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	<title>luis-de-camoes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/luis-de-camoes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "luis-de-camoes"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 12:25:11 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Como é que é???]]></title>
<link>http://aaporia.wordpress.com/?p=192</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 10:52:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lidiane Lobo</dc:creator>
<guid>http://aaporia.wordpress.com/?p=192</guid>
<description><![CDATA[O mundo é azul
Qual é a cor do amor??? - Cazuza
Por que nascemos para amar??? - Drummond
E, hoje e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color:#808080;">O mundo é azul<br />
Qual é a cor do amor??? - Cazuza</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808080;">Por que nascemos para amar??? - Drummond</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808080;">E, hoje em dia, como é que se diz "eu te amo"??? - Renato Russo</span></em></p>
<p>E como ter por este sentimento<br />
(dito amor)<br />
alguma amizade<br />
se o mesmo é tão contraditório em si?<br />
Fico aqui conversando com Camões...</p>
<p><em><span style="color:#808080;">Amor é fogo que arde sem se ver;<br />
É ferida que dói e não se sente;<br />
É um contentamento descontente;<br />
É dor que desatina sem doer; </span></em></p>
<p><em><span style="color:#808080;">É um não querer mais que bem querer;<br />
É solitário andar por entre a gente;<br />
É nunca contentar-se de contente;<br />
É cuidar que se ganha em se perder;<br />
 <br />
É querer estar preso por vontade;<br />
É servir a quem vence, o vencedor;<br />
É ter com quem nos mata lealdade.<br />
 <br />
Mas como causar pode seu favor<br />
Nos corações humanos amizade,<br />
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?</span></em></p>
<p><em><span style="color:#808080;">Luís de Camões</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades - Luís Vaz de Camões]]></title>
<link>http://poroutraspalavras.wordpress.com/?p=346</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 13:38:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carla Sousa</dc:creator>
<guid>http://poroutraspalavras.wordpress.com/?p=346</guid>
<description><![CDATA[
Deixo-vos as palavras, para sempre intemporais, do poeta Luís Vaz de Camões, no dia que também ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Deixo-vos as palavras, para sempre intemporais, do poeta <strong><span style="color:#ffffff;">Luís Vaz de Camões</span></strong>, no dia que também lhe pertence.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="vertical-align:top;" src="http://img396.imageshack.us/img396/4706/camoescs1.jpg" alt="" width="220" height="276" /></p>
<p><span style="color:#ffffff;">Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,     <br />
Muda-se o ser, muda-se a confiança;<br />
Todo o mundo é composto de mudança,<br />
Tomando sempre novas qualidades.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">Continuamente vemos novidades,<br />
Diferentes em tudo da esperança;<br />
Do mal ficam as mágoas na lembrança,<br />
E do bem, se algum houve, as saudades.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">O tempo cobre o chão de verde manto,<br />
Que já coberto foi de neve fria,  <br />
E em mim converte em choro o doce canto.</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">E, afora este mudar-se cada dia,<br />
Outra mudança faz de mor espanto:<br />
Que não se muda já como soía.</span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amor]]></title>
<link>http://eddson.wordpress.com/?p=671</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 11:29:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edson Duarte</dc:creator>
<guid>http://eddson.wordpress.com/?p=671</guid>
<description><![CDATA[
Amor é um fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://babysonia.nireblog.com/blogs/babysonia/files/s500x5008xw.jpg" alt="" /></p>
<p><span><span style="font-size:small;">Amor é um fogo que arde sem se ver;</span></span><br />
<span><span style="font-size:small;">É ferida que dói e não se sente;<br />
É um contentamento descontente;<br />
É dor que desatina sem doer.<br />
É um não querer mais que bem querer;<br />
É um andar solitário entre a gente;<br />
É nunca contentar-se de contente;<br />
É um cuidar que ganha em se perder.</p>
<p>É querer estar preso por vontade;<br />
É servir a quem vence o vencedor;<br />
