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	<title>esfinge &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/esfinge/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "esfinge"</description>
	<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 03:07:30 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Nas areias do Saara]]></title>
<link>http://whatsnewlili.wordpress.com/?p=333</link>
<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 16:56:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>lilimachado</dc:creator>
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<description><![CDATA[Aí vão mais lembranças de viagem:
Também, no inverno de 2007 (janeiro), fomos ao Egito.
Entre as]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://whatsnewlili.files.wordpress.com/2008/10/lilia-e-andre-com-a-esfinge-e-a-piramide-de-queops-no-egito.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-334" title="lilia-e-andre-com-a-esfinge-e-a-piramide-de-queops-no-egito" src="http://whatsnewlili.wordpress.com/files/2008/10/lilia-e-andre-com-a-esfinge-e-a-piramide-de-queops-no-egito.jpg" alt="" width="200" height="149" /></a><a href="http://whatsnewlili.files.wordpress.com/2008/10/lilia-e-andre-ou-ramsesii-e-nefertari.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-335" title="lilia-e-andre-ou-ramsesii-e-nefertari" src="http://whatsnewlili.wordpress.com/files/2008/10/lilia-e-andre-ou-ramsesii-e-nefertari.jpg" alt="" width="200" height="214" /></a>Aí vão mais lembranças de viagem:</p>
<p style="text-align:center;">Também, no inverno de 2007 (janeiro), fomos ao Egito.</p>
<p style="text-align:center;">Entre as 6.000 fotos que tiramos, separei essas duas.</p>
<p>Em Gize, na frente das Grandes Pirâmides e da Esfinge - nos sentimos como se estivéssemos em São Paulo, com pirâmides no centro da cidade - rodeados de MacDonald´s , Pizza Huts e KFCs.</p>
<p style="text-align:right;">Na Ilha faraônica - espécie de Disneylândia egípcia, que demonstra, através de parque temático, o dia-a-dia dos tempos dos faraós - vestidos como Ramsés II e sua esposa, Nefertari.</p>
<p style="text-align:center;">Grandes lembranças - especialmente para mim, que sou historiadora. </p>
<p style="text-align:center;">Esperei 50 anos para fazer essa viagem, o que me faz lembrar de nunca desistir de meus sonhos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esfinge]]></title>
<link>http://isabeaudanjouladyhawke.wordpress.com/?p=219</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 15:01:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Isabeau D'Anjou - Ladyhawke</dc:creator>
<guid>http://isabeaudanjouladyhawke.pt.wordpress.com/2008/10/08/esfinge/</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;Decifra-me ou te devoro.&#8221;  Essa seria a famosa frase pronunciada pela esfinge, numa da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 	 	 --></p>
<p align="justify">"<em>Decifra-me ou te devoro."  Essa seria a famosa frase pronunciada pela esfinge, numa das antigas lendas do antigo Egito. Eu sempre me identifiquei muito com essa frase, sempre acreditei ser um pouco como a "velha" esfinge, um verdadeiro mistério, mas hoje em dia creio que de fato talvez eu não seja tao misteriosa assim. Já encontrei bons exemplos de  "quebra-cabeças viventes", que me deram e ainda me darão muito o que pensar.</em></p>
<p align="justify"><em> O interessante de se analisar as pessoas e suas personalidades é poder ver quão vário é o ser-humano. Para um artista, em especial, para os escritores e atores, o estudo das pessoas é fundamental, pois é baseando-se em personalidades, é que se pode obter uma composição mais realística de um determinado personagem.</em></p>
<p align="justify"><em> Eu sempre fiz uso dessa minha capacidade de observação e sensibilidade no captar a emoção alheia, não somente como uma ferramenta de trabalho, mas também como um modo de conhecer melhor as pessoas ao meu redor. O que mais chama a minha atenção é o fato de que muitas pessoas que se julgam complicadíssimas, na realidade não o sejam. O que num primeiro instante possa parecer muita complicação no entender e "desvendar" uma personalidade, pode na maioria das vezes, ser resolvido com uma observação mais cuidadosa e ao mesmo tempo mais destacada da pessoa.</em></p>
<p align="justify"><em> Em alguns casos, o que mais me chama a atenção é o fato das pessoas quererem mostrar-se mais complicadas, misteriosas do que já são, sem o minimo de sucesso. Para mim, como artista, mas também como pessoa, apaixonada pela vida e pela relação interpessoal com meus semelhantes, decifrar personalidades, mentes, comportamentos, é algo simplesmente desafiador, intrigante... direi até mesmo fascinante.</em></p>
<p align="justify"><em> E' impossível ser desafiado a decifrar o enigma da esfinge e não faze-lo! E não porque se alguém conseguisse ficaria famoso, mas unicamente pelo fato de superar o desafio em si. Adoro pessoas intrigantes, meu instinto explorador  não se rende jamais, busca sempre novos e novos mistérios. Afinal, é conhecendo mais as pessoas ao nosso redor, que terminamos por conhecer melhor a nós mesmos.</em></p>
<p align="justify"><em> Ultimamente, ando dando muito trabalho os meus pobres neurônios na busca pela resposta correta para um enigma que tenho em mãos (ou será no coração?) de uma das tantas esfinges que passam ou passaram pela minha vida. Incrível! Eu consegui encontrar alguém que não fosse tao obvio, tao ordinário! Uma esfinge que me dá o que pensar, que me surpreende com reações inesperadas (seriam tao inesperadas assim?). Engraçado, eu, que sempre pensei talvez ser uma esfinge difícil de se decifrar me pego pensando: "Será que na verdade meu enigma é tao fácil de se decifrar assim?"</em></p>
<p align="justify"><em> Ah, o mistério! O que posso fazer se não consigo evita-lo? Não existe nada mais gratificante do que "decifrar" o mistério da esfinge. E' uma sensação indescritível! E nesse caso, devo confessar, que o prêmio em jogo é muito alto, o mais alto que eu poderia desejar. Porém,  o meu grande dilema no momento é: "Será que sou capaz de decifrar essa charada? Será que sou boa o bastante, que sou a pessoa certa para desvendar esse mistério?" Sinceramente, não sei. Eu espero que todos os meus esforços possam ser coroados com o "tesouro".</em></p>
<p align="justify"><em> Um tesouro difícil de se encontrar, pois não basta resolver o mistério da esfinge, isso na verdade, é somente o primeiro passo. Uma vez garantida a entrada para o interior da esfinge, ainda tem-se que buscar o tesouro. E esse, ninguém sabe onde esta. Porque esfinge que se prese o guarda muito bem guardado dentro de si.  E essa esfinge , em especial, sabe muito bem fazer isso, obvio.</em></p>
<p align="justify"><em> Nesse momento, posso somente imaginar onde esteja o tesouro, até porque ainda não consegui decifrar o enigma da esfinge e com isso garantir a minha "participação" na caça ao tesouro. Aproveito o tempo livre, onde dou um descanso (merecido) aos meus pobres neurônios, e tento imaginar o que fazer para encontrar o tesouro antes que alguém consiga me antecipar. E isso infelizmente, me porta ao erro. Conhecem o famoso ditado "A pressa é inimiga da perfeição"? E' muito verdadeiro! Mas o que fazer se um dos meus maiores defeitos é (ainda) a impaciência?</em></p>
<p align="justify"><em> A única solução para isso é manter-me ocupada com mil e uma coisas, e não somente na busca pela solução do enigma da esfinge. E creio que tudo o que eu tenho a minha volta possa me ajudar. O conhecimento que posso adquirir decifrando outras esfinges, e a minha própria, com certeza me colocarão no caminho certo. Até lá, o que vale é não perder o animo e continuar  fazendo meu cérebro fumar pensando em como conquistar a esfinge.</em></p>
<p align="justify">
<h5>Por: Eliara Santos</h5>
<h5>Nota: Os textos publicados neste Blog nao podem ser reproduzidos sem a permissao do autor.</h5>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Egito - الإسكندرية ]]></title>
<link>http://alessandraigue.wordpress.com/?p=107</link>
<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 13:27:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>alessandraigue</dc:creator>
<guid>http://alessandraigue.pt.wordpress.com/2008/09/12/egito/</guid>
<description><![CDATA[Sárcofago de múmia no museu de Alexandria
Ontem conversando com um colega de trabalho, falamos sob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_112" align="aligncenter" width="477" caption="Sárcofago de múmia no museu de Alexandria"]<a href="http://alessandraigue.files.wordpress.com/2008/09/00000000000000000000000000000000001.jpg"><img class="size-full wp-image-112" title="00000000000000000000000000000000001" src="http://alessandraigue.wordpress.com/files/2008/09/00000000000000000000000000000000001.jpg" alt="Sárcofago de múmia no museu de Alexandria" width="477" height="363" /></a>[/caption]
<p>Ontem conversando com um colega de trabalho, falamos sobre alguns destinos que temos vontade de conhecer, um deles foi o Egito, por isso hoje vai um post sobre este exótico lugar.</p>
<p>Certo provérbio árabe afirma que "quem não viu o Cairo não viu o mundo". Tremendo excesso de modéstia: o certo mesmo seria dizer "quem não viu o Egito não viu o mundo". A lista de lugares de visita obrigatória é grandiosa: as pirâmides (claro!), o Rio Nilo, Luxor, o Templo de Abu Simbel, o Templo de Hórus, em Edfu Berço de uma das mais importantes civilizações da Antigüidade, o Egito atrai viajantes desde muito antes do nascimento de Cristo não só pelos monumentos faraônicos, mas também por sua impagável riqueza artística e arquitetônica, legado das dinastias islâmicas que se sucederam no poder ao longo dos séculos. E também de gregos, romanos, dos primeiros cristãos...<br />
No nordeste da África, banhado ao norte pelo Mar Mediterrâneo e a leste pelo Mar Vermelho, o Egito fica bem na esquina da Ásia. Faz fronteira com a Faixa de Gaza, Israel e Líbia. Quase todo o país é desértico, menos as margens do Nilo e o seu fértil delta: 4% do mais de 1 milhão de quilômetros quadrados do território, onde se concentra quase todos os 70 milhões de habitantes a segunda maior população da África e a maior do mundo árabe. Para o povo, o rio garante água e energia e possibilita a agricultura. Para os turistas, é cenário de um dos mais fascinantes cruzeiros do mundo. Como se não bastasse, há ainda as sensacionais praias de areia branca do Mediterrâneo e os corais do Mar Vermelho, que tornam o Egito um dos melhores pontos de mergulho do mundo e tanto para arrematar o banho de cultura e história deste belíssimo lugar.</p>
<p>O clima é bi estacional. O inverno vai de novembro a março, e o verão de maio a setembro, separados por curtos períodos de transição. Os invernos são moderadamente frios. Em Alexandria, os limites máximo e mínimo de temperaturas médias são de 11 e 18o C, e em Assuã, de 10 e 23o C.</p>
[caption id="attachment_115" align="alignleft" width="300" caption="Alexandria e o Mar Mediterrâneo"]<a href="http://alessandraigue.files.wordpress.com/2008/09/111111111111111111111111111111.jpg"><img class="size-medium wp-image-115" title="111111111111111111111111111111" src="http://alessandraigue.wordpress.com/files/2008/09/111111111111111111111111111111.jpg?w=300" alt="Alexandria e o Mar Mediterrâneo" width="300" height="210" /></a>[/caption]
<p><strong>Lugares que não podem deixar de visitar:</strong></p>
<p>• As pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos.<br />
• A Esfinge.<br />
• Um cruzeiro pelo Rio Nilo. Utilize a felluca, tradicional veleiro egípcio.<br />
• Uma visita ao Mar Vermelho, que possui mais de mil espécies de peixes e 450 tipos de corais.<br />
• Os recifes do Estreito de Tirana.<br />
• Parque Nacional Marinho de Ras Muhammad, onde se pode mergulhar.<br />
• Os templos de Luxor e Karnak, para saber sobre o passado dos faraós<br />
• Um passeio de camelo pelo deserto.<br />
• O Vale dos Reis, com túmulos de 64 faraós<br />
• A represa de Assuã<br />
• Deir el-Bahri, monumento que abriga os restos da rainha Hatshepsut<br />
• A capital Cairo.<br />
• O museu do Cairo.</p>
<p><strong>Curiosidades sobre o Egito:</strong></p>
<p>1 – Os camelos são animais retráteis. Eles ficam deitados, compactados no chão até que ordenados a se levantarem.<br />
2 – A moeda daqui é a Libra Egípcia (Egyptian Pound), que vale mais ou menos 1/10 da Libra Esterlina (ou seja, um Real compra aproximadamente 2,5 libras Egípcias).<br />
3 – A população local, em grande maioria pessoas que vivem logo acima da linha da pobreza, vê o turista como uma mina de ouro. Somos abordados constantemente por pessoas querendo nos vender papiros, cartões postais e almofadas, gente abrindo a porta do carro e dando instruções para estacionar, etc. A insistência deles é irritante e mancha a experiência.<br />
4 – A coisa mais chocante aqui são as rezas durante o dia. As mesquitas têm megafones apontados para a rua, e 5 vezes por dia o som alto dos “pastores” muçulmanos professando orações invade as ruas. Os locais parecem não se importar, mas para o forasteiro, essa proximidade da indecifrável lógica árabe assusta.<br />
5 – O final de semana aqui é sexta e sábado. Domingo todo mundo trabalha. Sexta é o dia santo para os muçulmanos.<br />
6 – Não existem a chuva e as nuvens. Os 70 milhões de Egípcios se amontoam na beirada do Nilo, o resto do país é um grande deserto.<br />
7 – Nas grandes festas (casamentos, formaturas) não se bebe. O islã não permite. Claro que em baladas, bares e restaurantes bebe-se normalmente e tem até uma cerveja Egípcia famosa. Mas não vende cerveja no posto de gasolina…<br />
8 – Menos da metade das mulheres usa aquele véu, e raríssimas são as que usam a burca. Como disse o Egito “pega leve” no policiamento religioso.<br />
9 – Apesar de haver muita pobreza, não há crime. Você pode andar por aí à noite e ninguém te incomoda.<br />
10 – Leis de transito, semáforos e faixas de pedestre são avanços da humanidade ainda não descobertos pelo Egito. O trânsito aqui é um caos de causar fliksk a qualquer 23 de maio na hora do rush. As ruas do Cairo são um amontoado de carros, ônibus, tratores, (muitas) carroças e pedestres, cada um indo em direções diferentes sem pedir muita licença. Numa rotatória, é pé no acelerador, mão na buzina, e seja o que Alá quiser…</p>
