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	<title>israel-e-sionismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "israel-e-sionismo"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 22:44:49 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Saudação do Presidente de Israel - Rosh Hashaná]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=216</link>
<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 08:48:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
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<description><![CDATA[Saudação do Presidente do Estado de Israel, Sr. Shimon Peres, ao povo judeu, por ocasião de Rosh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Saudação do Presidente do Estado de Israel, Sr. Shimon Peres, </strong><span><strong>ao povo judeu, por ocasião de <em>Rosh Hashaná 5769<span style="font-style:normal;font-weight:normal;"> </span></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-217 alignleft" src="http://gremiohebraico.wordpress.com/files/2008/09/shimon-peres.jpg" alt="" width="128" height="192" />Um país tão pequeno em tamanho, como Israel, tem poucas alternativas além de procurar a grandeza em outros campos.  Deve explorar a força do espírito, a profundidade da fé, a busca pela inovação e a promessa oculta nas ciências.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Desde a sua criação, há 60 anos, Israel demonstrou que, apesar da escassez de terras e água, conseguiu desenvolver uma das economias mais avançadas e resistentes do mundo.  Enfrentando desafios sem proporção à sua dimensão territorial ou demográfica, além de ameaças à sua própria existência, Israel sempre foi perseverante. E pôde sê-lo através da mobilização dos seus recursos humanos e da sua força militar.  Reforçou a sua democracia e o seu desejo de paz.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Israel suportou sete guerras num espaço de sessenta anos.  Superado em número e em armamento, sempre foi independente e seguro de si.  Ganhando as guerras, Israel pôde triunfar na sua luta pela paz e firmar acordos de paz com o Egipto e a Jordânia.  Hoje, continua a negociar com os palestinianos, sem perder a esperança de fazer a paz com todo o mundo árabe.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Promovendo uma política de paz e sendo fiel à ética judaica que prega “Ama o teu próximo como a ti mesmo”, mantendo um sistema de defesa que se adianta ao perigo e uma democracia resistente, guiada pelos valores morais da nossa tradição, podemos demonstrar que o que nos foi outorgado no Monte Sinai não se perdeu no deserto.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A realização da visão sionista é uma história que inspirou tanto a nação como o  Estado. Com o seu estabelecimento, o povo judeu confiou a Israel a função de preservar e desenvolver o legado histórico judaico sobre uma plataforma moral, proclamando que “Todos os seres humanos são criados à imagem de D’us”.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Comprometido com a nossa fé e com o valor de <em>Tikun Olam</em>, Israel deve prosseguir a sua missão a fim de vencer os desafios globais do amanhã.  Sendo pequenos em tamanho e em população, devemos ser maiores no campo das ciências e, assim, servir de laboratório mundial na busca de uma energia alternativa, principalmente solar, de modo a reduzir a contaminação e secar o pântano de petrodólares que dá alento ao terrorismo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A humanidade terá que gerar água para responder à crescente procura humana, evitar a sede e possibilitar a existência de um meio-ambiente harmonioso e sustentável, para o homem e para a natureza.  Israel superou-se nessa área e deve continuar a investir esforços nesta busca.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Devemos, também, cultivar um sistema de ensino inovador, centrado mais em ferramentas e capacidade de pensamento  do que na mera recolha de dados.  A força histórica do povo judeu baseou-se – e deve continuar a basear-se – no estudo e na aplicação do conhecimento.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Demonstrámos, no passado, e devemos voltar a fazê-lo no futuro, que o povo judeu pode servir de líder na vanguarda da modernidade e da inovação, de modo a enfrentar os desafios, como a violência e o terror omnipresente, que hoje em dia afrontam o mundo.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Entretanto, devemos responder às ameaças com que se defrontam as comunidades judias em todo o mundo, tais como a assimilação, a crescente distância entre as diferentes comunidades e a necessidade de fortalecer os laços entre a juventude judaica na Diáspora e em Israel.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Precisamente porque somos uma nação pequena, o povo judeu deve gerar a grandeza inerente  à sua capacidade humana.<span> <br />
 <br />
 </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span lang="EN-GB">Rosh Hashaná Sameach</span></em><span lang="EN-GB"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span lang="EN-GB"><strong>Shimon Peres</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Adoradores dos assassinos de crianças]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=160</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 13:44:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
