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Blogs sobre: Luisa Vinuesa

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A boca da página1 comment

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: O poema é a dissecação de um cadáver vivo. Onde o sol descreve um círculo na carne, a boca ao erguer … more →

Tags: A boca da página, Poesía

Teatro absurdo1 comment

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:   O tempo cristalizava adivinhas com títulos de filmes, palmeiras generosas de taiti, uma página em … more →

Tags: teatro absurdo, Poesía

Corpo de delito1 comment

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:   O retrato observa o infinito, talvez o dedo mínimo do fotógrafo. Na tela é idêntico o cenário ince … more →

Tags: Corpo de delito, Poesía

Jogo de cavalos1 comment

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:   Nas imagens cavalgam as ideias, espigas decepadas pela mão divina, um anátema colorido pelos sons … more →

Tags: Jogo de cavalos, Poesía

Rituais

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:   A pretexto de Les Bonnes de Jean Genet    A frase branca citas em epígrafe, o pano caí em linha re … more →

Tags: rituais, Poesía

Animatógrafo

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:   Quando os teus olhos enchem o bolso de pedras, a aurora reflecte o crepúsculo no espelho da cidade … more →

Tags: Animatógrafo, Poesía

Lugar1 comment

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:   Ao Zé Galvão   É esse o teu lugar. As nuvens cantam a geração do mar, sempre o mar, vaga mente o m … more →

Tags: Lugar, Poesía

Dança vertical1 comment

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:   A dança vem renascer a morte prematura da terra e dionísio bebe o sémen no caule   efémero. Sobre … more →

Tags: Dança vertical, Poesía

Fantasma

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:   É tarde. Perdemos o luar. A lua cheia é uma invenção. Passámos de mãos dadas e não nos detivémos e … more →

Tags: Fantasma, Poesía

Pássaro1 comment

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:   O teu ventre era uma bola de bilhar, a mesa era o mar branco, o mar imenso, e a bola ía cair no ma … more →

Tags: pássaro, Poesía

O cântico da casa

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:   Sob as narinas fumegantes da cidade, o tempo amortalhou a silhueta no olhar  -  um espelho e calar … more →

Tags: O cântico da casa, Poesía

Asfalto

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:   Frases carismáticas são corvos ao vento a encimar cataventos, crianças são pretexto em tudo, nada … more →

Tags: Asfalto, Poesía

Recado anónimo1 comment

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Pela mão que escreve a noite envio-te um recado anónimo: há velas que tecem um bordado efémero na te … more →

Tags: Recado anónimo, Poesía

Fetiche2 comments

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Sobre o corpo dançante é o cavalo, o gato com cauda de serpente: coleccionas fetiches, o tempo apris … more →

Tags: Fetiche!, Poesía

Parábola

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: A janela recorta-se no quadrante leste da paisagem: Junto aos vidros nasce a prisão da aurora quando … more →

Tags: Parabola, Poesía

Corpo vibrátil1 comment

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Em passos breves exalas a memória e a música encena o fim de tarde, os lobos da montanha glacial, o … more →

Tags: Corpo vibrátil, Poesía

Solidão aparente

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago:      O silêncio dorme à porta dos sentidos na infinita proximidade da distância: quando há regresso, … more →

Tags: Solidão aparente, Poesía

Catedral de incêndio

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: O senhor de negro solta a mão suspensa do cavalo. Assim as estrelas repetem o seu brilho no ritual d … more →

Tags: Catedral de incêndio, Poesía

Coração apressado

Luísa Vinuesa wrote 1 year ago: Soltem os cães de açaime no requiem da memória: eles não mordem a dor e a face apaga a outra face no … more →

Tags: Coração apressado, Poesía


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