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	<title>lancamentos-editoriais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/lancamentos-editoriais/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "lancamentos-editoriais"</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 08:49:55 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[BLOG DAY 2008 E OS RECÉM-NASCIDOS]]></title>
<link>http://apoiofraterno.wordpress.com/?p=724</link>
<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 13:10:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mário Leal</dc:creator>
<guid>http://apoiofraterno.wordpress.com/?p=724</guid>
<description><![CDATA[
E finalmente estamos nele: bem-vindo ao BLOG DAY 2008!
Mas o que é o Blog Day?
Com a palavra, os o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://apoiofraterno.files.wordpress.com/2008/08/blog-day-2008.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-723" src="http://apoiofraterno.wordpress.com/files/2008/08/blog-day-2008.gif" alt="" width="455" height="130" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">E finalmente estamos nele: bem-vindo ao BLOG DAY 2008!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">Mas o que é o Blog Day?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">Com a palavra, os organizadores internacionais:</span></p>
<p><strong>BlogDay instruções:</strong><strong><br />
</strong></p>
<h3><strong>"O que é o BlogDay</strong>?</h3>
<p>BlogDay foi criado na convicção de que os bloggers deverão ter um dia dedicado ao conhecimento de novos blogs, de outros países ou áreas de interesse. Nesse dia os bloggers recomendarão novos blogs aos seus visitantes.</p>
<h3><strong>O que acontecerá no BlogDay?</strong></h3>
<p>Durante o dia 31 de Agosto, bloggers de todo o mundo farão um post a recomendar a visita a novos blogs, de preferência, blogs de cultura, pontos de vista ou atitude diferentes do seu próprio blog. Nesse dia, os leitores de blogs poderão navegar e descobrir blogs desconhecidos, celebrando a descoberta de novas pessoas e novos bloggers.</p>
<ol>
<li>Liste cinco novos Blogs que você ache interessantes.</li>
<li>Notifique por email esses cinco bloggers de que serão recomendados por você no BlogDay 2008.</li>
<li>Write a short description of the Blogs and place a link to the recommended Blogs (*)</li>
<li>Publique no BlogDay (no dia 31 de Agosto) esse <em>post</em>.</li>
<li>Junte a tag do BlogDay usando este link:<br />
<a href="http://technorati.com/tag/blogday2008" target="_blank">http://technorati.com/tag/blogday2008 </a>um link para o site do BlogDay: <a href="http://www.blogday.org/" target="_blank">http://www.blogday.org</a> "</li>
</ol>
<p style="text-align:justify;">(*) Na tradução para o português, seria mais ou menos isso: Escreva uma pequena descrição e indique o link do blog recomendado.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">Sendo assim, aí vão os meus indicados:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://moca-do-sonho.blogspot.com/" target="_blank">A MOÇA DO SONHO</a>, da Dullin (Tá, sei, o Oscar Luiz já indicou, mas também gosto dela e indico de novo!). Trata-se de um blog de conteúdo variado e que muito me encanta. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://moca-do-sonho.blogspot.com/">http://moca-do-sonho.blogspot.com/</a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://wishyoucloser.blogspot.com/" target="_blank">CLOSER</a>, da Renata. Gosto do ponto de vista dela e dos textos de terceiros que, vez por outra, replica por ali. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://wishyoucloser.blogspot.com/">http://wishyoucloser.blogspot.com/</a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://conscienciaevida.blogspot.com/" target="_blank">CONSCIÊNCIA E VIDA</a>, da Jeanne. É um blog que divulga os ditames de determinada religião, todavia, lá sempre encontro mensagens edificantes e que, de certo modo, transmitem otimismo e paz. Gosto  disso</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://conscienciaevida.blogspot.com/">http://conscienciaevida.blogspot.com/</a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://dropsazulaniss.blogspot.com" target="_blank">DROPS AZUL ANIS S</a>, do Eduardo. Um blog inteligente, fino, marcado pelo bom gosto editorial. Para mim é mais do que um blog, é uma revista de deliciosa leitura, ilustrações bem feitas, charges divertidíssimas e textos que enfatizam cultura, política e realidade a um só tempo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://dropsazulaniss.blogspot.com/">http://dropsazulaniss.blogspot.com/</a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://rosaleonor.blogspot.com/" target="_blank">MULHERES &#38; DEUSAS</a>, da Rosa Leonor. Sem dúvida, um canto muito especial na blogosfera. Algumas vezes, ao ler um dos ótimos posts publicados, fico horas refletindo sobre o tema proposto, tamanha a sabedoria e inteligência denotada pela sua editora.