações?<br />
</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Não é a primeira vez que penso em acabar com as contas no banco, e voltar ao velho sistema de guardar o dinheiro debaixo do colchão. Mas, com a insegurança em que hoje se vive neste país, não me parece uma boa solução.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Contudo, deveríamos pensar se não é chegado o momento de tirar o nosso dinheiro dos bancos…</span></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da problemática Energética à Ecologia radical (Parte II e final)]]></title>
<link>http://blogidentitario.wordpress.com/?p=208</link>
<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 21:58:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>idci</dc:creator>
<guid>http://blogidentitario.pt.wordpress.com/2008/08/24/da-problematica-energetica-a-ecologia-radical-parte-ii-e-final/</guid>
<description><![CDATA[Para uma melhor compreensão do texto sugere-se a leitura da parte I.
Por Diogo Canavarro
Perante es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><em>Para uma melhor compreensão do texto sugere-se a leitura da </em><a href="http://blogidentitario.wordpress.com/2008/06/28/da-problematica-energetica-a-ecologia-radical-parte-i/"><em>parte I.</em></a></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Por <strong>Diogo Canavarro</strong></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Perante este cenário assombroso quais os caminhos que podemos e devemos percorrer?</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Em primeiro lugar urge fazer uma reflexão séria e <em>científica</em> sobre a temática energética, algo que em Portugal, infelizmente, é sistematicamente relegado para segundo plano. Uma rápida análise sobre a questão leva-nos a concluir que a produção e uso de energia nos dias de hoje é concebida baseando-se na visão da <em>oferta</em>; a energia é vista como algo que se pode gastar indefinidamente (e quanto mais, melhor). É, assim, uma visão centralista e uniformizadora, que recusa uma aplicação local consoante a <em>procura</em> e necessidades dos consumidores, que tem como principal consequência o rápido esgotamento dos recursos naturais. Um exemplo desta situação é o Serviço Nacional de Saúde (SNS), aqui entendido como entidade <em>energética</em>: Ao invés de uma implantação local/regional, pois nem todas as zonas do país têm certamente os mesmos índices de procura, distribuiu-se, sobretudo no pós-25Abril, hospitais e centros de saúde – como se de panfletos se tratassem! – de forma “uniforme”. O resultado está à vista de todos: O SNS encontra-se hoje desgastado e mutilado, com o encerro de muitas unidades um pouco por todo o país, para desespero das populações locais.<br />
Resumindo, a produção e utilização de energia deve ser encarada como um serviço gerador de <em>conforto</em>, aplicado às reais necessidades das nossas comunidades, onde cada consumidor deixa de ser visto como um mero «número», passando, desta feita, a ser parte integrante do fenómeno energético, isto com recurso a meios de que falarei mais adiante. «Power to people», é o lema a interiorizar.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Outra questão fulcral para a resolução deste conflito prende-se com o (fraco) ordenamento do nosso território. Tomemos como exemplo a região da grande Lisboa: Devido à especulação imobiliária e à incapacidade do poder local em garantir condições de vida, muitos lisboetas são “atirados” para a periferia da região mas mantendo os seus postos de trabalho bem no centro da capital. Por conseguinte, entram e saem milhares de carros todos os dias, o que corresponde, para além de um problema social, a um gravíssimo atropelo do ponto de vista energético em virtude dos milhares de litros de combustível que são gastos, com a correspondente emissão de gases poluentes. É necessário tomar novas medidas que estimulem o crescimento das economias locais e o melhoramento da rede rodoviária. Sobre este último, é absolutamente inacreditável a atitude do actual governo que prefere apostar na construção de mais auto-estradas (!) ao invés da melhoria dos transportes públicos e seu uso, ciclovias, espaços de lazer e bem-estar (Relembremos as famosas «cidades-jardim» de William Morris), legislação para habitações termicamente optimizadas, etc.</span></span></p>
