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	<title>em-quem-eu-sou-encontraras-a-resposta-a-quem-es &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/em-quem-eu-sou-encontraras-a-resposta-a-quem-es/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "em-quem-eu-sou-encontraras-a-resposta-a-quem-es"</description>
	<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 19:43:20 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Girando no azul do céu]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=181</link>
<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 11:21:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma bola branca, luzidia, rola no azul do céu de uma noite comum. Tudo é lindo nesta noite.
A bola]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Uma bola branca, luzidia, rola no azul do céu de uma noite comum. Tudo é lindo nesta noite.</p>
<p class="MsoNormal">A bola rola pelo azul do céu e eu seguro-a no meu olhar. Em mim, a alegria aconchega o meu coração. Lá fora, longe de mim, a bola aconchega o mundo - reluz e mostra a todos o paraíso que há em cada lugar deste planeta - dizendo que também nós rolamos no azul do céu.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O universo das auras doces]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=178</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 09:03:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma aura doce é uma aura que abraça, que beija, que acaricia. Auras assim são sempre bem vindas.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma aura doce é uma aura que abraça, que beija, que acaricia. Auras assim são sempre bem vindas.</p>
<p>Quando reparares que de ti os outros se afastam, mete a mão na consciência e observa a tua aura. Acredita, até tu próprio terás medo de ti. Até tu próprio quererás fugir, desaparecer de ti.</p>
<p>Uma aura doce é sempre uma aura que acolhe de braços abertos. Uma aura doce é uma aura que consola tudo e todos, como se o universo estivesse ao seu encargo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Uma vontade de viver]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=177</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 11:43:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tenho vontade de ser quem sou. De novo, correr e saltar&#8230; na praia sonhar, voltar a amar. Como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Tenho vontade de ser quem sou. De novo, correr e saltar... na praia sonhar, voltar a amar. Como um pássaro que brinca e canta, quero ser feliz, brincar e sorrir... até ao fim.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Olhar de anjo]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=176</link>
<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 13:49:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Lembro-me de ti, de quando tu e eu brincávamos no jardim do paraíso, depois tu nascestes e eu fiqu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro-me de ti, de quando tu e eu brincávamos no jardim do paraíso, depois tu nascestes e eu fiquei a olhar-te lá do alto. Sozinha vagueavas por entre a multidão.</p>
<p>Tantas vezes que eu te vi a olhar o céu. Tantas vezes eu chorei e,  de todas essas vezes, tu bailavas à chuva, acolhendo as minhas lágrimas.</p>
<p>Sê feliz, aí em baixo, meu amor. Eu, por cá, estarei sempre a proteger-te.</p>
<p>Prometo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Da natureza do voo]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=172</link>
<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 15:19:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Voa uma libelinha&#8230; voa um pássaro. O espírito santo voa&#8230;
Deixa que pouse em ti.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Voa uma libelinha... voa um pássaro. O espírito santo voa...</p>
<p>Deixa que pouse em ti.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Memórias antigas]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=163</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 17:05:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Grito do fundo de quem sou, um grito seco. Suplico condescendência, mas essa é palavra cómica par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Grito do fundo de quem sou, um grito seco. Suplico condescendência, mas essa é palavra cómica para eles. Riem-se de mim. Grito, mas cada grito meu tropeça numa gargalhada. Grito já  só para os ouvir rir, ao menos parto com o som da alegria marcado na minha memória.</p>
<p>Mas agora digo, nem todo o riso é de alegria, existe um riso mais cortante que qualquer agonia.  Um riso que se solta de um fogo que queima a alma.</p>
<p>Prefiro um choro, prefiro um grito, ou até mesmo um bramido de dor, prefiro tudo isso a dar uma única gargalhada daquelas que guardei na memória.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Escolhas]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=160</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 12:16:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fundo, inspiro fundo, dentro de mim a minha alma sorri, sou eu que grito: Afasta-te, por favor, dess]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Fundo, inspiro fundo, dentro de mim a minha alma sorri, sou eu que grito: Afasta-te, por favor, desse precipício!</p>
<p>No fundo, riu-me da vida. Com gargalhadas alvas despeço-me de quem fui, para renascer,   de novo, rotulado. Desta vez quero que me ponhas uma etiqueta diferente, assim: «Ser de luz». Pois a última etiqueta trouxe-me muitos dissabores, detestei ser horrível.</p>
<p>«Ser de Luz» parece-me bem melhor, vou ser feliz, tornar o mundo mais bonito, fazer-te feliz. Prefiro ser um «Ser de luz».</p>
