O poema é a dissecação de um cadáver vivo. Onde o sol descreve um círculo na carne, a boca ao erguer o peso da terra tombará como uma folha morta sobre a margem da cara. Em vão é tudo o que se diz sem… mais →
Ritos InterioresLuísa Vinuesa wrote 1 year ago: O poema é a dissecação de um cadáver vivo. Onde o sol descreve um círculo na carne, a boca ao erguer … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: O tempo cristalizava adivinhas com títulos de filmes, palmeiras generosas de taiti, uma página em … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: O retrato observa o infinito, talvez o dedo mínimo do fotógrafo. Na tela é idêntico o cenário ince … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Nas imagens cavalgam as ideias, espigas decepadas pela mão divina, um anátema colorido pelos sons … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: A pretexto de Les Bonnes de Jean Genet A frase branca citas em epígrafe, o pano caí em linha re … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Quando os teus olhos enchem o bolso de pedras, a aurora reflecte o crepúsculo no espelho da cidade … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Ao Zé Galvão É esse o teu lugar. As nuvens cantam a geração do mar, sempre o mar, vaga mente o m … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: A dança vem renascer a morte prematura da terra e dionísio bebe o sémen no caule efémero. Sobre … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: É tarde. Perdemos o luar. A lua cheia é uma invenção. Passámos de mãos dadas e não nos detivémos e … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: O teu ventre era uma bola de bilhar, a mesa era o mar branco, o mar imenso, e a bola ía cair no ma … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Sob as narinas fumegantes da cidade, o tempo amortalhou a silhueta no olhar - um espelho e calar … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Frases carismáticas são corvos ao vento a encimar cataventos, crianças são pretexto em tudo, nada … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Pela mão que escreve a noite envio-te um recado anónimo: há velas que tecem um bordado efémero na te … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Sobre o corpo dançante é o cavalo, o gato com cauda de serpente: coleccionas fetiches, o tempo apris … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: A janela recorta-se no quadrante leste da paisagem: Junto aos vidros nasce a prisão da aurora quando … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Em passos breves exalas a memória e a música encena o fim de tarde, os lobos da montanha glacial, o … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: O silêncio dorme à porta dos sentidos na infinita proximidade da distância: quando há regresso, … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: O senhor de negro solta a mão suspensa do cavalo. Assim as estrelas repetem o seu brilho no ritual d … more →
Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Soltem os cães de açaime no requiem da memória: eles não mordem a dor e a face apaga a outra face no … more →