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	<title>ecoturismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/ecoturismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ecoturismo"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 04:44:04 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Inscrições abertas para o 5º FRONTUR]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/?p=705</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 14:08:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>biancaceloto</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.pt.wordpress.com/2008/10/02/inscricoes-abertas-para-o-5%c2%ba-frontur/</guid>
<description><![CDATA[
 
Inscrições e informações: www.ms.sebrae.com.br ou através do telefone: 0800 570 0800
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/10/convite_frontur.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-704" title="convite_frontur" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/10/convite_frontur.jpg" alt="" width="500" height="1071" /></a></p>
<p> </p>
<p>Inscrições e informações: <a href="http://www.ms.sebrae.com.br">www.ms.sebrae.com.br</a> ou através do telefone: 0800 570 0800</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pantanal e Bonito são os principais atrativos turísticos do Centro-Oeste]]></title>
<link>http://ecoturismoembonito.wordpress.com/?p=95</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 01:27:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecoturismoembonito</dc:creator>
<guid>http://ecoturismoembonito.pt.wordpress.com/2008/10/02/pantanal-e-bonito-sao-os-principais-atrativos-turisticos-do-centro-oeste/</guid>
<description><![CDATA[Pantanal e Bonito são os principais destinos de ecoturismo
Caracterizada por grandes propriedades r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_96" align="aligncenter" width="450" caption="Pantanal e Bonito são os principais destinos de ecoturismo"]<a href="http://www.agenciaar.com.br/"><img class="size-full wp-image-96" title="Pantanal matogrossense" src="http://ecoturismoembonito.wordpress.com/files/2008/10/pantanal2.jpg" alt="Pantanal e Bonito são os principais destinos de ecoturismo" width="450" height="351" /></a>[/caption]
<p>Caracterizada por grandes propriedades rurais e por extensas áreas ainda não ocupadas, a Região Centro-Oeste apresenta um relevo marcado por planaltos, chapadões e depressões, ocupado por bacias hidrográficas importantes. Formada pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, a região abriga uma das mais fascinantes paisagens brasileiras, o Pantanal, imensa planície alagável, com rica diversidade de fauna e um mosaico de formações vegetais. A região dispõem de vários atrativos turísticos para todos os gostos, ambientes naturais de belezas raras, rios com grande variedade de peixes, ecossistemas complexos preservando-se a biodiversidade local e, o mais conhecido de todos os atrativos, o Pantanal sul-matogrossense.</p>
<p>Com uma área de 210 mil km2, sendo 140 mil em território brasileiro (nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul) e o restante na Bolívia e no Paraguai, o Pantanal é um dos ecossistemas mais ricos e peculiares do planeta. O mesmo espaço é capaz de reunir características do Cerrado, da Floresta Amazônica e de terrenos alagadiços, que no período de chuvas deixam grande parte de sua extensão submersa. Neste paraíso tropical, convivem mais de 650 espécies de aves, 80 de mamíferos, 50 de répteis e 260 de peixes, algumas delas com risco de extinção. É o local de maior concentração de fauna das Américas. Tamanha exuberância natural agora tem sua preservação oficialmente garantida. O Parque Nacional do Pantanal recebeu o título da Organização das Nações Unidas (ONU) de Patrimônio Natural da Humanidade.</p>
<p>Apesar dos impactos ambientais - causados pelo crescimento das cidades, pela pesca e caça predatórias, entre outros problemas, o Pantanal conta com muitos projetos e investimentos em prol de sua conservação. O próprio reconhecimento como Patrimônio da Humanidade e Reserva da Biosfera são resultados destes.</p>
<p>Um dos mais belos espetáculos da natureza brasileira está localizado na porção centro-sul do Pantanal: a cidade de Bonito, no Pólo de Ecoturismo da Bodoquena. Localizada a 270 km de Campo Grande, a pequena cidade ficou famosa por suas águas cristalinas e grutas. Inúmeras cavidades subterrâneas submersas fazem de Bonito o paraíso do espeleomergulho, atividade que vem atraindo mergulhadores de diversas partes do mundo. Outra grande característica de Bonito é a organização do turismo, principal fonte de renda dos moradores. Atualmente os roteiros só são realizados através das agências operadoras, o que incrementou a geração de empregos no local. A maioria dos locais visitados são áreas particulares, facilitando o controle de visitas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ambientebrasil.com.br" target="_blank">Ambiente Brasil</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[prefeitura: pilares]]></title>
<link>http://ecolouca.wordpress.com/?p=644</link>
<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 18:32:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecolouca</dc:creator>
<guid>http://ecolouca.pt.wordpress.com/2008/09/30/prefeitura-pilares/</guid>
<description><![CDATA[irresponsabilidade&#8230; &#8220;nosso prefeito&#8221; é um câncer para o RJ!
.

.
link: http://og]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>irresponsabilidade... "nosso prefeito" é um câncer para o RJ!</p>
<p>.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/09/29/29_MHG_Rio_catacumba2.jpg" alt="" width="720" height="460" /></p>
<p>.</p>
<p>link: <a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/09/29/prefeitura_constroi_pilares_para_circuito_de_ecoturismo_em_area_que_deveria_ser_preservada_na_lagoa-548458354.asp" target="_blank">http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/09/29/prefeitura_constroi_pilares_para_circuito_de_ecoturismo_em_area_que_deveria_ser_preservada_na_lagoa-548458354.asp</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ABETA lança novo portal socioambiental]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/?p=682</link>
<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 14:01:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>biancaceloto</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.pt.wordpress.com/2008/09/30/abeta-lanca-novo-portal-socioambiental/</guid>
<description><![CDATA[
Com propostas sociais e ecológicamente corretas, a ABETA disponibiliza em seu portal socioambienta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-683" title="layoutabeta" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/layoutabeta.jpg" alt="" width="500" height="417" /><br />
Com propostas sociais e ecológicamente corretas, a ABETA disponibiliza em seu <a href="http://www.abeta.com.br/aventura-segura/socioambiental/default.asp" target="_blank">portal socioambiental</a>, orientação e informação sobre ecologia e meio ambiente.</p>
<p> Através do portal, a ABETA divulga 7 diretrizes:</p>
<p>A influência ecológica e social nos negócios se faz sentir de forma crescente e com efeitos econômicos cada vez mais profundos. As organizações que tomarem decisões considerando estas questões conseguem significativas vantagens competitivas, sem falar na redução de custos e incremento nos lucros a médio e longo prazos.</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Valores, transparência e governança</li>
<li>Público Interno</li>
<li>Meio Ambiente</li>
<li>Fornecedores</li>
<li>Consumidores e Clientes</li>
<li>Comunidade</li>
<li>Governo e Sociedade</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Fonte: ABETA</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Ecoturismo e o Parque do Itacolomi, MG]]></title>
<link>http://bhturismo.wordpress.com/?p=55</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 22:51:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Franchini Campos de Pinho</dc:creator>
<guid>http://bhturismo.pt.wordpress.com/2008/09/29/o-ecoturismo-e-o-parque-do-itacolomi-mg/</guid>
<description><![CDATA[Por: André Franchini Campos de Pinho, Eberth Celeghini Rosa, Gustavo Pereira Pinto e Júlia Freire ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><em>Por: André Franchini Campos de Pinho, Eberth Celeghini Rosa, Gustavo Pereira Pinto e Júlia Freire Ribeiro</em></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.belo-horizonte.travel/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-60" title="parque-estadual-itacolomi-belo-horizonte-ouro-preto-brazil-turismo" src="http://bhturismo.wordpress.com/files/2008/09/dsc03626.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O ecoturismo, enquanto objeto de estudo acadêmico, apenas recentemente atingiu o status que é merecido, principalmente após o desenvolvimento econômico do setor, que demandou uma melhor estruturação do produto para que ele não se esgotasse. A partir de análises desenvolvidas sobre os temas "ecologia", "meio ambiente" e "desenvolvimento sustentável", o conceito do ecoturismo foi aos poucos se desenvolvendo com suas idéias e correntes causadoras de controvérsias no momento da execução dos planos do setor para Unidades de Conservação - UC's.</p>
<p style="text-align:justify;">A urgência de um debate sobre o assunto se faz mostrar no estado em que se encontram estas UC's atualmente: grande parte dessas áreas já está extremamente deteriorada e a recuperação dos danos causados pela atividade turística pode ser irreversível em muitos casos. O modo como os parques recebem seus planos de manejo é também alvo de críticas, e esse pode ser o motivo pelo qual os danos ao meio ecológico se agravam.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo desta disciplina, tomando por base um caso real - diagnóstico e prognóstico do Parque Estadual do Itacolomi, localizados em dois municípios, Ouro Preto e Mariana - é uma forma de refletirmos a respeito do desenvolvimento da atividade ecoturística, seus caminhos e perigos para uma dimensão superior - a do futuro do meio ambiente e sua relação com o desenvolvimento humano.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--   --></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Referencial Teórico</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Para que seja possível analisar a atual situação do Parque Estadual do Itacolomi, no que diz respeito às práticas ecoturísticas realizadas nessa Unidade de Conservação, é preciso que se crie um embasamento teórico que sirva de referencial nessa pesquisa.</p>
<p style="text-align:justify;">Dessa forma, tomou-se como parâmetro três temas principais que seriam interessantes para se debater essa situação. Assim, a discussão se dará em torno das palavras chaves: Unidades de Conservação, ecoturismo e a trilhas interpretativas. Discute-se primeiramente o conceito de UC's para entender a origem e os objetivos dessas áreas; em seguida, no embasamento teórico sobre a prática do ecoturismo busca-se traçar um histórico e apontar suas "variações", bem como determinar um perfil ideal do ecoturista; na terceira e última parte discute-se a possibilidade de criação de trilhas interpretativas e a sua relação com a educação ambiental.</p>
<p style="text-align:justify;">Após um aprofundamento nesses três temas será possível realizar uma análise mais crítica e construtiva sobre o momento vivido pelo Parque do Itacolomi e as práticas ecoturísticas em seu território.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Unidades de Conservação</span></p>
<p style="text-align:justify;">O movimento para criação de áreas protegidas iniciou-se nos Estados Unidos em meados do século XIX, embora alguns autores afirmem que essa ideologia já tenha sido discutida primeiramente pelos europeus. Anteriormente a esse movimento, o mundo natural era desvalorizado, e visto como algo além da realidade do ser humano, que se sentia superior aos demais seres do meio ambiente.</p>
<p style="text-align:justify;">É valido ressaltar, segundo Corbin (1989), a importância dos escritores românticos dessa época, que idealizaram a questão da "natureza selvagem". E foi nesse contexto de romantização do natural que se desenvolveu a idéia de criação de parques nacionais a partir do conceito de <em>wilderness</em> (selvagem). De acordo com Koppes (1988), nessa época havia três idéias básicas que moviam o pensamento conservacionista: eficiência, equidade e estética. Essas três idéias traduzem o pensamento da época: utilização eficiente dos recursos naturais; ou uso adequado desses recursos como forma de desenvolvimento; ou até mesmo a valorização desses recursos pelos aspectos estéticos e por seu efeito desestressante para o homem.</p>
<p style="text-align:justify;">O <em>Wilderness Act </em>de 1964 define as Unidades de Conservação como áreas que não sofreram ação humana, e que o mesmo é apenas visitante. Destaque-se aqui a distância estabelecida pelo homem ente ele e o meio ambiente. Dessa forma, as Unidades de Conservação americanas num primeiro momento excluíam a presença humana - retirava os moradores nativos - e tinha como único e principal objetivo a contemplação das belezas naturais.</p>
<p style="text-align:justify;">É nesse contexto que surge então duas visões distintas da conservação do ambiente natural, a Conservação dos Recursos Naturais e o Preservacionismo. Gifford Pinchot, segundo Diegues (1998), precursor do movimento de conservação dos recursos propõe seu uso racional, acreditando que esse uso deve-se dar pela geração presente, prevenindo desperdícios e beneficiando a maioria dos cidadãos. Esses princípios foram precursores do conceito de Desenvolvimento Sustentável, muito utilizado nos dias de hoje.</p>