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://rosaleonor.blogspot.com/">http://rosaleonor.blogspot.com/</a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">Essas são as minhas 5 indicações para esse <a href="http://www.blogday.org/" target="_blank">BlogDay2008</a></span><span style="font-size:125%;">. São blogs excelentes, que vale a pena serem visitados. Faça isso.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">------------------------------------</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">Tivemos, nos últimos dias, algumas novidades no campo editorial, as quais faço qüestão de repartir com os amigos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">Primeiro foi o Marcos Pontes, do <a href="http://simpatiaeesculacho.blogspot.com/" target="_blank">Esculacho &#38; Simpatia</a>, quem lançou o seu mais novo livro de contos. Olha aí a cara no novo filhote do Marcos:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://apoiofraterno.files.wordpress.com/2008/08/capa_dacola-pequena_thumb3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-730" src="http://apoiofraterno.wordpress.com/files/2008/08/capa_dacola-pequena_thumb3.jpg" alt="" width="260" height="332" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">E, praticamente junto, a <a href="http://alcinea-cavalcante.blogspot.com" target="_blank">Alcinéa Cavalcante</a>, em co-autoria com Rostam Martins, lançou o ZERO VOTO, olha ele aí ao lado dos seus irmãozinhos:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"> <a href="http://apoiofraterno.files.wordpress.com/2008/08/zero-voto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-731" src="http://apoiofraterno.wordpress.com/files/2008/08/zero-voto.jpg" alt="" width="320" height="222" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">Claro que se estamos falando aqui dos recém-nascidos, jamais poderíamos esquecer de um dos mais crescidinhos, o filhote do Marco, do <a href="http://antigasternuras.blogspot.com/" target="_blank">Antigas Ternuras</a>. Ah, também quer ver o retrato dele? Tá bom. Olha aí as crianças brincando durante a festa:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;"><a href="http://apoiofraterno.files.wordpress.com/2008/08/marco-e-seu-livro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-732" src="http://apoiofraterno.wordpress.com/files/2008/08/marco-e-seu-livro.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">Esta foto foi tirada na noite de autógrafos, no sábado 23, ocasião em que o Marco palestrou sobre Machado de Assis, isso lá em Mauá (<a href="http://antigasternuras.blogspot.com/2008/08/gostei-bea.html" target="_blank">longe à "beça" de Barueri</a>).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">Para adotar um dos amados filhos desses nossos amigos, você já sabe: clique nos links dos respectivos autores e se informe sobre como adquirir o seu exemplar autografado. Os livros custam bem menos do que levar a família para almoçar fora no domingo. E põe menos nisso!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">APOIE NOSSOS AMIGOS ESCRITORES BLOGUEIROS!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:125%;">Bom Domingo para todos! </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Petite sociologie de l’action ménagère (AgoraVox)]]></title>
<link>http://sociologiahoje.wordpress.com/?p=88</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 19:59:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>mlfonseca</dc:creator>
<guid>http://sociologiahoje.wordpress.com/?p=88</guid>
<description><![CDATA[Après L’analyse des seins nus sur la plage, Jean-Claude Kaufmann explore un autre domaine de la m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Après <a href="http://www.agoravox.fr/article.php3?id_article=42313">L’analyse des seins nus sur la plage</a>, Jean-Claude Kaufmann explore un autre domaine de la microsociologie : le monde ménager. Quelles forces poussent à ranger, à épousseter, à faire les vitres, à laver et à repasser ? C’est dans son livre le cœur à l’ouvrage qu’il étudie les lois de l’action ménagère.</p>
