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	<title>literatura-russa &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/literatura-russa/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "literatura-russa"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 21:59:30 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[O INSPETOR GERAL]]></title>
<link>http://homoluddens.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 03:34:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>homoluddens</dc:creator>
<guid>http://homoluddens.pt.wordpress.com/2008/08/29/o-inspetor-geral/</guid>
<description><![CDATA[
O Inspetor Geral (2003 - 2007), do excelente grupo mineiro Galpão. 
Texto: Nicolai Gógol; Dire]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://homoluddens.files.wordpress.com/2008/08/dsc01020-copy3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-52" src="http://homoluddens.wordpress.com/files/2008/08/dsc01020-copy3.jpg" alt="" width="400" height="588" /></a></p>
<p style="text-align:left;"><span><a title="Sinopse" href="http://www.grupogalpao.com.br/novosite/port/espetaculos/inspetor_ficha.php" target="_blank"><span style="color:#000080;"><strong>O </strong><strong>Inspetor Geral</strong></span></a></span><span style="color:#000080;"> </span>(2003 - 2007), do excelente grupo mineiro Galpão. </p>
<p style="text-align:left;">Texto: Nicolai Gógol; Direção: Paulo José</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anote aí: nenhum político brasileiro homenageará este importante falecido]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/?p=7953</link>
<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 23:53:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.pt.wordpress.com/2008/08/03/anote-ai-nenhum-politico-brasileiro-homenageara-este-importante-falecido/</guid>
<description><![CDATA[Aleksandr Solzhenitsyn certamente passará ignorado pelos políticos brasileiros que sequer acham um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.marginalrevolution.com/marginalrevolution/2008/08/aleksandr-solzh.html">Aleksandr Solzhenitsyn</a> certamente passará ignorado pelos políticos brasileiros que sequer acham uma coisa feia alguém trocar mensagens afáveis com gente que prende e arrebenta (FARC).</p>
<p>Claro, a importância de Solzhenitsyn vai além da homenagem de qualquer destes politiqueiros que infestam as vidas de todos pelo mundo. É difícil, para a juventude, ter uma idéia do que foi a "esperança socialista" do século XX: o totalitarismo soviético de inspiração - declarada e apoiada por intelectuais alinhados - marxista.</p>
<p>O sujeito não era perfeito, mas não um idiota.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fiódor Dostoiévski]]></title>
<link>http://0posmoderno.wordpress.com/?p=1211</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 18:06:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Josi Vice</dc:creator>
<guid>http://0posmoderno.pt.wordpress.com/2008/07/25/fiodor-dostoievski/</guid>
<description><![CDATA[Fiódor Mikhailovich Dostoiévski (em russo Фёдор Миха́йлович Достое́вски]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Fiódor Mikhailovich Dostoiévski</strong> (em russo Фёдор Миха́йлович Достое́вский, AFI [ˈfʲodər mʲɪˈxajləvʲɪtɕ dəstɐˈjɛfskʲɪj]; Moscovo, 11 de Novembro de 1821 — São Petersburgo, 9 de Fevereiro de 1881), ocasionalmente grafado como <em>Dostoievsky</em>, foi um dos maiores escritores da <span class="mw-redirect">literatura russa</span>. É tido como o fundador do existencialismo, mais frequentemente por <em>Notas do Subterrâneo</em>, descrito por Walter Kaufmann como a "melhor proposta para existencialismo já escrita."</p>
<p style="text-align:justify;">O reconhecimento definitivo de Dostoiévski como escritor universal veio somente depois dos anos 1860, com a publicação dos grandes romances: <em>O Idiota</em> e <em>Crime e Castigo</em>, este publicado em 1866, considerado por muitos como uma das obras mais famosas da literatura mundial.<sup class="reference"> </sup>Seu último romance, <em>Os Irmãos Karamazov</em>, foi considerado por <span class="mw-redirect">Freud</span> como o maior romance já escrito.</p>
<p style="text-align:justify;">É conhecido por explorar a autodestruição, humilhação e <span class="mw-redirect">assassinatos</span>, além da análise de estados patológicos que levam ao suicídio, loucura e homicídio: seus escritos são chamados por isso de "romances de idéias", pela retratação filosófica e atemporal. O modernismo literário e várias escolas da teologia e psicologia foram influenciadas por suas idéias.</p>
<p style="text-align:justify;">Fiódor foi o segundo dos sete filhos nascidos do casamento entre Mikhail Dostoyevski e Maria Fedorovna. Mikhail era um pai autoritário, então médico no Hospital de pobres <em>Mariinski</em>, em <span class="mw-redirect">Moscou</span>, e a mãe era vista pelos filhos como um paraíso de amor e de proteção do ambiente familiar.</p>
<p style="text-align:justify;">Seu pai tornou-se um nobre em 1828.<sup class="reference"></sup> Até 1833, Fiódor foi educado em casa, mas com a morte precoce da mãe por tuberculose em 1837, e a decorrente depressão e alcoolismo do pai, foi conduzido, com o irmão, Fiódor Mikhail, à <em>Escola Militar de Engenharia</em> de São Petersburgo, onde o jovem Fiódor começou a demonstrar interesse pela Literatura.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1839, quando tinha dezoito anos, recebeu a notícia de que seu pai havia morrido. É aceito hoje, porém sem provas concretas, que o doutor Mikhail Dostoiévski, seu pai, foi assassinado pelos próprios <span class="mw-redirect">servos</span> de sua propriedade rural em <em>Daravói</em>, indignados com os maus tratos sofridos. Tal fato exerceu enorme influência sobre o futuro do jovem Dostoiévski, que desejou impetuosamente a morte de seu progenitor e em contrapartida se culpou por isso, fato que motivou <span class="mw-redirect">Freud</span> a escrever o polêmico artigo <em>Dostoiévski e o Parricídio</em>.<sup class="reference"></sup></p>