<p style="text-align:justify;">Em contrapartida ao Conservacionismo temos o Preservacionismo. De acordo com Diegues (1998), a preservação é o ato de preservar a natureza, sem a presença do homem, de forma a manter um espaço natural, separado do espaço ocupado pelo homem. O conceito de conservação então seria preservar um ambiente da maneira mais sustentável possível, permitindo uma troca entre homem e natureza, considerando que o primeiro faça parte do segundo. Ainda segundo o mesmo autor,</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Se a essência da ‘conservação de recursos' é o uso adequado e criterioso dos recursos naturais, a essência da corrente oposta, a preservacionista, pode ser descrita como a reverência à natureza no sentido da apreciação estética e espiritual da vida selvagem (wilderness). Ele pretende proteger a natureza contra o desenvolvimento moderno, industrial e urbano.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;">Apesar desse conflito ideológico entre conservação e uso adequado dos recursos, e o preservacionismo puro com proteção extrema, as unidades de proteção e os parques nacionais aumentaram consideravelmente nos Estados Unidos, com equipamento e infra-estrutura turística que atraiam a população.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Koppes (1988), a princípio, apesar da criação dessas unidades ter sido motivada por um ponto de vista estético, passou-se a criar também unidades que iam de acordo com os critérios ecológicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Dessa maneira é possível perceber que a nomenclatura escolhida para denominar os parques nacionais de conservação americanos, num primeiro momento, foi utilizada de forma equivocada. Foram chamadas de Unidade de Conservação as áreas que eram protegidas com o intuito de serem usufruídas pelo seres humanos apenas pelo seu aspecto estético, embora o conceito de conservação englobe o uso eficiente dos recursos naturais disponíveis.</p>
<p style="text-align:justify;">A principal ferramenta de apoio aos parques na tentativa de se criar um Plano de Manejo é o SNUC. O SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação) foi criado em 18 de Julho de 2000 e é a consolidação de normas e leis de regras de manejo para UC's. Assim ele foi instituído para definir, uniformizar e consolidar critérios para a criação, gestão e manejo das áreas protegidas no Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com o manual de monitores do Parque do Itacolomi, o SNUC é constituído pelo conjunto das UC's federais, estaduais e municipais e tem como principais objetivos:</p>
<ul class="unIndentedList" style="text-align:justify;">
<li> Contribuir para a manutenção da diversidade biológica e dos recursos genéticos no território nacional e nas águas jurisdicionais.</li>
<li> Proteger as espécies ameaçadas de extinção no âmbito regional e nacional.</li>
<li> Contribuir para a preservação e restauração da diversidade de ecossistemas naturais.</li>
<li> Promover o desenvolvimento sustentável a partir dos recursos naturais, utilizando para tal finalidade os princípios e práticas da conservação da natureza.</li>
<li> Proteger e recuperar os recursos hídricos e edáficos (do solo) além das características relevantes de natureza geológica, espeleológica, arqueológica, paleontológica ou cultural.</li>
<li> Recuperar e restaurar ecossistemas degradados através de meios e incentivos à pesquisa científica e monitoramento ambiental.</li>
<li> Valorizar econômica e socialmente a diversidade biológica, favorecendo condições e promovendo a educação e interpretação ambiental, a recreação em contato com a natureza e o turismo ecológico.</li>
<li> Proteger os recursos naturais necessários à subsistência de populações tradicionais, respeitando e valorizando seu conhecimento e sua cultura.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Ecoturismo</span></p>
<p style="text-align:justify;">Em meados da década de 70, motivados pelas questões ambientalistas de combater os impactos sócio-ambientais provocados pelo Turismo de Massa, surge o conceito de Turismo Alternativo. Essa modalidade de turismo busca contato direto com as populações autóctones, renunciando o conforto e luxo da maioria das infra-estruturas turísticas, com uma inserção no cotidiano local, e participação da sua cultura e compartilhamento dos seus hábitos, enfim, opondo-se ao Turismo de Massa.</p>
<p style="text-align:justify;">Antes do surgimento da nomenclatura Ecoturismo, essa modalidade foi conhecida como "turismo verde", "turismo da descoberta", "turismo suave", "turismo participativo", entre outros. Há uma grande diferença entre a prática do ecoturismo e as outras atividades turísticas desenvolvidas em meio natural, como o turismo na natureza. De acordo com Wallace e Pierce (1993, 1996), pode-se considerar ecoturismo a atividade que possuir os seguintes pré-requisitos:</p>
<ul class="unIndentedList" style="text-align:justify;">
<li> Minimiza impactos negativos tanto para o meio ambiente quanto para a população local.</li>
<li> Aumenta consciência e compreensão em relação ao sistema natural e cultural, e gera, conseqüentemente, uma maior interação entre o visitante e o local visitado.</li>
<li> Contribui para a conservação das áreas protegidas.</li>
<li> Maximiza a participação da população nativa nas decisões referentes a capacidade carga, etc.</li>
<li> Direciona benefícios à população local que serve de complemento à sua renda proveniente das práticas tradicionais ao invés de substituí-las, pesca, agricultura, etc.</li>
<li> Oferece oportunidades de vivências ecológicas aos habitantes e aos funcionários do parque.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Apesar disso, ambos os autores concordam que a prática plena do ecoturismo é rara de ocorrer, uma vez que são vários os impactos causados pela presença humana, e a habilidade de visualizá-los e evitá-los não é fácil.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com uma pesquisa realizada em 1994 (Ruschamnn, 1995), o que motiva as pessoas a buscarem o ecoturismo é, primeiramente, o contato com a natureza, e em segundo lugar a busca por aventura e emoções, a curiosidade e a necessidade de estar com amigos, conhecer novas pessoas, estudar o meio ambiente ou praticar exercícios.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de haver uma característica em comum para todos aqueles que desejam praticar o ecoturismo, que é seguida pelas práticas acima colocadas, Salvati (2003) afirma que:</p>
<p style="text-align:justify;"><em> "O perfil do público consumidor de turismo pode ser dividido em várias categorias tais como as demográficas (idade, sexo, renda e origem), interesses ou preferências nas viagens. Atualmente, tem-se falado em ecoturistas ‘hard' (aquele com espírito de aventura e melhor preparo físico) e ‘soft' (preferem experiências fisicamente mais leves e curtas). Esta mesma tipologia tem sido usada para se definir o ecoturista menos engajado no ecoturismo puro (soft) e o mais engajado (hard)".</em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Trilhas Interpretativas</span></p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com Tilden (1957), o objetivo da interpretação ambiental é revelar os significados, relações ou fenômenos naturais por intermédio de experiências práticas e meios interpretativos, ao invés da simples comunicação de dados e fatos. Segundo Ham (1992), a interpretação ambiental inclui a tradução da linguagem técnica em idéias que as pessoas em geral possam facilmente entender.</p>
<p style="text-align:justify;">A interpretação em trilhas pode acontecer de duas formas, com auxílio de um guia ou auto guiada. A primeira opção conta com um profissional que funcionará como um intermédio entre o visitante e o local visitado, não só fornecendo informações e dados como também sensibilizando o turista quanto às questões ambientais através da educação ambiental. As trilhas auto guiadas, por sua vez contam com recursos visuais e gráficos que indicam não só o caminho a ser seguido, mas como também os elementos a serem destacados e os temas a serem desenvolvidos.</p>
<p style="text-align:justify;">Tilden (1957) afirma que existem seis princípios na interpretação ambiental, sendo eles:</p>
<ul class="unIndentedList" style="text-align:justify;">
<li> O processo de interpretação deve se relacionar com a personalidade e experiência do grupo de visitantes;</li>
<li> A interpretação não é somente informar;</li>
<li> A interpretação é uma arte;</li>
<li> A interpretação deve educar, criar expectativas, questionamentos e provocações;</li>
<li> Deve ser elaborada visando o entendimento do todo, de uma grande idéia;</li>
<li> A interpretação deve ser específica e dirigida ao estilo de visitante.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Segundo Salvati (2003), os objetivos da interpretação do meio ambiente são: facilitar o conhecimento e a apreciação da natureza, conservar seus recursos naturais, históricos e culturais; aumentar a satisfação dos visitantes; servir de ferramenta para o manejo dos visitantes; e estimular a participação do visitante nas questões político-ambientais.</p>
<p style="text-align:justify;">Carvalho (2004) discute uma questão bastante interessante na discussão sobre a Educação Ambiental. A autora coloca que existe uma diferença muito grande entre atitude e comportamento, sendo que a atitude precede o agir, enquanto o comportamento se refere ao agir sem pensar, seguindo os aspectos morais. Essa colocação é muito importante no planejamento de trilhas interpretativas, tanto guiadas como auto guiadas, uma vez que para que a interpretação ambiental consiga de fato educar o turista, ela precisa atingir mudanças na atitude da pessoa, e não no comportamento. É preciso que o aprendizado adquirido seja transmitido e aplicado na sua vida pessoal.<strong></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif";} --> <!--[endif]--></p>
<p style="text-align:justify;"><strong></strong><strong>Contextualização da Região</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong>O Parque Estadual do Itacolomi está inserido na porção sul da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço, e situado entre os municípios de Ouro Preto e Mariana, a aproximadamente 110 km a sudeste de Belo Horizonte. Apesar de sua entrada principal e toda a área de visitação ser feita pelo município de Ouro Preto, a maior parte de sua área está em Mariana - aproximadamente 78%.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif";} --> <!--[endif]--></p>
<p style="text-align:justify;">Criado em 1967, pela Lei Estadual no. 4.495, o Parque do Itacolomi completa 40 anos e é uma área de proteção integral, pois é uma Unidade de Conservação Estadual sob responsabilidade do Instituto Estadual de Florestas - IEF. O uso público do parque, que acontece desde Maio de 2004, é administrado pela Fundação Educativa de Rádio e Televisão de Ouro Preto (FEOP). Ao todo, sua área contempla 7.543 hectares.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.belo-horizonte.travel/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-57" title="mapa-parque-itacolomi-belo-horizonte-ouro-preto-brazil" src="http://bhturismo.wordpress.com/files/2008/09/mapa-parque-itacolomi-belo-horizonte-ouro-preto-brazil.jpg" alt="" width="500" height="505" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Aspectos Físicos</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;"><strong> </strong>Aspectos Geomorfológicos</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong>A região tem grande apelo pela sua geomorfologia, que se destaca na paisagem não somente pela imponência da Serra - porção sul da Serra do Espinhaço - mas também pelo seu monumento natural, o Pico do Itacolomi, que é um dos símbolos da ocupação e da história de Ouro Preto. A Serra do Itacolomi é um dos ramos isolados da Serra do Espinhaço, que atravessa Minas Gerais do sul para o norte.</p>
<p style="text-align:justify;">A composição rochosa do parque é formada principalmente por quartizitos, filitos, granitos e arenitos. Tem destaque os afloramentos rochosos nos campos de altitude e platôs com declives, como a Serra do Trovão, a de Lavras Novas, a do Cibrão e o Pico do Itacolomi.  Essa diversidade geomorfológica do parque é caracterizada pela variação de altitude, que vai de 700m a 1772m - cume do pico.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif";} --> <!--[endif]--></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Cobertura Vegetal</p>
<p style="text-align:justify;">A vegetação do parque é composta de uma área de transição entre dois diferentes biomas, estando situado no extremo oeste dos domínios da Mata Atlântica e a leste do Cerrado. Tal diversidade é facilmente percebida nas trilhas oferecidas aos visitantes no parque, ainda que aproximadamente 60% de todo o terreno seja composto de Campos de Altitude. Sua vegetação é composta ainda por Floresta Estacional Semidecidual e Floresta de Galeria.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma árvore de grande beleza cênica encontrada no parque é quaresmeira, presente principalmente ao longo dos cursos d'água que cruzam a região. Nas partes mais elevadas destaca-se a existência de gramíneas e ciperáceas, sendo um exemplo importante a canela-de-ema. São presentes ainda campos de candeia pela região.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas o grande destaque - que também causa preocupação devido à biopirataria - são as exóticas bromélias e orquídeas, plantas que atraem o interesse do visitante e que muitas vezes, inconseqüentemente, acabam levando-as para fora do parque.</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;"><strong> </strong>Fauna</p>
<p style="text-align:justify;">Um levantamento do IEF constatou que existem cerca de 400 espécies diferentes de animais na área do Parque do Itacolomi, conferindo à região grande diversidade de fauna. Grande parte dessas espécies encontram-se ameaçadas em sua presença na área em que o parque está assentado, devido às queimadas freqüentes, principalmente nos meses que abrangem o inverno, época de seca e ventos intensos. Dentre as espécies existentes na região que se encontram ameaçadas destacam-se o lobo-guará, a onça parda, o macaco sauá, a ave-povó e o tamanduá-mirim.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Hidrografia</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong>A bacia onde está situado o Parque Estadual do Itacolomi é a do Gualaxo do Sul, rio que é um dos afluentes do Rio do Carmo. Outros cursos d'água que cruzam o parque são: Rio Mainart, Ribeirão Belchior, Córrego dos Prazeres, Córrego Domingas e Córrego do Manso. Todos estes fazem parte da rede hidrográfica que compõe a Bacia do Rio Doce, uma das principais e mais importantes do Estado.</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Clima</p>