<p><a href="http://sociologiahoje.wordpress.com/wp-admin/IMG/51NZC50897Lkk-2.jpg" target="_new"><img src="http://sociologiahoje.files.wordpress.com/2008/08/51nzc50897lkk-2.jpg" border="0" alt="" width="300" align="left" /></a> <!--  -->En effet, ces gestes sont si profondément inscrits dans notre corps que nous ne pensons plus à eux et ils apparaissent même comme insignifiants. Mais faut-il rappeler qu’une des caractéristiques fortes de l’homme est la propreté : le premier apprentissage de l’enfant est celui de la propreté. Être propre, c’est appartenir à la civilisation et marquer la frontière avec la saleté, le non-soi. De plus, faire le ménage au sens des choses, c’est aussi faire du ménage au sens des personnes, constituer de la famille. Si on laisse aller les choses, si on n’arrive pas à organiser le ménage, la famille casse. Ces gestes familiers constituent donc la base de l’existence du groupe.</p>
<p class="spip">Jean-Claude Kaufmann s’intéresse ensuite à la société des objets. Selon lui, les objets stockent de la mémoire humaine et fonctionnent comme un repère pour l’homme. Mais avant d’être des repères, ils ont nécessité un long apprentissage : la fourchette, par exemple, a exigé des années d’exercices physiques et d’inculcation culturelle pour être correctement tenue, jusqu’à l’aboutissement signalé par l’oubli de l’avoir appris. Quand il s’agit d’un objet nouveau, on le tripote pour identifier de nouveaux repères dans le contact avec les choses, une sorte d’exploration, comme si on voulait le faire entrer en soi.</p>
<p class="spip">Ainsi, il est souvent difficile de se séparer d’un vieil objet car celui-ci avait incorporé une part du soi : comment pourrait-il ne pas être difficile de se séparer de soi ? C’est pourquoi le rangement des choses familières est particulièrement pénible car il renvoie à un tri identitaire. En effet, l’identité de la personne se diffuse dans les objets, c’est pourquoi on peut distinguer le corps biologique du corps sociologique (corps physique et objets) : les objets sont incorporés au sens strict et s’introduisent dans l’univers de la routine. Ainsi le corps sociologique est à géométrie variable.</p>
<p class="spip">Le ménage est très souvent l’occasion d’un corps à corps individuel avec les objets, détrônant les personnes. Mais la personnalisation de l’échange avec l’objet n’est qu’un moment du processus où la personne fabrique du familial à travers le mouvement des mains. Paradoxalement, la famille se fabrique à partir d’actions fortement individualisées. La sensation de plaisir s’inscrit dans un imaginaire fait de symbolique, d’images fortes et idéalisées : passé, présent, avenir s’enchaînent (remémoration des scènes et des personnes lors du repassage en fonction des différents vêtements, souvenirs d’odeurs, rappels d’enfance, projections de scènes futures, etc.)</p>
<p class="spip">Quels sont donc les facteurs qui nous poussent à l’action ménagère ? Les personnes interrogées ont une réponse simple : il faut le faire parce qu’il faut que ce soit fait. En réalité, la remise en ordre des choses est double : l’ordre concret des choses bien sûr, mais aussi l’ordre qui est dans la tête. En d’autres termes, la tête se vide de ses impuretés en même temps que les mains nettoient et les idées se remettent en place en même temps que les choses sont rangées. Cet ordre mental, enregistré par l’individu sous forme de schéma mental, constitue la référence ultime. Avant donc de déclencher l’action, le regard transmet l’information à savoir que le schéma habituel n’est plus respecté. L’action a donc pour but de reconstruire la correspondance avec le schéma mental incorporé, de supprimer la confusion de l’esprit. Donc il faut non seulement le faire pour que ce soit fait, mais il faut en plus le faire comme ça doit être fait, remettre les choses à leur place.</p>
<p class="spip">Mais si on est obligé de faire du ménage, on s’oblige aussi à le faire. En effet, le sens de l’action consiste à inscrire en soi les normes d’obligation qui sont perçues comme des références extérieures. L’intériorisation de ces normes accentue alors l’efficacité des automatismes en diminuant la pénibilité de l’action. Le modèle visé est celui de l’automatisme parfait, supprimant les doutes et la pesanteur du corps. Mais l’individu ne doit pas non plus devenir l’esclave de cet automatisme, c’est pourquoi on parle plus largement d’habitude. Cette dernière reste ouverte à la pensée, enregistre le nouveau et reformule l’ancien.</p>
<p class="spip">L’habitude profonde, c’est-à-dire quand le corps seul mène la danse, est un modèle rarement atteint. Quand l’automatisme ne parvient pas à entraîner le corps, la pénibilité augmente. L’action ménagère ne relève plus d’une simple injonction qui facilitait l’aisance et la fluidité des gestes, mais des questions surgissent (pourquoi le repassage de ceci ? Pourquoi moi ? Pourquoi maintenant ?) et créent une distance entre les idées et les gestes.</p>
