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	<title>estudos-de-mercado &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/estudos-de-mercado/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "estudos-de-mercado"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 15:12:36 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Eleitores Indecisos... Mas Pouco]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=621</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 15:12:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Durante uma campanha eleitoral o grupo em qual se centram as principais &#8220;ofensivas&#8221; de p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma campanha eleitoral o grupo em qual se centram as principais "ofensivas" de propaganda partidária é o dos chamados Indecisos, isto é, dos eleitores que afirmam ainda não ter optado por nenhum partido ou candidato em particular. Esta aposta faz sentido já que é este grupo que será mais facilmente persuadido a aderir a um programa partidário. É muito mais complicado alterar o sentido de voto de um eleitor que já o definiu do que de um que ainda está a explorar as hipóteses existentes. Mas será assim?</p>
<p>De acordo com um <a href="http://www.webmd.com/news/20080821/the-psychology-of-the-undecided-voter" target="_blank">estudo recentemente realizado em Itália</a>, os chamados Indecisos apenas o estarão a um nível consciente, porque na realidade a sua decisão sobre o sentido do seu voto já estará tomada. O estudo, realizado por Bertram Gawronski, Silvia Galdi e Luciano Arcuri, demonstrou que certas associações automáticas que são processadas pelos eleitores influenciam o seu sentido de voto, mesmo que estes não estejam conscientes da sua existência ou do seu efeito.</p>
<p><!--more--></p>
<p>O estudo foi levado a cabo em Vincenza durante um período em que se discutia a possibilidade de haver um alargamento de uma base militar dos EUA nos arredores da cidade, tendo sido proposto um referendo para se decidir sobre a matéria. Para avaliar os sentimentos implícitos, mas nem sempre conscientes, dos eleitores acerca do assunto, os investigadores recorreram a um teste psicológico chamado Implicit Association Test (IAT), que é, como o nome indica, usado para medir as associações implícitas dos seres humanos relativamente a um determinado objecto social, no caso a base militar norte-americana.</p>
<p>O teste do IAT mede a velocidade de resposta dos sujeitos a um determinado estímulo. No caso deste teste, os estímulos são emparelhamentos das imagens do objecto de estudo com palavras com conotação positiva ou negativa. Quanto menor for o tempo de resposta a um determinado tipo de estímulo, maior é a associação do sujeito entre a atitude do sujeito com o estímulo exibido. Ou seja, um sujeito que tivesse um tempo de resposta mais rápido a estímulos que emparelhavam imagens da base militar com palavras negativas do que com palavras positivas teria, supostamente, uma atitude mais negativa em relação ao alargamento da base. O inverso ocorreria se a associação com as palavras positivas fosse mais forte.</p>
<p>Foi exactamente isso que os investigadores verificaram quando uma semana depois do teste com o IAT questionaram os participantes acerca da sua tendência de voto. Foi possível predizer com exactidão os resultados para cerca de 70% dos participantes.</p>
<p>Este estudo demonstra, uma vez mais, que nem todas as decisões que tomamos são plenamente conscientes, já que muitas são influenciadas por questões das quais não nos apercebemos. É preciso que se distinga isto de um comportamento intuitivo ou imprudente. Estas associações existem e estaríamos plenamente conscientes da sua existência aquando da sua formação ou se por algum motivo tivéssemos de pensar aprofundadamente sobre o assunto em questão. Acontece que, por vários motivos, se tornaram menos salientes no nosso pensamento o que as torna menos acessíveis a um nível inconsciente. Uma entrevista aprofundada com estes participantes, em que estes tivessem de pensar no assunto, tornaria estas associações evidentes e "conscientes".</p>
