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	<title>jorge-silva-melo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/jorge-silva-melo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "jorge-silva-melo"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 14:51:20 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[GRAVURA de Jorge Silva Melo - A GRAVURA: ESTA MÚTUA APRENDIZAGEM]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=2765</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 15:06:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.pt.wordpress.com/2008/10/10/gravura-de-jorge-silva-melo-a-gravura-esta-mutua-aprendizagem/</guid>
<description><![CDATA[
Os ARTISTAS UNIDOS apresentam
A GRAVURA: ESTA MÚTUA APRENDIZAGEM

Um documentário sobre a Gravura]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3144/2928642557_145c87a4f7_o.jpg" alt="" width="720" height="576" /></p>
<p style="text-align:center;">Os <strong>ARTISTAS UNIDOS</strong> apresentam<br />
<strong>A GRAVURA: ESTA MÚTUA APRENDIZAGEM</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Um documentário sobre a Gravura, cooperativa de gravadores portugueses. No DocLisboa, Grande Auditório da Culturgest, 25 de Outubro, 18h30.</strong></p>
<p><strong>Depoimentos</strong> de António Charrua, Bartolomeu Cid dos Santos, David de Almeida, Eduardo Nery, Fernando Calhau, Fernando Conduto, Ferreira da Silva, Guilherme Parente, Humberto Marçal, João Paiva, Joaquim Barata, Jorge Martins, Julião Sarmento, Júlio Pomar, Manuel Baptista, Manuel Torres, Maria Beatriz, Maria Gabriel, Maria Velez, Nikias Skapinakis, Paula Rego, Querubim Lapa, Rogério Ribeiro, Sérgio<br />
Pombo, Teresa Magalhães, Tereza Arriaga e Vitor Pomar.<br />
<strong>Imagem</strong> José Luís Carvalhosa <strong>Som</strong> Armanda Carvalho, Quintino Bastos <strong>Montagem </strong>Vitor Alves <strong>Assistente de montagem</strong> Miguel Aguiar <strong>Mistura de som</strong> Miguel Martins <strong>Correcção de cor</strong> Graça Castanheira <strong>Pesquisa</strong> Catarina Rosendo, Maria Schiappa.</p>
<p><strong>Assistência de realização</strong> Cátia Salgueiro, Andreia Bento, Américo Silva <strong>Apoio cenográfico </strong>José Manuel Reis, Rita Lopes Alves <strong>Assistência de imagem</strong> César Casaca, Sílvia Diogo, Paulo Menezes <strong>Produção </strong>João Matos, Manuel João Aguas <strong>Argumento e</strong></p>
<p><strong>Realização de  Jorge Silva Melo.</strong></p>
<p>Um filme encomendado e financiado pela Caixa Geral de Depósitos. Um documentário sobre a Gravura, a cooperativa de gravadores portugueses fundada em Lisboa, em 1956, por um grupo de artistas e intelectuais. Através de quase três dezenas de depoimentos, retrata-se aqui a sua história, e as suas consequências, a sua origem nos movimentos de oposição à ditadura, numa improvisada garagem de Algés.</p>
<p>E sobretudo, a necessidade que os artistas sentiram de aprender em conjunto, de se organizar, aprender e ensinar ao mesmo tempo. Um momento único de camaradagem, aprendizagem, intercâmbio, um momento político na História das Formas.</p>
<p>“Pode dizer-se que a gravura moderna tem origem exactamente em 1956, quando se formou a Gravura. E pode falar-se de aventura.” - escreveu Fernando de Azevedo, em 1976.</p>
<p style="text-align:center;"><strong> “Se digo aventura, é porque de facto o foi, sabido que todas as aventuras comportam riscos. Que risco não seria, então, congregar artistas e coleccionadores, os primeiros tentando o que não tinham sequer aprendido, tentando os segundos acompanhá-los sem o terem aprendido sequer. Esta mútua aprendizagem é uma das<br />
coisas bonitas que aconteceram nos últimos anos da vida artística portuguesa".</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Felicidade - de Jorge Silva Melo]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1408</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 17:27:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.pt.wordpress.com/2008/06/30/a-felicidade-de-jorge-silva-melo-2/</guid>