É ter com quem nos mata lealdade.</span></span></p>
<p>Camões</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Ilha dos Amores]]></title>
<link>http://sixhat.wordpress.com/?p=587</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 07:50:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>David Rodrigues</dc:creator>
<guid>http://sixhat.wordpress.com/?p=587</guid>
<description><![CDATA[Mesmo depois de 500 anos passados sobre as descobertas, este continua a ser um país de Velhos do Re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo depois de 500 anos passados sobre as descobertas, este continua a ser um país de Velhos do Restelo. Continuam muitos a acreditar que a imutabilidade das coisas é sinónimo de perfeição, que as aventuras e a novidade não devem ser coisa nacional. Ficam ali sentados nos seus bancos de jardins, apoiados em cajados que já mal aguentam as suas pobres carcaças, dizem mal e lamentam-se do nosso triste fado… Não mudam e ficam qual estátuas de granito empedernido a repetir a palavra do velho do poeta.<br />
Como a original tinha mais arte, mais vale ouví-la em vez, porque ouvindo-a, se ganha a força e o engenho para continuar a embarcar em caravelas e a enfrentar perigos inimagináveis. Os velhos… os velhos ficam em Lisboa… ou no Porto… ou em Lama de Ouriço. E falam, falam, falam… deixai-os falar, ninguém os ouve…<br />
Lá pelas bandas do canto nono encontram a recompensa os aventureiros…</p>
<blockquote><p>
52<br />
De longe a Ilha viram fresca e bela,<br />
Que Vénus pelas ondas lha levava<br />
(Bem como o vento leva branca vela)<br />
Para onde a forte armada se enxergava;<br />
Que, por que não passassem, sem que nela<br />
Tomassem porto, como desejava,<br />
Para onde as naus navegam a movia<br />
A Acidália, que tudo enfim podia.</p>
<p>(…)</p>
<p>59<br />
Abre a romã, mostrando a rubicunda<br />
Cor, com que tu, rubi, teu preço perdes;<br />
Entre os braços do ulmeiro está a jocunda<br />
Vide, com uns cachos roxos e outros verdes;<br />
E vós, se na vossa árvore fecunda,<br />
Peras piramidais, viver quiserdes,<br />
Entregai-vos ao dano, que, com os bicos,<br />
Em vós fazem os pássaros inicos.</p></blockquote>
<p>in <em>“Os Lusíadas”</em> de Luís de Camões</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Never in the wrong time or wrong place Desecration is the smile on my face...]]></title>
<link>http://acrosstheunivers3.wordpress.com/?p=59</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 06:05:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>jackwelch007</dc:creator>
<guid>http://acrosstheunivers3.wordpress.com/?p=59</guid>
<description><![CDATA[

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://acrosstheunivers3.files.wordpress.com/2008/05/nature_0032.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-58" src="http://acrosstheunivers3.wordpress.com/files/2008/05/nature_0032.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><br />
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,<br />
Muda-se o ser, muda-se a confiança;<br />
Todo o mundo é composto de mudança,<br />
Tomando sempre novas qualidades.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#333333;">Continuamente vemos novidades,<br />
Diferentes em tudo da esperança;<br />
Do mal ficam as mágoas na lembrança,<br />
E do bem, se algum houve, as saudades.</span></p>
<p style="text-align:center;">O tempo cobre o chão de verde manto,<br />
Que já coberto foi de neve fria,<br />
E em mim converte em choro o doce canto.</p>
<p style="text-align:center;">E, afora este mudar-se cada dia,<br />
Outra mudança faz de mor espanto:<br />
Que não se muda já como soía.</p>
<p style="text-align:center;">Luís de Camões</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um poema do mundo...]]></title>
<link>http://fadaverde.wordpress.com/?p=27</link>
<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 12:32:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>torraga</dc:creator>
<guid>http://fadaverde.wordpress.com/?p=27</guid>
<description><![CDATA[O tempo acaba o ano, o mês e a hora


O tempo acaba o ano, o mês e a hora,
A força, a arte, a man]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 align="center"><a href="http://poemasdomundo.wordpress.com/2007/04/28/o-tempo-acaba-o-ano-o-mes-e-a-hora/">O tempo acaba o ano, o mês e a hora</a></h3>
<div align="center"></div>
<div align="center"></div>
<p align="center">O tempo acaba o ano, o mês e a hora,<br />
A força, a arte, a manha, a fortaleza;<br />
O tempo acaba a fama e a riqueza,<br />
O tempo o mesmo tempo de si chora;</p>