<p>Isto não quer dizer que a "batalha" pelo voto dos Indecisos esteja à partida perdida. Mesmo tendo em conta que em princípio a indecisão dos eleitores será apenas aparente, já que a sua decisão estará em parte tomada pelas suas associações implícitas, estes continuam a ser um alvo mais fácil de convencer do que o grupo dos eleitores que já tomaram a sua decisão e a afirmaram publicamente. Quer porque neste último caso a sua atitude será mais forte, quer porque a afirmação pública do sentido de voto, mesmo que no contexto de uma sondagem, representa <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/2008/05/12/psicologia-da-persuasao-a-norma-da-consistencia/" target="_blank">um compromisso assumido que será mais difícil de quebrar</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mojave Experiment: Tentativa Final da Microsoft Para Salvar Windows Vista]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=576</link>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 16:40:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.pt.wordpress.com/2008/08/21/mojave-experiment-tentativa-final-da-microsoft-para-salvar-windows-vista/</guid>
<description><![CDATA[Por mais que a Microsoft tente fazer crer o contrário, o Windows Vista foi um fiasco monumental! Ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Por mais que a Microsoft tente fazer crer o contrário, o Windows Vista foi um fiasco monumental! Mais do que as características técnicas foram as sucessivas avaliações negativas que foram sendo feitas ao sistema operativo que acabaram por ditar o insucesso do mesmo. O que mais contou neste processo não foi aquilo que as revistas da especialidade escreveram, mas sim aquilo que os utilizadores individuais foram partilhando entre si, com ampla ajuda da Web, que acabou por dar o golpe final ao Vista. Por muito boas que sejam as alterações que foram sendo feitas, por muito que a Microsoft continue a apresentar dados sobre as vantagens do Vista em relação ao XP o mal há muito que está feito. O Vista perdeu a batalha das percepções! E aqui não há nada que a Microsoft possa fazer para alterar a situação.</p>
<p>O mais interessante de tudo é que foi a própria Microsoft a fornecer dados que demonstram que o problema do Vista não é técnico mas sim de relações públicas, com um estudo de mercado que se tornou também na última tentativa publicitária de recuperar o Vista: a <a href="http://www.mojaveexperiment.com/" target="_blank">Mojave Experiment</a>!</p>
<p><!--more--></p>
<p>Este estudo consistiu em recrutar 22 pessoas que nunca haviam usado o Windows Vista e entrevistá-los no sentido de perceber a sua opinião sobre o sistema operativo e saber porque não o haviam ainda adoptado. Depois desta primeira fase, era apresentado aos sujeitos um novo sistema operativo da Microsoft, o Windows Mojave. Depois de receberem um tour deste sistema operativo e o experimentarem, os participantes eram novamente entrevistados acerca da sua opinião sobre o Mojave. Como é óbvio, o Mojave não era mais do que o Vista disfarçado já que o objectivo da Microsoft era demonstrar que as percepções que os clientes detinham sobre o Vista eram infundadas. A teoria da Microsoft confirmou-se já que os participantes ficaram impressionados com aquilo que Vista é capaz de fazer e lhes permite fazer que desconheciam.</p>
<p>A Microsoft filmou cada uma das entrevistas e fez a partir das mesmas alguns anúncios publicitários que pretendiam demonstrar ao Mundo que afinal o Windows Vista não é tão mau como a maioria das pessoas pensa. Fica abaixo um dos vídeos que resultaram da experiência.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/bsStHxtVr_w'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/bsStHxtVr_w&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Uma tentativa infrutífera e desesperada na minha opinião! Os resultados do estudo deveriam ser suficientes para os responsáveis do gigante da informática perceberem que esta é uma guerra perdida! Alterar a percepção de um consumidor acerca de um determinado produto ou marca é algo extremamente difícil de se conseguir. Apresentar casos reais de “conversões” é uma boa forma de o conseguir, mas para produtos de gama baixa! É algo que as marcas de produtos domésticos ou alimentares podem tentar, mas um sistema operativo representa um investimento demasiado elevado para se “experimentar” com a promessa de que se vai gostar.</p>
<p>Diz-se que a primeira impressão é a que conta. Um dito um pouco exagerado mas não menos real por causa disso. Só há uma hipótese de se fazer uma boa primeira impressão e de facto, esta pode ser mesmo a única impressão que uma marca fará na mente de alguns consumidores. O Vista falhou redondamente neste aspecto. A Microsoft lançou o sistema operativo cedo demais, talvez na tentativa de responder ao maior protagonismo que Apple e Google vinham a assumir. Ao lançar no mercado um produto com falhas, ainda por cima num mercado tão competitivo e escrutinado como o da informática, a Microsoft criou as condições necessárias para que o mesmo se tornasse num flop, independentemente de posteriores correcções que tornaram o Vista numa produto bom. O word-of-mouth, online e offline, fez o resto! A Microsoft ainda teve de assistir aos vários anúncios da Apple da série Mac vs PC a atacarem o Vista sem piedade sem ter grande margem de manobra.</p>
