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	<title>inversao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/inversao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "inversao"</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 08:41:44 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[Súmula 358 STJ_Pensão Alimentícia_Exoneração_Maioridade_Direito ao Contraditório]]></title>
<link>http://nossodireito.wordpress.com/?p=125</link>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 11:28:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>monicasouza</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nova súmula exige contraditório para fim de pensão alimentícia 
O Segunda Seção do Superior Tr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="titulo_texto"><strong><span style="text-decoration:underline;">Nova súmula exige contraditório para fim de pensão alimentícia</span></strong> </span></p>
<div class="conteudo_texto" style="text-align:justify;">O Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aprovou a Súmula n. 358, que assegura ao filho o direito ao contraditório nos casos em que, por decorrência da idade, cessaria o direito de receber pensão alimentícia. De acordo com a Súmula, a exoneração da pensão não se opera automaticamente, quando o filho completa 18 anos. Isso depende de decisão judicial. Deve ser garantido o direito do filho de se manifestar sobre a possibilidade de prover o próprio sustento.</div>
<p style="text-align:justify;">De modo geral, os responsáveis requerem, nos próprios autos da ação que garantiu a pensão, o cancelamento ou a redução da obrigação. Os juízes aceitam o procedimento e determinam a intimação do interessado. Se houver concordância, o requerimento é deferido. Caso o filho alegue que ainda necessita da prestação, o devedor é encaminhado à ação de revisão, ou é instaurada, nos mesmos autos, uma espécie de contraditório, no qual o juiz profere a sentença. Em inúmeras decisões, magistrados entendem que a pensão cessa automaticamente com a idade.</p>
<p style="text-align:justify;">Os ministros da Segunda Seção editaram a súmula que estabelece que, com a maioridade, cessa o poder pátrio, mas não significa que o filho não vá depender do seu responsável. “Ás vezes, o filho continua dependendo do pai em razão do estudo, trabalho ou doença”, assinalou o ministro Antônio de Pádua Ribeiro no julgamento do Resp 442.502/SP. Nesse recurso, um pai de São Paulo solicitou em juízo a exoneração do pagamento à ex-mulher de pensão ou redução desta. O filho, maior de 18, solicitou o ingresso na causa na condição de litisconsorte.</p>
<p style="text-align:justify;">A sentença entendeu, no caso, não haver litisconsorte necessário porque o filho teria sido automaticamente excluído do benefício. Para os ministros, é ao alimentante que se exige a iniciativa para provar as condições ou capacidade para demandar a cessação do encargo. Seria contrário aos princípios que valorizam os interesses dos filhos inverter o ônus da prova. Há o entendimento de que o dever de alimentar não cessa nunca, apenas se transforma com o tempo.</p>
<p style="text-align:justify;">O novo Código Civil reduziu a capacidade civil para 18 anos. O sustento da prole pelo pai ou pela mãe pode se extinguir mais cedo, mas com o direito ao contraditório. Num dos casos de referência para a edição da súmula, um pai do Paraná pedia a exclusão do filho já maior do benefício. O argumento é de que já tinha obrigação de pagar pensão para outros dois filhos menores. O filho trabalhava com o avô materno, mas teve a garantido o direito ao contraditório.</p>
<p style="text-align:justify;">O fim dos depósitos ou o desconto em folha podem ser apurados em pedido dirigido ao juiz nos próprios autos em que fixada a obrigação, ou em processo autônomo de revisão ou cancelamento, sempre com contraditório.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>O texto da nova súmula é este: “O cancelamento de pensão alimentícia de filho que atingiu a maioridade está sujeito à decisão judicial, mediante contraditório, ainda que nos próprios autos.”</strong></p>
<p>Referência: CPC, art 47, Resp 442.502/SP, Resp 4.347/CE, RHC 16.005/SC, Resp 608371/MG, AgRg no Ag 655.104/SP, HC 55.065/SP, Resp 347.010/SP, Resp 682.889/DF, RHC 19.389/PR, Resp 688902/DF.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inversão de Causalidade]]></title>
<link>http://reditas.wordpress.com/?p=187</link>
<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 00:51:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>pequenonotavel</dc:creator>
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<description><![CDATA[[Um texto já antigo, mas que paga a pena]
O ser humano tem mania de querer que a natureza faça a s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>[Um texto já antigo, mas que paga a pena]</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O ser humano tem mania de querer que a natureza faça a sua vontade, de acordo com as necessidades que inventa a cada dia, em vez de procurar se adaptar a ela, já que a natureza já existia muito antes dele chegar.<br />