<p>E amar-te de verdade.</p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Lágrimas de Deus]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=158</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 10:54:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mundos tristonhos, escrevo mundos tristonhos, porque me sinto tristonho. Há um ser tristonho dentro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mundos tristonhos, escrevo mundos tristonhos, porque me sinto tristonho. Há um ser tristonho dentro de mim, um ser que chora lágrimas do tamanho de Deus, porém também há um ser tristonho fora de mim que chora porque está triste; sou esse ser, fora e dentro de mim, quando estou triste sou esse ser que chora. Todavia, quando estou contente sou um ser risonho, que está feliz - e, quando estou feliz, o meu sorriso é do tamanho de Deus, gigante, abraçando todos.</p>
<p>Mas hoje estou triste e o som que ouves é o da chuva lá fora; sou eu que choro e as gotas que caem são as lágrimas da minha tristeza.</p>
<p>Hoje estou triste, mas, só hoje, prometo que amanhã a minha alegria possa tornar-se tão brilhante que o amanhecer seja de luz e tu possas dizer:</p>
<p>Está um dia bonito... O sol brilha e aquece o nosso coração.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um gesto de amor]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=157</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 10:39:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[A cada beijo descubro um mundo novo, sei de cor tudo o que sentes por mim. Sei do que te ris, quando]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A cada beijo descubro um mundo novo, sei de cor tudo o que sentes por mim. Sei do que te ris, quando te ris, sei do que choras, quando choras, mesmo que o teu rosto diga que não.</p>
<p>Conheço-te melhor do que tu imaginas, porque te amo e, quando amamos, tudo é transparente em nós. Quando amamos, o nosso amor é sempre de uma beleza sem fim - um gesto que abraça quem somos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Viver sem morrer]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=155</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 11:12:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quando durmo, quando o sono me leva, estou morto - morri; só volto quando acordo. O sono é a morte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quando durmo, quando o sono me leva, estou morto - morri; só volto quando acordo. O sono é a morte, a vida a vigília.</p>
<p>Viver sem morrer é possível?</p>
<p>Sim, se contemplarmos o nosso sono.</p>
<p>Não quero morrer nunca mais.</p>
<p>Permanece vigilante por toda a eternidade. Mas prepara-te porque vais ter pela frente uma grande provação.</p>
<p>Sim, eu sei, a maior provação chegará com a morte do meu corpo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem sou ]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=154</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 10:52:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Escorrego pela ribanceira, o meu corpo rola ao acaso, entrego-me ao destino. Numa súbita vontade de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Escorrego pela ribanceira, o meu corpo rola ao acaso, entrego-me ao destino. Numa súbita vontade de Deus, encontro uma mão que me acode. Alguém segurou a minha vida. Alguém me ajudou.</p>
<p>Eu sou a vida</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Olhando o mundo]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=152</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 11:44:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mundo este; redondo? a mim parece-me, a maior parte das vezes, que não. Todavia, quando olho o mar,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mundo este; redondo? a mim parece-me, a maior parte das vezes, que não. Todavia, quando olho o mar, acredito que sim. O mundo é redondo!</p>
<p>Para mim, ser redondo significa o mesmo que não ser redondo. Que me interessa a forma geométrica do mundo?</p>
<p>Só tenho um interesse nesta vida; qual vida?</p>
<p>És tu o meu único interesse, e por ti farei tudo. Por ti volto a afirmar que o mundo é redondo, como já o fiz em tempos, lembras-te?</p>
<p>Mas dessa vez, eles tiraram-me a vida; será?</p>
<p>Como eles se enganam. O mundo é redondo, definitivamente redondo. E eu não morri; de certeza?</p>
<p>Talvez, neste ponto, eles tenham a sua razão, pois sinto que morri um pouco. Mas não completamente, porque te tenho a ti! será?</p>
<p>Desculpa-me, sei que não és minha; mas eu sou teu!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Num redopio de silêncio]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=151</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 10:26:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na asa ferida de um pássaro, a morte acena, de sorriso mudo. O pássaro rodopia numa queda livre de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na asa ferida de um pássaro, a morte acena, de sorriso mudo. O pássaro rodopia numa queda livre de sonhos por realizar. Já não há tempo, a morte chegou adiantada.</p>
<p>O corpo acelera naquela queda livre, para que nenhum atraso aconteça. Daí a instantes, caído num soar de trovão, o pássaro cumpriu a obrigação de morrer.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um mundo só de luz]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=150</link>
<pubDate>Tue, 20 May 2008 11:27:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Procuro desenhar o teu gesto com palavras precisas. Sinto que te toco; e te vejo a escorregar para u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Procuro desenhar o teu gesto com palavras precisas. Sinto que te toco; e te vejo a escorregar para um mundo só de luz, onde nos amamos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Castelo Encantado]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=149</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 09:57:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[É um cheiro muito doce; perfume melhor nunca antes cheirei.