<p class="spip">Cette pénibilité n’est pas la même pour tous ; elle varie selon le contexte de l’activité et selon la mémoire personnelle : elle est une construction sociale. Pour que cette pénibilité s’efface, il faut qu’il y ait unité du soi avec les gestes. Plus le doute est fort sur le rôle à tenir en matière de nettoyage, plus la pénibilité fait surface. Le but recherché est toujours l’unité de soi autour du geste : si la personne regarde son corps comme un autre soi, le geste devient étranger et objet d’étude. L’utilité et l’efficacité de l’action sont alors interrogées, la rationalité de l’automatisme évaluée, et une comptabilité du temps perdu systématiquement ouverte.</p>
<p class="spip">Entre les automatismes du corps et la rationalité du cerveau, existent les sensations. Celle de pénibilité, nous l’avons vu, mais aussi celle de plaisir. Le lien entre les deux serait de dire que plus une activité a demandé d’effort, plus elle procure de la satisfaction une fois terminée. Lors du repassage par exemple, il y a double plaisir : à l’instant où le repassage est terminé, mais aussi légèrement avant en se représentant la scène libératoire. Plaisir plus tard encore, lorsque la personne ouvrira son armoire en voyant les piles d’habits bien alignées : leur seule vue rappelle l’effort, la fierté d’être parvenue à dominer le corps pour une action, ou de prouver que l’on est capable de maîtriser une organisation complexe. Bref, c’est une victoire.</p>
<p class="spip">Une autre sensation importante dans le déclenchement de l’action est l’agacement. Quand une activité est mal vécue au moment où elle est faite, la mémoire enregistre cette association et la personne sait que l’attend un moment difficile. Deux phases constituent cet agacement : avant l’action par bribes de pensées, et pendant l’action. Il devient même difficile à dire si c’est la représentation de la pénibilité de l’action ou l’action en elle-même qui est désagréable. Agacé donc, à cause du travail qui reste à faire, de la pénibilité à venir, mais aussi contre soi-même à cause du manque de volonté et d’organisation et de l’incapacité a dominer l’activité ménagère.</p>
<p class="spip">Être agacé par soi-même présuppose qu’il y ait distance de soi à soi : le soi en chair et en os confronté à la pénibilité des gestes refuse d’obéir au soi pensant confronté lui-même au fait que le soi corps refuse d’obéir au soi pensant. Le soi pensant étant régit par la norme de propreté et le soi corps régit par la norme de l’instant. La prise de décision dépendra alors de la distance entre les deux sensations et entre les deux normes de référence. Pour se motiver à agir, de multiples tactiques se mettent alors en place, grâce aux sentiments notamment qui permettront un rééquilibre intérieur.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gangues, galera e movimento hip hop (O Povo)]]></title>
<link>http://sociologiahoje.wordpress.com/?p=62</link>
<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 07:50:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>mlfonseca</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cartografias da Cultura e da Violência, da socióloga Glória Diógenes, foi publicado pela primeir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cartografias da Cultura e da Violência, da socióloga Glória Diógenes, foi publicado pela primeira vez em 1998. O livro trazia o mapeamento das gangues existentes no momento em Fortaleza, um glossário de uma juventude violenta e muitas falas de jovens estigmatizados e, até então, não escutados. A publicação resultava de uma árdua pesquisa de doutorado.</p>
<p>Dez anos depois, o livro ganha reedição, tal qual publicado pela primeira vez. Não foi por negligência. "Foi proposital. Esse livro é histórico. Marca um momento em que a academia e a periferia estão sintonizadas. Ele acabou suscitando vários outros trabalhos. Se fosse mudar alguma coisa, precisava mudar tudo. Ele não me pertence mais. Ele ganhou o mundo. É uma representação do encontro de um bocado de gente. O relançamento é um motivo para essas pessoas se encontrarem", comenta Glória Diógenes. Para o lançamento de logo mais, às 19h30min, no Mercado dos Pinhões, deverá estar presente representantes do moro Santa Terezinha, das comunidades Lagamar e das Quadras.</p>
<p>O subtítulo da tese denuncia a dificuldade do trabalho. Ao fazer um mapeamento da violência e da cultura de Fortaleza, Glória Diógenes optou por delimitar o olhar nas gangues, nas galeras e no movimento hip hop. Numa memória não muito distante, durante a década de 90, a palavra "gangue" atemorizava a cidade. Tratava-se de um termo estigmatizado para as galeras e grupos ligados aos bailes funk. No mesmo período, o movimento hip hop dava os primeiros passos e recebia preconceito semelhante.</p>