[caption id="attachment_117" align="aligncenter" width="300" caption="Luxor "]<a href="http://alessandraigue.files.wordpress.com/2008/09/33333333333333333333333333333333.jpg"><img class="size-medium wp-image-117" title="33333333333333333333333333333333" src="http://alessandraigue.wordpress.com/files/2008/09/33333333333333333333333333333333.jpg?w=300" alt="Luxor " width="300" height="225" /></a>[/caption]
<p><em><strong>A Viajante</strong></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Encubriementos Arqueológicos - ¿Una trama para controlar la Historia?]]></title>
<link>http://frankherles.wordpress.com/?p=1128</link>
<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 15:55:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>frankherles</dc:creator>
<guid>http://frankherles.pt.wordpress.com/2008/09/08/encubriementos-arqueologicos-%c2%bfuna-trama-para-controlar-la-historia/</guid>
<description><![CDATA[Por  Will Hart*
El establecimiento  						científico tiende a rechazar, suprimir o ignorar  						e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="right"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Por  Will Hart*</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El establecimiento  						científico tiende a rechazar, suprimir o ignorar  						evidencia que están en conflicto con las </span></span><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">teorías  						aceptadas, mientras denigra o persigue al mensajero.</span></span></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify">
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:black;"><strong><span style="font-size:8pt;">La Policía del Cerebro y La Gran Mentira</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Cada vez que usted alegue que está sucediendo una conspiración,  			especialmente en el campo de la ciencia, usted está pisando en hielo  			delgado. Nosotros tendemos a ser muy escépticos acerca de las  			conspiraciones. Pero la evidencia es  			abrumadora, y la ironía es que mucho de ello está a la vista.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">La buena noticia es que los jugadores son obvios. Su estrategia, o  			incluso sus tácticas de ‘juego-por-juego’ son transparentes, una vez  			usted aprende a ubicarlas. Sin embargo, no es tan fácil penetrar a  			través de la cortina de humo de la propaganda y desinformación, para  			lograr sus subyacentes motivos y metas. Sería conveniente si  			pudiéramos señalar a una unidad de fontanería, y a un descarado  			mentiroso como Richard Nixon, pero esta es una operación más sutil.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Las malas nuevas: la conspiración es global, y hay muchos grupos de  			intereses personales encubiertos. Una investigación superficial  			produce los usuales sospechosos: científicos con un hacha teórica  			para despedazar carreras a futuro y el status quo a mantener. Su  			modus operandi es “La Gran Mentira” – y mientras más grande y más  			extensamente publicitado, mejor.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Ellos se apoyan invocando sus  			credenciales académicas para apoyar sus argumentos, y la suposición  			es que nadie tiene el derecho de cuestionar sus autoritarias  			declaraciones, de que:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">1.										No hay ningún misterio sobre quien construyó la <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YdaM2ndowQ4&#38;feature=related">Gran Pirámide</a>, o  			cuales fueron los métodos de su construcción, y que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=eY4_CbLRlJ8">la Esfinge</a> no  			muestra señales de daños por agua.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">2.										No existieron los humanos en las Américas antes de 20,000 A.C.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">3.										La primera civilización data hacia atrás no más allá de 6000 A.C.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">4.										No existe información acerca de anomalías documentadas,  			inexplicables o enigmáticas para tomar en cuenta o considerar.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">5.										No hay tales civilizaciones perdidas o no tomadas en  			consideración.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Dejemos que la evidencia de lo contrario nos cuente!</span></span></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify">
</blockquote>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><strong><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">Ataques Personales  - Disputa sobre Edad de la Esfinge y la Gran  			Pirámide</span></span></strong></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">En 1993, la NBC, en los Estados Unidos, ventiló Los Misterios de la  			Esfinge, presentando evidencia geológica que demostraba que </span></span><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">La  			Esfinge</span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;"> era por lo menos el doble de antigua (9,000 años) de lo que  			afirmaban los egiptólogos. Ha llegado a ser muy bien conocida como  			“la controversia de la erosión por agua”. Una vista cercana a la  			politiquería que despliegan los egiptólogos para combatir esta  			minimización de su territorio es instructiva.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El egiptólogo autodidacta, <a href="http://www.jawest.net/links.htm">John Anthony West</a> sacó el tema de la  			erosión por agua a la atención del geólogo, <a href="http://robertschoch.homestead.com/">Dr. Robert Schoch</a>. Ellos  			fueron a Egipto y lanzaron una intensiva investigación en el sitio.  			Después de estudiar a fondo, y de primera mano la Esfinge, el  			geólogo llegó a compartir la conclusión preliminar de West, y  			anunciaron sus hallazgos.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El <a href="http://guardians.net/hawass/">Dr. Zahi Hawass</a>, el jefe de los Monumentos de Giza no perdió  			tiempo en disparar una barrera de crítica pública a este par. El  			renombrado egiptólogo, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mark_Lehner">Dr. Mark Lehner</a>, quien es visto como el  			primer experto mundial en la Esfinge, se unió al ataque. Elacusó a  			West y a Schoch se ser “ignorantes e insensibles”. Esta fue una  			curiosa acusación, la cual llevó el tema fuera del nivel profesional,  			colocando el asunto entero a nivel personal. No abordaba los hechos  			o temas para nada, y era altamente muy poco científico.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Pero debemos observar la táctica estándar de desacreditar a  			cualquiera que se atreva a cuestionar las teorías aceptadas.  			Cambiando el enfoque fuera de los temas, y “personalizando” el  			debate es una estrategia altamente efectiva – una que es a menudo  			usada por políticos que se sienten inseguros acerca de sus  			posiciones. Hawass y Lehner invocaron su estatus intocable y su  			presunta autoridad. (Uno pensaría que la asesoría de un geólogo  			tiene más peso en este punto en particular).</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Poco tiempo después, Schoch, Hawass y Lehner fueron invitados a  			poner el tema a debate en la Asociación Estadounidense para el  			Avance de la Ciencia. A West no le fue permitido participar porque  			carecía de los credenciales requeridos.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Esto señala a una suposición cuestionable que es parte del arsenal  			del establecimiento: solamente científicos con credenciales pueden  			practicar ciencia. Dos filtros mantienen al investigador  			independiente, sin credenciales, fuera del juego: (1) los  			credenciales, y (2) peer review. Uno no llega al número dos a menos  			que tenga el número uno.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">La ciencia es un método que cualquiera puede aprender y aplicar. No  			requiere credenciales para observar y registrar hechos, y pensar  			críticamente acerca de los mismos, especialmente en las ciencias  			sociales no-técnicas. En una sociedad libre y abierta, la ciencia  			debe ser un proceso democrático.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Sea como sea, West fue descalificado. Los elementos del debate han  			sido llevados hacia adelante y hacia atrás desde entonces, sin  			llegar a una resolución. Es similar a la controversia sobre quien  			construyó las Pirámides de Giza y de que manera fueron construidas.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Esto trae a colación el tema de 'La Gran Mentira', y cómo ha sido  			promovida por generaciones delante de Dios y de todos. La  			controversia de cómo fue construida</span></span><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;"> la Gran Pirámide</span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;"> es un ejemplo.  			Sería fácilmente establecido si los egiptólogos quisieran resolver  			la disputa. Una simple prueba podría diseñarse y arreglarse por  			ingenieros imparciales que probarían o desaprobarían su teoría  			disputada durante mucho tiempo – que fue construida usando las  			herramientas primitivas y métodos de ese tiempo, aproximadamente  			2,500 A.C.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">¿Porqué no han hecho esto?</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">La respuesta es tan obvia que parece  			imposible: ellos saben que la teoría es falsa.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">¿Podría un científico  			entrenado y altamente educada realmente creer que 2.3 millones de  			toneladas de piedra, algunos bloques pesando hasta 70 toneladas,  			podrían haber sido transportadas y levantadas con métodos primitivos?</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Esto parece improbable, aunque no tienen ningún remordimiento en  			contra de mentirle al público, escribiendo libros de texto y  			defendiendo esta teoría contra las teorías alternativas. No obstante,  			debemos notar que no permitirán ser sujetos a una prueba radical  			final.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Pensamos que es titular o de apoyo para cualquier científico llevar  			la carga de la prueba de su tesis; no obstante, los científicos  			sociales quienes hacen estas afirmaciones o demandas, nunca dan la  			cara para esta clase de escrutinio. Esto es porqué debemos sospechar  			una conspiración. Ninguna otra disciplina científica se saldría con  			la suya flexionando las reglas de la ciencia. Todo lo que han hecho  			los egiptólogos alguna vez es ‘batearse’ o botar teorías  			alternativas, usando tácticas pasadas por debajo de la mesa. Ya es  			tiempo de que se insita que prueben sus propias propuestas.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">¿Porqué intentarían los científicos esconder la verdad y evitar  			cualquier prueba de su hipótesis?</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Sus motivaciones son igualmente  			transparentes. Si puede probarse que los egipcios no construyeron la  			Gran Pirámide en 2,500 AC, usando métodos primitivos, o si la  			Esfinge puede ser fechada hasta 9.000 AC, toda la casa de cartas se  			viene abajo. Puntos de vista ortodoxos de la evolución cultural  			están basadas sobre una cronología de la civilización habiendo  			comenzado en </span></span><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">Sumeria</span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;"> no antes de 4,000 AC. La teoría no permite que  			una avanzada civilización haya existido antes de ese tiempo. Fin de  			la discusión. La arqueología y la historia pierden su significado  			sin una línea fija de tiempo como unto de referencia.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Puesto que la teoría de la “evolución cultural” ha sido atada a la  			teoría general de la evolución de Darwin, hay mucho más en juego. ¿Explica  			esto porqué son negadas y/o ignoradas las anomalías y enigmas? Sin  			embargo, así es.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Las ciencias biológicas de hoy están basadas en el  			Darwinismo.</span></span></p>