<p style="text-align:justify;">Dostoiévski sofria de epilepsia e seu primeiro ataque ocorreu quando tinha nove anos. Suas experiências epiléticas serviram-lhe de base para a descrição de alguns de seus personagens, como o príncipe <em>Myshkin</em> no romance <em><span class="mw-redirect">O idiota</span></em>, e de <em>Smerdyakov</em> na obra <em>Os Irmãos Karamazov</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Na Academia Militar de Engenharia, em São Petersburgo, Dostoiévski aprendeu matemática, um tema que desprezava. Também estudou a obra de <span class="mw-redirect">Shakespeare</span>, Pascal, Victor Hugo e <span class="mw-redirect">E.T.A. Hoffmann</span>. Nesse mesmo ano, escreveu duas peças românticas, <em>Mary Stuart</em> e <em>Boris Godunov</em>, influenciado pelo poeta romântico alemão Friedrich Schiller. Dostoiévski descrevia-se como um "sonhador" em sua juventude e, em seguida, um admirador de <em>Schiller</em>. Em 1843, terminou seus estudos de engenharia e adquiriu a patente de tenente militar, ingressando na Direcção-Geral dos Engenheiros, em São Petersburgo.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1844, Honoré de Balzac visitou, em São Petersburgo, Dostoiévski, que como uma forma de admiração, fez sua primeira tradução, <em>Eugenia Grandet</em>, e saldou uma dívida de 300 rublos com um agiota. Esta tradução despertou sua vocação. Pouco depois, ele abandonaria o exército para dedicar-se exclusivamente à literatura.<sup class="reference">[13]</sup></p>
<p style="text-align:justify;">Trabalhou como desenhista técnico no Ministério da Guerra, em São Petersburgo. Fez traduções de <span class="mw-redirect">Balzac</span> e George Sand.</p>
<p style="text-align:justify;">Aluga, em 1844, uma casa em São Petersburgo e dedica-se à escrita de corpo e alma. Nesse mesmo ano, deixa o exército e começou a escrever sua primeira obra, o romance epistolar <em>Gente Pobre</em>, trabalho que iria fornecer-lhe êxitos da <span class="mw-redirect">crítica literária</span>, cuja leitura de Bielínski, o mais influente crítico da literatura russa, o fez acreditar ser Dostoiévski "a mais nova revelação do cenário literário do pais."</p>
<p style="text-align:justify;">Em <em><span class="mw-redirect">O Diário de um Escritor</span></em>, recorda que após concluir <em>Pobre Gente</em>, deu uma cópia para seu amigo Dmitry Grigorovich, que a entregou ao poeta Nikolai Alekseevich Nekrasov. Com a leitura do manuscrito em voz alta, ambos ficaram extasiados pela percepção psicológica da obra. Às quatro horas da manhã, foram até Dostoiévski para dizer que seu primeiro romance era uma obra-prima. Nekrasov mais tarde entregou a obra a Bielínski. "Um novo Gogol apareceu!", disse Nekrasov. "Com você, a primavera de Gogol nasce como cogumelos!". Bielínski respondeu a Dostoiévski.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Saí da casa dele</em> [Bielínski] <em>em estado de êxtase. Parei por um instante na esquina de sua casa, olhei para o céu, para o sol luminoso, para as pessoas que passavam, e compreendi, no mais fundo do meu ser, que aquele tinha sido um momento solene na minha vida, um marco decisivo, que alguma coisa inteiramente nova havia começado.(</em><strong>Dostoiévski sobre as palavras de Bielínski)</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O livro foi publicado no ano seguinte, fazendo de Dostoiévski uma celebridade literária aos vinte e quatro anos de idade. Ao mesmo tempo, começou a contrair algumas dívidas e sofrer mais freqüentemente de epilepsia. Seus romances seguintes, <em>Duas vezes</em> (1846), <em>Noites Brancas</em> (1848), que retrata a mentalidade de um sonhador, <em><span class="mw-redirect">Niétochka Nezvánova</span></em> (1849) e a <em>Inveja do Marido e Esposa de Outro</em>, não tiveram o êxito esperado, e sofreram críticas muito negativas, que fizeram com que Dostoiévski mergulhasse em depressão.<sup class="reference"></sup> Nesta época entrou em contato com alguns grupos de idéias utópicas, chamados <span class="mw-redirect">niilistas</span>, que procuravam a liberdade humana.</p>
<p style="text-align:justify;">Dostoiévski foi detido e preso em <span class="mw-redirect">23 de abril</span> de 1849 por participar de um grupo intelectual liberal chamado <em>Círculo Petrashevski</em>, sob acusação de conspirar contra o Nicolau I da Rússia.<sup class="reference">[6]</sup> Depois das revoluções de 1848, na Europa, Nicolau mostrou-se relutante a qualquer organização clandestina que poderia pôr em risco sua autocracia.</p>
<p style="text-align:justify;">Em <span class="mw-redirect">23 de abril</span> de 1849, ele e os outros membros do Círculo Petrashevski foram presos. Dostoiévski passou oito meses na prisão até que, em <span class="mw-redirect">22 de dezembro</span>, a sentença de morte por fuzilamento foi anunciada. Dostoiévski teve de situar-se em frente ao pelotão de fuzilamento com uma venda e até mesmo ouvir os seus disparos. No último momento, as armas foram abaixadas e um mensageiro trouxe a informação de que czar havia decidido poupar a vida do escritor. Sua pena foi comutada para cinco anos de árduo trabalho em Omsk, na Sibéria.</p>
<p style="text-align:justify;">O príncipe Myshkin, de <em>O Idiota</em>, oferece várias descrições sobre essa mesma experiência. Após a simulação da execução, Fiódor passou a apreciar o próprio processo da vida como um dom incomparável e, ao contrário do determinismo e do pensamento materialista, o valor da liberdade, integridade e responsabilidade individual.</p>
<p style="text-align:justify;">Durante este tempo os ataques epiléticos aumentaram ainda mais. Anos mais tarde, Dostoiévski descreveu seu sofrimento para seu ao irmão, dizendo-se um "silenciado em um caixão "<sup class="reference">[17]</sup> e que o local onde estava "deveria ter sido demolido anos atrás".</p>
<p style="text-align:justify;"><em>No verão, confinamento intolerável, no inverno, frio insuportável. Todos os pisos estavam <span class="mw-redirect">podres</span>. A sujeira no chão tinha uma polegada de espessura; alguém poderia tropeçar e cair... Éramos empilhados como anéis de um barril... Nem sequer havia lugar para caminhar... Era impossível não se comportar como suínos, desde o amanhecer até o pôr-do-sol. Pulgas, piolhos, <span class="mw-redirect">besouros</span> a celemim</em>.(<strong>Dostoiévski sobre seu local de prisão)</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Foi libertado em 1854 e condenado a quatro anos de serviço no Sétimo Batalhão, na fortaleza de Semipalatinsk, no Cazaquistão, além de soldado por tempo indefinido.<sup class="reference">[6]</sup> Apaixona-se por Maria Dimítrievna Issáievna, mulher de um conhecido. Com a morte do marido e já no próximo ano, em fevereiro de 1857, casam-se.<sup class="reference">[19]</sup> Na noite de núpcias Dostoiévski sofreu uma violenta crise de epilepsia.