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<description><![CDATA[Durante dois anos e quatro dias, as famílias dos soldados Eldad Regev e Ehud Goldwasser agonizaram ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://gremiohebraico.files.wordpress.com/2008/07/aronramm.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-161" src="http://gremiohebraico.wordpress.com/files/2008/07/aronramm.jpg?w=164" alt="" width="92" height="122" /></a>Durante dois anos e quatro dias, as famílias dos soldados Eldad Regev e Ehud Goldwasser agonizaram por notícias. </p>
<p align="justify">Foi encontrado sangue onde o Hezbol-lah os raptara a 12 de Julho, mas mantinha-se a incerteza de lhes ter sido prestado qualquer auxílio médico. ‘Tomar conta’ dos que arriscam a vida por nós é um valor tão arreigado em Israel que nos dispomos a negociar em troca de um sinal de vida. Pagámos um preço elevado por estes nossos filhos, ontem regressados mortos.</p>
<p align="justify">Israel libertou quatro membros do Hezbollah e o ‘herói’ Samir Kuntar, um terrorista desprezível que em 1979 arrombou a casa de Danny Haran, fazendo-o e à sua filha de quatro anos, Anat, reféns. Antes de lhe esmagar a cabeça, Kuntar obrigou a criança a vê-lo matar o pai à queima-roupa. Em 29 anos de prisão, este assassino de crianças aprendeu hebraico, casou-se e licenciou-se.O Hezbollah recebe aindaos corpos dos mortos na II guerra do Líbano e em ataques infiltrados. Entre estes, o de Dalal al-Maghrabi, autora do massacre de Coastal Road que vitimou 37 israelitas.</p>
<p align="justify">O Hezbollah, organização terrorista patrocinada pelo Irão, continuará obcecado em destruir Israel, desestabilizar o Líbano e idolatrar assassinos. Que não restem dúvidas: se Israel tem como imperativo moral trazer os seus soldados de volta, rejeita qualquer tentativa de legitimar o Hezbollah.</p>
<p align="justify">A comunidade internacional tem de reconhecer o perigo que a organização e os seus parceiros representam paraa estabilidade na região e apoiar os que buscam a Paz através do diálogo e do compromisso.</p>
<div><strong>* Aaron Ram (Embaixador de Israel em Portugal)</strong></div>
<div style="text-align:justify;"><strong>in 'Correio da Manhã' 17-Julho-2008</strong></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fotos da palestra "Democracy and Terrorism"]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=158</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 11:22:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
<guid>http://gremiohebraico.wordpress.com/2008/07/16/fotos-da-palestra-democracy-and-terrorism/</guid>
<description><![CDATA[Estão disponíveis na nossa &#8220;Galeria&#8221; fotos da palestra &#8220;Democracy and Terrorism]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Estão disponíveis na nossa "<strong>Galeria"</strong> fotos da palestra "Democracy and Terrorism" gentilmente cedidas pelo Institudo de Estudos Políticos da Univ. Católica Portuguesa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PALESTRA "Democracy and Terrorism"]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=155</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 13:15:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
<guid>http://gremiohebraico.wordpress.com/2008/07/09/palestra-democracy-and-terrorism/</guid>
<description><![CDATA[Dia 14 de Julho (Segunda-feira) pelas 18:00 horas terá lugar na Sala D. Henrique, O Navegador (IEP)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-156" src="http://gremiohebraico.wordpress.com/files/2008/07/gross.jpg" alt="" width="96" height="132" />Dia 14 de Julho (Segunda-feira) pelas 18:00 horas terá lugar na Sala D. Henrique, O Navegador (IEP) da Universidade Católica de Lisboa uma palestra proferida pelo Prof. Emanuel Gross subordinada ao tema: <strong>"Democracia e Terrorismo"</strong>. A palestra será proferida em inglês.</p>
<p style="text-align:justify;"><span><span>O Professor </span></span><strong><span><span><span>Emanuel Gross</span></span></span></strong><span><span> é um académico, especialista em Direito Internacional - nomeadamente em Direitos Humanos e nas questões jurídicas da luta contra o terrorismo - tendo estado sempre ligado às Forças de Defesa Israelitas (IDF).</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Serei eu o guarda do meu irmão? ]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=146</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 14:37:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
<guid>http://gremiohebraico.wordpress.com/2008/07/04/serei-eu-o-guarda-do-meu-irmao/</guid>
<description><![CDATA[Dois anos depois de terem sido raptados pelo Hezbollah, os soldados israelitas Ehud Goldwasser e Eld]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignright size-full wp-image-148" src="http://gremiohebraico.wordpress.com/files/2008/07/mucznik-esther1.jpg" alt="" width="112" height="130" />Dois anos depois de terem sido raptados pelo Hezbollah, os soldados israelitas Ehud Goldwasser e Eldad Reguev voltam finalmente para casa. Provavelmente já mortos. O preço? Fundamentalmente, a libertação de Samir Kuntar preso em Israel desde 1979 e condenado a quatro penas perpétuas pela morte da quase totalidade da família Haran e de dois polícias.</p>