<p style="text-align:justify;">O clima da região assemelha-se ao da cidade de Ouro Preto: um clima típico de altitude, relativamente úmido com nevoeiros e ventos dominantes da região sudoeste. As chuvas são abundantes no verão, principalmente entre os meses de Novembro e Março. No inverno a paisagem fica mais seca, e devido à falta de chuvas e ventos os riscos de incêndios são grandes. A temperatura ao longo do ano varia de 4ºC a 33ºC, com média de 21 graus centígrados.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Aspectos Históricos</span></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Ocupação da Região</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong>O desbravamento da região fez parte dos trabalhos das bandeiras exploradoras do interior do continente ao longo do século XVII. Pouco se sabe sobre a primeira bandeira que atingiu a região, mas cogita-se que tenha sido as de Bartolomeu Bueno da Siqueira e Antônio Rodrigues Arzão. Entretanto, foi a Bandeira de Duarte Lopes que primeiro encontrou ouro na região, já no final do século XVII. A descoberta se deu ao acaso, quando um dos integrantes da expedição encontrou pedras escuras no leito do Rio Tripuí que, após terem sido levadas para o Rio de Janeiro para análise, relevaram-se como ouro de mais alto quilate, e sua cor escura era somente uma fina camada de óxido de ferro.</p>
<p style="text-align:justify;">Trinta anos após a descoberta, um novo arraial do Morro de São Paulo, futura Vila Rica, já estaria instalado e contaria com aproximadamente 40 mil habitantes, sendo considerada a maior aglomeração humana da América Latina até então. Próximo a esta vila, às margens do Ribeirão do Carmo, surgia o Arraial de Nossa Senhora do Carmo, que mais tarde foi elevada a primeira cidade de Minas Gerais e escolhida como sede do Bispado mineiro. O ouro movimentava não somente a economia diretamente ligada a ele, mas também os mercadores que abasteciam a cidade, artesãos produtores de ferramentas, objetos e até mesmo arte, engenheiros de todos os setores, advogados, clero, médicos etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Até meados do século XVIII, o ouro era encontrado abundantemente, quando o metal começou a se escassear. Iniciou-se uma intensificação com relação a fiscalização da produção de ouro e cobrança de impostos dos mineradores. Tal pressão por parte da Coroa culminou com a Inconfidência Mineira.</p>
<p style="text-align:justify;">Vila Rica virou Imperial Cidade de Ouro Preto em 1823 e permaneceu como capital da Província de Minas Gerais até 1897, ano da inauguração de Belo Horizonte. Já Mariana, uma das primeiras cidades projetadas do Brasil, foi tombada como Patrimônio histórico Nacional em 1945.</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Histórico da Região do Parque</p>
<p style="text-align:justify;">Grande parte da responsabilidade pela exploração da região de Ouro Preto se deveu a presença de um símbolo natural que guiava os bandeirantes do século XVII: o Pico do Itacolomi, a "Pedra- Menino".</p>
<p style="text-align:justify;">Em um dos pontos do parque, no caminho por onde se escoava a produção aurífera, foi construído um entreposto comercial-fiscal para a cobrança do quinto, o imposto da exploração do mineral em Minas Gerais, já logo após o início da povoação na região, em torno de 1706. Esse posto também era útil por ter sido uma forma de vigilância e defesa do acesso às minas. Ela é considerada um dos primeiros prédios públicos do Estado.</p>
<p style="text-align:justify;">O local também foi cenário para os viajantes naturalistas dos séculos XVIII e XIX, como Spix e Von Martius, onde realizaram importantes estudos e pesquisas. Com o declínio da exploração aurífera na região, em meados do século XVIII, a região foi ocupada para a agricultura, com a plantação de chá. A área foi arrematada em 1772 pelo Sargento-Mor Manoel Manso da Costa Reis, e era conhecida na época com <em>Fazenda da Vargem da Olaria</em>. Em 1871 a propriedade foi hipotecada e, em 1909, passou às mãos dos irmãos Soares. Em data ainda não precisa, foi vendida a Francisco Diogo de Vasconcelos.</p>
<p style="text-align:justify;">A então Fazenda do Manso, que ocupava a atual área do Parque do Itacolomi, estava entre as duas mais importantes produtoras de chá em Ouro Preto - que contava com mais sete outras empresas produtoras da erva. A produção do Chá Edelweiss prosperou a partir do início da década de 1930 e persistiu até o final dos anos 50. Na Fazenda São José do Manso havia, em 1946, 1,8 milhões de pés de chá. O proprietário da fazenda na época era José Salles Andrade, que importou as sementes da Índia e o maquinário da Alemanha. O chá tinha o nome de Edelweiss em homenagem à esposa do fazendeiro.</p>
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<p style="text-align:justify;">Em 1974, a Fazenda São José do Manso foi vendida para o historiador Tarquínio José Barbosa de Oliveira, que tentou recomeçar a produção do chá preto. Quando assumiu a fazenda, o historiador encontrou a área de plantio tomada pelo mato. Limpou tudo e recomeçou a produção, mas não teve o mesmo sucesso do Chá Edelweiss.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Análise do Parque e Adjacências</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Entorno do Parque</span></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Ações de Desenvolvimento x Impactos</p>
<p style="text-align:justify;">Existem atualmente diferentes conflitos entre as ações antrópicas do entorno em relação ao parque, identificadas pela atual administração como a extração de madeira, as queimadas, a mineração, a caça, as espécies exóticas e a ocupação. Dentre os mais impactantes estão às queimadas e a extração ilegal de madeira.</p>
<p style="text-align:justify;">A criação do parque está intimamente ligada a essas questões, uma vez que com a imposição de regras distintas às vigentes no passado da região, os moradores tiveram suas atividades tradicionais proibidas. Como não conseguiram se adaptar a esse novo contexto e mantiveram-se alheios a concepção do parque, as comunidades locais têm dificuldade em compreender tais legislações e seguem impactando o meio ambiente.</p>
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<p style="text-align:justify;">A extração de madeira - sobretudo a candeia - acontece principalmente pelos moradores de pequenas comunidades no entorno direto do parque, como Lavras Novas e Passagem de Mariana. Essas pessoas ainda têm necessidade do uso da madeira de várias maneiras, como em fogões de lenha, cercas, etc. Ainda que a extração ilegal seja um problema dentro do parque, toda madeira roubada confiscada é reutilizada em benefício para a própria unidade, como, por exemplo, para a construção de intervenções nas trilhas, com em escadas e passarelas. A vegetação sofre também com a coleta predatória de orquídeas e bromélias pelos visitantes.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.belo-horizonte.travel/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-58" title="candeia-parque-itacolomi-belo-horizonte-minas-gerais" src="http://bhturismo.wordpress.com/files/2008/09/candeia-parque-itacolomi-belo-horizonte-minas-gerais.jpg" alt="" width="375" height="346" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Como a fiscalização é intensa, a direção do parque credita parte dos incêndios a essas pessoas que têm sua tentativa de extração de madeira dificultada. Assim, Edmar, um dos biólogos do parque, crê que a maior parte dos incêndios realmente é criminosa, como uma forma de reação contra a fiscalização do corte de madeira dentro da área do parque. Apesar disso, também ocorrem incêndios causados por questões naturais, e que se alastram devido ao clima seco da região.</p>
<p style="text-align:justify;">Por sua vez, a mineração representa um menor impacto, uma vez que no presente momento, a maior preocupação com essa área é a recuperação das áreas danificas pela mineração, no passado.</p>
<p style="text-align:justify;">A caça a animais silvestres também abrange a área do parque podendo ser verificada sobretudo no município de Mariana, atingindo alguns pássaros e mamíferos como o tatu. A pesca também ocorre em diversos pontos do Parque, principalmente no sítio Custódio.</p>
<p style="text-align:justify;">A presença de espécies exóticas como o Eucalipto altera substancialmente a estrutura da vegetação nas suas áreas de ocorrência, modificando a paisagem do parque. Da mesma forma, animais como cavalos e bois afetam todo o ecossistema da região.</p>
<p style="text-align:justify;">Anteriormente a criação da Unidade de Conservação, as moradias existentes em seu território foram adquiridas pelo IEF por um preço justo, em comum acordo entre as partes. Dessa forma, não houve conflito no manejo de ocupação do parque, uma vez que a desapropriação ocorreu de maneira pacífica. Entretanto, hoje o parque sofre com a expansão urbana de bairros limítrofes, que acabam por invadir as áreas demarcadas.</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Ações Educativas</p>
<p style="text-align:justify;">Os visitantes são recebidos na casa bandeirista, onde obtêm informações sobre as particularidades históricas do parque, principalmente sobre as edificações, como a própria casa Bandeirista, o Museu do Chá e a Capela. Em seguida, são dadas informações gerais sobre as três trilhas, que são interpretativas (com acompanhamento de monitores e atividades ao longo do caminho).</p>
<p style="text-align:justify;">Com as facilidades de acesso a informações hoje em dia, há uma preocupação de não somente informar ao longo do percurso, mas também sensibilizar para a questão ambiental e explorar os sentidos ao longo da trilha (o toque, a audição, etc.). Se antes, as visitas eram realizadas como uma reprodução do ambiente de sala de aula, hoje eles buscam uma mudança nesse aspecto, despertando maior interesse no visitante por meio de informações precisas e atrativas.</p>
<p style="text-align:justify;">Dentre os planos de turismo desenvolvidos pelo turismólogo contratado pela FEOP para o parque, Rodrigo Silva, está um projeto de acompanhamento aos alunos antes, durante e depois da visita. No momento em que a visita é marcada, prevê-se uma introdução do tema pelo professor em classe, por meio de informações sobre o parque e orientações sobre o que explorar na visita. Para o momento da visita em si, o plano desenvolvido quer explorar muito mais que o ambiente natural em si, para uma educação ambiental completa. Para isso, estão previstas apresentações de teatro (em parceria com a Escola de Teatro da UFOP), um Festival de Bonecos e a implantação de um laboratório no centro de visitantes. Para o momento seguinte à visita, o parque quer produzir material institucional, com a criação de um calendário ambiental para as escolas, com datas relativas às questões ecológicas e atividades a serem desenvolvidas pelos alunos.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra idéia a ser desenvolvida é a criação de roteiros diferenciados com assuntos específicos a serem abordados. São eles: marrom (solo), verde (vegetação), e azul (água). Essa idéia surgiu da necessidade de se padronizar visitas, uma vez que as escolas chegavam ao parque com uma idéia pronta sobre o que desejavam abordar. Dessa forma, os programas tentam abarcar diferentes necessidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, o turismólogo e uma das monitoras realizaram no passado um curso de inclusão social e estão desenvolvendo novas formas de inserir pessoas com mobilidade reduzida nos atrativos do parque.</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Ações de Conservação do Patrimônio Natural e Cultural</p>
<p style="text-align:justify;">As ações de conservação do parque passam pelas questões do meio ecológico e cultural-social. Em ambas, percebem-se acertos e falhas nos projetos/planos implementados.</p>
<p style="text-align:justify;">Com relação às questões naturais, o que podemos observar é que o parque apresenta contradições em diversos sentidos. Ao mesmo tempo em que se procura desenvolver uma consciência ambiental em seus visitantes, os parque realiza em seus atrativos alguns danos irreversíveis à natureza e à paisagem, como por exemplo, na Trilha da Lagoa - a presença dos decks para banho e tirolesa fere a paisagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Com relação ao patrimônio cultural, a recuperação da Casa Bandeirista recebeu um projeto que respeita as características do lugar, assim como mostra o estado em que o ser humano permitiu que a edificação alcançasse. Mas de nada adianta a requalificação de construções históricas se elas são subutilizadas. O que acontece neste caso é uma requalificação sem um plano de revitalização - no sentido literal da palavra.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro problema acontece com a Capela de São José. Este local, que dá nome a uma das trilhas, encontra-se fechado a maior parte do tempo, o que é incoerente com a paisagem e a história do lugar. Um plano turístico bem acabado deve incluí-la não somente no trajeto do passeio, mas também dar vida a ela, com missas e passeios internos guiados.</p>
<p style="text-align:justify;">Também nota-se um descaso com o maquinário da indústria do chá, que está localizada como se fosse um simples depósito. A questão histórica, o tempo todo, parece ser algo não muito bem resolvido para a administração do parque, que reforça a contradição entre preservacionismo e conservacionismo, desprezando parte importante do passado do lugar.</p>
<p style="text-align:justify;">Um ponto positivo em relação à conservação do patrimônio é o de que todas as edificações do parque são reaproveitadas da época da Fazenda do Manso, com exceção da área de camping e da moradia dos biólogos/gerentes do parque. A casa de hóspedes, por exemplo, era a casa do proprietário da Fazenda, enquanto o alojamento era utilizado para a hospedagem dos colhedores de chá, que poupavam tempo e energia para não precisarem voltar a Lavras Novas, distrito de onde a maioria dos funcionários era oriunda.</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Ações de Participação e Controle Comunitário</p>
<p style="text-align:justify;">Os moradores de Ouro Preto e Mariana associam a área do parque, na maioria das vezes, somente ao Pico do Itacolomi. As atrações não são bem divulgadas em ambas as cidades, e os habitantes também não são incentivados a visitação. Isso mostra como há uma distância entre parque e comunidade local.</p>
