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	<title>dostoievski &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/dostoievski/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "dostoievski"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 11:50:32 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[podcast: crime &amp; castigo]]></title>
<link>http://paisagensdacritica.wordpress.com/?p=68</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 11:32:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>paisagensdacritica</dc:creator>
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<description><![CDATA[
No link abaixo, comentário em podcast na Rádio Metrópole de Salvador sobre crime e castigo – D]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&#38;gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE                           &#38;lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#38;gt;                                                                                                                                            &#38;lt;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">No link abaixo, comentário em <em>podcast</em> na Rádio Metrópole de Salvador sobre crime e castigo – Dostoiévski, Woody Allen e nós</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">O comentário foi ao ar no dia 16 de junho. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color:#244061;"><a href="http://www.radiometropole.com.br/objetos/audios/16-06-2008_comentarioJulioPimentel.mp3"><span style="font-size:10pt;">http://www.radiometropole.com.br/objetos/audios/16-06-2008_comentarioJulioPimentel.mp3</span></a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tricentésimo]]></title>
<link>http://ficcionblumm.wordpress.com/?p=4</link>
<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 22:12:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>bernard louis</dc:creator>
<guid>http://ficcionblumm.wordpress.com/?p=4</guid>
<description><![CDATA[Creo que es el tricentésimo blog. Pura inercia ocupacional. Lo importante de un blog es definir con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Creo que es el tricentésimo blog. Pura inercia ocupacional. Lo importante de un blog es definir con acierto su finalidad. Si no, lo más que le puede ocurrir es que desaparezca o sus entradas se creen de año en año. Había dudado en su título pero al final he decidido denominarlo así, Tricentésimo. Hay una razón poderosa: si no es el tricentésimo puede ser el ducentésimo décimo séptimo blog que creo desde que tengo uso de razón. Por un ordinal más o menos, qué importa.<br />
Tengo dos blogs más. <a href="http://bernardlouis.wordpress.com/">Escritos de Bernard Louis</a> ya va por el tercer o cuarto año. <a href="http://desoxido.blogspot.com/">Desoxidado lector</a> lleva menos tiempo pero creo que he encontrado materia para que no deje de existir: mis lecturas.<br />
Nadie habla de personajes, muy pocos blogs hablan de los personajes que viven en los libros que leen sus autores. El personaje es una persona, objeto o cosa que da significado a toda una obra, quizás a una vida. Debería releerme el idiota de Dostoievski para refrescar las cualidades del Príncipe Mishkin. Es uno de mis personajes favoritos. Tan favorito que cuando lo leí me sentí plenamente identificado con él. El principe Mishkin era el idiota. Y yo, por aquel entonces, asumí tal grado de idiotez existencial que encontraba muchos aspectos comunes con él.<br />
Queda inaugurado Tricentésimo. Hablar y reinventar los personajes de los libros donde viven. Esa será el objetivo. Espero no aburrir.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crime e Castigo - Dostoiévski]]></title>
<link>http://89menos20.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 17:23:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>superpv</dc:creator>
<guid>http://89menos20.wordpress.com/?p=38</guid>
<description><![CDATA[Bom, to inaugurando esse espaço pra falar dos livros que li, o que achei e tal!
Esse livro foi um d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, to inaugurando esse espaço pra falar dos livros que li, o que achei e tal!</p>
<p>Esse livro foi um dos que mais gostei, apesar dele ser bem cansativo.</p>
<p>Pq ele cansa: Mtas páginas, letras pequenas e nomes russos, como:</p>
<p>Raskólhnikov, conhecido tb como Rodka, mas seu nome MESMO é Rodion Românovitch.</p>
<p>Svidrigáilov</p>
<p>Siemion Zakháritch</p>
<p>O problema é que alguns nomes mudam do nada...</p>
<p>Mas é um livro forte! Tnha horas que lia e me sentia na pele do personagem.</p>
<p>Tanto que ao chegar no final do livro fui ler algo mais calmo, como Alice no País das Maravilhas, mas esse fica pra outro dia!</p>
<p>Mas vale a pena!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A casa das bicicletas de Iberê]]></title>
<link>http://terradorafael.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 20:44:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Terra</dc:creator>
<guid>http://terradorafael.wordpress.com/?p=74</guid>
<description><![CDATA[
         Devidamente encasacado, visitei o Museu Iberê Camargo no último sábado. O que v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://terradorafael.files.wordpress.com/2008/06/ciclistas1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-75" src="http://terradorafael.wordpress.com/files/2008/06/ciclistas1.jpg" alt="" width="500" height="409" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">         Devidamente encasacado, visitei o <a href="http://www.direitovirtual.com.br/educacao.php?id=13" target="_blank">Museu Iberê Camargo</a> no último sábado. O que vi foi um prédio em que as janelas viram molduras para a linda paisagem formada pelo rio Guaíba e a obra de uma mente inquieta imortalizada em quadros onde os protagonistas são: <a href="http://www.iberecamargo.org.br/content/acervo/carreteis.asp" target="_blank">carretéis</a>, <a href="http://www.iberecamargo.org.br/content/acervo/cielistas.asp" target="_blank">ciclistas</a> e <a href="http://www.iberecamargo.org.br/content/acervo/idiotas.asp" target="_blank">idiotas</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">         Os carretéis remetem à infância de <a href="http://www.iberecamargo.org.br/content/artista/default.asp" target="_blank">Iberê Camargo</a>. Os ciclistas foram incorporados em sua obra depois da tragédia que marcou profundamente sua vida. Na década de 80, o artista foi abordado na rua por um homem que o agrediu verbalmente. Irritado, retrucou e foi violentamente empurrado contra o chão. O desfecho: Iberê, que portava uma arma, atirou e pôs fim àquela vida errante. Foi preso em flagrante e, mais tarde, libertado por legítima defesa. A repercussão do caso foi imensa e muita gente torceu o nariz para ele. A partir daí, surgem as idiotas. Nessa série, o artista - já com graves problemas de saúde - passa a retratar velhas bobas e desnudas que, em suas cadeiras de balanço, passam os dias vendo a vida apenas passar na frente de seus olhos míopes.  </p>
<p style="text-align:justify;">         Parece que Iberê pintou seus últimos quadros com a mesma intensidade dramática com que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fi%C3%B3dor_Dostoi%C3%A9vski" target="_blank">Dostoievski</a> escreveu o livro <em><a href="http://www.duplipensar.net/artigos/2005-Q1/memorias-do-subsolo-dostoievski.html" target="_blank">Memórias do Subsolo</a></em>. Certa vez, o artista plástico disse:</p>
<p style="text-align:justify;">         "O drama, trago-o na alma. A minha pintura, sombria, dramática, suja, corresponde à verdade mais profunda que habita no íntimo de uma burguesia que cobre a miséria do dia-a-dia com o colorido das orgias e da alienação do povo. Não faço mortalha colorida".</p>
<p style="text-align:justify;">         Ao sair do museu, quase fui atropelado por uma biclicleta que descia a Padre Cacique em alta velocidade. Por um instante, tive a sensação de ser perseguido por um ciclista de Iberê.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fragmentos]]></title>
<link>http://licuri.wordpress.com/?p=355</link>
<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 03:41:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcus</dc:creator>
<guid>http://licuri.wordpress.com/?p=355</guid>
<description><![CDATA[
 
Já ia pela metade de Crime e Castigo quando me deparei com Misto Quente, de Bukowiski, numa ver]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:9pt;"><a href="http://www.mmartltd.com/gallery.asp"><img class="aligncenter size-full wp-image-356" src="http://licuri.wordpress.com/files/2008/06/peter-2.jpg" alt="" width="500" height="322" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;">Já ia pela metade de Crime e Castigo quando me deparei com Misto Quente, de Bukowiski, numa versão pirata e on-line. Li e fiquei impressionado com a crueldade de um pai. Vou capengando pelas agruras de Raskólnikov e começo também a ler Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, motivado pela estréia da peça na próxima semana, dirigida por Marfuz. Estou também na metade de uma biografia de um personagem de um perfil que vou fazer como frelancer para uma revista nova.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;">Sou assim. Quando não estou bem da cabeça, leio. Foi assim quando eu não estava bem da cabeça e fora do mundo entre 1988 e 2000. Lembro que comecei a aterrissar quando, sem ter o que fazer na vida, criei um cartão na biblioteca dos Barris e li uns 10 livros em pouco mais de um mês. Lembro que dos 12 aos 15 ou dezesseis lia mais. Como tenho pouca memória, retenho pouco do que leio. Uma cena, uma situação, acho que o que fica de fato, se é que fica, está lá no inconsciente. Mas o que faço mesmo é deixar muitos livros pela metade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;">Juliana Cunha fez um texto para a revista da Metrópole, sobre um livro que defende a idéia como a leitura é fragmentada, chega aos pedaços. E sobre a incapacidade de se ler tudo e as mentiras sobre o que lemos. Lemos  pedaços de livros, orelhas, ouvimos falar. Como de resto na vida: editamos o que vivemos, o que desejamos viver, editamos e vamos vivendo também de fragmentos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;">Queria muito ter habilidade com línguas. Sou um fracasso. Nunca consegui aprender inglês. Um ano e dez meses na Rússia não me deixou apto a ler os russos no original. A convivência com latinos também não adiantou muito na minha não fluência em Espanhol. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;">Tento, com a ajuda de traduções, ler Crime e Castigo no original e testemunho a farsa que é uma tradução da tradução, o que eleva ao quadrado a máxima <em>tradutori, traitori</em>. Paulo Bezerra traduziu  do original. Menos mal. Mas Cláudio de Castro, na coleção Biblioteca Folha, deve ter traduzido do inglês ou francês. Aí ficou difícil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;">Veja só a diferença nas primeiras linhas do romance. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;">Paulo Bezerra</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#cc99ff;">Ao cair da tarde</span><span style="font-size:9pt;color:#33cccc;"> de um início de julho, </span><span style="font-size:9pt;color:#ff00ff;">calor extremo</span><span style="font-size:9pt;color:#33cccc;">.</span><span style="font-size:9pt;color:#0000ff;"> </span><span style="font-size:9pt;color:#800080;">Um jovem</span><span style="font-size:9pt;color:#0000ff;"> </span><span style="font-size:9pt;color:#ffcc99;">deixou o cubículo</span><span style="font-size:9pt;color:#0000ff;"> que subalugava de inquilinos da travessa S., ganhou a rua e, ar meio indeciso, caminhou a passos lentos em direção à ponte K. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#ff6600;">Saiu-se bem, evitando encontrar a senhoria na escada.