<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>lembrancas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/lembrancas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "lembrancas"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 01:48:22 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Coisas de quem bloga...]]></title>
<link>http://acqua.wordpress.com/?p=834</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 08:00:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lunna</dc:creator>
<guid>http://acqua.pt.wordpress.com/2008/10/10/coisas-de-quem-bloga/</guid>
<description><![CDATA[
Visitando o blog da Roseane dias atrás, li o post onde ela falava do quanto é engraçado essa coi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://acqua.files.wordpress.com/2008/10/dscf0499.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-835" title="dscf0499" src="http://acqua.wordpress.com/files/2008/10/dscf0499.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Visitando o blog da <strong><a href="http://nutriane.blogspot.com/2008/10/coisas-pessoas-e-blogs.html">Roseane</a></strong> dias atrás, li o post onde ela falava do quanto é engraçado essa coisa de blog, numa clara referência ao fato de nos tornarmos próximos de pessoas ao visitar seus blogs.</p>
<blockquote><p>Afinal, a cada visita feita ao blog de alguém, é como se a porta de uma casa fosse aberta e você fosse convidado para uma xícara de chá com bolinhos. Uma visita que se repete dia após dia e de repente passamos a conhecer essa pessoa a ponto de lembrar dela em diversos momentos da nossa vida off line.</p>
<p>Ao ler o post escrito pela Roseane, acabei me lembrando de situações realmente engraçadas que acontecem nos mais diversos momentos do meu cotidiano que me trazem a mente pessoas que conheço através de seus blogs.</p></blockquote>
<p>E ainda há algumas pessoas (<span style="text-decoration:line-through;">ou blogueiros</span>) que me enviam email dizendo que lembraram-se de mim quando estavam lendo determinadas coisas e isso é algo que já aconteceu comigo diversas vezes.</p>
<p>O fato é que a proximidade que alguns blogs permitem é algo interessante. Você se permite uma proximidade real, acaba chamando o outro que lá está de amigo e em alguns momentos acaba sabendo coisas bem pessoais de cada um. Divide a felicidade de alguns momentos, a tristeza de outro. A alegria por uma conquista e a frustração tão comum ao nosso cotidiano:</p>
<p>- sempre me lembro da <a href="http://scriptusest.blogspot.com/" target="_blank"><strong>Lê</strong></a> quando compro barras de chocolate. Nós duas somos chocolatras assumidas (ela gosta do preto e eu do branco).</p>
<p>- outro dia estava cuidando de uma sementeira lembrei-me da <strong><a href="http://drang.org/blog/" target="_blank">Denise</a> </strong>que mostrou a foto de sua pequena horta em seu blog.</p>
<p>- ainda ontem pela manhã, enquanto regava uma planta que tenho em casa, lembrei-me do <a href="http://oscar-vg.blogspot.com"><strong>Oscar</strong></a> que foi super gentil em me ajudar com ela. A renda portuguêsa estava cheia de lagartas que faziam da minha planta sua refeição favorita. O Oscar prontamente me forneceu meios eficazes para resolver a questão. A planta está linda. Ah! Mas eu também me lembro dele quando vejo sapinhos no meu quintal. Aliás, os sapos são lindos e sábios. Adoro eles... Uma referência perfeita ao meu amigo. kkkkkk</p>
<p>- E últimamente sempre que ouço música francesa, penso que estive em Paris, mas não fui a Nancy conhecer a <a href="http://jardi"><strong>Maria Augusta</strong></a>. Mas não faltará oportunidade, penso eu... Acho que o encontro ficará para as tardes paulistanas.</p>
<p>- nos últimos tempos sempre que olho o céu e vejo as nuvens brincando de pequenas composições fazer - lembro-me da <a href="http://ondasnasnuvens.blogspot.com/" target="_blank"><strong>F@</strong></a> e suas telas de referido céu.</p>
<p>- há também a alusão a fotografias e versos. Estive numa galeria dias atrás visitando uma exposição que misturava pedaços de fotografias e pequenos versos. Uma ilusão deliciosa. Lembrei-me do ato da <a href="http://lizkasper.blogspot.com" target="_blank"><strong>Lyz</strong></a> que nos permite essas deliciosas formas de ilusões em seu blog.</p>
<blockquote><p>Sãos as pequenas singularidades que os blogs nos proporcionam. Algo que me remete ao tempo das correspondências - é algo bem similar, com a diferença que a espera é menor. E se eu fosse citar todas as lembranças que me ocorrem, não terminaria esse post tão cedo...</p>
<p>Mas e você, também lembra-se de seus amigos blogueiros no seu dia a dia off line?</p></blockquote>
<p><strong>Crédito da Imagem.<br />
A Rayssa fotografou as cartas que eu ainda guardo.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Adultos, dedos quebrados e janelas]]></title>
<link>http://aosugo.wordpress.com/?p=292</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 04:12:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcus Vinicius</dc:creator>
<guid>http://aosugo.pt.wordpress.com/2008/10/10/adultos-dedos-quebrados-e-janelas/</guid>
<description><![CDATA[Bem, primeiramente eu gostaria de também oficializar um pedido de desculpas. Nós temos temperado o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Bem, primeiramente eu gostaria de também oficializar um pedido de desculpas. Nós temos temperado o Ao Sugo com muito menos regularidade e, diria, fervor, do que estávamos fazendo. Como o Victor já disse por aí, andamos, realmente, consideravelmente atarefados. O Victor com seus textos exigidos pela vida acadêmica e eu com os textos exigidos pela vida fora da academia, no tal mortífero mercado de trabalho. Dentre palavras e quilômetros rodados no que envolve a construção de nossas ainda impúberes carreiras, o tempo que nos têm restado vem sido demasiado reduzido para que façamos algo que não seja contraproducente. É claro, alguém um pouco mais apressado diria "Mas e os finais de semana?". Bem, em verdade, quando você é graduado em ofícios que dependem em demasia do uso das palavras (um cientista social e um jornalista), às vezes qualquer folga de sua utilização pode ajudar naquele bom, delicioso e ansiado descanso, no sentido mais nobre e simples que "descanso" pode possuir. E as palavras, bem, talvez de quando em vez queiramos apenas absorvê-las, e nem sempre criá-las.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-large wp-image-294" title="img1" src="http://aosugo.wordpress.com/files/2008/10/img1.jpg?w=497" alt="" width="497" height="359" /><a href="http://aosugo.files.wordpress.com/2008/10/img.jpg"></a></p>
<h2 style="text-align:justify;">Adultos, dedos quebrados e janelas</h2>
<p style="text-align:justify;">Ouvi dia desses, na Rádio Band, se bem me lembro, que hoje em dia existe um fenômeno, desses psicológico-sociais ou qualquer coisa do gênero, que se refere à uma suposta "infantilização" daquelas pessoas que, em tese, deveriam ter ingressado ou ao menos estar em vias de ingressar na "vida adulta". Este tal fenômeno é representado por ações simples como, por exemplo, a volta de muitas pessoas à casa dos pais depois de se graduarem, ou a permanência das pessoas na casa dos pais enquanto ainda especializam-se, fazem mestrados, doutorados ou qualquer coisa que o valha. Este tipo de atitude, portanto, seria um dos motivos que podem ser considerados, a grosso modo, como uma espécie de "recusa à adultidade", retardando o ingresso da pessoa na famigerada "vida adulta".</p>
<p style="text-align:justify;">Pensemos na complexidade destas teorias. Primeiro de tudo, eu acredito que o supramencionado retorno às moradas dos genitores ser considerado uma "recusa à adultidade" seja um tanto exagerado. Pode ser um tipo de segurança ou conforto que não precisa e nem deve ser simplesmente desconsiderado, ou do contrário você pode se tornar um desencontrado que vive pingando de um lado para outro como eu, ainda sem segurança de trabalho fixo e moradia convencional. Como tanta gente adora dizer, "hoje em dia o mundo é outro". Nós não podemos querer comparar as situações pelas quais jovens profissionais ou estudantes passam atualmente com as que passavam há 40, 30, 20 ou mesmo 10 anos atrás. Muito mais gente habita este mundinho infeliz, e quem tiver a chance de botar uma corda no seu pescoço e chutar o banquinho provavelmente o fará. As dificuldades são outras, nem maiores e nem menores... apenas diferentes. Ter "segurança" hoje significa um pouco mais que ter sua carteira de trabalho assinada, sua(seu) esposa(o)/namorada(o)/noiva(o) a tiracolo e um apartamentinho ou casinha dado por algum sogro ou pai aposentado. Tem pessoas que gostam de comparar a tentativa de se evitar problemas desnecessários com síndromes de Peter Pan.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora, sejamos justos e pensemos no outro lado da coisa toda. Se querem dizer que existe esse tal fenômeno de "infantilização" do "novo adulto", seria no mínimo prudente considerar que existe também a "adultização" da criança. Quase não existe mais qualquer coisa que seja instrumento de manutenção da infância. Quer dizer, brinquedos para crianças um pouco mais velhas (digamos de 8 a 12 anos) mal são desenvolvidos e vendidos, porque "não tem mais mercado". O moleque cresce o suficiente pra largar o caminhãozinho de plástico para sentar em frente à tela do computador e explodir tudo em posse dum caminhão virtual equipado com metralhadoras e mísseis. Eu não vou entrar no mérito de programação de televisão ou filmes e nem na incessante vontade de tantos em transformarem os filhos em irritantes pequenos prodígios. Seria praguejar a uma platéia vazia.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda é sempre bom nos referirmos à boa e velha nostalgia. Este sentimento é particularmente comum às pessoas que cresceram e tiveram boa parte de sua infância nos já tão distantes anos 80. O sentimento, claro, pode existir e existe nas mais variadas gerações, entretanto os membros da "geração da década de 80" parece manifestar a nostalgia de uma maneira muito mais fervorosa e apaixonada que muitos outros. Não sei bem dizer o porquê disso. Talvez por ter sido uma década, ao menos no Brasil, realmente muito... "infantil", no sentido de tudo que era feito ou produzido, de programas de televisão a filmes, de brinquedos a jogos eletrônicos, que ainda engatinhavam em pixels enormes na tela.</p>