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<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;"><strong>Táticas  de Pressión - <a href="http://www.youtube.com/watch?v=bw1nsbHC0-M&#38;feature=related">Las  Piedras de Ica del Perú</a></strong></span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Ahora vayamos a otro caso muy diferente. En 1966, el <a href="http://www.labyrinthina.com/cabrera2.htm">Dr. Javier  			Cabrera</a> recibió una piedra como regalo de un granjero local muy  			pobre, en su nativa Ica, Perú. Sobre esa piedra estaba tallado un  			pez, lo cual no puede haber significado mucho para el aldeano  			promedio, pero significó bastante para el educado Dr. Cabrera. El lo  			reconoció como una especia hace mucho tiempo extinta. Esto levantó  			su curiosidad. El compró más piedras del granjero, quien dijo  			haberlas recolectado cerca del río después de una inundación.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El Dr. Cabrera acumuló más y más piedras, y una palabra de su  			existencia y potencial valor alcanzó a la comunidad arqueológica.  			Pronto, el doctor había amasado miles de “</span></span><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">Piedras de Ica”</span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">. Las talladuras sofisticadas eran tan enigmáticas como  			fascinantes. Alguien había tallado hombres luchando con dinosaurios,  			hombres con telescopios y hombres ejecutando operaciones con equipo  			quirúrgico. También contenían dibujos de continentes perdidos.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Varias de la piedras fueron enviadas a Alemania, y fueron fechadas a  			una remota antigüedad. Pero todos sabemos que los hombres no  			pudieron haber vivido en el tiempo de los dinosaurios; que el Homo  			sapiens ha existido desde hace solo 100,000 años.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">A la BBC le llegaron rumores de este hallazgo, y se apresuraron a  			producir un documental acerca de las piedras de Ica. Esta exposición  			a los medios de comunicación detonó una tormenta de controversia.  			Los arqueólogos criticaron al gobierno peruano por ser negligentes  			acerca de reforzar leyes en antigüedades (pero esa no era su  			verdadera preocupación). Se le aplicó presión a los oficiales del  			gobierno.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El granjero que había estado vendiendo las piedras a Cabrera fue  			arrestado; el afirmó haberlas encontrado en una caverna, pero se  			negó a descubrir la ubicación exacta a las autoridades, o, por lo  			menos, así lo afirmaron.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Este caso fue descartado con tanto arte que enorgullecería a  			cualquier político corrupto. El gobierno peruano amenazó con  			enjuiciar y encarcelar al granjero. Le ofrecieron una apelación de  			canje; él, entonces, re-contó su historia y “admitió” haber tallado  			las piedras, él mismo. Esto parece altamente improbable, puesto que  			era analfabeto e inexperto, y allí estaban unas 11,000 piedras.  			Algunas eran bastante grandes, e intrínsicamente talladas, con  			escenas y animales que el granjero no podía haber tenido  			conocimiento de ello sin ser paleontólogo. Habría necesitado  			trabajar cada día durante varias décadas para producir ese volumen  			de piedras. Sin embargo, los hechos fundamentales no estaban, ni  			aquí ni allí. Las piedras de Ica fueron etiquetadas como “broma” y  			olvidadas.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El caso no requirió una confrontación cara a cara, o una descrédito  			público de no-científicos por científicos; se ocuparon de esto con  			tácticas invisibles de presión.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Puesto que estaba registrado bajo “broma”,  			la enigmática evidencia nunca tuvo que tratarse, como tampoco se  			trató el siguiente ejemplo.</span></span></p>
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<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:black;"><strong><span style="font-size:8pt;">Censura del "Pensamiento Prohibido" – Evidencia de la Gran Antigüedad  			de la Humanidad</span></strong></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El caso del autor </span></span><a href="http://books.google.com/books?as_auth=Michael+A+Cremo"><span style="font-size:8pt;"><span style="font-family:Verdana;color:black;">Michael Cremo</span></span></a><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">,</span></span><span style="font-family:Verdana;color:#00552b;"><strong><span style="font-size:8pt;"> </span></strong></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">está muy bien documentado, y  			también demuestra cómo el establecimiento científico abiertamente  			usa tácticas de presión en los medios de comunicación y el gobierno.  			Este libro, <a href="http://books.google.com/books?id=BExQAAAACAAJ&#38;dq=inauthor:Michael+inauthor:A+inauthor:Cremo&#38;ei=0DzFSIC6B4TkygSNuc31BA">'Arqueología Prohibida’ </a>examina muchos ejemplos  			previamente ignorados, de artefactos que prueban que la antigüedad  			del hombre moderno excede bastante la edad dada en las cronologías  			aceptadas.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Los ejemplos que presentaron él y su co-autor son controversiales,  			pero el libro se convirtió en mucho más controversial que su  			contenido, al ser usado en este documental.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">En 1996, la NBC transmitió un especial llamado ‘<a href="http://www.talkorigins.org/faqs/mom.html">Los Misteriosos  			Orígenes del Hombre</a>’, en el cual presentó material del libro de  			Cremo. La reacción de la comunidad científica se salió de la escala  			de Richter. La NBC fue inundada con cartas de científicos iracundos  			que llamaban al productor “un fraude”, y todo el programa “una broma”.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Pero los científicos fueron más allá que esto – mucho más. En una  			secuencia extremadamente desmedida de bizarros movimientos, ellos  			trataron de forzar a la NBC de no re-transmitir el popular programa,  			pero su esfuerzo falló. Entonces tomaron el paso más radical de  			todos: ellos presentaron su casi al gobierno federal y solicitaron a  			la Comisión Federal de Comunicaciones que interviniera, y bloqueara  			a la NBC de poner nuevamente este programa al aire.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Esto no fue solamente una violación a la libertad de palabra y un  			obvio intento de frustrar la comercialización, fue un esfuerzo sin  			precedentes de censurar el diálogo intelectual. Si el público, o  			cualquier agencia gubernamental hiciera un intento de esposar al  			establecimiento científico, el público jamás hubiese escuchado el  			final.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">La carta al FCC, escrita por la Dra. Allison Palmer, Presidenta del  			Instituto para Estudios Cambrianos es reveladora:</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Como mínimo, la NBC debería ser obligada a pedir disculpas en las  			horas sustancialmente de mayor difusión, a su audiencia televisiva  			durante un suficiente período de tiempo, para que la audiencia  			claramente entienda el mensaje de que fueron engañados. Además, la  			NBC debería, quizás, ser multada suficientemente como para poder  			establecer una importante recolección de fondos para la educación  			pública en ciencias.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Yo creo que tenemos algunos buenos sondeos de quien es la “Policía  			del Cerebro”. Y realmente no creo que “conspiración” sea una palabra  			demasiado fuerte – porque para cada caso de esta clase de intento de  			supresión que es expuesto, se exponga que otros 10 continúan  			exitosamente.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">No tenemos idea de cómo muchos artefactos enigmáticos  			o fechas habrán sido etiquetadas como “errores” y descartadas en  			bodegas de almacenaje o archivos circulares para nunca más ver la  			luz del día.</span></span></p>
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<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:black;"><strong><span style="font-size:8pt;">Rechazo de Datos: Fechado inconveniente en México</span></strong></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Hay un caso de alto perfil, de la <a href="http://s8int.com/hueyatlaco.html">Dra. Virginia Steen-McIntyre</a>, una  			geóloga trabajando para la Inspección Geológica Estadounidense (USGS),  			quien fue despachada hacia un sitio arqueológico en México, para  			fechar un grupo de artefactos en los años setenta. Esta parodia  			también ilustra cuan lejos irán los científicos del establecimiento  			para custodiar los dogmas ortodoxos.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">McIntyre usó equipo altamente avanzado, y respaldó sus resultados  			usando cuatro diferentes métodos, pero sus resultados estaban fuera  			de los estatutos. Los arqueólogos principales esperaban una fecha de  			25,000 años o menos, y el hallazgo de la geóloga fue de 250,000 años  			o más.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">La figura de 25,000 años o menos era crítica para la teoría del  			“cruce” del Estrecho de Bering, y esta fue la motivación detrás de  			los revolucionarios resultados de la principal arqueóloga,  			Steen-McIntyre en el archivo circular, y pidiendo una nueva serie de  			pruebas de fechado. Este tipo de reacción no ocurre cuando las  			fechas concuerdan con el modelo cronológico previsto, que apoya las  			teorías aceptadas.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">A la arqueóloga Steen-McIntyre se le dio una oportunidad de  			retractor sus conclusiones, pero ella la rechazó.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Más tarde se  			encontró con la dificultad de que publicaran sus papeles, y perdió  			su empleo de enseñanza en una universidad estadounidense.</span></span></p>
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<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:black;"><strong><span style="font-size:8pt;">Supresión y Etnocentrismo Gubernamental: </span></strong></span><a href="http://www.unitedearth.com.au/forbidden.html#e"><strong><span style="font-size:8pt;"><span style="font-family:Verdana;color:black;">Evitando Evidencia Anómala  			en NZ, China y México</span></span></strong></a></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">En Nueva Zelanda, el gobierno realmente entró y decretó una ley que  			prohibía al público entrar a una zona arqueológica controversial.  			Esta historia apareció en el libro, ‘Antigua Nueva Zelanda Céltica’  			de Mark Doutré.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Sin embargo, como averiguaremos (y como lo prometí al principio del  			artículo), esta es una conspiración complicada. Los científicos  			tratando de proteger sus “santificadas” teorías, mientras avanzan en  			sus carreras no son los únicos que quieren suprimir artefactos e  			información. Aquí es donde la situación se vuelva pegajosa.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El Bosque Waipoua se convirtió en un controversial sitio en Nueva  			Zelanda porque una excavación arqueológica, al parecer, mostró  			evidencia de una cultura no-Polinesia, precediendo a la Maorí – un  			hecho con el cual la tribu no estaba muy feliz. Ellos supieron de  			los resultados de las excavaciones antes que lo hiciera el público  			en general, y se quejaron con el gobierno. Según Doutré, el  			resultado fue “un documento oficial de archive, que claramente  			mostraba una intención por parte de departamentos del gobierno de  			Nueva Zelanda de retener información arqueológica del escrutinio  			público durante 75 años.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Al público le llegaron rumores de este fiasco, pero el gobierno negó  			la demanda. No obstante, documentos oficiales muestran que había  			sido puesto un embargo en el sitio. Doutré es un estudiante de  			historia y arqueología de Nueva Zelandia. El está preocupado, porque  			dice que los artefactos probando que hubo una cultura más temprana  			que precedió a los Maoríes hacen falta en los muesos.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El pregunta  			que pasó con varios remanentes anómalos:				¿Dónde están las antiguas muestras de cabello Indo-Europeas (cabello  			ondulado, rojo cobrizo), originalmente obtenidas de un refugio de  			roca cerca de Watakere, que estuvieron en exhibición en el Museo  			Memorial de la Guerra en Auckland durante muchos años? ¿Donde está el  			esqueleto gigante encontrado cerca de Mitimati?</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Desafortunadamente este no es el único incidente así. El  			Etnocentrismo se ha vuelto un factor en la conspiración, para  			esconder la verdadera historia de la humanidad. El Autor Graham  			Hancock ha sido atacado por varios grupos étnicos por reportar  			similares hallazgos enigmáticos.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El problema para los investigadores preocupados por establecer la  			verdadera historia de la humanidad es que las metas de los  			nacionalistas o grupos étnicos que quieren poner demanda de haber  			sido los primeros en estar en un lugar en particular, a menudo se  			mezclan con las metas de los evolucionistas culturales.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Los arqueólogos son rápidos en ir a suprimir esta clase de hallazgos  			anómalos. Una razón por la cual los egiptólogos guardan tan  			celosamente la fecha de la construcción de la Gran Pirámide tiene  			que ver con un asunto de orgullo nacional.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El caso de las momias del <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Taklamak%C3%A1n">Desierto de Takla Makan</a> en el oeste de  			China es otro ejemplo de este fenómeno. En los años ‘70s y ‘80s, una  			inexplicable <a href="http://www.pbs.org/wgbh/nova/chinamum/taklamakan.html">cultura caucásica</a> fue repentinamente desenterrada en  			China. El ambiente árido preservó los restos de gente de cabellos  			rubios y ojos azules, que vivían en la China pre-dinástica.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Ellos  			usaban finas ropas muy coloridas, así como coloridos eran sus botas,  			medias y sombreros. Los chinos no estaban muy contentos acerca de  			esta revelación, y le han restado importancia al enigmático  			hallazgo, aunque los asiáticos fueron encontrados, enterrados a la  			par de estas momias caucásicas.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El escritor para National Geographic, <a href="http://tballen.com/">Thomas B. Allen</a> reflexiona en  			un artículo, en 1996, acerca de su hallazgo de una cerámica llevando  			la huella digital del alfarero. Cuando el preguntó si podría llevar  			el fragmento donde un antropólogo forense, el científico chino  			preguntó si el “sería capaz de decir si el alfarero era un hombre  			blanco”. Allen dijo que el no estaba seguro, y el oficial empaquetó  			el fragmento y silenciosamente se alejó. Parece que muchas cosas se  			cruzan en el camino de los descubrimientos y hallazgos científicos.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">La existencia de la <a href="http://www.arqueomex.com/S2N3nDOSIER87.html">cultura olmeca</a> en el México antiguo siempre ha  			planteado un problemas. ¿De donde vino la gente negroide  			representada en las colosales cabezas? ¿Porqué hay caucásicos  			tallados en las estelas, en lo que es la semilla de la civilización  			mexicana? Lo que es peor, ¿porqué no se encuentran gentes indígenas  			mexicanas en los artefactos Olmecas?</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Recientemente, una arqueóloga mexicana resolvió el problema haciendo  			una fantástica afirmación: que </span></span><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">las cabezas Olmecas –</span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;"> las cuales,  			generaciones de personas de todos los grupos étnicos han estado de  			acuerdo en que tienen una llamativa semejanza a los africanos –  			realmente eran representaciones de la tribu local.</span></span></p>