</span><span style="font-size:9pt;color:#ff6600;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#008000;">Seu cubículo ficava bem debaixo do telhado de um </span><span style="font-size:9pt;color:#808080;">alto prédio de cinco andares</span><span style="font-size:9pt;color:#008000;">, e mais parecia um armário que um apartamento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;">Cláudio de Castro</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#33cccc;">Era um <span style="background:yellow;">maravilhoso</span> </span><span style="font-size:9pt;color:#cc99ff;">entardecer</span><span style="font-size:9pt;color:#33cccc;"> de julho, </span><span style="font-size:9pt;color:#ff00ff;">extraordinariamente cálido</span><span style="font-size:9pt;color:#33cccc;">,</span><span style="font-size:9pt;color:#0000ff;"> </span><span style="font-size:9pt;color:#800080;">um rapaz</span><span style="font-size:9pt;color:#0000ff;"> </span><span style="font-size:9pt;color:#ffcc99;">deixou o quarto</span><span style="font-size:9pt;color:#0000ff;"> que ocupava no sótão de um </span><span style="font-size:9pt;color:#808080;">vasto edifício de cinco andares</span><span style="font-size:9pt;color:#0000ff;"> no bairro de S*** e, lentamente, com ar indeciso, se encaminhou para a ponte de K***. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#ff6600;">Teve a felicidade, ao descer, de não encontrar a senhoria, que morava no andar inferior.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;">Original</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> <span style="font-size:9pt;color:#33cccc;">В начале июля, </span><span style="font-size:9pt;color:#ff00ff;">в чрезвычайно жаркое<span>  </span>время</span><span style="font-size:9pt;color:#cc99ff;">,<span>  </span>под<span>  </span>вечер,</span><span style="font-size:9pt;color:#0000ff;"><span>  </span></span><span style="font-size:9pt;color:#800080;">один<span>  </span>молодой</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#800080;">человек</span><span style="font-size:9pt;color:#0000ff;"> </span><span style="font-size:9pt;color:#ffcc99;">вышел из своей каморки</span><span style="font-size:9pt;color:#0000ff;">, которую нанимал от жильцов в<span>  </span>С-м<span>  </span>переулке, на улицу и медленно, как бы в нерешимости, отправился к К-ну мосту. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#ff6600;">Он благополучно избегнул встречи с своею хозяйкой на лестнице. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#008000;">Каморка его приходилась под самою кровлей<span>  </span></span><span style="font-size:9pt;color:#808080;">высокого<span>  </span>пятиэтажного<span>  </span>дома</span><span style="font-size:9pt;color:#008000;"><span>  </span>и<span>  </span>походила более на шкаф, чем на квартиру. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;">De onde <span> </span>Castro tirou o adjetivo <em>maravilhoso</em>? Quente pra caralho seria mais perto da realidade. Pior, da frase abaixo, que vem em seguida, usou <span> </span>apenas a informação de que o cubículo, que traduz por quarto, ficava no sótão de um edifício de cinco andares. Trocou<span>  </span>alto por vasto, que são coisas distintas, e <span> </span>sonegou o restante, a informação que o cubículo mais parecia um armário que um apartamento. Esta visualização do ambiente é fundamental para entender o lugar onde o sujeito vivia. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;">Agora você talvez entenda o motivo de ter largado algum dos romances russos pela metade.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diario de un escritor.]]></title>
<link>http://hechizos.wordpress.com/?p=171</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 13:40:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>hechizos</dc:creator>
<guid>http://hechizos.wordpress.com/?p=171</guid>
<description><![CDATA[Entre los años 1873 y 1881, Fiódor Dostoievski, con su reputación ya bien asentada tras la public]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://www.albaeditorial.es/fotos/diario%201web.jpg" alt="" width="145" height="200" /><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Entre los años 1873 y 1881, <strong><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Fi%C3%B3dor_Dostoyevski" target="_blank">Fiódor Dostoievski</a></strong>, con su reputación ya bien asentada tras la publicación de algunas de sus obras más importantes (<strong><em>Crimen y Castigo</em></strong>, <strong><em>Los Demonio</em>s</strong>), vuelca en el periodismo una gran parte de sus energías, primero a través de colaboraciones en la revista “<em>El Ciudadano</em>”, de la que es además director, y posteriormente en entregas mensuales que él mismo edita. De todos estos textos, que se agruparon después de su muerte en forma de libro, junto con otros fragmentos periodísticos, con el título de “<strong><em>Diario de un escritor”</em></strong>, la edición de<em> Alba</em> recoge lo que más interés puede tener hoy para nosotros, con traducción, selección, introducción y notas de <strong>Víctor Gallego Ballestero</strong>. El libro contiene notas biográficas de la vida de su autor en Petersburgo, y nos muestra a un agudo cronista de la realidad rusa, preocupado, por ejemplo, por el maltrato a los niños o los conflictos psicológicos que afloran en algunos célebres procesos judiciales de aquellos años. Aunque la ideología conservadora que profesaba en esta época se transparenta en juicios destemplados y una defensa a ultranza de la autocracia, el genio del gran fabulador y diseccionador del alma humana desborda a cada paso esta visión simplista y nos regala la complejidad del mejor Dostoievski. La obra contiene además algunos geniales relatos cortos como <strong><em>Bobok</em></strong>, <strong><em>La mansa</em></strong> o <em><strong>E</strong><strong>l sueño</strong></em><strong> <em>de un hombre ridículo</em></strong>, y recuerdos y observaciones de gran interés sobre escritores rusos de la época.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Georgia;">La lengua es, sin discusión, la forma, el cuerpo y el envoltorio del pensamiento [...], y, por decirlo de algún modo, la palabra última y definitiva de la evolución orgánica. De donde se deduce que, cuanto más ricos sean los materiales y las formas que adquiero para expresar mi pensamiento, más feliz seré en la vida, más precisas y comprensibles serán mis razones tanto para mí mismo como para los demás, más facilidades tendré para dominar y vencer; podré decirme más rápidamente a mí mismo lo que quiero decir, lo expresaré con mayor profundidad y con mayor profundidad también comprenderé lo que quería decir; mi espíritu será más fuerte y más sereno y, por supuesto, seré más inteligente. [...] Ni que decir tiene que cuanto más rico, flexible y variado sea nuestro conocimiento de la lengua en que hemos decidido pensar, más facilidad, variedad y riqueza habrá en la expresión de nuestro pensamiento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Georgia;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;color:#888888;">© “Diario de un escritor” de <span> </span>Fiódor Dostoievski. Editorial Alba, Barcelona 2007</span></p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Ficha del libro │ <a href="http://www.albaeditorial.es/libro.asp?idlibro=744&#38;idcol=1&#38;idsubcol=1" target="_blank">Editorial Alba</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cassandra de Ferro.]]></title>
<link>http://desafogos.wordpress.com/?p=57</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 06:12:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno</dc:creator>
<guid>http://desafogos.wordpress.com/?p=57</guid>
<description><![CDATA[Hoje decidi converter meu tempo para assistir quatro filmes. O primeiro foi a historia de Howard Ste]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://desafogos.files.wordpress.com/2008/05/hxfrxgh.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-58" src="http://desafogos.wordpress.com/files/2008/05/hxfrxgh.jpg?w=229" alt="" width="229" height="255" /></a>Hoje decidi converter meu tempo para assistir quatro filmes. O primeiro foi a historia de Howard Stern,<em> Private Parts</em>, um locutor estado-unidense famoso pelas suas declarações politicamente incorretas no ar. Ele interpreta a si mesmo no filme. O outro foi <em>Big Fish</em>, filme de Tim Burton que dispensa apresentações. Achei legal, pois é a terceira vez que assisto e só agora me dei conta que o anão do circo é um Umpa-Lumpa. Não vou discutir o filme, mas ele sempre me emociona. A mensagem esta em primeiro plano; Pai e filho acabam se entendendo.</p>
<p>E também o <strong>Homem de Ferro</strong>... Ou como diria Ozzy; - Iron, Iron Man... É um ótimo filme, apesar do sentimento americanoide que paira sobre nossas cabeças, é a guerra contra o terrorismo comendo solta por meio da sétima arte. A atuação do Robert Downey Jr caiu como uma luva no personagem, assim como a armadura. Eu nunca fui fã de filmes assim justamente por isso, os efeitos não me deixam crer no que estou vendo, mas as cenas de ação são principalmente noturnas, em ambientes escuros ou no deserto com um céu sempre azul. Fica mais fácil de engolir, pois não há tanto contraste computação gráfica X realidade. Ao contrario do Homem Aranha, por exemplo... Ou o Hulk “prefiro o antigão”.</p>
<p>E finalmente o<strong> Sonho de Cassandra</strong>, aguardado filme de Woody Allen. O último filme dele que assisti foi Match Point, e confesso que lembrei deste no desenrolar da história. Antes de assistir li algumas criticas negativas sobre o filme, mas graças à internet, hoje esse tipo de comentário negativo a alguma coisa logo cai por terra. Ninguém mais dá ouvido a esses críticos, e nem ao pessoal que escreve resenhas e conta quase o filme inteiro dessa forma. O filme tem começo, meio e fim. Não é cansativo e não possui mistérios a serem desvendados. O verdadeiro mistério esta em analisar posteriormente ao assisti-lo a atitude dos protagonistas, aqui Ewan McGregor “Star Wars, Big Fish” e Colin Farrell. Li uma coluna da professora de filosofia da USP, Dulce Critelli, e conclui que o filme analisa um ser humano antagônico e faz um dialogo entre culpa e razão, o que é certo e o que é errado para o homem moderno, com suas ambições e os obstáculos para alcançar seus desejos. Nas palavras da professora, “... o homicídio premeditado é o principal ato humano em que a consciência moral se torna totalmente emergente”. O filme retrata como os dois personagens lidam com a violência que podem causar, como responder a seus atos, e como serem honestos com eles próprios. Há ainda uma intertextualidade própria da arte, o que eu acho magnífica. Na mitologia, Cassandra vivia alertando os troianos por uma desgraça que estava eminente, e era considerada louca por suas previsões. E esse é justamente um dos aspectos do filme, uma desgraça premeditada que pode levar a loucura. E Cassandra era o nome do barco que... Bom, quem não assistiu, deveria. Ou melhor, cada cabeça uma sentença.</p>
<p>Pensei na menina Isabela enquanto assistia ao filme. Talvez pelo impacto psicológico sofrido da conduta humana.</p>
<p>- - - - - - - - - - - - - - - - - -</p>
<p><em>Update: Esqueci de dizer que Cassandra’s Dream possui idéias ambivalentes do clássico Crime e Castigo de Dostoievski. O que forma uma espécie de dialogo entre filme e livro.<br />
E isso me fez lembrar de Nina, filme de Heitor Dhalia (Cheiro do Ralo), que apesar de ser Global e trazer atores como Wagner Moura, Lázaro Ramos, Matheus Nachtergaele e Selton Mello, além da própria Guta Stresser (Grande Família) também faz uma releitura fascinante de Crime e Castigo. Com uma mulher encarnando o personagem do livro. O submundo aqui é São Paulo.</em></p>
<p>- - - - - - - - - - - - -- - - - -</p>
<p><em>Update 2: Pickpocket, do Bresson, também trabalha esse conceito de "Crime e Castigo". Em mostra no mes de Julho na Cinemateca - SP. É um bom filme, diga-se de passagem... Apesar dos atores não serem tão bons -  propositalmente! </em></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[De la Cain şi Abel la George şi Lennie: Şoareci şi oameni de J. Steinbeck]]></title>
<link>http://senzatii.wordpress.com/?p=18</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 22:22:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>senzatii</dc:creator>
<guid>http://senzatii.wordpress.com/?p=18</guid>
<description><![CDATA[Şoareci şi oameni se ridică,
Nădăjduiesc,
Şi vin nenorociri de strică
Tot ce clădesc.