Que doçura de perfume, onde apanhaste ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>É um cheiro muito doce; perfume melhor nunca antes cheirei.</p>
<p>Que doçura de perfume, onde apanhaste estas flores? - perguntou-me a Angélica.</p>
<p>Olha, ali ao lado de casa.</p>
<p>Onde, que eu nunca as vi.</p>
<p>Vem comigo, que eu mostro-te.</p>
<p>Ao chegarmos ao local, em lugar das flores, estava um castelo encantado. Fomos convidados a entrar e, lá dentro, fomos felizes até que o despertador nos acordou.</p>
<p>O sonho ficou para trás, saímos do castelo e fomos para os nossos empregos, porém, quem sabe se, esta noite, não voltaremos a ser convidados a entrar no Castelo Encantado do Reino das Flores.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Filhos de Deus]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=148</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 16:05:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Oiço um som - no som algo me é dito -, uma voz vestindo um casaco gasto passeia ao meu redor e des]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Oiço um som - no som algo me é dito -, uma voz vestindo um casaco gasto passeia ao meu redor e desperta a minha atenção.</p>
<p>Oiço um som, uma voz de barba grande e cabelo branco olha para mim e diz-me que eu sou o seu filho. E tu és o meu irmão, e tu a minha irmã.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A frase que dentro de mim deixaste escrita]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=147</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 16:00:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Leio as palavras que os teus olhos escrevem dentro de mim. No meu coração cada letra faz parte de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Leio as palavras que os teus olhos escrevem dentro de mim. No meu coração cada letra faz parte de um todo, cuja frase diz que me amas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma luz que brilha]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=146</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 15:32:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Linda a luz que no céu brilha.
O brilho da luz é como o brilho das estrelas no céu. O brilho da l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Linda a luz que no céu brilha.</p>
<p>O brilho da luz é como o brilho das estrelas no céu. O brilho da luz é parecido ao brilho das estrelas no céu, é idêntico o brilho, é idêntico... é idêntico.</p>
<p>Nó céu, a luz brilha, eu vejo a luz que no céu brilha e dentro de mim escuto uma voz que brilha, como a luz brilha no céu. O brilho da voz é idêntico ao brilho das estrelas.</p>
<p>A voz brilha dentro de mim e indica-me o caminho a seguir.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sou quem tu és]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=145</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 10:30:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Agora que escrevo estas palavras, escrevo-as como quem diz, escrevo-as como uma mensagem para ti, qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que escrevo estas palavras, escrevo-as como quem diz, escrevo-as como uma mensagem para ti, que lês o que te digo.</p>
<p>Sou eu que te digo tudo o que tu queres ouvir, sou eu que escuto o que me queres dizer, sou eu, e não tu, que escrevo o que queres que eu escreva, sou eu que escrevo o que tu queres ouvir.</p>
<p>Sou quem tu és, porque sou eu quem te dita os pensamentos. Sou quem tu és porque sou eu que te dita os sentimentos. Sou tu, e tu és quem eu sou, porque és tu que me ouves, és tu que me lês, és a razão de eu existir.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para um futuro condigno]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=143</link>
<pubDate>Sat, 10 May 2008 22:04:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sem fronteiras, a angústia emana para o exterior, derrama-se de mim, escorrendo para o espaço que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sem fronteiras, a angústia emana para o exterior, derrama-se de mim, escorrendo para o espaço que me envolve.</p>
<p>Vejo no mundo vontades que me entristecem, vejo no mundo vontades que me fazem aguardar por um mal pior. E vejo o que acontece como um prenúncio do que vem aí, uma força que derrubará tudo o que foi construído. Contudo, sei que o bem é já um vencedor, nasceu vencedor e sairá o vencedor nessa batalha que há-de vir.</p>
<p>O bem é a maior virtude. Só o bem poderá ajudar na reconstrução do mundo.</p>
<p>Mas, a destruição espreita, agora. Apenas vontades diferentes têm o poder de mudar o rumo do que vai acontecer.</p>
<p>Ser feliz é acreditar num futuro condigno para a humanidade. Pensar desta maneira, já faz crescer dentro de nós uma alegria imensa.</p>
<p>Acreditar que um futuro melhor é possível, é ser feliz, agora e para sempre. Apenas quem alimenta esta vontade consegue ser feliz, pois a esperança é, ela própria, a felicidade que nos acena.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O significado das horas]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=142</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 07:00:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