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<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><strong><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">Storm  - Troopers para el Darwinismo</span></span></strong></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El público no parece para nada enterado del hecho que el  			establecimiento científico tiene un doble estándar cuando set rata  			de un libre flujo de información. En esencia, transcurre de esta  			manera…</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Los científicos son altamente educados, bien entrenados e  			intelectualmente capaces de procesar todo tipo de información, y  			pueden hacer distinciones correctamente críticas entre los hechos y  			la ficción, la realidad y la fantasía. El vil público es simplemente  			incapaz de operar en esta plano altamente mental.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El noble ideal del científico altamente calificado, imparcial y  			apolítico, como observador y ensamblador de hechos establecidos,  			hacia un útil cuerpo de conocimiento parece haber sido destrozado  			bajo las presiones y demandas del mundo real. La ciencia ha  			producido muchos beneficios positivos para la sociedad; pero  			deberíamos ya por ahora saber que la ciencia tiene su lado escuro,  			negativos. ¿Qué no fueron, pues, esos mansos compañeros en  			impecables batas de laboratorios, quienes nos dieron las bombas  			nucleares y las armas biológicas? La edad de la inocencia terminó en  			la II Guerra Mundial.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">La comunidad científica tiene una actitud de superioridad  			intelectual es levemente disfrazado bajo un disfraz de unas muy  			cuidadosamente orquestadas relaciones públicas. Siempre vemos a la  			Ciencia y al Progreso caminando mano a mano. La Ciencia, en una  			institución en una sociedad democrática, deberá funcionar de la  			misma manera en que funciona la sociedad en grande; deberá abrirse a  			debates, argumentos y contra-argumentos. No hay lugar para un  			autoritarismo sin cuestionamiento. ¿Estará la ciencia moderna  			alcanzando y resolviendo estos estándares?</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">En el otoño del 2001, la PBS aireó una serie de siete partes  			titulado Evolución. Tomándolo en valor de cara, esto parece lo  			suficientemente inofensivo. Sin embargo, mientras el programa fue  			presentado como un periodismo científico puro, objetivo,  			investigador, falló completamente en siquiera alcanzar los  			estándares mínimos de la divulgación imparcial. La serie fue  			pesadamente cargada hacia la visión de que la teoría de la evolución  			es un “hecho científico” que es aceptado por “virtualmente todos los  			científicos reputables del mundo”, y no como una teoría que tiene  			debilidades y críticas fuertemente científicas.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Al producir esta serie, ni siquiera se molestaron en entrevistar a  			científicos que tiene críticas sobre </span></span><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">el Darwinismo:</span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;"> no  			“creacionistas”, sino que científicos auténticos y de buena fe. Para  			corregir esta deficiencia, un grupo de 100 científicos disidentes se  			sintieron impulsados a publicar un lanzamiento de prensa, “Una  			Disensión científica del Darwinismo”, en el día en que estaba  			programado que saliera al aire el primer capítulo.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El nominado al  			premio Nóbel, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Henry_F._Schaefer,_III">Henry “Fritz” Schaefer</a> estaba entre ellos. El estimuló  			a abrir un debate público de la teoría de Darwin:  Algunos defensores del Darwinismo abrazan estándares de evidencia  			para la evolución que, como científicos, jamás aceptarían, en otras  			circunstancias.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Hemos viso este mismo acercamiento “no-científico”, aplicado a la  			arqueología y la antropología, mientras que los “científicos”  			simplemente se niegan a probar sus teorías, y sin embargo se apuntan  			a sí mismos como los árbitros finales de “los hechos”. Sería ingenuo  			pensar que los científicos que cooperaron en la producción de la  			serie estaban inconscientes de que no habría otra presentación de  			contrapeso, por parte de críticos de la teoría de Darwin.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Richard Milton es un periodista de ciencias. El ha sido un ardiente  			y verdadero creyente de la doctrina Darwiniana, hasta que sus  			instintos investigadores lo golpearon un buen día. Después de 20  			años de estar estudiando y escribiendo acerca de la evolución, el  			repentinamente realizó que había muchos agujeros desconcertantes en  			la teoría. El decidió tratar de aliviar sus dudas y probar la teoría  			a sí mismo, usando los métodos estándar del periodismo investigador  			rutinario.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Milton se volvió un visitante regular del famoso <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Museo_de_Historia_Natural_de_Londres">Museo de Historia  			Natural de Londres</a>. El cuestionó cuidadosamente cada dogma  			importante y las clásicas pruebas del Darwinismo a prueba. Los  			resultados lo ‘sacudieron’. El encontró que la teoría ni siquiera  			podía encarar ni los mínimos rigores del periodismo investigador  			rutinario.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El veterano escritor de ciencia tomó una medida drástica y publicó  			un libro titulado: “Los Hechos de la Vida: Rompiendo los Mitos del  			Darwinismo”. Está claro que el mito darwiniano había sido roto por  			el, pero muchos otros mitos acerca de la ciencia serían también  			aplastados después de que su libro fuera lanzado a publicación.  			Milton dice: Experimenté la actividad de ‘cacería de brujas’ de la policía  			darwinista de primera mano - fue profundamente desilusionador  			encontrarme a mi mismo siendo descrito por un prominente zoologista  			de Oxford, Richard Dawkins, como “chiflado”, “estúpido” y  			“necesitando ayuda psiquiátrica”, en respuesta a reportes puramente  			científicos.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">¿Sonará esto como las historias que vinieron de la Unión Soviética  			hace 20 años, cuando los científicos disidentes allí comenzaron a  			hablar públicamente? </span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Dawkins lanzó una campaña de escritura de cartas a los editores del  			periódico, implicando que Milton era un “espía” creacionista, cuyo  			trabajo debería ser descartado. Cualquiera que tenga alguna  			familiaridad con la política reconocerá esto como una táctica  			estándar maquiavélica de manual de un “asesinato de carácter”.  			Dawkins es un científico altamente respetado, cuya reputación y  			situación en la comunidad científica tiene mucho peso.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Según Milton, el proceso vino a la cabeza cuando el Suplemento de  			Alta Educación del periódico Times de Londres lo comisionó a  			escribir una crítica al Darwinismo. La publicación presagió lo que  			estaba por venir: “Próxima Semana: Darwinismo – Richard Milton  			ataca”. Dawkins supo de esto, y no perdió tiempo pellizcando esta  			herejía en el brote.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Él contactó al editor, <a href="http://books.google.com/books?hl=en&#38;rlz=1B3GGGL_enUS244US244&#38;pwst=1&#38;q=Auriol+Stevens&#38;oe=UTF-8&#38;um=1&#38;ie=UTF-8&#38;sa=N&#38;tab=wp&#38;oi=property_suggestions&#38;resnum=0&#38;ct=property-revision&#38;cd=1">Auriol Stevens</a>, y acusó  			a Milton de ser un “creacionista”, y prevaleció sobre Stevens para  			halar la palanca sobre el artículo. Milton supo de este  			apuñalamiento detrás de los telones, y escribió una carta de  			apelación a Stevens. Al final, esta excavó dentro de Dawkins y  			rasguñó la pieza.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Imagínese que sucedería si un político o burócrata usara tales  			tácticas de presión para matar una historia de los medios masivos de  			comunicación. Esto detonaría un enorme escándalo. No así para los  			científicos, quienes parecen ser vistos como “vacas sagradas” y más  			allá de la reprobación. Hay muchos factores perturbadores  			relacionados con estos casos. La teoría de la evolución, de Darwin,  			es la única teoría rutinariamente enseñada en nuestro sistema de  			escuelas públicas, y jamás ha sido sujeto a un riguroso escrutinio;  			ni han sido permitidas ninguna de las críticas en el plan de  			estudio...</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Este es un interesante hecho, porque una reciente encuesta muestra  			que el público estadounidense quiere que la teoría de la evolución  			sea ensañada a sus niños; sin embargo, el “71% de los encuestados  			dicen que los maestros de biología deberían enseñar tanto el  			Darwinismo, como la evidencia científica en contra de la teoría  			darwinista”. No obstante, no hay planes para implementar este  			acercamiento más equilibrado.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Es irónico que <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Richard_Dawkins">Richard Dawkins</a> ha sido asignado para la posición de  			Profesor del Entendimiento Público de la Ciencia en la Universidad  			de Oxford. El es un clásico “Policía del Cerebro”, patrullando las  			líneas frontales neurológicas. El establecimiento científico  			occidental, y los medios masivos de comunicación se enorgullecen de  			ser foros abiertos al público, desprovistos de prejuicios o censura.  			No obstante, ningún programa de televisión que examine los errores y  			debilidades del Darwinismo ha sido puesto al aire en el país natal  			de Darwin o en los Estados Unidos. Un científico que se opone a la  			teoría no puede conseguir que le publiquen documento alguno.  "Los Misteriosos Orígenes del Hombre" no era un ataque frontal contra  			el Darwinismo; simplemente presentaba evidencia que es considerada  			anómala por los preceptos de esta teoría de la evolución.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Volviendo a nuestros bastiones de integridad intelectual, Forest  			Mims era un sólido y habilidoso periodista de ciencia. Jamás ha sido  			el centro de ninguna controversia, y así, fue invitado a escribir en  			la columna más leída, en la prestigiosa revista América Científica,  			“El Científico Aficionado”, una tarea que el aceptó con mucho gusto.  			Según Mims, el editor de la revista, Jonathan Piel, entonces, supo  			que el también escribía artículos para varias revistas cristianas.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">El editor llamó a Mims a su oficina y lo confrontó.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">-  					“¿Cree usted en la teoría de la evolución?” preguntó Piel</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">-  					Mims respondió, “No, no creo, y tampoco lo cree Stephen Jay  			Gould.”</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Su respuesta no afectó la decisión de Piel de desbaratar la popular  			columna después de solamente tres artículos.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Esto tiene el desagradable olor de una cacería de brujas. El  			escritor nunca transmitió públicamente sus puntos de vista privados  			o creencias, por lo que parecería que los “stormtroopers” ahora  			creen tener órdenes de asegurarse que los pensamientos “no  			aprobados” jamás serán divulgados en público.</span></span></p>
<blockquote>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify">
</blockquote>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><strong><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">Tabú o No Tabú?</span></span></strong></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Así, pues, los monitores del “buen pensamiento” no son como los de  			la élite o de la comunidad científica, como hemos visto en varios  			casos; son productores de televisión y editores de revistas,  			también. Parece claro que todos ellos son guiados por el singular  			imperativo de fomentar “la educación pública sobre ciencia”, como lo  			planteó tan aptamente el presidente del Instituto Cambriano.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Sin embargo, hay un segundo artículo en la agenda, y es para  			proteger al público de pensamientos “no-científicos” e ideas que  			pudieran infectar la mente de las masas. Nosotros señalamos algunos  			de esos tabú al principio del artículo, ahora debemos agregar que  			son también “malsanos, incompletos” e inaceptables” para engancharse  			en ninguna de las búsquedas siguientes de investigación:</span></span><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;"> fenómenos  			paranormales, 						OVNIs,  												fusión en frío y energía libre...  y to</span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">do el resto  			de las “pseudo-ciencias”.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">¿Tendrá esto un anillo familiar en él?</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">¿Estaremos escuchando los débiles ecos del fanatismo religioso?</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">¿Quien le dio a la ciencia la misión de ingeniería y dirección de  			las búsquedas inquisitivas de los ciudadanos del mundo libre?</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Es  			cualquier cosa menos imposible para cualquier papel científico que  			tenga ramificaciones anti-Darwinianas ser publicado en un periódico  			científico de la corriente principal. También es simplemente tan  			imposible conseguir temas “tabú” incluso para la tabla de revisión,  			y podemos olvidarnos acerca de encontrar nuestro nombre bajo el  			título de cualquier artículo en la revista Naturaleza (Nature), a  			menos que uno sea un científico acreditado, ¡incluso si uno fuera el  			próximo Albert Einstein!</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Para volver a exponer cómo comienza esta conspiración, será con dos  			filtros: credenciales y revisión por parte de otros. La Ciencia  			Moderna es ahora un laberinto de tales filtros, puestos para  			promover ciertas teorías ortodoxas, y al mismo tiempo, filtrar fuera  			aquella información que ya está pre-juzgada a ser inaceptable. Los  			principios guías no son precisamente la evidencia y el mérito. Estos  			principios de objetividad, acceso y apretura han sido reemplazados  			por conformidad y posición, dentro de la comunidad establecida.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">Los científicos no vacilan en lanzar los más indignantes ataques  			personales en contra de aquellos que ellos perciben ser el enemigo.  			El eminente paleontólogo, <a href="http://www.talkorigins.org/faqs/homs/lleakey.html">Louis Leakey</a> describió este ácido de una  			sola línea acerca de la “Arqueología Prohibida”, (</span></span><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">Forbidden Archeology</span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">)</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">“Su libro es puro disparate, y no merece ser tomado en serio por  			nadie que no sea un tonto.”</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">De nuevo, vemos el empuje de un ataque personal: los méritos de la  			evidencia presentada en el libro no son examinados o debatidos. Es  			una embotada y autoritaria declaración o pronunciamiento.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">En una próxima parte, examinaremos algunos casos más, documentados,  			y cavaremos más profundo en las dimensiones más sutiles de la  			conspiración.</span></span></p>