<p style="text-align:justify;">Todavia, por ter eu mesmo crescido nesta época, posso estar romantizando um pouco demais tudo que aquilo significou. Nenhum de nós vai saber explicar muito bem porque gosta tanto de relembrar aqueles tempos, mas a maioria sentirá que, possivelmente, parte destes motivos seja simplesmente o fato de ter sido uma época boa demais para ser uma criança. E convém tentar entender o que existe de tão condenável assim em tentar, mesmo que depois de velhos, resgatar algo, nem que seja só um pouco, de todas aquelas memórias que foram e ainda são tão importantes. Para muitos é um exercício de sanidade, de foco, porque faz lembrar de uma época melhor de nossas vidas, longe de responsabilidades, angústias ou dificuldades. E às vezes retornar à casa dos pais não é simplesmente uma "recusa à vida adulta", um "medo da responsabilidade" ou uma "fuga da realidade", mas sim um amor grande demais por um tempo para simplesmente abandoná-lo como um velho bonequinho, com os dedos quebrados e a tinta gasta.</p>
<p style="text-align:justify;">O que vejo é que alguns são tantas vezes acusados por simplesmente, eventualmente, fazerem aquilo que <em>querem fazer </em>em detrimento daquilo que <em>têm de fazer. </em>Um esforço grande o suficiente para cansar como qualquer suposto dignatório trabalho, até pela possibilidade de se tornar alvo de críticas infundadas ou teorias mirabolantes. É claro que não podemos nos deixar acomodar, mas ao mesmo tempo é preciso se perguntar se precisamos realmente parar de discutir os motivos de nunca se passar o capítulo final de Black Kamen Rider, porque os dedos dos Comandos em Ação sempre quebravam ou qual era o seu Changeman favorito.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao final das contas, as coisas são simples, porque ninguém muda; as pessoas melhoram ou pioram. Por causa disso, relegar tudo aquilo que fomos ou fizemos no passado é tão tolo quanto não se importar com o que seremos ou faremos no futuro. E, de quando em vez, quando você está numa cidade que não conhece tão bem, num apartamento que não é seu e olhando por uma janela que não significa nada além do tempo frio e nublado lá fora, aquelas velhas memórias de tudo que um dia foi podem ser as únicas coisas que lhe dão força e vontade para levantar no dia seguinte e tentar construir o que ainda será.</p>
<p> </p>
<p><strong><em>Marcus Vinicius Pilleggi</em></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ué?]]></title>
<link>http://andreianery.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 02:58:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>andreianery</dc:creator>
<guid>http://andreianery.pt.wordpress.com/2008/10/10/ue/</guid>
<description><![CDATA[Se eu me lembro apenas de alguns natais de minha infância isso quer dizer que não tive bons Dias d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Se eu me lembro apenas de alguns natais de minha infância isso quer dizer que não tive bons Dias das Crianças?</p>
<p>Ou não tive nem bons.</p>
<p>Ou alguns natais foram mais marcantes?</p>
<p>Só alguns.</p>
<p>Dois? três?</p>
<p>Ué?</p>
<p> </p>
<p><strong>P.S.1:</strong> Eu estou impressionada como ainda podemos encontrar boas almas neste mundo! E nem estou falando de alma caridosa. Estou falando de alma boa no sentido literal da palavra. Bem-vindo.</p>
<p><strong>P.S.2:</strong> Estou encantada e emocionada (cansada também) com minha semana na "firma".</p>
<p><strong>P.S.3:</strong> Ahhhhhh, esta bagaça está com o horário errado! E eu faltei na <span style="text-decoration:line-through;">porra</span>daauladegeografia! Não consigo me achar nos GMTs da vida.</p>
<h6 class="post-credito">Escrito por mim <a href="http://mubi.blog.uol.com.br/arch2008-10-01_2008-10-31.html#2008_10-10_00_52_05-2284661-0" target="_blank">lá</a> às 23h52 do dia 09.10.2008. Merde.</h6>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agenda]]></title>
<link>http://vegvisir.wordpress.com/?p=111</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 23:02:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hernani</dc:creator>
<guid>http://vegvisir.pt.wordpress.com/2008/10/09/agenda/</guid>
<description><![CDATA[Eu sempre tive a memória pouco confiável. Esqueço até o aniversário dos meus pais, se bobear. N]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre tive a memória pouco confiável. Esqueço até o aniversário dos meus pais, se bobear. Não lembro de coisas que disse ou que fiz, e isso é bom e ruim, dependendo da circunstância.</p>
<p>Na época do colégio, ganhávamos uma agenda no começo do ano, para ajudar àqueles que, como eu, tinham certa dificuldade em se lembrar dos seus poucos compromissos: estudos, trabalhos, provas. E para as meninas trocarem recadinhos e confidências entre si, atiçando a curiosidade dos meninos. Até linguagem codificada elas inventavam!</p>
<p>Desta época, guardei apenas duas agendas pra posteridade, exatamente as de 1994 e 1995, quando fiz o intercâmbio. Eu sabia que elas seriam úteis para mim algum dia, quando eu precisasse lembrar de alguns detalhes da experiência que mudou a minha vida.</p>
<p>Eis que meu scanner chegou e eu não tenho mais desculpas para atrasar os posts sobre a Dinamarca, então resolvi espanar a poeira dessas agendas, reler meus rascunhos para refrescar minhas lembranças e escrever os detalhes que me marcaram naquela época!</p>
<p>Quanta surpresa! Confesso que se não tivesse certeza de que fui eu que escrevi naquelas páginas, ficaria na dúvida do dono daqueles garranchos. Como recebi a agenda no começo do ano e só viajei em julho, teve um bom primeiro semestre repleto de anotações. Não acreditei no quanto eu era organizado, anotava de tudo: reunião dos escoteiros; reunião do grupo de jovens; datas de aniversários COM NOME E ENDEREÇO COMPLETO das pessoas, para enviar postais (boa parte dessas pessoas eu não faço a menor idéia de quem sejam :) ); provas, trabalhos, estudar, fazer dever-de-casa e outras coisas da escola; pegar emprestado e emprestar cadernos e livros; ligar pra não-sei-quem; festas e encontros; jogos de futebol do Cruzeiro e da Seleção Brasileira COM OS RESULTADOS; viagens, acampamentos, passeios; comprar ou pagar não-sei-o-quê...</p>
<p>Estou me divertindo, me lembrando de cada coisa... naquela época o monstro da <a title="Histórico da Inflação no Brasil" href="http://almanaque.folha.uol.com.br/dinheiro90.htm" target="_blank">inflação ainda tinha 7 cabeças</a>, e o nosso dinheiro ainda era o <a title="Cruzeiro Real na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cruzeiro_real" target="_blank">Cruzeiro Real</a> (alguém se lembra disso?). Tinha alguns valores anotados na minha agenda, e é engraçado saber que o valor da mensalidade do curso de inglês que eu fazia é igual a todo o meu patrimônio atual...</p>
<p>Por falar em curso de inglês, fiz um intensivão particular no CCAA por 4 meses, pra tentar não fazer (tão) feio no intercâmbio com meu inglês de colégio. No final, só aprendi mesmo a falar inglês na prática, lá na Dinamarca, antes de aprender o próprio dinamarquês.</p>
<p>Revi as datas exatas em que recebi as cartas do AFS, a minha família dinamarquesa, e que enviei os formulários do intercâmbio e do visto ou que fui no Juizado de Menores pegar a autorização dos meus pais pra viajar, na Delegacia de Ensino para negociar como seriam meus estudos no retorno.</p>
<p>Descobri que fui a Petrolina visitar meu irmão antes de ir pra Dinamarca, e deu até vontade de escreve sobre lá antes da série dinamarquesa, já que estou seguindo uma ordem cronológica. Mas já enrolei demais e vou cometer esse pequeno deslize histórico.</p>
<p>Descobri que eu escervia cartas... e provavelmente as recebia também! E que eu era um católico praticante!</p>
<p>Me lembrei que todos os últimos preparativos foram feitos em Brasília: comprei dólares e Traveller Cheques, uma camisa da seleção, presentes e uma bandeira do Brasil - que me acompanha até hoje em todas as minhas viagens de féras no exterior.</p>
<p>E que voltei pra Montes Claros antes da final da Copa do Mundo, a tempo de unir uma das despedidas à festa depois da isolada do Baggio. E quando vi os dias exatos de todas as festas de despedida que fizeram pra mim, um filme passou pela memória.</p>
<p>Até que no dia 20 de julho peguei o ônibus para o Rio de Janeiro e no dia seguinte peguei o vôo, e voltamos ao mesmo ponto do post <em>A Viagem da Viagem...</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ai to seigi mo sera fuku bishoujo senshi...]]></title>
<link>http://writingsfp.wordpress.com/?p=50</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 02:08:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>writingsfp</dc:creator>
<guid>http://writingsfp.pt.wordpress.com/2008/10/08/ai-to-seigi-mo-sera-fuku-bishoujo-senshi/</guid>
<description><![CDATA[Sera-Muun! Tsukini kawatte oshiokiyo!