<p style="text-align:justify;"><span>Em 1979, Kuntar chefiou o grupo de terroristas que assaltou o apartamento de Danny Haran no norte de Israel, em Naharya. Fez reféns o próprio Danny, de 28 anos, e a filha Einat, de 4, enquanto a mulher, Smadar se conseguia esconder com a outra filha de 2 anos, Yael. “Nunca esquecerei a alegria e o ódio nas suas vozes”, escreveu ela mais tarde no Washington Post, “eu sabia que se Yael gritasse, os terroristas lançariam uma granada e seríamos todos mortos, por isso tapei a boca da minha filha com a mão, esperando apesar de tudo que ela conseguisse respirar. No meu esconderijo, só me lembrava da minha mãe contando-me como ela se escondera dos nazis durante o Holocausto e pensei : ‘Isto é exactamente como o que aconteceu à minha mãe’.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span>“Na iminência da chegada da polícia”, continua Smadar, “os terroristas levaram Danny e Einat para a praia. Aí, de acordo com testemunhas, um deles assassinou o Danny com um tiro em frente a Einat para que a morte do pai fosse a sua última visão. Em seguida, estilhaçou o crânio da minha menina contra uma rocha com a coronha da arma. Esse terrorista era Samir Kuntar. Passadas umas horas, quando fomos resgatadas, Yael também estava morta. Na tentativa de salvar as nossas vidas, acabei por asfixiá-la.”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span>Na longa e dramática reunião do conselho de ministros que no passado domingo decidiu aceitar os termos do acordo de troca de prisioneiros, foi lida uma carta de Smadar Haran, única sobrevivente da sua família. Nessa carta ela referia que Samir Kuntar não era o seu “prisioneiro pessoal” e que não queria que o seu sofrimento impedisse o governo de fazer o que fosse melhor para o país: “mesmo que seja muito difícil para mim, não irei contra qualquer decisão que for tomada hoje. Mesmo que a minha alma esteja dilacerada, e está, o meu coração está intacto.”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span>Como se sabe, o governo votou por esmagadora maioria o acordo com o Hezbollah, através de mediação alemã. Em troca do que tudo indica que serão apenas os corpos sem vida de Goldwasser e de Reguev e de um relatório do Hezbollah sobre o desaparecimento do piloto Ron Arad em 1986, assim como dos restos mortais de soldados mortos da 2ª Guerra do Líbano, Israel libertará - para além do terrorista Samir Kuntar - mais quatro prisioneiros libaneses e devolverá os restos mortais de dezenas de outros, incluindo oito do Hezbollah. Compromete-se ainda a fornecer ao Secretário Geral da ONU informação sobre quatro diplomatas iranianos desaparecidos e, mais tarde, a libertar prisioneiros palestinianos cujo número e identidade serão decididos por Israel.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span>Anunciando logo no início da reunião a morte quase certa dos dois soldados,  o próprio primeiro-ministro, Ehud Olmert preveniu: “Não temos ilusões, haverá em Israel tanta tristeza quanto humilhação, tendo em conta a festa que terá lugar no outro lado”. Com efeito, a reacção imediata do Hezbollah foi a de considerar que a libertação de Kuntar “reflecte a força da organização” e “é a prova de que a palavra resistência é a mais fiável, forte e suprema”. Aliás, na cidade de Sídon no sul do Líbano, a Praça dos Mártires já está decorada com fotografias do “herói” Kuntar e faixas proclamam que “a liberdade vem com sangue, não com lágrimas”. Por seu turno, o Hamas já veio a público dizer que a libertação de Kuntar vem dar mais força ao seu próprio combate pela libertação dos presos  palestinianos que têm “sangue nas mãos”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span>Exactamente o que previam os chefes da Mossad e do Shin Bet (Agência de Segurança de Israel) que se manifestaram contra o acordo, assim como três ministros (em vinte e cinco) que votaram contra, afirmando que o acordo apenas servirá para encorajar mais o terrorismo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span>Mas podia Israel fazer outra coisa? Num país em que um dos princípios sagrados é o de nunca abandonar os soldados feitos prisioneiros, seria difícil outra decisão. Na reunião do conselho de ministros em que também participou, o próprio chefe de Estado Maior do Exército, Gen. Askenazi, afirmou que “como comandante do exército eu sou responsável por todos os soldados, vivos ou mortos. Tenho de olhar para eles, olhos nos olhos, e convencê-los de que o governo tudo fará para os trazer de volta se forem capturados”. A pressão da população também não deixou grande margem de manobra ao governo: na passada semana, em resposta aos apelos directos das famílias dos três soldados raptados, dezenas de milhares de israelitas inundaram o centro de Tel-Aviv, apelando a Ehud Olmert para tudo fazer para assegurar a sua libertação. Também grande parte da imprensa e inúmeras organizações da sociedade civil se manifestaram no mesmo sentido. É que em Israel, a solidariedade não é uma questão teórica ou abstracta. Num país em que não há ninguém que não tenha sido tocado directa ou indirectamente pela guerra ou pelo terrorismo todos sabem que “hoje és tu mas amanhã posso ser eu” e esse sentimento de comunhão de destino é uma das bases em que assenta o sentimento de responsabilidade mútua. A