<p><!--more--></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Mas o passo decisivo prende-se com a substituição das fontes energéticas comuns, onde as energias alternativas, limpas e renováveis, assumem o papel principal. Portugal é um país verdadeiramente rico nesta matéria, seja na vertente solar, eólica, hídrica ou biomassa, e temos todas as condições para sermos líderes na aplicação em larga escala desta solução. Além disso, estas podem ser facilmente colocadas nas moradias dos cidadãos – sistemas fotovoltaicos, painéis solares, aerogeradores, produção de biogás, etc. – contribuindo dessa forma para uma produção descentralizada de energia. Os custos de implementação ainda são algo elevados (por exemplo, um sistema solar fotovoltaico autónomo pode custar na ordem dos 20.000€) mas creio que a tendência é para mudar, isto à luz da Lei da oferta e da procura – a necessidade cada vez maior destas alternativas conjugado com apoios e incentivos financeiros à criação de empresas nesta área, fará certamente baixar os valores referidos.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Sobre a energia nuclear são vários os motivos que me levam a ter uma opinião negativa sobre a sua aplicação: É uma produção de energia centralizada; continua a não haver qualquer solução para o lixo radioactivo produzido, que se acumulam ao lado das centrais; o urânio está hoje, tal como o petróleo, a atingir o seu pico; exige vigilância e controlo permanentes; a tarefa de desmantelamento pode revelar-se impraticável, tal como aconteceu na vizinha Espanha onde algumas centrais tiveram de ser cobertas com cimento (!) pois os níveis de radioactividade eram excessivos; contribuirá apenas para a produção de electricidade, ou seja, não reduz a dependência do petróleo; o facto de existirem pessoas a morar ao lado destas centrais, não significa que as mesmas sejam seguras; a tentativa de atingir rendimentos de produção elevados pode levar a desastres como o de Chernobyl.<br />
Em suma, não é uma solução segura, limpa e versátil. </span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Por último, cabe também a cada um de nós ter uma atitude diferente e radical sobre a forma como encaramos a ecologia. Desde o simples respeito pelo ecossistema até ao compromisso directo com esta causa, todos os caminhos são válidos para o retorno ao enraizamento e apego à nossa terra. E que nunca esqueçamos: a independência energética é o pilar base para a independência e prosperidade de qualquer Nação!</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alguém disse "integração"?]]></title>
<link>http://blogidentitario.wordpress.com/?p=156</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 14:51:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>idci</dc:creator>
<guid>http://blogidentitario.pt.wordpress.com/2008/07/22/alguem-disse-integracao/</guid>
<description><![CDATA[
Por Manuel Alva
Mais uma vez, ficou provado, num bonito espectáculo de luz, cor, tiro desportivo e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://dn.sapo.pt/2008/07/12/090348.jpg" alt="" align="left" /></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Por <strong>Manuel Alva</strong></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Mais uma vez, ficou provado, num bonito espectáculo de luz, cor, tiro desportivo e conflito étnico, difundido em horário de telejornal, que a "integração" é impossível. Os pensadores da suposta elite falaram em problemas sociais, falta de rendimentos, etc., mas não há fome naquele bairro. E se a há, não são de certeza os atiradores desportivos, que agilmente se mexiam, que a têm. Nem os alvos dos atiradores desportivos, infelizmente não visíveis nos confrontos (qual foi a última vez que se viu imagens de uma câmara de vigilância de um grupo de jovens a cometer um crime num qualquer transporte público?).</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">O conflito tem contornos territoriais e étnicos. Não sou eu que o digo, são os próprios habitantes. Exclama um angolano com bilhete de identidade português: «Os ciganos passaram aqui a dizer que iam matar os macacos» (sic). Exclama um habitante do bairro da mesma equipa dos atiradores desportivos: «Não dá para viver com os africanos, ao mínimo conflito recorrem logo às armas e à violência».<br />
</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Para finalizar, a suposta elite, sempre a pensar em problemas de falta de rendimentos e integração, pensem antes assim. Eles não querem deixar de ser o que são: africanos ou ciganos. Mesmo com bilhetes de identidade portugueses, mesmo a falar português em alguns casos, eles vão sempre ser o que são. E se ser o que são, é, em muitos casos, resolver as coisas aos tiros, então os espectáculos de tiro desportivo na rua serão muito mais comuns. Aguardamos também a variante piromaníaca anti-carros, já em voga na França...</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da problemática Energética à Ecologia radical (Parte I)]]></title>
