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	<title>millenium-bcp &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/millenium-bcp/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "millenium-bcp"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 17:54:42 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Quatro bancos assaltados na Grande Lisboa - Gerente de um balcão foi espetado com uma seringa ]]></title>
<link>http://politicaportugal.wordpress.com/?p=508</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 21:42:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>politicaportugal</dc:creator>
<guid>http://politicaportugal.pt.wordpress.com/2008/07/31/quatro-bancos-assaltados-na-grande-lisboa-gerente-de-um-balcao-foi-espetado-com-uma-seringa/</guid>
<description><![CDATA[As autoridades estão a investigar quatro assaltos registados esta quarta-feira na zona da Grande Li]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://diario.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/188002/235" alt="" width="235" height="193" />As autoridades estão a investigar quatro assaltos registados esta quarta-feira na zona da Grande Lisboa. De acordo com a TVI, os crimes registaram-se em apenas duas horas e meia, entre as 11h30 e as 14h00, e foram detidos os responsáveis de dois deles. Num dos incidentes, um assaltante espetou com uma seringa no gerente.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo estação televisiva, o primeiro assalto aconteceu numa sucursal da Caixa Geral de Depósitos em Lisboa, mas um agente à civil da PSP conseguiu deter os responsáveis. Pouco depois, em Benfica, um individuo entrou armado e com um capacete na cabeça numa agência do Millenium BCP. Conseguiu                   levar uma quantia não determinada de dinheiro e fugiu de moto auxiliado por um cúmplice. Em Ramada, Odivelas, um outro balcão da Caixa Geral de Depósitos também foi assaltado. Dois indivíduos entraram no edifício. Depois de consumado o crime puseram-se em fuga num veículo que estava à porta do banco, conduzido por um terceiro elemento do grupo.</p>
<p style="text-align:justify;">O mais violento dos assaltos registou-se às 14h00, em Carnide, numa agência do Santander Totta, onde um homem espetou uma seringa no gerente do banco. O homem fugiu de carro, mas acabou por ser detido pela PSP. <a href="http://diario.iol.pt/sociedade/assaltos-bancos-banco-assalto-crime-grande-lisboa/977445-4071.html" target="_blank">&#62;&#62;&#62;</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escolhe? Eu já escolhi: Up yours!]]></title>
<link>http://almatepida.wordpress.com/?p=316</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 22:57:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>almatepida</dc:creator>
<guid>http://almatepida.pt.wordpress.com/2008/05/14/escolhe-eu-ja-escolhi-up-yours/</guid>
<description><![CDATA[ 
A campanha do Millenium bcp não é nova, mas hoje soou-me particularmente irritante. Alguém que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A campanha do Millenium bcp não é nova, mas hoje soou-me particularmente irritante. Alguém que me explique esta letra: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">“Apenas...<br />
Tenho que virar<br />
A minha vida de pernas para o ar<br />
E procurar, uma casa<br />
Para eu morar<span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Um pequeno T2<br />
Onde podemos viver os dois<br />
Com vista para o mar e um jardim<br />
Um carro com teto de abrir”</span></span></div>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">…e, já agora, a frase idiota que o jovem diz no fim:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">“Faz como eu, escolhe ser feliz”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">foi preciso ir a Barcelona contratar uma agência de publicidade para fazer isto? Para propor uma frase como esta?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Escolhe? Eu já escolhi: Up yours!</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TONY BLAIR.2. ]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/?p=530</link>
<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 10:55:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.pt.wordpress.com/2008/04/02/tony-blair2/</guid>
<description><![CDATA[Continuação do artigo Tony Blair 1.