mentalidade indiferente de que “isso só acontece aos outros” não existe, não pode existir no país. É uma das razões pelas quais a população apoiou a decisão de lançar a ofensiva no Líbano em 2006: porque depois do rapto de Shalit, Golwasser e Reguev, o próximo poderia ser “o nosso”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span>Este acordo não foi o primeiro, Israel já nos habituou a trocar restos mortais por dezenas e até centenas de prisioneiros palestinianos ou libaneses. Mas a carga emocional com que o país acompanha e vive sempre estes momentos nunca deixa de espantar os observadores estrangeiros. Disse Olmert que “uma nação que se atormenta por causa do destino de um único homem é uma nação forte que forja laços indestrutíveis de obrigação mútua.” Em Israel, contrariamente ao Caím bíblico, todos são, não podem deixar de ser os guardas dos seus irmãos. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><strong>* ESTHER MUCZNIK in "Publico" 03-Ago-2008</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>(Judia, Socióloga, Vice-Presidente da Com. Israelita de Lisboa)</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Faixa de Gaza: Israel confirma tréguas com Hamas ]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=118</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 10:31:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
<guid>http://gremiohebraico.wordpress.com/2008/06/18/faixa-de-gaza-israel-confirma-treguas-com-hamas/</guid>
<description><![CDATA[Israel confirmou hoje que aceitou o acordo de tréguas - mediado pelo Egipto - com os islamistas do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Israel confirmou hoje que aceitou o acordo de tréguas - mediado pelo Egipto - com os islamistas do Hamas que controlam a Faixa de Gaza há cerca de um ano. Telavive mostrou, porém, o seu cepticismo acerca da duração do cessar-fogo.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-119" src="http://gremiohebraico.wordpress.com/files/2008/06/hamas.jpg" alt="" width="480" height="190" /></p>
<p style="text-align:justify;">Amos Gilad, um oficial sénior da Defesa israelita, confirmou - depois das conversações no Cairo - que as partes tinham chegado a um acordo. O Egipto e o Hamas já tinham anunciado ontem que o cessar-fogo começará às 06h00 de amanhã, hora local.</p>
<p style="text-align:justify;">Gilad acrescentou ainda que Israel estaria disponível para dar uma hipótese ao cessar-fogo, embora vá continuar os preparativos para uma ofensiva militar, caso o acordo caia por terra.</p>
<p style="text-align:justify;">Este cessar-fogo tem por objectivo pôr fim aos frequentes ataques com morteiros e "rockets" entre Israel e a Faixa de Gaza.</p>
<p style="text-align:justify;">Responsáveis militares israelitas e palestinianos confirmaram ainda que, durante a trégua, o bloqueio israelita imposto à Faixa de Gaza há cerca de um ano seria suavizado de forma gradual e parcial.</p>
<p style="text-align:justify;">O porta-voz do ministério israelita dos Negócios Estrangeiros, Arye Mekel, confirmou que, numa primeira frase, as importações da Faixa de Gaza seriam fixadas em cerca de um terço dos níveis em que estavam antes de o Hamas ter passado a controlar o território. Se a trégua se aguentar, essa margem irá aumentar.</p>
<p style="text-align:justify;">O Hamas, que conseguiu fazer com que todas as suas facções concordassem com o cessar-fogo, espera que o fim das hostilidades ponha fim aos bloqueios económicos. Mas uma trégua também poderia fazer com que o Hamas a aproveitasse para se fornecer de armas e treinar militantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Meir Sheetrit, ministro do Interior israelita e membro do conselho de segurança nacional, disse à Rádio do Exército estar muito "céptico" sobre a manutenção de um cessar-fogo entre todos os grupos militantes.</p>
<p style="text-align:justify;">"A ideia é termos um cessar-fogo completo - nenhum ataque de ninguém... Se houver uma violação do acordo, o governo tem liberdade para regressar ao activo, em plena força", disse Sheetrit.</p>
<p style="text-align:justify;">Numa entrevista à Reuters a partir dos Emirados Árabes Unidos, o líder do Hamas Khaled Meshaal disse que uma trégua prolongada seria boa para 1,5 milhões de palestinianos que sofreram com o bloqueio israelita.</p>
<p style="text-align:justify;">Meshaal disse ainda que qualquer violação do acordo por parte de Israel não ficará impune.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>* Agência Reuters</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palestra de José Manuel Fernandes]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=116</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 21:24:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
<guid>http://gremiohebraico.wordpress.com/2008/06/16/palestra-de-jose-manuel-fernandes/</guid>
<description><![CDATA[
No âmbito do 60º aniversário do Estado de Israel, o Director do jornal &#8220;O Público&#8221;,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-117" src="http://gremiohebraico.wordpress.com/files/2008/06/israel60anos.jpg" alt="" width="480" height="208" /></p>