<p>A partir desses três elementos, Glória, em oito capítulos, faz uma ampla discussão sobre globalização, consumo, rebeldia, cultura de massa, movimentos identitários, confrontos policiais e corpo. Num dos capítulos mais interessantes, Juventude e Estilo: a rebeldia como lema, a violência como marca, ela apresenta uma tese original. Dentro de uma sociedade apartada e dividida, a violência aparece como um elemento de visibilidade para os jovens. "De tanto não ser escutado, de não poder falar, de ter recebido estigmas, a violência acaba sendo uma forma de visibilidade deles".</p>
<p>Em vez de Glória Diógenes tentar 'resolver' o problema, ela parte para a lógica da compreensão. Como esses jovens se entendem? A questão não podia ser respondida apenas com leituras. Tinha de ir a campo. O resultado é maravilhoso. Além de ser um livro pioneiro do ponto de vista político-acadêmico, Cartografias da Cultura e da Violência possui uma escrita invejável.</p>
<p>Longe de uma linguagem hermética, o texto de Glória Diógenes garante a densidade de uma pesquisa complexa e, ao mesmo tempo, uma leitura agradável. A pesquisadora dá espaço para as falas de adolescentes que explicam a realidade social a qual estamos inseridos talvez melhor do que alguns teóricos da Sociologia.</p>
<p><strong>Atualidade</strong><br />
Dez anos depois, muita coisa mudou em Fortaleza. Na rapidez da modernidade, o livro já apresenta resquícios de uma cidade modificada. "Hoje, a gente percebe uma maior potência da juventude como ator social. Existem vários grupos de hip hop, de rock, de skate, de igrejas. Existe uma diversidade de sociabilidade juvenil e uma relação muito forte com a cidade. Eles reivindicam mais os seus direitos", compara.</p>
<p>Por outro lado, alguns problemas permanecem. O confronto entre a juventude e a polícia é um dos sintomas ainda percebidos por Glória Diógenes. "Hoje, ainda existe muita denúncia de policial. É uma cultura do confronto e da ameaça que acaba criando um muro de resistência de uma sociedade que não compreende essa complexidade, que não quer atuar por dentro dela e busca geralmente ações imediatas. A gente precisa entender esse fenômeno como linguagem, para poder canalizar essa força da violência", conclui.</p>
<p><strong>Quem é Glória Diógenes</strong><br />
Professora do programa de pós-graduação em Sociologia da Universidade Federal do Ceará, atualmente é presidenta da Fundação da Criança e da Família Cidadã (Funci). Desde 1993, realiza pesquisas relacionadas com a temática da juventude. Possui vários livros e artigos publicados sobre o assunto. Destaque para Cartografias da Cultura e da Violência e Itinerários de Corpos Juvenis, ambos publicados pela editora AnnaBlume.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A European Comparative Study of the Sociology of Employment: Focusing on Employment Regimes and the Quality of Work (MarketWatch)]]></title>
<link>http://sociologiahoje.wordpress.com/?p=60</link>
<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 07:46:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>mlfonseca</dc:creator>
<guid>http://sociologiahoje.wordpress.com/?p=60</guid>
<description><![CDATA[DUBLIN, Ireland, Jul 21, 2008 (BUSINESS WIRE) &#8212; Research and Markets has announced the additio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="p">DUBLIN, Ireland, Jul 21, 2008 (BUSINESS WIRE) -- Research and Markets has announced the addition of the "Employment Regimes and the Quality of Work" report to their offering.</div>
<div class="p">The book makes a major new contribution to the sociology of employment by comparing the quality of working life in European societies with very different institutional systems -- France, Germany, Great Britain, Spain and Sweden. It focuses in particular on skills and skill development, opportunities for training, the scope for initiative in work, the difficulty of combining work and family life and the security of employment.</div>
