No teu rosto começa a madrugada. Luz abrindo, de rosa em rosa, transparente e molhada. Melodia distante mas segura; irrompendo da terra, quente, redonda, madura. Mar imenso, praia deserta, horizon… mais →
O Sal da LínguaRaquel Agra wrote 4 months ago: No teu rosto começa a madrugada. Luz abrindo, de rosa em rosa, transparente e molhada. Melodia dis … more →
Raquel Agra wrote 8 months ago: Tocar-te a pele o pulso aberto ao gume do olhar. Que seja essa a casa, a estrela do primeiro dia. … more →
Raquel Agra wrote 8 months ago: Há um pequeno sismo em qualquer parte ao dizeres o meu nome. Elevas-me à altura da tua boca lentamen … more →
Raquel Agra wrote 9 months ago: Não sei quem, nem em que lugar, mas alguém me deve ter morrido. Senti essa morte num arrepio da tard … more →
Raquel Agra wrote 11 months ago: A terra inocente abre-se ao ardor de oiro de uma flauta – será que o pastor ou a primavera desperta … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Provavelmente já te encontrarás à vontade entre os anjos e, com esse sorriso onde a infância tomava … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Com as quatro folhas dos trevos do verão farei uma casa sem portas sem janelas para te esconder, far … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Já estiveras na morte muita vez e sempre regressaras. Para a conheceres bastava-te afinal seres port … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Este sol, não sei se já o disse, este sol é o mar todo da minha infância. É como se fora a manhã a … more →