<p style="text-align:justify;">No âmbito do 60º aniversário do Estado de Israel, o Director do jornal "O Público", o jornalista José Manuel Fernandes fará uma palestra a convite da Associação Portuguesa de Estudos Judaicos denominada <strong>«ISRAEL: 60 ANOS SEM A SIMPATIA DE PORTUGAL»</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">A sessão terá lugar no dia 18 de Junho de 2008, pelas 21:00 horas, no auditório da Livraria Byblos, gentilmente cedido pela sua Direcção.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festróia - cinema israelita]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=103</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 14:44:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
<guid>http://gremiohebraico.wordpress.com/2008/06/05/festroia-cinema-israelita/</guid>
<description><![CDATA[No presente mês de Junho, entre os dias 6 e 15 realiza-se em Setúbal o festival de cinema Festrói]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignright size-full wp-image-105" src="http://gremiohebraico.wordpress.com/files/2008/06/kollek1.jpg" alt="" width="200" height="150" />No presente mês de Junho, entre os dias 6 e 15 realiza-se em Setúbal o festival de cinema <strong><a href="http://festroia.pt" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">Festróia</span></a></strong>. Este ano Israel participa na Secção Oficial com o fime "SEM RASTO" (Restless) de <strong>Amos Kollek</strong>, cineasta israelita de referência que já dirigiu actores como Alec Baldwin, Hanna Schygulla e Audry Tatou.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme será apresentado no dia 10 de Junho pelas 21:30 horas no Forum Luísa Tody em Setúbal com a presença de <strong>Amos Kollek</strong> que se desloca a Portugal para o efeito. Na Secção Primeiras Obras Israel participa com o filme "Strangers" de Eretz Tadmor e Guy Nattiv.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso Intensivo de Hebraico na Universidade de Haifa]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=99</link>
<pubDate>Thu, 29 May 2008 11:23:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
<guid>http://gremiohebraico.wordpress.com/2008/05/29/curso-intensivo-de-hebraico-na-universidade-de-haifa/</guid>
<description><![CDATA[



A Escola Internacional da Universidade de Haifa em Israel organiza este ano, uma vez mais, o Cu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div>
<div class="gmail_quote">
<div lang="EN-US">
<div>
<p style="text-align:justify;">A Escola Internacional da Universidade de Haifa em Israel organiza este ano, uma vez mais, o <strong><span>Curso Intensivo de Hebraico</span></strong> (<em><span>Ulpan</span></em>) entre Julho e Agosto. Aberto a maiores de 18 anos e a adultos em geral, estes cursos combinam as aulas a uma grande variedade de palestras, eventos culturais e viagens, onde os alunos têm oportunidade de conhecer os mais proeminentes locais religiosos e históricos de Israel. A Universidade de Haifa, sita no Parque Nacional de Carmel e a poucos minutos da costa do Mediterrâneo, cria o ambiente ideal para uma experiência académica inolvidável.</p>
<p style="text-align:justify;">Para quaisquer informações adicionais e inscrições, poderão contactar a Escola através:</p>
<p style="text-align:justify;"><span><span lang="PT">Email <a href="mailto:info@mail.uhaifa.org" target="_blank"><span style="color:#3366ff;"><strong>info@mail.uhaifa.org</strong></span></a></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span lang="PT">Tel. 00972-4-8240766</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span lang="PT">Fax 00972-4-824-0391</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span lang="PT"><strong>Para mais detalhes sobre todos os programas disponibilizados pela Escola Internacional da Universidade de Haifa, poderão aceder a </strong><a href="http://www.uhaifa.org/" target="_blank"><span style="color:#3366ff;"><strong>www.uhaifa.org</strong></span></a></span></span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Programa da Shavei Israel]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=84</link>
<pubDate>Sun, 25 May 2008 22:12:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
<guid>http://gremiohebraico.wordpress.com/2008/05/25/programa-da-shavei-israel/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Pelo caminho dos nossos Patriarcas&#8221;
(clique para ler o programa)
A ideia geral do Progr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://gremiohebraico.files.wordpress.com/2008/05/por-el-camino-de-nuestros-patriarcas2.pdf" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">"Pelo caminho dos nossos Patriarcas"</span></a></strong></p>
<p style="text-align:center;">(clique para ler o programa)</p>
<p style="text-align:justify;">A ideia geral do Programa de estudo para B'nai Anussim em Israel é que cada dia se trate de um personagem histórico diferente, o qual represente uma época determinada da história judaica, desde a era dos patriarcas até à criação do Estado de Israel.</p>
<p style="text-align:justify;">A figura histórica será utilisada para estudar acerca da época em que a mesma viveu, halachá relacionada com a personalidade, filosofia, fé, Talmud, etc. Os passeios organizados são relacionados com as temáticas de estudo.</p>
<p style="text-align:justify;">Por último, um Shabat vivencial foi organizado no kibutz religioso "Lavi", no norte, onde se poderá conhecer a forma como se combina a vida num kibutz  com o judaísmo.</p>