<link>http://blogidentitario.wordpress.com/?p=102</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 14:03:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>idci</dc:creator>
<guid>http://blogidentitario.pt.wordpress.com/2008/06/28/da-problematica-energetica-a-ecologia-radical-parte-i/</guid>
<description><![CDATA[Por Diogo Canavarro
Desde sempre respeitada, admirada e até incompreendida, a Energia é hoje o con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Por <strong>Diogo Canavarro</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Desde sempre respeitada, admirada e até incompreendida, a Energia é hoje o conceito mais preponderante na actividade humana e objecto de estudo científico permanente por parte das áreas físico-químicas. Esta é, mesmo que isso nos escape à nossa modesta vista, o denominador comum a todo o espectro que conhecemos: política, cultura, economia, migrações, etc., são, pois, todos eles conceitos subordinados à Energia. Quando o mundo «pula e avança como uma bola colorida nas mãos de uma criança» é à Energia que devemos <em>agradecer</em>.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Mas, afinal, o que é a Energia? </span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Tão simples e ao mesmo tempo tão complexa, podemos dizer, ainda que de forma sucinta, que a Energia é todo o <em>fenómeno</em> capaz de dar o ponto de partida para a modificação de um determinado sistema físico, e somente isso – o ponto de partida. A <em>capacidade</em> de a usar dá-se, em Física, o nome de <em>trabalho</em> que, por sua vez, está intrinsecamente dependente de uma <em>força actuante</em>. Quando elevamos um corpo com uma certa massa a uma determinada altura, obtemos a denominada <em>Energia Potencial</em>. Libertando-o, eis que entra em acção a <em>força gravítica</em> que, por deslocamento do corpo, produz <em>trabalho</em>, também este uma forma de Energia (Medida em Joule (J), em honra ao grande Físico Britânico James Prescott Joule). É este o princípio de funcionamento de toda e qualquer estrutura hídrica – a Energia Potencial, ou seja, o <em>trabalho potencial</em> produzido é magistralmente aproveitado por turbinas que se encarregam de produzir electricidade.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Eis-nos postos perante o primeiro ponto crucial da temática: Da mesma forma que Identidade não é <em>somente</em> Cultura, Energia não é <em>somente</em> Electricidade. Esta última é, na verdade, uma parte integrante do fenómeno energético, entendido numa perspectiva global. A recusa em compreender esta relação é uma grave deturpação daquilo que verdadeiramente representa a Energia, com consequências bem nefastas para o ecossistema. A energia é, em suma, uma dinâmica que se exprime, na sua forma mais elementar, <em>num gesto</em>.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Dada uma definição base para a Energia (entendida, saliente-se, através de uma visão de Engenharia), libertemo-nos dos conceitos mais “puristas” e façamos uma análise da sua história, aplicações actuais e problemáticas inerentes.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Conscientemente ou não, a Energia foi desde sempre encarada como um veículo na obtenção de <em>conforto</em>. A queima de biomassa – como a lenha, por exemplo –  permitiu ao homem primitivo utilizar a Energia proveniente dessa combustão (reacção exotérmica) para se aquecer, cozinhar ou ainda afugentar diversos perigos, o que consistiu numa maior capacidade de <em>sobrevivência</em> e prosperidade para a sua comunidade. Com o evoluir dos tempos, a Energia foi paulatinamente sendo obtida pelo recurso aos combustíveis fósseis, sobretudo após a Revolução Industrial, donde se destaca o petróleo. Naquela época e, tristemente, tal como hoje, os mitos do progresso infinito da humanidade desencadearam o início de um consumismo compulsivo aniquilando, e considerando a escala de tempo da humanidade, esses mesmos recursos em <em>tempo de fósforo.</em></span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">No que ao petróleo concerne, sabe-se hoje que estamos a atingir o <em>peak oil</em>, i.e., o pico do petróleo. </span></span></p>
