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	<title>mouraria &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/mouraria/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mouraria"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 09:40:12 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[ Renovar a Mouraria]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1386</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 23:38:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
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<description><![CDATA[                     
A recém-criada Associação Renovar a Mouraria está nas F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">        <img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3014/2616305123_ab732bbed3_o.jpg" alt="" />             <img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3164/2617165278_b08128278b_o.jpg" alt="" /></p>
<p>A recém-criada <strong>Associação Renovar a Mouraria</strong> está nas Festas de Lisboa, por uma Mouraria renovada, florida, limpa, com fado e com guitarras, com sabor a uma história secular e multicultural.</p>
<p>E convida-o para as duas últimas grandes noites do Arraial de Santo António, no Largo da Rosa, na Mouraria, hoje, dia 27 de Junho e amanhã, sábado, dia 28 de Junho.</p>
<p>São os dois últimos dias no Largo da Rosa.</p>
<p>O Arraial que já foi considerado como sendo um dos melhores da Cidade de Lisboa pela Revista Timeout.</p>
<p>Por aqui passaram Couple Coffee, JP Simões, Jorge Cruz, TOCHAPESTANA, Feromona, e Blablabla Dj´s.</p>
<p>A recém-criada Associação Renovar a Mouraria está nas Festas de Lisboa, por uma <em>Mouraria renovada, florida, limpa, com fado e com guitarras, com sabor a uma história secular e multicultural.</em></p>
<p>Um projecto de revitalização urbanística, cultural, social e turística da Mouraria, no Largo da Rosa, em redor dos antigos tanques de pedra, com o castelo e as colinas de Lisboa a fazerem-lhe boa companhia.</p>
<p>Talvez consiga ainda hoje, dia 27 de Junho, usufruir até às 02.00h - PFFUi! Cabom, DJ Set com Ana Água e Dave Diogo.</p>
<p>Com um projecto musical de originais e remisturas desde 2006 (PFFUi), os dois elementos já participaram individualmente em outros projectos musicais aqui e além fronteiras (Strange Intercom,The Pixels, Skem, Jafazjazz, Pragma).</p>
<p>22.30 – concerto Os 3 Marias, um novo conjunto musical que canta e dança em português.</p>
<p>A cantiga melodramática é a arma escolhida e os ritmos mexidos a grande especialidade deste agrupamento.</p>
<p>Com uma mão cheia de temas produzidos em Friedland, Noruega pelo produtor do momento, Doctor Avalanche, Os 3 Marias arriscam-se a ser a nova coqueluche de todos os portugueses.</p>
<p>Os 3 Marias são formados por Epilady Di (voz), Melo e Castro (viola baixo) e Maria Gina (guitarra), e são ajudados nos espectáculos ao vivo por Doctor Avalanche e por uma fantástica equipa multimedia demasiado numerosa para enumerar.</p>
<p>Como dizia o poeta, primeiro estranha-se, depois entope.</p>
<p>http://www.myspace.com/os3marias</p>
<p>00.30h – Espectáculo de Danças Orientais com Elsa Shamce</p>
<p>Elsa Shamce nasceu para a dança em 1998, no festival internacional de danças populares «Andanças. Aí, em «retiro dançante», descobriu danças de todo o mundo. A partir de então nunca mais abandonou esta actividade e desde 2001 tem leccionado e apresentado diferentes trabalhos nesse mesmo festival.</p>
<p>Tem praticado vários estilos de dança, desde as tradicionais (Cabo Verde e Angola) e tribais africanas, até às ciganas, como o flamenco, passando pelas sevilhanas, a salsa, o tango argentino, o sapateado americano, as europeias e o movimento contemporâneo. No entanto, é na dança oriental que se especializa para dar expressão à sua essência física e espiritual. Iniciou o estudo deste estilo de dança com Prisca Diedrich, figura essencial no desenvolvimento da sua criatividade. Posteriormente ampliou os seus conhecimentos técnicos com outros professores europeus, americanos e árabes. Tem viajado frequentemente por Marrocos visando descobrir o povo, os rituais e o significado associados a esta dança milenar.</p>
<p>http://1001oriente.blogspot.com/2007/09/elsa-shams-zambra.html</p>
<p><strong>Sábado, dia 28 de Junho,</strong></p>
<p>22.30h – GEFAC – <strong>Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra</strong> apresenta a peça <strong>"A Comédia do Verdadeiro Santo António que Livrou seu Pai da Morte em Lisboa"</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong></strong></p>