Impressionante como eu amo muito tudo isso! Pode passar mese]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">Sera-Muun! Tsukini kawatte oshiokiyo!</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://writingsfp.files.wordpress.com/2008/10/sailor_senshi2.png"><img class="size-full wp-image-51 aligncenter" title="sailor_senshi2" src="http://writingsfp.wordpress.com/files/2008/10/sailor_senshi2.png" alt="" width="308" height="400" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Impressionante como eu amo muito tudo isso! Pode passar meses, anos, décadas, Bishoujo Senshi Sera-Muun vai ser sempre o melhor anime para mim! Hoje passei o dia ajeitando meus cds de dados antigos no hd do meu pc velho, para poder salvá-los em DVD, e enquanto eu fazia isso, assistia novamente a fase Sailor Stars, que é como eu já disse aqui, a que mais gosto. Impressionante como eu entro nesse mundo, é como se eu achasse no anime um escape, e nele eu entro e me sinto melhor, e com mais força quando volto para a realidade. Pode parecer infantil até, ou covarde, sei lá, mas é assim que eu faço. Sailor Moon é meu "recarregador de baterias", fora que como eu já disse também, sempre me traz boas sensações e lembranças. A mensagem de amor que ela passa alcança meu coração.</p>
<p style="text-align:left;">Fiquei um bom tempo sem assistir, e só hoje percebi a falta que me fazia. Muito bom ver de novo, e muito triste sentir aquele vazio novamente de quando acaba a série e você pensa "tá, e agora?" e não adianta, não tem o que cubra aquele vazio a não ser quando você assiste de novo. Chega a ser meio viciante :P</p>
<p style="text-align:left;">Mas é isso, acho que sou uma Sailor Moon addicted! </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1986: UMA CONVERSA SOBRE MÚSICA E POESIA]]></title>
<link>http://maturana.wordpress.com/?p=143</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 23:52:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mauro</dc:creator>
<guid>http://maturana.pt.wordpress.com/2008/10/06/uma-conversa-sobre-musica-poesia-e-taxista/</guid>
<description><![CDATA[ Em 1986 eu estava fascinado pelas bandas de rock que estouravam feito pipoca naquela época. Mas o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;"><a href="http://maturana.wordpress.com/files/2008/10/billy_bragg.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-144" title="billy_bragg" src="http://maturana.wordpress.com/files/2008/10/billy_bragg.jpg" alt="" width="450" height="311" /></a> Em 1986 eu estava fascinado pelas bandas de rock que estouravam feito pipoca naquela época. Mas o objeto de meu fascínio tinha origem um pouco mais remota. Entrando na adolescência, me encantava principalmente com as bandas surgidas como conseqüência do fenômeno punk que havia balançado as estruturas do rock’n roll – que andava meio perdido nos virtuosismos do rock progressivo. Às pioneiras <em>Sex Pistols</em> e <em>The Clash</em> seguiram-se várias outras, de estilos variados, mas como ramificações daquele mesmo punk surgido no verão 76/77. Pós-punk, new wave, ska, e uma infinidade de bandas que passaram a freqüentar o meu toca-discos. U2, Smiths, Police, Cure, e no Brasil, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Titãs, Capital Inicial, Plebe Rude... todas elas eram conhecidas em primeira mão pelas ondas da rádio niteroiense Fluminense FM, sintonizada na freqüência 94,9 do dial, mais conhecida pelos aficcionados como MALDITA.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;">Em 1986 eu escutava a <em>mardita</em> direto. Me lembro de escutar o primeiro disco do Legião Urbana em uma fita cassete que era gravada de um para o outro a partir de um LP original. Fiquei conhecendo as músicas do segundo disco, ainda quente saído do forno, numa festa de aniversário que fui, e o disco rolou inteirinho.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;">Foi neste ano que foi lançado um disco de um britânico que cantava, solitariamente ao violão, baladas suaves e serenas. <em>Billy Bragg</em> nem parecia ter surgido naquele mesmo verão punk londrino, em meio à barulhenta saraivada de guitarras distorcidas e baterias altamente aceleradas.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;">Não era seu primeiro LP, mas foi o primeiro que conheci. Aliás, só fui conhecer o disco todo quando o comprei uns dois anos depois no recém inaugurado Plaza Shopping. Aliás, implorei insistentemente – que pirralho chato – pra minha mãe comprar. Em 86 eu só conhecia uma única e singela canção: Levi Stubbs’ Tears, que tocava sempre numa certa freqüência de rádio que vinha de Niterói. Pois é. Foi através da Flu FM que aqueles acordes penetraram na minha mente e marcaram profundamente a minha formação musical.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;">Passados tantos anos, consigo perceber algumas influências que outras bandas tiveram, seja depois ou mais ou menos na mesma época. Pra começar, sempre achei que a banda Green Day tinha influências fortíssimas desse cara, só que com uma bateria a mil por hora. E agora, com o advento da internet e do fabuloso youtube, pude finalmente conhecer o clipe de “Levi Stubbs’ Tears”, e me lembrei demais daquele clipe de "tempo perdido", do Legião Urbana. Só pra deixar registrado: o lançamento, tanto do disco “dois”, do Legião, que contém a música citada, e de “Talkin with taxman about poetry”, do Billy Bragg, que contém a outra música citada, são do mesmo ano: 1986.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;">E por falar em influências, ele próprio parece ser uma releitura. Algo como um Bob Dylan moderno. Quer dizer, moderno há mais de 20 anos atrás, claro.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/I4v8VJ0LRgA'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/I4v8VJ0LRgA&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;">(clipe de "Lebi Stubbs Tears", do Billy Bragg)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/59k1ZY2MPyU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/59k1ZY2MPyU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;">(clipe de "Tempo Perdido", do Legião Urbana)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blog, blogs...]]></title>
<link>http://artcasez.wordpress.com/?p=522</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 18:06:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arthur</dc:creator>
<guid>http://artcasez.pt.wordpress.com/2008/10/06/blog-blogs/</guid>
<description><![CDATA[
Em maio deste ano, resolvi começar um blog. Tive alguns blogs onde escrevia esporadicamente. Em ge]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-524 alignleft" style="margin:10px;" title="time" src="http://artcasez.wordpress.com/files/2008/10/time.jpg" alt="" width="170" height="146" /></p>
<p>Em maio deste ano, resolvi começar um blog. Tive alguns blogs onde escrevia esporadicamente. Em geral eram poesias interessantes e letras de músicas. Aliado a isso, eu comentava em alguns blogs de amigos que me incentivaram a escrever mais: ter meu próprio espaço.</p>
<p>Assim começou “Voluntas”...  Começou há pouco, apenas cinco meses.</p>
<p>Cheguei a um momento em que me apetecia falar mais de mim e, principalmente, relembrar coisas que passei. Acho que esta coisa nostálgica tem a ver com a<em> idade</em>. Com o tempo, muita coisa começa a fazer sentido e falar sobre elas é bom: perceber algo que ficou para trás e algo que deve ser trazido à tona outra vez.</p>
<p>Alguém já disse que <em>escrever é tornar a palavra histórica</em>. Assim, eu gostaria (egoisticamente) que algumas lembranças  não se perdessem, mas fossem sabidas por outras pessoas. Tem sido uma experiência muito gostosa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[viagem]]></title>
<link>http://sobresonhos.wordpress.com/?p=293</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 04:07:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>K.</dc:creator>
<guid>http://sobresonhos.pt.wordpress.com/2008/10/06/viagem/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;em viagens, boa companhia, e na vida, muita ternura&#8221;
Kafka Tamura
Desde quinta tenho ac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"em viagens, boa companhia, e na vida, muita ternura"</p>
<p>Kafka Tamura</p>
<p>Desde quinta tenho acompanhado esse menino de 15 anos e um velhinho chamado Nakata pelas ruas de Takamatsu. Em muitos momentos sinto uma brisa gostosa, repleta de cheiro de senkoo.</p>
<p>--</p>
<p>hoje aconteceu a missa de 25 anos de minha tia aqui em casa; antes que vc se assuste, os descendentes de okinawa têm esse costume de celebrar 'missas' em determinadas datas: assim é com o sétimo ano de falecimento, o décimo terceiro, o vigésimo quinto e o trigésimo terceiro - este último, disseram hoje, tem a ver com a idade que Jesus saiu deste plano, mas ae eu já não sei.. </p>
<p>foi o momento em que mais vi gente em casa, acredita? lavei muita louça, ri bastante e vi parentes que quando criança eu mal me comunicava (estava além de mim,  mas eu era uma mau-humorada crônica com poucos anos de idade). a gente mal se conhece, compartilhamos mesmo só dos olhos puxados e cabelos escuros, e claro o sobrenome. pela primeira vez, de coração, senti que havia um vínculo maior entre a gente. </p>
<p>E que essa tradição precisa se manter acesa, sim. <br />
essa correria de preparar<em> ubussá, daikon com cenoura e bacon, peixe frito, batata doce frita, manju, moti, ocha, bolo, frutas da época, missoshiro e tantas outras coisas</em> que não me lembro.. puxa, me faz lembrar de tantas coisas das raízes de nossas famílias. Pq no final, são as únicas coisas que realmente nos prendem aqui na terra, e que a gente não escolhe.<br />
desejo, ardentemente, que possa ajudar melhor minha mãe em todas essas tarefas. ela tem muita idade, e precisa agora ficar sossegada enquanto as outras gerações trabalham. assim como meu pai, a quem não converso muito mas a cada vez sinto que devo muito a ele.</p>
<p>-</p>
<p> todos esses sentimentos..acho que vieram muito à tona por conta da leitura de Murakami. ele sabe mesclar elementos da cultura ocidental com suas raízes, e suas diferenças com a gente aqui do brasil que é descendente.. bom, é que conservamos melhor a cultura de lá (talvez por medo de perdê-la aqui), e sentimos com força tudo que vem da europa e estados unidos. </p>
<p><em>puxa, é um baita orgulho ser descendente de okinawa. </em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por que não pensei não pensei nisso antes?]]></title>