<p style="text-align:justify;">A comunidade do distrito de Lavras Novas possui uma relação mais próxima com o parque, seja devido à história (desde a época da exploração do chá, quando a maior parte dos moradores do distrito trabalhava nas plantações), seja devido ao trabalho atual de algum dos seus moradores, de outras formas, como vigilantes, condutores, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Para que a população conheça os atrativos do parque e se sensibilize com a questão ambiental, o plano de turismo prevê várias formas de inserção da população. Uma delas foi o Festival de Papagaios realizado no primeiro semestre deste ano. Outros projetos prevêem um festival de cinema ao céu aberto, chamado Ecocine, e o projeto guardião da floresta, em parceria com a APAE.</p>
<p style="text-align:justify;">Há ainda uma diferenciação nos preços praticados para entrada no parque. Enquanto turistas devem pagar sete reais, os moradores contribuem com apenas um real (a taxa para os monitores é de três reais). Essa atitude também visa modificar a atual situação, entretanto a iniciativa não tem ampla divulgação.</p>
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<p style="text-align:justify;"><strong>Ambiente Interno do Parque</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://bhturismo.files.wordpress.com/2008/09/mapa-parque-itacolomi-belo-horizonte-ouro-preto-brazil-trilhas.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-59" title="mapa-parque-itacolomi-belo-horizonte-ouro-preto-brazil-trilhas" src="http://bhturismo.wordpress.com/files/2008/09/mapa-parque-itacolomi-belo-horizonte-ouro-preto-brazil-trilhas.jpg" alt="" width="500" height="749" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif";} --> <!--[endif]--></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Situação do Parque Estadual do Itacolomi</span></p>
<ul class="unIndentedList" style="text-align:justify;">
<li> Conflitos IEF x FEOP</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">O surgimento do parque se deve a uma iniciativa de ex-estudantes da então Escola de Minas de Ouro Preto, que se reuniam no Rio de Janeiro e freqüentavam a área do parque durante sua vivência em Minas Gerais. Eles tiveram a idéia de proteger a região, mas até então as áreas de preservação não recebiam classificações técnicas como hoje. Em 1977, portanto, foi fundado o que hoje é o Parque Estadual do Itacolomi.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde então, o próprio conceito de unidades de conservação modificou-se, e os reflexos aparecem na estrutura do parque e na postura dos profissionais envolvidos. No caso mineiro, essa evolução encontra-se em um momento em que existem duas correntes de desenvolvimento e manejo de unidades de conservação: uma que acha que deve se fechar as áreas verdes, para a preservação total de sua área, enquanto outra defende a criação de parques para a freqüentação de visitantes, para promover a educação ambiental.</p>
<p style="text-align:justify;">O Parque Estadual do Itacolomi é gerido atualmente por uma gestão compartilhada entre o órgão estadual do IEF e a FEOP. Esse compartilhamento é responsável por um visível conflito existe dentro do parque no que diz respeito tanto aos objetivos quanto as ações. Os funcionários administrativos e os biólogos pertencentes ao IEF possuem uma visão mais ecológica, e buscam ações que sejam capazes de conservar sem limitar a visitação, enquanto os funcionários da FEOP, como o turismólogo recém contratado, Rodrigo, possuem uma visão mais voltada para o lazer e a recreação dos visitantes. O conflito ideológico é claro, uma vez que a opinião dos biólogos é antagônica à do turismólogo.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Edmar Monteiro, biólogo e administrador do parque, não existe motivação maior para a visitação em uma UC que não seja a educação ambiental. Para ele, esse deve ser o mote da visita. Também é possível conjugar com outros fins, como entretenimento, diversão, etc., mas com limites definidos para que seja respeitado o ambiente local. Entretanto, com a instalação da tirolesa e do deck na Lagoa da Capela, além de áreas de churrasqueira e camping, o parque tem se direcionado cada vez mais do conceito de parque de recreação.</p>
<ul class="unIndentedList" style="text-align:justify;">
<li> Plano de Manejo</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">De acordo com o conceito adotado pelo IBAMA, o Plano de Manejo é um projeto que determina o zoneamento de uma determinada Unidade de Conservação. Ele caracteriza cada uma das zonas e propõem desenvolvimento físico de acordo com as suas finalidades. Estabelece, assim, diretrizes básicas para o manejo da Unidade. Alguns exemplos de zonas são: Zona de Amortecimento, Zona de Uso Conflitante/Infra-Estrutura de Base, Zona de Uso Especial, Zona Intangível, Zona Primitiva, Zona de Recuperação Zona de Ocupação Temporária, Zona de Uso Extensivo e Zona de Uso Intensivo.</p>
<p style="text-align:justify;">O seu objetivo é estabelecer uma metodologia flexível e dinâmica que permita um melhor planejamento, proporcionando um instrumento que desenvolverá conhecimentos e ações. A elaboração do Plano deve ser gradativo, flexível e participativa.</p>
<p style="text-align:justify;">O Plano de Manejo do Parque do Itacolomi está concluído, mas ainda não foi aprovado, e por isso os pesquisadores não tiveram contato com ele, com exceção do Plano de Uso Público, que é bastante breve, sem muitos detalhes, o que indica que o Plano não é muito profundo e detalhado.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com os funcionários do parque, especialmente o turismólogo Rodrigo, embora o pico do Itacolomi esteja localizado no centro do parque, em zona delimitada para não acesso, existe o interesse em se criar trilhas de acesso ao pico. Essas trilhas contarão com infra-estrutura de acesso como corrimões e passarelas, mas eles afirmam que esse projeto contaria com um estudo prévio para determinação da capacidade carga e monitoramento após a implementação.</p>
<p style="text-align:justify;">O projeto de abertura do pico para visitação é interessante, uma vez que traria mais atratividade para o parque já que o pico é a sua principal identidade histórica. Além disso, as trilhas disponíveis hoje não são muito interessantes e não funcionam como grandes atrativos. Porém, por ser uma trilha que adentra em zonas não determinadas para uso público, a sua implementação deve preceder de um estudo mais aprimorado dos possíveis impactos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Infra-estrutura Básica</span></p>
<p style="text-align:justify;">O acesso até o parque é feito pela BR-356 (Rodovia dos Inconfidentes), nas proximidades de Ouro Preto, onde está localizada sua entrada principal. A partir desse ponto, a estrada prossegue até os principais atrativos por cerca de 5 km em estrada de terra. Esse trajeto pode ser percorrido a pé (aprox. 55 min.), de bicicleta (aprox. 30 min.), ou veículo próprio (aprox. 15 min.).</p>
<p style="text-align:justify;">Da mesma forma, a circulação aos atrativos dentro do parque é feita por estrada de terra. São em geral de boa qualidade, e freqüentemente são servidas por máquinas patrol, que ajudam a nivelar as irregularidades.</p>
<p style="text-align:justify;">A energia elétrica é fornecida pela CEMIG, e dessa forma as instalações de apoio contam com iluminação e eletricidade. Entretanto, há um ponto negativo existente nesse aspecto, que é a atual situação da iluminação do parque. A falta da mesma prejudica os deslocamentos noturnos, uma vez que as placas informativas e as estradas são de difícil visualização.</p>
<p style="text-align:justify;">O Parque Estadual do Itacolomi é também servido pelo SEMAE (Sistema Municipal de Água e Esgoto) que fornece esses benefícios de forma suficiente as necessidades dos turistas e da administração. Como esse é um serviço governamental, assim como o parque, ele é oferecido de forma gratuita.</p>
<p style="text-align:justify;">Para a administração geral das atividades, o parque conta com dois gerentes ligados ao IEF, com formação no campo da biologia. Subordinado a eles, um turismólogo e um biólogo auxiliam nas atividades e desenvolvem o planejamento e a gestão do turismo. Há ainda dois monitores permanentes que guiam os visitantes pelos atrativos do parque, auxiliada por quatro estagiários do CEFET com curso técnico em Turismo e Meio ambiente, todos contratados pela FEOP.</p>
<p style="text-align:justify;">Como forma de conter um dos mais graves impactos antrópicos existentes - os incêndios -, o parque conta com uma brigada de incêndio permanente, que atualmente conta com quatro pessoas. Uma dessas pessoas se localiza no Morro de Santana, local elevado e que possibilita monitoração e visualização ampla do parque. A sede da brigada está localizada na portaria do parque.</p>
<p style="text-align:justify;">O parque conta também com algumas estruturas físicas de apoio. Uma delas é o Alojamento, que comporta cerca de 40 pessoas, voltado apenas para visitantes com objetivos científicos. O Centro de Treinamento funciona para realização de cursos, possuindo 100 lugares, além de equipamentos de áudio e vídeo. Há ainda a casa do gerente, onde a administração atual mora permanentemente.</p>
<p style="text-align:justify;">Para o transporte, tanto dos funcionários quanto dos turistas, da portaria até o núcleo das atividades, existe uma van que desempenha o serviço e possui horários pré-determinados. Também há dois veículos do IEF que realizam os deslocamentos no interior do parque, auxiliando nas pesquisas científicas e no monitoramento das atividades, além de dar assistência em casos de incêndio.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Infra-estrutura Turística</span></p>
<p style="text-align:justify;">Para receber os visitantes, o Parque Estadual do Itacolomi possui uma estrutura de apoio básica, servida por seus funcionários permanentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Logo na entrada principal do parque, existe uma portaria com monitoramento 24 horas, que realiza o primeiro contato com o visitante. Há também um desejo em se estabelecer uma nova portaria servindo os visitantes advindos de Mariana, porém essa possibilidade é contestada tendo em vista as dificuldades de monitoração de uma nova via de acesso.</p>
<p style="text-align:justify;">Juntamente a entrada principal está o Posto de Credenciamento, que realiza o cadastro de todos os visitantes para controle de sua circulação e permanência. Dessa forma, evita uma exploração turística desordenada e outros eventuais problemas.</p>
<p style="text-align:justify;">A partir desse ponto, para que o visitante chegue até o núcleo de atrativos, é necessário percorrer 5 km de estrada de terra. Essa grande distância a ser viajada é problemática, uma vez que atrapalha a receptividade e a dinâmica turística.</p>
<p style="text-align:justify;">No núcleo de atrativos, já no interior do parque, o turista recebe as informações básicas sobre a história área, os serviços de apoio, os atrativos e os regulamentos do parque. O local utilizado para esse contato com o turista é a Casa Bandeirista. No local ele também pode receber o acompanhamento de um guia especializado para as visitas, após efetuar o pagamento de três reais por pessoa.</p>
<p style="text-align:justify;">Nessa mesma área está localizado também o Refeitório, capaz de acomodar grupos de 30 a 40 pessoas, assim como a Área de Camping. Nesse último caso, ainda que seja um campo de grande extensão, não possui iluminação, e árvores suficientes para proporcionar sombra e suporte para a armação das barracas.</p>
<p style="text-align:justify;">O parque conta com alguns banheiros para uso público - sendo três no total -, localizados na Casa Bandeirista, na Área de Camping e no Posto de Credenciamento. Um telefone também está disponível no Refeitório.</p>
<p style="text-align:justify;">Como forma de auxiliar no deslocamento e localização do turista, existem placas distribuídas com o intuito de guiar o turista pelo interior do parque e até seus atrativos. Nesse caso, as placas têm boa atratividade, são de design limpo e de constituição pouco impactante. Contudo, seu posicionamento é muitas vezes insuficiente, podendo gerar confusões ao turista. É também feita de material frágil (vidro) que pode ser facilmente depredado. Tanto na entrada como no interior do parque estão localizados totens da Estrada Real.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif";} --> <!--[endif]--></p>
<p style="text-align:justify;">No mesmo sentido, na entrada do parque é fornecido um pequeno folder com informações sobre a área. Entretanto, na atualidade, o material fornecido é de baixa qualidade e atratividade, possuindo poucas informações e um mapa confuso. Além disso, é de difícil manuseio e cuidado, principalmente para pessoas que pretendem fazer as caminhadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Como forma de divulgação externa, o parque utiliza de poucos meios de promoção, e esse parece ser um dos principais motivos pelo qual o lugar não é muito conhecido pelos moradores locais de Ouro Preto e Mariana.</p>
<p style="text-align:justify;">Dentre os meios existentes, o que parece ser mais eficaz são os dados disponibilizadas no site oficial do parque e no site do IEF. Lá estão apresentadas as informações sobre o parque, tanto em suas características físicas e históricas, mas também sobre a visitação, atrativos existentes, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem cartazes espalhados por Ouro Preto incentivando o morador local a conhecer o parque, o que não parece ter o efeito esperado, pois se trata de um projeto isolado, sem conexão com um plano maior de marketing para o parque. Aliás, este parece ser um problema generalizado para todas as áreas públicas de conservação.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif";} --> <!--[endif]--></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Conclusão </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">O que falta aos parques brasileiros é investir concretamente na visitação pública, e não enxergar o visitante como uma possível ameaça ao ecossistema. Pela história do Brasil, o brasileiro sempre foi desencorajado a entrar em contato com a natureza, como fazem habitantes de outros lugares do mundo. Esta distância não é saudável e pode afastá-lo cada vez mais da consciência ecológica e da educação ambiental.</p>