<blockquote>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify">
</blockquote>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">* <a href="http://www.willhart.net/">Will Hart</a>, periodista freelance, escritor,  fotógrado y cineasta. Él ha estado investigando misterios antiguos  y pruebas de la intervención extraterrestre en la Tieraa desde 1969</span></span></p>
<blockquote>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify">
</blockquote>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><strong><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">Referencias y  			Fuentes</span></span></strong></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">1. </span></span><span style="font-family:Verdana;color:black;"><span style="font-size:8pt;">C</span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">remo, Michael A. y <a href="http://www.amazon.com/s?ie=UTF8&#38;index=books&#38;field-author=Richard%20L.%20Thompson&#38;page=1">Richard L. Thompson</a>, </span></span><a href="http://www.mcremo.com/"><span style="color:#0000dd;"><span style="font-size:8pt;"><span style="font-family:Verdana;color:#00552b;">Forbidden Archeology</span></span></span></a><span style="font-family:Verdana;color:#00552b;"><span style="color:#0000dd;"><span style="font-size:8pt;"> </span></span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">(Arqueología Prohibida), Govardhan Hill, USA, 1993.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">2.  Cremo, Michael A., "The Controversy over '<a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-4848668803639628771">The Mysterious Origins  			of Man</a>'" (La Controversia sobre ‘Los Misteriosos Orígenes del  				Hombre’”, NEXUS 5/04, 1998; <a href="http://www.mcremo.com/impact.htm">Forbidden Archeology's Impact</a> (Impacto de  			la Arqueología Prohibida), Editorial Bhaktivedanta, USA, 1998.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">3.  <a href="http://www.labyrinthina.com/icastonemuseum.htm">Doore, Kathy</a>, "The Nazca Spaceport &#38; the Ica Stones of Peru" (“El  			Puerto Espacial de Nazca y <a href="http://www.labyrinthina.com/ica.htm">las Piedras de Ica del Perú</a>”.  Vea la página Web para copia  			del libro del Dr Javier Cabrera, "El mensaje de las piedras  			talladas”.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">4.  Doutré, Mark, <a href="http://www.celticnz.co.nz/">Antiguos Celtas en Nueva Zelanda</a>, Dé Danann, New  			Zealand, 1999.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">5.  Milton, Richard, Hechos de la Vida: Rompiendo los Mitos del  			Darwinismo, Corgi, UK, 1993.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">6.  Steen-McIntyre, Virginia, "Suppressed Evidence for Ancient Man in  			Mexico", NEXUS 5/05, 1998.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">7.  <a href="http://nhnecommunity.ning.com/profile/sunfellow">Sunfellow, David</a>, "La Gran Pirámida y La Esfinge", Noviembre 25,  			1994.</span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">8.  <a href="http://www.tampatrib.com/">Tampa Bay Tribuna</a> - "Darwinism/evolution quote"  - Octubre 12, 2001.</span></span></p>
<blockquote>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify">
</blockquote>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;"><strong>Fuente</strong></span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">1.  <a href="http://www.nexusmagazine.com/">NEXUS Magazine</a> - Volumen 9, Número  3 - abril-may 2002</span></span></p>
<blockquote>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify">
</blockquote>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;"><strong>Notas</strong></span></span></p>
<p style="text-indent:20px;line-height:100%;margin:0;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:8pt;">1.  Traducción -<a href="mailto:kaufmann@telesal.net"> </a></span><a href="mailto:kaufmann@telesal.net"><span style="font-size:8pt;">Adela Kaufmann</span></a><span style="font-size:8pt;"><a href="mailto:kaufmann@telesal.net"><br />
</a> </span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Egipto: La gran pirámide de Giza]]></title>
<link>http://bestravel.wordpress.com/?p=142</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 22:17:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>qviajes</dc:creator>
<guid>http://bestravel.pt.wordpress.com/2008/09/05/la-gran-piramide-de-giza/</guid>
<description><![CDATA[La más antigua y la única que aún perdura de las 7 maravillas del mundo, con sus 145 metros de al]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>La más antigua y la única que aún perdura de las 7 maravillas del mundo, con sus 145 metros de alto y sus 52 m2 de base, es la mayor pirámide del planeta (de hecho es el mayor edificio construido en piedra) y sirvio como tumba al faraón Keops (Khufu). Fue construida alrededor del año 2.500 a.C. y se encuentra en la Necrópolis de Giza, en las afueras de El Cairo, Egipto. En su construcción participaron más de 20.000 hombres y está formada por casi dos millones y medio de bloques de granito de casi 3 toneladas cada uno.</p>
<p>La pirámide tiene tres cámaras principales, dos en el interior, denominadas Cámara del Rey y Cámara de la Reina, y una en el subsuelo, conocida como la Cámara del Caos. A las cámaras se accedía por un pasaje descendente que comunicaba al final con la Gran Galería y la Cámara del Caos.</p>
<p>En la Necrópolis, Junto a la pirámide de Keops, se encuentran la pirámide de Kefren (Jafra), de la que se llegó a pensar que era la más alta de las 3 por su inclinación y ubicación y la de Micerino (Menkaura), más pequeña que las otras dos, la Gran Esfinge de Giza, que con más de 20 metros de altura, se cree que representa a Kefren, con un rostro de más de 5 metros de altura y cuerpo de león.</p>
<p>Conductores de camellos ofrecen ver las pirámides como se supone deben ser observadas, y aún resultan más mágicas al anochecer o al amanecer, bañadas por el silencio y la luz de la luna.</p>
<p>A un tiro de piedra de las grandes pirámides se encuentra el hotel mena, del siglo XIX, sobre más de 10 hectareas de cesped al borde del Sáhara constituye un verdadero oasis y escapatoria, con un campo de golf de 18 hoyos y conservando el ambiente colonial, pero ofreciendo unas vistas incomparables de las pirámides desde las habitaciones.</p>
[gallery]
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Descubren estatuas de la esfinge cerca de Luxor]]></title>
<link>http://esencia21.wordpress.com/?p=1327</link>
<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 07:20:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>esencia21</dc:creator>
<guid>http://esencia21.pt.wordpress.com/2008/08/25/descubren-estatuas-de-la-esfinge-cerca-de-luxor/</guid>
<description><![CDATA[La esfinge es uno de los elementos más reconocibles de Giza y Egipto en general
Arqueólogos egipci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="" align="alignleft" width="253" caption="La esfinge es uno de los elementos más reconocibles de Giza y Egipto en general"]<img src="http://www.hoy.es/noticias/200711/19/Media/guiza_piramide.jpg" alt="La esfinge es uno de los elementos más reconocibles de Giza y Egipto en general" width="253" height="190" />[/caption]
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';">Arqueólogos egipcios han descubierto cuatro pequeñas estatuas que representan a la mítica figura de león con cabeza humana, la Esfinge de la meseta de Giza. Las estatuas realizadas en piedra arenisca fueron descubiertas en una carretera que une los antiguos templos de Luxor y Karnak, al sur de Egipto, según ha informado el Consejero Superior de Antigüedades (también conocido como “No muevas una piedra sin mi permiso”) Zahi Hawass. “Las estatuas fueron descubiertas en un lugar que antes era ocupado por un cuartel la policía que ha sido demolido como parte de un proyecto para rescatar artefactos en sus inmediaciones” explico Hawass a los medios.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:'Arial','sans-serif';">Las estatuas se han fechado en la época en que reino el Rey Nekhfnebef quien fundó la 30ª dinastía faraónica entre el 363-380 a.C., explicó Hawass. También el mismo equipo ha descubierto un bloque de granito con las inscripciones que reflejan el nombre de Cleopatra.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Introducción]]></title>
<link>http://toposperu.wordpress.com/?p=119</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 14:56:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>nativo23</dc:creator>
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<description><![CDATA[En nuestro país existe un gran potencial para la escalada en roca, y eso que solo conocemos una fra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:georgia,serif;">En nuestro país existe un gran potencial para la escalada en roca, y eso que solo conocemos una fracción de lo que nuestra geografía puede darnos. Este espacio espera ayudar a sacar a la luz las rutas y sectores que cada día se abren o descubren, <strong>quieres añadir alguna actividad? sabes de alguna otra  zona de escalada? de algunas otras rutas?  abriste una nueva via?  no dudes contactarnos haciendo click <a title="Comentarios" href="http://199832.guestbooks.motigo.com" target="_blank">aquí</a></strong>.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Residência de sacerdotes é achada na tumba de Toth]]></title>
<link>http://piramidesdoegito.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 18:31:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogypaises</dc:creator>
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<description><![CDATA[A residência dos sacerdotes da tumba de Toth, deus egípcio da sabedoria, foi encontrada por uma mi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A residência dos sacerdotes da tumba de Toth, deus egípcio da sabedoria, foi encontrada por uma missão composta de arqueólogos da Alemanha e do Egito na região de Miniya (sul do país). De acordo com o Conselho Superior de Antigüidades egípcias, a imensa construção foi descoberta na região de Tuna El Gebel (a 200 quilômetros ao sul do Cairo) e conta com 50 salas.</p>
<p>O local servia de residência para os sacerdotes das tumbas de animais sagrados - símbolos do deus Toth. O arqueólogo egípcio que conduziu a missão, Abdel Halim El Din, revela que a construção remonta ao período dos Ptolomeus, há 300 a.C.. Segundo ele, o lugar contém um grande armazém, cozinhas, fornos, uma sala destinada a cerimônias religiosas, outra para reuniões e uma para descanso.</p>
<p>O arqueólogo alemão Dieter Kesseler contou ainda que a edificação continha vasilhas de terracota, assim como tabuinhas do mesmo material com inscrições em caracteres demóticos e gregos. "Restos de cabelos humanos nos levaram a deduzir que uma das salas poderia sevir de salão de beleza", contou o alemão.</p>
<p>O arqueólogo Samir Anis ressaltou que o achado é um exemplo claro da fusão das civilizações egípcia, grega e romana. De acordo com Anis, a tumba foi utilizada pela Dinastia dos Ramsés (século XIII e XIV aC) e mais tarde durante o período grego (333 AC).</p>
<p><a href="http://piramidesdoegito.files.wordpress.com/2008/08/011789333-ex00.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6" src="http://piramidesdoegito.wordpress.com/files/2008/08/011789333-ex00.jpg" alt="" width="375" height="495" /></a></p>
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</item>
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<title><![CDATA[A esfinge.]]></title>
<link>http://tudoeventual.wordpress.com/?p=164</link>
<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 18:54:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Barreto</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Photoshopada minha sobre arte do Dave Mckean.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tudoeventual.wordpress.com/files/2008/08/esfinge2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-163" src="http://tudoeventual.wordpress.com/files/2008/08/esfinge2.jpg?w=87" alt="" width="87" height="300" /></a></p>
<p>Photoshopada minha sobre arte do Dave Mckean.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&quot;Quita la arena de mi cuerpo y ser&aacute;s emperador&quot;, La Esfinge]]></title>