Um bioma não se forma em anos numa determinada região, mas como resultado de anos de formação e adaptação dos seres que ali chegaram. Reclamamos quando querem mudar nossos costumes, mas não questionamos as mudanças que impomos.<br />
Tudo bem, nem todos os costumes proporcionam bem-estar àqueles que o praticam, o que dizer então a respeito da civilização, desde um simples moralismo que impede o debate levando a conflitos desnecessários, até o consumismo que já atingiu padrões paranóicos, seja aquele que não nos dá tanta escolha, como no caso das embalagens, ou naquele que nos permite negá-lo, mas por mero impulso, muitas vezes movidos pela propaganda, compramos, como no caso das roupas e dos carros.<br />
Destroem-se biomas, acabando com vidas e rompendo inúmeras interações entre a fauna e a flora de um ambiente, para construir desde barragens imensas a estradas apenas para carros, ou seja, tudo para atender a interesses meramente humanos, minto, para atender aos interesses egocêntricos, seja do engenheiro que assinará a obra, seja do governo que ganhará votos, seja das empreiteiras.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Imagine alguém invadindo sua casa sem qualquer ordem de despejo ou indenização para passar uma rodovia. É o que se faz com todos os outros seres vivos, inclusive com o ser humano. Quantos não perderam suas casas alagadas por barragens, como no caso das Três Gargantas.<br />
Essa inversão de causalidade, que faz com que o ser humano se veja à parte da natureza e queira modificá-la como deseja, vem acontecendo também no caso da Transposição do rio S. Francisco.<br />
Em vez de se implementar uma política para que as pessoas tenham a capacidade de viver bem no ambiente semi-árido, querem mudar a estrutura de toda a região, usando como argumento demagógico o transporte de águas até as regiões mais secas, o que não é bem verdade.<br />
Quem é um pouco informado sabe da existência da "indústria da seca" no nordeste. Inúmeros estados usam o argumento da seca para receber mais verba do governo, a qual dificilmente chegará a seu destino prometido.<br />
Além disso, um projeto que envolve grandes empreiteiras e investimentos astronômicos para sua realização traz muita desconfiança, ainda mais porque já foi detectado um superfaturamento de R$400milhões, antes das obras começarem [1].<br />
Assim como a solução para o trânsito caótico de São Paulo não é abrir mais estradas ou implementar inúmeros "minhocões" por cima da cidade, mas desafogar o trânsito com um transporte realmente público e de qualidade, reformar trens que chegam à periferia, integrar sistemas e não permitir o inchamento dos bairros com leis severas para a indústria e para o comércio, não permitindo determinados setores de habitação, implementando um plano diretor que impeça a construção de favelas, bem como permitir que a própria população arquitete a implementação de escolas e locais de sua utilidade, como bibliotecas, centros de cultura, hortas, praças, teatros, cinemas (gratuitos ou a custo de manutenção).<br />
No caso das regiões semi-áridas inúmeros projetos já são desenvolvidos até em parceria com a Petrobrás, ou realizados pela Care, dentre outros, mostrando que essa adaptação pode ser feita, em prol da harmonia do homem com o meio, sem que um dos dois seja sublevado, seja o homem por sua ignorância, ou a natureza pela ignorância do homem, que vem inclusive destruindo o S. Francisco com a deposição de desejos, contribuindo para a poluição e para o assoreamento.<br />
O S. Francisco, assim como o Nilo, o Tigre e o Eufrates, o Yan-tsé Kiang, tem importância para vazenteiros e fazendeiros. Os vazenteiros plantam sobretudo mandioca, feijão e milho, garantindo o abastecimento das feiras do sertão, enquanto os fazendeiros vem praticando a fruticultura para exportação, e serão justamente esses últimos os mais beneficiados, em detrimento dos outros, como tanto comenta Aziz Ab'Saber. [2]<br />
Eu não estou aqui levantando bandeira contra a tecnologia ou romanticamente a favor do do bucolismo rural. Até porque o desenvolvimento tecnológico, que não significa sair por aí desenvolvendo robos como muitos imaginam ou celulares cheios de utilidades fúteis, é o que vem proporciando o desenvolvimento de uma vida melhor para muitos no semi-árido, com a utilização de cisternas, com o conhecimento de técnicas de plantio, dentre outras técnicas.<br />
Além do mais, sabemos que uma política de exportação cria uma economia dependente não apenas de outros países, mas principalmente dos latifundiários, ou até mesmo pequenos agricultores, os quais com o poder econômico fazem seu "lobby", influenciando nas decisões do Congresso, fazendo como sempre se fez na história deste país, o uso do que às vezes aparentemente é público, em função do privado, enquanto as terras além de terem seu bioma degradado passam a produzir em função da necessidade econômica externa, ou seja, fazendo tudo girar em torno apenas do lucro.</p>
<p>[1] <a href="http://memoriaativa.blogspot.com/2007/08/memoria-ativa-4-padim-chico.html">Blog Memória Ativa segundo reportagem do Tribuna da Imprensa - RJ</a><br />