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois de dez anos voltou à Rússia. Na Sibéria chamou a experiência de uma "regeneração" das suas convicções, e rejeitou a atitude condescendente de intelectuais, que pretendiam impor seus ideais políticos sobre a sociedade, e chegou a acreditar na bondade fundamental da dignidade e do povo comum. Descreveu esta mudança no esboço que aparece em <em><span class="mw-redirect">O Diário de um Escritor</span></em>, <em>O Mujique Marei</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Sou filho da descrença e da dúvida, até ao presente e mesmo até à sepultura. Que terrível sofrimento me causou, e me causa ainda, a sede de crer, tanto mais forte na minha alma quanto maior é o número de argumentos contrários que em mim existe! Nada há de mais belo, de mais profundo, de mais perfeito do que Cristo. Não só não há nada, mas nem sequer pode haver.(<strong>Páginas escritas durante o seu cativeiro na Sibéria.)</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Estudos médicos permitiram diagnosticar que Fiódor sofria de epilepsia temporal. Suas crises sistemáticas, que ele atribuía a "uma experiência com Deus", tiveram papel importante em sua crise religiosa e em sua conversão durante o desterro, quando a Bíblia era sua única leitura. Dostoiévski se tornou um forte crítico do niilismo e do movimento socialista, e dedicou em seu livro <em><span class="mw-redirect">O Diário de um Escritor</span></em> para expor idéias críticas ao conservadorismo <span class="mw-redirect">socialista</span>.<sup class="reference">[21]</sup><sup class="reference">[22]</sup> Formou uma amizade com o estadista conservador Konstantin Pobedonostsev e abraçou alguns dos princípios do Pochvennichestvo. Por este tempo começou a escrever <em><span class="mw-redirect">Memórias da Casa dos Mortos</span></em>, baseado em suas experiências como prisioneiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1859, após meses de árduo esforço, conseguiu ser solto sob a condição de residir em qualquer lugar, exceto em São Petersburgo e <span class="mw-redirect">Moscou</span>, e assim, mudou-se para Tver. Ele conseguiu publicar <em>O Sonho do Tio</em> e <em>Adeia Stepánchikovo</em>. As obras não obtiveram as críticas esperadas por Dostoiévski. Em dezembro do mesmo ano, foi finalmente autorizado a regressar a São Petersburgo, onde fundou com seu irmão Mikhail a revista <em>Vremya</em> ("Tempo"), que no primeiro número publicou <em>Humilhados e Ofendidos</em>, também inspirada em seu trabalho na Sibéria. Sua obra <em><span class="mw-redirect">Memórias da Casa dos Mortos</span></em> foi um enorme sucesso quando então publicada em capítulos no jornal <em>O Mundo Russo</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre 1862 e 1863, fez várias viagens pela Europa, incluindo Berlim, Paris, Londres, Genebra, Turim, Florença e Viena. Durante essas viagens teve um relacionamento amoroso fugaz com Paulina Súslova, uma estudante de idéias progressistas. Perdeu muito dinheiro jogando e retornou à Rússia no fim de outubro de 1863, sozinho e sem recursos. Durante este tempo o seu jornal tinha sido proibido, por publicar um artigo sobre a Revolução Polaca de 1863.<sup class="reference">[13]</sup></p>
<p style="text-align:justify;">Em 1864, conseguiu editar com seu irmão o jornal chamado <em>Epoja</em> ("Época"), onde publicou <em><span class="mw-redirect">Memórias do Subsolo</span></em>. Seu ânimo acabou após a morte de sua <span class="mw-redirect">esposa</span>, seguida pouco depois pela de seu irmão. Além disso, seu irmão Mikhail deixou uma viúva, quatro filhos e uma dívida de 25 mil rublos, tendo de sustentá-los.<sup class="reference">[13]</sup> Profundamente depressivo e viciado em jogos, acumulou enormes dívidas. Para sanar seus problemas financeiros, fugiu para o estrangeiro, onde perdeu o restante do dinheiro que ganhara em cassinos.<sup class="reference">[20]</sup> Ali se reencontrou com Paulina Súslova e tentou reatar o relacionamento, mas foi rejeitado.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1865 começou a elaborar <em>Crime e Castigo</em>, uma de suas obras capitais, que apareceu na revista <em>O Mensageiro Russo</em>, com grande sucesso. Quando seu editor determinou um curto prazo para que terminasse o livro, contratou Anna Grigórievna Snítkina, na época com vinte e quatro anos, a quem dedicou, em apenas vinte e seis dias, o livro O Jogador. O relacionamento com a Anna finalmente terminou em casamento em <span class="mw-redirect">15 de fevereiro</span> de 1867.</p>
<p style="text-align:justify;">Juntos continuaram a viajar pela Europa e Genebra, onde nasceu e morreu pouco tempo depois sua primeira filha. Em 1868, escreveu <em>O Idiota</em>e em 1871, terminou <em>Os Endemoniados</em>, publicado no ano seguinte. A partir de 1873 publicou em jornal <em><span class="mw-redirect">Diário de um Escritor</span></em>, que escreveu sozinho, compilando histórias curtas, artigos políticos e críticas literárias, obtendo grande sucesso. Esta publicação seria interrompida em 1878, para dar início à elaboração do seu último romance, <em>Os Irmãos Karamazov</em>, que foi publicado em grande parte no jornal russo <em>O Mensageiro</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1880 participou da inauguração do monumento a <span class="mw-redirect">Aleksandr Pushkin</span> em <span class="mw-redirect">Moscou</span>, onde proferiu um discurso memorável sobre o destino da Rússia no mundo. Em <span class="mw-redirect">8 de novembro</span> desse ano, termina <em>Os Irmãos Karamazov</em>, em São Petersburgo. Morreu nesta cidade, em <span class="mw-redirect">9 de fevereiro</span> de 1881, de uma hemorragia <span class="mw-redirect">pulmonar</span> associada com enfisema e ataque epiléptico. Foi enterrado no <em>Cemitério Tijvin</em>, dentro do <span class="mw-redirect">monastério</span> <span class="mw-redirect">Alexander Nevsky</span> em São Petersburgo. Estima-se que o funeral foi assistido por cerca de sessenta mil pessoas.<sup class="reference"></sup> Em sua lápide pode-se ler os seguintes versos de São João, que também serviu como subtítulo de seu último romance, <em>Os Irmãos Karamazov</em>:</p>
<p style="text-align:justify;">Em verdade vos digo que se o grão de trigo que cai na terra não morrer, é por si só, mas se ele morrer produz muito fruto.(<strong>Evangelho segundo João, 12:24)</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Dostoiévski necessitava de dinheiro e sempre fora apressado em concluir suas obras. Por isso disse não conseguir realizar seu pleno poder literário. Ao contrário de escritores que descreviam o círculo familiar moldados na tradição e "belas formas", ele escreveu sobre o caos familiar e os que humilhavam e insultavam.</p>