<p>O anúncio do lançamento do Windows 7 antes do previsto é o confirmar de que o Vista foi considerado um caso perdido, por muito que os responsáveis da Microsoft não o afirmem publicamente e continuem a defender. A Mojave Experiment poderá ser um bom ponto de partida para evitar que aconteceu a este novo sistema operativo o mesmo que aconteceu ao Vista. Também na informática a imagem que os clientes têm de um produto é fundamental para o seu sucesso!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SCAN]]></title>
<link>http://consultoriaeanalise.wordpress.com/2008/06/27/hello-world/</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 08:13:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>consultoriaeanalise</dc:creator>
<guid>http://consultoriaeanalise.pt.wordpress.com/2008/06/27/hello-world/</guid>
<description><![CDATA[Os Serviços de Consultoria e Análise oferecem um conjunto de serviços diversificados que, transve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;">Os <em>Serviços de Consultoria e Análise</em> oferecem um conjunto de serviços diversificados que, transversalmente, mantêm em comum o facto de aliarem elevados níveis de conhecimento técnico e científico com propostas inovadoras e altamente adaptadas às necessidades dos nossos clientes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;">Desenvolvemos acções no apoio à investigação científica disponibilizando a Instituições de Ensino Superior, Centros de Investigação, Laboratórios Associados, Investigadores e Estudantes (graduação e pós-graduação) recursos humanos e técnicos de elevada qualidade. No seu conjunto estes recursos permitem aos nossos clientes encontrar soluções altamente fiáveis que respondem às suas necessidades mantendo o compromisso da melhor relação entre preço, qualidade e rapidez nas respostas aos pedidos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;">A SCAN fornece serviços ao meio industrial e empresarial trabalhando nas áreas do Marketing, Estudos de Mercado e <em>Branding</em>. Oferecemos aos nossos clientes soluções inovadoras que aliam o elevado rigor técnico e científico com respostas às necessidades concretas de cada empresa/ organização. Os nossos serviços permitem às empresas conhecer melhor a base de qualquer negócio - o cliente – de forma a estabelecer estratégias de negócio coerentes com a situação de mercado e as tendências dos consumidores e focalizadas na criação de riqueza e valor acrescentado como base de uma estratégia de crescimento sustentado. O nosso objectivo é levar valor acrescentado às empresas sobre a forma de informação a preços altamente competitivos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;">Actuamos ainda no campo da Consultoria Política onde desenvolvemos estudos de opinião e posicionamento político, avaliação do impacto de medidas e consultoria em estratégia de comunicação. Estes serviços permitem a Instituições de Poder Local ou Central, Fundações Públicas de Interesse Social ou Partidos Políticos acederem à informação e know-how técnico indispensável na preparação de campanhas políticas, monitorização de acções e projectos e comunicação de resultados aos eleitores. Procuramos fornecer serviços indispensáveis aos actores políticos do século XXI mantendo como lema a competência técnica aliada à fiabilidade e credibilidade dos serviços.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;">A SCAN assume-se claramente como uma “brainware” disponível para ajudar os seus clientes na recolha, tratamento e análise de informação facilitando o desenvolvimento de acções, a tomada de decisões críticas e promovendo o crescimento e o sucesso. </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Publicar nos Gratuitos Pode ser Negativo]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=72</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 18:38:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.pt.wordpress.com/2008/05/18/publicar-nos-gratuitos-pode-ser-negativo/</guid>
<description><![CDATA[Interessantes estes resultados de um estado da APEN em que se constata que as marcas que anunciam no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Interessantes <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1328801" target="_blank">estes resultados de um estado da APEN</a> em que se constata que as marcas que anunciam nos gratuitos pode ser prejudicadas pelo facto da publicidade colocada nesses jornais ser vista de forma negativa pelos consumidores.</p>