<div align="center"></div>
</p>
<p align="center">O tempo busca e acaba o onde mora<br />
Qualquer ingratidão, qualquer dureza;<br />
Mas não pode acabar minha tristeza,<br />
Enquanto não quiserdes vós, Senhora.</p>
<div align="center"></div>
</p>
<p align="center">O tempo o claro dia torna escuro<br />
E o mais ledo prazer em choro triste;<br />
O tempo, a tempestade em grão bonança.</p>
<div align="center"></div>
</p>
<p align="center">Mas de abrandar o tempo estou seguro<br />
O peito de diamante, onde consiste<br />
A pena e o prazer desta esperança.</p>
<div align="center"></div>
</p>
<p align="center">                      Luís de Camões</p>
<p align="right">retirado do <a href="http://poemasdomundo.wordpress.com/" target="_blank">Poemas do mundo</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[não se muda já como soía]]></title>
<link>http://hyohakusha.wordpress.com/?p=23</link>
<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 14:34:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Carvalho</dc:creator>
<guid>http://hyohakusha.wordpress.com/?p=23</guid>
<description><![CDATA[
Gráfico assinalando o aumento brusco no aquecimento global.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img border="0" align="top" width="400" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/f/f4/Instrumental_Temperature_Record.png" alt="Evolução do aquecimento global." height="296" /></p>
<p align="center">Gráfico assinalando o aumento brusco no <a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Global_warming" title="Aquecimento global.">aquecimento global</a>.</p>
<p align="left">Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,<br />
Muda-se o ser, muda-se a confiança;<br />
Todo o mundo é composto de mudança,<br />
Tomando sempre novas qualidades.</p>
<p>Continuamente vemos novidades,<br />
Diferentes em tudo da esperança;<br />
Do mal ficam as mágoas na lembrança,<br />
E do bem, se algum houve, as saudades.</p>
<p>O tempo cobre o chão de verde manto,<br />
Que já coberto foi de neve fria,<br />
E em mim converte em choro o doce canto.</p>
<p>E, afora este mudar-se cada dia,<br />
Outra mudança faz de mor espanto:<br />
Que não se muda já como soía.</p>
<p align="right">Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,</p>
<p align="right">Luís de Camões</p>
<p align="center"><a target="_blank" href="http://hyohakusha.wordpress.com/category/rubrica-cozinha-de-fusao/">[post #3 da rúbrica "cozinha de fusão"]</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[camões - sonetos - xv...]]></title>
<link>http://gilrang.wordpress.com/2007/12/15/camoes-sonetos-xv/</link>
<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 23:45:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>gilrang</dc:creator>
<guid>http://gilrang.wordpress.com/2007/12/15/camoes-sonetos-xv/</guid>
<description><![CDATA[parece que luis vaz de camões se tornou figura de grande popularidade aqui nesse blog. noto o gra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>parece que <strong>luis vaz de camões</strong> se tornou figura de grande popularidade aqui nesse blog. noto o grande número de vezes em que recebo visitas de gente da brava terra lusitana e, invariavelmente, nesses casos, os posts sobre camões estão sempre a receber um enorme contigente de leitores. em agradecimento a esses abnegados leitores, escolhi um outro soneto camoniano para hoje...</p>
<p><em>busque Amor novas artes, novo engenho<br />
para matar-me, e novas esquivanças;<br />
que não pode tirar-me as esperanças,<br />
que mal me tirará o que eu não tenho.</em></p>
<p><em>olhai de que esperanças me mantenho!<br />
vede que perigosas seguranças!<br />
pois não temo contrastes nem mudanças,<br />
andando em bravo mar, perdido o lenho.</em></p>
<p><em>mas conquanto não pode haver desgosto<br />
onde esperança falta, lá me esconde<br />
Amor um mal, que mata e não se vê.</em></p>
<p><em>que dias há que na alma me tem posto<br />
um não sei quê, que nasce não sei onde;<br />
vem não sei como; e dói não sei porquê.</em></p>
<p align="right">(<em>Luis de Camões</em>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[camões - sonetos - xxxii...]]></title>
<link>http://gilrang.wordpress.com/2007/12/15/camoes-sonetos-xxxii/</link>
<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 23:23:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>gilrang</dc:creator>
<guid>http://gilrang.wordpress.com/2007/12/15/camoes-sonetos-xxxii/</guid>
<description><![CDATA[porque quereis, Senhora, que ofereça
a vida a tanto mal como padeço?