<p><!--more--></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.celsias.com/blog/images/peak_oil_hubbert_curve.gif" alt="" width="400" align="middle" /></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">O cenário é assustador. Todo o Ocidente já atingiu o <em>peak oil</em>, sendo que no caso particular dos EUA há muito que foi ultrapassado – explicando, em parte, o que se passa actualmente no Iraque – e note-se como o Médio-Oriente está também numa crise sem precedentes. São por isso totalmente irresponsáveis as declarações dos dirigentes da OPEP, segundo os quais a actual crise nos combustíveis se deve somente à «especulação». Isto é, literalmente, falso. Não há qualquer «especulação»; tudo se deve à visão errada de como encaramos fenómeno energético, onde o desenvolvimento </span></span><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;"><em>sustentado</em> (factor de crescimento constante e linear</span></span><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">) se sobrepõem ao desenvolvimento </span></span><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;"><em>sustentável</em> (base orgânica e em comunhão com o ecossistema). </span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Inerente à queima de combustíveis fósseis, temos o outro lado da problemática – a libertação em quantidade exorbitantes de CO2 (dióxido de carbono). Há que considerar também o CH4, metano, cerca de 20 vezes mais activo no que o CO2 na contribuição para a alteração do chamado <em>efeito de estufa</em>. Aqui, mais uma vez, somos forçados a uma leitura cuidada da situação: Existe a ideia generalizada de que o efeito de estufa é algo de «mau», criado artificialmente pelo Homem. Isto é, novamente, falso. Com efeito, a existência de vida no nosso planeta é consequência deste efeito – «A radiação solar atravessa a atmosfera que lhe é essencialmente transparente, nos comprimentos de onda em que nos chega. A Terra aquece em consequência, até atingir uma temperatura que acaba por a reenviar para o espaço tanta energia quanto absorve. Só que este equilíbrio radioactivo se faz em comprimentos de onda para os quais a atmosfera é menos transparente, i.e., a temperatura de equilíbrio é mais elevada do que a que seria se a atmosfera lá não estivesse, pois alguma daquela radiação não chega ao espaço. A atmosfera funciona assim como o plástico ou vidro de estufa, em relação às culturas que abriga. Daí o nome para este efeito.», escreve o professor Manuel Collares-Pereira, no seu livro <em>Energias Renováveis, a Opção Inadiável</em>. Assim, o problema, na realidade, está que a emissão em quantidades excessivas de CO2 e/ou CH4 “engrossa” o tal vidro, correspondendo a um aumento da temperatura.<br />
</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.architecture2030.org/images/current_situation/CS02-CO2-Temperature.gif" alt="" width="400" align="middle" /></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Note-se que a figura anterior refere «thousands of years before present», ou seja, muito antes da actividade do homem, pelo que podemos ver que existiu uma temperatura média nessa época, ao contrário de hoje.</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="vertical-align:middle;" src="http://zfacts.com/metaPage/lib/zFacts-CO2-Temp.gif" alt="" width="400" /></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Paradoxalmente, o fenómeno energético está hoje a tornar-se num factor de <em>desconforto</em>, o que em casos mais extremados origina as migrações humanas. A vaga de povos, sobretudo do sul, que hoje chega à Europa é também um sintoma da crise energética mundial. A falta de recursos energéticos gera necessariamente fome, doenças e pandemias, impulsionando os mais resistentes a procurar melhores condições de vida noutras paragens, preferencialmente na Europa. Guillaume Faye classificou este fenómeno de «convergência das catástrofes» </span></span><span style="font-size:12pt;" lang="PT">–</span><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;"> o velho continente arrisca-se a soçobrar numa inelutável depressão, tornando-se «terceiro mundista», pela manifesta incapacidade em acolher tantos indivíduos (factores étnicos, culturais, políticos, económicos e sociais) o que poderá mesmo, caso a situação não seja invertida, desencadear uma guerra civil europeia.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">(continua)</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[10 de Junho, o nosso dia!]]></title>
<link>http://blogidentitario.wordpress.com/?p=86</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 10:46:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>idci</dc:creator>
<guid>http://blogidentitario.pt.wordpress.com/2008/06/10/10-de-junho-o-nosso-dia/</guid>
<description><![CDATA[
Por Diogo Canavarro