Robert]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Şoareci şi oameni se ridică,<br />
Nădăjduiesc,<br />
Şi vin nenorociri de strică<br />
Tot ce clădesc.</em><br />
Robert Burns, <em>To a Mouse</em><br />
J.Steinbeck nu este un romancier mare. Personajele lui unidimensionale, descrierile lui impotente şi repetitive îl aşază alături de Th. Mann, Dostoievski şi H. Hesse (mai degrabă teoreticieni, filozofi decât romancieri).<!--more--> Dar, ca dramaturg, aproape că atinge genialitatea. Romanul lui hibrid, <em>Şoareci şi oameni</em> (nu <em>Oameni şi şoareci</em> cum cred unii!), o îmbinare curioasă de tehnică romanescă şi dramaturgie, este o operă teribilă. Nu atât pentru stilul frust sau pentru modul în care îşi construieşte personajele, cât pentru finalul ales. Romanul acesta care, în varianta lui dramatizată, s-a jucat pe Brodway fără întrerupere vreme de 40 de ani, nu vorbeşte nici despre „visul agrarian”, nici despre Marea Criză ce a marcat S.U.A. în anii ′30 şi nici despre soarta muncitorilor itineranţi decât la modul exterior şi pentru raţiuni ce ţin de o anumită opţiune narativă a autorului. De fapt, în<em> Şoareci şi oameni</em>, e vorba despre prietenie.<br />
Trecând peste neverosimilul personajelor, acest roman reuşeşte, pe căi nebănuite, să răscumpere o crimă care a fost privită drept mit fondator al civilizaţiei iudeo-creştine: mitul uciderii lui Abel de către Cain, mitul uciderii agricultorului de către păstor.<br />
Cine va citi acest mic roman al lui Steinbeck va avea bucuria de a asista la un final care, după mine, reuşeşte să îl întreacă pe Shakespeare însuşi ca efect dramatic. La englez, morţile sunt previzibile, deşi anticipate prin chiar convenţia tacită a structurii de tragedie. Aici însă, la Steinbeck, crima din final e intempestivă, chiar dacă, după gustul meu, ar fi trebuit scurtate indicaţiile care ne acomodează prevestitor cu ceea ce urmează să se întâmple. Dar această crimă salvează nu numai romanul sau piesa, ci reuşeşte să recapituleze, expiind, toate crimele umanităţii, reale ori posibile, începând cu crima originară.<br />
Păcat că, odată parcurs romanul, nu simţi că ar trebui să-l reciteşti! E prea multă logică în el! Finalul însă îl salvează. Lectură plăcută!</p>
<p><em></p>
<p></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Crime e Castigo]]></title>
<link>http://raulla.wordpress.com/2008/05/10/crime-e-castigo/</link>
<pubDate>Sat, 10 May 2008 15:57:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raul Arthuso</dc:creator>
<guid>http://raulla.wordpress.com/2008/05/10/crime-e-castigo/</guid>
<description><![CDATA[ 
O que mais me agrada em Crime e Castigo é a capacidade de Dostoiévski de segurar o leitor na pal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://raulla.files.wordpress.com/2008/05/crime-e-castigo1.png"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" height="253" alt="crime e castigo" src="http://raulla.files.wordpress.com/2008/05/crime-e-castigo-thumb1.png" width="541" border="0"></a> </p>
<p align="justify">O que mais me agrada em Crime e Castigo é a capacidade de Dostoiévski de segurar o leitor na palma da mão. Quando quer, ele acelera a ação; por outro lado torna a escrita mais dura e lenta quando convém. É uma obra competente no sentido mais simples da coisa: Dostoiévski tem total domínio do que está fazendo. Não é pura "inspiração"; é um rigoroso tratamento estético aliado à capacidade técnica. Não poderia dar em outra coisa que não uma obra-prima da literatura. </p>
<p align="justify">Algo que é importante de se notar é o cuidado que Dostoiévski tem em não perder o leitor. O autor sempre retoma os temas de maneira sutil, repete os dados sempre com elegância, como quem dá um aviso, sem fazer grande alarde. Tem-se que levar em conta que à época do lançamento o folhetim era a forma básica de publicação de um livro. Mesmo com esse dado, percebe-se como Dostoiévski estava precoupado em não apenas compôr uma obra de importância estética, mas também de capacidade de ser lido, compreendido, acompanhado. Ele é daqueles autores que inicia uma viagem e chama o leitor como acompanhante, andando com ele de mãos dadas. Dostoiévski pode ser classificado como um verdadeiro artista, seja lá qual for a época.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cântecul edecarilor de pe Volga]]></title>
<link>http://blogideologic.wordpress.com/?p=281</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 10:56:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogideologic</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fondul sonor al clipului de pe Antena 3 interzis   de CNA  este “Cântecul edecarilor de pe Vol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Fondul sonor al clipului de pe Antena 3 interzis<span>   </span>de CNA <span> </span>este “Cântecul edecarilor de pe Volga”. Poate fi ascultat aici: <a href="http://ariadnatica.wordpress.com/2008/05/04/alege-ti-cu-grija-stapanii/"><span style="color:#800080;">http://ariadnatica.wordpress.com/2008/05/04/alege-ti-cu-grija-stapanii/</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Această decizie a majoritarilor din CNA demonstrează<span>   </span>acut<span>  </span>lipsa de cultură a<span>  </span>majoritarilor din CNA. Versurile cântecului care se aud </span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">în clip </span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span> </span></span><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">sunt:<span>   </span>“Эй, ухнем!/Эй, ухнем!/Ещё разик, ещё да раз!//Разовьем мы берёзу,/<span>  </span>Разовьем мы кудряву!/Ай-да, да ай-да, ай-да, да ай-да,/Разовьем мы кудряву.”, în interpretarea<span>  </span>lui Şaliapin. <span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">“Cântecul edecarilor de pe Volga” trebuie asociat cu tabloul<span>  </span>“Edecarii de<span>  </span>pe Volga”. Cum îl comenta, pe vremuri, Dostoievski ? Redau un excerpt din jurnalul său personal :<em> "Îmi era teamă că tabloul lui Repin<span>  </span>încearcă să ne transmită un puternic mesaj social. Dar nu, primii doi edecari aproape că rîd, oricum </em></span><em><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">demonstrează că </span></em><em><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">nu percep precaritatea condiţiei lor sociale ...”. </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Incontestabil, vocea lui Şaliapin ne produce fiori. Ruşii pre- bolşevici erau foarte sensibili la asemenea efecte. Într- o piesă de Cehov, se<span>   </span>discută la un moment dat<span>  </span>performanţele<span>  </span>basului italian Silva, ce dădea<span>   </span>spectacole în Rusia. Un popă pravoslavnic entuziast<span>  </span>îi strigă<span>  </span>: “Brava Silva!”, “na ţeluiu oktavu nije”, “cu o întregă octavă mai jos”, subliniază<span>   </span>Cehov. Habar n -am care era frecvenţa de oscilaţie a vocii lui Şaliapin. Dar coborând octavele, se ajunge la zona infrasunetului. La unele spectacole sunt<span>   </span>folosite tuburi speciale de orgă, care emit în infrasunet, pentru a crea o ambianţă medievală înfiorătoare. Nu ştiu dacă oamenii din CNA<span>  </span>au făcut asemenea disocieri şi analize. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;">Titus Filipas</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Petre Ţuţea - dialog extras]]></title>
<link>http://ovidiana.wordpress.com/?p=42</link>
<pubDate>Sat, 03 May 2008 14:18:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>ovidiana</dc:creator>
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<description><![CDATA[Extrase interviu 1989:
P.Ţ. :Cu religia intri în cimitir la plimbare. Cu filozofia intri în cimit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extrase interviu 1989:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>P.Ţ. :</strong><strong>Cu religia intri în cimitir la plimbare. Cu filozofia intri în cimitir cum a intrat prietenul meu Cioran: prin disperare. </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Eliade s-a detaşat conştient teoretic de istorism.<strong> <em>Cioran s-a înecat în istorie</em></strong>.  <!--more-->Nu ştiu de ce gluma asta de  a face istorie se duce atât de mult. Au făcut grecii antici istorie. Mai sunt? Dacă ai cultul istoriei, ai cultul mişcării.. apariţiei şi dispariţiei. Faci jocul acesta al istoriei universale între apariţie şi dispariţie. <em><strong>E consolator acest lucru?</strong></em> Pentru că civilizaţia greacă a dispărut chiar dacă ne mai mângâiem în universul ideilor platonice. Nu se mai trăieşte la Bucureşti ca la Atena antica, nu? Cotidianul bucureştean nu e cotidianul atenian antic.  Singura noastră scăpare, ceea ce a neliniştit omul modern a fost istorismul. Perspectiva istorică a vieţii şi lumii. Aceasta a dus în cimitir. Fiindcă istoria nu te învaţă numai că faci ceva, ca popor.</p>
<p style="text-align:justify;">Tot ce însemnezi în popor  devine discutabil prin faptul că nu porţi la infinit facerea ta, ci <strong><em>dispari şi apare altcineva care chiar dacă nu te înlocuieşte, te prelucrează</em>.</strong> Dacă nu poţi ieşi din devenire, nu poţi scăpa de tristeţe. <strong><em>Tristeţea metafizică e fructul devenirii.</em></strong> Omul se naşte, creşte, îmbătrâneşte şi moare. Toată tristeţea metafizică a omului se cheama devenire. Sunt proştii istoricizanţi care se consolează prin devenire.. zice devenim mai civilizaţi, nu? Sau mai culţi. Şi.. adică murim ca şi capre.. mai mare lucru că există Immanuel Kant, există Descartes, există, mă rog, Newton, există, mă rog, atâţia mari creatori de cultură şi că există şi făuritorul de religie Cristos, da nu ne interesează. Ne înecăm în istorie. Păi tot pesimismul lui Cioran se cheamă historism. El nu e trist metafizic propriu zis - deşi aşa credea - pentru că îl întristează condiţia umană în genere, că omul e un animal muritor. E premisa cea mai concludentă că omul e un animal raţional şi muritor. Mai puteţi adăuga un atribut? Nu. <em><strong>Omul e un animal raţional şi muritor. Asta e cea mai bună definiţie a omului.</strong></em> Şi ceea ce e ciudat la Cioran nu este numai neliniştea de a fi om, e şi neliniştea de a fi român.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>J:</strong> Credeţi că are vreun complex?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>P.Ţ.: </strong>Se poate, din moment ce s-a manifestat disperat în ceea ce priveşte destinul nostru. El nu a crezut în destinul poporului român. E un pesimist.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>J: </strong>Dar care credeţi că este raportul dintre universalismul şi enciclopedismul lui Eliade? Între puterea lui de a asimila pluralitatea de religii şi de idei religioase, pe de o parte, şi faptul că poporul român este un popor creştin şi cumva există o...</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>P.Ţ.:</strong> Uite ce vă spun eu. Eu mă gândesc la aceşti doi prieteni ai mei. Eu sunt prieten şi cu Mircea Eliade, am fost, şi cu Cioran. Şi am spus la un al treilea prieten al meu că Mircea Eliade este un om informat şi Emil Cioran un om foarte inteligent. Pesimismul lui Cioran, am scris eu, nu e pesimism de fapt ci el e revoltat. Păi toţi marii revoltaţi ai marilor popoare... păi şi ruşii au revoltaţi care sunt întristaţi de mărginirea rasei/neamului rusesc. Şi germanii. <em><strong>Neliniştea metafizică a limitării vizitează toate popoarele şi mari şi mici.</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>J:</strong> Păi, totuşi, în cadrul acestei limitări, Dostoievski era un mare creştin.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>P.Ţ.:</strong> <em><strong>Păi dacă nu era creştin, la densitatea tristeţii lui metafizice ar fi fost cel  mai dizolvant scriitor din istorie. Dar el s-a salvat prin creştinism</strong></em>. Acuma, să vă spun drept, am impresia, deşi Dostoievski a afirmat că nu poate să nu fie creştin, ar innebuni dacă nu ar fi creştin. <strong>Toţi oamenii care trăiesc metafizic neliniştit creştinismul sunt inferiori unei babe rurale care este bătută de imaginea Maicii Domnului când se închină</strong>. Cum încerci să gândeşti poziţia ta în raport cu.. adică în raporturi fundamentale cu tine insuţi, cu semenii, cu comunitatea, cu specia, universul şi cu Divinitatea, cum începi să te situezi în raporturile acestea, <strong>chiar daca esti genial, îţi simţi drama limitelor tale.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crime e Castigo (Преступление и наказание - 1866)]]></title>