<guid>http://atelierdapalavra.pt.wordpress.com/2008/05/09/o-significado-das-horas/</guid>
<description><![CDATA[Pela tardinha, o homem subia uma rua cónica. Ao tentar alcançar o topo da rua, escorregou, numa ro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pela tardinha, o homem subia uma rua cónica. Ao tentar alcançar o topo da rua, escorregou, numa rotação centrifuga, pela rua abaixo.   Foi assim que o homem compreendeu que as ruas podem ajudar-nos a compreender a linguagem dos símbolos.</p>
<p>Enquanto deslizava pela rua abaixo, o homem olhava o seu relógio e esforçava-se para ver as horas. Porém,  apenas notava os ponteiros a fazerem o seu propósito, apontando. Apontavam para um número, o oito. Contudo, o homem não sabia o significado daquele número.</p>
<p>Por fim, quando o homem escorregou até ao começo da rua, sentou-se num banco de jardim. Compenetrado, pensava no significado das coisas do quotidiano:</p>
<p>Tinha um relógio, e o relógio apontava para um número, oito e cinco. Que significado encoberto poderiam ter aqueles números?</p>
<p>O homem sacudiu o pulso, o seu relógio estava certamente avariado, pela primeira vez não lhe dizia o que ele procurava saber. Por fim, retirou o relógio do pulso e jogou-o para o chão.</p>
<p>Logo passou alguém que apanhou o relógio, perguntando se era do homem.</p>
<p>Este dissera que não. Contudo, depois quis saber as horas.</p>
<p>A pessoa disse: Oito e meia, está na hora do jantar!</p>
<p>De imediato, o homem compreendeu tudo, e exclamou: Devolva-me o relógio.</p>
<p>Constrangida, a pessoa devolveu o relógio ao homem, que apressadamente levantou-se do banco dizendo: É hora do jantar.</p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que o Lego deixou escrito]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=141</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 07:00:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vejo a erva, ela bamboleia ao vento. Vejo a erva que bamboleia ao vento. Ela bamboleia, eu vejo que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Vejo a erva, ela bamboleia ao vento. Vejo a erva que bamboleia ao vento. Ela bamboleia, eu vejo que ela bamboleia ao vento. Vejo a erva que bamboleia. Eu vejo a erva.</p>
<p class="MsoNormal">Eu sou a erva, porque sinto-me como ela. Sou uma erva. Sou o vento. Sou eu próprio, quando sou a erva e o vento. Sou quem sou, eu próprio. Quando sou tudo o que me rodeia, sou quem sou, eu próprio. Se tiveres ao meu lado, sou quem és, e tu és quem sou. Sou o sol, se o sol existir em mim. Sou a mulher, se a mulher for quem sou. Sou Deus, se Deus existir em mim.</p>
<p class="MsoNormal">Sou quem sou se for de verdade tudo aquilo que me rodeia, desde a erva, desde o vento, desde o céu, a estrela, o mar, o homem, a mulher. Desde Deus.</p>
<p class="MsoNormal">Se Deus estiver em mim eu sou Deus. Se Deus estiver em mim sou Deus. Sou Deus se Deus for quem sou. Para isso basta ser quem sou. Para isso basta existir neste mundo que corre ao contrário, que me mostra uma visão, mas que vejo que está errada a visão que me mostra.</p>
<p class="MsoNormal">Eu não sou quem penso, eu só posso ser quem sou quando tudo o que penso cair como um <em>Lego</em> - escrevendo quem sou numa mesa.</p>
<p class="MsoNormal">Sou o que o <em>Lego</em> deixou escrito.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tudo o que preciso]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=140</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 10:58:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sei lá o que querem de mim, todos querem algo de mim, porque todos sentem falta de algo. Todos têm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sei lá o que querem de mim, todos querem algo de mim, porque todos sentem falta de algo. Todos têm falta de algo e se eu tenho o que eles sentem falta, então de mim eles querem algo.</p>
<p>Mais vale não ter nada que faça falta, assim ninguém vai querer nada de mim, e eu vou ter tudo o que preciso. Vou ter aquilo que a todos faz falta.</p>
<p>Vou ter tudo o que preciso.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Para chegar à terra pura]]></title>
<link>http://atelierdapalavra.wordpress.com/?p=139</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 10:46:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Firmino</dc:creator>
<guid>http://atelierdapalavra.pt.wordpress.com/2008/05/05/para-chegar-a-terra-pura/</guid>
<description><![CDATA[Sabiam todos o caminho da terra pura, todos sabiam o caminho da pura terra. Sabiam todos lá chegar,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Sabiam todos o caminho da terra pura, todos sabiam o caminho da pura terra. Sabiam todos lá chegar, todos sabiam chegar lá. Sabiam todos, eu não sabia, sabiam então todos menos eu, que não sabia. Eu não sabia, porque ninguém me quis acompanhar. Eu não sabia porque ninguém me quis levar. Então eu fui o único que cheguei, todos os outros não chegaram, porque nenhum deles me acompanhou, nenhum deles me quis levar.</p>
<p>Nenhum deles chegou, então. Porque para chegar à terra pura, todos têm que se ajudar. Todos têm que me acompanhar.</p>
]]></content:encoded>
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