Pátria, Povo, Valentia. São alguns dos vectores com os quais poderia abordar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.img.lx.it.pt/~fp/cav/ano2006_2007/MERC/Trab_9/pagina/imagem/bandeira%20nacional1.jpg" alt="" width="200" align="left" /></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Por <strong>Diogo Canavarro</strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Pátria, Povo, Valentia. São alguns dos vectores com os quais poderia abordar neste dia, o nosso dia, Portugal. </span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Mas, ao invés disso, prefiro hoje recordar e enaltecer a verdadeira alma de Portugal – os Portugueses – nas suas múltiplas variantes regionais. Porque esse é definitivamente o nosso combate; um Portugal construído da base para o topo, unido na diversidade, em comunhão com referências imemoriais e sempre num elevado espírito de solidariedade – que hoje funciona como uma verdadeira arma face ao Mundialismo galopante.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">É por isso que o <em>pensar</em> sobre Portugal necessita de ser <em>repensado</em>: Às visões totalitárias e unas, vilipendiantes das identidades e liberdades locais, bem como de toda a Polis, deverá ser sobreposta a visão da «dinâmica identitária», onde todas as comunidades enraizadas são parte integrante do desenvolvimento sustentável do Portugal Eterno.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Esta é a nossa perspectiva, esta é a nossa luta: Um Portugal, e por extensão um Mundo, onde, como escreveu Alain de Benoist, a «<em>alegria </em>que experimentamos no decurso de uma viagem, é a de ver modos de vida ainda enraizados, ver viver com o ritmo que lhes é próprio povos diferentes, de uma outra cor de pele, de uma outra cultura, de uma outra mentalidade – e que se orgulham da sua <em>diferença</em>.»</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Por isso saúdo de coração aberto e franco todos os Açorianos, Madeirenses, Minhotos, </span></span><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Durienses<strong>,</strong></span></span><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;"> Transmontanos, Beirões, Estremadurenses, Ribatejanos, Alentejanos e Algarvios. Que o espírito livre e rebelde que sempre vos [nos] caracterizou, mais forte que o fogo, seja a tónica para a resistência à uniformização etnocultural e ao centralismo jacobino. <strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Face à miséria, vocês não estão sós! </span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#000000;"><span style="font-size:small;">Viva Portugal Livre!</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maio de 68]]></title>
<link>http://blogidentitario.wordpress.com/?p=76</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 11:16:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>idci</dc:creator>
<guid>http://blogidentitario.pt.wordpress.com/2008/05/07/maio-de-68/</guid>
<description><![CDATA[
Por Diogo Canavarro
Foi há 40 anos que se deu a revolta popular em França, construída a partir d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://climatenso.files.wordpress.com/2007/02/may68.gif" alt="" width="200" align="right" /></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Por Diogo Canavarro</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Foi há 40 anos que se deu a revolta popular em França, construída a partir de uma Greve Geral, mais conhecida por Maio de 68. Por entre <em>slogans</em> como «É proibido proibir» ou «O álcool mata, toma LSD» viveram-se dias de forte agitação e contestação social, onde o segmento juvenil teve particular destaque na sua impulsão.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Não me cabe a mim julgar este episódio da história, não só porque não o vivi, mas também porque sinto que não tenho conhecimentos sérios e profundos sobre esta matéria.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Contundo, não posso deixar de tecer dois breves comentários à temática em questão.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Primeiro, creio que o Maio de 68 foi um presságio para aquilo que hoje, tristemente, vivenciamos: Um povo, em particular a sua juventude, que despreza, vulgariza e renega a sua origem etnocultural em nome da «Liberdade» e do «Outro». Incapazes de compreender que a definição do «Ser» singular depende implicitamente da sua definição no meio colectivo em que está inserido, e que a construção de barreiras – físicas e espirituais – são imprescindíveis para a manutenção desse mesmo «Ser» bem como a sua respectiva «Liberdade», estes agentes lançaram as sementes da confusão política e ideológica, traduzindo-se hoje na apatia generalizada, no optimismo artificial e no enraizamento ao sentimento xenófilo e etnomasoquista que chega à patologia.