se vos nasce do pouco que eu ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>porque quereis, Senhora, que ofereça<br />
a vida a tanto mal como padeço?<br />
se vos nasce do pouco que eu mereço,<br />
bem por nascer está quem vos mereça.</em></p>
<p><em>entendei que por muito que vos peça,<br />
poderei merecer quanto vos peço;<br />
pois não consente Amor que em baixo preço<br />
tão alto pensamento se conheça.</em></p>
<p><em>assim que a paga igual de minhas dores<br />
com nada se restaura, mas deveis-ma<br />
por ser capaz de tantos desfavores.</em></p>
<p><em>e se o valor de vossos amadores<br />
houver de ser igual convosco mesma,<br />
vós só convosco mesma andai de amores.</em></p>
<p align="right">(<em>Luis de Camões</em>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gedicht des Tages]]></title>
<link>http://glareanverlag.wordpress.com/2007/11/18/camoes-sonett/</link>
<pubDate>Sat, 17 Nov 2007 23:08:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Walter Eigenmann</dc:creator>
<guid>http://glareanverlag.wordpress.com/2007/11/18/camoes-sonett/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp;
Sonett
In einigen wenigen mühevollen Jahren
Verlief mein Leben, das mich nur geschunden,
Mir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="left">&#160;</p>
<p><strong>Sonett</strong></p>
<p>In einigen wenigen mühevollen Jahren<br />
Verlief mein Leben, das mich nur geschunden,<br />
Mir ist sobald des Tages Licht geschwunden,<br />
Kaum, dass die fünf mal fünf vollendet waren.</p>
<p>Ich habe fernes Land und Meer befahren,<br />
Nach Mitteln suchend, irgend zu gesunden.<br />
Allein, was sich dank Glückes nicht gefunden,<br />
Gibt sich auch nicht durch Mühen und Gefahren.</p>
<p>Mich zeugte Portugal im grünen, lieben<br />
Heimischen Alemquer; allein die arge<br />
Art, die mich plagt, hat mich von meinem Strande</p>
<p>Auf dich als Fischfraß, böses Meer, getrieben,<br />
Das Abessinien netzt, das wilde, karge,<br />
So fern von meinem seligen Vaterlande!<br />
<font size="1">                                                                        (Taube)</font></p>
<p><em><a target="_blank" href="http://www.elfenbein-verlag.de/camoes.htm">Luis de Camões</a> (1524-1580)</em></p>
<p><a href="http://glareanverlag.wordpress.com/files/2007/11/luis-de-camoes.jpg" title="luis-de-camoes.jpg"><img src="http://glareanverlag.wordpress.com/files/2007/11/luis-de-camoes.jpg" alt="luis-de-camoes.jpg" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Piedade]]></title>
<link>http://lyani.wordpress.com/2007/11/17/piedade/</link>
<pubDate>Sat, 17 Nov 2007 01:41:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>♥ Lyani</dc:creator>
<guid>http://lyani.wordpress.com/2007/11/17/piedade/</guid>
<description><![CDATA[Põe-me onde se use toda a feridade,
Entre leões e tigres, e verei
Se neles achar posso a piedade
Q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Põe-me onde se use toda a feridade,<br />
Entre leões e tigres, e verei<br />
Se neles achar posso a piedade<br />
Que entre peitos humanos não achei"</em></p>
<p>.<strong> Luís de Camões</strong> <em>in</em> Os Lusíadas .</p></blockquote>
<p><em>Episódio de Inês de Castro<br />
Canto <strong>III</strong>, Estrofe <strong>129</strong></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[camões...]]></title>
<link>http://gilrang.wordpress.com/2007/09/03/camoes/</link>
<pubDate>Mon, 03 Sep 2007 21:51:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>gilrang</dc:creator>
<guid>http://gilrang.wordpress.com/2007/09/03/camoes/</guid>
<description><![CDATA[mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
muda-se o ser, muda-se a confiança;
todo o mundo é compo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,<br />
muda-se o ser, muda-se a confiança;<br />
todo o mundo é composto de mudança,<br />
tomando sempre novas qualidades.</p>
<p>continuamente vemos novidades,<br />
diferentes em tudo da esperança;<br />
do mal ficam as mágoas na lembrança,<br />
e do bem, se algum houve, as saudades.</p>
<p>o tempo cobre o chão de verde manto,<br />
que já foi coberto de neve fria,<br />
e em mim converte em choro o doce canto.</p>
<p>e, afora este mudar-se cada dia,<br />
outra mudança faz de mor espanto:<br />