<div class="p">Drawing on a range of nationally representative surveys, it reveals striking differences in the quality of work in different European countries. It also provides for the first time rigorous comparative evidence on the experiences of different types of employee and an assessment of whether there has been a trend over time to greater polarization between a core workforce of relatively privileged employees and a peripheral workforce suffering from cumulative disadvantage. It explores the relevance of three influential theoretical perspectives, focussing respectively on the common dynamics of capitalist societies, differences in production regimes between capitalist societies and differences in the institutional systems of employment regulation. It argues that it is the third of these - an employment regime perspective - that provides the most convincing account of the factors that affect the quality of work in capitalist societies.</div>
<div class="p">The findings underline the importance of differences in national policies for peoples experiences of work and point to the need for a renewal at European level of initiatives for improving the quality of work.</div>
<div class="p">About the Author</div>
<div class="p">Duncan Gallie is an Official Fellow of Nuffield College and Professor of Sociology at the University of Oxford. His research has focussed on the changing experience of work and on the social consequences of unemployment. He was national coordinator of the ESRCs Social Change and Economic Life Initiative and has been European coordinator of several EU cross-national research programmes. He is Vice-President and Foreign Secretary of the British Academy and was a member of the EUs Advisory Group for the Social Sciences and Humanities for the Sixth Framework Programme.</div>
<div class="p">Key Topics Covered:</div>
<div class="p">- Production Regimes, Employment Regimes, and the Quality of Work</div>
<div class="p">- Skills and Wages in European Labour Markets: Structure and Change</div>
<div class="p">- Job-Related Training in Europe: Do Institutions Matter?</div>
<div class="p">- Task Discretion and Job Quality</div>
<div class="p">- Work and Family in Conflict? The Impact of Work Demands on Family Life</div>
<div class="p">- Job Insecurity</div>
<div class="p">- The Quality of Work Life in Comparative Perspective</div>
<div class="p">- List of Figures</div>
<div class="p">- List of Tables</div>
<div class="p">For more information visit <a class="lk001" href="http://www.researchandmarkets.com/research/75d457/employment_regimes" target="_blank"><span style="color:#0000cc;">http://www.researchandmarkets.com/research/75d457/employment_regimes</span></a>.</div>
<div class="p">Source: Oxford University Press</div>
<div class="p">SOURCE: Research and Markets Ltd.</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lançamento do Livro "Estudos de Comunicação Política" da Prof. Doutora Paula Espírito Santo]]></title>
<link>http://mlfonseca.wordpress.com/?p=141</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 17:18:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>mlfonseca</dc:creator>
<guid>http://mlfonseca.wordpress.com/?p=141</guid>
<description><![CDATA[Caros:
Para quem se interesse por estas temáticas, fica a divulgação do lançamento.

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Caros:</p>
<p>Para quem se interesse por estas temáticas, fica a divulgação do lançamento.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://mlfonseca.files.wordpress.com/2008/07/livroestudosdecomunicacaopolitica.jpg"><img class="size-medium wp-image-142 aligncenter" src="http://mlfonseca.wordpress.com/files/2008/07/livroestudosdecomunicacaopolitica.jpg?w=205" alt="" width="205" height="300" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lançamento do Livro "A Prostituição e a Lisboa Boémia", de José Machado Pais]]></title>
<link>http://mlfonseca.wordpress.com/?p=97</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 21:53:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>mlfonseca</dc:creator>
<guid>http://mlfonseca.wordpress.com/?p=97</guid>
<description><![CDATA[Amanhã, terça-feira dia 8 de Julho de 2008, será lançado em Lisboa, no Palácio Galveias (Campo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã, terça-feira dia 8 de Julho de 2008, será lançado em Lisboa, no Palácio Galveias (Campo Pequeno - Lisboa), pelas 19H30, o livro do Prof. Doutor José Machado Pais "A Prostituição e a Lisboa Boémia (do séc. XIX a inícios do século XX)". </p>
<p>Em especial aos alunos de Serviço Social que (como ao longo do ano vimos), muito se interessam por estas temáticas e gostam especialmente de estilos de investigação etnográficos, recomendo vivamente.</p>
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<title><![CDATA[Em construção.]]></title>
<link>http://sociologiamilitar.wordpress.com/?p=9</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 22:58:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>mlfonseca</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em construção.