<p>É um dado interessante que vai obrigar muitas marcas a optar entre difusão e qualidade. Se por um lado podem ser vista de forma negativa por parte dos consumidores, por outro não apostar nos gratuitos é perder uma meio que atinge cada vez mais portugueses todos os dias.</p>
<p>No fundo resume-se à velha questão: vale a pena chegar junto aos clientes, independentemente do meio pelo qual se faz o contacto?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Twitter como Ferramenta de Estudos de Mercado]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=64</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 14:03:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.pt.wordpress.com/2008/05/16/o-twitter-como-ferramenta-de-estudos-de-mercado/</guid>
<description><![CDATA[Ainda recentemente mencionei o uso de uma ferramenta para o Twitter que nos permite lançar à comun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda recentemente <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/2008/05/14/tem-as-empresas-portuguesas-medo-dos-social-media/" target="_blank">mencionei o uso de uma ferramenta</a> para o Twitter que nos permite lançar à comunidade questões simples e práticas, o <a href="http://www.strawpollnow.com/" target="_blank">StrawPoll</a>. Ou seja, ideais para se iniciar uma discussão que pode depois avançar para outros meios. No caso concreto, uma questão que lancei no Twitter terminou com um post neste blog.</p>
<p>Das várias ferramentas disponíveis relacionadas com o Twitter (e cada vez são mais) esta será a que considero mais revolucionária e que trará maior valor acrescido. Uma simples questão lançada a uma comunidade pode originar uma discussão altamente produtiva. Do ponto de vista empresarial, ou do ponto de vista jornalístico, esta é uma ferramenta de valor incalculável se for bem usada.</p>
<p>Usando o StrawPoll qualquer empresa pode, desde que tenha uma presença efectiva e participante no Twitter, fazer micro-estudos de mercado de forma gratuita e eficaz. Claro que não me refiro a estudos de grande dimensão que tenham por objectivo analisar questões de fundo relativamente aos produtos e serviços disponibilizados. Falo de pequenas questões onde muitas vezes se desperdiçam milhares de euros desnecessariamente.</p>
<p>É normal que uma empresa tenha a necessidade de saber na hora o que os clientes pensam de certa campanha ou promoção, algo inviável no modelo tradicional dos estudos de mercado já que há necessidade de estabelecer contactos e definir protocolos. Com esta ferramenta no entanto, uma empresa pode lançar a questão aos seus clientes e recolher o seu feedback qualitativo, já que é impossível estabelecer representatividade e significância estatística a partir deste tipo de metodologia. Depois é só seguir o fluir natural da conversa para saber aquilo que os clientes pensam ou sentem acerca do tópico em discussão. Com pouco esforço uma empresa pode considerar fazer uma análise <em>in loco</em> do mercado e ao mesmo tempo envolver os clientes nos processos de tomada de decisão da marca, o que aumenta os seus níveis de atracção e lealdade para com a mesma.</p>
<p>Do ponto de vista jornalístico, <a href="http://onlinejournalismblog.wordpress.com/2008/05/12/twitter-and-the-chinese-earthquake" target="_blank">basta ver o caso do terramoto na China</a> para se perceber a importância que o Twitter pode ter na descoberta de tópicos noticiosos. Mas reportando-me apenas e só ao uso do StrawPoll, um jornalista pode usá-lo para obter opiniões e comentários tanto de experts como de "pessoas comuns" acerca de um dado tema, enriquecendo o seu trabalho e, possivelmente, entrando em contacto com novas fontes e recursos que desconhecia.</p>
<p>Em suma, esta pequena ferramenta tem um potencial enorme desde que manejada de forma sábia.</p>
<p><strong>Leituras complementares:</strong></p>
<p><a href="http://pauloquerido.net/tecnologia/a-importancia-do-twitter/" target="_blank">A importância do Twitter</a> - Paulo Querido</p>
<p><a href="http://olago.wordpress.com/2008/05/14/entrevista-sobre-o-twitter/" target="_blank">Entrevista sobre o Twitter</a> - Alexandre Gamela</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Par ou Ímpar: O Problema das Escalas nos Questionários e Sondagens]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=49</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 15:17:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.pt.wordpress.com/2008/05/07/par-ou-impar-o-problema-das-escalas-nos-questionarios-e-sondagens/</guid>