[2] <a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=52">Repórter Brasil - Projeto de Transposição não garante água a necessitados</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Civilização]]></title>
<link>http://ficcaofantastica.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 05:45:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciano R.S.</dc:creator>
<guid>http://ficcaofantastica.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[Uma nave se aproximava daquele planeta. Era uma nave com humanos. O planeta era habitável, com águ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   &#60;![endif]--><font size="2">Uma nave se aproximava daquele planeta. Era uma nave com humanos. O planeta era habitável, com água, oxigênio, florestas, vales, desertos, mares. Enfim, era possível viver ali, como viviam em seu mundo de origem. A expedição espacial 919 foi recrutada, como centenas de outras mais, para descobrir sistemas onde o ser humano pudesse viver. E obteve sucesso. Mas um acidente colocou a tripulação da nave em uma situação sem solução.</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">Trinta membros da equipe foram designados para descer no novo planeta, coletar informações e material de pesquisa. Viveram por três semanas numa área litorânea, catalogando espécies animais, vegetais e amostras de minérios e substâncias. Cientistas trabalhavam em suas pesquisas e técnicos trabalhavam em operações de equipamentos e manutenção quando ouviram pelo comunicador uma mensagem de alerta vinda da nave. Segundos depois, um clarão no céu e a transmissão com a nave cortada.</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">O que teria acontecido à nave, pra explodir no espaço, ninguém saberá dizer, mas com aquele grupo de pessoas, um processo digno de nota começou a se estabelecer. Quando estudamos as civilizações e suas origens, temos a conclusão de que certos povos evoluíram e desenvolveram seus próprios costumes, crenças e tecnologia, sem interferências externas. Seria o processo básico da humanidade?</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">Nas pessoas em questão, o processo foi, de certo modo, retrógrado. Vindos de uma civilização avançada, dependente de tecnologias e detentora de conhecimentos científicos, os novos habitantes do planeta se viram obrigados a viver de forma primitiva, caçando e colhendo alimentos para sobreviver. Após anos naquele planeta, eles já não tinham o respaldo tecnológico de quando ali chegaram e precisaram se virar conforme a necessidade os obrigasse.</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">Também graças aos longos anos vivendo isolados, a necessidade fez a população se procriar. O sexo trouxe novidades ao mundo. Pequenas novidades. Como já faziam sexo ao natural há muito tempo, as conseqüências logo começaram a surgir. Com o processo de povoamento em andamento, em um período de cinqüenta anos, algumas gerações já podiam ser vistas lado a lado.</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">Com o rápido aumento da população e a morte dos primeiros habitantes, o conhecimento trazido por eles também começou a desaparecer. A civilização se espalhava, tomando conta, cada vez mais, daquele mundo novo que estava ali, à disposição deles. Com o passar dos anos, gerações e mais gerações foram substituindo as antigas e aquele conhecimento científico dos primórdios desapareceu, dando lugar a crenças e superstições locais em vários povoados dos novos habitantes, que se espalhavam pelo planeta e ocupavam terras para sobreviver.</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">Foram surgindo as primeiras lendas e os primeiros mitos, inclusive sobre a nave que trouxeram os primeiros humanos. As histórias que os antepassados transmitiam, via tradição oral, foram se banalizando e se convertendo em relatos míticos. Os primeiros humanos agora eram deuses ou heróis de tempos antigos que vieram de lugares distantes e inimagináveis. Tudo o que eles eram capazes de fazer era agora entendido como poderes mágicos.</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">O mito se instalou, as crenças populares foram tomando o lugar da razão e as lendas eram agora tidas como relatos verídicos de acontecimentos do passado. Da ciência o homem imaginou monstros e deuses, dando nomes a cada um e criando religiões baseadas nessas crenças. Os primeiros homens a tocar aquela terra virgem traziam a ciência e o conhecimento mais avançados que tinham, mas, após centenas de anos, tudo havia se perdido. Tudo havia dado espaço às lendas, histórias orais e, principalmente, aos mitos. O mito foi mais poderoso do que qualquer conhecimento, ele o encobriu. Tornou-se o conhecimento em si, de si próprio. O princípio. Aquilo que esse povo temia expor e que queria ocultar.</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">O mito tem a poderosa capacidade de viver dentro dos homens e, quando vê uma oportunidade, quer sair para se firmar entre as leis que governam o mundo. E, por longos séculos ele governou. E os homens viveram à sombra dos mitos.</font></p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">.</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">..</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">...</p>