<link>http://ernanibaraldi.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 15:17:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>ernanibaraldi</dc:creator>
<guid>http://ernanibaraldi.pt.wordpress.com/2008/10/05/por-que-nao-pensei-nao-pensei-nisso-antes/</guid>
<description><![CDATA[A semana está quase começando, ou melhor, começou, afinal hoje é domingo, primeiro dia da semana]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A semana está quase começando, ou melhor, começou, afinal hoje é domingo, primeiro dia da semana e Deus descansou, eu não, continuo pensando na palestra de quinta feira, Brusque-SC. A inspiração vem de todas as maneiras, cada reflexão aparentemente surreal, mas, pensando de maneira lúdica, pode ser que seja a melhor palestra, afinal falar mais que o homem da cobra é coisa de vendedor, e quem não é?</p>
<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Fui ao centro de São Paulo, comigo Diego, Andrez e Sebastian, nada programado, fiz os chilenos sair da rotina de ficar em casa na Internet o dia todo. Acordei cedo, acelerando a todos como em família, afinal, moram entre amigos é preciso criar laços peculiares que nos trazem lembranças para afagar a saudade de casa.</p>
<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;"><span> </span>Fomos a um cliente e de lá, iríamos voltar pra casa, mas meu senso crítico e silencioso fez mais uma vez seu papel, sem destino, sem programação, a única tormenta eram as perguntas: - Onde estamos indo? O que vamos fazer? Irritantes, fico calado e, as perguntas aumentam: - Está tudo bem? Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh   CARALHO! Só estou buscando inspiração para a palestra!</p>
<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Centro, edifício Altino Arantes - (aquele prédio do " banespa") - subimos, eu já subi, fui fazer umas imagens para uma outra palestra, um vídeo com o Marquinho, baixa qualidade, mas a mensagem valeu a pena, outra história de inspiração. Vou postar o vídeo.</p>
<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Então fui explicando onde está o norte, o sul, leste e quando apontava o oeste, por ali turista, um casal de Cusco-Perú, encontrei meu norte, lembrando 2005 a travessia que fiz desde Lima até Buenos Aires, passando pela sagrada Macchu Picchu.</p>
<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Cinco minutos mais observando a babilônia, descemos, e nada de inspiração, reflexão talvez, recordações e, por um instante, parecia ter pensado nisso antes! Em frente ao Altino Arantes a BMF (bolsa de marcadorias e futuros), curiosidade, já que a bovespa não tem mais aquela “bagunça organizada” do pregão, lembrança ativa outra vez, época da faculdade de comércio exterior, Franca, a galera caipira na capital, tempo bom.</p>
<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Passamos pelo sensor de metal, e logo estávamos de frente ao futuro, um vidro que separa os "animais", risonhos, com coletes vermelhos e, muito engraçado, os que negociam dólar vestem verde, cotação 2,04, o mais alto em dez anos. Não paga a busca por inspiração, saímos e na rua XV de novembro o Ivan Valente, candidato a prefeito de São Paulo, esquerda, conversamos com ele , lembranças, ele falava da ditadura! Não sei, mas parece que todo candidato de esquerda fala desta época, eu queria perguntar muitas coisas, ele falou do Chile e, nós falamos do conquistando o fim do mundo, para ele entender o que o Andréz e Sebatian fazem aqui, prevendo o futuro.</p>
<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Um pouco mais à frente, aquela roda de gente, curiosos, "desocupadas", desempregados, pensei em voltar e chamar o Ivan Valente, mas já estava em processo de transe, talvez ele não seja tão valente, e os sinais da inspiração começam com a vertigem de transe, passo a passo, começo fechando a audição, me concentro no visual, observo as pessoas, mas ainda existem tormentas, cada marca de expressão, faço um mapeamento do vestuário, atento a acessórios, olhos os pés, as mãos. Ativo o olfato, levemente permito apenas o som do "vendedor"  entrar, promete aparecer uma cobra do saco, ativo a lembrança, vem o monólogo do Lirinha -  mercadoria e futuros – não é a BMF. Ele conta que foi na Praça da Sé tentar vender o livro, diz ser profeta, diz prever o futuro, usando ludicamente o exemplo da manipulação, "hipnotizado" sua platéia com belas ferramentas auditivas, sinestésica e visual. Abri levemente todos os sentindo, voltei, ao lado o Sebastian com a cara de vamos embora! O Andréz tentando entender e o Diego rindo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Vendedor:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>- Está cobra vai sair aqui deste saco, e ela pode me picar, olha só, pega ai a pomadinha.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Então sua assistente entrega à pomadinha.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Vendedor:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><em>- é da Amazônia, e é boa pra picada de inseto, dor de cabeça, é só passar na testa, esfregar, e cheirar três vezes a mão.</em></p>
<p style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;">Momento reflexão voltou à fita. Sabe como fazíamos no vídeo cassete, voltando à fita do jeito que estraga tudo, com ela no play para marcamos a cena exata? Imagine, estou andando para trás, Ivan Valente, BMF, Norte, sul, leste o casal de Cusco, (abre uma imagem de lembrança), elevador, saguão, trânsito, casa, eu na cama, abri os olhos. Pronto! Voltamos para o homem da cobra! Por que não pensei nisso antes, lembrei do livro que tenho da exame (Allyn Freeman e Bob Golden) <span> </span>- As origens bizarras das invenções mais geniais e indispensáveis. Devo admitir, o homem da cobra fala <em>pra caralho</em>! Entendi porque sempre faziam piadas comigo dizendo que eu falo mais que o homem da cobra, acho que é mal de vendedor, aliás, quem não é vendendor?</p>
<p style="text-align:justify;">A inspiração está formatada, domingo, acordei às 8 da manhã, isso porque não sai no sábado, embora muitos "diabinhos<em>" zuniam</em> ao pé do ouvido. Escrevo este primeiro post no novo blog, aqui no wordpress, ainda me familiarizando e aprendendo a mexer, tormenta, vou pedir dicas a Lulu, ela é fera, aliás, ela é inspiração, seu wordpress é lindo www.tormentartimica.wordpress.com</p>
<p style="text-align:justify;">Continuo em processo embrionário de inspiração, aos poucos voltando a fita, na história cotidiana de personagens reais, formatos minhas inspirações, mesmo que estas sejam surreais. Ah, e a palestra em Brusque, acho que vou voltar ao centro, comprar uma pomadinha, um saco, uma cobra de brinquedo, e uma cartola, tentarei vender o futuro, mostrando tendências, aproximando mundos, reais e lúdicos.</p>
<p style="text-align:justify;">Boa semana a todos</p>
<p style="text-align:justify;">Ernani Baraldi</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tem coisas que a gente nunca esquece]]></title>
<link>http://merielleibag.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 21:21:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>merielleibag</dc:creator>
<guid>http://merielleibag.pt.wordpress.com/2008/10/04/tem-coisas-que-nunca-se-esquece/</guid>
<description><![CDATA[
Quando comecei a gostar de ouvir musica, um dos estilos que eu mais gostava era pop rock. As bandas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;">Quando comecei a gostar de ouvir musica, um dos estilos que eu mais gostava era pop rock. As bandas eram as mais variadas: CPM 22, Detonautas, Linkin Park, Gabriel Pensador, Evanescence, Pitty, Los Hermanos, Legiao Urbana, Blink 182, Juanes…</p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;">Enfim, existiam muitas músicas que eu gostava e no qual identificava muitos momentos e pessoas com cada uma delas. A partir de então elas ficaram guardadas na minha memória e só foram acrescentando-se mais e mais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.45pt;">Vou citar alguma das que mais gosta e me remete algo ou alguém.</p>
<p class="MsoNormal">Eccoti - Max Pezalli</p>
<p class="MsoNormal"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/JpUxto1jE9U'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/JpUxto1jE9U&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal">Amigo apaixonado - Vitor e Leo</p>
<p class="MsoNormal"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/KgiIYX3bv_U'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/KgiIYX3bv_U&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Angel de amor- Maná</p>
<p class="MsoNormal"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/IqfAPA2fmhc'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/IqfAPA2fmhc&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal">Apologize - Timbaland</p>
<p class="MsoNormal"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ePyRrb2-fzs'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/ePyRrb2-fzs&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal">Nada valgo sin tu amor - Juanes</p>
<p class="MsoNormal"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/iN2y3occodM'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/iN2y3occodM&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal">Perdono - Tiziano Ferro</p>
<p class="MsoNormal"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-t2-Re4IYqQ'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/-t2-Re4IYqQ&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Your love is a Lie - Simple plan</p>
<p class="MsoNormal"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/XAbcgmwq3EU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/XAbcgmwq3EU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">O dia que não terminou - Detonautas</p>
<p class="MsoNormal"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/qp2-dvex-N8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/qp2-dvex-N8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Everlasting Moonlight]]></title>
<link>http://writingsfp.wordpress.com/?p=44</link>
<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 16:14:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>writingsfp</dc:creator>
<guid>http://writingsfp.pt.wordpress.com/2008/10/04/everlasting-moonlight/</guid>