<description><![CDATA[Ao ler este post de Pedro Magalhães em reposta a um outro de Eduardo Pitta, voltei a recordar-me de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ao ler este post de <a href="http://margensdeerro.blogspot.com/2008/05/sobre-o-estudo-do-ics-sobre-sexualidade.html" target="_blank">Pedro Magalhães</a> em reposta a um outro de <a href="http://daliteratura.blogspot.com/2008/05/algumas-vezes.html" target="_blank">Eduardo Pitta</a>, voltei a recordar-me de uma discussão acerca do número de pontos que uma escala de respostas deve ter. A dúvida centra-se essencialmente na escolha entre um número de pontos par ou a opção pela solução ímpar. Existem argumentos a favor de qualquer escolha, embora pessoalmente pense que um número de pontos ímpar é o ideal.</p>
<p>A escolha de um número par, ocorre normalmente pelo facto de se querer obter uma resposta concreta por parte dos inquiridos. Aquilo que se faz é retirar uma opção neutra de forma a "forçar" os sujeitos a optarem por um dos campos de resposta: negativo ou positivo, ou outra dicotomia que esteja a ser usada. Na minha opinião isto causa uma clara anomalia já que é perfeitamente possível que uma pessoa tenha uma opinião neutra ou que nem sequer tenha uma opinião formada sobre o assunto em questão. Face à ausência de uma opção de não comprometimento muitas pessoas formam a sua opinião na hora, o que não é o que se pretende, ou então optam por não responder, o que também não é desejável. Embora tal seja muitas vezes desvalorizado, sobretudo em termos de decisões de marketing, a ausência de um opinião ou tomada de decisão sobre um dado assunto é tão ou mais valioso do que uma tendência clara de resposta.</p>
<p>A escolha de um número de pontos ímpar para uma escala ataca de certa forma este problema, mas é preciso ter em conta que esta solução apresenta também algumas falhas. Desde logo, nem sempre é possível apresentar representações semânticas (que têm melhores resultados comparativamente à apresentação de apenas valores numéricos em muitos casos) para a solução neutra, ou encontrar antónimos exactos para os pontos opostos de uma escala. Ainda assim, esta solução apresenta mais vantagens e deve, em minha opinião, ser preferida relativamente à escolha de opções par.</p>
<p>Já agora, penso que as melhores opções são escalas com 5 ou 7 pontos de resposta (a escolha de uma ou outra solução depende da complexidade do tópico em questão e das preferências de quem formula o questionário) já que permitem uma boa distinção entre opiniões sem no entanto apresentarem um número irreal e excessivo de opções capazes de perturbar, distrair ou inibir as escolhas dos inquiridos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Correlação Não é Causalidade (Só Para Lembrar)]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=46</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 11:46:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.pt.wordpress.com/2008/05/06/correlacao-nao-e-causalidade/</guid>
<description><![CDATA[Recentemente encontrei notícias acerca de dois estudos que apresentavam dados muito interessantes d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente encontrei notícias acerca de dois estudos que apresentavam dados muito interessantes do ponto de vista social e que fariam as delícias de muitos grupos e personalidades políticas, apenas para, uma vez mais, me desiludir com a tendência de assumir inferências causais quando elas não estão presentes. Um dos estudos em causa reportava <a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2008/05/080502102606.htm" target="_blank">a ligação entre a publicidade a tabaco e o aumento do consumo do produto entre os jovens indianos</a>, enquanto o outro aborda <a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2008/05/080505162826.htm" target="_blank">a importância diferenciada dos genes e do ambiente social no desencadear do consumo de álcool entre os jovens</a>.</p>
<p>Por muito interessantes, e importantes, que os dados sejam é necessário ter em conta que os estudos são correlacionais, isto é, mostram de facto a existência de relações existentes entre variáveis mas não apontam nem o sentido dessa relação nem tão pouco definem com certeza que essa relação não é resultado da influência de uma outra variável.</p>