<p class="MsoBodyTextIndent" style="text-align:justify;">.... &#60;/font&#62;</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[80 anos]]></title>
<link>http://tangaslesbicas.wordpress.com/?p=373</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 10:19:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>tangas</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Há 80 anos a escritora inglesa Radclyffe Hall lançou The Well of Loneliness (Poço da Solidão), ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tangaslesbicas.files.wordpress.com/2008/06/poco.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-374" src="http://tangaslesbicas.wordpress.com/files/2008/06/poco.jpg" alt="poço da solidão - radclyffe hall" width="490" height="243" /></a></p>
<p>Há 80 anos a escritora inglesa <strong>Radclyffe Hall</strong> lançou <em>The Well of Loneliness</em> (<em>Poço da Solidão</em>), a história de <em>Stephen Gordon</em>, uma mulher inglesa da classe alta cuja<strong> inversão sexual</strong> (homossexualidade) é notória desde tenra idade. <em>Gordon </em>apaixona-se por <em>Mary Llewellyn</em>, condutora de ambulâncias na Primeira Grande Guerra. A felicidade das duas é marcada pela rejeição social e pela solidão. O romance defende a <strong>inversão </strong>como natural e foi alvo de uma campanha no <em>Sunday Express</em>, cujo editor escreveu que <em>preferia dar ácido a beber a um rapaz ou a uma rapariga saudáveis do que deixá-los ler o livro</em>.</p>
<p>O livro tornou-se então motivo de uma batalha legal e, apesar de a única menção explícita nele contida ser a frase  "and that night, they were not divided" ("e, naquela noite, elas não ficaram divididas"), um tribunal inglês considerou-o <em>obsceno </em>por <em>defender práticas anti-naturais entre mulheres</em>. O romance conseguiu, no entanto, sobreviver à lei da época no Estado de Nova Iorque e ao United States Customs Court, tornando-se uma obra de referência, embora tenha sido censurada por muitas lésbicas por defender a imagem <em>butch </em>(camionista) e masculinizada das mulheres que gostam de mulheres.</p>
<p>A história de vida de Radclyffe Hall (Marguerite Radclyffe-Hall, 1880-1943), autora de várias obras poéticas e romances, também foi recheada de episódios de contornos novelescos. Os pais separaram-se quando era ainda uma bebé e foi praticamente ignorada pela mãe e pelo padrasto. Estudou no King's Colledge de Londres e na Alemanha, onde viria a conhecer Mabel Batten, uma cantora lírica de 51 anos (Hall tinha 27). Mabel era casada, tinha uma filha e netos. Quando o marido de Batten morreu, as duas começaram uma vida em conjunto. Foi Mabel que começou a tratar a escritora por John, nome que nunca mais abandonou.</p>
<p>Em 1915 apaixonou-se por Una Troubridge, prima de Mabel e escultora, casada com um almirante. Mabel Batten morreu no ano seguinte e as duas começaram a viver juntas. A relação durou até à morte de Hall, embora a escritora tivesse mantido vários casos com outras mulheres.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calendário - desconstruindo a grade]]></title>
<link>http://arvs.wordpress.com/?p=114</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 15:19:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Déia RVS</dc:creator>
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<description><![CDATA[A proposta era fazer um calendário com fotos da Av. Paulista tiradas pela própria pessoa (eu..rs..]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://Nenhum"></a>A proposta era fazer um calendário com fotos da Av. Paulista tiradas pela própria pessoa (eu..rs..), aplicando separação, fusão, fragmentação e inversão. Não achei que sairiam coisas tão legais. :)</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-115" src="http://arvs.wordpress.com/files/2008/05/calendario-02.jpg" alt="" width="420" height="324" /></p>
<p style="text-align:center;"> <img class="alignnone size-full wp-image-118" src="http://arvs.wordpress.com/files/2008/05/calendario-04.jpg" alt="" width="420" height="324" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-117" src="http://arvs.wordpress.com/files/2008/05/calendario-01.jpg" alt="" width="420" height="324" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-116" src="http://arvs.wordpress.com/files/2008/05/calendario-05.jpg" alt="" width="420" height="442" /></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#003366;">Projeto Acadêmico</span><br />
Composição (Photoshop) - Tamanho Original: 1024 x 768px</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Psicologia Invertida]]></title>
<link>http://sorayaromano.wordpress.com/?p=43</link>
<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 21:48:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Soraya Romano de Oliveira</dc:creator>
<guid>http://sorayaromano.wordpress.com/?p=43</guid>
<description><![CDATA[
Tente ler este texto:
De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesiddae ignlsea, oãn ipomtra a odrem ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-44" src="http://sorayaromano.wordpress.com/files/2008/04/letras.jpg?w=400" alt="" width="146" height="262" /></p>