<description><![CDATA[Em um momento super retrô, eu me peguei ontem me divertindo assistindo no You Tube alguns vídeos d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em um momento super retrô, eu me peguei ontem me divertindo assistindo no You Tube alguns vídeos do musical da Sailor Moon, também conhecido como SeraMyu. Sim, o desenho foi de tal sucesso no Japão que eles fizeram um musical tipo peça, que durou mais de 10 anos em cartaz. Eu adoro, e acho super bem feitinho. Pena que o material na net é tão difícil de encontrar (sempre foi aliás). O musical teve várias atrizes diferentes para cada personagem (por conta da idade). Foram quatro para a Sailor Moon. A minha favorita EVER é a Anza Oyama.</p>
<p>Na empolgação de tudo, já que acabei perdendo todas as minhas fitas de vídeo da Sailor Moon para o mofo (que raiva), acabei por colocar para download a fase Sailor Stars, que é a minha preferida depois da Classic, claro. Porque sem a Classic o desenho não teria graça. Estou deixando o torrent aqui (consegui qualidade de dvd - quase 6 gigas só dessa fase), e me empolguei baixando o último episódio. Me lembrei das coisas boas que esse desenho me trouxe, da minha época de cosplayer, quando me vesti de Sailor Pluto e vesti minha sobrinha (com 2 anos na época) de Sailor Chibi Chibi Moon. Foi muito tudo de bom. Ver esses vídeos de novo, depois de um bom tempo sem ver nada da SM, me trouxe todas as emoções e sentimentos bons de volta. Saudade dessa época. Será que a Takeuchi-san sabe como ela conseguiu tocar o coração das pessoas?</p>
<p>Hoje, por consequência, coloquei no meu winamp as minhas musicas favoritas do anime, do live action e do musical. E estou aqui me divertindo. Afinal de contas é Sailor Moon, vale a pena ver de novo. Sempre. Porque para mim, a luz da lua vai ser sempre eterna.</p>
<pre><span style="font-family:Verdana, Helvetica;font-size:xx-small;">"Remember
mou ichido "Remember"
deatta hito wa subete subete subete
mou ichido "Remember"
mirai no ai no tame no yakusoku
yume motsu kokoro ni oshiminaku
Everlasting Moonlight
Everlasting Moonlight"
</span>
<span style="font-family:Verdana;">
<pre><span style="font-family:Verdana, Helvetica;font-size:xx-small;">(Lenmbre-se
Uma vez mais, lembre-se
As pessoas que você conheceu, todas, todas, todas
Uma vez mais, lembre-se
A promessa pelo bem do amor do futuro
Para um coração que tem sonhos livremente
Eterna Luz da Lua
Eterna Lua da Lua)</span></pre>
<p><a href="http://br.youtube.com/watch?v=100KrV_TRY0">http://br.youtube.com/watch?v=100KrV_TRY0</a> </p>
<p></span></pre>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novas fotos]]></title>
<link>http://allaboutmatthew.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 03:55:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>lux3</dc:creator>
<guid>http://allaboutmatthew.pt.wordpress.com/2008/10/04/novas-fotos/</guid>
<description><![CDATA[
No aniversário da mãe em 23 de agosto de 2008/Maputo
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://allaboutmatthew.files.wordpress.com/2008/10/n587215406_1275662_8845.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-55" title="n587215406_1275662_8845" src="http://allaboutmatthew.wordpress.com/files/2008/10/n587215406_1275662_8845.jpg?w=455" alt="" width="455" height="341" /></a></p>
<p>No aniversário da mãe em 23 de agosto de 2008/Maputo</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pé na Estrada ]]></title>
<link>http://mochilacolaborativa.wordpress.com/?p=43</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 20:06:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>mochilacolaborativa</dc:creator>
<guid>http://mochilacolaborativa.pt.wordpress.com/2008/10/01/com-a-mente-na-estrada/</guid>
<description><![CDATA[
Daqui exatamente 2 dias, viajarei para a Europa. Tentando não enlouquecer com todas as crises econ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mochilacolaborativa.wordpress.com/files/2008/10/chile_norte-001.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-44" title="chile_norte-001" src="http://mochilacolaborativa.wordpress.com/files/2008/10/chile_norte-001.jpg" alt="" width="240" height="320" /></a></p>
<p>Daqui exatamente 2 dias, viajarei para a Europa. Tentando não enlouquecer com todas as crises econômicas vou viajar com meus euros comprados a 2,70. O coração está a mil. Minha cabeça já está na Europa faz tempo e a cada hora que passa consigo me imaginar descendo no Prat de Llobregat. O roteiro? Bom, para quem me conhece, a palavra "roteiro" é inversamente proporcional à minha pessoa. Mas, tentei traçar algumas cidades que quero conhecer, considerando que tudo é mutável na medida do possível. rs*. Por enquanto assim estamos:</p>
<p>04 a 08/10 - Barcelona<br />
09/10 - Girona<br />
11/10 - Bordeaux<br />
11 a 15/10 - Paris<br />
16 a 17/10 - Brugges e Bruxelas<br />
18 a 21/10 - Amsterdam<br />
22/10 - Hamburgo<br />
23 a 25/10 - Hanover<br />
26 a 31/10 - Berlim</p>
<p>Os inesquecíveis momentos que passei na minha querida América do Sul  são inúmeros. E essa nostalgia conversando com a ansiedade do futuro próximo é uma sensação engraçada, quase que de escape. rs. Nunca irei me esquecer da rave de reggeton em Asuncion, do ônibus que me deixou na fronteira, da amizade com os cambistas na fronteira, da decisão louca de ir pra bs as, dos passeios em mendoza, das baladas pra não pagar mais diárias no albergue, do caracol em santiago, do acampamento em concon, do zippo que ganhei de presente mesmo não sendo fumante (haha!), da base policial que me deu abrigo, da vista do quarto do neruda, das cruzes no deserto para os caminhoneiros, do ermitão que morava no deserto há 15 anos cultuando o túmulo da mulher, do sorveteiro de bresler (kibon) do deserto do atacama, das llamas, da carne de llama, da caipirinha chilena, do mercadão, da mãe do tatuador que me ajudou no hospital e me deu hospedagem, do albergue em salta só para artesãos e músicos, do acampamento da prefeitura em foz do iguaçu, e principalmente, das pessoas. Tive a imensa felicidade de cruzar com pessoas incríveis no meu caminho, e isso só me leva a concluir que apesar de todos os pesares, ainda podemos confiar. Tentarei postar uma vez por semana aqui, e com certeza, serão tantas histórias para contar que talvez deixe para partilhar aos poucos no retorno. E caso não eu retornar, é só ligarem a TV que vocês me verão nadando na Fontana di Trevi. :) Ok ok, brincadeira.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deixa eu contar...]]></title>
<link>http://feazevedo.wordpress.com/?p=270</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 19:09:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fee</dc:creator>
<guid>http://feazevedo.pt.wordpress.com/2008/10/01/deixa-eu-contar/</guid>
<description><![CDATA[ 
Comecei a semana mergulhada em lembranças. Parece que isso acontece com qualquer pessoa que vê ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Comecei a semana mergulhada em lembranças. Parece que isso acontece com qualquer pessoa que vê sua vida virando uma verdadeira gangorra... um sobe e desce de enlouquecer. Antigamente eu resolvia tudo tão facilmente. O tempo passa, e a gente começa a lembrar, talvez como um ato de esperança de encontrar uma explicação para a sucessão de fatos que te fizeram chegar até o exato momento, ou mesmo pra reafirmar a fé em dias melhores ou tão bom quanto os passados. </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Lembro-me, com muito carinho e saudade, das amigas que tive durante a adolescência, Kenia e Juliana. Elas eram meu porto seguro, para onde eu corria em prantos ou gargalhadas, não precisava contar segredos porque estávamos sempre juntas, nada passava em branco, até o fim fomos companheiras em tudo. A Kenia sempre foi a mais contida, a que cuidava das outras, a que batia e rolava no gel se fosse preciso, sempre se apaixonava à primeira vista, e tínhamos em comum o gosto para homens. A Ju era a mais extrovertida, vivia um amor platônico por um cara todo errado, mas não deixava de se jogar nos braços de quem mais lhe interessasse, dependendo da ocasião, dividíamos o mesmo gosto pra música, filmes, roupas e a vontade de ganhar o mundo. A amizade durou 8 anos mais ou menos, depois virou coleguismo. Eu sempre fui a que teve a vida mais complicada por causa da família maluca em que nasci, e ainda tinha os meus namorados que eram os mais complicados também. </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Ah, os namorados! </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">O nº<span>  </span>01 era primo da Kenia. Era novo na cidade e eu tratei de catar logo o bofe que era moreno, alto, tinha um sorriso bonito e me fazia rir muito. Ele tinha 17, eu tinha 14 anos. Devido à idade, meu pai não podia nem sonhar que eu tinha um namorado, não imaginava nem que eu soubesse beijar. Eu vivia sob chantagens da minha irmã por causa disso. Passado um ano, eu enjoei e decidi terminar o namoro. </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Duas semanas depois, numa primavera, já metade dos 15 anos, conheci o primeiro cara que botou o meu juízo lá no pé. O nº 02, tinha 17 anos, olhos verdes, um belo sorriso e uma lábia de dar inveja. Ordinário até umas horas. Era muito difícil namorá-lo porque além de eu ter que contar pro meu pai, o qual nunca gostou do dito cujo, a ponto de certa vez tê-lo expulsado da porta de casa com uma faca (que vergonha!), eu não podia levá-lo à minha casa, o que era uma grande vantagem pra ele aprontar suas peripécias. Tamanha era a sua patifaria que houve uma época em que ele terminou o namoro e depois de duas semanas voltou “arrependido”, dizendo que eu era a “mulher” de sua vida, para mais duas semanas depois dizer que tinha se envolvido com sua ex durante nosso intervalo, e ela ficou grávida. Quer mais? Então, lá vai. Ele namorou com as duas ao mesmo tempo, cuidando pra que eu não descobrisse. E eu só descobri porque depois de uns quatro anos após o fim do namoro, Vanessa, a ex e mãe da linda filhinha dos dois, me encontrou pelos fotologs da vida, nos conhecemos, lavamos a roupa suja e nos tornamos amigas, muito amigas. O namoro durou um ano e meio, depois eu cansei.