Alexei von Jawlensky, 1864-1941 «Percebo agora», disse Jawlensky, «que não devo pintar o que vi nem o que observei, mas unicamente o que existe no meu íntimo, nas profundezas da minha alma.» Cabeça d… mais →
S/a Pálpebra da Páginarenatabatata wrote 1 month ago: Icarus* – Henri Matisse O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós. … more →
ideiascriativas wrote 2 months ago: No outro dia tentei ir na exposição do Matisse, mas como estava com uma mega fila, de mais de um qua … more →
rama wrote 4 months ago: Lettres d'une religieuse portugaise (Mariana Alcoforado), Paris: Teriade, 1946 (edição das Carta … more →
casoual wrote 9 months ago: Alexei von Jawlensky, 1864-1941 «Percebo agora», disse Jawlensky, «que não devo pintar o que vi nem … more →
familia9horas wrote 11 months ago: [...] e essa coragem é indispensável ao artista que deve ver todas as coisas como se as visse pe … more →
casoual wrote 2 years ago: «Em defesa de Tânger, diria que, até hoje, sofreu menos os aspectos negativos da civilização contemp … more →
casoual wrote 2 years ago: «É de esperar a dissolução da civilização europeia, que será substituída, não se sabe por qual, mas, … more →