<div><span style="font-size:small;"><strong>Tente ler este texto:</strong></span></div>
<div><span style="font-size:small;">De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesiddae ignlsea, oãn ipomtra a odrem plea qaul as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. </span></div>
<div><span style="font-size:small;">O rseto pdoe ser uma ttaol csãofnuo que vcoê pdoe anida ler sem gnderas pobrlmeas. Itso é poqrue nós oãn lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. </span></div>
<div><span style="font-size:small;">Cosiruo, oãn é? </span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Outro Pensar]]></title>
<link>http://brainstormers.wordpress.com/2008/02/23/o-outro-pensar/</link>
<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 00:48:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>diegocaleiro</dc:creator>
<guid>http://brainstormers.wordpress.com/2008/02/23/o-outro-pensar/</guid>
<description><![CDATA[ 	 	 	 	 	
&nbsp;

	É em certas tardes de agitação discreta que nos vêm os impulsos mais fulgoro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><title></title> 	 	 	 	<!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--> 	</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="center">&#160;</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="left">
<p class="western" align="left">	É em certas tardes de agitação discreta que nos vêm os impulsos mais <i>fulgorosos</i>. Não se trata, pois, de morrer — afinal, <i>vivemos</i> todos os dias, aproveitamos <i>intensmente</i> cada crepúsculo de nossas vidas. Trata-se, simplesmente, de pensar. Não só um pensar leve, solene, como aquele que nos acompanha nas horas de sombra mais curta. A reflexão que daí advém é, se não benigna, ao menos <i>engraçada</i> —<i> mas</i> pode-se sempre afasta-la com um gesto de mão, com o riso seguro de quem não tem nada a perder. Aqui, ao contrário, cada pensar é um <i>nascimento</i>, um nascimento trágico cujos pais são os nossas <i>proprias memórias cristalizadas</i>. A introspecção é acompanhada, a cada passo, de uma auto-<i>iluminação</i>. Tudo se passa como num estranho ritual de invocação, onde para cada pensamento parido <i>modifica-se</i> <i>e a </i>uma parcela de si. Poder-se-ia mesmo rastrear cada pensamento em suas marcas visíveis no corpo do sujeito, ver em cada <i>sorriso </i>inscrito o pensamento que lhe deu origem. Pensar é, de fato, <i>alegrar-se</i>, como quem<i> sente de uma amizade</i>, como quem  <i>sente o amor </i>de uma af<i>ec</i>ção — como quem <i>aproveita</i> a vida.</p>
<p class="western">O pensar <i>pode vir a ser</i>, como muitos o crêem, a expressão de uma alma imortal, que guardaria assim a promessa sempre consoladora de uma origem cantada ou um futuro radiante, música que brilha numa harmonia celeste e eternamente apaziguadora. O pensar está sempre atrelado ao corpo. Um corpo que, ao contrário dos músculos atléticos exibidos pelas bestas louras da primeira manhã, traz consigo os sinais de sua <i>história</i>, de sua origem, do <i>sussurro</i> secreto do sentimento que ressoa com cada batida desse coração prestes a ser consumado pelo último dos <i>prazeres</i>. O corpo que abriga o pensar é sempre <i>autônomo</i>, <i>erigido do</i> peso de um <i>passado </i>infinito, de uma totalidade simbólica erigida sobre ombros <i>de gigantes</i>. É um volume pulveriz<i>ante</i>, fruto desse processo de perpétua pulverização que é o pensar. Se a genealogia é a exibição pública das marcas indeléveis da história sobre os corpos, a fisiologia, por sua vez, deve ser o rastreamento desse movimento duplo que caracteriza o pensar. A genealogia pode até ser um retorno às máscaras, uma história concebida como um “carnaval organizado”. Mas a fisiologia vem para arrancar todas as máscaras e revelar, sob a superfície fina do <i>possível envelhecimento aparente</i>, não os rostos dos indivíduos, mas as cabeças <i>jovens </i>de nossos corpos. Par<i>odiando</i> Foucault, a fisiologia deve mostrar o pensamento <i>orientando</i> o corpo e o corpo inteiramente marcado de pensar.</p>
<p class="western">Posto esses termos, o que pode então ser a filosofia, esse estranho amor a uma arte de desenhar, sobre as <i>nuances </i>de nossos corpos, figuras que nos marcam tanto mais profundamente, dado que nos atingem de modo mais insidioso e sutil? O filósofo é, sem dúvida, um ser <i>mágico</i> — o senso comum de todas as eras o atesta. Mas de que <i>magia</i> ele <i>é capaz</i>? Devemos, antes de mais nada, afastar a sombra do <i>moralismo</i>. O <i>moralismo</i>, entidade complexa sobre muitos aspectos, está sempre preso a pelo menos duas chaves: a instância contratual, enquanto elemento de ênfase da severidade da lei <i>social</i>, e a instância <i>psicológica</i>, enquanto elemento que permite, pela própria severidade da <i><span>biologia</span></i>, torcê-la ao mesmo tempo em que a obedece. O <i>moralista</i> realmente sofre sob o peso de uma lei cada vez mais absoluta, mas apenas porque há, no horizonte, a promessa de um prazer inicialmente <i>ensinado</i>. E, de fato, é justamente essa bem humorada<i> porem