<p style="text-align:justify;">Essencialmente um escritor de mitos (e às vezes comparado por isso a Herman Melville), criou um trabalho com uma enorme vitalidade e de um poder quase hipnótico, caracterizado por cenas febris e dramáticas, onde os personagens apresentam comportamento escandaloso, e atmosferas explosivas, envolvidas em diálogos socráticos apaixonados, a busca de Deus, do mal e do sofrimento dos inocentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Seus romances ocorrem em um período curto (por vezes apenas alguns dias), o que permite ao autor fugir de uma das características dominantes da prosa realista: a degradação física que ocorre ao longo do tempo. Seus personagens encarnam valores espirituais que são, por definição, atemporais.</p>
<p style="text-align:justify;">Outros temas recorrentes em sua obra são suicídio, orgulho ferido, a destruição dos valores familiares, o renascimento espiritual através do sofrimento, a rejeição do Ocidente e da afirmação da ortodoxia russa e o <span class="mw-redirect">czarismo</span>. Estudiosos como Mikhail Bajtín têm caracterizado o trabalho de Dostoiévski como diferente de outros romancistas; ele parece não aspirar por uma visão única e vai além da descrição sob diferentes ângulos. Dostoiévski engenhou romances cheios de força dramática em que os personagens e os opostos pontos de vista são realizados livremente, em violenta dinâmica.</p>
<p style="text-align:justify;">O russo Alexey Rémizov durante exílio em Paris, em 1927, escreveu: "A Rússia é Dostoiévski. Rússia não existe sem Dostoiévski. "<sup class="reference"></sup> A maioria dos críticos concorda que Dostoiévski, Dante Alighieri, William Shakespeare, Miguel de Cervantes, Victor Hugo e outros poucos escolhidos tiveram uma influência decisiva sobre a literatura do século XX, especialmente no existencialismo e expressionismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Publicou inúmeros contos: <em><span class="mw-redirect">O Mujique Marëi</span></em>, <em>O Sonho de um Homem Ridículo</em>, <em>Bobock</em> e outros, além de novelas: <em>O Senhor Prokhartchin</em>, <em>A Dócil</em>, <em>O Homem Debaixo da Cama</em>, <em><span class="mw-redirect">Uma História Suja</span></em>, <em>O Pequeno Herói</em>, <em>Uma Criatura Gentil</em>, <em>Coração Fraco</em> e <em>Noites Brancas</em>. Criou duas revistas literárias: <em>Tempo</em> (<em>Vrêmia</em>) e <em>Época</em>, colaborando ainda nos principais órgãos da imprensa russa.</p>
<p style="text-align:justify;">Os personagens podem ser classificados em diferentes categorias: <span class="mw-redirect">cristãos</span> humildes e modestos (Príncipe Mishkin, Sonia Marmeládova, Aliosha Karamazov), autodestrutivos e <span class="mw-redirect">niilistas</span> (Svidrigáilov, Smerdiakov, Stavroguin, Maslobóiev), cínicos e libertinos (Fiódor Karamazov, Prince Valkorskij), intelectuais <span class="mw-redirect">rebeldes</span> (Rodion Românovitch Raskólnikov, Ivan Karamazov), enquanto regidos por idéias e não imperações sociais ou biológicas.</p>
<p style="text-align:justify;">A influência de Dostoiévski é imensa, de Hermann Hesse a Marcel Proust, William Faulkner, Albert Camus, Franz Kafka, Yukio Mishima, Roberto Arlt, <span class="mw-redirect">Ernesto Sábato</span> e Gabriel García Márquez, para citar alguns autores.<sup class="reference">[30]</sup><sup class="reference">[24]</sup> Na verdade, nenhum dos grandes escritores do século XX foram alheios ao seu trabalho (com algumas raras exceções, tais como Vladimir Nabokov, Henry James ou <span class="mw-redirect">D.H. Lawrence</span>). O romancista americano Ernest Hemingway também citou Dostoiévski em uma de suas últimas entrevistas como uma das suas principais influências.</p>
<p style="text-align:justify;"><span class="mw-redirect">Nietzsche</span> referiu-se a Dostoiévski como "o único psicólogo com que tenho algo a aprender: ele pertence às inesperadas felicidades da minha vida, até mesmo a descoberta Stendhal." Certa vez disse, referindo a <em>Notas do Subsolo</em>: "chorei verdade a partir do sangue". Nietzsche refere-se constantemente a Dostoiévski em suas notas e rascunhos no internato entre 1886 e 1887, além de escrever diversos resumos das obras de Dostoiévski. "Um grande catalisador: Nietzsche e neo-idealismo russo", disse Mihajlo Mihajlov.</p>
<p style="text-align:justify;">Com a publicação de <em>Crime e Castigo</em> em 1866, Fiódor se tornou um dos mais proeminentes autores da Rússia no século XIX, tido como um dos fundadores do movimento filosófico conhecido como existencialismo. Em particular, <em><span class="mw-redirect">Memórias do Subsolo</span></em>, publicado pela primeira vez em 1864, tem sido descrito como o trabalho fundador do existencialismo.<sup class="reference"></sup> Para Dostoiévski, a guerra é a revolta do povo contra a idéia de que a razão orienta tudo.</p>
<p style="text-align:justify;">A falta de critérios mais definidos para a transliteração do alfabeto cirílico para o latino no idioma português faz com que existam diversas variantes da grafia do nome possam ser utilizadas simultaneamente; além de <strong>Fiodor Dostoiévski</strong>, pode-se encontrar comumente a versão anglicizada <strong>Fyodor Dostoievsky</strong>, e híbridos como <strong>Dostoiévsky</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aluno lê 1,7 livro ao ano por vontade própria]]></title>
<link>http://literaturaecultura.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 15:55:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye19</dc:creator>
<guid>http://literaturaecultura.pt.wordpress.com/2008/07/18/aluno-le-17-livro-ao-ano-por-vontade-propria/</guid>
<description><![CDATA[Pesquisa inédita mostra que outros 5,5 exemplares lidos são didáticos
Os estudantes brasileiros l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:12pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#292929;">Pesquisa inédita mostra que outros 5,5 exemplares lidos são didáticos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">Os estudantes brasileiros lêem 7,2 livros por ano, mas 5,5 deles são didáticos ou indicados pela escola. Apenas 1,7 livro é lido por vontade e escolha própria. Esses são alguns dos resultados da pesquisa Retratos da Leitura que o Instituto Pró-Livro divulga hoje em Brasília, obtidos com exclusividade pelo Estado. Foi a primeira vez que os hábitos de leitura dos alunos de todas as idades foram analisados no País.</span></p>