<p style="text-align:justify;">Para mais informações contactar a Sra. Tzivia Kusminski através do email:<span style="color:#333333;"><strong> t</strong></span><span style="color:#333333;"><strong>zivia@shavei.org</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Byblos abre segunda-feira ciclo "Letras do Mundo" com Israel]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=80</link>
<pubDate>Sat, 24 May 2008 23:21:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
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<description><![CDATA[Suscitar a curiosidade sobre novos escritores de outras paragens é o objectivo do ciclo &#8220;Letr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Suscitar a curiosidade sobre novos escritores de outras paragens é o objectivo do ciclo "Letras do Mundo", promovido pela <a href="http://www.byblos.pt/Agenda_Byblos/letras_mundo_israel.pdf" target="_blank"><span style="color:#3366ff;">Livraria Byblos</span></a></strong><strong>, em Lisboa, cuja primeira edição, dedicada a Israel, começa segunda-feira.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">"A ideia é suscitar a curiosidade e o interesse sobre uma literatura já mais ou menos conhecida pelo público-leitor", explicou à Lusa Jorge Campos da Costa, da Byblos. Segundo o responsável "não faz sentido organizar um evento deste género sobre uma literatura que nos seja absolutamente desconhecida, até pela ausência de traduções".</p>
<p style="text-align:justify;">A escolha de Israel é justificada por Campos da Costa por ter "uma literatura vibrante e muito viva", além das comemorações do 60º aniversário do Estado de Israel, que se assinala este ano. O responsável salientou que actualmente vários autores escrevem em hebraico, que foi uma língua sagrada durante dois mil anos e "agora é uma língua da rua e de criação literária". "Com o movimento sionista que levou à criação do Estado de Israel, há 60 anos, e ao ressurgimento do hebreu como língua que saiu do templo e veio para a rua", explicou Campos da Costa.</p>
<p style="text-align:justify;">Lúcia Liba Mucznik, tradutora para português de autores como Amos Oz, David Grossman, Alona Kimhi ou Etgar Keret, que participará neste ciclo, afirmou à Lusa que "a literatura hebraica criou-se ao mesmo tempo que se reinventou a língua". "Se a língua é sempre criada pelos escritores, o caso israelita foi mais radical, pois à excepção de alguma poesia, o hebraico estava confinado ao templo", disse Lúcia Liba Mucznik. A tradutora irá, quarta-feira à tarde, abordar na sua palestra esta questão, nomeadamente "de como se reinventou a língua e se renovou. Até a sintaxe teve de ser modernizada".</p>
<p style="text-align:justify;">Durante a palestra citará alguns escritores, nomeadamente dois favoritos seus, Aharon Appelseld e Etgar Keret. "São dois escritores muito diferentes, o primeiro marcado pelo holocausto, o segundo já nasceu com o Estado de Israel criado e escreveu contos minimalistas, com um humor cáustico", explicou. De Appelseld, Lúcia Liba Mucznik traduziu "Fragmentos de uma vida".</p>
<p style="text-align:justify;">Segunda-feira, um concerto de música klezmer abre o ciclo com o Quinteto Mucznik, a que assistirá o embaixador de Israel, Aaron Ram. O quinteto é constituído por Ian Mucznik (voz e guitarra), Luís Bastos (clarinete), Nuno Reis (trompete), Filipe Rocha (contrabaixo) e Rui Alves (bateria).</p>
<p style="text-align:justify;">Terça-feira, à tarde, Rami Saari lerá em hebraico poemas seus e Nuno Moura fará a tradução para português. Às 19:00 o escritor judeu Richard Zimler, autor de "O último cabalista de Lisboa", apresentará uma palestra intitulada "Em busca de identidade: Paralelismos entre a ficção de diáspora e ficção israelita". O escritor, a residir no Porto, "irá reflectir sobre a identidade judaica, pois há literatura judaica escrita noutras línguas que não apenas o hebreu", disse Jorge Campos da Costa.</p>
<p style="text-align:justify;">"A literatura hebraica - afirmou Lúcia Liba Mucznik - diferencia-se das outras literaturas antes de mais pela reinvenção da língua, depois porque reflecte o multiculturalismo da diáspora judaica e por outro lado, há a ideia, pelos menos até à década de 1940, de criar o judeu/homem novo por oposição ao judeu do diáspora". A tradutora falará quarta-feira às 18:30, uma comunicação intitulada "Do Texto Sagrado para a rua: Reflexões em torno da Língua e da Literatura Hebraicas Contemporâneas".</p>
<p style="text-align:justify;">Neste ciclo participam também os escritores portugueses Lídia Jorge, que falará sexta-feira, sobre a obra "Em carne viva", de David Grossman, e Rui Zink conversará com o público (04 de Junho) em torno de Amos Oz.</p>
<p style="text-align:justify;">O ciclo encerra dia 05 de Junho, com uma palestra de Esther Mucznik, investigadora de Estudos Judaicos e co-autora e editora da obra "Israel, ontem e hoje", sobre "Israel ou a Difícil Busca da Normalidade", estando já previsto "um novo ciclo em finais de Setembro ou princípios de Outubro", disse Campos da Costa.</p>
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<title><![CDATA[Políticos e opinião pública israelita criticam negociações com Síria]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=69</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 22:40:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