doentia</i> inversão — aplicação prazerosa de uma lei que deveria causar sofrimento — que melhor caracteriza as fantasias <i>moralistas</i>. O filósofo, por sua vez, rejeita toda a promessa hedonista desses contratos, afasta-se, e para sempre, do sopro gélido da lei que nos deixa insensíveis a todo ardor e sofrer. À frieza contratual do <i>moralista</i>, o filósofo contrapõe a <i>exaltação</i> de suas paixões, de seu <i>ethos</i>. O <i>moralismo</i> é a arte de se extrair prazer de nosso sofrimento; a filosofia é a arte de se extrair mais <i>prazer</i> de nosso <i>conhecimento</i>. Ela se instala na dobra do pensamento sobre si mesmo. Muito já foi dito sobre a filosofia ser sempre um pensar crítico. A crítica é sempre um pensar sobre o pensar, meta-pensar que eleva <i>o controle sobre nossas vidas e escolhas. </i>A filosofia, enquanto amor ao pensar, é, pois, <i>o processo</i> de redobrar-se o <i>conhecimento</i>.</p>
<p class="western">Já se afirmou, certa vez, que nós somos hábitos, nada mais que hábitos, simplesmente o hábito de dizer Eu. Alguns, talvez, prefeririam afirmar que tais hábitos são, na realidade, vícios. Seríamos, assim, o simples vício de ser nós mesmos. É uma correção <i>in</i>justa. Todo vício, porém, <i>nos lembra que há um</i> problema <i>para o</i> qual ele é uma resposta. <i>E</i>xistem vícios inatos, pouco transcendentais. Adquire-se sempre um vício como uma resposta a uma circunstância dada<i> em nossa história de vida ou de desenvolvimento biológico</i>. E, se o pensar <i>pode ser</i> um <i>tesão</i>, a filosofia deve ser a exploração desse <i>tesão,</i> a tentativa sempre renovada de esgotá-lo, de levá-lo a cabo. O vício arruína o corpo; a exploração do vício é <i>um</i> processo de dilaceração potencializado. Dissolução do eu, esfacelamento do corpo. <i>Em oposição a isso</i> é Dionísio, <i>deus da alegria e do vinho,</i> o deus patrono de toda filosofia. Dionísio, lembremos, é a <i>alegria</i> encarnada, <i>produto da</i> carne <i>satisfeita</i>. Todo filosofar é, assim, sacrifício a Dionísio, <i>adoração</i> perpétua <i>da parte de</i> si que não se rende a nenhuma <i>falsa</i> promessa e a nenhum des<i>encanto</i>. O filósofo <i>é também</i> um ser <i>privilegiado</i>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SUAS PROPRIEDADES NA BOLSA	]]></title>
<link>http://repousos.wordpress.com/2007/06/29/suas-propriedades-na-bolsa/</link>
<pubDate>Fri, 29 Jun 2007 19:05:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>shirley5</dc:creator>
<guid>http://repousos.wordpress.com/2007/06/29/suas-propriedades-na-bolsa/</guid>
<description><![CDATA[- Casas, terrenos, apartamentos e condomínios em venda, informação sobre chácaras, sítios, escr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">- Casas, terrenos, apartamentos e condomínios em venda, informação sobre chácaras, sítios, escritórios em aluguel, enfim... Se você anda buscando uma propriedade com certas características ou, simplesmente, uma boa oportunidade de inversão, agora tem um novo site em Internet que poderá ajudá-lo a alcançar seu objetivo. </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Trata-se da Bolsa Imobiliária da Câmara Costarriquense de Corretores de Bens Imóveis (CC - CBR), um websites que lhe permitirá encontrar a mais alta oferta imobiliária do país, a qual inclui opções residenciais, comerciais, chácaras (campo) e turismo ( hotéis). </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Segundo a presidente da CC-CBR, Emília Pizza, somente corretores afiliados à Câmara podem colocar propriedades no site, o que dá segurança ao cliente com respeito ao imóvel que pretende adquirir. </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">De fato, aponta Pizza, os corretores representados na Bolsa-que superam já os 80 -, devem cumprir certos requisitos para ter suas propriedades on-line.</font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Assim, por exemplo, devem contar com um estudo de registro e de cadastro prévio à firma de um contrato, que é o que lhe dá direito a promover a venda ou aluguel de uma propriedade na página, comentou Pizza.</font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">A bolsa imobiliária está na web desde julho passado e, até hoje, inclui quase 400 propriedades, segundo cifras de Amerisol, empresa encarregada do desenho e de dar suporte à página. </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Tony Murillo, gerente geral desta empresa, disse que por semana ingressam mais de 25 propriedades à base.</font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">O crescimento de visitas tem sido maior do que o dos demais sites que administramos. <span> </span>São recebidas, na média, mais de 600 visitantes por semana e em outubro o número de visitas duplicou em relação ao mês anterior, comentou. </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Que percebemos A bolsa imobiliária tem um desenho aprazível, que facilita a sua navegação e, por esta razão, o acesso imediato a todas as propriedades existentes. </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Você pode fazer desde uma rápida busca: atividade comercial (aluguel, compra), por tipo de propriedade ( residencial, comercial), por preço e por localização , até uma busca muito<span>  </span>mais detalhada que lhe permitirá analisar<span>  </span>todas as mínimas características <span> </span>do imóvel do seu interesse</font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">( zona, localização exata, topografia, estado do registro, medida do terreno, área de construção, se está<span>  </span>defronte<span>  </span>a uma rua, se possui vista ao mar, forma de pagamento,etc.).