</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Aí, poucos dias depois, resolvi dar uma chance pra um garoto que gostava de mim há um tempão e que até aquele momento era tratado como uma espécie de step. Me arrependo disso, porque ele realmente gostava de mim. Estávamos no finalzinho do verão, eu tinha 17 anos, e o nº 03 também. Cabelos pretos, olhos castanhos, quando sorria era muito bonito, mas ele não me fazia rir e tinha uma insegurança de dar nos nervos. Sempre tinha medo de me não me agradar, de ser chato, de falar algo errado. Acabou enfiando os pés pelas mãos. Foi a uma boate certa vez, lá um carinha foi até o DJ e pegou o microfone pra dizer que ele era corno. Vê se pode? Ele acreditou e se arranjou com uma fulaninha que eu não lembro o nome. Descobri no outro dia e terminei o namoro. Eu soube que ele teve medo de tentar me (re)conquistar.</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Algumas semanas depois, conheci o nº 04, um rapaz que chamava atenção por ser muito bonito, era moreno, cabelos lisos, um lindo sorriso, seis anos mais velho que eu. Lembro-me de poucas coisas dos poucos meses em que namoramos. Foi pouco tempo porque, apesar de ele ter sido muito romântico e sincero, eu não era apaixonada. Mas eu gostava de sua companhia porque ele era muito engraçado e carinhoso, conversávamos sobre tudo. O mal dele era o ciúme exagerado. E por mais que eu goste de me prender à alguém, eu também gosto de me libertar de vez em quando, sem que encham o meu saco por causa disso. Ele não entendeu, aí não deu certo.</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">O nº 05 era um colega, freqüentávamos os mesmos lugares, conhecíamos as mesmas pessoas, e em menos de uma semana após o término do 4º namoro, num outono, nos apaixonamos. Alto, magro, loiro, olhos verdes, muito educado e inteligente. Tínhamos gostos parecidos, mas gênios completamente distintos. Cão e gato, praticamente. Desde o começo da relação, muitas coisas já anunciavam o que estava por vir. Ele nunca conseguiu ser fiel durante o nosso namoro. Mas o meu orgulho - ou, neste caso, falta dele, até hoje não sei - me fez cair na besteira de achar que um dia ele perceberia que só seria feliz comigo. Até que, num carnaval da vida, ele resolveu embarcar em mais uma aventura e viajou com os amigos. Numa semana de festa e bebedeira, com 4 quilos a menos, eu descobri (!!) que podia viver sem ele. Durou dois anos. E ainda saí com fama de bruxa má.</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Foi quando, conheci o nº 06. Verão! Esse não mudou o meu juízo de lugar, ele arrancou e jogou fora. Um lindo rapaz montado numa moto, me fez enxergar um mundo de possibilidades ao meu alcance. Moreno, alto, olhos escuros, sorriso perfeito, gargalhada contagiante e muito engraçado. Fiz loucuras, apostei todas as minhas fichas, fui sua primeira paixão avassaladora, ele foi minha alforria. Vimos muitas noites virarem dia, combinamos em tudo, segredamos um número infinito de beijos, qualquer lugar, qualquer hora, as gotas de chuva como cúmplices, o sol pra nos acordar, desculpas das mais esfarrapadas pra não ir ao trabalho, coca-cola e bilhetes cheios de intenções. Ele nunca usou máscara, a autenticidade em pessoa. De tanto desejá-lo, eu quis prendê-lo, ele não concordou, eu não aceitei, ele fugiu, nos reencontramos, viramos vício, eu fugi, ele me achou.</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Houve um momento em que eu quis um nº 07, conheci um pretendente, frieza e doçura num rosto desconhecido. Insistência minha, ironia do destino, espera agonizante, ironia do destino outra vez, não tomei o vôo. Permaneci aqui pra perceber que não é que as coisas estejam escritas, mas há um propósito tanto para o que acontece quanto para o que deixa de acontecer, seja lá por que motivo for, ainda que tudo o que nunca se imaginou que pudesse acontecer, aconteça. Tudo mesmo.</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Sofro de curiosidade, de saudosismo, de querenças profundas. Mas quem procura, diz o povo, sempre acha. Eu encontrei tesouros incríveis nas amigas e quase-amigas, nos namorados e quase-namorados, nos queridos. Quem saiu, foi porque tinha que ir mesmo, eu demorei pra entender, mas entendi, isso é o que importa. Hoje, não busco com tanta pressa porque a minha pressa não me deixa admirar os tons de vida que as pessoas têm pra me mostrar. Demorei pra aprender isso também.</span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Esse foi o texto mais extenso que já coloquei aqui e só resolvi postar porque foi feito aos poucos, de lembrança a lembrança, e me parece que agora está completo. </span></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:8pt;"><span style="font-family:Calibri;">“Deixo tudo assim/Não me importo em ver a idade em mim/Ouço o que convém/Eu gosto é do gasto/Sei do incômodo e ela tem razão/Quando vem dizer que eu preciso sim/De todo o cuidado/E se eu fosse o primeiro/A voltar pra mudar o que eu fiz/Quem então agora eu seria?/Ahh tanto faz! E o que não foi não é/Eu sei que ainda vou voltar... Mas, eu quem será?/Deixo tudo assim, não me acanho em ver/vaidade em mim/Eu digo o que condiz/Eu gosto é do estrago/Sei do escândalo e eles têm razão/Quando vem dizer que eu não sei medir/nem tempo e nem medo/E se eu for o primeiro/a prever e poder desistir do que for dar errado?/Ahhh, ora, se não sou eu quem mais vai decidir/o que é bom pra mim?/Dispenso a previsão/Ahhh, se o que eu sou é também/o que eu escolhi ser aceito a condição/Vou levando assim/Que o acaso é amigo do meu coração/Quando falo comigo, quando eu sei ouvir” (O velho e o moço - Los Hermanos)</span></span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revivendo...]]></title>
<link>http://pequenasdigressoes.wordpress.com/?p=936</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 03:42:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>alane</dc:creator>
<guid>http://pequenasdigressoes.pt.wordpress.com/2008/10/01/revivendo/</guid>
<description><![CDATA[A gente passa a vida sem pensar demais em algumas coisas. Vai vivendo, deixando acontecer, sem muito]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A gente passa a vida sem pensar demais em algumas coisas. Vai vivendo, deixando acontecer, sem muito divagar. Um dia, um belo dia, alguma coisa faz reacender uma chama que estava ali, quietinha, faz a gente reviver, relembrar. Faz a gente chorar, até. É como se uma pontinha de fósforo queimado provocasse um incêndio de propoções drásticas em nossa vida.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aqueles... ]]></title>
<link>http://pensamentosdesconexos.wordpress.com/?p=157</link>
<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 20:59:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>pensamentosdesconexos</dc:creator>
<guid>http://pensamentosdesconexos.pt.wordpress.com/2008/09/30/aqueles/</guid>
<description><![CDATA[Martine Franck-Magnum Photos
Às vezes a vida é mesmo engraçada&#8230; Prega umas peças na gente!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_158" align="aligncenter" width="173" caption="Martine Franck-Magnum Photos"]<a href="http://pensamentosdesconexos.files.wordpress.com/2008/09/martine-franck-magnum-photos.jpg"><img class="size-full wp-image-158 " title="martine-franck-magnum-photos" src="http://pensamentosdesconexos.wordpress.com/files/2008/09/martine-franck-magnum-photos.jpg" alt="Martine Franck-Magnum Photos" width="173" height="260" /></a>[/caption]
<p>Às vezes a vida é mesmo engraçada... Prega umas peças na gente! Traz para perto quem estava longe, leva para longe quem estava perto. Pessoas vão e vêm em nossas vidas. São parte de momentos, de situações, de uma ou algumas estações. Algumas duram mais que dois verões, outras se acabam na queda das folhas de outono ou desaparecem no frio do inverno. Algumas têm cheiro de primavera. São coloridas, vivas, de uma beleza efêmera dentro da gente. Outras têm cheiro de mar, de água salgada, de maresia, sabor de corpos ardendo no calor do verão.</p>
<p>De qualquer maneira, penso que a vida seria muito enlouquecedora se conservássemos todos ao lado. Não haveria espaço para tanta gente, tantas formas de pensar, tantas vontades e tantos desejos. Penso mesmo que as pessoas duram em nossas vidas o tempo que tem que durar. Mesmo que a gente não entenda isso assim tão fácil. Os seres humanos não são lá chegados a perdas, a despedidas. Mas também, para quê se despedir? As pessoas poderiam ir embora simplesmente. Assim... deixando um rastro de perfume e a certeza de que não voltam mais. E a gente ficaria com aquele cheiro durante algum tempo, até que ele fosse apenas a lembrança de um tempo bom que passou.</p>
<p>Mas ainda bem que existem as pessoas eternas. Tá, tudo bem, ninguém é eterno. Mas existem aqueles que você sabe que sempre estarão lá. Aqueles que passaram por tantas estações que a gente nem viu passar. Aqueles que quando a gente se junta não acaba de rir com tanta história para contar. Aqueles com os quais vivemos aventuras, aprontamos loucuras, choramos de tanto rir, e também vivemos algumas tristezas. Aqueles que sempre trazem a luz do sol pra dentro da nossa alma. Aqueles que são o próprio sol dentro de nós. Os que nos fizeram aprender e os que nos escutaram ensinar.</p>
<p>Tem aqueles que deixaram sua marca em nosso livro pessoal. Que toda vez que a gente quer se lembrar, abre naquela página às vezes tão mal escrita, rabiscada, parecendo agenda de adolescente. Mas que traz alguns dos momentos mais incríveis que vivemos. Afinal, a gente lembra bem porque foi que não deu para escrever com mais tempo ou cuidado. Ou então passamos horas lendo com carinho uma ou duas páginas escritas com esmero e atenção. Que a gente cuida para que nunca se rasguem ou os escritos nunca se apaguem.</p>
<p>Bom mesmo é poder voltar de vez em quando e ler essas páginas, ordenar os bilhetes, reencaixar  as experiências. Sem medo de reviver, de voltar atrás, de ter orgulho da história que escrevemos. Saber que ali está o melhor e o pior de nós. Saber que aquelas pessoas levaram um pouco do que temos, mas deixaram um pouco também do que são. E todos nós, sem exceção, nos transformamos em pessoas diferentes a cada encontro e desencontro desse livro maravilhoso chamado viver. </p>
<p>Flávia Gomes</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desespero injustificado!]]></title>
<link>http://adaobraga.wordpress.com/2008/09/30/desespero-injustificado/</link>
<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 18:27:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>adaobraga</dc:creator>
<guid>http://adaobraga.pt.wordpress.com/2008/09/30/desespero-injustificado/</guid>
<description><![CDATA[O desespero tomou conta do meu ser. 