<p>O resultado condiz com o mau desempenho dos alunos brasileiros em leitura em avaliações internacionais, como o Pisa. No último exame, feito em 2006, mais de 50% ficaram nos mais baixos níveis de compreensão e interpretação de textos.</p>
<p>A quantidade de livros aumenta conforme a classe social, a escolaridade e a região onde vivem. Entre os que ganham mais de 10 salários mínimos, por exemplo, são 5,3 livros por ano, sem contar os didáticos. O índice é próximo dos registrados em outros países, como Espanha (5 livros por ano) ou Argentina (5,8). Na França, são mais de 7. Já na Região Norte do Brasil, praticamente só se lê o que a escola pede.</p>
<p>Especialistas são unânimes em salientar a importância do livro didático para incentivar a leitura entre estudantes. Mas acreditam que menos de dois livros por ano é uma média baixa. Mesmo com essa média baixa, os estudantes ainda lêem mais do que a população em geral, cujos dados serão divulgados hoje.</p>
<p>"Um bom trecho literário num livro didático leva o aluno a procurar o livro todo, a buscar o autor", diz a educadora e especialista em leitura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Maria Antonieta Cunha.</p>
<p>Para o coordenador da pesquisa, Galeno Amorim, isso mostra a importância dos programas de distribuição de livros didáticos do governo, que existem desde os anos 90. O Ministério da Educação compra exemplares - didáticos e de literatura, para as bibliotecas - para todas as escolas do País.</p>
<p>Apesar disso, 46% dos estudantes do País dizem não freqüentar bibliotecas. "Muitas vezes as escolas têm os acervos enviados pelo governo, mas não montam a biblioteca por falta de funcionário, de espaço. Existe também essa dificuldade de acesso físico ao livro", completa a pesquisadora do Instituto Fernand Braudel, Patrícia Guedes, que coordena um programa que estimula a leitura nas escolas públicas.</p>
<p>Ela conta que, muitas vezes, o estudante afirma não gostar de ler "porque não teve alguém que despertasse essa paixão nele". "Não há políticas públicas nesse sentido, só práticas isoladas de alguns professores", afirma. Na pesquisa, 17% afirmaram não gostar de ler.</p>
<p>TV, música, sair com amigos e descansar são itens que vêm antes da leitura na preferência dos estudantes para ocupar o tempo livre. "Eles não percebem que o livro, assim como a TV e o cinema, também relaxa. A leitura é vista como uma obrigação", diz Maria Antonieta.</p>
<p>As gêmeas Camila e Bianca Silva de Moura, de 9 anos, são exemplos de que há exceções. "Ler é muito mais legal do que ver TV, do que mexer no computador", diz Bianca, que contabiliza "uns 50 livros" lidos desde que foi alfabetizada.</p>
<p>As duas moram no Itaim Paulista, estudam em escola pública e seus pais nem sequer terminaram o ensino médio. A mãe, Laura, sempre incentivou a leitura, trocando livros com os vizinhos e emprestando exemplares da escola. Nesse ponto, a família Silva entra nas estatísticas: 62% dos estudantes dizem que a mãe é uma das pessoas que mais os influenciam a ler.</p>
<p>"O último livro que li foi na 5ª série", diz o estudante do ensino médio Leonardo Matsumura, de 16 anos. Ele conta que, quando os professores solicitam a leitura de um livro, ele procura resumos na internet. Na pesquisa, 8% dos estudantes dizem ler com freqüência na internet.</p>
<p>O Instituto Pró-Livro é uma entidade fundada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros). "Os índices vêm melhorando, mas ainda são insuficientes", diz o presidente da Abrelivros e do instituto, Jorge Yunes.</p>
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<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;">Veja os posts anteriores:</span></p>
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<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#707070;"><a title="Link Permanente para Machado, Rosa e o Brasil" rel="bookmark" href="http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/05/20/machado-rosa-e-o-brasil/"><span style="color:#265e15;">Machado, Rosa e o Brasil</span></a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#707070;"><span style="font-size:10pt;color:#333333;"><a title="Link Permanente para Exposição dedicada a Gilberto Freyre em SP segue até o dia 18 de maio" rel="bookmark" href="http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/05/12/exposicao-dedicada-a-gilberto-freyre-em-sp-segue-ate-o-dia-18-de-maio/"><span style="color:#265e15;">Exposição dedicada a Gilberto Freyre em SP segue até o dia 18 de maio</span></a></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;"><a title="Link Permanente para Manifesto surrealista de André Breton vai a leilão em Paris" rel="bookmark" href="http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/05/07/manifesto-surrealista-de-andre-breton-vai-a-leilao-em-paris/"><span style="color:#265e15;">Manifesto surrealista de André Breton vai a leilão em Paris</span></a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;"><a title="Link Permanente para Um pouco mais de Chico. Budapeste" rel="bookmark" href="http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/04/16/um-pouco-mais-de-chico-budapeste/"><span style="color:#265e15;">Um pouco mais de Chico. Budapeste</span></a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#333333;"><a title="Link Permanente para Biblioteca Virtual" rel="bookmark" href="http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/04/08/biblioteca-virtual/"><span style="color:#265e15;">Biblioteca Virtual</span></a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DOSTOI&Eacute;VSKI - ORADORES PAT&Eacute;TICOS]]></title>
<link>http://fragmentosdetempo.wordpress.com/2008/04/17/dostoivski-sobre-oradores-patticos/</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 16:31:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