<p>No caso concreto do consumo de tabaco entre os jovens indianos é tão provável este aumento dever-se ao aumento de publicidade feito ao produto, como ter sido esse aumento a levar ao incremento do investimento publicitário. Da mesma forma, é possível que algumas mudanças culturais que têm vindo a suceder na Índia estejam relacionadas com estes dois dados. No caso do estudo acerca do impacto dos genes na predisposição para o consumo do álcool, a quantidade de variáveis que escapam ao controlo dos investigadores é enorme, mesmo quando estamos a falar da comparação de gémeos. É completamente impossível garantir que duas pessoas apenas se distinguem entre si devido ao património genético ou devido às influências sociais que os rodeiam.</p>
<p>Não quero com isto dizer que estes estudos devam ser ignorados. Ambos têm mérito e apontam para situações que vale a pena estudar e avaliar. Preocupa-me no entanto o impacto que os mesmos poderão ter em termos de medidas políticas e sociais. É que se a maioria dos investigadores científicos sabem que correlação não significa causalidade, o resto da população, mesmo aqueles que detém cursos superiores ou ocupam cargos de elevada importância, tendem a negligenciar este "pequeno" pormenor!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudos de Mercado e Profecias Auto-Realizáveis]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=42</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 12:07:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.pt.wordpress.com/2008/05/05/estudos-de-mercado-e-profecias-auto-realizaveis/</guid>
<description><![CDATA[Pedro Magalhães citou recentemente um artigo da The New York Review of Books onde se pondera sobre ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://margensdeerro.blogspot.com/" target="_blank">Pedro Magalhães</a> citou recentemente um artigo da <a href="http://www.nybooks.com/articles/21231" target="_blank">The New York Review of Books</a> onde se pondera sobre a posição de Mark Penn na campanha política de Hillary Clinton, defendendo-se que não é uma boa ideia ter um responsável por estudos de mercado numa posição de destaque numa campanha política. <a href="http://lpm.blogs.sapo.pt/218592.html" target="_blank">Luís Paixão Martins</a> contrapõe o seguinte:</p>
<blockquote><p>também não faz sentido que os consultores de estratégia supervisionem, subcontratem ou, de qualquer forma, tenham ascendente sobre os trabalhos de “<em>marketing research</em>”.<br />
Uma equipa para investigar, testar e fazer balanços; outra equipa para propor, aconselhar e definir: eis o modelo ideal.</p></blockquote>
<p>Isto é tão válido para uma campanha política como para o departamento de marketing de qualquer empresa. No artigo que Pedro Magalhães cita, um dos motivos pelos quais atribuir uma posição de destaque no desenho da estratégia ao responsável pelos estudos de mercado é o facto de este poder construir as questões dos estudos de forma a obter as respostas que procura.</p>
<p>Embora seja uma preocupação sincera, a verdade é que esta é uma situação que pode ocorrer com ou sem o responsável de estudos de mercado numa posição proeminente dentro da estrutura. Basta que haja pressão sobre a equipa responsável pelos estudos para que tal suceda.</p>
<p>Não é fácil construir um estudo de mercado objectivo, já que a mais pequena das subtilezas pode enviesar os resultados numa dada direcção. É por isso importante a existência do maior nível de independência possível entre quem conduz os estudos e quem é responsável pela aplicação de medidas resultantes desses estudos.</p>
<p>Não digo que este "construir" as questões de acordo com aquilo que se pretende obter seja premeditado ou consciente; acontece aquilo que em psicologia se designa de efeito Pigmaleão ou profecias auto-realizáveis, ou seja, as expectativas que uma pessoa tem acerca de algo (que pode ser o comportamento de alguém ou os resultados de um inquérito) influenciam o resultado final através da acção dessa pessoa. Esta é uma situação muito comum ao nível do ensino em que os professores, ainda que inconscientemente, dão maior apoio aos alunos que em sua opinião irão ter melhores resultados, o que os leva a internalizar essas expectativas e realmente obter melhores resultados, confirmando aquilo que o professor esperava.</p>
<p>No caso dos estudos de mercado, as pessoas vão à procura das respostas que querem obter moldando as questões de forma a que melhor consigam avaliar as suas ideias. Isto invariavelmente resulta em questionários ou guiões de entrevista mal elaborados, com questões que dirigem as respostas para um dado sentido, o que culmina de facto na obtenção das respostas pretendidas embora na verdade não se trate de uma avaliação honesta e objectiva do mercado.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudo Indica que Consumidores Usam Social Media para "Bater" nas Empresas]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 14:50:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.pt.wordpress.com/2008/04/28/consumidores-usam-social-media-para-bater-nas-empresas-estudo/</guid>