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Segundo, não deixa de ser paradoxal que muito daqueles que se insurgiram contra o «Capitalismo» e o «Sistema», são hoje figuras destacadas na sociedade civil; advogados, professores, banqueiros, etc., curiosamente, ou talvez não, cargos conectados às estruturas do «Capitalismo» e «Sistema» que diziam combater. Fartaram-se de ser revolucionários?</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Em suma: Acredito que é necessário acabar com o «presentismo» em que fatalmente caímos e voltarmos a ser portadores de um futuro sustentável, com base em ideias fortes e ousadas – Autonomia regional, Europa unida e subsidiária, Política energética nacional na área das energias alternativas, etc. – mas isso não pode, jamais, ir deliberadamente contra toda e qualquer estrutura social, que, quanto a mim, foi a imagem de marca do Maio de 68. Como escreveu Miguel Ângelo Jardim: «A atitude de revolta não me merece, à partida, muita simpatia. Por motivos de ordem ideológica e de estratégia creio na revolução das mentalidades, na pedagogia subversiva, na transformação persistente e progressiva das consciências. É mais sensato e mais eficaz.»</span></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Um camião à deriva!]]></title>
<link>http://blogidentitario.wordpress.com/?p=68</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 22:45:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>idci</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Miazuria (Miguel Angelo Jardim) 
Um camião à deriva vagueia e deambula pelas ruas e vielas da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Por Miazuria (Miguel Angelo Jardim)</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;"> </p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Um camião à deriva vagueia e deambula pelas ruas e vielas da amargura politica. Deixou recentemente, com saudosismo, Berlim e agora percorre Caracas, Gaza,Tripoli e uma recordação, Pyongyang, Teerão, alcançando, imagine-se, a Birmânia, não fosse ele um transporte de longo curso...</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;"></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Em tempos a mercadoria foi unicolor, mas agora é bem multicolorida, em tons de negro e branco, com envergonhadas pinceladas a vermelho, só lhes falta, ainda, o amarelo, todas as cores incorporadas num espírito de fraternidade mundialista, afinal de contas para este camião as cores reunidas de mãos dadas são uma festa a celebrar, em bom estilo Benetton, mesmo que a festa se arrogue de "patriótica"!</p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Os motoristas deste veículo mal amanhado apresentam duas obsessões: a CI (Causa Identitária) e as manifestações de rua.</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;"></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">A primeira, a CI, para além de caluniada e difamada, provoca, seguramente, insónias e pesadelos. A segunda, as manifestações de rua, são concorridas a três, ao ritmo do calendário demonstrativo, nelas o camião surge com os motoristas abonecados (não dão a cara), envergonhado e tímido, a matrícula invisível (têm medo do quê e de quem?), participam em estilo de mirones, são "voyeurs" da manifestação dos outros. Até fazem romagens de culto enternecido a quem outrora apelidavam de santo patrono dos "salazarentos"!<br />
<!--more--></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">É um camião desgovernado que atropela "sionistas" virtuais e fantasmagóricos, os judeus provocam-lhes urticária, porque será?!</p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">A pretensão é atingir a maioridade política, mas permanecem na indiferença, na pequenez inaudível da mediocridade.</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;"> </p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">O camião mais parece um atrelado do BE (bloco de esquerda), só que este último nem sequer ainda deu conta da sua existência.</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;"></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">A rota e destino são motivos de risada despregada.</span><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;"></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Temos desprezo por este camião de transporte internacional rodoviário. Só isso!</span></p>
<p></span></span></span></span></span></p>
<p></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Geração à rasca!]]></title>
<link>http://blogidentitario.wordpress.com/?p=65</link>