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<description><![CDATA[ &#8220;Ficou tudo em silêncio às primeiras palavras do célebre advogado. A sala inteira tinha os]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://fragmentosdetempo.files.wordpress.com/2008/04/dostoievski1.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://fragmentosdetempo.files.wordpress.com/2008/04/dostoievski1-thumb.jpg" border="0" alt="dostoievski1" width="123" height="157" align="right" /></a> "Ficou tudo em silêncio às primeiras palavras do célebre advogado. A sala inteira tinha os olhos fixos nele. Começou com uma simplicidade persuasiva, mas sem a menor jactância. Nenhuma pretensão à eloqüência e ao patético. Era um homem que conversava na intimidade de um círculo de amigos. Tinha uma bela voz, forte, agradável, em que ressoava algo de sincero, de simples. Mas cada qual sentiu logo que o orador podia elevar-se ao verdadeiro patético, <em>e tocar os corações com uma força desconhecida</em>"'.</p>
<p align="justify"><strong>[</strong> <em>in</em> <strong>Fiódor M. Dostoiévski</strong> - Obra Completa, Volume IV, pág. 1.061. <strong>Os Irmãos Karamázovi</strong> – IV parte – L. XII. Editora Nova Aguilar S.A., 1995. <strong>]</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Biblioteca Virtual]]></title>
<link>http://literaturaecultura.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 17:47:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye19</dc:creator>
<guid>http://literaturaecultura.pt.wordpress.com/2008/04/08/biblioteca-virtual/</guid>
<description><![CDATA[Oi pessoal
Vou recomendar um site que descobri recentemente e achei muito bacana.
É só clicar na i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Oi pessoal</p>
<p>Vou recomendar um site que descobri recentemente e achei muito bacana.</p>
<p>É só clicar na imagem aqui em baixo que ele abre automaticamente. Aproveitem a sessão dos professores web e essa biblioteca virtual. Muito bacana!</p>
<p>Abraços</p>
<p>:0)</p>
<p><a title="Clique e descubra um mundo novo." href="http://www.educacao24horas.com.br?origem=e19" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-15" src="http://literaturaecultura.wordpress.com/files/2008/04/cultura.jpg?w=500" alt="Educação 24 Horas" width="500" height="488" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A busca pelo assunto é enorme, aqui estão algumas das palavras que são buscadas quando se pensa em Literatura e Cultura:]]></title>
<link>http://literaturaecultura.wordpress.com/2008/03/17/a-busca-pelo-assunto-e-enorme-aqui-estao-algumas-das-palavras-que-sao-buscadas-quando-se-pensa-em-literatura-e-cultura/</link>
<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 16:54:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye19</dc:creator>
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<description><![CDATA[a historia da literatura, a importancia da literatura, a importancia da literatura como cultura, a l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0 0 10pt;" class="MsoNormal"><font face="Calibri">a historia da literatura, a importancia da literatura, a importancia da literatura como cultura, a literatura brasileira, a literatura de cordel, a literatura infantil, american literature, amor, arabe cultura, arte, arte cultura, arte literatura, artes, aula de literatura, autor, autores, autores cultura, autores da literatura, autores da literatura brasileira, barroco, barroco na literatura, biblioteca, caracteristicas da literatura, china cultura, classicos da literatura, clássicos da literatura, conceito de literatura, concurso de literatura, concurso de poesia, concurso literatura, contexto historico, conto, contos, cordel, crônicas, cultura, cultura arabe, cultura arte literatura, cultura azteca, cultura brasileira literatura, cultura caracteristicas, cultura colombiana, cultura contemporanea, cultura da literatura, cultura egipcia, cultura espanola, cultura español, cultura española, cultura gaucha, cultura grecoromana, cultura grega literatura, cultura hispanoamericana, cultura historia, cultura importancia, cultura inca, cultura latinoamericana, cultura literaria, cultura literatura, cultura maya, cultura medieval, cultura medieval literatura, cultura mexicana, cultura moderna, cultura na literatura, cultura peruana, cultura poemas, cultura poesia, cultura popular literatura, cultura revista, cultura romana, cultura romana literatura, cultura romantica, cultura social, cultura teatro, curso de literatura, dia da poesia, editora, english literature, ensino de literatura, escritor, escritores, exercicios de literatura, exercícios de literatura, ficção, filosofia, folclore cultura, folclore literatura, formação da literatura brasileira, funções da literatura, geografia, grecia cultura, grecia literatura, hispanoamericana, historia da literatura, historia da literatura brasileira, historia literatura, história, história da literatura, história da literatura brasileira, humanismo literatura, importancia cultura, importancia da literatura, importancia da literatura como cultura, importancia literatura, importância da literatura, india cultura, india literatura, itau cultural literatura, itaú cultural literatura, jornada de literatura, jornal da poesia, jornal de poesia, leitura, literatura, literatura africana, literatura americana, literatura arabe, literatura arte, literatura autores, literatura barroca, literatura barroco, literatura brasileira, literatura brasileira romantismo, literatura caracteristicas, literatura classica, literatura clássica, literatura colombiana, literatura comentada, literatura como cultura, literatura comparada, literatura contemporanea, literatura contemporânea, literatura cordel, literatura cultural, literatura da cultura medieval, literatura de cordel, literatura de cordeu, literatura de informaçao, literatura de informação, literatura do brasil, literatura economia, literatura egipcia, literatura escritores, literatura espanhola, literatura espanola, literatura español, literatura española, literatura estrangeira, literatura fantastica, literatura fantástica, literatura folclore, literatura francesa, literatura gaucha, literatura gotica, literatura grecia, literatura grega, literatura gótica, literatura hispanoamericana, literatura historia, literatura importancia, literatura inca, literatura infantil, literatura infantil brasileira, literatura infanto juvenil, literatura informativa, literatura inglesa, literatura italiana, literatura juvenil, literatura latina, literatura latinoamericana, literatura lirica, literatura literaria, literatura marginal, literatura medieval, literatura mexicana, literatura moderna, literatura modernismo, literatura modernista, literatura mundial, literatura nacional, literatura narrativa, literatura no brasil, literatura norte americana, literatura obras, literatura on