<link>http://livrarianaftalina.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Thu, 01 May 2008 12:56:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>O Livreiro</dc:creator>
<guid>http://livrarianaftalina.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[Fiódor Mikháilovitch Dostoievski dispensa quaisquer floreios introdutórios. O gênio russo é not]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;font-family:georgia;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://img373.imageshack.us/img373/7890/crimeecastigoew5.jpg" alt="" width="126" height="200" /><span style="color:black;">Fiódor Mikháilovitch Dostoievski dispensa quaisquer floreios introdutórios. O gênio russo é notoriamente um ícone da literatura mundial, sendo ainda apontado por alguns estudiosos como um dos fundadores do existencialismo. Em suas obras <span> </span>vemos com bastante freqüência personagens que passam por situações mentais extremadas, ao mesmo tempo em que brinda os leitores com profundas exposições da psicologia humana, aproveitando ainda para apresentar os fatores sociais, políticos e econômicos da Rússia à época das narrativas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;font-family:georgia;"><span style="color:black;">Dostoievski é apontado por James Joyce como<span> </span>o homem que, mais que qualquer outro, criou a prosa moderna. Virginia Woolf <span> </span>já afirmou que, excetuando-se Shakespeare, a leitura do mestre russo é das mais excitantes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;font-family:georgia;"><span style="color:black;">As influências derramadas por Dostoievski chegam facilmente aos dias atuais, sendo curiosos exemplos deste fato os filmes “<span style="font-style:italic;">Match Point</span>” de Woody Allen e “<span style="font-style:italic;">Nina</span>”, filme brasileiro dirigido por </span>Heitor Dhalia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;font-family:georgia;">Nos grandes nomes da cultura da humanidade podem ser identificadas claríssimas influências de Dostoievski em <span style="color:black;">Herman Hesse, Nietzsche, Marcel Proust, William Faulkner, Albert Camus, Franz Kafka, Henry Miller, Gabriel García Márquez, dentre vários outros. Sobre Nietzsche é oportuno destacar que a sua importante teoria sobre o super-homem (Übermensch) aparece de forma esboçada nos pensamentos do jovem protagonista de “<span style="font-style:italic;">Crime e Castigo</span>”, mais especificamente na forma de um artigo científico, cujo arcabouço teórico, assim como o artigo em si, tem crucial importância na estória. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;font-family:georgia;"><span style="color:black;">“<span style="font-style:italic;">Crime e Castigo</span>” é um minucioso e fascinante relato das angústias vividas pelo pobre e confuso estudante </span>Rodion Românovitch Raskólnikov. O romance é repleto de reviravoltas fabulosas e enérgicos diálogos – pontos altos da trama; tudo sempre encadeado com uma profunda imersão psicológica. Há ainda espaço para vários personagens enigmáticos e não menos interessantes que o protagonista, como, apenas para citar exemplos, Ivanovich Svidrigailov e <span>Porfiri Petrovich. </span></p>
<p><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-family:georgia;">É uma obra para ser lida e obrigatoriamente relida.</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El jugador (con Dostoievski)*]]></title>
<link>http://savicevic.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Thu, 01 May 2008 09:01:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>savicevic</dc:creator>
<guid>http://savicevic.wordpress.com/?p=7</guid>
<description><![CDATA[Apostar es fácil, sencillo. Dedicarse a apostar es complicado, durísimo. Aquí trataré de exponer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Apostar es fácil, sencillo. Dedicarse a apostar es complicado, durísimo. Aquí trataré de exponer algunas de las premisas que -de un modo consciente o no- un apostante debe cumplimentar para apostar con criterio y relativa fiabilidad. Mucho antes de la intuición y el talento existen aspectos que necesariamente han de trabajarse  y mejorarse con la crítica y la experiencia. Resumo aquí en tres apartados fundamentales:</p>
<p>1. <strong>Conocimiento deportivo. </strong>El deporte es el sujeto de estudio, aquello que debemos observar y conocer. Necesariamente apostamos referente a <em>eventos </em>que implican a uno o más deportistas o equipos. La toma de decisiones (apuestas) en estos eventos depende de la información disponible, del trabajo previo que se haya realizado. Cuanto más partidos veamos, cuanta más información conozcamos (resúmenes, declaraciones, previas...) más comprenderemos el desarrollo de estos eventos</p>
<p>--------------------------------------------------</p>
<p>* Se trata de una revisión y ampliación de un posteo anterior titulado "<em>Un rollo mío"</em>, escrito para el foro <strong>Team Prosy</strong> el 6 de marzo de 2007. <a href="http://venomzito.110mb.com/index.php?topic=22.msg66#msg66" target="_blank">http://venomzito.110mb.com/index.php?topic=22.msg66#msg66</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dostoievski y la necesidad de infinito]]></title>
<link>http://opusprima.wordpress.com/?p=296</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 20:54:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>opusdiaboli</dc:creator>
<guid>http://opusprima.wordpress.com/?p=296</guid>
<description><![CDATA[           
 
 
“El pensamiento de que existe algo infinitamente más justo, infinitam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>           <a href="http://opusprima.files.wordpress.com/2008/04/oratorio-central1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-298" src="http://opusprima.wordpress.com/files/2008/04/oratorio-central1.jpg?w=500" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">“El pensamiento de que existe algo infinitamente más justo, infinitamente más feliz que yo, basta para llenarme de inmensa ternura y gloria, más allá de lo que yo sea y lo que yo haga. Mucho más que la propia dicha, el hombre necesita saber y creer siempre que existe en alguna parte una dicha absoluta y una paz para todos y para todo. Toda la ley de la existencia humana radica en poder inclinarse ante lo infinitamente grande. Si se priva a los hombres de esa grandeza infinita, rechazarán la vida y buscarán morir en la desesperación. Lo infinito, lo absoluto, también es indispensable para el hombre, tanto como el pequeño planeta en que vive”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>                                   </span>Dostoievski, <em>Los endemoniados</em>. <span> </span></span></span></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DOSTOI&Eacute;VSKI - ORADORES PAT&Eacute;TICOS]]></title>
<link>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/04/17/dostoivski-sobre-oradores-patticos/</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 16:31:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/04/17/dostoivski-sobre-oradores-patticos/</guid>
<description><![CDATA[ &#8220;Ficou tudo em silêncio às primeiras palavras do célebre advogado. A sala inteira tinha os]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://fragmentosdetempo.files.wordpress.com/2008/04/dostoievski1.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://fragmentosdetempo.files.wordpress.com/2008/04/dostoievski1-thumb.jpg" border="0" alt="dostoievski1" width="123" height="157" align="right" /></a> "Ficou tudo em silêncio às primeiras palavras do célebre advogado. A sala inteira tinha os olhos fixos nele. Começou com uma simplicidade persuasiva, mas sem a menor jactância. Nenhuma pretensão à eloqüência e ao patético. Era um homem que conversava na intimidade de um círculo de amigos. Tinha uma bela voz, forte, agradável, em que ressoava algo de sincero, de simples. Mas cada qual sentiu logo que o orador podia elevar-se ao verdadeiro patético, <em>e tocar os corações com uma força desconhecida</em>"'.</p>
<p align="justify"><strong>[</strong> <em>in</em> <strong>Fiódor M. Dostoiévski</strong> - Obra Completa, Volume IV, pág. 1.061. <strong>Os Irmãos Karamázovi</strong> – IV parte – L. XII. Editora Nova Aguilar S.A., 1995. <strong>]</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Energúmeno]]></title>
<link>http://jurasecreta.wordpress.com/?p=34</link>
<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 13:54:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>jurasecreta</dc:creator>
<guid>http://jurasecreta.wordpress.com/?p=34</guid>
<description><![CDATA[

do Gr. energoúmenos
s. m.,  
endemoninhado;
possuído do demónio;
possesso;


Demônio  

do Lat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span>
<dl>
<dt><font>do Gr. <i>energoúmenos</i></font></dt>
<dt><font><font><span title="substantivo masculino">s. m.</span></font>,  <span></span></font></dt>
<dt><font>endemoninhado;</font></dt>
<dt><font>possuído do demónio;</font></dt>
<dt><font>possesso;<br />
</font></dt>
<p><!--more--></p>
<p><span style="font-weight:bold;color:#ff0000;">Demônio </span> <span>
<dl>
<dt><font>do <span title="Latim">Lat. </span><i>daemoniu</i> &#60; Gr. <i>daimónion</i>, génio bom ou mal<br />
</font></dt>
<dt><font><font><span title="substantivo masculino">s. m.</span></font>,<span></span></font></dt>
<dt>espírito maligno;</dt>
<dt><font>Demo, Diabo (grafado com inicial maiúscula);<br />
</font></dt>
<dt><span> </span><font>pessoa muito feia;</font></dt>
<dt><font>génio do bem ou do mal, segundo a mitologia antiga;</font></dt>
<dt>
</dt>
<dt><font color="#ff0000"><b>Diabo</b></font></dt>
<dt>do Lat. <i>diabolu</i> &#60; Gr. <i>diábolos</i>, caluniador<br />
s. m.,<br />
Demónio;<br />
Satanás;<br />
génio do mal;<br />
espírito das trevas; </dt>
<dt><span> </span>
</dt>
</dl>
<p> </span></p>
<p style="color:#0000ff;"> <span style="color:#0000ff;"></span>Enquanto mais o chamo, com esse corpo astral entorpecido, mais ele gruda do meu lado e me enche de porrada.</p>
<p style="color:#0000ff;">Pior que isso já estava avisado... Plutão na casa 2, fazendo aspecto com Lilith, Lua e nodo sul... prefiro não comentar.</p>
<p style="color:#0000ff;">Acreditava que as coisas podiam melhorar a partir do esclarecimento.</p>
<p style="color:#0000ff;">Talvez essa seja a ilusão, essa crença de que por saber, estaria de alguma maneira fora das batalhas, isolada em uma nuvem.</p>
<p style="color:#0000ff;">Como hoje ontem me disse o RL,<span style="font-style:italic;"> a batalha nunca fica tranquila é sempre uma batalha.</span></p>
