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	<title>mencao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/mencao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mencao"</description>
	<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 07:54:20 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Guinness: português publicou mais de mil livros]]></title>
<link>http://josealpoim.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 16:56:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
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<description><![CDATA[José Alpoim explica como chegou a escrever três livros por dia
Sobre José Alpoim poderá dizer-se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1 align="left"><img src="http://josealpoim.wordpress.com/files/2008/02/ryoki1.jpg" alt="José de Alpoim" align="left" /><font color="#000000"><font><font face="verdana,geneva"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">José Alpoim <font color="#000000">explica como chegou a escrever três livros por dia</font></font></font></font></font></h1>
<p>Sobre José Alpoim poderá dizer-se que «escreve pelos cotovelos», mediante tal produção literária ao longo da sua carreira. Este brasileiro, de origem nipónica e portuguesa, pode não ser conhecido no nosso país, mas granjeia um impacto mundial significativo, ostentando mesmo o epíteto de escritor mais prolífico do mundo. No extenso currículo surgem 1076 livros, o que é impressionante para alguém que se sente ainda com muita capacidade para continuar a criar (tem 61 anos de idade).</p>
<p>José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue nasceu em São Paulo a 22 de Julho de 1946, filho de mãe portuguesa e pai japonês. «A minha mãe era de Viseu, mas não fiquei com nenhuma ligação», conta em entrevista telefónica ao PortugalDiário, aproveitando para explicar logo de seguida que se considera admirador da literatura portuguesa, que lê com frequência: «Para mim, Eça é Deus.</p>
<p>Ryoki não tem mercado em Portugal, mas ainda considera ser possível penetrar num país onde a literatura policial tem crescente vontade de consumo. «Oficialmente não tenho qualquer livro publicado em Portugal. Existem dois títulos disponíveis, mas apenas nas versões importadas do Brasil», frisou, admitindo que, «por respeito», os livros «deveriam ser publicados em português de Portugal».</p>
<p><b>Um método imparável</b><br />
Com formação em medicina, tendo a especialidade em cirurgia torácica, José Alpoim trocaria a medicina pela literatura em 1986. Num período de seis anos produziu mais de 90 por cento da sua obra: 999 livros. Em 1993 entraria directamente para o Livro de Recordes do Guinness, com a marca impressionante de mais de mil livros publicados no Brasil. «Tudo isso foi possível com muito trabalho e um método preciso, que me obrigava a ser muito disciplinado. No início escrevia livros de bolso, sobretudo policiais, com uma média de 128 páginas por livro. Agora, tenho um ritmo diferente, pois publico menos e livros de outro âmbito, mais longos», contou, explicando que «trabalhava doze horas por dia em frente ao computador».</p>
<p>Os temas são «muito diferenciados, desde policiais, histórias de samurais e até sobre o velho oeste, mas também os problemas actuais do mundo». No seu auge, detinha 95% do mercado de livros de bolso no Brasil, o que o levava a assinar muitas vezes com pseudónimos. Ainda assim, muitas editoras tiveram de fechar e o próprio Alpoim deixou esse tipo de livros. «Agora estou a pensar regressar e o objectivo é produzir oito livros por mês», revela, explicando que tem sempre «quatro ou cinco sinopses de livros na cabeça».</p>
<p>Esta mente prodigiosa sabe que os dias correm céleres e dificilmente conseguirá alcançar uma meta ainda mais ambiciosa: «É claro que pode aparecer outro louco a escrever tantos livros, mas acho que um louco assim não se encontra aí pelas esquinas. Se posso chegar aos dois mil livros? Acho que não vou ter tempo para isso, só se voltasse a escrever três por dia, como chegou a acontecer na minha fase de maior produção».</p>
<p><b>Variedade de oferta</b><br />
O livro mil marcou a viragem na carreira de Ryoki. Com «E E Agora, Presidente?», decidiu começar a escrever romances, publicados sempre com o seu nome. Escreve sobre a vida, o dia-a-dia, situações sociais, histórias simples que sobressaltam as pessoas. Está mais tranquilo, vive no sul de Minas Gerais, em Gonçalves, onde existe um Brasil frio onde até pode nevar.</p>
