(à procura do meio) bravos sinais que previram a falha de palavras sapientes agora cristais avanço inerente mas vago e latente no sol eminente no fio da navalha são motor oleado, engenhos vitais do co… mais →
Alguidarlak wrote 1 year ago: (à procura do meio) bravos sinais que previram a falha de palavras sapientes agora cristais avanço i … more →
lak wrote 1 year ago: I. Senti uma náusea quando passava na cidade alguns passos faziam-me querer não ser – nunca somos o … more →
lak wrote 1 year ago: trilho urgente mãos ao ar! forquilha ao peito grelo valente cava, à força a terra cede ano carente a … more →
lak wrote 1 year ago: na.inaudita.confusão.organizada sinto.que.o.que.não.cabe.faz.parte e.que.a.dita.falta.é.algodão na.r … more →
lak wrote 1 year ago: pedem-me seriedade no discurso que a que trago e como a uso não me serve nem ao mundo estantes que p … more →
lak wrote 1 year ago: Já no vento a falta corta a carne nas mãos o tremor anuncia o tempo, da angústia a carta incita amor … more →
lak wrote 1 year ago: o que há de tão evasivo no tom que empregas tão directo? quando desempregas a ferros estes dias tão … more →
lak wrote 1 year ago: e agora espero sem saber porquê que o que fazes é sempre mistério e se os mortos não vão ser vistos, … more →
lak wrote 1 year ago: não consigo não sentir-me (só) sentir-me só a casa já parece ter ruído atravesso paredes supero o ru … more →
lak wrote 2 years ago: das três correias que seguram o bote duas são de areia e uma não pode a deriva escorreita dos vales … more →
lak wrote 2 years ago: muda e calada escreve a pena sem parar no dilema que se augura fértil. calmo inerte que se despede, … more →
lak wrote 2 years ago: O Manifesto for Concrete Poetry de Öyvind Fahlström, defende o poema como uma mensagem que comunica … more →
lak wrote 2 years ago: nadem os peixes que eu me afogo não admitem mas sabem não se brinca com fogo rasgos que acodem quand … more →