Abel Cunha wrote 1 year ago: Na cara não homem, na cara não que é um vergonha! Já não gritava, A voz saía-lhe trémula, dorida e r … more →
Abel Cunha wrote 1 year ago: Que lhe havia de acabar com o faidário! A raiva surda que as magras colheitas engordava, ia crescend … more →
Abel Cunha wrote 1 year ago: Porta aberta, a freguesia lá ia passando a desfazer as barbas ou aparar cabelos. Antes da missa das … more →
Abel Cunha wrote 1 year ago: Veio de mansinho, ali para o Côbo, a dessedentar uns pequenos carapauzinhos de escabeche, a que o lo … more →
Abel Cunha wrote 1 year ago: O seu pequeno tamanho, era a sua maior amargura. Meão de corpo, o Tavares ganhava a vida a negociar … more →
Abel Cunha wrote 2 years ago: Nado e criado na ruralidade da aldeia, o Júlio foi crescendo entre lavras, alfaias, madrugadas no mo … more →
Abel Cunha wrote 2 years ago: Os desígnios de Deus são insondáveis. Por vezes, parece que liberta o anjo da morte ordenando-lhe, t … more →
Abel Cunha wrote 2 years ago: O Joaquim Nunes, com loja ali à barreira, servia, pela festa a Santo António, a tradicional cabra no … more →
Abel Cunha wrote 2 years ago: Programa das Festas a Nossa Senhora da Saúde nos dias 15, 16 e 17 de Agosto de 1903 Dia 15 14:00 … more →
Abel Cunha wrote 2 years ago: Os céus abriram-se e as águas caíram com a violência de querer lavar os pecados do mundo. Os pequeno … more →
Abel Cunha wrote 2 years ago: O dia amanhecia cinzento de feio, enfarruscado das pesadas nuvens que ameaçavam despejar água a rodo … more →
Abel Cunha wrote 2 years ago: Pelos anos de 1900, chamavam ao sítio do Espinhal, o Canto dos Sardões. Aí nascera a freguesia de Ca … more →