que não se muda já como soía.</p>
<p align="right">(<em>Luis de Camões</em>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tanto de meu estado me acho incerto]]></title>
<link>http://poetrysfeelings.wordpress.com/2007/08/13/tanto-de-meu-estado-me-acho-incerto/</link>
<pubDate>Mon, 13 Aug 2007 21:02:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Litinha</dc:creator>
<guid>http://poetrysfeelings.wordpress.com/2007/08/13/tanto-de-meu-estado-me-acho-incerto/</guid>
<description><![CDATA[
Tanto de meu estado me acho incerto,
que em vivo ardor tremendo estou de frio;
sem causa, juntament]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://poetrysfeelings.wordpress.com/files/2007/08/0004b61x.jpe" title="0004b61x.jpe"><img src="http://poetrysfeelings.wordpress.com/files/2007/08/0004b61x.thumbnail.jpe" alt="0004b61x.jpe" /></a></p>
<p>Tanto de meu estado me acho incerto,<br />
que em vivo ardor tremendo estou de frio;<br />
sem causa, juntamente choro e rio,<br />
o mundo todo abarco e nada aperto.</p>
<p>É tudo quanto sinto, um desconcerto;<br />
da alma um fogo me sai, da vista um rio;<br />
agora espero, agora desconfio,<br />
agora desvario, agora acerto.</p>
<p>Estando em terra, chego ao Céu voando,<br />
numa hora acho mil anos, e é de jeito<br />
que em mil anos não posso achar uma hora.</p>
<p>Se me pergunta alguém porque assi ando,<br />
respondo que não sei; porém suspeito<br />
que só porque vos vi, minha Senhora.</p>
<p>________________________________________________________</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soneto 45]]></title>
<link>http://poetrysfeelings.wordpress.com/2007/08/09/soneto-45/</link>
<pubDate>Thu, 09 Aug 2007 22:48:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Litinha</dc:creator>
<guid>http://poetrysfeelings.wordpress.com/2007/08/09/soneto-45/</guid>
<description><![CDATA[
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o Mundo é comp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://poetrysfeelings.wordpress.com/files/2007/08/caravaggioamor7nb.jpe" title="caravaggioamor7nb.jpe"><img src="http://poetrysfeelings.wordpress.com/files/2007/08/caravaggioamor7nb.thumbnail.jpe" alt="caravaggioamor7nb.jpe" /></a></p>
<p>Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,<br />
Muda-se o ser, muda-se a confiança;<br />
Todo o Mundo é composto de mudança,<br />
Tomando sempre novas qualidades.</p>
<p>Continuamente vemos novidades,<br />
Diferentes em tudo da esperança;<br />
Do mal ficam as mágoas na lembrança,<br />
E do bem (se algum houve...) as saudades.</p>
<p>O tempo cobre o chão de verde manto,<br />
Que já coberto foi de neve fria,<br />
E em mim converte em choro o doce canto.</p>
<p>E, afora este mudar-se cada dia,<br />
Outra mudança faz de mor espanto:<br />
Que não se muda já como soía.</p>
<p>_________________________________________________________</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Triste e leda madrugada"]]></title>
<link>http://botecoliterario.wordpress.com/2007/07/05/triste-e-leda-madrugada/</link>
<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 01:42:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>botecoliterário</dc:creator>
<guid>http://botecoliterario.wordpress.com/2007/07/05/triste-e-leda-madrugada/</guid>
<description><![CDATA[
Aquela triste e leda madrugada,
cheia toda de mágoa e de piedade,
enquanto houver no mundo saudade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://botecoliterario.wordpress.com/2007/07/05/triste-e-leda-madrugada/676/' rel='attachment wp-att-676' title='solitarionaestrada.jpg'><img src='http://botecoliterario.wordpress.com/files/2007/07/solitarionaestrada.jpg' alt='solitarionaestrada.jpg' /></a></p>
<p>Aquela triste e leda madrugada,<br />
cheia toda de mágoa e de piedade,<br />
enquanto houver no mundo saudade<br />
quero que seja sempre celebrada.</p>
<p>Ela só, quando amena e marchetada<br />
saía, dando ao mundo claridade,<br />
viu apartar se de uma outra vontade,<br />
que nunca poderá ver se apartada.</p>
<p>Ela só, viu as lágrimas em fio,<br />
que, de uns e d'outros olhos derivadas,<br />
s'acrescentaram em grande e largo rio.</p>
<p>Ela viu as palavras magoadas<br />
que puderam tornar o fogo frio,<br />