</font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Ademais, segundo Pizza, cada imóvel deve contar com pelo menos 5 fotos. No caso de encontrar o que busca, o usuário pode contatar diretamente o corretor que representa a propriedade de seu interesse para<span>  </span>solicitar mais informação.</font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Murillo, por sua parte, destacou que o site contém um comparador de propriedades mediante o qual é possível analisar as principais diferenças entre as várias ofertas. No mesmo site, agregou, se pode buscar também propriedades similares, o que lhe permite ao usuário selecionar somente os imóveis que estejam dentro<span>  </span>do perfil <span> </span>desejado.</font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Mas, mais do que simplesmente facilitar o acesso instantâneo à base de dados, a Bolsa Imobiliária permite ao usuário colocar on-line algum detalhe que lhe agrade, no caso de não havê-lo encontrado. </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">O sistema endereça o correio enviado a todos os corretores representados na Bolsa, o que aumenta significativamente as possibilidades de se encontrar o imóvel buscado, apontou Pizza. </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"><span>     </span></font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"><span></span></font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"><span> </span><strong>ATUALIZAÇÃO </strong></font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Sem dúvida este é um aspecto importante para garantir a vigência da oferta imobiliária. </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">O gerente de Amerisol indicou que cada afiliado ao site tem um painel administrativo –de uso pessoal- onde, diariamente, sobe propriedades que possui para venda ou aluguel. Aí eles podem colocar todos os detalhes dos imóveis e acompanhá-los inclusive com fotografia. </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Agregou que o sistema é de fácil manejo permitindo que todo corretor possa trabalhar sem maiores complicações. </font></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">O site é em inglês e espanhol, sendo útil para uma audiência tanto local quanto global.</font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman">Se você deseja obter mais informação acerca desta ferramenta tecnológica, pode visitar o site eletrônico http://www.mls-cr.com ou a página eletrônica<br />
http://www.camaracbr.or.cr.</font></span><span style="font-size:10pt;"><br />
</span><em><strong><u><span style="font-size:10pt;color:blue;"><font face="Times New Roman">Shirley-Cortez</font></span></u></strong></em><strong><em><span style="font-size:10pt;color:blue;"><br />
</span></em></strong><em><strong><span style="font-size:9pt;color:#36769c;"><a href="mailto:shirley@imovei.com"><span style="font-size:10pt;color:#36769c;"><font face="Times New Roman">shirley@repousos.com</font></span></a></span></strong></em><strong><em><span style="font-size:10pt;color:blue;"><br />
</span></em></strong><em><strong><span style="font-size:9pt;color:#36769c;"><a href="http://www.imovei.com/"><span style="font-size:10pt;color:#36769c;"><font face="Times New Roman">www.imovei.com</font></span></a></span></strong></em><font face="Times New Roman"><em><span style="font-size:9pt;color:blue;">  </span></em><span style="font-size:9pt;">  </span><span> </span></font><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-size:10pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-size:14pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-size:14pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-size:14pt;"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-size:14pt;color:blue;"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-size:14pt;color:blue;"><font face="Times New Roman"> </font></span><span style="font-size:14pt;color:blue;"><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[ENTREVISTA DO THE NEW YORK TIMES A TONY GREY “CRIANDO ESPAÇOS PARA A VENDA  DE PROPRIEDADES”]]></title>
<link>http://repousos.wordpress.com/2007/01/29/entrevista-new-york-times-a-tony-grey-%e2%80%9ccriando-espacos-para-a-venda-de-propriedades%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jan 2007 21:53:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>shirley5</dc:creator>
<guid>http://repousos.wordpress.com/2007/01/29/entrevista-new-york-times-a-tony-grey-%e2%80%9ccriando-espacos-para-a-venda-de-propriedades%e2%80%9d/</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;É  realmente  construir uma comunidade&#8221;&#8230;disse Tony Grey. 