Hoje: Parte 2/3 
No primeiro artigo falou-se de:

Introdução]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Continuação do artigo Tony Blair 1.</p>
<p>Hoje: <span style="color:#008000;"><strong>Parte 2/3 </strong></span></p>
<p><strong>No primeiro artigo falou-se de:</strong></p>
<ol>
<li>Introdução feita com base num ensaio critico da Revista Marianne, nº 467 -Abril de 2006.</li>
<li>Ponto 1 descritivo do livro de Phillipe Auclair sobre a visão conservadora de Tatcher e em que isso estava relacionado com o Blairismo.</li>
<li>A ilusão do Blairismo e as comparações com a França, no ponto 2.</li>
<li>O desemprego, os funcionários, públicos e a manipulação de estatísticas, no ponto 3.</li>
</ol>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>PONTO 4.</strong></span></p>
<p><strong>Analise feita por outros a Blair no artigo.</strong></p>
<p>O correspondente da Marianne serve-se de uma citação do filósofo Jamie White (Creio que um neo con, atenção...) – transcrição: «cês mots n´ont aucune signification. Ou, à tout le moins, pas de signification assez claire pour communiquer une information.Mais ils ont un parfum.<br />
<strong> Tradução a martelo: </strong><span style="color:#993366;"><em>“As suas palavras não têm nenhum significado.<br />
Ou, de todas as formas, nenhum significado que seja claro para comunicar uma informação. Mas tem um perfume...”</em></span></p>
<p>O correspondente dá 3 exemplos de 3 palavras com "<em>perfume Blairista". </em>(Em Portugal isto chamou-se, em tempos, «Deus, pátria, família»).</p>
<ol>
<li><strong>«objectivos»,</strong></li>
<li><strong>«progresso»,<br />
</strong></li>
<li><strong>«modernização».</strong></li>
</ol>
<p><img src="http://dissidentex.wordpress.com/files/2008/03/califa1.jpg" alt="MAGOCRATAS" /></p>
<p>Também Gordon brown é descascado: “Blair et Brown, ou <a href="http://www.infoplease.com/ce6/people/A0830395.html">Luis Xiii </a>et <a href="http://www.lucidcafe.com/library/95sep/richelieu.html">Richelieu,</a> chacun entouré de sa coeur, de ses<a href="http://www.newadvent.org/cathen/09108a.htm"> Pére joseph </a>,dês ses ou dês hommes du Cardinal.”<br />
<strong>Tradução a martelo: </strong><span style="color:#993366;"><em>Blair e Brown, Luis 13 e Richelieu, cada um rodeado da sua corte, dos seus "Pai Joseph", dos seus mosqueteiros do Rei ou dos homens do Cardeal.</em></span></p>
<p>O correspondente da Marianne explica o porquê desta aura.</p>
<p>O <strong><span style="color:#0000ff;">(1)</span> </strong>excedente orçamental deixado pelos conservadores em 1997 (quando saíram do poder) conjugado com <strong><span style="color:#0000ff;">(2)</span> </strong>a venda das licenças aos operadores de telemóveis 3G em 2000 (mais “36,2 milliards d`éuros au trésor publique en 2002”) deixaram o blairismo com toneladas de dinheiro suficiente para implementar o seu <em>projecto.</em></p>
<p><em> </em>A tudo isto juntou-se uma <strong><span style="color:#0000ff;">(3)</span> </strong>forte taxa de crescimento <em>(motivado pela saída dos conservadores do poder e <span style="color:#0000ff;"><strong>(4)</strong></span> pelo efeito psicológico que isso gerou na economia e sociedade)</em> mais a <span style="color:#0000ff;"><strong>(5)</strong></span> introdução de <a href="http://www.derbygripe.co.uk/realuk/stealth.htm">“stealth taxes (impostos ocultos)</a> aceites sem grande protesto por uma opinião pública que <span style="color:#0000ff;"><strong>(6)</strong></span> gozava, <strong>inebriada, </strong>a prosperidade momentânea.</p>
<p>---------------</p>
<p><em>( Qualquer semelhança com Portugal é outra coincidência; nos anos do Guterrismo, por exemplo, onde isto se passou mediante injecções massivas de consumo e de favorecimento ao consumo no sistema económico, que os bancos comerciais muito agradeceram... <strong><span style="color:#0000ff;">(1)(3)(4)(6)</span></strong>)</em></p>
<p>--------------</p>