e dar descanso às almas condenadas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["A meu pesar"]]></title>
<link>http://botecoliterario.wordpress.com/2007/07/05/a-meu-pesar/</link>
<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 01:22:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>botecoliterário</dc:creator>
<guid>http://botecoliterario.wordpress.com/2007/07/05/a-meu-pesar/</guid>
<description><![CDATA[
Em prisões baixas fui um tempo atado,
vergonhoso castigo de meus erros;
inda agora arrojando levo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://botecoliterario.wordpress.com/2007/07/05/a-meu-pesar/672/' rel='attachment wp-att-672' title='lagrimassolitarias.jpg'><img src='http://botecoliterario.wordpress.com/files/2007/07/lagrimassolitarias.jpg' alt='lagrimassolitarias.jpg' /></a></p>
<p>Em prisões baixas fui um tempo atado,<br />
vergonhoso castigo de meus erros;<br />
inda agora arrojando levo os ferros<br />
que a Morte, a meu pesar, tem já quebrado.</p>
<p>Sacrifiquei a vida a meu cuidado,<br />
que Amor não quer cordeiros, nem bezerros;<br />
vi mágoas, vi misérias, vi desterros:<br />
parece me que estava assi ordenado.</p>
<p>Contentei me com pouco, conhecendo<br />
que era o contentamento vergonhoso,<br />
só por ver que cousa era viver ledo.</p>
<p>Mas minha estrela, que eu já'gora entendo,<br />
a Morte cega, e o Caso duvidoso,<br />
me fizeram de gostos haver medo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[camões - sonetos - iv...]]></title>
<link>http://gilrang.wordpress.com/2007/06/30/camoes-sonetos-iv/</link>
<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 02:33:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>gilrang</dc:creator>
<guid>http://gilrang.wordpress.com/2007/06/30/camoes-sonetos-iv/</guid>
<description><![CDATA[oh! quão caro me custa o entender-te,
molesto Amor, que, só por alcançar-te,
de dor em dor me ten]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>oh! quão caro me custa o entender-te,<br />
molesto Amor, que, só por alcançar-te,<br />
de dor em dor me tens trazido a parte<br />
onde em ti ódio e ira se converte!</p>
<p>cuidei que, para em tudo conhecer-te,<br />
me não faltasse experiência e arte;<br />
agora vejo n'alma acrescentar-te<br />
aquilo que era causa de perder-te.</p>
<p>estavas tão secreto no meu peito<br />
que eu mesmo, que te tinha, não sabia<br />
que me senhoreavas deste jeito.</p>
<p>descobriste-te agora; e foi por via<br />
que teu descobrimento e meu defeito,<br />
um me envergonha e outro me injuria.</p>
<p align="right">(<em>Luis Vaz de Camões</em>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[camões - sonetos - iii...]]></title>
<link>http://gilrang.wordpress.com/2007/06/30/camoes-sonetos-iii/</link>
<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 02:17:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>gilrang</dc:creator>
<guid>http://gilrang.wordpress.com/2007/06/30/camoes-sonetos-iii/</guid>
<description><![CDATA[já não sinto, Senhora, os desenganos
com que minha afeição sempre tratastes,
nem ver o galardão]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>já não sinto, Senhora, os desenganos<br />
com que minha afeição sempre tratastes,<br />
nem ver o galardão que me negastes,<br />
merecido por fé, há tantos anos.</p>
<p>a mágoa choro só, só choro os danos<br />
de ver por quem, Senhora, me trocastes;<br />
mas em tal caso vós só me vingastes<br />
de vossa ingratidão, vossos enganos.</p>
<p>dobrada glória dá qualquer vingança<br />
que o ofendido toma do culpado,<br />
quando se satisfaz com cousa justa;</p>
<p>mas eu, de vossos males e esquivança<br />
- de que agora me vejo bem vingado -,<br />
não o quisera eu tanto à vossa custa.</p>
<p align="right">(<em>Luis Vaz de Camões</em>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[camões - sonetos - ii...]]></title>
<link>http://gilrang.wordpress.com/2007/06/30/camoes-ii/</link>
<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 02:03:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>gilrang</dc:creator>
<guid>http://gilrang.wordpress.com/2007/06/30/camoes-ii/</guid>
<description><![CDATA[doce contentamento já passado,
em que todo o meu bem já consistia,
quem vos levou de minha companh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>doce contentamento já passado,<br />