<p style="color:#0000ff;">Talvez por isso o conselho de juntar-me a uma Egrégora. De fato, quando você não <span style="text-decoration:line-through;">se sente</span> esta sozinho o fluir do tempo torna-se mais harmônico.</p>
<p style="color:#0000ff;">Recordo-me de meus estudos sobre Sartre, minhas leituras de Kafka,  Nietzsche  e Dostoievski e isso não é nada animador...</p>
<p style="color:#0000ff;">Espero que acabe logo... está sendo uma provação longa demais dentro desse convergir de energias diversas.</p>
<p style="color:#0000ff;">E é só.</p>
<p style="color:#0000ff;">Luz e Harmonia</p>
<p style="color:#0000ff;">&#160;</p>
<p style="color:#0000ff;"><font color="#800080"><span></span></font></p>
<p>------------------------------</p>
<p><font color="#800080">Trilha Sonora: Brinquedo Torto</font></p>
</dl>
<p> </span></p>
<p><font color="#800080"><span style="color:#800080;">Leituras rápidas:</span></font></p>
<ul>
<li><span>
<dl><a href="http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx" title="Priberam.pt" target="_blank">Priberan - Dicionário de Português On-line</a></p>
</dl>
<p> </span></li>
<li><span>
<dl><a href="http://www.overmundo.com.br/blogs/o-existencialismo-como-moda-e-clima-cultural" target="_blank" title="Filosofia Pop - Artigo">O existencialismo como moda e clima cultural</a></p>
</dl>
<p> </span><span>
<dl> </dl>
<p> </span></li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“Eu até namoro os seus personagens”. Devaneios Machado de Assis]]></title>
<link>http://resumosfuvest.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 12:58:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye21</dc:creator>
<guid>http://resumosfuvest.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[



Cabe um parênteses ao blog. Gostei muito dessa reportagem sobre Machado de Assis além de ser m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height:16.5pt;margin:0 0 3.75pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="line-height:16.5pt;margin:0 0 3.75pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="line-height:16.5pt;margin:0 0 3.75pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="line-height:16.5pt;margin:0 0 3.75pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="line-height:16.5pt;margin:0 0 3.75pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';">Cabe um parênteses ao blog. Gostei muito dessa reportagem sobre Machado de Assis além de ser muito pertinente aos vestibulandos. Abraços.</span></p>
<p style="line-height:16.5pt;margin:0 0 3.75pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="line-height:16.5pt;margin:0 0 3.75pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"><em>fonte: Caderno Cultura do Jornal Estadão.</em></span></p>
<p style="line-height:16.5pt;margin:0 0 3.75pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="line-height:16.5pt;margin:0 0 3.75pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"><font size="3" color="#000000" face="Georgia"></font></span></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"> -----------</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">Minha alma e meu coração têm Machado de Assis sempre presente. Eu li O Alienista no colégio. Sou muito influenciado por Machado, porque ele inaugura aqui uma literatura de risos e lágrimas. É discípulo de Gógol e Dostoiévski. Enquanto Dostoiévski pretendia o pan-eslavismo dominando o mundo, Machado queria a "brasilificação", mas com uma mensagem superior, de doçura. Ele considera já lá atrás tudo o que seria tropicalista, tudo o que seria a nossa cultura atual, a diversidade. Ele sabia do amálgama, conceito de José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838). </span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">O personagem Quincas Borba, que aparece nas obras Memórias Póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba, declarou a filosofia do humanitismo. Ela é muito próxima do Kaos com K (teoria de Mautner desenvolvida na Trilogia do Kaos, composta pelos livros ‘Deus da Chuva e da Morte’, 1961; ‘Kaos’, 1963; e ‘Narciso em Tarde Cinza’, 1965, e concebida como "uma dialética, materialista, conflituada, sempre em movimento"), que é a inclusão de tudo. </span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">O humanitismo é uma antropofagia anunciada, mas escrita no nível de um clássico eterno, e que absorve brasileirismos. Dostoiévski apresenta a análise da alma humana. Mas Machado de Assis é mais suave, e mais penetrante como investigador de almas. Ele tem a filosofia de absorver as coisas, na qual os contraditórios estão claramente descritos. </span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">----------</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">O CETICISMO MACHADIANO</span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">O ceticismo dele é o máximo da filosofia humanista, depois dos estóicos e dos epicuristas. É o alto humanismo. Esse ceticismo é todo dirigido ao ser humano, inclusive com piedade, ele é piedoso. Machado percorre todos os clássicos. Faz isso com observações profundíssimas, antecipando-se a visões sociólogas de grande alcance como a de Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda. </span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">----------</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">UMA CENA AGUDA</span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">É só lembrar a cena em que o ex-escravo Prudêncio, depois de alforriado pelo pai de Brás Cubas, bate no escravo que adquiriu, chamando-o de bêbado. "Era um modo que o Prudêncio tinha de se desfazer das pancadas recebidas -, transmitindo-as a outros. Eu, em criança, montava-o, punha-lhe um freio na boca, e desancava-o sem compaixão; ele gemia e sofria. Agora, porém, que era livre, dispunha de si mesmo, dos braços, das pernas, podia trabalhar, folgar, dormir, desagrilhoado da antiga condição, agora é que ele se desbancava: comprou um escravo, e ia-lhe pagando, com alto juro, as quantias que de mim recebera. Vejam as sutilezas do maroto!" (trecho do capítulo 68 de ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’).</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">----------</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"> </span><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">ESTILO MALEMOLENTE</span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">A diferença de Machado é que seu estilo tem malemolência e o português dele é uma língua brasileira, como no samba de Noel Rosa (Não Tem Tradução), "tudo aquilo que o malandro pronuncia com voz macia/ é brasileiro/ já passou de português".</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">----------</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">AS RELEITURAS</span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">Suas obras me fazem companhia o tempo todo. Estou relendo Quincas Borba. Está escrito no início do capítulo 45: "Enquanto uma chora, outra ri; é a lei do mundo, meu rico senhor; é a perfeição universal. Tudo chorando seria monótono, tudo rindo cansativo; mas uma boa distribuição de lágrimas e polcas, soluços e sarabandas, acaba por trazer à alma do mundo a variedade necessária, e faz-se o equilíbrio da vida." Aí são os risos e choros encarados filosoficamente. Machado é o ápice da coisa mais sonhada por todo artista: a harmonia de medidas, que, em vez de deter o movimento, acaba por estimulá-lo mais. Ele tem o caminho do meio. Machado tem a primeira visão do Brasil universal e profundo. O humanitismo, do Quincas, tem a ver com o Kaos com K. E nada mais claro do que o manifesto produzido por esse personagem.</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">----------</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">NAMORO COM OS PERSONAGENS</span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">Todos os personagens têm vida própria, eu converso o tempo todo com eles, que na verdade são o próprio autor. As cenas vêm como relâmpago na memória. Eu até namoro os seus personagens, que passam a viver dentro do imaginário e falam comigo nos sonhos e quando estou acordado. A presença de Machado é predominante em mim, tanto pela clareza como bom senso. A medida é ele. Todas as medidas da malandragem e das coisas ocultas. Ele capta o todo, todas as diferenças, as nuances do amor e do ódio. O suposto afastamento de que ele se serve para escrever é banhado de emoção. No fundo, como um estóico, ele tem a piedade. </span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">----------</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
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<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">MACHADO MESTIÇO</span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></strong><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">A mestiçagem é um fato fundamental. Ser mulato é ter no DNA e nos neurônios a captação de duas etnias, de dois mundos. Existe essa relação de ódio e amor. De submissão e desejo de liberdade. Machado sabe do sofrimento do outro, mas ele o transcreve com toda humanidade, sem demagogia. Ele é implacável. Ele é político com pê maiúsculo. Ele não tem preconceitos. Machado é o antinazismo, pois ele é a mistura de raças. Lembro o que Walt Whitman (1819-1892), o maior poeta dos EUA, disse: "O vértice da humanidade será o Brasil."</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';">----------------</span></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#707070;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p></span></p>
<p style="line-height:16.5pt;margin:0 0 3.75pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;color:#292929;font-family:'Bodoni MT';"></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crimen y castigo de Fiódor Dostoievski]]></title>
<link>http://arbolcharyou.wordpress.com/?p=247</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 23:46:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>DiS</dc:creator>
<guid>http://arbolcharyou.wordpress.com/?p=247</guid>
<description><![CDATA[Gracias a esta novela descubrí que los clásicos pueden ser una buenísima lectura. Por algo se han]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><i>Gracias a esta novela descubrí que los clásicos pueden ser una buenísima lectura. Por algo se han convertido en clásicos, supongo. Gracias a Alba (donde quiera que estés) que me descubrió a Kafka e involuntariamente a Dostoievski. </i></p>
<blockquote><p>La literatura de Dostoievski explora la psicología humana en el complicado contexto político, social y espiritual de la sociedad rusa del siglo XIX. Es considerado uno de los escritores más grandes de la <span class="mw-redirect">literatura rusa</span>.<sup><span class="corchete-llamada"></span><span class="corchete-llamada"></span></sup> Walter Kaufmann citó las <i>Memorias del subsuelo</i> (1864), escritas en la amarga voz del anónimo "hombre subterráneo", como <i>"la mejor obertura para el existencialismo jamás escrita"</i></p>
<p><a href="http://arbolcharyou.wordpress.com/files/2008/03/crimencastigo.jpg" title="crimencastigo.jpg"><img src="http://arbolcharyou.wordpress.com/files/2008/03/crimencastigo.jpg" alt="crimencastigo.jpg" /></a></p>