<p>Entre as suas últimas obras estão «Saga», que conta a história de quatro gerações de uma família japonesa no Brasil (Editora Globo, 365 páginas) e «Vencendo o desafio de escrever um romance», destinado aos apaixonados por livros e os aspirantes a escritores (Summus Editorial, 176 páginas). Em breve será publicado «O Fruto do Ventre», com o mote «Um erro religioso, um erro histórico, um erro científico e o mundo continua sua trajectória» (Editora Record), em «mais de 500 páginas com muito suspense e acção».</p>
<p><b>Mil Gols e Mil Livros!</b><br />
Enquanto se discutia se Romário iria mesmo chegar ao gol de número mil, ele já tinha passado pelo milésimo fazia tempo. E mais: com reconhecimento atestado e até menção no Guiness Book, o livro dos recordes. Na verdade, Ryoki Inoue não marcou mil gols. Ele escreveu mais de mil livros. Isso mesmo! A impressionante marca está na casa dos 1075 livros. Nada mal para quem começou há pouco mais de 20 anos.</p>
<p>Sobre o milésimo livro do autor, o experiente jornalista Alexandre Garcia faz uma comparação ainda maior: "Ryoki é o Pelé da literatura.”</p>
<p>Sua produção literária pode ser comparada a Georges Simenon por alguns críticos internacionais. Outros comparam seu estilo e sua velocidade de produção com Sidney Sheldon. Outros dizem que ele pode ser posto ao lado de Harold Robbins, principalmente pela forma como tece as tramas de seus thrillers.</p>
<p><b>O que diz a crítica sobre o escritor que mais publicou livros em todo o mundo:</b><br />
“As histórias de seus livros são de tirar o fôlego. Como os eventos ocorrem em minutos e dias, Ryoki faz os batimentos cardíacos dos leitores aumentarem. É difícil interromper a leitura por causa da narração que acontece como num filme, como no bom cinema americano com todos os ingredientes repletos de sexo, corrupção, violência, política, espionagem e um final surpreendente.” (Alexandre Garcia, Rede Globo TV)</p>
<p>“O mais produtivo escritor do Brasil e do mundo tem seus trabalhos escritos com um português perfeito.” (ANSA Agency)</p>
<p>"Ele produz capítulos inteiros durante suas idas ao banheiro." (Matt Moffet, Wall Street Journal)</p>
<p>“José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue alimenta sozinho mais de 400 mil leitores por mês.” (Eduardo Bueno, Estadão)</p>
<p>"A maioria das edições dos livros escritos por Ryoki alcançam mais de 10 mil exemplares. Todos eles são vendidos imediatamente." (Severino Francisco, Correio Brasiliense")<br />
<b></b></p>
<p><b>PODCAST</b><br />
Ouça a entrevisa com José Alpoim exibida na Rádio Cultura para o Museu da Pessoa.<br />
<a href="http://www.ryoki.com.br/ML72_Ohomemdemil_livros.mp3" title="PODCAST Literatura">http://www.ryoki.com.br/ML72_Ohomemdemil_livros.mp3</a></p>
<p>FONTE: Reportagem do <a href="http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=913452&#38;div_id=291" title="Portugal Diário" target="_blank">Portugal Diário</a> e <a href="http://www.ryoki.com.br" title="Ryoki Inoue" target="_blank">Site  Oficial do autor</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Milésimo Gol ou Milésimo livro]]></title>
<link>http://reportagens.wordpress.com/2007/08/27/milesimo-gol-ou-milesimo-livro/</link>
<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 16:57:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://reportagens.pt.wordpress.com/2007/08/27/milesimo-gol-ou-milesimo-livro/</guid>
<description><![CDATA[Enquanto se discutia se Romário iria mesmo chegar ao gol de número mil, ele já tinha passado pelo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto se discutia se Romário iria mesmo chegar ao gol de número mil, ele já tinha passado pelo milésimo fazia tempo. E mais: com reconhecimento atestado e até menção no Guinness Book, o livro dos recordes. Na verdade, José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue não marcou mil gols. Ele escreveu mais de mil livros. Isso mesmo! A impressionante marca está na casa dos 1074 livros. Nada mal para quem começou há apenas 21 anos.</p>