em que todo o meu bem já consistia,<br />
quem vos levou de minha companhia<br />
e me deixou de vós tão apartado?</p>
<p>quem cuidou que se visse neste estado<br />
naquelas breves horas de alegria,<br />
quando minha ventura consentia<br />
que de enganos vivesse meu cuidado?</p>
<p>fortuna minha foi cruel e dura<br />
aquela, que causou meu perdimento,<br />
com a qual ninguém pode ter cautela.</p>
<p>nem se engane nenhüa criatura,<br />
que não pode nenhum impedimento<br />
fugir do que ordena sua estrela.</p>
<p align="right">(<em>Luis Vaz de Camões</em>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[camões - sonetos - i ...]]></title>
<link>http://gilrang.wordpress.com/2007/06/30/amor-co-a-esperanca-ja-perdida/</link>
<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 01:51:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>gilrang</dc:creator>
<guid>http://gilrang.wordpress.com/2007/06/30/amor-co-a-esperanca-ja-perdida/</guid>
<description><![CDATA[desta última flor do Lácio, inculta e bela, não se pode omitir, a qualquer tempo, aquele que prim]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>desta última flor do Lácio, inculta e bela, não se pode omitir,<a href="http://gilrang.wordpress.com/files/2007/06/luis_de_camoes.jpg" title="camões"><img align="right" width="291" src="http://gilrang.wordpress.com/files/2007/06/luis_de_camoes.jpg" alt="camões" height="247" style="width:218px;height:269px;" /></a> a qualquer tempo, aquele que prima pelo rigor das suas rimas e pela primazia de cantar em tão lindos versos a pátria e o amor. <strong>luis vaz de camões</strong> nasceu em uma data incerta, entre os anos de 1524 e 1525, e faleceu em 10 de junho de 1580. essa sua curta existência não o impediu de alcançar um lugar, na língua portuguesa, equivalente aos grandes poetas como alighieri e shakespeare. mais que o poeta d´<em><strong>Os Lusíadas</strong></em>, <em>camões</em> escreveu sonetos belíssimos. um deles é mostrado aqui.</p>
<p>Amor, co a esperança já perdida,<br />
teu soberano templo visitei;<br />
por sinal do naufrágio que passei,<br />
em lugar dos vestidos, pus a vida.</p>
<p>que queres mais de mim, que destruída<br />
me tens a glória toda que alcancei?<br />
não cuides de forçar-me, que não sei<br />
tornar a entrar onde não há saída.</p>
<p>vês aqui alma, vida e esperança,<br />
despojos doces de meu bem passado,<br />
enquanto quis aquela que eu adoro:</p>
<p>nelas podes tomar de mim vingança;<br />
e se inda não estás de mim vingado,<br />
contenta-te co as lágrimas que choro.</p>
<p align="right">(<em>Luis Vaz de Camões</em>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soneto 4]]></title>
<link>http://poetrysfeelings.wordpress.com/2007/06/16/soneto-4/</link>
<pubDate>Sat, 16 Jun 2007 13:48:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Litinha</dc:creator>
<guid>http://poetrysfeelings.wordpress.com/2007/06/16/soneto-4/</guid>
<description><![CDATA[
Amor é um fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://poetrysfeelings.wordpress.com/files/2007/06/sacredprofaneedited8te.jpe" title="sacredprofaneedited8te.jpe"><img src="http://poetrysfeelings.wordpress.com/files/2007/06/sacredprofaneedited8te.thumbnail.jpe" alt="sacredprofaneedited8te.jpe" /></a></p>
<p>Amor é um fogo que arde sem se ver;<br />
É ferida que dói e não se sente;<br />
É um contentamento descontente;<br />
É dor que desatina sem doer;</p>
<p>É um não querer mais que bem querer;<br />
É um andar solitário por entre a gente;<br />
É nunca contentar-se de contente;<br />
É um cuidar que ganha em se perder;</p>
<p>É querer estar preso por vontade;<br />
É servir a quem perde, o vencedor;<br />
É ter com quem nos mata lealdade.</p>
<p>Mas como causar pode seu favor<br />
Nos corações humanos amizade,<br />
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soneto 2]]></title>
<link>http://poetrysfeelings.wordpress.com/2007/06/16/soneto-2/</link>
<pubDate>Sat, 16 Jun 2007 13:34:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Litinha</dc:creator>
<guid>http://poetrysfeelings.wordpress.com/2007/06/16/soneto-2/</guid>
<description><![CDATA[
Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida, descontente,