<p><i>Crimen y castigo</i> es una novela de carácter psicológico escrita por el autor ruso <i><span class="mw-redirect">Fiódor Dostoievski</span></i>. Fue publicada por primera vez en un diario llamado <i>El mensajero ruso</i>, en 1866, en doce partes, y publicada después como novela.<sup><span class="corchete-llamada"></span></sup><sup><span class="corchete-llamada"></span></sup> Junto con Guerra y paz de <span class="mw-redirect">Leon Tolstoy</span>, se considera que la novela es una de las más influyentes e internacionales de la literatura rusa.<sup><span class="corchete-llamada"></span></sup></p>
<p>La historia gira en torno a Rodion Romanovich Raskolnikov, un estudiante empobrecido que idea un plan para matar y robar a una vieja usurera para solucionar sus problemas financieros y hacer un favor a la sociedad librándola de su maldad. Raskolnikov exhibe síntomas de megalomanía, pues se piensa extraordinario, y se compara a <span class="mw-redirect">Napoleón</span>. Como hombre extraordinario se siente justificado en su decisión de asesinar a la usurera, puesto que su conciencia existe fuera de los límites morales que afectan a las personas "ordinarias". Sin embargo, justo después del crimen Raskolnikov se enferma, afectado por el recuerdo de sus acciones. <i>Crimen y castigo</i> muestra el progresivo discernimiento de Raskolnikov sobre su propio crimen y su creciente voluntad a entregarse. Los intentos de Raskolnikov de librar a su hermana Dunya de un matrimonio de conveniencia y su creciente amor por la <span class="mw-redirect">prostituta</span> Sonya demuestran su deseo de redimirse.</p>
<p>Fuente: <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Crimen_y_castigo" target="_blank">Wikipedia</a></p></blockquote>
<h2></h2>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[In ordine inversa]]></title>
<link>http://teatrupersonal.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 15:33:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>teatrupersonal</dc:creator>
<guid>http://teatrupersonal.wordpress.com/?p=6</guid>
<description><![CDATA[Ar fi mult prea greu sa incep cu prima piesa pe care imi aduc aminte sa o fi vazut. Asa ca incep cu ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://teatrupersonal.wordpress.com/files/2008/03/afis.jpg" align="left" height="300" width="230" />Ar fi mult prea greu sa incep cu prima piesa pe care imi aduc aminte sa o fi vazut. Asa ca incep cu ultima, care a fost "Crima si pedeapsa", la Bulandra, in regia lui Yuriy Kordonskiy. Imi doream de mult timp sa o vad, si momentul in care am gasit bilete, desi pe afis scria clar "Vandut", a fost unul special.</p>
<p>Intr-un moment in care aproape toate spectacolele de la Bulandra ma dezamagisera, asteptam cu mare curiozitate spectacolul asta, si asteptarea a meritat. In primul rand, de cum intri in sala te izbeste stranietatea decorului. Tu nu esti in sala, linistit si adapostit la locul tau. Esti la cativa centimetri de "scena", de fapt un spatiu patrat, ce aduce aminte de o camera dintr-o cladire veche (ai impresia ca pasesti printre daramaturi: vezi tot ce se intampla, si doar colturile cu ferestre si usi aduc aminte ca de fapt este un spatiu locuit de oameni). Totul este alb si simplu, aproape trist de simplu. Dar cum altfel ar fi putut fi cand este vorba de Dostoievski?</p>
<p>Dupa primul soc, al senei care parca te includee, urmeaza cel de-al doilea. Cand apar actorii, ai impresia ca vorbesc direct cu tine, ca oricand ti se va cere un raspuns. Cel putin eu asa am simtit. Intr-un fel, aproapierea asta de scena obliga, responsabilizeaza. Nu doar sa stai mai drept si mai serios, ci si sa privesti si sa asculti altfel.</p>
<p><img src="http://teatrupersonal.wordpress.com/files/2008/03/crima2.jpg" align="right" height="180" width="240" />Despre ideea de a il reprezenta pe Raskolnikov prin trei voci diferite am tot citit, si intr-adevar, a  fost  o inovatie binevenita si spectaculoasa. Asta, plus jocul foarte bun al celor trei actori par sa transmita exact framantarile si zbuciumul personajului. Ce m-a bucurat foarte mult la aceasta piesa a fost distributia. Fata de multe alte spectacole, in care unul, doi actori din rolurile principale sunt foarte buni, iar restul par doar sa umple fizic scena, aici fiecare a fost, in felul lui, foarte bun. Nu vorbesc de fiecare in parte, pentru ca as repeta niste laude pe deplin meritate.  Ma gandeam la cat de greu poate fi sa iti joci rolul la 10 centimetri de un spectator, fara adapostul scenei. Mai spun doar ca am vazut piesa cu Marius Manole, si jocul lui foarte bun (ca de obicei)  m-a facut curioasa sa vad si cealalta varianta.</p>
<p>Sfarsitul piesei este la fel de incarcat emotional pe cat de simplu este decorul de inceput. De fapt, parca toata piesa apasa asupra ta cu intrebari, cu provocari, nu te lasa in pace, te hartuieste si nu te lasa sa intorci capul cu nepasare.</p>
<p>Daca aveti ocazia, mergeti sa o vedeti, dar nu va asteptati la ceva usurel de sambata seara. In acest spectacol este moarte, vina, chin, dar si speranta.</p>
<p><b>Nume</b>: Crima si pedeapsa</p>
<p><b>Regie</b>: Yuriy Kordonskiy</p>
<p><b>Distributie</b>:</p>
<p>Primul         <a href="http://www.tnb.ro/index.php?page=actor&#38;idactor=39">Marius Manole </a>/ <a href="http://www.teatrul-odeon.ro/eng/oameni/actori/poalelungi.htm">Relu Poalelungi</a></p>
<p>Al doilea      <a href="http://home.earthlink.net/~rbovnoczki/Actor/riki_appearances.html">Richard Bovnoczki</a></p>
<p>Al treilea       <a href="http://www.comedie.ro/actori_cv.php?id=58">Vlad Logican</a></p>
<p>Porfiri            <a href="http://www.bulandra.ro/ro/biografii/sorin_leoveanu.htm">Sorin Leoveanu</a></p>
<p>Sonia             <a href="http://www.bulandra.ro/ro/biografii/rodica_lazar.htm">Rodica Lazar</a> / <a href="http://www.bulandra.ro/ro/biografii/anca_androne.htm">Anca Androne</a></p>
<p>Aliona               Anca Androne /Rodica Lazar</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA['Los demonios' de Fíodor Dostoievski]]></title>
<link>http://contranat.wordpress.com/?p=27</link>
<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 16:48:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nacho</dc:creator>
<guid>http://contranat.wordpress.com/?p=27</guid>
<description><![CDATA[Dostoievski con su densa prosa nos introduce progresivamente en una historia que, conforme a su esti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Dostoievski con su densa prosa nos introduce progresivamente en una historia que, conforme a su estilo, deshila la maraya que es la psicología de los personajes, pero a la vez nos habla de las ideas, la política y los revolucionarios. Es, en ocasiones, demasiado caricaturesco, hasta el extremo de rozar la comedia, casi produciendo un sentimiento de humor negro y sombrío en el lector. Pero sin embargo no hay que equivocarse, como otras obras de este aclamado y controvertido escritor, es una tragedia de pies a cabeza.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Como decía, fiel a su estilo, va desmigando la psicología de los personajes, en los que parece no haber término medio: al cabo son todo desquicio, pusilanimidad, repelencia malévola o humildad, tanto más da. Es la desfiguración total, cuasi teatral, con el propósito de denostar o ensalzar unos u otros atributos, o de despertar en el lector el odio, la compasión o el desconcierto, que el mismo Dostoievski hace propios a través del narrador. Y no sólo teatral en la caricaturización de los personajes, sino también en cómo se desenvuelve la trama, a veces cogida con pinzas, perdiéndose por los cerros de Úbeda en esa densidad a la que ya hacía alusión. Sin embargo, no hay que desestimarla ya que es de gran valor literario.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Este drama, o tragedia más bien, psicológica, tiene como idea subyacente el de la confrontación de los ideólogos y revolucionarios, el de los intelectuales de las más diversas clases, tanto moderados como radicales, con el deseo del pueblo llano. Dibuja así una profunda separación y desconocimiento de éstos (es decir, los intelectuales) <span> </span>entre y hacia el pueblo. Profuso eslavófilo, se arraiga a la tradición como remedio contra las ideas venidas del extranjero.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Así ya pasa por describir a todos los intelectuales como influidos por ideas venidas de a fuera (Europa), y que han dejado de entender, o incluso ni si quiera nunca llegaron a hacerlo, al pueblo ruso. Si bien en ese ámbito es casi teatral, de superlativa exageración de los caracteres y las posiciones que cada personaje sustenta, también se puede sacar en claro algunas cuestiones extrapolándolas a otras situaciones más verosímiles, por así decir.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Los dos principales personajes sobre los que se resuelve la trama son Pyotr Stepanovich (Verkhovensky en adelante) y Nikolai Vsevolodovich (Stavrogin en adelante). Hay dos historias paralelas que se ligan, pero que bien podrían haber sido escritas por separado. Por un lado está la trama política, basada en una historia real que conmociono al propio Dostoievski, de la que el causante es Verkhovensky, también basado en un personaje real (Sergey Nechayev); por el otro está la trama más psicológica del asunto de la cual el protagonista es Stavrogin.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Verkhovensky es hijo de Stepan Trofimovich, ya en esta relación se presenta la primera alegoría. Stepan Trofimovich es un pusilánime liberal, vanidoso y “viejo” intelectual, egoísta y algo poético, grandilocuente, incluso fantasioso. Mientras que su hijo (del cual se <span> </span><span> </span>desentiende toda su vida y que deja a cargo de unos parientes de su fallecida esposa), es un nihilista, cínico y manipulador (que no duda de servirse de los demás para sus fines, viendo a los demás como despojos inútiles), que sin ninguna clase de remilgo nos pinta como repelente y repugnante con un desapego hacia los sentimientos o las emociones prácticamente inconcebibles incluso para el más frio de los hombres. En esta relación se hace referencia a la familiaridad de las ideologías, a su parentesco. Como unas son tergiversaciones de otras, enfatizaciones de unas determinadas ideas por encima de otras, a propósito incluso de la psicología del ideólogo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Estas ideas son tomadas y descontextualizadas, mezcladas con otras, al placer del ideólogo en cuestión, de su percepción subjetiva, y entonces en ese popurrí nace una nueva forma de pensar. Así por ejemplo, Verkhovensky que a lo largo de la novela es caricaturizado como un mediocre, despliega su mediocridad en su pensamiento, tomando como punto de partida algunos valores del pensamiento de su progenitor, dice así por ejemplo: “¡Shigaliov es un genio! […] ¡Ha inventado la ‘igualdad’! […] Un alto nivel de ciencia y educación vale sólo para mentes excepcionales, ¡y las mentes excepcionales están de más! Las mentes excepcionales han alcanzado siempre el poder y han sido déspotas. […] en el rebaño habrá necesariamente igualdad (¡he ahí la doctrina de Shigaliov!).” dice Verkhovensky en pleno estado de embriaguez.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Es decir, se hace dueño de la idea de la igualdad y la deja volar hasta tal punto en que la mediocridad ha de ser lo justo: todos hemos de ser mediocres para ser iguales. Es la tergiversación de las ideas, es así como se construyen las ideologías. También apunta hacia esa relación de parentesco a la que hacía referencia. Dado el libertinaje del pensamiento en una sola dirección, se alcanzan los extremos por inercia. En este ejemplo, si se ensalza la igualdad hasta el extremo, se acaba por eliminar las diferencias naturales. Por último llega el radicalismo, en esa misma conversación se destapa Verkhovensky como un déspota. Para alcanzar su fin, para poder imponer el sistema, se ha de alcanzar el poder y antes destruirlo todo. Dice: “Proclamaremos la destrucción. […] Se encrespará el mar, y se derrumbará todo el falso cotarro. Y entonces nosotros pensaremos<span>  </span>en cómo levantar el edificio de piedra.” Refiriéndose a él y a Stavrogin, a quien quiere utilizar como “salvador” del pueblo ante el libertinaje, cosa que éste negará o ignorará.