<link>http://toledoadalberto.wordpress.com/2008/07/26/quita-la-arena-de-mi-cuerpo-y-sers-emperador-la-esfinge/</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 06:16:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>a.toledo.</dc:creator>
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<description><![CDATA[
La Esfinge, la estranguladora, es símbolo de conocimiento, de protección, del oculto misterio de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i62.photobucket.com/albums/h109/adal16/Gestalt/esfin1copy.jpg" alt="" /></p>
<p>La Esfinge, la estranguladora, es símbolo de conocimiento, de protección, del oculto misterio de Egipto. Creo que para quien ha seguido este blog es bastante obvio mi fascinación con la figura de la femme fatale, la mujer tan sensual como una viuda negra, destructora, aniquiladora y elegante.</p>
<p>Cuando se piensa en "esfinge" se piensa en la guardiana del secreto de las pirámides, una figura robusta y aforme exceptuando por su rostro, su calidad monstruosa es casi inocua, perdida y olvidada, es una cabeza humana sobre un bulto que los estudiosos afirman es el cuerpo de un león.</p>
<p>He aquí donde la modernidad favorece a este símbolo, nadie se imagina a la esfinge egipcia intentando arrancar la cabeza de Edipo, pero una de esas bellezas victorianas son tan elegante como perversas.</p>
<p><a href="http://i62.photobucket.com/albums/h109/adal16/Gestalt/esfin4.jpg" target="_blank"><img src="http://i62.photobucket.com/albums/h109/adal16/Gestalt/esfin4copy.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Un cuerpo de león perfectamente formado y la cabeza que nunca logra encajar en la composición pues, aunque las postales turísticas nos han acostumbrado a la cabeza y leon nunca esperamos verlo tan perfectamente representado. Pero las más crueles, las más "aberradas" son las que muestran sus pechos humanosorgullosamente, como si su desnudez fuera lo más normal del mundo.</p>
<p>Ella es quien cuida los misterios, monstruoso error, juego del destino, y quien a través de sus adivinanzas acabó con la integridad de cientos de indefensos hombres, pero ¿quién quiere morir a manos de la roída esfinge que le prometió el reino aTutmosis? es mejor imaginar al Edipo de Moreau seducido y asesinado por la quasi-erótica monstruosidad.</p>
<p><img src="http://i62.photobucket.com/albums/h109/adal16/Gestalt/esfin2copy.jpg" alt="" /></p>
<p><img src="http://i62.photobucket.com/albums/h109/adal16/Gestalt/esfin6copy.jpg" alt="" /> <img src="http://i62.photobucket.com/albums/h109/adal16/Gestalt/esfin7copy.jpg" alt="" /> <a href="http://i62.photobucket.com/albums/h109/adal16/Gestalt/esfin8.jpg" target="_blank"><img src="http://i62.photobucket.com/albums/h109/adal16/Gestalt/esfin8copy.jpg" alt="" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palavras mais buscada quando o assunto é Egito:]]></title>
<link>http://piramidesdoegito.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 17:59:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogypaises</dc:creator>
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<description><![CDATA[10 pragas do egito, a arte do egito, a arte no egito, a cultura do egito, a historia do egito, a his]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>10 pragas do egito, a arte do egito, a arte no egito, a cultura do egito, a historia do egito, a história do egito, alto egito, arquitetura do egito, arte do egito, arte do egito antigo, arte egito, arte no egito, arte no egito antigo, artes do egito, as 10 pragas do egito, as dez pragas do egito, as piramedes do egito, as piramides do egito, as pirâmides do egito, as pragas do egito, baixo egito, bandeira do egito, cairo egito, capital do egito, cidade do egito, cidades do egito, civilização do egito, consulado do egito, cultura do egito, cultura do egito antigo, curiosidades do egito, curiosidades sobre o egito, deus do egito, deusas do egito, deuses, deuses do egito, deuses do egito antigo, deuses egito, dez pragas do egito, dinastia, economia do egito, economia do egito antigo, egito, egito antigo, egito arquitetura, egito atual, egito atualmente, egito cultura, egito de hoje, egito e mesopotamia, egito economia, egito fotos, egito hoje, egito localização, egito moderno, egito na atualidade, egito politica, egito religião, egito sociedade, egito turismo, egito wikipedia, embaixada do egito, escrita do egito, esfinge, farao, farao do egito, faraos, faraos do egito, faraó, faraó do egito, faraós, faraós do egito, figuras do egito, filme o principe do egito, fotos do egito, fotos do egito antigo, geografia, geografia do egito, governo do egito, historia do egito, historia do egito antigo, historia egito, história do egito, história do egito antigo, história egito, imagens, imagens do egito, iraque, jose do egito, jose no egito, josé do egito, josé no egito, lendas, lendas do egito, livro dos mortos, localização do egito, mapa do egito, mapa do egito antigo, mapa egito, mapas, mapas do egito, misterios do egito, moeda do egito, mulher no egito, mulheres do egito, mumias, mumias do egito, mumificação, mumificação no egito, múmias, nefertiti, nome das tres piramides do egito, novo egito, o egito, o egito antigo, o egito atual, o egito hoje, o principe do egito, o príncipe do egito, os deuses do egito, piramedes do egito, piramide do egito, piramide egito, piramides, piramides do egito, piramides do egito antigo, piramides egito, pirâmedes do egito, pirâmide do egito, pirâmides, pirâmides do egito, pirâmides egito, politica do egito, politica do egito antigo, politica no egito, política do egito, pontos turisticos do egito, povo do egito, povos do egito, praga do egito, pragas do egito, principe do egito, príncipe do egito, rainha do egito, rainhas do egito, rei do egito, reis do egito, religiao do egito, religiao no egito, religião, religião do egito, religião no egito, rio nilo, rio nilo egito, sao jose do egito, sete pragas do egito, sobre egito, sobre o egito, sobre o egito antigo, sociedade do egito, são jose do egito, são josé do egito, tres piramides do egito, três pirâmides do egito, tudo sobre egito, tudo sobre o egito, turismo no egito, tutancamon, viagem, viagem egito, www egito, www egito com, www egito com br</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ORIGEN DEL TAROT]]></title>
<link>http://despierta.wordpress.com/?p=54</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 20:28:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>AMBER</dc:creator>
<guid>http://despierta.pt.wordpress.com/2008/07/01/origen-del-tarot/</guid>
<description><![CDATA[
El Tarot es el libro inspirador de todos los libros sagrados de los antiguos pueblos; es la clave d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-size:small;"></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0 6.85pt 0 0;"><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">E</span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">l Tarot es el libro inspirador de todos los libros sagrados de los antiguos pueblos; es la clave de todas las potencias y de todos los dogmas; es, a causa de la precisión analógica de sus figuras y de sus números, el instrumento de adivinación más perfecto. Los oráculos de este libro son siempre verdaderos, y aún cuando entendamos sus predicciones, revelará siempre cosas ocultas y ofrecerá al consultante los más sabios consejos. </span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">S</span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">in el Tarot la Magia de los antiguos sería un libro cerrado para nosotros y sería imposible penetrar en los grandes misterios de la Qabalah. </span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">E</span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">s un arte adivinatorio, y por adivinatorio se entiende al hecho del contacto con las divinidades. </span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">E</span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">l encarar el estudio del Tarot con el único propósito de ser utilizado para la consulta, es una mala decisión;<span>  </span>el valor más importante del Tarot radica en el autoconocimiento. Implica, además, el maravilloso mundo de el entendimiento de los símbolos, los colores, las posiciones y los rasgos. Es un lenguaje, y como tal debemos saber interpretarlo. </span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0 6.85pt 0 0;"><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">Entre los probables orígenes del Tarot, la filología ofrece unas comparaciones curiosas: Torah (la Ley), Troah (portal) de origen hebreo, Rota (rueda de la vida y la muerte), Orat (habla, hombre que reza) de origen latino, Tar (sendero) Ro (real), de origen egipcio. </span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">T</span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">al vez no haya mejor definición para el Tarot que aquella que dice: "el Tarot es la representación pictórica del Árbol de la Vida". </span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">T</span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">odas las religiones han conservado el recuerdo de este libro primitivo escrito en figuras por los sabios de los primeros tiempos del mundo, y cuyos símbolos, simplificados y vulgarizados más tarde, han suministrado a la Escritura sus letras, al Verbo sus caracteres, a la Filosofía Oculta sus signos misteriosos y sus péntaculos. </span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">E</span><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">ste libro, atribuido al dios Thot por los egipcios, a Enoch por los hebreos, a Cadmo por los griegos, era el resumen simbólico de la tradición primitiva, llamada después Qabalah.<span>  </span>El origen de las cartas del Tarot es incierto y, desde luego desconocido. Lo que parece que sí está claro es que su introducción en Europa y Occidente se lo debemos a los zíngaros o gitanos, ese pueblo nómada o tribu perdida en su eterna peregrinación por los pueblos de la tierra. A ellos les debemos muchos de los sistemas de adivinación utilizados en nuestros días. Lo más probable es que el Tarot fuese inventado por los antiguos egipcios, ya que sus sacerdotes viendo venir la destrucción de su civilización, querían preservar los secretos ocultos de su herencia. Según la tradición hermética quedan dos claves de la Astrología y del Tarot en el interior de la gran pirámide, en la cual hay un pasillo que conduce por debajo y a través de las Patas de la Esfinge, a un templo de Iniciación Egipcia. Se cree que en sus paredes existen 108 cartas, nosotros sólo conocemos 78, quedan 30 que constituirían el Tarot Esotérico que no han sido presentadas aún en el plano físico. </span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0 6.85pt 0 0;"><span style="font-size:14pt;font-family:Garamond;">Los Arcanos Mayores<span>  </span>del Tarot están relacionados con los diez planetas y los doce signos del zodíaco. </span></p>
<p><font face="Garamond"><font size="3"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p></font></font></span><font face="Garamond"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">I</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Mago (Mercurio)<span>            </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">II</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Sacerdotisa (Luna)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">III</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Emperatriz (Venus)<span>          </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">IV</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Emperador (Aries)<span>       </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">V</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Sacerdote (Tauro)<span>           </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">VI</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Enamorados (Géminis)<span>              </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">VII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Carro (Cáncer)<span>           </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">VIII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Fuerza (Leo)<span>              </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">IX</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Ermitaño (Virgo)<span>                         </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">X</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Rueda (Júpiter)<span>               </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XI</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Justicia (Libra)<span>               </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Colgado (Neptuno)<span>          </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XIII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Muerte (Escorpio)<span>    </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XIV</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Templanza (Sagitario)<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XV</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Diablo (Capricornio)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XVI</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Torre (Marte)<span>           </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XVII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Estrella (Acuario)<span>       </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XVIII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Luna (Piscis)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XIX</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Sol (Sol)<span>                    </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XX</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Juicio (Urano)<span>                </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XXI </span></strong><span style="font-family:Garamond;">Mundo<strong> </strong>(Saturno)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">0</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Loco (Plutón)</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ORIGEN DEL TAROT]]></title>