line, literatura oral, literatura peruana, literatura piauiense, literatura poemas, literatura poesia, literatura poetas, literatura popular, literatura portuguesa, literatura realismo, literatura renascentista, literatura romana, literatura romantica, literatura romantismo, literatura russa, literatura social, literatura teatro, literatura trovadorismo, literatura tv cultura, literatura vestibular, literatura é, literature, livraria, livrarias, livro, livro de literatura, livros, livros da literatura brasileira, livros de literatura, livros de literatura infantil, livros literatura, matemática, medieval cultura, mesopotamia cultura, mestrado em literatura, mexicana cultura, modernismo, mulher na literatura, música, narrativa, neoclasicismo, nobel de literatura, nobel literatura, novela cultura, novela literatura, novelas, o que é literatura, o que é literatura de cordel, o que é literatura infantil, o que é poesia, obras literarias, origem da literatura, origem da literatura de cordel, poema, poemas, poemas cultura, poesia, poesia 1, poesia amizade, poesia amor, poesia brasileira, poesia concreta, poesia cultura, poesia de amigo, poesia de amizade, poesia de amor, poesia de aniversario, poesia erotica, poesia infantil, poesia lirica, poesia mulher, poesia mãe, poesia romantica, poesias, poetas, português, premio nobel de literatura, projeto de literatura, projeto literatura, projetos de literatura, prosa literatura, prova de literatura, provas de literatura, questões de literatura, realismo, realismo na literatura, renascimento cultural literatura, renascimento literatura, resumo de literatura, resumo literatura, revisao de literatura, revista cultura, revista literatura, revisão da literatura, revisão de literatura, romana literatura, romance, romances, romantismo, romantismo na literatura, sites de literatura, teatro, teatro cultura, tem poesia, tem poesia 1, tempo de poesia, tempo poesia, teoria da literatura, tudo sobre literatura, www literatura</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boris Godunov em tradução direta do russo]]></title>
<link>http://talqualmente.wordpress.com/2007/09/23/boris-godunov-em-traducao-direta-do-russo/</link>
<pubDate>Sun, 23 Sep 2007 15:33:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula Góes</dc:creator>
<guid>http://talqualmente.pt.wordpress.com/2007/09/23/boris-godunov-em-traducao-direta-do-russo/</guid>
<description><![CDATA[A primeira tradução direta do russo da peça Boris Godunov (1831), tida como a mais importante obr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira tradução direta do russo da peça Boris Godunov (1831), tida como a mais importante obra teatral de Aleksander Púchkin, por sua vez cnsiderado fundador da literatura russa moderna, acaba de ser lançada pela Editora Globo. O tradutor e jornalista Irineu Franco Perpétuo, que tmabém assina notas e posfácio, já tinha traduzito Pequenas Tragédias, do mesmo autor.</p>
<p>Uma curiosidade é que Púchkin foi o primeiro russo a traduzir um poeta brasileiro: Tomás Antônio Gonzaga deve a ele a tradução de uma de suas liras em russo (tudo indica que, no entanto, ela tenha sido feita a partir de uma tradução francesa).</p>
<p><a href="http://globolivros.globo.com/busca_detalhesprodutos.asp?pgTipo=LANCAMENTOS&#38;idProduto=989">Veja a notícia</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em busca do personagem principal]]></title>
<link>http://universodaspalavras.wordpress.com/2007/05/31/em-busca-do-personagem-principal/</link>
<pubDate>Thu, 31 May 2007 13:18:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>nanicristine</dc:creator>
<guid>http://universodaspalavras.pt.wordpress.com/2007/05/31/em-busca-do-personagem-principal/</guid>
<description><![CDATA[Por Mauro (www.carreirasolo.org)
Rodion Raskolnikov era um garoto da província, que veio a cidade g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Mauro (www.carreirasolo.org)</em></strong></p>
<p>Rodion Raskolnikov era um garoto da província, que veio a cidade grande terminar seus estudos. Sempre compenetrado e atento, esbarra numa teoria que pode revolucionar sua maneira de viver. O fim do século XIX foi o tempo das teorias. Mas, de repente, não era o momento certo para se viver. Pelo menos para o Rodion. Pobre e faminto, numa condição límbica de ex-estudante, vivendo num porão, resolve por em prática o tema de um artigo seu, que separa os homens em dois grandes grupos: aqueles que têm coragem de passar por cima das convenções e assim realizar grandes coisas e os outros, piolhos, que apenas vivem presos a leis, bons costumes e a moral. Ele não quer ser preso. Às convenções, é melhor dizer.</p>
<p><img align="right" width="141" src="http://universodaspalavras.files.wordpress.com/2007/05/crinme.jpg" alt="crinme.jpg" height="185" style="width:141px;height:185px;" /></p>
<p>Antes de saber disso, portanto, resolve cometer seu crime, visando obter algum recurso financeiro para iniciar a vida. No entanto, infâmia!, é surpreendido pelos pintores que trabalhavam no andar abaixo. Foge sem levar nada de real valor. E o que leva, deposita embaixo de uma pedra. Depois disso, Rodion percorre o mundo das mazelas, desmaia na delegacia levantando suspeitas sobre seu envolvimento no acontecido, conhece Sônia primeiro por seu pai, Marmielanov, depois pela Madrasta, meu personagem preferido, a Katerina, e finalmente por ela mesma. Reencontra a mãe e a irmã, conhece o noivo desta e o detesta. Debate-se ideologicamente com seu grande amigo Razumikin...o tempo inteiro. Dá os 35 rublos para o funeral do pai de Sônia. Aliás, a cena do banquete fúnebre é a melhor, com EKaterina falando sem parar, e o leitor dentro de sua cabeça e pulmões, sofrendo com falta de ar ao ler, tanto quanto a tísica sofre para lembrar que já foi nobre e dançou para o Governador, tem o diploma como prova.</p>
<p>Enfim, depois de muito lutar, ele confessa para si mesmo, o que todos já sabiam. O que Porfiri já sabia, o que Dúnia já sabia, o que Razuminkin já sabia, o que Svridigáilov, ao dar o tiro na cabeça, já sabia, o que Lisavieta foi a primeira a saber....a morte? Não...nada disso...ele falhou em sua teoria. Não passa de um piolho com todos os outros. Enfim, vai para a Sibéria e quando, sentado na ponte do Rio próximo ao seu local de trabalho, sua culpa acaba, numa remissão frente ao amor de Sônia, acaba também o livro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Biblioteques de paper, vii: el Departament de Documentació Especial de la República d'Opar]]></title>