<p>A Comédia do Verdadeiro Santo António que Livrou seu Pai da Morte em Lisboa é a sexta peça de Teatro Popular Mirandês levada à cena pelo GEFAC e a primeira de cariz religioso. Incluída no segundo volume do livro Teatro Popular Mirandês, editado pelo GEFAC e pela Almedina em 2005, pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo organismo nesta área.Este texto revela, em primeiro lugar, a importância histórica que a figura do Santo António assumiu, e ainda assume, junto da população portuguesa. Em segundo lugar, temos o "Santo". Os milagres que o canonizaram misturam-se com a lenda, os mitos e a história. O teatro mirandês não esquece esses legados e, através de uma linguagem sui generis, retrata alguns episódios da biografia deste homem que, segundo as fontes, nem é de Pádua, nem é de Lisboa. Este é um projecto teatral que se apresenta, pelas suas características e especificidades, como um legado que é necessário preservar e divulgar, não só em Coimbra como no resto do País.</p>
<p>23.00h – Há Romance na Mouraria</p>
<p>Novamente no grande palco do Largo da Rosa!!</p>
<p>O cantor romântico abandonado...</p>
<p>é o one man show de Gonçalo Tocha, mais tarde chamado Gonçalo Gonçalves, inspirado pelos grandes cantores românticos do século passado, como Nino Bravo, Danny Daniel, José José, Júlio Iglesias, Roberto Carlos, Hermes Aquino ou Tony de Matos.O Cantor está fora de palco, abandonado, pistola de plástico na mão. Aponta para si próprio e canta:"Sou um bastardo / Poderia ser doce mas estou salgado" O Cantor Romântico é um discurso sobre o amor que está quase mas não chega. O Cantor Abandonado por vezes engana-se, volta atrás nas músicas, altera as letras, acrescenta, fala com o público para não estar sempre sozinho. Mistura rock n´roll com fado, cançonetismo português com musica romântica. O Cantor é só, em frente de todos, uma guitarra e um teclado de criança, fato azul-marinho e botins pretos.O Cantor desaparece: "Quero te ter e não te tenho / e o Inverno é frio demais para nós dois / e depois o contrabando da carne / Vem sempre quando já é tarde."</p>
<p>site: <a href="http://sites.google.com/site/renovaramouraria/?pli=1" target="_blank">Renovar a Mouraria</a></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Há Arraial na Mouraria!]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1385</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 22:47:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1385</guid>
<description><![CDATA[
E é agora, hoje, já. Embora não possam ler esta notícia em tempo &#8220;útil&#8221;, a Mourari]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3156/2617099708_8f4fa88ca1_b.jpg" alt="" /></p>
<p>E é agora, hoje, já. Embora não possam ler esta notícia em tempo "útil", a Mouraria é a Mouraria. Os primórdios desta cidade de Lisboa. Mas se ainda houver tempo, vão lá. A Mouraria merece o carinho da cidade. São os dois últimos dias no Largo da Rosa.</p>
<p>A recém-criada <strong>Associação Renovar a Mouraria</strong> está nas Festas de Lisboa, por uma Mouraria renovada, florida, limpa, com fado e com guitarras, com sabor a uma história secular e multicultural.</p>
<p>Junte-se a nós, neste projecto de revitalização urbanística, cultural, social e turística da Mouraria, no Largo da Rosa, em redor dos antigos tanques de pedra, com o castelo e as colinas de Lisboa a fazerem-lhe boa companhia.</p>
<p>Sexta-feira, dia 27 de Junho, das 20h às 02.00h - PFFUi! Cabom, DJ Set com Ana Água e Dave Diogo</p>
<p>Com um projecto musical de originais e remisturas desde 2006 (PFFUi), os dois elementos já participaram individualmente em outros projectos musicais aqui e além fronteiras (Strange Intercom,The Pixels, Skem, Jafazjazz, Pragma).<br />
Vão à mouraria com um set de musicas na mala propondo-se a misturar os sons da mouraria com os do mundo.<br />
Uma Festa de Música que roda ao ritmo da bola do mundo<br />
www.myspace.com/pffui</p>
<p>22.30 – concerto Os 3 Marias</p>
<p>Temos o prazer de apresentar Os 3 Marias, um novo conjunto musical que canta e dança em português.</p>
<p>A cantiga melodramática é a arma escolhida e os ritmos mexidos a grande especialidade deste agrupamento.</p>
<p>Com uma mão cheia de temas produzidos em Friedland, Noruega pelo produtor do momento, Doctor Avalanche, Os 3 Marias arriscam-se a ser a nova coqueluche de todos os portugueses.</p>
<p>Os 3 Marias são formados por Epilady Di (voz), Melo e Castro (viola baixo) e Maria Gina (guitarra), e são ajudados nos espectáculos ao vivo por Doctor Avalanche e por uma fantástica equipa multimedia demasiado numerosa para enumerar.</p>