<p><em>( nos tempos actuais, com a eliminação de benefícios em certificados de aforro, <strong>por exemplo</strong>, ou aumentos da Contribuição autárquica mesmo mudando-lhe o nome para "IMI" (imposto municipal sobre imóveis) formas disfarçadas de Impostos ocultos/ Stealth taxes...<span style="color:#0000ff;"><strong>(5)</strong></span>)</em></p>
<p>--------------</p>
<p><em>A opinião pública, p</em>or via dessa prosperidade ocasional não se rebelou contra os “stealth taxes”. Tudo isto permitiu a Gordon Brown cumprir a sua regra de ouro pessoal de não exceder a divida publica 40% do PIB…).</p>
<p><strong>A surpresa surge,</strong> como nota o correspondente, <strong>para aqueles que pensam que a Grã-Bretanha seria um pais neoliberal em sentido estrito do termo: </strong>demonstra que entre 1997 e 2002, a maioria dos países europeus (os tais que não valem nada e a Grã-Bretanha é que é boa), reduziram – de facto – a sua carga fiscal.</p>
<p><strong>Na Inglaterra essa mesma carga fiscal subiu 1,6%. </strong>Tudo isto apoiado, e também suportado, na pratica, por mais admissões de funcionários públicos.</p>
<p>Bem como, por um aumento colossal do défice do orçamento” zero” em 1998, – “ 15 millards d`éuros fin de 2002, trois fois plus un an plus tard".”</p>
<p>Isto apesar da “mêlange tout personnel d`optimisme …... Dans ses discours de présentation du budget aux communes – de Gordon Brown… <em>- <span style="color:#993366;">Mistura muito pessoal de optimismo durante o discurso de apresentação do orçamento na câmara dos comuns.</span></em></p>
<p>--------------</p>
<p><em> (Qualquer semelhança com as apresentações do orçamento português, <strong>por exemplo, </strong> nos últimos 3 anos <strong>é coincidência</strong> - basta dizer que o último orçamento é feito com cálculos de compra de petróleo a 70 dólares o barril, quando este é efectivamente comprado a mais de 100 dólares o barril... preço de 100 dólares que vai manter-se...ou até ter tendência a subir...<span style="color:#0000ff;"><strong>(2)(4)</strong></span>)</em></p>
<p>--------------</p>
<p>Tudo isto – re-acrescento – porque Gordon Brown estabeleceu uma regra pessoal que consistia em que o défice do tesouro inglês não excedesse 40% do PIB – ou seja o endividamento do estado não excederia este valor. Mas o valor é – 3 vezes maior após 2002 – ou seja “45 miliiards d`éuros, contra 15 milliards d`éuros fin de 2002, trois fois pluns un an plus tard”…</p>
<p>Ou seja, segundo a lógica das contas da Marianne: 120% do PIB, não 40%.</p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>PONTO 5.</strong></span></p>
<p><strong>"Martelar" as contas públicas. A contabilidade pública criativa.</strong></p>
<p>No artigo critico da Marianne demonstra-se que, <strong>como táctica governativa</strong>, existiu sub estimação de receitas e despesas feita pelo então chanceler do tesouro – o Sr. Gordon Brown (actual PM inglês).</p>
<p>Este, <strong>desde 2001</strong>, <strong>subvalorizou sempre </strong>a quantidade de dinheiro necessária para pôr de lado visando chegar ao tal valor de 40% do PIB ( conforme explicado no primeiro post) e para manter as receitas e despesas dentro daqueles valores.</p>
<p>O correspondente conclui que nenhuma grande nação industrializada se aproxima deste valor sequer (Não se aproxima porque não "usou" este esquema...).</p>
<p>Cita-se: “... la france, par example, qui accusait un endettement de 1167 miliards déuros en octobre 2005, s`ést donné pour objectif de descendre en dessous de 60% du pib d`íci à 2010”.<br />
<strong>Tradução a martelo</strong>: "<span style="color:#993366;">A França, por exemplo, que tem um endividamento de 1167 mil milhões de euros em Outubro de 2005, tem como objectivo fazer descer este valor para menos de 60% do PIB desde hoje até 2010..."</span></p>
<p>O correspondente da Marianne conclui que toda a Europa pode invejar o Reino Unido (ironia) e gostaria de trocar de lugar, mas essa aparência de prosperidade não se deve às suas finanças públicas embora o pareça.<br />
Isto porque o Sr. Gordon Brown, com o assentimento do gabinete nacional de estatísticas inglês, criou uma maneira de fazer o truque de prestidigitação.</p>
