Há 40 anos, quando iniciei o esboço deste post num caderno brochura, não imaginava ter envelhecido tanto para ver-me em preto e branco em um monitor de LCD. Ainda que nada em mim tenha se alterado … mais →
MIOPIAC. Guilherme A. Salla wrote 1 day ago: Há 40 anos, quando iniciei o esboço deste post num caderno brochura, não imaginava ter envelhecid … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 1 day ago: A Fundação Pró-Memória de Indaiatuba edita, para o final deste ano, o segundo volume do livro … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 2 months ago: Fazia tempo que eu não comia uma boa feijoada. Entrei no bar disposto e faminto, mas no balcão tr … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: A tinta seca, colada à parede, Descasca o tempo. Marca o que não permanece No oco do reboco. Ouve- … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Trinta pés de eucalipto, Trinta pás de cal: Nosso bosque predileto. Cláudio Guilherme Alves Sall … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Na sala da casa Das quatro paredes Pendem treze casas Pintadas. Vista de fora, Nada vê quem nela N … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Há rodas nos pés De cada uma das cadeiras. Um a um, amontoa Todo pó sobre o piso E, mesmo assim, … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Vai derramando, De jorro em jorro, Chorando leite, Virando jarros. Vai crescendo, Bebendo o esgotado … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Nem tudo o que a lembrança quer Que de mim eu faça É o que eu agora idéio E nem tudo que hoje od … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Quando há três pessoas Em uma casa Seus chinelos se misturam Sob as camas. Quando há três pessoa … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: A rua atrás de mim É um rabo. Entro e fecho a porta. Minhas mãos Deixaram de ter dedos Há anos. … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Grave, Era a situação. Eu, desituado Corri para um lado Bandeiras do outro. Ladram cães, Piam boi … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Mas, nós não tínhamos nada. Nunca tivemos nada. Nem amamos pouco. A lista dos que não constaram, … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: E até quando se pode esperar Quando nada de novo acontece? Fios, aranhas tecem. Nenhuma forma deriv … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Meu poema maduro Nestas minhas palavras rasteiras Nasce apodrecido. A riqueza de sua cultura Deve-se … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Minhas mãos tremem Mordem-me os dedos Mamam minhas mãos Mãos não são más Mas não são sãs S … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Como já havia dito em um post anterior, o poema, aqui postado, foi o primeiro texto deste autor a s … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Agora, enquanto posto poemas, vivo um dilema que se repete, aqui, e na ocasião em que os inscrevi e … more →
C. Guilherme A. Salla wrote 3 months ago: Aqueles grandes olhos viram E voltaram suas pupilas Rentes às pálpebras Roçando os cílios Uns no … more →