Corri. Tentei fugir
Atravessei a planicie com o capim-colonião]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="3" face="Arial">O desespero tomou conta do meu ser. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Corri. Tentei fugir</font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Atravessei a planicie com o capim-colonião serrilhando a pele abaixo da verilha. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">A dor atingia seu nível máximo. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Cheguei na extremidade da montanha.</font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Olhei o rochedo abaixo. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Olhei para trás. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Pensamentos me surgiram. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Vozes aconselhavam. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Vozes zombavam.</font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Resistir. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Não pulei. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Enfrentei a dor. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Sentei. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Respirei.</font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Cocei as pernas ensanguentadas.</font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Peguei um gravatá, entornei a água fria sobre as feridas</font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Tirei a camisa hering branca e enxuguei as feridas.</font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Esperei os amigos.</font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Subi mais alto.</font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Olhei o chão das alturas. </font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Desci.</font></p>
<p><font size="3" face="Arial">Vivo como se nunca houvesse pensado, o que pensei, naquela tarde!</font></p>
<blockquote><p><font size="3" face="Arial">“Deve-se ter muita coragem ao lançar-se no desconhecido da morte, a enfrentar as incertezas e dúvidas da vida!”</font></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Taste it]]></title>
<link>http://agarota.wordpress.com/?p=269</link>
<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 09:43:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>agarota</dc:creator>
<guid>http://agarota.pt.wordpress.com/2008/09/30/taste-it/</guid>
<description><![CDATA[&#8230; and then forget it

amo minha solidão porque todos sempre vão embora, só ela fica comigo
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>... and then forget it</p>
<p><!--more--></p>
<p>amo minha solidão porque todos sempre vão embora, só ela fica comigo</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meme do bebê]]></title>
<link>http://meumundoenadamaisevellyn.wordpress.com/?p=1095</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 17:51:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Evellyn</dc:creator>
<guid>http://meumundoenadamaisevellyn.pt.wordpress.com/2008/09/29/meme-do-bebe/</guid>
<description><![CDATA[Vi no blog da Patty e, como não sou nem um pouco nostálgica, resolvi participar.  Nesse meme basta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span lang="PT-BR">Vi no blog da </span><a href="http://palavras1.blogspot.com/"><span lang="PT-BR">Patty</span></a><span lang="PT-BR"> e, como não sou nem um pouco nostálgica, resolvi participar.  Nesse </span><a href="http://palavras1.blogspot.com/2008/09/j-fui-criana-u.html"><span lang="PT-BR">meme</span></a><span lang="PT-BR"> basta a pessoa postar uma foto de quando era bebê. </span>Lá vai:</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-1113" title="1977-01-evellyn-bebe5" src="http://meumundoenadamaisevellyn.wordpress.com/files/2008/09/1977-01-evellyn-bebe5.jpg?w=284" alt="" width="284" height="300" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-1108" title="1978-07-evellyn-na-piscina2" src="http://meumundoenadamaisevellyn.wordpress.com/files/2008/09/1978-07-evellyn-na-piscina2.jpg?w=224" alt="" width="224" height="300" /></p>
<p style="text-align:left;">Já maiorzinha...</p>
<p style="text-align:left;"><img class="alignnone size-medium wp-image-1109" title="1979-08-evellyn-na-vila2" src="http://meumundoenadamaisevellyn.wordpress.com/files/2008/09/1979-08-evellyn-na-vila2.jpg?w=247" alt="" width="247" height="300" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-1110" title="evellyn-0381" src="http://meumundoenadamaisevellyn.wordpress.com/files/2008/09/evellyn-0381.jpg?w=212" alt="" width="212" height="300" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;"><span lang="PT-BR">Sempre gostei de uma fotografia, fazia altas poses, nem ligava se estava linda com a bota ortopédica! Eu já postei algumas fotos de quando eu era criança </span><a href="http://meumundoenadamaisevellyn.wordpress.com/2008/04/24/velha-infancia/"><span lang="PT-BR">aqui</span></a><span lang="PT-BR">.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span lang="PT-BR">É um meme livre, ok! Eu gostaria de saber como algumas amigas eram quando bebês: </span><a href="http://biacriselulu.blogspot.com/"><span lang="PT-BR">Bia</span></a><span lang="PT-BR"> (não esqueci o meme das músicas!), </span><a href="http://maedrastadovini.blogspot.com/"><span lang="PT-BR">Lorena</span></a><span lang="PT-BR">, </span><a href="http://maedrastadovini.blogspot.com/"><span lang="PT-BR">Sam</span></a><span lang="PT-BR">, </span><a href="http://maedrastadovini.blogspot.com/"><span lang="PT-BR">Luma</span></a><span lang="PT-BR">, </span><a href="http://bloggente.blogspot.com/"><span lang="PT-BR">Yvonne</span></a><span lang="PT-BR"> e quem mais quiser participar da brincadeira.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cosme e Damião: dia de doces]]></title>
<link>http://meumundoenadamaisevellyn.wordpress.com/?p=1089</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 17:24:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Evellyn</dc:creator>
<guid>http://meumundoenadamaisevellyn.pt.wordpress.com/2008/09/29/cosme-e-damiao-dia-de-doces/</guid>
<description><![CDATA[Sábado foi dia de São Cosme e Damião e eu tenho o costume de dar saquinhos com doces para a crian]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://meumundoenadamaisevellyn.files.wordpress.com/2008/09/20070926-cosme-sac.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1090" title="20070926-cosme-sac" src="http://meumundoenadamaisevellyn.wordpress.com/files/2008/09/20070926-cosme-sac.jpg" alt="" width="340" height="255" /></a><span lang="PT-BR">Sábado foi dia de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cosme_e_Dami%C3%A3o"><strong>São Cosme e Damião</strong></a> e eu tenho o costume de dar saquinhos com doces para a criançada. Nada relacionado à religião, apenas tento manter viva uma parte da minha infância em que esse dia era esperado – e muito alegre. Lembro que eu e minha irmã, quando o calendário escolar permitia, podíamos até faltar à escola e o dia era todo dedicado a “correr” atrás de doces. Nasci e cresci numa vila em Jacarepaguá, onde todos da rua eram conhecidos e bastava alguma criança dar o alerta (<em>Estão dando doces!!!!</em>) para a dupla Evinha e Ellinha saírem em disparada. No final, enchíamos bacias com muitas guloseimas, separando aqueles dos quais não gostávamos, tipo maria-mole, doce de abóbora, essas coisas. Era o dia em que doces e besteiras eram liberados, rs...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span lang="PT-BR">Pelas lembranças açucaradas, tento preservar esse costume e é com muito carinho que escolho os doces, arrumo os saquinhos (atualmente já com a ajuda do Gui) e distribuo para as crianças. E pela primeira vez a parte da distribuição foi difícil. As crianças do meu condomínio tomaram chá de sumiço no sábado a tarde, separei alguns para os amiguinhos do Guilherme e os meninos que encontrei faziam aquela cara de espanto: <em>ah, é, hoje é dia de Cosme e Damião...</em> Em uma hora de distribuição ainda estava com 90% dos saquinhos para distribuir – e meio decepcionada, confesso. Cadê a correria, a algazarra alegre, crianças abrindo os saquinhos e conferindo se tinha aquele doce preferido? Muitos não aceitavam, ou por motivos religiosos, ou por sei lá, acharem que tem veneno nos doces! Por isso, escalei meu maridão e, de carro, saí distribuindo os saquinhos com meu marido por Recife. Foi então que me vi, parada no sinal de trânsito perto de uma comunidade carente, com o carro rodeado por crianças de todas as idades, felizes e correndo atrás da tia que estava dando doce.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span lang="PT-BR">Infelizmente percebo que é uma tradição que está perdendo força, as crianças não ficam mais nas ruas, livres para “correr” e pegar esses saquinhos, as pessoas são muito mais desconfiadas... É uma pena. Em compensação, o movimento do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_das_bruxas">Halloween</a> é cada vez maior, vai entender! Talvez tenha sido o último ano que fiz a minha parte e pude voltar num tempo mais inocente e feliz. Ah, a foto do post não é dos meus saquinhos, pois acabei esquecendo de registrá-los.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span lang="PT-BR"><strong>Curiosidades:</strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span lang="PT-BR">- Meu doce predileto é o suspiro e ele não é vendido em Recife. Talvez seja por causa do clima, procurei em todos os lugares e não achei nada!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span lang="PT-BR">- Bananada é conhecida por Nego Bom e além de banana, tem como ingrediente côco. Coisas de Pernambuco ;)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">- Uma idéia de como é essa data no <a href="http://www.overmundo.com.br/guia/cosme-e-damiao-no-suburbio-do-rio">Rio de Janeiro</a><a href="http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL776476-9099,00-CRIANCAS+SE+ESBALDAM+NO+DIA+DE+SAO+COSME+E+DAMIAO.html">.</a>.. É, deve ser uma tradição de quem mora no subúrbio ou na zona oeste do Rio, mas garanto que as crianças são muito felizes!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[recorde de posts! ]]></title>
<link>http://sobresonhos.wordpress.com/?p=281</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 04:28:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>K.</dc:creator>
<guid>http://sobresonhos.pt.wordpress.com/2008/09/29/recorde-de-posts/</guid>
<description><![CDATA[(o título é um comentário - nao tem nada a ver com a postagem!) 
Umas Coisas.. 