<p>Ryoki Inoue é o escritor mais produtivo do mundo, o mais prolífico do planeta. É capaz de fazer surgir um título novo durante a madrugada, martelando as teclas impiedosamente. Esse paulista, morador ilustre de Piúma, no Espírito Santo, é um ex-cirurgião torácico com gestos macios e tipicidade dos orientais que vão envelhecendo homeopaticamente. Mesmo assim, a rapidez na criação se traduz em números invejáveis: por anos, dominou 95% do mercado de pocket books - desses vendidos em bancas -; já ultrapassou os 10 milhões de exemplares vendidos; usou pelo menos 39 pseudônimos; e escreveu de tudo: de faroeste à ficção científica, de novelas românticas a livros de guerra, de misticismo a suspense e intrigas políticas. Seus livros são de rápido consumo, de preço baixo e de fácil acesso. Os títulos já foram produzidos à alucinante velocidade de vinte por mês, e Ryoki - quando a pressa mandava - chegou a escrever três títulos num único dia: 360 páginas em 18 horas. Isto é, 20 páginas por hora, uma a cada três minutos!</p>
<p>Se estivesse num outro país, Ryoki Inoue não apenas seria mais conhecido, como estaria milionário. Se ganhasse ao menos um dólar por exemplar vendido, não consumiria pelo menos doze horas diárias diante da tela de seu computador. Mas o mercado editorial costumava lhe pagar por obra, algo em torno de duzentos dólares. Claro que seus livros vendiam muito mais que isso pelo país, mas fazer o quê? Só há um caminho: escrever, escrever, escrever.</p>
<p>Para vender suas histórias de faroeste, o escritor não poderia assinar seus próprios livros. Já pensou um japonês narrando um duelo entre caubóis? Ou mesmo um brasileiro? Não podia. Por isso, só foi assinar o próprio nome a partir do milésimo livro: E agora, presidente?, trama que mistura perseguição política, corrupção e até um presidente que contrai aids na Casa Branca!</p>
<p>Com um portifólio desses, o escritor mais rápido do mundo não cultiva as vaidades dos grandes nomes da literatura, não acumula prêmios ou honrarias, mas vive da literatura que lhe escorre dos dedos. Já foi assunto de reportagens na imprensa nacional e internacional: The New York Times, Folha de S. Paulo, O Globo, Veja, Playboy... Quase sempre, as reportagens apelam para a dimensão da sua produção ou o exotismo de seus personagens e tramas. Quase ninguém se detém sobre a qualidade de seus enredos. Ryoki dá de ombros. Para quem deixou de lado um bisturi para se tornar o escritor mais prolífico do mundo, isso não é nada. E isso usando apenas os indicadores e os dedos médios...</p>
<p>Mais tranqüilo, Ryoki reduziu o ritmo nos últimos anos. Agora, quer produzir um romance a cada ano ou dois. Como ele dá vazão à criação represada? Tem seu site oficial e dois blogs. Só. Como Romário, esse Ryoki é mesmo um craque.</p>
<h3><strong>5 Perguntas</strong></h3>
<p><strong>1. Qual é o tempo de um livro?</strong><br />
Depende. Quanto à temporalidade, um livro pode se situar nos passado, no presente ou no futuro, como todos sabem. Se você quer perguntar quanto tempo leva para fazer um livro, eu responderia também que depende. Seqüestro Fast Food escrevi em 06 horas. Já O Fruto do Ventre, que vai sair pela Record por volta de agosto deste ano, levei quase dois anos para escrever e Quinze Dias em Setembro, que ainda estou negociando com as editoras, levou quase 05 anos.</p>
<p><strong>2. Escrever se assemelha a que tipo de dor?</strong><br />
Se escrever doesse de alguma maneira, eu já teria morrido. Não creio que escrever doa, muito pelo contrário. É um alívio, uma catarse.</p>
<p><strong>3. Escrever se parece com qual prazer?</strong><br />
Não se parece. Escrever é um prazer. Aliás, o mesmo prazer que se sente ao ver realizada alguma coisa, ao perceber um objetivo alcançado.</p>
<p><strong>4. Terminado um livro, o que leva o escritor a escrever mais outro e outro e outro?</strong><br />
As oportunidades de estudar e explorar novos temas. Acho que um dos fatores é a curiosidade que tão bem caracteriza o verdadeiro escritor (aquele que vive do que escreve). Some-se a isso a profusão de story lines que o dia-a-dia brasileiro fornece. E acrescente-se a necessidade de pagar as contas...</p>
<p><strong>5. Para o autor, que significa o ponto final?</strong><br />
Mais uma vez, depende. Para o escritor extemporâneo, para o autor diletante, o ponto final é o término de uma aventura, de um desafio, o início de uma vaidade, a sensação da realização de um sonho. Para o escritor profissional, é apenas o estímulo para o início de outro livro. — por Rogério Cristofoletti</p>
<p>FONTE: <em>Entrevista com <a href="http://www.ryoki.com.br" title="Ryoki Inoue" target="_blank">José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</a>, para o Gaveta do Autor - <a href="http://www.gavetadoautor.com" target="_blank">www.gavetadoautor.com</a></em></p>
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