O corpo nunca é triste; o corpo é o lugar mais perto onde o lume canta. É na alma que a morte faz a casa. … mais →
O Sal da LínguaRaquel Agra wrote 1 day ago: O corpo nunca é triste; o corpo é o lugar mais perto onde o lume canta. É na alma que a morte fa … more →
Raquel Agra wrote 2 days ago: Era bonita mas tão provinciana a cidade. Dos seus muros pasmados a luz fina caía preguiçosa nas a … more →
Raquel Agra wrote 3 days ago: Não canto porque sonho. Canto porque és real. Canto o teu olhar maduro, teu sorriso puro, a tua gr … more →
Raquel Agra wrote 4 days ago: Alguém diz com lentidão: «Lisboa, sabes…» Eu sei. É uma rapariga descalça e leve, um vento s … more →
Raquel Agra wrote 5 days ago: Choras, e nem eu posso mais do que lágrimas, coisas frias, sobre as tuas mãos abandonadas à janel … more →
Raquel Agra wrote 6 days ago: Obstruído o caminho da transparência só me resta reunir os fragmentos do sol nos espelhos e com e … more →
Raquel Agra wrote 1 week ago: Durou muitos anos, aquele verão. Crescíamos sem pressa com o trigo e as abelhas. Com o sol corría … more →
Raquel Agra wrote 1 week ago: É outono, desprende-te de mim. Solta-me os cabelos, potros indomáveis sem nenhuma melancolia, s … more →
Raquel Agra wrote 1 week ago: 1. Apelo da manhã perdido em flor: ave seria se não fosse ardor. 2. Pelo sabor da água reconhe … more →
Raquel Agra wrote 1 week ago: Sei de uma pedra onde me sentar à sombra de um setembro quase no fim. Havia ainda as mãos, mas … more →
Raquel Agra wrote 1 week ago: Nem os olhos sabem que dizer a esta rosa de alegria, aberta nas minhas mãos ou nos cabelos do dia. … more →
Raquel Agra wrote 2 weeks ago: Toda a ciência está aqui, na maneira como esta mulher dos arredores de Cantão, ou dos campos de … more →
Raquel Agra wrote 2 weeks ago: Dizem que foste tu a escolher a violência da tua morte, num acorde perfeito com os teus versos. N … more →
Raquel Agra wrote 2 weeks ago: Porque por essa porta sobre a rugosa luz da tarde terás ainda tempo de pegar nos pés e meter-te a … more →
Raquel Agra wrote 2 weeks ago: A casa é branca, branca de cal (que de todos os brancos é o único que é branco), debruada de azu … more →
Raquel Agra wrote 2 weeks ago: Já gastámos as palavras pela rua, meu amor, e o que nos ficou não chega para afastar o frio de qu … more →
Raquel Agra wrote 2 weeks ago: Ensina-me, ensina-me como se faz do barro essa canção, essa luz que vi mudada em pedra viva nos te … more →
Raquel Agra wrote 2 weeks ago: São coisas vindas do mar. Ou doutra estrela. Seixos, ouriços, astros pequenos e vagabundos, sem b … more →
Raquel Agra wrote 3 weeks ago: É uma rosa amarela. Uma rosa de verão. Sempre uma rosa em botão estava posta à janela. Quem mora … more →