<p>Como dizia o poeta, primeiro estranha-se, depois entope.</p>
<p>http://www.myspace.com/os3marias</p>
<p>00.30h – Espectáculo de Danças Orientais com Elsa Shamce</p>
<p>Elsa Shamce nasceu para a dança em 1998, no festival internacional de danças populares «Andanças. Aí, em «retiro dançante», descobriu danças de todo o mundo. A partir de então nunca mais abandonou esta actividade e desde 2001 tem leccionado e apresentado diferentes trabalhos nesse mesmo festival.</p>
<p>Tem praticado vários estilos de dança, desde as tradicionais (Cabo Verde e Angola) e tribais africanas, até às ciganas, como o flamenco, passando pelas sevilhanas, a salsa, o tango argentino, o sapateado americano, as europeias e o movimento contemporâneo. No entanto, é na dança oriental que se especializa para dar expressão à sua essência física e espiritual. Iniciou o estudo deste estilo de dança com Prisca Diedrich, figura essencial no desenvolvimento da sua criatividade. Posteriormente ampliou os seus conhecimentos técnicos com outros professores europeus, americanos e árabes. Tem viajado frequentemente por Marrocos visando descobrir o povo, os rituais e o significado associados a esta dança milenar.</p>
<p>http://1001oriente.blogspot.com/2007/09/elsa-shams-zambra.html</p>
<p><strong>Sábado, dia 28 de Junho, </strong></p>
<p>22.30h – GEFAC – Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra apresenta a peça "<strong>A Comédia do Verdadeiro Santo António que Livrou seu Pai da Morte em Lisboa" </strong></p>
<p>A Comédia do Verdadeiro Santo António que Livrou seu Pai da Morte em Lisboa é a sexta peça de Teatro Popular Mirandês levada à cena pelo GEFAC e a primeira de cariz religioso. Incluída no segundo volume do livro Teatro Popular Mirandês, editado pelo GEFAC e pela Almedina em 2005, pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo organismo nesta área.Este texto revela, em primeiro lugar, a importância histórica que a figura do Santo António assumiu, e ainda assume, junto da população portuguesa. Em segundo lugar, temos o "Santo". Os milagres que o canonizaram misturam-se com a lenda, os mitos e a história. O teatro mirandês não esquece esses legados e, através de uma linguagem sui generis, retrata alguns episódios da biografia deste homem que, segundo as fontes, nem é de Pádua, nem é de Lisboa. Este é um projecto teatral que se apresenta, pelas suas características e especificidades, como um legado que é necessário preservar e divulgar, não só em Coimbra como no resto do País.</p>
<p>23.00h – Há Romance na Mouraria</p>
<p>Novamente no grande palco do Largo da Rosa!!</p>
<p>O cantor romântico abandonado é o one man show de Gonçalo Tocha, mais tarde chamado Gonçalo Gonçalves, inspirado pelos grandes cantores românticos do século passado, como Nino Bravo, Danny Daniel, José José, Júlio Iglesias, Roberto Carlos, Hermes Aquino ou Tony de Matos.</p>
<p>O Cantor está fora de palco, abandonado, pistola de plástico na mão. Aponta para si próprio e canta:"Sou um bastardo / Poderia ser doce mas estou salgado" O Cantor Romântico é um discurso sobre o amor que está quase mas não chega. O Cantor Abandonado por vezes engana-se, volta atrás nas músicas, altera as letras, acrescenta, fala com o público para não estar sempre sozinho. Mistura rock n´roll com fado, cançonetismo português com musica romântica. O Cantor é só, em frente de todos, uma guitarra e um teclado de criança, fato azul-marinho e botins pretos.O Cantor desaparece: "Quero te ter e não te tenho / e o Inverno é frio demais para nós dois / e depois o contrabando da carne / Vem sempre quando já é tarde."</p>
<p>A recém-criada Associação Renovar a Mouraria está nas Festas de Lisboa, por uma Mouraria renovada, florida, limpa, com fado e com guitarras, com sabor a uma história secular e multicultural.</p>
<p>Junte-se a nós, neste projecto de revitalização urbanística, cultural, social e turística da Mouraria, em redor dos antigos tanques de pedra, com o castelo e as colinas de Lisboa a fazerem-lhe boa companhia.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://sites.google.com/site/renovaramouraria/?pli=1" target="_blank">Associação Renovar a Mouraria</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Há festa na Horta - ]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1009</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 00:11:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1009</guid>
<description><![CDATA[
É em Lisboa, no domingo, dia 11 de Maio, no auge da Primavera.