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Es decir, el ideólogo es un déspota en potencia siempre, puesto que por la idea está dispuesto a hacer lo que sea. Pero esta idea ni si quiera es la idea pura que este cree, sino que es una deriva de su propia personalidad, de su forma de ser. Y cada cual que se acoge a la idea conforme mejor le viene a su personalidad, no es por tanto disociable la ideología como un ente imaginario de la personalidad y la psicología de aquel que la sustenta. Dostoievski lo muestra describiendo a los diferentes conspiradores, los cuales van desde filántropos como el propio Shigaliov (que llega a la conclusión irremediable de que para un 10% de la humanidad pueda vivir en igualdad el 90% restante ha de vivir en una suerte de esclavitud), u otros variopintos humanistas como Verginski, hasta truhanes irremediables y envidiosos como Liputin o payasos como Liamshin, que se ven envueltos poco a poco sin posibilidad de escapatoria dándose a la postre cuenta que aquello no es un juego.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">También hace un guiño a la inocencia y furor juvenil, con los jóvenes estudiantes que hacen aparición en la reunión con ganas de acaparar atención. Pero sobre todo con Erkel, que hace una aparición tardía, un pobre diablo que “por la causa” es enredado y acepta sin más cualquier orden de Verkhovensky, viendo a este como una suerte de iluminado o elegido. Es la exaltación, o el <i>buenismo</i>, al que mucha juventud, con la mejor de las ideas, se ve arrastrada sin más a sostener posiciones radicales. Incluso manipulados para acometer acciones deleznables. Éste, aunque a medias, se ve expiado por el narrador y la mayoría del pueblo, por inocencia, aunque no da su pie a torcer en su promesa de no delatar a nadie, aun cuando todos ya habían cantado. Y todo por la causa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Al final, Dostoievski, a través de Stepan Trofimovich, muestra cual es la realidad, alejada de aquellas ideas abstractas que sustentan tantos unos como otros. En su última aventura o excursión, emprendida por despecho de todo se descubre “la auténtica vida rusa” (o palabras similares dice); esto es, el campesinado. Todo se materializa entonces en un mundo extraño y casi surrealista para el viejo de Stepan Trofimovich. Sofya Matveyevna, una pobre desdichada retratada como un alma humilde y pobre vendedora de evangelios, hace las veces de redentora o más bien de confesora. De repente, aquel pobre idealista, después de toparse de bruces con la realidad, y ayudado por el delirio enfermizo, se ve arrastrado a ver cuál es el verdadero espíritu ruso. Creo que esta es una de las grandes lecciones de la novela, pero no desprovista sin embargo de controversia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Para empezar, ¿hasta qué punto es este espíritu humilde e inocente con el que retrata al campesinado Dostoievski la mayoría? En aquel entonces puede que efectivamente fuese la mayoría, pero también relata descontentos en las clases pobres de la ciudad. Por ejemplo con el caso de la fábrica, el cual minimiza diciendo que tan sólo unos setenta obreros habían ido a protestar tras el despido (de un total de unos novecientos). Desde luego sería injusto también decir que retrata a toda la clase baja de la misma manera, ya que no deja de describir a algunos como gentuza.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Pero quizá esté yo aquí mezclando dos cosas, porque parece querer separar la clase baja en dos: el campesinado y aquella de la ciudad. De la de la ciudad salen muchos desgraciados, los cuales son participes de las fechorías cometidas en el festival de Iulya Mihailovna. Por supuesto muchos de los intelectuales participes en las reunión o en los diversos actos son también procedentes de estos diversos estamentos. No obstante, como ya dije, <span> </span>no retrata a todos por igual (ni en el carácter ni en las intenciones, que repito, van obviamente parejos), y aunque participes de ideas similares no todos parten de las mismas premisas: por ejemplo no todos llegan a la conclusión o son participes del socialismo por los mismos motivos, y a buen seguro se puede deducir por las descripciones que hace de los diversos personajes, muchos sean realmente filántropos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Así pues, si se puede decir que muchos están en desacuerdo, y con derecho a estarlo, y otros en su humildad e inocencia prefieren conformarse, ¿con cuál de las dos posiciones nos debemos quedar? Porque parece ser, que con esta última aventura de Stepan Trofimovich, haciendo apología de su eslavofilia, Dostoievski nos quiere demostrar que ante todo, ha de aprenderse a respetar la verdadera personalidad del pueblo: su humildad, religiosidad y simplicidad. Ha de aprenderse a respetar por encima de las ideas intelectuales, muchas veces desapegadas de la verdadera sociedad. Es decir, las gentes quieren vivir así, y no necesitan ser salvadas por las ideas intelectuales. Pero a la vez esto queda contradicho con ciertos eventos, como el de la fábrica. No se puede negar que hay cierta problemática social, y que quizá los campesinos si quieran cambiar las cosas (algunas al menos).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Ciertamente las cosas han cambiado mucho, y las circunstancias son diferentes, pero creo que hay muchas conclusiones que se pueden sacar no obstante. Quizá querer ver caracteres diferentes en las diferentes sociedades sea querer ver demasiado. Es cierto que las culturas y aun diferencias biológicas pueden realzar más un tipo de personalidad u otra, pero las diferencias entre humanos, en lo esencial, es mínima. Por tanto se puede presumir que todas las sociedades tienden a lo mismo. Y Rusia mismo podría ser un buen ejemplo, por lo que después de Dostoievski llegaría a ocurrir, que ignorar las penurias de la gente, basándose en su humildad, no es una buena estrategia a largo plazo para nadie. Pero sin embargo cabe sacar otra conclusión, y es que la intelectualidad, los ideólogos, e incluso los idealistas, muchas veces se exceden en su afán, e incluso cuando nace éste de posiciones <i>buenistas</i> son capaces de ignorar la realidad social a la que pretenden salvar a toda costa, incluso por encima de la misma. Esto es tan aplicable hoy como lo era ayer o lo será mañana.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Aunque en realidad no es esta a la conclusión que <span> </span>Dostoievski quiere llegar, si es una que se puede extraer de su relato. Empero, la verdadera conclusión ya la había mentado de pasada: la del repugnante que a costa de todo está convencido, ignorando su propia personalidad, a llevar a cabo la idea despóticamente si así es necesario. Ese es el personaje de Verkhovensky: aquel que desea destruirlo todo para volverlo a recomponer según su idea, y utiliza cualquier método para conseguirlo. Y aun cree que él está en posesión de la verdad, que es el único entre toda aquella chusma capaz de comprender, el único hombre<span>  </span>que “sabe cuál es el primer paso y cómo darlo” (sus propias palabras). Aquel que desbocado por su suprema idea, es capaz de llevarla a cabo, aun ignorando la realidad, porque cree saberlo todo aun cuando en realidad todo lo ignora.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">En contrapartida a éste deleznable ser, está aquel que habiéndose despertado de su ensueño, ha conseguido hallar la verdad. Este personaje está encarnado por el atormentado y romántico Ivan Shatov. El cual llama a todos ignorantes en un momento temprano de la novela, les dice que no conocen verdaderamente a Rusia, ninguno de ellos. Y hasta tal extremo lleva su pensamiento, que a pesar de no creer en Dios, cree en él. Porque reconoce la religiosidad del pueblo ruso, y por lo tanto debe abrazar la tradición de éste. A esa misma conclusión es a la que al final llega Stepan Trofimovich (no me refiero exclusivamente a lo de Dios, en lo cual podría haber algo más, sino a aceptar el carácter ruso). Es el otro extremo, el que a pesar de no creer en ello, se acaba convenciendo para creer en ello, <i>porque así debe ser</i>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Aunque claramente Dostoievski toma partida por uno de los dos extremos, sin duda está convencido de ver la realidad tal como es. Pero quizá lo que haga no sea realmente esto, sino tomar partida por el más débil (representado aquí por el campesinado) y humilde. Aunque es algo sin duda noble, no hay que olvidar que no es esta la realidad completa. Y por lo tanto no hay que ignorar entonces, aquellas partes disconformes, porque si no se puede acabar por ayudar involuntariamente a que el Verkhovensky de turno, alcance sus majaderos propósitos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Hasta aquí la discusión de la parte política de la novela, a continuación la trama psicológica.</p>
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<title><![CDATA[Los personajes de Dostoievski ]]></title>
<link>http://opusprima.wordpress.com/2008/02/22/los-personajes-de-dostoievski/</link>
<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 17:55:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>opusdiaboli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dostoievski conocía como muy pocos la psicología del ser humano. Sus personajes no son seres que p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify" style="line-height:150%;"><font face="Times New Roman">Dostoievski conocía como muy pocos la psicología del ser humano. Sus personajes no son seres que personifican ideas, sino que estas se encarnan en ellos. Los hombres y las mujeres en la obra del escritor ruso se encuentran siempre entre la delgada línea que separa el bien del mal, se mueven entre el pecado y la redención. Todos ellos representan con fidelidad la lucha interior que se encuentra en cada uno de nosotros: la aspiración hacia las meta más altas y la tentación que nos inclina hacia el mal</font></p>
<p align="justify" style="line-height:150%;"><font face="Times New Roman"></font></p>
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<p align="justify" style="line-height:150%;"><font face="Times New Roman"><!--more--></font></p>
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<p align="justify" style="line-height:150%;"><font face="Times New Roman">Los personajes de Dostoievski alcanzan la salvación mediante el sufrimiento y la expiación. Considera que el mal no es de carácter ontológico, sino moral, es decir, no existe el mal completo, por eso sus personajes mediante la enmienda claman indulgencia y piedad. Todos los hombres y todas las mujeres tienen corazón y desean, tras el mal realizado y redimido, volver a insertarse en la sociedad en nombre de un orden superior (Dios) para elevar a los hombres justos a la moral adquirida que no es la establecida por la ley del hombre y de la sociedad.</font></p>
<p align="justify" style="line-height:150%;"><font face="Times New Roman"></font></p>