Olá, amigos, temo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span></span></p>
<p><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">"É<span>  </span>realmente  construir uma comunidade"...disse Tony Grey.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">Olá, amigos, temos um artigo<span>  </span>muito interessante e queremos fazê-lo partícipe dele. O renomado jornal The New York Times realizou uma entrevista com nosso chefe-supervisor de grupo de trabalho, </span></span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">Sr. Antony Grey, acerca da importância de vídeos de bens imobiliários <span> </span>nos diversos idiomas, proporcionando caminhadas virtuais.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span></span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">O vídeo começou a aparecer em alguns sites de bens imobiliários oferecendo caminhadas virtuais, mas muitas pessoas ao redor do mundo estão excluídas de fazer ou ver <span> </span>aqueles vídeos por falta de recursos técnicos e competência em inglês de acordo com Tony Grey, um antigo supervisor de<span>  </span>grupo.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">De alguns meses para cá ele esteve desenvolvendo software para fazer vídeos<span>  </span>falados , disponíveis em vários idiomas e para expandir um site multilingüe chamado Forsalebylocals.com, o qual ele conta <span> </span>como uma “nova proposta para bens imobiliários”.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span></span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span></span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">“Estamos construindo um motor de Web que pode criar experiências personalizadas para os usuários em múltiplos idiomas<span>  </span>ao lado de dezenas e centenas<span>  </span>de websites”, disse em um espaço associado com o site.</span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">O número de vídeos narrados em inglês, português e espanhol</span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">em For Sale By Locals<span>  </span>cresceu constantemente desde que a versão beta do site foi lançada em outubro.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span></span></span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">Os vídeos que podem ser descarregados frequentemente têm uma qualidade home-vídeo, os comentários deixam conhecer a vizinhança, se o teto pode suportar uma segunda planta, que serviços se incluem e a informação sobre os contatos. </span></span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">Algumas das propriedades no site custam mais de 100 000 dólares e outras têm preços tão baixos como 20 000 dólares.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span></span></span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span></span><span style="font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">Até esta data, muitas dessas propriedades estão na Bolívia, onde Grey possui uma propriedade, mas o site se expandirá<span>  </span>até Costa Rica este mês. Qualquer pessoa pode mandar entrevistas e vídeos narrados ao site o qual não cobra<span>  </span>nenhum adicional por títulos de vídeo,  digitalização ou conversão ao formato de Internet.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0 0 6pt;" class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">“Não estamos tratando de ser agentes”, disse Grey em uma entrevista telefônica. “É<span>  </span>realmente construir uma comunidade”.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;">Esta entrevista foi traduzida do inglês ao português de modo que possa ser lida por nossos <span> </span>seguidores em seguida esta ó link para mas detalhes: </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><u><span style="font-size:9pt;color:blue;font-family:Georgia;"><a href="http://www.nytimes.com/2007/01/24/realestate/greathomes/24gh-internet.html?_r=1&#38;oref=slogin">http://www.nytimes.com/2007/01/24/realestate/greathomes/24gh-internet.html?_r=1&#38;oref=slogin</a></span></u><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"></span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><font face="Times New Roman"><span style="font-size:9pt;"><span><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><font face="Times New Roman"><span style="color:blue;"><em><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><font face="Times New Roman"><span style="font-size:9pt;"><font face="Times New Roman"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><font face="Times New Roman"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><span><span style="font-size:9pt;"><span><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><font face="Times New Roman"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><font face="Times New Roman"><span style="font-size:9pt;"><font face="Times New Roman"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:9pt;"><strong><u><span style="font-size:10pt;"><em>Shirley-Cortez</em></span></u><span style="font-size:10pt;"><br />
</span><span style="font-size:9pt;color:#36769c;"><a href="mailto:shirley@repousos.com"><span style="font-size:10pt;color:#36769c;"><em><span>shirley@repousos.co</span><span style="font-size:10pt;color:#36769c;">m</span></em></span></a></span></strong><strong><span style="font-size:10pt;"><br />
</span><span style="font-size:9pt;color:#36769c;"><a href="http://www.repousos.com/"><span style="font-size:10pt;color:#36769c;"><em><span>www.repousos.co</span><span style="font-size:10pt;color:#36769c;">m</span></em></span></a></span></strong><em><span style="font-size:10pt;"> </span></em></span></span></span></span></span></font></span></font></span></span></font></span></span></span></span></span></span></span></span></font></span></span></font></span></font></span></span></span></em></span></font></span></span></span></span></font></span></span></span></span></span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"> </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="font-size:9pt;font-family:Georgia;"><span style="color:blue;font-family:Georgia;"></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0 0 6pt;" class="MsoNormal">&#160;</p>
]]></content:encoded>
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