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<content:encoded><![CDATA[<p>Em construção.</p>
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<title><![CDATA[Biografia de Pierre Bourdieu: "Un sociologue « énervant »", por Marie-Anne Lescourret]]></title>
<link>http://sociologiahoje.wordpress.com/?p=41</link>
<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 09:50:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>mlfonseca</dc:creator>
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<description><![CDATA[Book Review por Jean Dubois (lesechos.fr) 
Celui qui a qualifié Pierre Bourdieu de « sociologue ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Book Review por Jean Dubois (lesechos.fr) </p>
<p>Celui qui a qualifié Pierre Bourdieu de « sociologue énervant » traduisait bien la difficulté à le classer dans les catégories traditionnelles. Six ans après sa mort, la question reste ouverte : de qui se souviendra-t-on ? Du penseur qui, du haut de sa chaire au Collège de France, a régné sur la sociologie française, ou de l'intellectuel engagé qui s'est fait le défenseur des victimes de la misère du monde ? De l'auteur de plus de quarante livres ou du militant haranguant les grévistes de 1995 en lutte contre l'ultra-libéralisme ? Etait-il, selon le mot de Raymond Aron, ce « chef de secte dominateur » voulant imposer sa vision personnelle de la vie sociale ou le promoteur désintéressé d'une approche vraiment scientifique des comportements sociaux ? Le premier mérite de la biographie que nous livre Marie-Anne Lescourret est de nous inviter à dépasser les caricatures auxquelles se prêtait la complexité de Pierre Bourdieu.</p>
<p>La biographe parvient à nous proposer une clef de compréhension simple. C'est l'intéressé lui-même qui la lui fournit quand il constate : « Je n'ai pas cessé de me trouver dans des situations de décalage ou, mieux, de porte-à-faux, dans mes relations avec le monde intellectuel ». On n'en finirait pas d'énumérer ces situations : c'est, pour commencer, celle de ce petit paysan béarnais soudain transplanté dans le bain parisien de l'Ecole normale supérieure et qui a nourri là « le sentiment d'être un étranger dans le monde intellectuel ». C'est ensuite celle de ce critique féroce d'un système éducatif fait pour les « héritiers », mais qui continue à se voir comme « l'oblat, voué et dévoué » de l'institution universitaire où il restera toute sa vie.</p>
<p>Cette allergie de Bourdieu aux schémas binaires le condamnait immanquablement à ne pas être compris et même souvent à être qualifié de « traître ». Le meilleur exemple en est sans doute le portrait qu'on a dressé de lui comme un apôtre du déterminisme. Certes, il a sans cesse dénoncé l'aveuglement qui empêchait de voir à quel point des comportements qui apparaissaient comme des choix personnels n'étaient, en réalité, que dictés par l'origine sociale ou l'éducation de chacun. Cela l'a conduit à des formules abruptes telles que « nous sommes des automates dans les trois quart de nos actions » ou « les inégalités d'intelligence sont des inégalités sociales ». On en a conclu à une sorte de fatalisme social. Or la conviction de Bourdieu était tout autre : il ne voyait dans la mise en lumière des déterminismes que le moyen de s'en libérer. « On ne peut les combattre qu'à condition de les connaître. » Dans cette perspective, il percevait la sociologie comme une sorte de thérapie. Il était convaincu que l'on ne pourrait « changer le monde » qu'en démontant les mécanismes qui engendrent les blocages de la société et causent les souffrances des hommes.</p>
<p>Il est permis de penser que Pierre Bourdieu se faisait là quelque illusion. Il frôlait la mégalomanie en voyant le sociologue comme sauveur du monde. Mais l'on saura gré à sa biographe d'avoir montré l'unité entre le penseur et l'homme d'action, animés par la même conviction : « Nous naissons déterminés et nous avons une petite chance de finir libres. Nous naissons dans l'impensé et nous avons une toute petite chance de finir comme sujets ». Même si l'on ne partage pas toutes ses analyses, il est difficile, après avoir lu cette biographie, de ne pas respecter celui qui n'a cessé de croire qu'il pouvait réellement soulager la misère du monde.</p>
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