<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 00:19:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>idci</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há algumas semanas atrás, tive a oportunidade de assistir na estação televisiva TVI a uma report]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Há algumas semanas atrás, tive a oportunidade de assistir na estação televisiva TVI a uma reportagem intitulada: “A vida por um canudo”. Esta teve como propósito mostrar aos Portugueses a situação dramática dos nossos jovens licenciados, que não encontram trabalho na sua área de especialização.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">O panorama é aterrador: Jovens formados em áreas tão distintas e importantes – enfermagem, jornalismo, psicologia, arquitectura, etc. – a trabalhar como vendedores “ambulantes”, balconistas ou até na construção civil. Para completar o triste espectáculo, estes situam-se, na sua grande maioria, num nível socioeconómico altamente instável.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Tenho um profundo respeito e consideração por todas profissões dignas e úteis, e compreendo que, na actual conjuntura, torna-se praticamente impossível ter o mesmo emprego para toda a vida – tal como foi em tempos mais “recuados”. Mas sejamos realistas e honestos: Não é com isto que estes jovens sonharam e trabalham ao longo de um curso. São demasiadas horas a “bater pestana”, para agora trabalharem em algo que não tem a mínima relação com o que estudaram.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Confesso que me emocionei ao ouvir uma jovem formada em enfermagem (afinal, não há falta de profissionais de saúde?), também emocionada, dizendo: «só queria trabalhar». Mais claro é impossível. É o grito de revolta e angústia contra um sistema que de nacional e social, pouco ou nada tem.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Em minha opinião, o Estado e vários departamentos universitários são os grandes responsáveis pelo estado calamitoso a que chegamos.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">O Estado, essa entidade jacobina, ao invés de uma forte vigilância naquilo que são as suas competências – segurança laboral, regulamentação do código do trabalho, etc. – investe, em nome de uma certa «unidade nacional», numa uniformização de todo o mercado de trabalho com vista a uma descida dos números de desemprego. Com isso, as pessoas são tratadas como meros números e as suas competências votadas ao desprezo. Por outro lado, vários departamentos universitários, envoltos em vaidade e egoísmo, pretendendo apenas ter o seu “ninho”, hipotecam a vida a milhares de jovens, cujos cursos não têm colocação ou a mínima aplicação.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">É a hora de dizer: Basta!</span><!--more--></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Duas tarefas árduas, mas essenciais, são-nos colocadas no horizonte.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">1. Criação de empresas comunitárias nos sectores: educação, saúde, direito, desporto, ciência, etc., com um sistema de quotas suportados por todos os seus intervenientes, capazes de disputar o mercado de trabalho, com serviços a preços e condições mais acessíveis.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">2. Criação de um sindicato europeu, sério e evoluído, que, em coordenação com as embaixadas nacionais em todo o solo europeu, desenvolveria esforços para a colocação dos nossos jovens em sectores carenciados, disponibilizando igualmente zonas residenciais a preços mais estimulantes. Isto, claro está, respeitando sempre as necessidades do país acolhedor.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Acrescento ainda que, no nosso espaço geopolítico, os europeus são migrantes, mas não imigrantes. Aliás, a Europa, de uma ponta à outra, complementa-se de uma forma extraordinária, pelo que não se compreendem as actuais políticas suícidas relativas à imigração.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Pela minha parte, como jovem universitário, teria um grande prazer e honra em usar os meus conhecimentos ao serviço da Pátria. Mas caso não seja possível, veria com bons olhos a oportunidade de trabalhar na Europa, e penso que este sentimento é partilhado pela esmagadora maioria dos jovens portugueses.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Afinal, hoje, somos todos Europeus!</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Arial;">Diogo Canavarro</span></p>
]]></content:encoded>
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