<link>http://unquepassava.wordpress.com/2006/03/03/biblioteques-de-paper-vii-el-departament-de-documentacio-especial-de-la-republica-dopar/</link>
<pubDate>Fri, 03 Mar 2006 12:40:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ferran - Un que passava</dc:creator>
<guid>http://unquepassava.pt.wordpress.com/2006/03/03/biblioteques-de-paper-vii-el-departament-de-documentacio-especial-de-la-republica-dopar/</guid>
<description><![CDATA[La novel·la de Kiril Yeskov està donant força fruits inesperats, i a part de la frase que vaig co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">La novel·la de Kiril Yeskov està donant força fruits inesperats, i a part de la frase que vaig copiar l'altre dia («<a href="http://unquepassava.wordpress.com/2006/02/27/quan-els-llibres-et-parlen-a-cau-dorella/">Quan els llibres et parlen a cau d'orella</a>») i del comentari sobre la novel·la que no trigarà gaire a aparèixer per aquí, he trobat un altre fragment que és plenament bibliotecós i documentaloide o, si més no, arxivístic. I encara que no sigui una biblioteca de paper, l'hi poso com a tal.</p>
<div align="justify"></div>
<blockquote>
<p align="justify">El servicio secreto de Opar, profundamente oculto en las entrañas, impregnadas de polvo de papel, lacre y tinta, del Ministerio de Asuntos Exteriores, bajo la cobertura, deliberadamente ininteligible, del DDE —Departamento de Documentación Especial—, era un organización invisible. Incluso la ubicación de su cuartel general constituía un secreto de estado: la llamada Casa Verde de la calle del Pantano, que sólo era mencionada de vez en cuando, y siempre en voz baja, por «personas debidamente informadas», como senadores y altos funcionarios, <span style="font-weight:bold;">no era en realidad más que un archivo donde se conservaban documentos desclasificados, tras haber vencido el plazo de ciento veinte años que prescribe la ley</span>.[...]</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">La misión del Departamento consistía en «<span style="font-weight:bold;">suministrar</span> a la alta jefatura de la República <span style="font-weight:bold;">información exacta, detallada y objetiva</span> sobre la situación dentro del país y más allá de sus fronteras» (fin de la cita). [la negreta és meva]</p>
</blockquote>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><a href="http://www.veaseademas.com/archivos/2003/04/el_archivo_de_g.html" title="Los archivos de Gondor, de bárbol, a Véase Además">No només a Gondor hi havia arxius...<br />
</a><br />
<span class="defons"><span style="font-weight:bold;">Kiril Yeskov</span>. <a href="http://www.tercerafundacion.net/biblioteca/ver/ficha/10224"><span style="font-style:italic;">El último anillo</span></a>. Madrid: Bibliópolis, 2005. 442 p. ISBN 84-96173-19-4. p. 246-247.</span></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><span class="tags">Technorati tags: <a href="http://technorati.com/tag/llibres" rel="tag">llibres</a>, <a href="http://technorati.com/tag/lectura" rel="tag">lectura</a>, <a href="http://technorati.com/tag/kiril+yeskov" rel="tag">Kiril Yeskov</a>, <a href="http://technorati.com/tag/el+ultimo+anillo" rel="tag">El último anillo</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quan els llibres et parlen a cau d'orella]]></title>
<link>http://unquepassava.wordpress.com/2006/02/27/quan-els-llibres-et-parlen-a-cau-dorella/</link>
<pubDate>Mon, 27 Feb 2006 15:00:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ferran - Un que passava</dc:creator>
<guid>http://unquepassava.pt.wordpress.com/2006/02/27/quan-els-llibres-et-parlen-a-cau-dorella/</guid>
<description><![CDATA[No heu tingut mai la sensació que un llibre us donava la resposta a la pregunta que us fèieu en aq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No heu tingut mai la sensació que un llibre us donava la resposta a la pregunta que us fèieu en aquell moment, o que us xiuxiuejava a l'orella les paraules que necessitàveu sentir? A mi, de tant en tant, els llibres em parlen.</p>
<blockquote>
<div align="justify">Nadie tiene derecho a saber de los otros más de lo que deseen revelar, y tanto la amistad como el amor se extinguirán cuando la gente pierda el derecho a mantener sus secretos.</div>
</blockquote>
<p align="justify"><span class="defons"><span style="font-weight:bold;">Kiril Yeskov</span>. <a href="http://www.tercerafundacion.net/biblioteca/ver/ficha/10224"><span style="font-style:italic;">El último anillo</span></a>. Madrid: Bibliópolis, 2005. 442 p. ISBN 84-96173-19-4.</span></p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><span class="tags">Technorati tags: <a href="http://technorati.com/tag/llibres" rel="tag">llibres</a>, <a href="http://technorati.com/tag/lectura" rel="tag">lectura</a>, <a href="http://technorati.com/tag/kiril+yeskov" rel="tag">Kiril Yeskov</a>, <a href="http://technorati.com/tag/el+ultimo+anillo" rel="tag">El último anillo</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[podcast: crime &amp; castigo]]></title>
<link>http://paisagensdacritica.wordpress.com/?p=68</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 11:32:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>paisagensdacritica</dc:creator>
<guid>http://paisagensdacritica.pt.wordpress.com/2008/06/20/podcast-crime-castigo/</guid>
<description><![CDATA[No link abaixo, comentário em podcast na Rádio Metrópole de Salvador sobre crime e castigo – Do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#244061;font-family:&#34;">No link abaixo, comentário em <em>podcast</em> na Rádio Metrópole de Salvador sobre crime e castigo – Dostoiévski, Woody Allen e nós.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#244061;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#244061;font-family:&#34;">O comentário foi ao ar no dia 16 de junho. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#244061;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#244061;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#244061;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><a href="http://www.radiometropole.com.br/objetos/audios/16-06-2008_comentarioJulioPimentel.mp3"><span style="color:#244061;">http://www.radiometropole.com.br/objetos/audios/16-06-2008_comentarioJulioPimentel.mp3</span></a><span style="color:#244061;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#244061;font-family:&#34;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