<description><![CDATA[
Embora já nos tenhamos referido a esta curta metragem, a a este homem de tantas artes, é um gost]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3177/2625444576_ec493f0675_o.jpg" alt="" /></p>
<p>Embora já nos tenhamos referido a esta curta metragem, a a este homem de tantas artes, é um gosto relembrar e acrescentar mais umas informações.</p>
<p><strong>A Felicidade</strong>, curta metragem com argumento e realização de<strong> Jorge Silva Melo</strong>, foi seleccionado para a competição nacional e internacional do <strong>Festival de Vila do Conde</strong> que decorre entre 5 e 14 de Julho.<br />
A curta-metragem tem interpretação de Fernando Lopes, Pedro Gil e Miguel Borges, imagem de José Luis Carvalhosa e som de Armanda Carvalho e é uma produção dos Artistas Unidos.</p>
<p>Jorge Silva Melo tem ultimamente realizado documentários sobre artistas (Nikias Skapinakis, 2007; Alvaro Lapa em 2008), e ultima neste momento a montagem de um filme sobre a <strong>cooperativa GRAVURA</strong> a que chamou <strong>GRAVURA: ESTA MÚTUA APRENDIZAGEM</strong> cuja cópia final deverá estar pronta em Setembro de 2008.</p>
<p>Fonte: Maria Schiappa - ARTISTAS UNIDOS<br />
Rua da Bempostinha, 19B - 1150-065 Lisboa<br />
T. 21 370 01 20<br />
TM. 96 196 02 78<br />
mschiappa@artistasunidos.pt<br />
<a href="http://www.artistasunidos">www.artistasunidos</a>.</p>
<p>ver também <a href="http://mail.google.com/mail/?ui=2&#38;ik=7aa9121494&#38;attid=0.1&#38;disp=vah&#38;view=att&#38;th=11ad9285fb78f73f" target="_blank">este site</a></p>
<p>E a propósito de Jorge Silva Melo, lê-se um belo texto no <a href="http://suggia.weblog.com.pt/arquivo/250083.html" target="_blank">Guilhermina Suggia</a>.</p>
<p>Vale a pena lê-lo, todo.</p>
<p><em>"Quem não conhece, no meio cultural português, Jorge Silva Melo? Cineasta, actor, encenador, dramaturgo, co-fundador do teatro da Cornucópia, director dos Artistas Unidos, cronista excepcional, interveniente enérgico e sempre disponível para comentar e, portanto, para ajudar a reflectir (e, portanto, generoso), socialmente incorrecto, politicamente incorrecto, amante de todas as artes, que a elas tem dedicado uma vida superlativamente talentosa – quem não o conhece, perguntávamos, quem não conhece aquele rosto dele, sagaz, o discurso franco? Poucos. Porém, não consta que alguém tenha ousado formular a seu respeito este enunciado simples: Jorge Silva Melo é dos maiores escritores de língua portuguesa destes tempos. E os maiores, sabemo-lo, contam-se pelos dedos das mãos".</em></p>
<p><em> </em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A FELICIDADE - de Jorge Silva Melo]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1369</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 03:29:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.pt.wordpress.com/2008/06/27/a-felicidade-de-jorge-silva-melo/</guid>
<description><![CDATA[
A FELICIDADE (c.m.) Com Fernando Lopes, Pedro Gil e Miguel Borges, Imagem José Luís Carvalhosa, S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3292/2613174995_b2ba028a3b_o.jpg" alt="" /></p>
<p><a href="http://www.artistasunidos.pt/filmes/afelicidade.htm" target="_blank">A FELICIDADE</a> (c.m.) Com Fernando Lopes, Pedro Gil e Miguel Borges, Imagem José Luís Carvalhosa, Som Armanda Carvalho, Montagem Vitor Alves, Produção Manuel João Aguas e João Matos, Realização Jorge Silva Melo</p>
<p>No 16º Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema.</p>
<p>Dia 11 de Julho no <strong>Auditório Municipal de Vila do Conde.</strong></p>
<p>Um pai e um filho. O pai terá setenta anos, o filho pouco mais de vinte. O filho leva o pai ao hospital. Na rádio, música clássica. O Exsultate, Jubilate de Mozart cantado por Teresa Stich Randall. Nem o pai sabia que o filho gostava de música clássica, nem o filho sabia que aquela seria a última conversa que teria com o pai.</p>