<p align="justify" style="line-height:150%;"><font face="Times New Roman"></font></p>
<p align="justify" style="line-height:150%;"><font face="Times New Roman">Los personajes dostoievskianos, miserables o fuera de la ley, se erigen mediante su lucha interna en voces de la conciencia social, comunican a los demás que el ser humano por sí mismo no es más que un desecho, una miseria. Bajo el aparente nihilismo, el hombre torturado en su estado de viador alcanza con el sufrimiento la afirmación real de la persona humana y de Dios, el auténtico fundamento de la moral. En Dostoievski el fin último del hombre, la plenitud del ser en contemplación del Ser se alcanza de arriba abajo, es decir, hay que caer, sumergirse y reconocer la propia miseria para elevarse gradualmente y alcanzar a través del perdón la salvación. </font></p>
<p align="justify" style="line-height:150%;"><font face="Times New Roman"></font></p>
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<title><![CDATA[Hristosul lui Dostoievksi]]></title>
<link>http://vaisamar.wordpress.com/?p=67</link>
<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 07:57:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>vaisamar</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fiindcă subiectul &#8220;Dostoievksi&#8221; a stârnit oareşce interes, revin cu un fragment dintr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Fiindcă subiectul "Dostoievksi" a stârnit oareşce interes, revin cu un fragment dintr-o scrisoare a lui Dostoievski, din care rezultă că modelul pentru personajul principal din <i>Idiotul </i>este Hristos.<a href="http://vaisamar.wordpress.com/files/2008/02/dostoevsky.jpg" title="dostoevsky.jpg"><img src="http://vaisamar.wordpress.com/files/2008/02/dostoevsky.thumbnail.jpg" alt="dostoevsky.jpg" align="right" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;text-indent:0;" align="left"><b><span>XXXIX<sup>1</sup></span></b><span><br />
Către nepoata sa, <b>Sofia <span>Alexandrovna</span></b></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;text-indent:0;" align="left"><span>GENEVA, Ianuarie 1 [13], 1868.</span></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;text-indent:0;" align="left"><span>Scumpa mea Sonetchka, <i>[...]</i></span></p>
</blockquote>
<blockquote>
<div align="justify"></div>
<p class="3text" style="line-height:150%;" align="justify">Acum trei săptămâni (18 decembrie, după stilul de aici) am atacat un alt roman şi acum lucrez la el zi şi noapte. Ideea cărţii e una de demult, care mi-a plăcut dintotdeauna; dar este atât de dificilă, încât până acum n-am avut curajul să o aduc la îndeplinire; şi dacă acum mă pun pe lucru, este doar pentru că sunt la mare ananghie. Ideea principală ţine de reprezentarea unui om cu adevărat desăvârşit şi nobil. Şi asta este mai dificil decât orice pe lume, mai ales în zilele noastre. Toţi scriitorii, nu doar ai noştri, ci şi cei străini, care au căutat să reprezinte Frumosul Absolut, n-au fost pe măsura demersului, căci este anevoios în grad maxim. Frumosul este un ideal; dar idealurile, atât la noi, cât şi în Europa civilizată, se clatină de multă vreme. Există în lum<span>e o singură figură de o frumuseţe absolută: Hristos. Această persoană nespus de</span><span> atrăgătoare este, desigur, o minune infinită (întreaga Evanghelie a Sf. Ioan cuprinde aceste gânduri: Ioan vede minunea întrupării, apariţia vizibilă a Frumosului). Am mers prea departe cu explicaţia mea. Voi mai spune doar că dintre toate</span><span> figurile nobile din literatura creştină, îl socotesc pe <i>Don Quixote</i> ca cel mai desăvârşit. Dar <i>Don Quixote</i> este nobil doar pentru că este totodată şi comic. [...] Cititorul simte simpatie şi compasiune faţă de Frumosul care este luat în râs şi inconştient de propria lui valoarea. Secretul umorului constă t</span><span>ocmai în această artă de a trezi simpatia cititorului. Jean</span><span> Valjean este şi el o încercare remarcabilă, dar el stârneşte simpatie doar prin soarta lui teribilă şi prin nedreptatea societăţii faţă de el. N-am găsit încă ceva similar, ceva atât de <i>pozitiv</i> şi prin urmare mă tem că romanul ar putea fi un eşec „pozitiv”. Anumite detalii probabil nu vor da tocmai rău. Dar mă tem că romanul ar putea fi obositor. Trebuie să fie de mare întindere. Prima parte am scris-o în douăzeci şi trei de zile şi recent l-am şi trimis prin poştă. Prima parte nu are</span><span> niciun fel de acţiune. Este, după cum şi recunosc, doar un prolog. Este bine că nu compromite întreaga lucrare, dar nu iluminează nimic şi nu pune nicio problemă. Singura mea dorinţă este să stârnesc cel puţin acel minim de interes care să-l facă pe cititor să treacă la a doua parte. Pe aceasta o încep astăzi şi o voi termina într-o lună. (Întotdeauna am lucrat iute ca acum). Cred că va fi mai puternică şi mai semnificativă decât prima parte. Ei bine, draga mea, urează-mi noroc!</span><span> Romanul se intitulează "<i>Idiotul"</i> şi îţi este dedicat ţie, Sofia Alexandrovna. Draga mea, îmi doresc să se dovedească vrednic de această dedicaţie. În orice caz, nu sunt chemat să-mi judec propria operă, şi, mai puţin decât oricând, nu în euforia care m-a cuprins acum.”</span></p>
</blockquote>
<p class="3text" style="line-height:150%;"><span> </span><sup>1</sup> Publicată în <i>Letters of Fyodor Michailovitch Dostoevsky to His Family and Friends</i>, trad. Ethel Colburn Mayne, New York, Horizon Press, 1961, p. 142-143.</p>
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<title><![CDATA[liss]]></title>
<link>http://chamanka.wordpress.com/2008/02/07/4/</link>
<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 12:22:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>chamanka</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estaba en su balcón cosiendo como siempre cuando vió pasar bajo los arboles a un joven bien pareci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Estaba en su balcón cosiendo como siempre cuando vió pasar bajo los arboles a un joven bien parecido que le miró y le saludó haciendo una ligera reverencia.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Dostoievski, scriitor creştin? Besançon en doute!]]></title>
<link>http://vaisamar.wordpress.com/?p=60</link>
<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 13:03:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>vaisamar</dc:creator>
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<description><![CDATA[


Dostoievski nu este sigur că crede în Dumnezeu, lucru pe care-l mărturiseşte într-o scrisoar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="left">
<blockquote>
<p align="left"><a title="besancon.jpg" href="http://vaisamar.wordpress.com/files/2008/02/besancon.jpg"><img src="http://vaisamar.wordpress.com/files/2008/02/besancon.thumbnail.jpg" alt="besancon.jpg" align="right" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Dostoievski nu este sigur că crede în Dumnezeu, lucru pe care-l mărturiseşte într-o scrisoare din anul 1854 adresată protectoarei sale din Siberia, doamna Fonvizina şi pe care-l reia în <em>Demonii</em>, unde purtătorul său de cuvânt, Şatov, mărturiseşte că crede în Rusia, în ortodoxie, în Cristos. Dar în Dumnezeu? În acest punct, el se declară fiu al epocii sale şi tulburat de îndoială.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Cristosul său se înscrie în seria Cristoşilor romantici, între Cristosul lui Hegel şi Parsifalul lui Wagner, fiind şi un fel de Kaspar Hauser, prăbuşit din lumile superioare în aceasta şi a cărui reprezentare adecvată este prinţul Mîşkin în <em>Idiotul</em>, martor neputincios, în jurul căruia se înmulţesc catastrofele. Este oare readus la viaţă? Admirând Cristosul mort al lui Holbein la muzeul din Basel, Dostoievski fusese măcinat de îndoială. Să fie oare el Adevărul? 'Dacă mi s-ar dovedi', continua el în scrisoarea sa către Natalia Fonvizina, 'că Cristos este dincolo de adevăr şi că în realitate adevărul este dincolo de Cristos, aş vrea mai curând să rămân alături de Cristos decât de adevăr.' Afirmaţie măreaţă, dar teribil de periculoasă, deoarece admite că ar putea fi un lucru frumos şi meritoriu să urmezi un impostor. În acest caz, cultul său hiperdulic faţă de Cristos, faţă de un Cristos lipsit de un raport bine definit cu Tatăl, cu atotputernicia, cu adevărul, cu promisiunile profetice faţă de Israel, ar putea fi socotit fără nici o reţinere ca fiind idolatrie</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Alain Besançon, <em><a href="http://www.humanitas.ro/carti/carte.php?id=2206">Eseuri despre lumea de azi</a>, </em>Bucureşti, Humanitas, 2007, p. 305-307.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Dostoievski y Dios II]]></title>
<link>http://opusprima.wordpress.com/2008/02/03/dostoievski-y-dios-ii/</link>
<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 20:55:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>opusdiaboli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Los dos últimos siglos han contemplado el advenimiento del ateismo: August Comte, el filósofo posi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Los dos últimos siglos han contemplado el advenimiento del ateismo: August Comte, el filósofo positivista, sustituye la religión cristiana por la religión de la ciencia; Max Scheler, filósofo de la fenomenología, sostiene que el ateismo es el signo propio del ser humano; Heidegger manifiesta que no debe ni siquiera plantearse el problema de Dios y Friederich Nietzsche postula la muerte de Dios en el corazón del hombre. En cambio, Dostoievski presenta la cuestión del nihilismo como el gran problema de la humanidad. Cierto es que adelanta muchas de las teorías que harán célebre a Nietzsche, como la teoría del superhombre ya dibujada en <i>Crimen y Castigo</i>. Dostoievski, el primero de todos, percibe el nacimiento de la negación de Dios en el seno de la sociedad y presenta los efectos que desatará en la obra ya citada, en <i>Los endemoniados </i>y en <i>Los hermanos Karamazov</i>, pero ofrece soluciones para vencer el nihilismo, mediante la liberación interior y la purificación de la conciencia (expresado en los personajes de Dimitri Karamazov y Raskolnikov).</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Fedor Dostoievski encarna la crítica al racionalismo y a la desmesurada fe en el progreso científico que, en muchas ocasiones, se presenta como sucedánea de la religión y que ha llevado a las grandes guerras mundiales y a la hecatombe de millones de humanos; demostrando que el hombre cuando se erige en hombre-Dios se transforma en el ser más diabólico de la faz de la tierra. La ciencia puede solucionar muchos problemas de la humanidad, pero nunca resolverá el problema mismo del ser humano, la tragedia del ser moral sumido en la lucha entre el bien y el mal y la búsqueda de la felicidad.</font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman">Dostoievski nunca fue un cristiano piadoso, sino que sumido en la tragedia humana que se debate entre el bien y el mal y sólo después de feroces luchas internas encontró el camino de la luz, también gracias a la lectura de la Biblia. La solución que presenta es sencilla pero ardua en la práctica: rechazar la soberbia y aceptar con humildad la condición de criatura redimida y que “Todos nosotros tenemos la culpa de todo”. <span> </span></font></p>
<p><font face="Times New Roman"> </font><font face="Times New Roman"> </font></p>
]]></content:encoded>
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