1 música do It]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(o título é um comentário - nao tem nada a ver com a postagem!) </p>
<p><strong>Umas Coisas.. </strong></p>
<p>1 música do Itunes: Shoot the Moon, Norah Jones  (ok, clicando no &#62;&#62; no shuffle várias vezes =P)<br />
1 bebida: chá verde com jasmim (da lata laranja quadrada, do tipo que meu oji tomava)<br />
1 som:<a href="http://flickr.com/photos/cloudedsunny/377982783/" target="_blank"> raindrops on a tin roof </a><br />
1 flor: tulipa<br />
1 coisa inseparável: cordão com o kanji 'torá' (tigre)<br />
1 objeto de desejo: hm.. <strong>vc</strong> ;) HAHAAH! não, brinks - são várias! umas xícaras para tomar chá, estou pensando em colecioná-las.. <br />
1 lembrança do colégio: primeira vez que entrei na biblioteca .. e como me senti bem (praticamente um universo paralelo àquele pateo cheio de remelentos correndo)<br />
1 lugar: o lugar mais alto no Centro Cultural São Paulo, aonde rolam os saraus astronômicos <br />
1 mania: explicar demais sem uma ordem lógica (vide acima :D) (sou virginiana. PQP)<br />
1 medo:  fantasma. sério.<br />
1 certeza: acordar cedo faz super bem. gosto quando consigo. </p>
<p> </p>
[caption id="attachment_282" align="aligncenter" width="500" caption="by http://flickr.com/photos/pastelmilk"]<a href="http://sobresonhos.files.wordpress.com/2008/09/okinawa_mom.jpg"><img class="size-full wp-image-282" title="okinawa_mom" src="http://sobresonhos.wordpress.com/files/2008/09/okinawa_mom.jpg" alt="//flickr.com/photos/pastelmilk" width="500" height="375" /></a>[/caption]
<p style="text-align:center;"><em><span style="font-style:normal;">posso acabar a lista com 1 sonho? <strong>Okinawa</strong>! :) </span><br />
Foto tirada pela </em><a href="http://flickr.com/photos/pastelmilk/"><em>pas*</em></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Computador de xx é xxxx!]]></title>
<link>http://sortenojogo.wordpress.com/?p=347</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 02:14:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maricotinha</dc:creator>
<guid>http://sortenojogo.pt.wordpress.com/2008/09/28/computador-de-xx-e-xxxx/</guid>
<description><![CDATA[Nos idos do quarto período, bloco de jornal, conversa de professor desocupado que passava aula inte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Nos idos do quarto período, bloco de jornal, conversa de professor desocupado que passava aula inteira com a porta aberta fumando, resolve fingir que faz alguma coisa pela Universidade. O diálogo abaixo retrata o mundo da utopia de duas quase adolescentes com milhares de sonhos na cabeça. A conversa era sobre um manifesto pra tornar pública a precariedade da UFPI, e toda a sua falta de... computadores. (Como se já não fosse amplamente conhecida)...</p>
<p style="text-align:justify;">Natália: Me empolguei, cara! Quero novos computadores! Quero pedir R$ na praça Pedro II! :D</p>
<p style="text-align:justify;">Sanmya: Eu tb, cara! Mas depois eu quero conversar contigo. Ele é muito utópico.</p>
<p style="text-align:justify;">N: Ele gosta mesmo é do estardalhaço (COM A IMPRENSA).</p>
<p style="text-align:justify;">S: Minha filha, tem que ser algo muito bem organizado. Porque tudo caminha para a desordem... sempre! Eu sei que a gente deve fazer algo pela gente sem pensar se os outros vão ajudar ou não... mas amiga, é bem difícil.</p>
<p style="text-align:justify;">N:Cara, vamos conversar. Sexta à tarde a gente fala com o pessoal do C.A (OBS da Sanmya: ¬¬ problemas com eles), pq é dia de reunião, né? Vamos ver como faz. Eu me disponho a fazer muita coisa. Vamos começar, eu, tu e a Aiara. Se não der certo, foda-se.</p>
<p style="text-align:justify;">S: Na hora. Acho que a Lourdes pode ajudar também.</p>
<p style="text-align:justify;">N: A gente só pede os processos. Eu posso me ocupar com levantamento de dados e panfletagem (a princípio), encaminhamento de documento tb, mas só se for às sextas!</p>
<p style="text-align:justify;">S: É preciso ter consciência que esses pc's nunca vão sair pra turma da gente,né? Tu tá sabendo, né? Podem sair, mas a longo prazo... pode crê!</p>
<p style="text-align:justify;">N: Mulher, eles não saem pra gente esse período, mas ainda tem rádio, tele e web. E em todos eles é bom ter tecnologia. Por isso que vale a pena comprar a briga. Acho que valeria memso que não fosse pra gente. CONSCIÊNCIA COLETIVA, CARA! haha</p>
<p style="text-align:justify;">S: Não, eu penso assim também!</p>
<p style="text-align:justify;">N: Tu é true, manô! \m/</p>
<p style="text-align:justify;">S: KKK, a gente conversa com o Manél, ele é legal!</p>
<p style="text-align:justify;">(Manél deu uma risada!)</p>
<p style="text-align:justify;">N: Ele tá lá fora.</p>
<p style="text-align:justify;">S: Tô ouvindo. hahahahaha!</p>
<p style="text-align:justify;">As conclusões às quais eu chego lendo esse texto são:</p>
<p style="text-align:justify;">1) Eu e a Sanmya nunca prestamos atenção em aula nenhuma mesmo. Até quando a discussão é séria, a gente tá conversando por bilhete;</p>
<p style="text-align:justify;">2) A Universidade destrói qualquer sentimento de luta que um aluno venha a ter com alguma coisa!</p>
<p style="text-align:justify;">3) Se essa conversa fosse nesse semestre ela teria duas linhas: Natália: Professor imbecil. Não quer dar aula e fica falando merda. Gosto mesmo é do outro que não dá aula mas também não vem!</p>
<p style="text-align:justify;">Sanmya: Computador novo de cu é rola!</p>
<p style="text-align:justify;">4) Esse foi o professor MAIS FILHO DA PUTA que eu e todos os alunos da Federal já pudemos ter! Mais que esse que não dá aula, mas tb não vai. Bem mais... bem mais...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Começando com o passado]]></title>
<link>http://writingsfp.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 22:39:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>writingsfp</dc:creator>
<guid>http://writingsfp.pt.wordpress.com/2008/09/27/comecando-com-o-passado/</guid>
<description><![CDATA[E para mim são poucas as coisas melhores do que relembrar meu passado. Sim, muitas vezes eu recorro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>E para mim são poucas as coisas melhores do que relembrar meu passado. Sim, muitas vezes eu recorro a ele para sorrir, me sentir feliz, quando minha vida está boa e mais ainda quando estou passando por alguma crise. Eu olho para trás e vejo que em muita coisa ruim que passei, na sua maioria as coisas boas predominam, e vejo que fui muito feliz.</p>
<p>O que me fez pensar nisso hoje foi um "revival" que tive ao mexer no meu quartinho céltico. Deixe-me explicar. Eu tenho um quartinho que seria de empregada e lá eu estava guardando minhas caixas de coisas antigas juntamente com meu altar. Ai eu achei que tinha muita coisa entulhada para um quartinho onde tenho esse meu altar céltico e então resolvi tirar algumas coisas, só deixando as importantes. E nisso mexi nas minhas antigas Barbies (sim, eu as tenho ainda), e bateu aquela saudade forte da minha época de infância.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://writingsfp.files.wordpress.com/2008/09/dsc08848.jpg"><img class="size-medium wp-image-7 aligncenter" title="Barbies" src="http://writingsfp.wordpress.com/files/2008/09/dsc08848.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;">Bem Barbie de infância né? A do meio com durepox no pescoço foi a primeira que ganhei, "Barbie Feliz Aniversário". Lembro de quando ganhei, como ganhei, quando minha irmã mais velha quebrou o pescoço e quando o cabelo ficou ruim o suficiente pra eu ter que cortar. A segunda que ganhei foi a "Barbie Noiva", e foi de natal, também lembro de tudo, só que essa eu consegui manter o cabelo um pouquinho maior. Essas duas são tão antigas que dá para ver pelas mãos. As mãos de ambas dobram, como nenhuma Barbie faz mais.  E a "Barbie Noite de Gala", que foi a última Barbie que ganhei. Ela não dobra a mão, mas é bem diferente dessas de hoje em dia. Essa eu tenho a caixa ainda, tem o cabelo intacto tanto quanto o suporte, os sapatos, a escovinha e aquele encartezinho que vem com as Barbies e que deixavam a gente com água na boca de vontade de ter outras.</p>
<p style="text-align:left;">Pode parecer bobeira, mas mexer nessas coisas hoje encheram meu coração de alegria. Ver não só as Barbies mas as coisas delas que eu tenho guardadas até hoje, quase tudo intacto, mostra o quanto eu gostava e cuidava das coisas (e ainda faço isso hoje em dia), o quanto eu era cuidadosa pra uma criança/pré-adolescente. E me lembrou de como eu era forte, como eu era sábia, como eu enfrentava a vida com coragem e acima de tudo, como eu era feliz. Que tempo bom!</p>
<p style="text-align:left;">Está na hora de começar a ser mais assim novamente. Que saudade tenho de mim mesma!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De novo Eu e Meus Pimpolhos]]></title>
<link>http://maturana.wordpress.com/?p=132</link>
<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 01:23:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mauro</dc:creator>
<guid>http://maturana.pt.wordpress.com/2008/09/27/de-novo-eu-e-meus-pimpolhos/</guid>
<description><![CDATA[Este post na verdade está sendo republicado. Achei que a situação era oportuna para isto.
Uma das]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://maturana.files.wordpress.com/2008/09/merces801.jpg"></a>Este post na verdade está sendo republicado. Achei que a situação era oportuna para isto.<a href="http://maturana.files.wordpress.com/2007/04/ajulianaii.jpg"><img class="alignright" title="Juliana" src="http://maturana.files.wordpress.com/2007/04/ajulianaii.jpg" alt="" width="252" height="378" /></a></p>
<p><em>Uma das melhores coisas da minha profissão é contato diário com tantas pessoas diferentes e as amizades que são criadas, apesar da grande diferença de idade, e, conseqüentemente, de interesses.</em></p>
<p><em>Não é raro me deparar hoje em dia (na maior parte das vezes via internet) com ex-alunos meus que estão cursando faculdade. Alguns deles estudaram comigo na 5a série!</em></p>
<p><em>E eu me encho de orgulho de ter de alguma maneira participado de seu crescimento, aprendizado, e diria até mesmo de suas vidas. Aliás, num momento tão importante e marcante da vida como é a adolescência.</em></p>
<p><em>Alguns desses momentos ficam registrados através de uma grande paixão: a fotografia. A foto acima é do aniversário de 15 anos de Juliana, que foi minha aluna na 8a série e hoje estuda na UFF.</em></p>
<p>Abaixo, as fotos mais recentes, que os alunos andaram cobrando durante a semana. Como promessa é dívida, elas estão aí:</p>
<div><em></em></div>
<div><em></em></div>
<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignnone">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://maturana.files.wordpress.com/2008/09/merces7011.jpg"><em><img class="size-thumbnail wp-image-134" title="merces7011" src="http://maturana.wordpress.com/files/2008/09/merces7011.jpg?w=128" alt="701" width="128" height="72" /></em></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><em>701</em></dd>
</dl>
<div class="mceTemp"><a href="http://maturana.files.wordpress.com/2008/09/merces7021.jpg"><em><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-136" title="merces702" src="http://maturana.wordpress.com/files/2008/09/merces7021.jpg?w=128" alt="" width="128" height="71" /></em></a><a href="http://maturana.files.wordpress.com/2008/09/merces801.jpg"><em><img class="size-thumbnail wp-image-138" title="merces801" src="http://maturana.wordpress.com/files/2008/09/merces801.jpg?w=128" alt="801" width="128" height="71" /></em></a></div>
<p><a href="http://maturana.files.wordpress.com/2008/09/merces702.jpg"></a></p>
<p><a href="http://maturana.files.wordpress.com/2008/09/juliana.gif"><em><img class="alignright size-full wp-image-133" title="juliana" src="http://maturana.wordpress.com/files/2008/09/juliana.gif" alt="" width="1" height="1" /></em></a></p>
<p><em> </em></div>
<p>Acho que é só clicar na miniatura que abre uma janela com a foto em tamanho grande.</p>
<p>Qualquer problema para abrir, me comuniquem nas aulas.</p>
<p>Um grande abraço a todos.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
