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	<title>fernando-namora &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/fernando-namora/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "fernando-namora"</description>
	<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 04:45:48 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Literatura libertadora]]></title>
<link>http://liquidus.wordpress.com/?p=1421</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 20:16:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Liquidus</dc:creator>
<guid>http://liquidus.wordpress.com/2008/08/11/1421/</guid>
<description><![CDATA[Literatura Libertadora
A literatura é um processo de libertação e, por conseguinte, aspira à lib]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Literatura Libertadora</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">A literatura é um processo de libertação e, por conseguinte, aspira à liberdade. Quer dizer que o seu ponto de partida é uma recusa aos constrangimentos. Quer dizer, ainda, que os constrangimentos estão na sua génese ou no desencadear da sua explosão, como tem sido proclamado por tantos criadores.<br />
Homem livre, pois, o escritor - ou que visceralmente deseja sê-lo. Tão livre, ou tão necessitado de o ser, que nem sequer pode estar de acordo com certas situações para que ardorosamente contribuiu: seja numa sociedade burguesa, seja numa sociedade proletária, ele sempre encontrará razões para a sua insubmissão e para o seu inconformismo, mesmo se, muitas vezes, se trate de uma contestação inconsciente.
</p>
<p style="text-align:right;"><em>Fernando Namora, in 'Jornal sem Data'</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poesia, sempre...]]></title>
<link>http://conversamos.wordpress.com/?p=1906</link>
<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 14:38:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>LN</dc:creator>
<guid>http://conversamos.pt.wordpress.com/2008/04/06/poesia-sempre-45/</guid>
<description><![CDATA[
Tudo na vida está em esquecer o dia que passa.
Não importa que hoje seja qualquer coisa triste,
u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><img src="http://www.lagos-luz-sagres.com/gallery/img/praia_da_barriga1.jpg" alt="" width="326" height="244" /></p>
<p class="MsoNormal"><strong><em><span style="text-decoration:underline;"><span>Tudo na vida</span></span></em></strong><strong><em><span> está em esquecer o dia que passa.</span></em></strong><strong><em><span><br />
<strong><span>Não importa que hoje seja qualquer coisa triste,</span></strong><br />
<strong><span>um cedro, areias, raízes,</span></strong><br />
<strong><span>ou asa de anjo</span></strong><br />
<strong><span>caída num paul.</span></strong><br />
<strong><span>O navio que passou além da barra</span></strong></span></em></strong><strong><em><span><strong></strong><br />
<strong><span>já não lembra a barra.</span></strong><br />
<strong><span>Tu o olhas nas estranhas águas que ele há-de sulcar</span></strong><br />
<strong><span>e nas estranhas gentes que o esperam em estranhos portos.</span></strong><br />
<strong><span>Hoje corre-te um rio dos olhos</span></strong><br />
<strong><span>e dos olhos arrancas limos e morcegos.</span></strong><br />
<strong><span>Ah, mas a tua vitória está em saber que não é hoje o fim</span></strong><br />
<strong><span>e que há certezas, firmes e belas,</span></strong></span></em></strong><strong><em><span><strong></strong><br />
<strong><span>que nem os olhos vesgos</span></strong><br />
<strong><span>podem negar.</span></strong><br />
<strong><span>Hoje é o dia de amanhã.</span></strong></span></em></strong></p>
<p><em><span>Fernando Namora</span></em></p>
<p><em>(imagem <a href="http://www.lagos-luz-sagres.com/gallery/img/praia_da_barriga1.jpg">aqui</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FERNANDO NAMORA - RETALHOS]]></title>
<link>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/03/20/fernando-namora-retalhos-da-vida-de-um-medico/</link>
<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 17:27:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://fragmentosdetempo.pt.wordpress.com/2008/03/20/fernando-namora-retalhos-da-vida-de-um-medico/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Há dias em que a melancolia chove dentro de nós como num pátio interior, atapetado de jorn]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>"Há dias em que a melancolia chove dentro de nós como num pátio interior, atapetado de jornais velhos. Não se ouve, não se sente - mas rebrilha na sujidade densa. Eu estava num desses dias quando afastei a cortina e olhei pela janela a tarde que se ofuscara de repente, com pressa de se evadir da atmosfera enfastiada e, sobretudo, de um cenário sem alegria...". (...)<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>"Mas em fechando a cortina tudo isso desaparecia: eis-me de novo isolado no gabinete fofo, de paredes que, a partir de certo momento, me davam a sensação irrespirável de uma espessura acolchoada onde tudo ficava retido: a fadiga, o silêncio...</span></p>