<link>http://calamb.wordpress.com/?p=34</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 19:30:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>AMBER</dc:creator>
<guid>http://calamb.pt.wordpress.com/2008/06/17/origen-del-tarot/</guid>
<description><![CDATA[El Tarot es el libro inspirador de todos los libros sagrados de los antiguos pueblos; es la clave de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoBodyText" style="margin:0 6.85pt 0 0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Garamond;">E</span><span style="font-family:Garamond;">l Tarot es el libro inspirador de todos los libros sagrados de los antiguos pueblos; es la clave de todas las potencias y de todos los dogmas; es, a causa de la precisión analógica de sus figuras y de sus números, el instrumento de adivinación más perfecto. Los oráculos de este libro son siempre verdaderos, y aún cuando entendamos sus predicciones, revelará siempre cosas ocultas y ofrecerá al consultante los más sabios consejos. </span><span style="font-family:Garamond;">S</span><span style="font-family:Garamond;">in el Tarot la Magia de los antiguos sería un libro cerrado para nosotros y sería imposible penetrar en los grandes misterios de la Qabalah. </span><span style="font-family:Garamond;">E</span><span style="font-family:Garamond;">s un arte adivinatorio, y por adivinatorio se entiende al hecho del contacto con las divinidades. </span><span style="font-family:Garamond;">E</span><span style="font-family:Garamond;">l encarar el estudio del Tarot con el único propósito de ser utilizado para la consulta, es una mala decisión;<span>  </span>el valor más importante del Tarot radica en el autoconocimiento. Implica, además, el maravilloso mundo de el entendimiento de los símbolos, los colores, las posiciones y los rasgos. Es un lenguaje, y como tal debemos saber interpretarlo. </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0 6.85pt 0 0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Garamond;">Entre los probables orígenes del Tarot, la filología ofrece unas comparaciones curiosas: Torah (la Ley), Troah (portal) de origen hebreo, Rota (rueda de la vida y la muerte), Orat (habla, hombre que reza) de origen latino, Tar (sendero) Ro (real), de origen egipcio. </span><span style="font-family:Garamond;">T</span><span style="font-family:Garamond;">al vez no haya mejor definición para el Tarot que aquella que dice: "el Tarot es la representación pictórica del Árbol de la Vida". </span><span style="font-family:Garamond;">T</span><span style="font-family:Garamond;">odas las religiones han conservado el recuerdo de este libro primitivo escrito en figuras por los sabios de los primeros tiempos del mundo, y cuyos símbolos, simplificados y vulgarizados más tarde, han suministrado a la Escritura sus letras, al Verbo sus caracteres, a la Filosofía Oculta sus signos misteriosos y sus péntaculos. </span><span style="font-family:Garamond;">E</span><span style="font-family:Garamond;">ste libro, atribuido al dios Thot por los egipcios, a Enoch por los hebreos, a Cadmo por los griegos, era el resumen simbólico de la tradición primitiva, llamada después Qabalah.<span>  </span>El origen de las cartas del Tarot es incierto y, desde luego desconocido. Lo que parece que sí está claro es que su introducción en Europa y Occidente se lo debemos a los zíngaros o gitanos, ese pueblo nómada o tribu perdida en su eterna peregrinación por los pueblos de la tierra. A ellos les debemos muchos de los sistemas de adivinación utilizados en nuestros días. Lo más probable es que el Tarot fuese inventado por los antiguos egipcios, ya que sus sacerdotes viendo venir la destrucción de su civilización, querían preservar los secretos ocultos de su herencia. Según la tradición hermética quedan dos claves de la Astrología y del Tarot en el interior de la gran pirámide, en la cual hay un pasillo que conduce por debajo y a través de las Patas de la Esfinge, a un templo de Iniciación Egipcia. Se cree que en sus paredes existen 108 cartas, nosotros sólo conocemos 78, quedan 30 que constituirían el Tarot Esotérico que no han sido presentadas aún en el plano físico. </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0 6.85pt 0 0;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-size:small;">Los Arcanos Mayores<span>  </span>del Tarot están relacionados con los diez planetas y los doce signos del zodíaco. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Garamond;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">I</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Mago (Mercurio)<span>            </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">II</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Sacerdotisa (Luna)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">III</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Emperatriz (Venus)<span>          </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">IV</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Emperador (Aries)<span>       </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">V</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Sacerdote (Tauro)<span>           </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">VI</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Enamorados (Géminis)<span>              </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">VII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Carro (Cáncer)<span>           </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">VIII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Fuerza (Leo)<span>              </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">IX</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Ermitaño (Virgo)<span>                         </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">X</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Rueda (Júpiter)<span>               </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XI</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Justicia (Libra)<span>               </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Colgado (Neptuno)<span>          </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XIII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Muerte (Escorpio)<span>    </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XIV</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Templanza (Sagitario)<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XV</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Diablo (Capricornio)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XVI</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Torre (Marte)<span>           </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XVII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Estrella (Acuario)<span>       </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XVIII</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Luna (Piscis)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XIX</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Sol (Sol)<span>                    </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XX</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Juicio (Urano)<span>                </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">XXI </span></strong><span style="font-family:Garamond;">Mundo<strong> </strong>(Saturno)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Garamond;">0</span></strong><span style="font-family:Garamond;"> Loco (Plutón)</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Descubren nueva parte de la "Avenida de las Esfinges"]]></title>
<link>http://esencia21.wordpress.com/?p=752</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 14:19:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>esencia21</dc:creator>
<guid>http://esencia21.pt.wordpress.com/2008/06/03/descubren-nueva-parte-de-la-avenida-de-las-esfinges/</guid>
<description><![CDATA[Un equipo de arqueólogos egipcios ha descubierto una parte de un camino antiguo llamado &#8216;aven]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;">Un equipo de arqueólogos egipcios ha descubierto una parte de un camino antiguo llamado 'avenida de las Esfinges' en la zona arqueológica de Saqara, a 20 kilómetros al sur de El Cairo, anunció hoy el Consejo Supremo de Antigüedades (CSA).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"><img class="aligncenter" src="http://www.egiptologia.com/images/stories/religion/dioses/amon/avenida_esfinges_amon.jpg" alt="" width="400" height="259" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;">Según un comunicado del CSA, esa avenida fue mencionada en manuscritos del periodo grecorromano (332 a.C-395 d.C) y en otros documentos que aparecieron anteriormente cerca del Serapeum, un complejo funerario cercano en el que eran sepultadas momias de toros sagrados. Un nuevo segmento de esta avenida, que data del periodo ptolomeico (332 a.C-30 d.C), fue hallado durante una excavaciones recientes en la zona, explicó el secretario general del CSA, Zahi Hawas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"><!--more--></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;">Esa parte se extiende hacia el este hasta la zona del Valle del Nilo y la puerta del Anubieion. Los arqueólogos descubrieron, además, un bloque de piedra de caliza decorado con inscripciones de Ptolomeo V (204-180 a.C), que indican que la parte de la avenida descubierta puede ser el extremo meridional del Anubieion, la parte este de la avenida, consagrada a un santuario dedicado a Anubis, dios del infierno en la antigüedad, según Hawas.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Anubieion, hacia oriente, y Serapeum, hacia occidente, acotaban el primer descubrimiento de 'la avenida de las Esfinges', realizado en 1850 por el arqueólogo francés Auguste Mariette, agregó Hawas. La zona arqueológica donde se encuentran los nuevos hallazgos, Saqara, es la necrópolis de Menfis, la antigua capital de Egipto, y entre sus principales atractivos se encuentra la llamada 'pirámide escalonada' de Zoser, la primera construcción conocida de estas características de la época faraónica.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;">Fuente: <a href="http://actualidad.terra.es/cultura/articulo/descubren-esfinges-cairo-2519991.htm" target="_blank">terra.es</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EDIPO REY PARA NIÑOS/AS]]></title>
<link>http://griegoantiguo.wordpress.com/?p=200</link>
<pubDate>Sat, 10 May 2008 18:21:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
<guid>http://griegoantiguo.pt.wordpress.com/2008/05/10/edipo-rey-para-ninosas/</guid>
<description><![CDATA[Voy a contarles, niños y niñas, el relato de la mitología griega del rey Edipo, basándome en ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Voy a contarles, niños y niñas, el relato de la mitología griega del rey Edipo, basándome en la narración de <a href="http://griegoantiguo.wordpress.com/2008/03/27/fernan-caballero-mitologia-y-sevilla-reedicion/" target="_blank">Fernán Caballero en su libro <em>La mitología contada a los niños y los grandes hombres de Grecia </em>(Madrid, 1.866).</a></p>
<p style="text-align:justify;">Layo era el rey de Tebas. En una ocasión fue a consultar al oráculo, que era alguien que respondía las preguntas que otras personas le hacían sobre el futuro. El oráculo le dijo que él moriría a manos del hijo varón que tuviera. Layo le contó esto a su mujer, Yocasta, que estaba embarazada  y decidieron abandonar al bebé que tuvieran si era un varón. Así, nació un niño varón y entonces lo abandonaron en el monte para que muriera. Pero unos sirvientes de Pólibo, rey de Corinto, lo encontraron y se lo llevaron a su señor. El rey se apiadó del niño y lo adoptó, llamándolo Edipo. Cuando Edipo se hizo un hombre supo que no era hijo legítimo de los reyes de Corinto, sino que había sido adoptado y se marchó a buscar a sus padres verdaderos. En un camino estrecho se encontró con un anciano, Layo, discutieron y Edipo lo mató sin saber que ese hombre era su padre. Después llegó a una ciudad que se llamaba Tebas, en la que sus habitantes tenían una extraña enfermedad y se morían poco a poco. El oráculo había dicho que esta enfermedad terminaría cuando hubiera alguien que adivinara los acertijos de la Esfinge.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Edipo y la Esfinge, dibujo de un vaso griego</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://laescueladeateanas.files.wordpress.com/2007/10/edipo-esfinge.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;">Era esta criatura un ser con la cabeza y el pecho de mujer, las patas de león, cola de dragón y alas de ave. Edipo adivinó los acertijos de la Esfinge, que se suicidó de rabia. Entonces nombraron a Edipo rey de Tebas y se casó con la reina, Yocasta, sin saber que era su madre. Con ella tuvo cuatro hijos, pero con el tiempo vino otra enfermedad a la ciudad. El oráculo, de nuevo, dijo que la enfermedad terminaría cuando se encontrara al asesino de Layo. Así, Edipo se puso a investigar. Yocasta descubrió que Edipo era su hijo y se suicidó sin decir nada a nadie. Por su parte, Edipo, hizo todas las averiguaciones necesarias, dándose cuenta entonces de que él había sido el asesino de Layo, de que se había casado con su madre y de  que había tenido hijos con ella. Sin poder soportar este sufrimiento se arrancó los ojos y se desterró de Tebas. Murió en Atenas, después de vivir el resto de su vida como un vagabundo.</p>
<p style="text-align:center;">Aquí dejo un vídeo que recrea esta historia pero de una manera diferente y divertida: ¡con verduras y hortalizas!</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/NydKPClhYgM'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/NydKPClhYgM&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deserto]]></title>
<link>http://inatingivel.wordpress.com/?p=66</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 11:14:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>VFS</dc:creator>
<guid>http://inatingivel.pt.wordpress.com/2008/05/05/deserto/</guid>
<description><![CDATA[
Giza, upload feito originalmente por Michaeljohn.