<description><![CDATA[Embora tal não deva ser surpresa para ninguém, um estudo realizado pela Society for New Communicat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Embora tal não deva ser surpresa para ninguém, um estudo realizado pela <a href="http://sncr.org/?p=110" target="_blank">Society for New Communications Research</a> nos Estados Unidos, indica que o Social Media vem desempenhado um papel fundamental na troca de experiências comercias entre os consumidores. Sejam recomendações, queixas ou informações as plataformas que a Web 2.0 coloca ao serviço do público servem como local privilegiado para obter conhecimento acerca de uma empresa, os seus produtos/serviços e o seu relacionamento passado como outros consumidores.</p>
<p>Alguns dados que importa reter e reflectir sobre as suas implicações:</p>
<ul>
<li>Cerca de 59% dos inquiridos indica falar sobre as suas experiências com as empresas nas plataformas de social media</li>
<li>72% procura informações online acerca do serviço de apoio a clientes de uma empresa antes de fazer negócio</li>
<li>74% indicou escolher empresas/marcas baseando-se nas informações partilhadas online por outros consumidores</li>
<li>Cerca de 81% acredita que os vários serviços de social media podem ajudar os consumidores a terem uma voz mais "presente" no que respeita ao apoio ao cliente prestado pelas empresas. No entanto, <strong>menos de 33% acredita que essas mesmas empresas levem a sério as opiniões dos consumidores</strong>.</li>
</ul>
<p>Em suma, este estudo vem apenas reafirmar a importância que os social media vão assumindo nos dias de hoje nas relações entre empresas e consumidores. Esta é uma informação de importância vital para qualquer empresa que procure ter sucesso - sobretudo junto às franjas etárias com maior índice de utilização de novas tecnologias. A gestão de reputação online é hoje em dia uma necessidade vital para toda e qualquer empresa (mais sobre este assunto ainda esta semana).</p>
<p>Acho importante realçar, como fiz com o bold acima, o facto de apenas alguns dos inquiridos considerarem que as opiniões expressas pelos consumidores online são encaradas com seriedade pelas empresas. E isto num mercado, o dos EUA, onde estes meios já entraram na vida empresarial há algum tempo. No fundo, a desconfiança dos consumidores relativamente às empresas e o sentimento de impotência perante o "autismo" com que as suas queixas são tratadas, continua numa altura em que se esperaria um pouco mais de abertura por parte das empresas.</p>
<p><strong>Nota importante:</strong> o estudo com pouco mais de 300 utilizadores regulares da Internet. Não só se trata de um número reduzido em termos de representatividade, como se trata de um grupo de pessoas que não corresponde ao consumidor-típico. Ainda assim, os dados são interessantes já que este é o público-alvo de muitas empresas e porque se tratam de pessoas capazes de influenciar as escolhas de outros consumidores. Ainda assim, cuidado com as extrapolações!</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Google a Marca Mais Forte do Mundo]]></title>
<link>http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/?p=21</link>
<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 14:34:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
<guid>http://dissonanciacognitiva.pt.wordpress.com/2008/04/21/google-a-marca-mais-forte-do-mundo/</guid>
<description><![CDATA[A Millward Brown publicou hoje os resultados do seu estudo anual BrandZ Ranking que faz uma avaliaç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Millward Brown publicou hoje os resultados do seu estudo anual BrandZ Ranking que faz uma avaliação da brand equity de cerca de 50 mil marcas a nível mundial. Sem grandes surpresas, e <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/2008/04/18/o-todo-poderoso-google/" target="_blank">vindo ao encontro do que aqui já escrevi</a>, o Google é marca mais forte do Mundo!</p>
<p>O Top 5 é o seguinte:</p>
<ol>
<li>Google</li>
<li>General Electric</li>
<li>Microsoft</li>
<li>Coca-Cola</li>
<li>China Mobile</li>
</ol>
<p>As principais marcas são todas originárias dos EUA excepto a China Mobile, embora eu considere que aqui pesará mais o número da população chinesa do que propriamente a marca em si. Realce também para o facto do sector dos Operadores de Telecomunicações Móveis e de Tecnologia terem sido aqueles que cresceram mais no último ano.</p>