<p>(...)</p>
<p>[<em>Fernando Namora - Retalhos da Vida de Um Médico - Segunda Série - excertos, pág 305; 14ª Edição. Livraria Bertrand</em>]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[novo blog: cidade solitária]]></title>
<link>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/?p=300</link>
<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 02:47:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://fragmentosdetempo.pt.wordpress.com/2008/03/12/novo-blog-cidade-solitaria/</guid>
<description><![CDATA[Estou com mais um blog, chamado: CIDADE SOLITÁRIA, neste link:
 http://jroldao.wordpress.com/
O tí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Estou com mais um blog, chamado: <font color="#333333"><b><a href="http://jroldao.wordpress.com/" target="_blank">CIDADE SOLITÁRIA</a></b></font>, neste link:</p>
<p align="justify"> http://jroldao.wordpress.com/</p>
<p align="justify">O título, como alguns devem perceber, é inspirado na obra do escritor-médico-português <font color="#333333"><b>Fernando Namora</b></font>; uma coleção de narrativas que tem o mesmo nome. Aliás, <b><font color="#333333">Fernando Namora </font></b>é um de meus autores <i>preferidíssimos</i>.</p>
<p align="justify">Qual o motivo para criar outro blog? Não sei mesmo porque, mas o Fragmentos de Tempo sempre me aprisiona para determinados assuntos.  Tipo, não consigo publicar aqui - trava-me as mãos e os olhos - determinadas coisas; quase sempre coisas que sejam mais pessoais e diretas, opiniões minhas e observações cotidianas. No novo blog pretendo justamente me expor mais - sem, no entanto, descobrir-me muito - e publicar percepções mais cruas e diretas que possam ocorrer em meu cotidiano.</p>
<p align="justify">Certamente - muito, muito certamente mesmo (aliás, já ocorreu no primeiro relato) - é impossível pra mim não ficcionalizar algumas coisas, mesmo as mais triviais. Não sei se isso é dom ou cadeia invisível, mas até que me dá bastante prazer realizar tais distorções ou <i>reparos</i>.</p>
<p align="justify">Convido-os todos a assinarem o <a href="http://jroldao.wordpress.com/" target="_blank"><b><font color="#333333">Cidade Solitária</font></b></a>, seja para receberem via email ou RSS, e os aguardo com muita alegria nas visitas constantes que possam me conceder!</p>
<p align="justify">Bons Ventos!</p>
<p align="justify">José Roldão</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&#8220;ser feliz é ser simples&#8221;]]></title>
<link>http://liquidus.wordpress.com/2007/01/19/ser-feliz-e-ser-simples/</link>
<pubDate>Fri, 19 Jan 2007 12:26:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Liquidus</dc:creator>
<guid>http://liquidus.wordpress.com/2007/01/19/ser-feliz-e-ser-simples/</guid>
<description><![CDATA[“Ser feliz é, afinal, não esperar muito da felicidade, ser feliz é ser simples, desambicioso, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;text-indent:90pt;line-height:150%;" class="MsoNormal"><span style="font-size:13pt;line-height:150%;">“Ser feliz é, afinal, não esperar muito da felicidade, ser feliz é ser simples, desambicioso, é saber dosar as aspirações até àquela medida que põe o que se deseja ao nosso alcance. Pegando de novo em Tolstoi, que vem sendo em mim um padrão tutelar, lembremos de novo um dos seus heróis, o príncipe Pedro Bezoukhov (do romance 'Guerra e Paz'). As circunstâncias fizeram-no conviver no cativeiro com um símbolo da sabedoria popular, um tal Karataiev. Pois esse companheirismo desinteressado e genuíno, esse encontro com a vida crua mas desmistificadora, não só modificaram o príncipe Pedro como lhe revelaram o que ele precisava de saber para atingir o que nós, pobres humanos, debalde perseguimos: a coerência, a pacificação interior, que são corretivos da desventura.</span></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:90pt;line-height:150%;" class="MsoNormal"><span style="font-size:13pt;line-height:150%;">Tolstoi salienta-nos que Pedro, após essa vivência, apreendera, não pela razão mas por todo o seu ser, que o homem nasceu para a felicidade e que todo o mal provém não da privação mas do supérfluo, e que, enfim, não há grandeza onde não haja verdade e desapego pelo efêmero. Isto, aliás, nos é repetido por outra figura de Tolstoi, a princesa Maria, ao acautelar-nos com esta síntese desoladora: «Todos lutam, sofrem e se angustiam, todos corrompem a alma para atingir bens fugazes».”</span></p>
<p style="text-align:right;text-indent:90pt;line-height:150%;" class="MsoNormal" align="right"><strong><em><span style="font-size:13pt;line-height:150%;">Fernando Namora, in 'Sentados na Relva'</span></em></strong></p>
]]></content:encoded>
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