Repousa lá no Céu eternamen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://poetrysfeelings.wordpress.com/files/2007/06/titian94edited7kq.jpe" title="titian94edited7kq.jpe"><img src="http://poetrysfeelings.wordpress.com/files/2007/06/titian94edited7kq.thumbnail.jpe" alt="titian94edited7kq.jpe" /></a></p>
<p>Alma minha gentil, que te partiste<br />
Tão cedo desta vida, descontente,<br />
Repousa lá no Céu eternamente<br />
E viva eu cá na terra sempre triste.</p>
<p>Se lá no assento etéreo, onde subiste,<br />
Memória desta vida se consente,<br />
Não te esqueças daquele amor ardente<br />
Que já nos olhos meus tão puro viste.</p>
<p>E se vires que pode merecer-te<br />
Alguma cousa a dor que me ficou<br />
Da mágoa, sem remédio, de perder-te,</p>
<p>Roga a Deus, que teus anos encurtou,<br />
Que tão cedo de cá me leve a ver-te,<br />
Quão cedo de meus olhos te levou.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CAMÕES, Luís de, 1524?-1580]]></title>
<link>http://bibliobeiriz.wordpress.com/2007/06/10/camoes-luis-de-1524-1580/</link>
<pubDate>Sun, 10 Jun 2007 09:54:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>bibliobeiriz</dc:creator>
<guid>http://bibliobeiriz.wordpress.com/2007/06/10/camoes-luis-de-1524-1580/</guid>
<description><![CDATA[Recursos on line 

Camões &gt; in Portugal- Dicionário Histórico
Camões &gt; in Centro Virtual]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Recursos </strong><em><strong>on line</strong> </em></p>
<ul>
<li>Camões <a target="_blank" href="http://www.arqnet.pt/dicionario/camoesluisvaz.html">&#62;</a> in Portugal- Dicionário Histórico</li>
<li>Camões <a target="_blank" href="http://www.instituto-camoes.pt/cvc/literatura/CAMOES.HTM" title="Centro virtual Camões">&#62;</a> in Centro Virtual Camões</li>
<li>Luís Vaz de Camões <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Vaz_de_Cam%C3%B5es" title="wikipedia">&#62;</a> in Wikipedia</li>
</ul>
<ul>
<li>Poemas  de Camões <a target="_blank" href="http://users.isr.ist.utl.pt/~cfb/VdS/camoes.html">&#62;</a></li>
<li><em>Os Lusiadas</em>, Lisboa, 1572 - <a target="_blank" href="http://purl.pt/1" title="BibliotecAa Nacional digital">&#62;</a> Biblioteca Nacional Digital <a target="_blank" href="http://bnd.bn.pt/">&#62;</a></li>
<li><em>Os Lusíadas</em> de Luís de Camões <a target="_blank" href="http://oslusiadas.no.sapo.pt/" title="Site destinado essencialmente a alunos do Ensino Basico e Sec. ">&#62;</a> Autor e webmaster: Tiago Gaio.</li>
</ul>
<p><strong>Recursos da Biblioteca</strong> : Ver <a target="_blank" href="http://bibliobeiriz.phanfare.com/album/310704#imageID=18886570">álbum</a> com fotografias das capas dos livros, video e Cd-Roms</p>
<p><img src="http://bibliobeiriz.wordpress.com/files/2007/06/camoes-biblioteca-0706-17.thumbnail.jpg" alt="Os Lusiadas em BD" /> <img src="http://bibliobeiriz.wordpress.com/files/2007/06/camoes-biblioteca-0706-2.thumbnail.jpg" alt="Os Lusiadas" /><img src="http://bibliobeiriz.wordpress.com/files/2007/06/camoes-biblioteca-0706-7.thumbnail.jpg" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[camões - sonetos - xxiii...]]></title>
<link>http://gilrang.wordpress.com/2007/12/15/camoes-sonetos-xxiii/</link>
<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 23:44:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>gilrang</dc:creator>
<guid>http://gilrang.wordpress.com/2007/12/15/camoes-sonetos-xxiii/</guid>
<description><![CDATA[cara minha inimiga, em cuja mão
pôs meus contentamentos a ventura,
faltou-te a ti na terra sepultu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>cara minha inimiga, em cuja mão<br />
pôs meus contentamentos a ventura,<br />
faltou-te a ti na terra sepultura,<br />
por que me falte a mim consolação.</em></p>
<p><em>eternamente as águas lograrão<br />
a tua peregrina formosura:<br />
mas enquanto me a mim a vida dura,<br />
sempre viva em minha alma te acharão.</em></p>
<p><em>e, se meus rudos versos podem tanto,<br />
que possam prometer-te longa história<br />
daquele amor tão puro e verdadeiro,</em></p>
<p><em>celebrada serás sempre em meu canto:<br />
porque, enquanto no mundo houver memória,<br />
será a minha escritura o teu letreiro.</em></p>
<p align="right">(<em>Luis de Camões</em>)</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