<p style="text-align:justify;">Um plano de marketing e interpretativo é fundamental aos parques, e vemos que a grande parte dos parques brasileiros não o possui. É preciso transformar os parques nacionais em produtos acabados e bem traçados. A visão de produto se opor às premissas ecoturísticas de conservação, e sim devem caminhar lado a lado. Enquanto o turismo não parar de ser visto com o vilão da natureza, a sonhada educação ecológica vai afastar-se cada vez mais. E a falta de um plano de marketing que leve o brasileiro para visitar suas áreas naturais protegidas dificulta qualquer tipo de interação consciente entre o homem e a natureza, fazendo com que o debate ecoturístico (trilhas, capacidade de carga, interpretação) seja válido, mas somente em seus aspectos conservacionistas, e não na necessidade de formar a consciência ecológica do cidadão e na transformação do parque em um produto turístico bem acabado.</p>
<p style="text-align:justify;">No caso específico do Parque Estadual do Itacolomi, um agravante é o desgaste interno no setor administrativo. Percebe-se que algumas questões entre membros do IEF e da FEOP não são bem resolvidas, e muita energia é desperdiçada neste entrave. A função de cada um dos setores acaba sendo mal resolvida e o entrave para o desenvolvimento de projetos e aplicação de planos vem à tona.</p>
<p style="text-align:justify;">Por fim, as trilhas do parque são um reflexo de todas estas questões. O envolvimento de pessoal de outras áreas - designers, redatores, arquitetos etc - é fundamental para uma trilha que seja, ao mesmo tempo, bem acabada e respeitosa aos princípios do ecoturismo, o que também não fará sentido se esta nova trilha sugerida não fizer parte de um plano de desenvolvimento maior.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Referências</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0         21         false   false   false      PT-BR   X-NONE   X-NONE &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif";} --> <!--[endif]--></p>
<ul class="unIndentedList" style="text-align:justify;">
<li> Bibliográficas <strong></strong></li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">- CARVALHO, Isabel Cristina de Moura (2004), <em>Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico</em>. São Paulo: Cortez Editora.</p>
<p style="text-align:justify;">- DIEGUES, Antônio Carlos Sant`Anna (1998), <em>O Mito Moderno da Natureza Intocada</em>. São Paulo: Editora Hucitec.</p>
<p style="text-align:justify;">- FENNELL, David A. (2002), <em>Ecoturismo uma introdução. </em>São Paulo: Editora Contexto.</p>
<p style="text-align:justify;">- GOMES, Patrício Melo (2000), (<em>Eco)Turismo: uma (re)leitura dos discursos.</em> Dissertação de Mestrado. Brasilia.Universidade de Brasília UnB.</p>
<p style="text-align:justify;">- TERROR, Vinícius (2007), <em>Apostila do Monitor</em>. Parque Estadual do Itacolomi.</p>
<p style="text-align:justify;">- WEARING, Stephen e NEIL, John (2001), <em>Ecoturismo Impactos Potencialidades e Possibilidades. </em>Barueri, SP: Editora Manole.</p>
<ul class="unIndentedList" style="text-align:justify;">
<li> À Internet</li>
</ul>
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<p style="text-align:justify;">Ambientebrasil, <em>Parque Estadual do Itacolomi/MG será aberto no dia 30 de abril</em>. 14/04/2004. Disponível em: <span style="text-decoration:underline;">http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&#38;id=14349</span> (16/11/2007)</p>
<p style="text-align:justify;">CPRM, Excursão Virtual pelo Quadrilátero Ferrífero nos Domínios da Estrada Real. Disponível em: <span style="text-decoration:underline;">http://www.mgerais.net/cprm/01.html</span> (16/11/2007)</p>
<p style="text-align:justify;">Ecosfera Turismo e Meio Ambiente. Disponível em: <span style="text-decoration:underline;">http://ecosfera.sites.uol.com.br/</span> (15/11/2007)</p>
<p style="text-align:justify;">Forasteiro, Parque Estadual do Itacolomi. Disponível em: <span style="text-decoration:underline;">http://www.forasteiro.com.br/minas/local/cidadeb?cod_cidade =963000154</span> (16/11/2007)</p>
<p style="text-align:justify;">IBAMA, Plano de Manejo. Disponível em: <span style="text-decoration:underline;">http://www.ibama.gov.br/siucweb/guiadechefe/guia/f-3corpo.htm</span> (16/11/2007)</p>
<p style="text-align:justify;">Lavras Novas, Ouro Preto, Minas Gerais - Site Oficial. Disponível em: <span style="text-decoration:underline;">http://www.lavrasnovas.com.br/lazer/itacolomi/index.htm</span> (15/11/2007)</p>
<p style="text-align:justify;">Parque Estadual do Itacolomi. Disponível em: <span style="text-decoration:underline;">http://www.parquedoitacolomi.com.br/</span> (14/11/2007)</p>
<p style="text-align:justify;">Parque Estadual do Itacolomi, Ouro Preto - Idas Brasil. Disponível em: <span style="text-decoration:underline;">http://www.idasbrasil.com.br/idasbrasil/parques/Itacolomi/port/apresent.asp</span> (14/11/2007)</p>
<p style="text-align:justify;">Prefeitura de Mariana. Disponível em: <span style="text-decoration:underline;">http://www.mariana.mg.gov.br/chPrincipal/ini.asp</span> (14/11/2007)</p>
<p style="text-align:justify;">Revista MUSEU, <em>Parque Estadual do Itacolomi abre ao público em maio</em>. 15/04/2004. Disponível em: <span style="text-decoration:underline;">http://www.revistamuseu.com.br/noticias/not.asp?id=3795&#38;MES=/4/2004&#38;max_por=10&#38;max_ing=5</span> (16/11/2007)</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Fotos</strong></p>
<p style="text-align:justify;">1 - Arquivo pessoal</p>
<p style="text-align:justify;"><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif";} --> <!--[endif]--></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma Malla em Bonito - O tour da sustentabilidade]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/?p=649</link>
<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 13:36:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>biancaceloto</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.pt.wordpress.com/2008/09/24/uma-malla-em-bonito-o-tour-da-sustentabilidade/</guid>
<description><![CDATA[
Já há algum tempo, nós temos pensado em ter uma hortinha em casa, para pelo menos algumas verdur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-650" title="horta1" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/horta1.jpg" alt="" width="240" height="159" /><a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/horta71.jpg"></a><br />
Já há algum tempo, nós temos pensado em ter uma hortinha em casa, para pelo menos algumas verduras básicas. Em São Paulo, conseguimos manter em vasos manjericão, alecrim, orégano e hortelã. Há ainda no quintal uns pés de cebolinha, alguns de café, um pé de limão e um de amora, que garante boa geléia. Tentamos plantar tomate e rúcula, mas não foram pra frente - provavelmente erramos em algum passo. A idéia geral, entretanto, é no futuro ter uma horta decente, assim que tivermos assentado em algum lugar do mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Eis então que em <a href="http://www.bonitobrazil.com.br" target="_blank">Bonito</a> tive uma ótima surpresa ao me deparar em algumas das fazendas de ecoturismo com hortas próprias. As fazendas estão abraçando a sustentabilidade cada vez mais e isso é bom. Entusiasta de hortinhas, fui xeretar na horta alheia para aprender um pouco mais.</p>
<p style="text-align:justify;">Das fazendas em que estivemos para passeios em Bonito, visitamos 2 hortas: a da <a href="http://www.bonitoweb.com.br" target="_blank">Rio da Prata </a>e da <a href="http://www.bonitoweb.com.br" target="_blank">Estância Mimosa</a>. Na horta da fazenda <a href="http://www.bonitoweb.com.br" target="_blank">Rio da Prata</a>, passamos mais tempo mallificando perguntando curiosidades ao biólogo Samuel, que nos guiou pelo que chamei secretamente de "tour da sustentabilidade" - modalidade que deveria ser incorporada ao dia-a-dia do turismo em geral. Primeiro, visitamos os montes de compostagem, onde o lixo orgânico gerado pelos turistas que frequentam a fazenda é colocado para decomposição natural. Cada monte de compostagem pode chegar a 70ºC em seu interior, indicação de alta atividade metabólica de bactérias e outros seres degradadores. Depois de um tempo, quando a temperatura abaixa, o produto da compostagem é levado ao minhocário.</p>
<p style="text-align:justify;">No minhocário, o material orgânico é misturado ao solo e as minhocas fazem seu trabalho de aeração e adubação, tornando a terra mais fértil, fofa e preparada para o plantio. Depois que as minhocas atuaram, o solo aerado e adubado é peneirado para facilitar o manuseio e levado para a horta. É nesse solo que são plantados todas as verduras consumidas na fazenda pelos turistas e funcionários. São várias fileiras de alface, rúcula, manjericão, espinafre, beringela, tomatinho, saião, cebolinha, coentro, endro, quiabo, beterraba... e é tudo tão verde-intenso-natural, que dá vontade de comer salada imediatamente.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-651" title="horta2" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/horta2.jpg" alt="" width="159" height="240" /><img class="alignright size-full wp-image-652" title="horta3" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/horta3.jpg" alt="" width="159" height="240" /></p>
<p style="text-align:justify;"> Olha essa beringela! Ao ver a qualidade das verduras, André queria um tonel de azeite de oliva para despejar ali mesmo nas alfaces e começar a salada... </p>
<p style="text-align:justify;">A horta é toda orgânica, sem nenhum uso de agrotóxicos ou defensivos químicos. Perguntei como eles evitam pragas sem usar pesticidas. A resposta foi simples: plantam em locais estratégicos vegetais que "espantam" as pragas comuns, como a citronela, o tabaco, a arruda e a pimenta (só o sabiá come a pimenta). Além disso, plantam lado a lado vegetais que se ajudam no combate às pragas. Um sistema muito interessante e facilmente aplicável em pequena escala como ali.</p>
<p style="text-align:justify;">As verduras da horta vão depois de crescidas para a refeição das pessoas que visitam a fazenda. E eu preciso dizer que nunca comi alface com gosto tão bom como aquela. Era alface com gosto de alface fresca de verdade, não de folha de papel como as que compramos em mercados por aí. Fora as beterrabas, super-doces e suculentas.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas nem só da horta orgânica vive uma fazenda sustentável. O Samuel cuida também do viveiro de mudas de espécies nativas, que são enviadas para áreas onde estão sendo reflorestadas. São centenas de potinhos com mudas de aroeiras, perobas, jaracatiás, ingás, ipês... todas grandes árvores, que daqui a algumas décadas mudarão positivamente a paisagem do local. Em linhas beeeem gerais, horta no curto prazo; floresta a longo prazo; mas sempre pensando no ambiente saudável.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-653" title="horta4" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/horta4.jpg" alt="" width="240" height="159" /><img class="alignright size-full wp-image-654" title="horta5" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/horta5.jpg" alt="" width="240" height="159" /></p>
<p style="text-align:justify;"> O minhocário, onde as minhocas são as trabalhadoras "braçais". No chão do minhocário, a terra já peneirada pronta para ser usada na horta. Ao lado, as mudinhas de árvores para reflorestamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Na fazenda da <a href="http://www.bonitoweb.com.br" target="_blank">Estância Mimosa</a>, depois de ver as mudinhas de árvores, terminei plantando uma aroeira no fundo do quintal. A aroeira é uma madeira nobre, motivo pelo qual foi bastante dizimada da região para virar móveis. Hoje é proibido matar uma aroeira nativa para coleta da madeira. Espero imensamente que meus netos, bisnetos ou afins voltem daqui a uns 100 anos na Estância e encontrem a árvore que eu plantei bonita e frondosa.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-657" title="horta72" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/horta72.jpg" alt="" width="240" height="159" /><br />
As mudinhas de aroeira, que depois plantei no quintal da Estância Mimosa. Um dia atrasada nas homenagens práticas ao dia da árvore.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas Mato Grosso do Sul não é Mato Grosso do Sul se não tiver gado. A pecuária é uma das maiores fontes de renda do estado e imensas áreas de pasto são vistas em todas as fazendas da região, inclusive as dedicadas ao ecoturismo. Aliás, antes de explorarem o ecoturismo, eram todas pecuaristas - e eu chamaria o turismo nessa região de agroecoturismo, já que o ecoturismo é uma porcentagem da área total das propriedades rurais ali e já proporciona mais renda que o gado em algumas fazendas. Por lei, cada propriedade deve manter 20% de área nativa (e se não tiver mais, deve reflorestar). A maior parte das fazendas está em déficit ambiental com as regras do governo, entretanto.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-658" title="horta8" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/horta8.jpg" alt="" width="240" height="159" /><img class="alignright size-full wp-image-659" title="horta9" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/horta9.jpg" alt="" width="240" height="159" /></p>
<p style="text-align:justify;"> Vacas por todo o lado: eis a cena mais comum do Mato Grosso do Sul, o centro pecuarista do Brasil. Ao lado, fazendo a Cavalgada pelos pastos enquanto ouvia as histórias pantaneiras...</p>
<p style="text-align:justify;">Como todos sabem também, gado não combina muito com sustentabilidade. Vale ressaltar que no Mato Grosso do Sul o gado não é confinado (cria-se em média 1 cabeça por hectare) e a abundância de água minimiza os impactos gerais da atividade ali - mas mesmo assim, ver tanto pasto incomoda em minha visão de ecoturista. O problema é, entretanto, muito mais complexo: a pecuária já é uma característica cultural daquela região, desde os tempos que o Paraguai ainda era o dono dessas terras. Tirar a pecuária dali é algo como tirar o samba do Rio de Janeiro, um fator gerador não só de impacto econômico como também de um impacto cultural complicado de se lidar. Há de se minimizar o impacto ambiental, portanto, sem deixar de lado questões humanas.</p>