<p><strong>Como?</strong> Alterando a maneira de fazer estatísticas para que, <strong>de forma efectiva,</strong> não fosse possível calcular quantos funcionários públicos teriam entrado no sistema.</p>
<p>Contudo, devido a estas manobras todas de criatividade contabilística, e ao crescimento de funcionários públicos <strong>desde 1997 até 2005 </strong>isto custa os olhos da cara ao Tesouro inglês, embora esteja “disfarçado”.</p>
<p>Pergunta-se, então, de onde virá o dinheiro para cobrir esta diferença em falta?<br />
Simples.<br />
<strong> Das pensões a serem pagas a quem se retirar/reformar do mercado de emprego – ou seja o equivalente a uma descapitalização da segurança social.</strong></p>
<p>--------------</p>
<p>Como a que se pretende efectuar em Portugal, ao sugerir , embora usando outras duas técnicas, que <strong><span style="color:#33cccc;">(1)</span> </strong>existam pessoas que deixem de descontar para a segurança social pública, ou <span style="color:#33cccc;"><strong>(2)</strong></span> pretendendo indexar o dinheiro da segurança social a fundos de pensões cotados em bolsa para ... "gerar mais receitas... e "profissionalizar a gestão..."</p>
<p>Ninguém diz de onde virá o dinheiro (para quem ficar por não ter alternativas) se existirem massivas saídas do sistema por parte de contribuintes, ou se um fundo de pensões explodir numa bancarrota bolsista...</p>
<p>--------------<br />
Ou seja, o Sr. G. brown "…Est Celui de l`argent que devra prouver l`ètat por prouver lês retraites dês functionaires…" … et que on´a« oublié» de mettre de cotée.<br />
<strong>Tradução:</strong> Ou seja, <span style="color:#993366;">o sr Brown “esqueceu-se” de pôr de lado o dinheiro para “repor” esta orgia financeira e descapitalizou as receitas/descontos dos futuros(e antigos) pensionistas e pôs em risco o</span> <a href="http://briteiros.blogspot.com/2006/03/o-drama-das-reformas-em-inglaterra.html">pagamento </a><span style="color:#993366;">de</span> <a href="http://www.guardian.co.uk/guardianpolitics/story/0,,1460985,00.html">reformas.</a><br />
------------------<br />
<strong>Nota lateral 1: </strong></p>
<p>É um processo em tudo semelhante a, <strong>por exemplo</strong>, um banco privado (Millenium BCP) comprometer-se a criar um fundo de pensões dos seus funcionários. Após vários anos satisfeito com o fundo, <strong><span style="color:#ff0000;">(porque o que tinha de descontar (por de lado) para ele era menor do que os encargos com pensões que tinha com ele)</span> </strong> decide não pôr de lado o dinheiro para o prover.<br />
Quando, de repente descobre que existe uma falta enorme, <span style="color:#ff0000;"><strong>( devido à política de correr para fora do banco com empregados de idade superior a 45 anos )</strong></span> e que isso baixará as futuras remunerações dos seus accionistas, propõe ao Estado Português que os seus funcionários passem a <em>"descontar para segurança social pública",</em> em vez de o fazerem para o <em>"Fundo de pensões do Millenium BCP".</em><br />
<img src="http://dissidentex.wordpress.com/files/2008/03/abrunhosabcp1.jpg" alt="FUNDOS DE PENSÕES MILLENIUM BCP DESCAPITALIZADOS" /><br />
<strong>Dessa forma, o banco comercial deixa de ter de pagar e de repor valores para o seu fundo de pensões dos seus empregados.</strong><br />
----------------------<br />
Como aliás estava explicado numa noticia do jornal Público de 10 de Novembro de 2005, assinada pela Jornalista Cristina Ferreira onde o BCP propunha ao Estado que a segurança social absorvesse o fundo de pensões do BCP e dos seus 4 mil trabalhadores. <em>( isto é, sustentasse o deficit que o banco não proveu a tempo...)</em></p>
<div>Embora tenha o texto da mesma completo, não a encontrei online, mas encontrei outras duas que explicam a coisa: como se pode perceber <a href="http://dn.sapo.pt/2005/11/14/suplemento_negocios/liberais_quando_convem.html">AQUI</a> e <a href="http://dn.sapo.pt/2005/11/11/negocios/ulrich_contra_integracao_pensoes_ban.html">AQUI.</a></div>
<div>--------------------</div>
]]></content:encoded>
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