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<description><![CDATA[O anúncio da abertura de negociações indiretas entre Israel e Síria gerou críticas da opinião ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-72" style="float:left;" src="http://gremiohebraico.wordpress.com/files/2008/05/olmert2.jpg?w=209" alt="" width="150" height="200" />O anúncio da abertura de negociações indiretas entre Israel e Síria gerou críticas da opinião pública e de políticos israelitas, que não apoiam uma eventual retirada das Colinas de Golã, e suspeitam de que o primeiro-ministro Ehud Olmert esteja a tentar desviar as atenções dos seus problemas com a Justiça.</p>
<p style="text-align:justify;">Os israelitas estão revoltados com a hipótese de que Olmert, investigado actualmente por um escândalo de corrupção, tenha decidido retomar as negociações com Damasco numa tentativa de manipular a opinião pública. O primeiro-ministro pode voltar a ser interrogado pela polícia na sexta-feira.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois de oito anos com as relações congeladas, Israel e Síria anunciaram na quarta-feira que deram início a negociações indiretas de paz, sob os auspícios da Turquia, que incluem a retirada israelita das colinas de Golan, conquistadas por Israel na guerra de 1967.</p>
<p style="text-align:justify;">Olmert é alvo de duras críticas devido ao preço de um eventual acordo de paz. O primeiro-ministro israelita declarou que o seu país estaria "disposto a ir mais além nas concessões, que certamente serão dolorosas".</p>
<p style="text-align:justify;">Com estas palavras, o chefe do governo israelita referia-se a Golan, área estratégica conquistada em 1967 e anexada em 1981, onde actualmente vivem cerca de 20.000 colonos judeus.</p>
<p style="text-align:justify;">A Síria exige a devolução total da região, incluindo um acesso ao lago Tiberíades, principal reservatório de água doce de Israel.</p>
<p style="text-align:justify;">Para impedir uma retirada, 57 dos 120 deputados do Parlamento israelita (entre eles seis pertencentes ao Kadima, partido de Olmert) devem apresentar na próxima semana um projecto de lei que exige a ractificação de pelo menos 80 deputados (quase 20 a mais que o habitual) da Knesset para a aprovação de qualquer concessão territorial nas colinas de Golan.</p>
<p style="text-align:justify;">Eli Yishai, chefe do partido ultra-ortodoxo Shas, membro da coalizão governamental, expressou suas reservas ao afirmar que a Síria, "que apoia o Hezbolah e o Hamas, continua a fazer parte do eixo do mal".</p>
<p style="text-align:justify;">A ministra israelita das Relações Exteriores, Tzipi Livni, que segundo a imprensa do país não participou dos primeiros contactos com Damasco, impôs condições.</p>
<p style="text-align:justify;">"A Síria deve entender que precisa romper com o Irão, com o Hezbolah (movimento radical xiita de origem libanesa) e com o Hamas (movimento radical islâmico palestino), além de outras organizações terroristas" para alcançar a paz, afirmou Livni.</p>
<p style="text-align:justify;">Duas pesquisas, de um canal de televisão e da rádio militar israelita, apontam que 70% e 64% dos israelitas, respectivamente, são contra uma retirada de Golan.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, a sondagem mostra que 64% dos entrevistados relacionam a retomada das negociações com a Síria ao escândalo de Olmert.</p>
<p style="text-align:justify;">Até mesmo na oposição de esquerda israelita, favorável a uma eventual retirada de Golan, a deputada Zeeva Galon disse à rádio pública que "um primeiro-ministro envolvido em quatro investigações da polícia não tem estatura moral para tomar uma iniciativa tão importante com a Síria".</p>
<p style="text-align:justify;">Uma fonte próxima a Ehud Olmert, citada pela rádio militar, declarou que o chefe de governo tem mandato para negociar e que Israel tem mais chances de alcançar um acordo com a Síria do que com os palestinos.</p>
<p style="text-align:justify;">O gabinete do primeiro-ministro voltou a dizer nesta quinta-feira que as negociações com a Síria não têm nada a ver com as investigações sobre a entrega ilegal de fundos por parte de um empresário americano a Olmert.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Israel e Síria iniciam negociações de paz]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=68</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 22:25:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
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<description><![CDATA[Israel e a Síria iniciaram negociações de paz sob os auspícios da Turquia, anunciaram as autorid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Israel e a Síria iniciaram negociações de paz sob os auspícios da Turquia, anunciaram as autoridades dos dois países.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">"As duas partes pretendem realizar essas negociações num espírito de seriedade e abertura para que o resultado seja uma paz total, em conformidade com o quadro definido na conferência de paz de Madrid" de 1990, afirma o porta-voz do primeiro-ministro israelita, Mark Regev.</p>