<p style="text-align:justify;">Com essa visão na cabeça, foi ótimo numa tarde sair para a Cavalgada pela fazenda do Rio da Prata. Confesso que eu não sou muito fã de cavalos e se dependesse de ser amazona estava no sal completo, mas é uma forma de lançar novas perspectivas a uma paisagem tão batida. Circulamos entre enormes áreas de pasto, num sobe e desce de grama sem fim, ao lado de inúmeras vaquinhas. Depois entramos num pedaço da RPPN (área de ecoturismo) e temos uma sensação muito diferente ao fazer uma trilha de mata em cima de um cavalo. A copa das árvores está mais próxima, o animal pára toda hora para comer (afinal, às vezes o bicho me controlava) e é possível ver detalhes "altos" da floresta ciliar muito interessantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Nosso guia de cavalgada era o Fábio, um típico pantaneiro. Conversamos bastante durante as 2 horas de cavalgada. Ele nos contou diversas histórias e estórias que envolviam pecuária e as diferentes "querelas" pecuaristas com politicagens e problemas indígenas, mostrou um lado da cultura pantaneira fascinante e suas palavras simples mas cheias de conhecimento prático deixaram um monte de novas questões sócio-ambientais para reflexão. Nem só de horta afinal vivem as atitudes ecoconscientes.</p>
<p style="text-align:justify;">E se um "tour de sustentabilidade" não deixasse essas questões, não teria valido tanto a pena - pelo menos para mim.</p>
<p style="text-align:justify;">Por Lúcia Malla do blog <strong><a href="http://www.interney.net/blogs/malla/" target="_blank">"Uma Malla pelo Mundo"</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[Artigo]: Um tour pela sustentabilidade, fazendas ecológicas?]]></title>
<link>http://juliovedovatto.wordpress.com/?p=455</link>
<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 12:57:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>juliovedovatto</dc:creator>
<guid>http://juliovedovatto.pt.wordpress.com/2008/09/24/artigo-um-tour-pela-sustentabilidade-fazendas-ecologicas/</guid>
<description><![CDATA[
Sempre acompanho as peripécias do blog Um Malla pelo Mundo, direto tem bons posts sobre viagens fe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-456 aligncenter" title="Sustentabilidade planta" src="http://juliovedovatto.wordpress.com/files/2008/09/empresa_img.jpg" alt="" width="162" height="211" /></p>
<p>Sempre acompanho as peripécias do blog <a href="http://www.interney.net/blogs/malla" target="_blank"><strong>Um Malla pelo Mundo</strong></a>, direto tem bons posts sobre viagens feitas, bem detalhadino. :)</p>
<p>O que me deparou hoje é o <a href="http://www.interney.net/blogs/malla/2008/09/24/tour_da_sustentabilidade/" target="_blank"><strong>artigo sobre fazendas em Bonito voltadas ao ecoturismo</strong></a> com hortas próprias, um bom exemplo de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sustentabilidade" target="_blank"><strong>sustentabilidade</strong></a>.</p>
<blockquote><p>Eis então que em Bonito tive uma ótima surpresa ao me deparar em algumas das fazendas de ecoturismo com hortas próprias. As fazendas estão abraçando a sustentabilidade cada vez mais e isso é bom. Entusiasta de hortinhas, fui xeretar na horta alheia para aprender um pouco mais.</p></blockquote>
<p>Bom até que nos relatos deles, tem até <strong>minhocário</strong> para ajudar a adubar a terra!<br />
<!--more--><br />
Só triste esta parte:</p>
<blockquote><p>Como todos sabem também, gado não combina muito com sustentabilidade. Vale ressaltar que no Mato Grosso do Sul o gado não é confinado (cria-se em média 1 cabeça por hectare) e a abundância de água minimiza os impactos gerais da atividade ali - mas mesmo assim, ver tanto pasto incomoda em minha visão de ecoturista. O problema é, entretanto, muito mais complexo: a pecuária já é uma característica cultural daquela região, desde os tempos que o Paraguai ainda era o dono dessas terras. Tirar a pecuária dali é algo como tirar o samba do Rio de Janeiro, um fator gerador não só de impacto econômico como também de um impacto cultural complicado de se lidar. Há de se minimizar o impacto ambiental, portanto, sem deixar de lado questões humanas.</p></blockquote>
<p>Poderiam pelo menos utilizar esquemas de rotatividade de pasto (me lembro de ter visto no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o_Planeta" target="_blank"><strong>Capitão Planeta</strong></a>) para não deixar o gado solto, apenas confinálo numa grande área, podem mudando todo dia onde eles pastavam, mas dentro de um perímetro. Mas enfim, nunca o que deveria ser feito é feito aqui no Brasil.</p>
<p>A iniciativa das fazendas é boa, mas é só para poupar custos e fazer um bom marketing. Aquela velha disculpa do <abbr title="Departamento">depto.</abbr> Comercial: fazemos algo para cortar custo e tiramos vantagem em cima. :(</p>
<p>Eu sou muito adepto de sustentabilidade, não posso implementar tudo o que posso na minha vida porque moro num cúbiculoco (vulgo kitnet). O bom disto que minha mulher também pensa como eu, vamos longe assim :D</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma Malla em Bonito - Visita do Blog Uma Malla pelo Mundo]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/?p=594</link>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 14:30:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>biancaceloto</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.pt.wordpress.com/2008/09/18/uma-malla-em-bonito-visita-do-blog-uma-malla-pelo-mundo/</guid>
<description><![CDATA[Chegamos em Bonito antes do meio-dia, bem antes do previsto, que era de noite. Foi ótimo, porque pu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Chegamos em <a href="http://www.bonitobrazil.com" target="_blank"><strong>Bonito</strong></a> antes do meio-dia, bem antes do previsto, que era de noite. Foi ótimo, porque pudemos dar uma volta pela cidade. Que, aliás, cresceu muito - mas no sentido certo do desenvolvimento. Há 5 anos estive em <strong><a href="http://www.bonitoweb.com.br" target="_blank">Bonito</a></strong> pela 1ª vez, e a cidade tinha uma infra-estrutura muito mais simples; hoje, virou uma cidade turística mesmo, de nível internacional, que não deixa nada a desejar aos melhores destinos ecoturistas das Filipinas ou Indonésia. As ruas são bem sinalizadas, há mapas em qualquer lugar para o turista, informações em inglês e envolvimento da população saudável nas interação com o turista. Lindo será o dia que outras cidades que circundam destinos importantes tiverem organização como esta: será o dia que o Brasil poderá se vender como um dos melhores destinos de <strong><a href="http://www.bonitoweb.com.br" target="_blank">ecoturismo</a></strong> do planeta sem vergonha nem complexo de inferioridade algum e que o turista virá sem medo. Somos lindos e pronto.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-596 alignright" title="pira" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/pira.jpg" alt="" width="240" height="159" /><img class="aligncenter size-full wp-image-595" title="silo" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/silo.jpg" alt="" width="240" height="159" /></p>
<p style="text-align:center;"><em>Silo em Maracaju. Ao lado, o Monumento às Piraputangas, na praça principal de Bonito.</em></p>
<p style="text-align:justify;">A cidade ganhou uma praça com uma escultura central magnífica: o <strong>Monumento às Piraputangas</strong>, peixe-símbolo do <strong>ecoturismo</strong> em <strong>Bonito</strong>. Depois de uma volta deliciosa ali, fomos nos acomodar com calma no nosso hotel, o <strong>Águas de Bonito</strong>. Conheci a Juliana, que cuidou de todos nossos passeios em <strong>Bonito</strong>, e a Regina, proprietária simpática do hotel. Vale comentar que este hotel participa de um projeto bacana de sustentabilidade e economia no consumo d'água junto com a ONG Instituto das Águas da Serra da Bodoquena e só por esse engajamento verde, já ganhou pontos no ranking malla de ecoturismo - apesar da piscina.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-597 alignright" title="piscina" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/piscina.jpg" alt="" width="240" height="159" /><img class="aligncenter size-full wp-image-598" title="quarto" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/quarto.jpg" alt="" width="240" height="159" /></p>
<p style="text-align:center;"><em>Hotel Águas de Bonito: nosso quarto aconchegante e a piscina pra refrescar desse calorão...</em></p>
<p style="text-align:justify;">Como a tarde estava livre, decidimos então fazer o nosso primeiro passeio, que foi supimpa. Mas essa história fica pro próximo post...</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.bonitobrazil.com.br" target="_blank"><strong>Tudo de Bonito</strong> </a>sempre.</p>
<p style="text-align:justify;">Por: Lúcia Malla de <strong><a href="http://www.interney.net/blogs/malla/" target="_blank">"Uma Malla pelo Mundo"</a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hotel de Bonito promove a integração com a população local]]></title>
<link>http://balneariomunicipaldebonito.wordpress.com/?p=17</link>
<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 14:48:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>biancaceloto</dc:creator>
<guid>http://balneariomunicipaldebonito.pt.wordpress.com/2008/09/17/hotel-de-bonito-promove-a-integracao-com-a-populacao-local/</guid>
<description><![CDATA[
Lançado a partir de um estudo de viabilidade econômica indicado pelo SEBRAE, o Hotel Pira Miúna ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-18" title="piramiuna" src="http://balneariomunicipaldebonito.wordpress.com/files/2008/09/piramiuna.jpg" alt="" width="500" height="375" /><br />
Lançado a partir de um estudo de viabilidade econômica indicado pelo SEBRAE, o Hotel Pira Miúna localizado na cidade de Bonito-MS atende ao critério de identificação com a cidade turística. O Pira Miúna se parece com Bonito desde a qualidade até a decoração.</p>
<p style="text-align:justify;">Inaugurado em 2002, o estabelecimento hoteleiro consegue harmonizar paradoxalmente aspectos de grandiosidade, beleza e conforto com simplicidade. Internamente, os espaços coletivos oferecem um atrativo a quem prefere desfrutar do conforto do hotel. Piscina, churrasqueira, forno para pizza, sala de TV e sala de estar, bar e deck mirante compõem os espaços de forma a proporcionar ao hóspede a hospitalidade da própria casa.</p>
<p style="text-align:justify;">Os sócios e proprietários Kátia Salustiano e Afonso Carneiro comentam que desde o processo de construção o hotel consegue manter a integração com os moradores de Bonito: "A população acompanhou a construção, e o projeto obedece às características da cidade". Afonso Carneiro é da cidade de Campinas, no interior do estado de São Paulo e resolveu investir em Bonito porque assim como Kátia se apaixonou pela cidade. "As autoridades precisam criar um órgão que faça Bonito ter mais destaque em guias internacionais", comenta o empresário.</p>
<p style="text-align:justify;">Os recepcionistas do hotel Renato Maia e Alessandro de Oliveira comentam que em época de alta temporada e no período do Festival de Inverno o trabalho fica mais corrido, mas é uma boa oportunidade de ganhar um pouco mais. "Trabalhar com turismo tem as mesmas dificuldades que um emprego normal, mas permite que você esteja o tempo todo em contato com pessoas", completa Renato.</p>
<p style="text-align:justify;">O Hotel Pira Miúna oferece uma estrutura com 39 apartamentos, piscina, hidromassagem, salão de eventos, ambiente de convivência, sala de internet e sala de estar. Fica na rua Luis Costa Leite, número 1792 em Bonito-MS. Mais informações através do site: <a href="http://www.piramiunahotel.com.br">www.piramiunahotel.com.br</a></p>
<p style="text-align:justify;">Bianca Celoto<br />
Assessoria de Imprensa<br />
Recanto Ecológico Rio da Prata<br />
Estância Mimosa Ecoturismo<br />
<a href="http://www.bonitoweb.com.br">www.bonitoweb.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Laguna de Quilotoa]]></title>
<link>http://ecuatur.wordpress.com/?p=209</link>
<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 12:08:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>edmolin657</dc:creator>
<guid>http://ecuatur.pt.wordpress.com/2008/09/16/laguna-de-quilotoa/</guid>
<description><![CDATA[



 



El equipo que viajó al Quilotoa fue el mismo de anteriores viajes. El clan de los aberrad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ecuatur.files.wordpress.com/2008/08/quilotoa3-okey.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-210" src="http://ecuatur.wordpress.com/files/2008/08/quilotoa3-okey.jpg?w=300" alt="" width="300" height="267" /></a></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100">
<tbody>
<tr>
<td width="100%"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family:Arial;">El equipo que viajó al Quilotoa fue el mismo de anteriores viajes. El clan de los <a href="http://ecuatur.wordpress.com/wp-admin/aberrados.html">aberrados</a>.</span></p>
<p> </p>
<p><strong><span style="font-family:Arial;">Día 1: </span></strong><span style="font-family:Arial;">22/04/99 </span><em><span style="font-family:Arial;">"La Partida"</span></em></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Salimos del Terminal Terrestre de Guayaquil mas o menos a las 22h30 cargados con nuestras mochilas, el cd de Hugo Idrovo y la infaltable cámara de fotos. Nuestro destino inmediato era la ciudad de Ambato. Ciudad elegida como base de operaciones para nuestra travesía.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Del trayecto no hay mucho que contar, fue como casi todos los viajes de noche: Después de que apagan la luz del autobús, todos quedamos profundamente dormidos.</span></p>