<p>Podem aceder ao relatório em pdf, que contém explicações sobre como o ranking é feito, através <a href="http://www.millwardbrown.com/Sites/Optimor/Media/Pdfs/en/BrandZ/BrandZ-2008-Report.pdf" target="_blank">deste link</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[CREA A TÚA PROPIA ENQUISA]]></title>
<link>http://socioloxia.wordpress.com/?p=72</link>
<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 20:53:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>waltinho</dc:creator>
<guid>http://socioloxia.pt.wordpress.com/2008/03/25/crea-a-tua-propia-enquisa/</guid>
<description><![CDATA[Facer unha enquisa é algo inevitable para calquer sociólogo. Pero en moitas ocasións tropezamos c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Facer unha enquisa é algo inevitable para calquer sociólogo. Pero en moitas ocasións tropezamos con moitos impedimentos, estos parecen incrementarse se a nosa opción é facer unha enquisa por internet ou mesmo ca nosa PDA. O uso das novas tecnoloxías pódenos permitir realizar traballos moi amplos cun relativo baixo custo, por iso dende este por tal de Sociólogos sen Fronteiras estamos na obriga de por en coñecementos dos que nos seguides a creación dun sofrware para a creación de enquisas.</p>
<p>O feito de negar a utilización destas novas tecnoloxías para a realización do noso traballo diario pode ser o fin da disciplina. Adaptarse os novos tempos significa utilizar aquelas ferramentas que nos permitan traballar con maior obxetividade, co feito de dar co mellor análise. Co fin de chegar a mellorar a nosa preparación debemos de ser curiosos e indagar neste eido, que as veces parece que se nos escapa.</p>
<p>Utilizar as enquisas no noso blog ou na nosa web poden axudarnos a introducir estas ferramentas na nosa vida cotiá. Agora ben, precisamos outros métodos para poder realizar os análises pertinentes, pero este xa é outro tema.</p>
<p>Probade a utilizar este software que vos facilitamos neste portal. Calquer aportación qeu fagades a Sociólogos sen Fronteiras será benvido.</p>
<p>Se estás interesado en ver como funciona este sistema de software fai clic <a href="http://www.snapsurveys-spain.com/software.html">aquí</a>.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://socioloxia.wordpress.com/files/2008/03/snap.gif" alt="snap.gif" /></div>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[ESTUDO DE MERCADO DE INTERNET-METODOLOXÍA]]></title>
<link>http://socioloxia.wordpress.com/2007/07/03/estudo-de-mercado-de-internet-metodoloxia/</link>
<pubDate>Tue, 03 Jul 2007 09:04:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>waltinho</dc:creator>
<guid>http://socioloxia.pt.wordpress.com/2007/07/03/estudo-de-mercado-de-internet-metodoloxia/</guid>
<description><![CDATA[METODOLOXÍA: 
O Estudo Xeral de Internet é unha investigación das caracater´siticas e hábitos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="left">METODOLOXÍA: </p>
<p>O Estudo Xeral de Internet é unha investigación das caracater´siticas e hábitos dos internautoas españois. É por elo que o universo de obxeto de estudo é única e exclusivamente os usuarios de internet en todo o territorio nacional.</p>
<p>Con o obxeto de obter unha imaxen fiel do internauta, a recollida de información realizase exclusivamente on-line. Desta forma,  garantizase a fiabilidade da mostra obtida en canto a sua pertenza real o universo obxeto de estudo.</p>
<p>Co fin de cumplir perante todo o proceso ca  lexislación vixente, non se emplean cookies que rexistren o usuario sen o  seu consentimento. As enquisas son completadas voluntariamente polos internautas, non sendo, polo tanto, un estudo centrado nos fogares españois, senon nos individuos. </p>
<p>O cuestionario é consensuado e auditado mediante un foro de debate o que pertencen as principais asociacións de Internet, publicidade e outras afine o sector reunidas nun Comité Auditor.</p>
<p>A recollida da información  realizase a través de banners en multitude de webs, con millóns de impresións que  permiten  a obtención dunha mostra representativa do universo que é obxeto de estudo.</p>
<p>Esta metodoloxía, moi eficiente a hora de facer calquer tipo de estudo social, económico ou de usos culturais do Internet, foi facilitada por unha empresa de estudos de mercado. Cada sistema metodolóxico pareceume realmente innovador, falando dos estudios sociolóxicos, e ademáis moi útiles a hora de falar dos estudos acutais. Hoxe debemos pensar, que Internet é unha ferramenta básica para moitísimas empresas, polo que o hábito debe ser rexistrado nos sucesivos estudos mercantís.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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