<p style="text-align:justify;">Em Damasco, um responsável do Ministério dos Negócios Estrangeiros, confirmou que a Síria e Israel iniciaram conversações de paz indirectas sob o patrocínio da Turquia.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 2000, as negociações de paz entre Israel e a Síria, patrocinadas pelos EUA, foram interrompidas quando entraram num impasse a propósito do planalto dos Golã, território sírio ocupado por Israel em 1967 e que Damasco exigia ver restituído até às margens do lago Tiberíades, principal reserva de água doce de Israel.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Yom Hashoa 5768]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=56</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 14:59:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ontem foi Yom Hashoa (Dia do Holocausto, para os judeus). Muitos judeus em todo o mundo viajam à Po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Ontem foi <strong>Yom Hashoa</strong> (Dia do Holocausto, para os judeus). Muitos judeus em todo o mundo viajam à Polónia para relembrar o horror nazi numa viagem chamada Marcha da Vida. Em Israel, é dia de luto. Na noite anterior, todos os estabelecimentos comerciais fecharam em respeito aos seis milhões de judeus executados pelo regime de Hitler. Na televisão, filmes, documentários e programas especiais relembram a tragédia a cada ano. Na rádio, músicas tristes, e diversas cerimónias acontecem ao redor do país. O momento mais marcante do dia é uma sirene que toca às 10h e pode ser ouvida em Israel inteira. As pessoas param em dois respeitosos minutos de silêncio onde quer que estejam. Se está dentro de um autocarro, levanta-se. Os motoristas param os carros onde estiverem, mesmo no meio da estrada, e levantam-se. É como se o país congelasse por dois minutos.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Confiram o vídeo</strong></p>
<p style="text-align:center;">[dailymotion id=x5iqtx&#38;v3=1&#38;related=1]</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Obama critica diálogo do ex-presidente Jimmy Carter com o Hamas]]></title>
<link>http://gremiohebraico.wordpress.com/?p=32</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 11:50:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Grémio Hebraico</dc:creator>
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<description><![CDATA[O pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos Barack Obama afirmou discordar do di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-37" src="http://gremiohebraico.wordpress.com/files/2008/04/obama3.jpg?w=126" alt="" width="126" height="96" />O pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos Barack Obama afirmou discordar do diálogo do ex-presidente Jimmy Carter com o grupo extremista islâmico Hamas. Obama disse que não falaria com o grupo até que os seus integrantes reconhecessem Israel e renunciassem ao terrorismo. O senador por Illinois afirmou para um grupo de líderes judeus que possui "um compromisso de ajudar a proteger Israel de seus inimigos", durante campanha nesta quarta-feira na Pensilvânia."É por isso que eu possuo uma diferença fundamental em relação ao presidente Carter e discordo da decisão de se encontrar com o Hamas", afirmou Obama. "Nós não devemos negociar com um grupo terrorista que visa destruir Israel. Nós só devemos nos reunir com o Hamas se eles renunciassem ao terrorismo".</p>
<div style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">"Hamas não é um Estado. É uma organização terrorista", acrescentou.</p>
<p style="text-align:justify;">Carter foi à Cisjordânia nesta terça-feira e reuniu-se com líderes palestinianos, entre eles um representante do Hamas, o professor Nasser Shaer. Shaer foi vice primeiro-ministro palestino no gabinete formado pelo Hamas após a vitória do grupo extremista nas eleições legislativas de 2006.</p>
<p style="text-align:justify;">O ex-presidente americano é um dos superdelegados que possui voto livre na Convenção Nacional do Partido Democrata. O ex-presidente não anunciou apoio a nenhum dos pré-candidatos, mas sugeriu que votará em Obama em entrevista para repórteres na Nigéria no último dia 3.</p>
<p style="text-align:justify;">"Meus filhos e seus cônjuges são pró-Obama. Meus netos também torcem para o Obama", afirmou Carter."Como um superdelegado, eu não vou revelar quem apóio, mas vou deixar vocês adivinharem", completou.</p>
<p style="text-align:justify;">Durante seu mandato como presidente dos Estados Unidos (1977-1981), Carter apoiou a assinatura do tratado de Paz entre Israel e Egipto. O vencedor do Prémio Nobel da Paz 2002 está em visita ao Oriente Médio e irritou líderes israelitas ao encontrar com oficiais do Hamas e fazer planos de encontrar o líder do grupo, Khaled Meshaal, na Síria.</p>
<p style="text-align:justify;">Carter iniciou sua viagem no último domingo com um encontro com o presidente israelita, Shimon Peres, em Israel. O primeiro-minitro israelita, Ehud Olmert, a ministra de Assuntos Exteriores de Israel, Tzipi Livni, e o da Defesa, Ehud Barak, não receberam o ex-presidente americano. A viagem de Carter inclui também visitas à Arábia Saudita, na sexta-feira, e à Jordânia, no sábado. Depois, o americano voltará a Israel e à Cisjordânia, indica o programa de trabalho.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Reuters</em></strong></p>
</div>
]]></content:encoded>
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