<p><strong><span style="font-family:Arial;">Día 2: </span></strong><em><span style="font-family:Arial;">"La conquista"</span></em></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Amaneció muy temprano para nosotros. Habíamos llegado a Ambato. Después de caminar algunas cuadras, conseguimos un hotel donde pasar las siguientes 2 horas, pues no quedaba mucho tiempo para el descanso, había que estar de pié y listos para salir hacia Latacunga, ciudad donde cojeríamos la conexión que nos llevaría a nuestro destino final: La Laguna del Quilotoa.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Eran cerca de las 2 de la tarde cuando por fin llegamos a Zumbahua, habían sido casi dos horas de viaje desde Latacunga, en el que la mayoría de nosotros durmió tratando de continuar el sueño interrumpido la noche anterior. Veíamos cada vez más cerca la hora de llegar al Quilotoa y ver la laguna en su cráter.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Zumbahua es un pueblito a 45 minutos del Quilotoa, su población es en su mayoría indígena y hablan quichua. Aqui uno puede comprar galletas, refrescos y otras golosinas. Allí alquilamos una camioneta para que nos llevara, por fin, a la laguna.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">El trayecto desde Zumbahua hasta el Quilotoa no deja de ser impresionante, a cada instante uno ve acantilados y formaciones rocosas increibles, más de una vez tuvimos que hacer parar el carro para tomar fotos. Incluso la <a href="http://ecuatur.wordpress.com/wp-admin/postales/postal_1.html">gente</a> que uno encuentra en el camino es en extremo pintoresca.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Bueno, no tengo palabras para explicar lo emocionante que es admirar por primera vez aquel cráter lleno de colorido e inmensamente grande. Allí estabamos nosotros, sin hablar, contemplando la laguna vestida de verde y azul, como un espejo gigante donde se miran las nubes. La verdad, fue mucho mejor de lo que nunca hubiésemos esperado. Valió la pena el largo viaje, y sí que valio la pena.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Después de las obligatorias fotos al borde del cráter no quedaba sino una sola cosa por hacer, ... descender hasta la laguna misma.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">En sí, bajar no es difícil. Incluso hay una especie de camino. Nosotros hicimos 30 minutos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Es impresionante ver los matices de verdes y azules con que se muestra el <a href="http://ecuatur.wordpress.com/wp-admin/postales/postal_2.html">agua</a>. Nos quedamos allí en la orilla, admirando el paisaje y comiendo algo de provisiones cerca de una hora, en la que nos dimos tiempo para fotografiar todo, incluidos algunos llamingos silvestres que pastaban cerca de nosotros. Luego nos tocaría lo más difícil, regresar hasta el borde del cráter.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Subir nos tomó dos horas. La verdad, a esa altura, 3500 metros, caminar 10 pasos se vuelve una dura tarea. Y más aun cuando algunos tramos eran ceniza volcánica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Llegamos rendidos a la cima, pero satisfechos por la experiencia. Lo más triste fue tener que abandonar ese lugar, pues ya anochecía, solo nos quedaba el recuerdo de un cargamento de fotos y una hermosa experiencia que no se olvida.</span></p>
<p><strong><span style="font-family:Arial;">Día 3: </span></strong><em><span style="font-family:Arial;">"El Regreso"</span></em></p>
<p><span style="font-family:Arial;">De regreso a Guayaquil, una vez más, trayendo con nosotros otra misión cumplida, y planeando la <a href="http://ecuatur.wordpress.com/wp-admin/sangay.html">próxima</a>.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-family:Arial;">[<a href="http://ecuatur.wordpress.com/english.html">English</a>][<a href="mailto:edgar@guayaco.com">Contáctanos</a>][Música][<a href="http://ecuatur.wordpress.com/galeria">Galería</a>][<a href="http://ecuatur.wordpress.com/ciudades">Ciudades</a>][<a href="http://ecuatur.wordpress.com/postales">Postales</a>]<br />
</span> </p>
<p> </p>
<p><a href="http://ecuatur.wordpress.com/"><em></em></a>Fuente:</p>
<div><em><span style="font-family:Arial;"><br />
www.ecuatorianisimo.com</span><span><br />
</span><span style="font-family:Arial;">Ecuador 1999</span></em></div>
<p><em><span style="font-family:Arial;"> </p>
<p></span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sucuri brasileira "ataca" de estrela no Domingão do Faustão]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/?p=574</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 15:08:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>biancaceloto</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.pt.wordpress.com/2008/09/15/sucuri-brasileira-ataca-de-estrela-no-domingao-do-faustao/</guid>
<description><![CDATA[
Após 12 anos Lawrence Wahba volta à região de Jardim e Bonito-MS com o desafio de mergulhar com ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-575" title="sucuri-eunectes-notaeus" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/sucuri-eunectes-notaeus.jpg" alt="" width="500" height="324" /><br />
Após 12 anos Lawrence Wahba volta à região de <strong>Jardim </strong>e <a href="http://www.bonitoweb.com.br" target="_blank"><strong>Bonito-MS</strong> </a>com o desafio de <a href="http://www.submundodive.com.br/mergulho" target="_blank"><strong>mergulhar</strong> </a>com uma sucuri de mais de 5 metros. Em 1996 o cinegrafista e mergulhador esteve na capital do Ecoturismo para fazer um documentário sobre a fauna e flora da região. Na ocasião, a equipe encontrou um animal de 3,5 metros na nascente do Rio Olho D’água, que fica no <a href="http://www.bonitoweb.com.br" target="_blank">Recanto Ecológico Rio da Prata</a>, na cidade de Jardim.</p>
<p style="text-align:justify;">Em agosto passado, a equipe de Lawrence esteve mais uma vez em Bonito e região em busca da maior cobra do Brasil e segunda maior do mundo. O desafio faz parte do quadro “Domingão Animal”, do programa “Domingão do Faustão” da rede Globo. Foram dez dias de procura, que começou mais uma vez na nascente do Rio Olho D’água, onde o mergulhador deu de cara com um Jacaré de Coroa e um filhote de sucuri de aproximadamente 60 centímetros. Mas as buscas não pararam por aí.</p>
<p style="text-align:justify;">O Rio Formoso foi o segundo local visitado pela equipe. Com o apoio da Polícia Ambiental de Mato Grosso do Sul, os desbravadores desceram o rio de barco, e após avistar mais um filhote de 1 metro, Lawrence captou imagens de uma sucuri de 7 metros, que acabou fugindo. No mesmo rio, foram filmadas arraias de água doce, que possuem veneno no ferrão, mas não atacam.</p>
<p style="text-align:justify;">E foi no Brejão do Rio Formoso, que, no último dia de expedição, a equipe do mergulhador que já visitou 45 países conseguiu gravar imagens de uma sucuri de 5,5 metros. Lawrence Wahba mergulhou lado a lado com a rainha dos rios do Brasil, e cumpriu mais um desafio do “Domingão Animal”.</p>
<p style="text-align:justify;">Para ver o vídeo completo acesse o link: <a href="http://tvglobo.domingaodofaustao.globo.com/programa/2008/09/14/as-sucuris-invadem-o-domingao/" target="_blank">http://tvglobo.domingaodofaustao.globo.com/programa/2008/09/14/as-sucuris-invadem-o-domingao/</a></p>
<p>Bianca Celoto<br />
Assessoria de Imprensa<br />
Recanto Ecológico Rio da Prata<br />
Estância Mimosa Ecoturismo<br />
<a href="http://www.bonitoweb.com.br">www.bonitoweb.com.br</a></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://bonitopantanal.wordpress.com" target="_self">Veja outras notícias e informações</a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Turismo Controlado - Exemplo de Bonito e Fernando de Noronha]]></title>
<link>http://fernandodenoronha.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 13:12:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>biancaceloto</dc:creator>
<guid>http://fernandodenoronha.pt.wordpress.com/2008/09/15/turismo-controlado-exemplo-de-bonito-e-fernando-de-noronha/</guid>
<description><![CDATA[
Fernando de Noronha - PE
Cidades e Soluções
Conheça os exemplos de Bonito (MS) e Fernando de Nor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-75" title="Fernando de Noronha-PE" src="http://fernandodenoronha.wordpress.com/files/2008/09/200342046-001.jpg" alt="" width="450" height="294" /></p>
<p style="text-align:center;">Fernando de Noronha - PE</p>
<p style="text-align:justify;">Cidades e Soluções</p>
<p>Conheça os exemplos de Bonito (MS) e Fernando de Noronha (PE), onde o controle de número de visitantes assegura a proteção das belezas naturais sem prejuízo para a indústria do turismo.</p>
<p>Veja a matéria completa no site da Globo.com:</p>
<p><a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM788393-7823-TURISMO+CONTROLADO,00.html">http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM788393-7823-TURISMO+CONTROLADO,00.html</a></p>
<p>Fonte: Globo.com</p>
<p style="text-align:center;"><strong><a title="Fernando de Noronha" href="http://fernandodenoronha.wordpress.com" target="_self">Veja mais notícias e informações</a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Turismo Controlado - Exemplo de Bonito e Fernando de Noronha]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/?p=569</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 13:00:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>biancaceloto</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.pt.wordpress.com/2008/09/15/turismo-controlado-exemplo-de-bonito-e-fernando-de-noronha/</guid>
<description><![CDATA[
Recanto Ecológico Rio da Prata - Bonito/MS
Cidades e Soluções
Conheça os exemplos de Bonito (MS]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/douradosalminus-prataolhodagua_20080909_014.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-571" title="Bonito-MS" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/douradosalminus-prataolhodagua_20080909_014.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a><br />
Recanto Ecológico Rio da Prata - Bonito/MS</p>
<p>Cidades e Soluções</p>
<p>Conheça os exemplos de <strong>Bonito (MS)</strong> e <strong>Fernando de Noronha (PE)</strong>, onde o controle de número de visitantes assegura a proteção das belezas naturais sem prejuízo para a indústria do turismo.</p>
<p>Segue o link com a matéria completa no site da Globo.com:</p>
<p> <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM788393-7823-TURISMO+CONTROLADO,00.html" target="_blank">http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM788393-7823-TURISMO+CONTROLADO,00.html</a></p>
<p>Fonte: Globo.com</p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://bonitopantanal.wordpress.com" target="_self">Veja outras notícias e informações</a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ABETA: Programa Aventura Segura garante sucesso para o Ecoturismo e Turismo de Aventura]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/?p=535</link>
<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 13:09:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>biancaceloto</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.pt.wordpress.com/2008/09/09/abeta-programa-aventura-segura-garante-sucesso-para-o-ecoturismo-e-turismo-de-aventura/</guid>
<description><![CDATA[




A escolha do destino é uma das questões mais importantes para o turista de aventura no moment]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">
<img class="aligncenter size-full wp-image-536" title="Destino de Cavalgada" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/cavalgadas1.jpg" alt="" width="499" height="346" /><br />
<a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/cavalgadas2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-537" title="Destino de Cavalgada" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/cavalgadas2.jpg" alt="" width="499" height="333" /></a><br />
<a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/img-nhumas_jpg_gd-163134.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-539" title="Abismo Anhumas - Bonito/MS" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/img-nhumas_jpg_gd-163134.jpg" alt="" width="233" height="350" /></a><br />
<a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/rafting.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-538" title="Destino de Rafting" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/rafting.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a><br />
A escolha do destino é uma das questões mais importantes para o turista de aventura no momento de se decidir por determinada região para atividades de aventura. Esta escolha é feita, na maioria das vezes, por informações de amigos, imagens e informações da mídia, ou mesmo, pela curiosidade natural do turista. Para ajudar o turista nesse primeiro passo, selecionar um destino que atenda todas às suas expectativas, a Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura - ABETA lançou uma cartilha que traz informações sobre os destinos turísticos contemplados no Programa Aventura Segura, iniciativa do Ministério do Turismo, em parceria com o Sebrae Nacional e executado pela ABETA. O projeto tem como objetivo melhorar a qualidade, a segurança e a competitividade dos profissionais e empresas do turismo de aventura no País.</p>
<p style="text-align:justify;">A cartilha traz no título "Quer um jeito divertido e seguro de viajar? Conheça destinos do Programa Aventura Segura" e abrange informações sobre cada um dos roteiros contemplados no projeto. A peça foi apresentada no 3º Salão do Turismo - Roteiros do Brasil, um dos mais importantes eventos do setor no país - que aconteceu em julho deste ano.</p>
<p style="text-align:justify;">Dentro de um conjunto de ações de fortalecimento institucional, qualificação de pessoas e empresas e formação de grupos voluntários de busca e salvamento, além de ações de responsabilidade socioambiental, a ABETA entende que esta cartilha funciona como um guia referencial da qualidade e segurança dos destinos turísticos selecionados. O turista encontra a descrição de cada um dos destinos componentes do Programa Aventura Segura, com indicações sobre as melhores épocas do ano em cada região, além de alternativas das atividades que ele pode praticar em cada destino.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma informação importante e fundamental para o segmento, que é o diferencial desta cartilha, é a indicação de empresas operadoras que participam das ações do Programa Aventura Segura. Para a ABETA, é importante que o consumidor conheça os destinos turísticos brasileiros, suas características e opções, mas é também, de suma importância, que ele tenha informações confiáveis sobre as operadoras e condutores que irá contratar. A indicação de empresas que participam do programa permite aos clientes escolher operadoras e condutores capacitados, exigindo uma prestação de serviços com segurança e sustentabilidade socioambiental.</p>