<p>Mas Mozart pede que as almas se alegrem, que os homens rejubilem.</p>
<p>Uma produção Artistas Unidos com o apoio financeiro de ICA/MC co-financiamento RTP</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Observatório: a literatura de Álvaro Lapa]]></title>
<link>http://rascunhonoindie.wordpress.com/?p=86</link>
<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 13:44:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hélder Beja</dc:creator>
<guid>http://rascunhonoindie.pt.wordpress.com/2008/04/30/a-literatura-de-alvaro-lapa/</guid>
<description><![CDATA[O documentário de Jorge Silva Melo sobre Álvaro Lapa é uma declaração de amor. E, como todos os]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://rascunhonoindie.files.wordpress.com/2008/04/lapa.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-87" src="http://rascunhonoindie.wordpress.com/files/2008/04/lapa.jpg" alt="" width="214" height="160" /></a>O documentário de Jorge Silva Melo sobre Álvaro Lapa é uma declaração de amor. E, como todos os amores verdadeiros (existe tal coisa?), este é intenso e íntimo. É também repetitivo, insistente, longo.  Silva Melo, com o actor Pedro Gil ao lado, reproduz a viagem de carro que fez entre Viseu e Lisboa em 2006, aquando da morte do pintor, e intercala-a com excertos de entrevistas feitas a Lapa e com imagens da sua vasta obra.</p>
<p>Não pode dizer-se que <em>Álvaro Lapa: a Literatura</em>, documentário que ontem passou no Indie, seja um mau filme. Não é. Cumpre os seus intentos quase na perfeição: dá a conhecer um artista complexo e bastante desconhecido entre as gentes, explica a profunda relação da sua pintura com os livros que ia lendo e remete para tempos e para espaços (a fase de Évora é óptima) que carecem de documentação e de análise. São apresentadas ao público figuras como Joaquim Bravo ou Palolo.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://rascunhonoindie.files.wordpress.com/2008/04/caderno.jpg"><img class="size-full wp-image-88" src="http://rascunhonoindie.wordpress.com/files/2008/04/caderno.jpg" alt="" width="320" height="110" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Caderno de Céline</strong>, Álvaro Lapa</p>
<p>É um filme de amor. De um amor que nasceu em 1964, quando Silva Melo conheceu a obra de Lapa na Livraria 111. Melo quis pertencer àquele mundo e esta fita existe para provar que conseguiu e que vive feliz com isso. E aí reside a 'culpa' de este documentário que agora assina ser especialmente para outros (poucos) que como ele se apaixonaram pela obra de Lapa, de Bravo, de Cutileiro. Aos restantes, que metem pé nesses campos pela primeira vez, o filme pode parecer longo, mimético, às vezes enfadonho.</p>
<p><img class="size-full wp-image-89 alignleft" style="float:left;" src="http://rascunhonoindie.wordpress.com/files/2008/04/jorgemelo.jpg" alt="" width="174" height="155" /></p>
<p>Com pose e voz de Woody Allen português, o director dos Artistas Unidos reinventa a obra, depois de uma primeira versão em 2006, intitulada <em>As conversas de Leça em casa de Álvaro Lapa</em>. É, em boa medida, um trabalho à imagem daquilo que Lapa fazia com os seus quadros, transformando-os. Ao Jornal de Letras, Silva Melo conta que é «feito de filmes e gostava de estar sempre a fazê-los» e fala da relação difícil com o Instituto do Cinema e Audiovisual e seus subsídios.</p>
<p>Nem todos amamos o mesmo. Ainda bem. Jorge Silva Melo é assim: «Por isso me encantam estes documentários em que, impunemente, filmo horas de caras de gente a pensar, a tentar exprimir-se. Adoro isso. SInto-me bem com isso, caras». Carecemos de pessoas apaixonadas. Por isto ou por aquilo. E aí o Jorge merece o nosso maior bem haja.</p>
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