Mar amarelo.
Ondas laranjas.
Moléculas de grão.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;padding:3px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/michaeljohn/450444185/"><img style="border:solid 2px #000000;" src="http://farm1.static.flickr.com/176/450444185_10f8b15e39.jpg" alt="" /></a></div>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:0.8em;margin-top:0;"><a href="http://www.flickr.com/photos/michaeljohn/450444185/">Giza</a>, upload feito originalmente por <a href="http://www.flickr.com/people/michaeljohn/">Michaeljohn</a>.</span></p>
<p style="text-align:center;">Mar amarelo.<br />
Ondas laranjas.<br />
Moléculas de grão.<br />
E pó das estrelas também!</p>
<p style="text-align:center;">Lágrimas nascem na face da Esfinge,<br />
que não finge<br />
tristeza,<br />
por nele não se banhar.</p>
<p style="text-align:center;">Empenho inatingível<br />
aos nómadas que fitam ...</p>
<p style="text-align:center;">... e que na orla permanecem.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Cairo]]></title>
<link>http://elmonoloco.wordpress.com/?p=212</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 11:42:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>elmonoloco</dc:creator>
<guid>http://elmonoloco.pt.wordpress.com/2008/04/28/el-cairo/</guid>
<description><![CDATA[Me he acordado de las fotos de Egipto y he decidido rescatar un post que escribí hace más de un a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Me he acordado de las fotos de <strong><a title="Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Egipto" target="_blank">Egipto</a></strong> y he decidido rescatar un post que escribí hace más de un añito sobre el Cairo para el blog <strong><a title="La Ciudad Creativa" href="http://www.laciudadcreativa.blogspot.com/" target="_blank">La Ciudad Creativa</a></strong>, el cual por cierto se encuentra con graves problemas de salud, e incluso no se si ya ha dejado de respirar.</p>
<p>Ahí va...</p>
<p style="text-align:center;"><strong><em>Al-Qāhira</em></strong></p>
<p style="text-align:center;"><img style="border:black 3px solid;" src="http://elmonoloco.files.wordpress.com/2008/04/cairo01.jpg" alt="" width="400" height="533" /></p>
<p>Ciudad en mis pensamientos, ciudad en mis sueños, en los libros, en las guías.</p>
<p>Rompe con todo lo preconcebido y asimilado a través de las lecturas, de lo contado por otros. Deja de ser ciudad nada más poner un pie en sus calles. Caos, aroma dulzón de shishas exprimidas al máximo por el aliento, roto por el fuerte olor a ciudad marcada.</p>
<p>16 millones de humanos repartidos en tierra de nadie y de todos, arena, piedras, asfalto quebrado. El milímetro aprovechado. Quimera paleontológica. Ombligo del mundo musulman.</p>
<p>El Cairo, un mundo de mentiras y verdades absolutas, en Blanco y Negro, de fe traicionera, de promesas esperpénticas. Represiones dulcificadas con aroma de Karkadé.</p>
<p>Jovenes universitarios, soñadores de anhelos europeizados. Ciudad contemporanea, a la espera de algo, sin saber el qué. Rostros duros, curtidos por el calor, por la esperanza, rodeados de un arte milenario.</p>
<p>Miradas imposibles de olvidar, dramas escondidos, súplicas, sonrisas infantiles. Carcajadas. Ciudad de compinches.</p>
<p>Nada es gratis en el Cairo. Un euro por 10 marcapáginas, un euro por agua, un euro por una fotografía, un euro por nada, nada por un reproche.</p>
<p>Una vez de vuelta solo piensas en volver, en recuperar el sabor del polvo cairota. De la alegría desbordada de sus gentes. No puedes dejar de pensar en ella. Volver a sus historias callejeras, al paso tragicómico del tiempo.</p>
<p>Solo por volver a ver esos ojos, esas miradas cómplices escondidas debajo del hiyab, esperando solo una sonrisa.</p>
<p>Todas las noches vuelo de nuevo al Cairo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuaderno de viaje]]></title>
<link>http://elmonoloco.wordpress.com/?p=200</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 09:39:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>elmonoloco</dc:creator>
<guid>http://elmonoloco.pt.wordpress.com/2008/04/25/cuaderno-de-viaje/</guid>
<description><![CDATA[Haciendo esta semana limpieza de trastos inservibles, de ropa sin usar, de cajones llenos de infinit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Haciendo esta semana limpieza de trastos inservibles, de ropa sin usar, de cajones llenos de infinitos cachibaches, notas, hojas sueltas, y un montón de cosas inconexas apretujadas en unos centímetros cuadrados, apareció el cuaderno de notas del viaje a <strong><a title="Egipto.com" href="http://www.egipto.com/" target="_blank">Egipto</a></strong>. Acordándome ayer de "<strong><a title="Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Los_Siete_Pilares_de_la_Sabidur%C3%ADa" target="_blank">Los 7 pilares de la sabiduría</a></strong>" y de <strong><a title="Wikipedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Thomas_Edward_Lawrence" target="_blank">Lawrance de Arabia</a></strong>, le eché un vistazo al cuaderno de entonces, y me trajo recuerdos imborrables.</p>
<p style="text-align:center;"><img style="border:black 3px solid;" src="http://elmonoloco.files.wordpress.com/2008/04/hoja0111.jpg" alt="" width="472" height="357" /></p>
<p style="text-align:left;">He escaneado alguna de sus hojas, para enseñar a lo que me dedicaba en aquel viaje, aparte de patearme la arena del desierto cámara en mano, hidratarme a base de te con menta o leer al atardecer en la cubierta del Barco Escuela entre otras tantas cosas.</p>
<p style="text-align:left;">Desde luego que hay actividades más que interesantes más allá de los chiringuitos de reproducciones de <strong><a title="Egiptomania.com" href="http://www.egiptomania.com/mitologia/panteon/isis.htm" target="_blank">Isis</a></strong>, <strong><a title="Egiptomania.com" href="http://www.egiptomania.com/mitologia/udyat.htm" target="_blank">el ojo de Horus</a></strong> and company, y falsificaciones de papiros. Tengo ganas de dedicar unos cuantos post a este viaje. He deseado ese viaje con todas mis fuerzas durante tantos años y al fin resultó superar las expectativas de manera alarmante, de tal forma, que muchas veces sueño con volver. Lo echo de menos, el viaje, y a gente tan especial que conocí durante esos días maravillosos.</p>
<p style="text-align:center;"><img style="border:black 3px solid;" src="http://elmonoloco.files.wordpress.com/2008/04/hoja022.jpg" alt="" width="463" height="353" /></p>
<p style="text-align:left;">Me hubiera gustado eso si disponer de todo el tiempo que hubiera querido para dedicarme a los dibujos, a las anotaciones, lo que en ocasiones me obligaba a dibujar de memoria, a estrujarme los sesos acordándome de datos indescifrables, a dar el coñazo con mis preguntas a la profesora.</p>
<p style="text-align:left;">Sin más ahí van unas cuantas hojas de mi cuaderno de viaje.</p>
<p style="text-align:center;"> <img style="border:black 3px solid;" src="http://elmonoloco.files.wordpress.com/2008/04/hoja033.jpg" alt="" width="470" height="350" /></p>
<p style="text-align:center;"><img style="border:black 3px solid;" src="http://elmonoloco.files.wordpress.com/2008/04/hoja044.jpg" alt="" width="470" height="350" /></p>
<p style="text-align:center;"><img style="border:black 3px solid;" src="http://elmonoloco.files.wordpress.com/2008/04/hoja055.jpg" alt="" width="464" height="341" /></p>
<p style="text-align:center;"><img style="border:black 3px solid;" src="http://elmonoloco.files.wordpress.com/2008/04/hoja066.jpg" alt="" width="458" height="340" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Batalha pelos Registros Atlantes sob a Esfinge]]></title>
<link>http://piramidalcwb.wordpress.com/?p=78</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 01:22:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>luxcuritiba</dc:creator>
<guid>http://piramidalcwb.pt.wordpress.com/2008/04/20/batalha-pelos-registros-atlantes-sob-a-esfinge/</guid>
<description><![CDATA[Krsanna Duran
Em tempos normais, a maioria das pessoas ficaria surpresa em ouvir que foram descobert]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Krsanna Duran</em></p>
<p>Em tempos normais, a maioria das pessoas ficaria surpresa em ouvir que foram descobertas câmaras sob a Esfinge, e teria esperança de encontrar pelo menos uma pista da marcha da humanidade desde caçadores que viviam em cavernas até civilizações inconscientes que são agressivas (com pouca luz). Mas estes são tempos extraordinários, de armas recém-criadas de emissão eletromagnética e microondas. A descoberta de câmaras embaixo da mais antiga escultura do mundo desencadeou uma luta pela dominação entre os governos mundiais, alguns indivíduos e os poderes ocultos da Terra.</p>
<p>Numa economia impulsionada pelo avanço tecnológico e na qual se observa uma excessiva confiança nas condições existentes, o anseio de dominação tecnológica e a crença na estabilidade dos sistemas em vigor inspiraram a intriga e o engano. A advertência do presidente Eisenhower de que o complexo industrial-militar representava a mais grave ameaça para o modo de vida norte-americano se realizou a partir de níveis tão diferentes e desconectados quanto os conselhos de diretores e as gangues de rua.</p>
<p>As tramas em andamento pela captura da antiga tecnologia atingiram um nível mais alto em 1993, quando foi descoberta uma passagem escondida na Grande Pirâmide. Usando um robô designado como UPUAT2, o engenheiro alemão Rudolf Gantenbrink descobriu que um conduto de ar na Câmara da Rainha terminava abruptamente, em vez de prosseguir até a superfície da pirâmide. Fotografias tiradas pelo UPUAT2 revelaram eletrodos de metal de alta tecnologia instalados numa porta do conduto, no mínimo há 4 mil anos. Com isso, foi rompido o verniz de silêncio místico que recobre a realidade fatual de que fontes de poder de elevada tecnologia foram usadas no antigo Egito. Essa descoberta ameaçou o dogma central de que a confiança na sabedoria em vigor deve ser preservada a qualquer custo, para não perturbar o doce usufruto das mordomias.</p>
<p>Estava ameaçada a crença popular de que o Homo Sapiens atingiu em nosso tempo o ápice do desenvolvimento. Outros já tinham estado ali e atingido esse nível — e então deixaram como testemunho as pirâmides. Foi programado que o conduto seria aberto publicamente com uma câmara de microvideo em março de 1997, depois que o seu conteúdo havia sido secretamente visto pelos poderosos. Informações transmitidas a Richard Hoagland originárias de um "espião" amigável no Egito sugerem que a porta foi aberta em 20 de outubro de 1996, às nove horas da manhã.</p>
<p>Por trás da porta havia uma pequena câmara contendo apenas a estátua de um homem negro sentado, empunhando um ankh. O significado dessa estátua, do ankh e a data detêm a chave para uma tecnologia que governou esse planeta com suprema elegância antes de decair ao longo da espiral evolutiva. O mito moderno da civilização egípcia forjado no século passado, quando os investigadores viajavam em navios a vapor, se estilhaçou com os laser amplificados por cristais. O inventário de lindas gemas confiscadas durante as Guerra