<p style="text-align:justify;">Informações completas sobre o Programa Aventura Segura da ABETA estão disponíveis no site através do link:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.abeta.com.br/aventura-segura/pgn.asp?id_pg=42&#38;nivel=1&#38;n1id=42">http://www.abeta.com.br/aventura-segura/pgn.asp?id_pg=42&#38;nivel=1&#38;n1id=42</a></p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: ABETA</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El morro]]></title>
<link>http://donblogperez.wordpress.com/?p=466</link>
<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 20:47:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tomáz</dc:creator>
<guid>http://donblogperez.pt.wordpress.com/2008/09/07/el-morro/</guid>
<description><![CDATA[La primera vez que fui con mis amigos lo llamamos &#8220;bosque azul&#8221;, y no porque fuera azul,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>La primera vez que fui con mis amigos lo llamamos "bosque azul", y no porque fuera azul, sino porque era dueño de un encanto que sólo ese lugar poseía. Allí pasamos muchas tardes de poesía, porros y risas.</p>
<p>Siempre que subíamos se presentaba el interrogante ¿y este lugar no tendrá dueño? pues nunca veíamos a nadie aparte de una vacas que dejaban sus "regalitos" sobre la hierba, regalitos en los que crecían hongos del tipo psylocybe (para quienes no los conozcan, verán uno en el cabezote de éste blog acompañado de otras drogas), los cuales en variadas ocasiones engullimos y bueno, lo demás es producto de nuestra imaginación. El morro se convirtió con el tiempo en el lugar que comenzamos a frecuentar en las tardes de sol, pues era lo suficientemente alejado de la ciudad como para que nadie nos molestara, y lo necesariamente cerca para que la pereza nos dejara subir.</p>
<p>Los meses de frecuentarlo fueron pasando, observamos con alegría que el lugar contenía más magia de la que imaginamos: habían hormigueros gigantes, árboles grandes, un guayabo (árbol de guayabas), lagunas y hasta una quebrada, al otro extremo una pinera en la que han pasado "cosas", en fin... el lugar se prestaba para suplir toda necesidad nuestra mientras lo cuidáramos y fueramos discretos para no afamarlo y así lo comenzaran a visitar otras personas. Con el tiempo, "bosque azul" resultó un nombre muy largo para pronunciarlo tantas veces, entonces lo dejamos "el morro". Casualmente, escribo éste texto antes de salir para allá, son más o menos las cuatro de la tarde y he decidido que terminaré éste texto cuando vuelva. También tomaré unas fotos para evitarles el placer de imaginar el lugar. Ya vengo.</p>
<p><em>(Al otro día)</em></p>
<p>Ayer cuando llegué estaba muy "loco", por lo que no continué éste post. Pero de todas formas hoy era el día propio para continuarlo, pues nuevamente voy a ir de visita. ayer cuando fui encontramos guayabas, visitamos el hormiguero (también conocido como el "laboratotio social"), y bueno... el resto no importa. Les traje algunas fotos del lugar como lo había prometido, para que cuando quieran vengan de visita. Y sin ser más, adiós otra vez.</p>
[gallery]
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bosque de los Arrayanes]]></title>
<link>http://ecuatur.wordpress.com/?p=313</link>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 02:32:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>edmolin657</dc:creator>
<guid>http://ecuatur.pt.wordpress.com/2008/09/02/bosque-de-los-arrayanes/</guid>
<description><![CDATA[







Bosque de los Arrayanes




 



Sitio favorito para los amantes del Ecoturismo, situado a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="600" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="600">
<tbody>
<tr>
<td>
<div class="titulo"><span style="color:#7f003f;">Bosque de los Arrayanes</span></div>
</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="color:#7f003f;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="color:#7f003f;">Sitio favorito para los amantes del Ecoturismo, situado a 2.800 msnm, este bosque  tiene una extensión  de 16 hectáreas de árboles de arrayán  de tronco rojizo  y espeso follaje, en cuyas ramas crecen  musgos, orquídeas de varias clases.</p>
<p>Quienes lo visitan quedan maravillados debido a que es uno de los pocos que existen en Latinoamérica, y es uno de los pulmones más importante de la provincia, localizado al Oeste de la ciudad de San Gabriel, en la comunidad de Monteverde.</p>
<p></span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><a rel="nofollow" href="http://www.carchi.gov.ec/images/montufar_bosque1_big.jpg" target="_blank"><span style="color:#7f003f;"><img class="img_border" src="http://www.carchi.gov.ec/images/montufar_bosque1_sm.jpg" alt="" /></span></a></div>
</td>
<td>
<div><a rel="nofollow" href="http://www.carchi.gov.ec/images/montufar_bosque2_big.jpg" target="_blank"><span style="color:#7f003f;"><img class="img_border" src="http://www.carchi.gov.ec/images/montufar_bosque2_sm.jpg" alt="" /></span></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td><span style="color:#7f003f;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="color:#7f003f;">Los árboles de arrayán alcanzan los 17 metros. Otros árboles apenas alcanzan 2 o 3 metros de altura debido a que el arrayán es una especie dominante e impide que otras especies crezcan.</p>
<p>En este bosque según evidencias halladas y varias leyendas trasmitidas oralmente por los pobladores locales, los antiguos Tusas y Pastos realizaban en este sitio ceremonias rituales antes de enterrar a sus seres queridos. Seguramente no se trataba de depositar los cuerpos de sus familiares con un rito de despedida como se acostumbra en la actualidad, sino que probablemente sus rituales implicaban hacer que los muertos retornen pacíficamente al seno de la Madre Tierra y comprometerlos para que cuiden a los vivos.</p>
<p>Uno de los objetivos de los turistas es llegar al lugar conocido como la “Catedral” debido a que todos  los árboles  tienen sus copas   formadas un círculo donde  se puede respirar un ambiente de paz y tranquilidad sirviendo inclusive para exposiciones de arte, retiros espirituales, práctica de Yaga, etc.</p>
<p>Belleza endémica que alberga a aves y otros animales típicos de la región.<br />
</span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rio da Prata na rota da Caravana Brasil 2008]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/?p=522</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 15:30:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>cafreitas</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.pt.wordpress.com/2008/09/01/rio-da-prata-na-rota-da-caravana-brasil-2008/</guid>
<description><![CDATA[Participantes Carvana Brasil 2008
No dia 29 de agosto estiveram no Recanto Ecológico Rio da Prata p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_523" align="aligncenter" width="500" caption="Participantes Carvana Brasil 2008"]<a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/grupo-sebrae-visita-prata.jpg"><img class="size-full wp-image-523" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/grupo-sebrae-visita-prata.jpg" alt="Participantes Carvana Brasil 2008" width="500" height="375" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">No dia 29 de agosto estiveram no Recanto Ecológico Rio da Prata participantes da Caravana Brasil 2008 organizada pelo Ministério do Turismo em parceria com o SEBRAE do estado da Bahia.</p>
<p style="text-align:justify;">O grupo veio da Costa das Baleias - extremo sul da Bahia, representados por empresários e administradores de hotéis, pousadas e passeios da região.</p>
<p style="text-align:justify;">A visita técnica organizada pelo Sebrae da Bahia, teve como objeitvo principal proporcianar aos empresários visitantes, vivenciar uma experência em locais conceituados que desenvolvam atividades ligadas ao turismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Além da realização do passeio, foi feita uma palestra aos participantes, citando tópicos como: a organização dos atrativos de Bonito; sistema de voucher da cidade - palestra Secretaria de Turismo de Bonito.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo o gerente do Rio da Prata, que acompanhou o grupo, houve muitos elogios ao passeio por parte dos empresários, principalmente nos quesitos: monitoramento ambiental constante, preocupação com segurança dos visitantes e sistema de opinário.</p>
[caption id="attachment_524" align="aligncenter" width="500" caption="Participantes Costa das Baleias / BA"]<a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/grupo-sebrae-no-prata-2.jpg"><img class="size-full wp-image-524" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/grupo-sebrae-no-prata-2.jpg" alt="Participantes Costa das Baleias / BA" width="500" height="375" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">A parte de divulgação do passeio em mídia como internet,  tendo uma equipe contratada especificamente para este assunto, além do relacionamento freqüente feitos com operadoras e agentes de viagens - trabalho com o intuito de obter um feed back dos visitantes foi outro ponto muito elogiado.</p>
<p style="text-align:justify;">Os participantes demosntraram grande satisfação e ficaram muito contente com atendimento dos funcionários.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo comentários ainda no atrativo,  eles irão adotar várias práticas realizadas no município de Bonito e em especial algumas práticas do Rio da Prata.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Christian Dalgas visita o Rio da Prata]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/?p=517</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 14:28:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>cafreitas</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.pt.wordpress.com/2008/09/01/christian-dalgas-visita-o-rio-da-prata/</guid>
<description><![CDATA[
Christian no receptivo do Passeio

Esteve semana passada em visita ao Recanto Ecológico Rio da Pra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/christian-dalgas-no-rio-da-prata-2.jpg"></a></p>
[caption id="attachment_519" align="aligncenter" width="500" caption="Christian no receptivo do Passeio"]<a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/christian-dalgas-no-rio-da-prata-21.jpg"><img class="size-full wp-image-519" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/christian-dalgas-no-rio-da-prata-21.jpg" alt="Christian no receptivo do Passeio" width="500" height="375" /></a>[/caption]
<p><font face="Verdana" size="2"></p>
<p style="text-align:justify;">Esteve semana passada em visita ao Recanto Ecológico Rio da Prata o fotógrafo de natureza - Christian Dalgas.</p>
<p>Amante da Natureza Chirstian acabou por abraçar a profissão de Engenheiro Químico, mas a fotografia é nele um talento nato.</p>
<p>Fotógrafo de renome internacioanal é co-autor dos livros: Jardim dos Beija Flores, Aves Brasileiras e plantas que as atraem e os Doze Cantos do Brasil.</p>
<p>Christian já havia visitado o passeio outras vezes, para fazer fotos de pássaros, porém desta vez, seu foco era as diferentes espécies de peixes que vivem no Rio da Prata, entre elas o Dourado.</p>
<p>Esse material poderá ser visto em seu próximo trabalho - um livro sobre peixes.</p>
<p></font></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-small;">Ainda sem nome e data definidos para seu lançamento, porém pela qualidade do material vale a pena esperar.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align:justify;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/christian-dalgas-no-rio-da-prata-2.jpg"></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Christian fazendo algumas imagens subaquáticas</dd>
</dl>
</div>
<p></a><a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/christian-dalgas-no-rio-da-prata.jpg"><img class="size-full wp-image-520" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/09/christian-dalgas-no-rio-da-prata.jpg" alt="Christian fazendo algumas imagens subaquáticas" width="500" height="375" /></a><a href="http://bonitopantanal.files.wordpress.com/2008/09/christian-dalgas-no-rio-da-prata-2.jpg"></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"></dd>
</div>
<p><font size="2"></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p></font></span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palestra - Procedimento de Abertura Lagoa Misteriosa]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/?p=499</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 20:46:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>cafreitas</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.pt.wordpress.com/2008/08/28/palestra-procedimento-de-abertura-lagoa-misteriosa/</guid>
<description><![CDATA[
A Gerência Municipal de Turismo em parceria com a Lagoa Misteriosa convidam para as palestras sobr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-500  aligncenter" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2008/08/lagoa-2.jpg" alt="" width="500" height="375" /><br />
A Gerência Municipal de Turismo em parceria com a Lagoa Misteriosa convidam para as palestras sobre a Situação atual da Lagoa Misteriosa – Procedimento para abertura da visitação turística, a realizar-se no dia <strong>29 de agosto de 2008, às 19:30 horas, no auditório Dr. Mário Magno S. Lopes do CAT</strong> – Centro de Atendimento ao Turista “Júlio Ferreira Bastos”, conforme pauta abaixo:</p>
<p style="text-align:justify;">01- Mapeamento Subaquático. Palestrante: Tuta Barroco - Mergulhador Supervisor do Mapeamento;</p>
<p>02- Plano de Manejo. Palestrante: Hamilton Fernandes - Diretor Técnico de Gestão Ambiental da empresa Bionúcleo de Bonito;</p>
<p>03- Operação Turística. Palestrante: Eduardo Folley Coelho - Proprietário da Lagoa Misteriosa.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: Assessoria de Imprensa - Recanto Ecológico Rio da Prata</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