Vizinhos dos bairros da Graça, Mou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3180/2476452677_c8d1835c07_o.jpg" alt="" width="780" /></p>
<p>É em Lisboa, no domingo, dia 11 de Maio, no auge da Primavera.</p>
<p>Vizinhos dos bairros da Graça, Mouraria e Alfama, os amigos e todos os simpatizantes de hortas urbanas e da ruralidade citadina, podem participar num dia comunitário na Horta popular da Graça.</p>
<p>Mais que nunca as cidades têm que reencontrar o seu equilíbrio e voltar a abraçar a natureza.</p>
<p>Horta popular, na intersecção da Rua Damasceno Monteiro com a Calçada do Monte, nasceu como projecto do GAIA – Grupo de Acção e Intervenção ambiental, no âmbito da campanha “Por uma Agricultura mais sustentável” iniciada em 2007, no momento em que o GAIA começou o projecto “Centro Social”, albergando a sua sede nas instalações cedidas pelo Grupo Desportivo da Mouraria.</p>
<p>Programa do dia – Concertos e consertos, conversas e passeios na Horta:<br />
9.00 – 19.30:<br />
Oficina de construção de mobiliário urbano reciclado<br />
14.30 – 19.30:<br />
Tertúlias com Arq. Gonçalo Ribeiro Telles, Ângelo Rocha, Fernando Pires e o GAIA<br />
Visitas guiadas à Horta<br />
Bancas informativas do Banco Comum de Conhecimentos e do GAIA-CSM<br />
Espaço para crianças, Pintura livre, Música acústica ao vivo, Petiscos vegetarianos<br />
A partir das 20.00:<br />
Jantar popular e festa no Centro Social da Mouraria.</p>
<p><em>"Está na hora de sair de casa</em></p>
<p><em>Porque a vida do dia-a-dia deixou de se criar, alimentar e saborear nas ruas da cidade, isolando-se em espaços monótonos e disconexos..<br />
Porque nos movemos num túnel que nos transporta apressadamente das quatro paredes do nosso lar para as do nosso emprego e das nossas catedrais de consumo..<br />
Porque para fomentar a tolerância é importante ter espaços para misturar e conviver com pessoas diferentes e assim descobrir que também somos semelhantes..<br />
Porque uma cidade com gente na rua é uma cidade segura..<br />
Porque o cordão umbilical que sempre ligou a cidade à natureza foi pavimentado, inibindo-a de respirar, de arrefecer-se, de hidratar-se, de abrigar-se do sol e de viver as estações..<br />
Porque os bairros e as comunidades estão a ruir e já não conhecemos o nosso vizinho ..<br />
Porque a esfera pública deve ser o território da humanidade e não da economia e ainda menos do economicismo..<br />
Porque os centros comerciais não são espaços públicos e as estradas não são ruas..<br />
Porque os espaços comuns são essenciais para celebrar, protestar, dialogar, namorar, expôr toda a complexidade do nosso tecido social e unirmo-nos em solidariedade..<br />
Porque a mudança revigora-nos..</em></p>
<p><em>Por essas e muitas outras está na hora de sair de casa e fazermo-nos à rua.</em></p>
<p><em>Vamos reconquistar território e mudar as fronteiras, montar nas ruas os palcos da nossa expressão artística e cultural..</em></p>
<p><em>..em espírito de festa".</em></p>
<p>Nunca morrerá a esperança, por maior que seja o conformismo, não é?</p>
<p>Informação dos sites:</p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com/lh/viewPhoto?uname=slowdownstaycool&#38;aid=5197372689315200033&#38;iid=5197373445229444146" target="_blank">Retomararua</a></p>
<p><a href="http://supergreenme.blogspot.com/2008/05/h-festa-na-horta-dia-comunitrio-na.html" target="_blank"><span class="fn">lanka4earth</span> </a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ai, Mouraria!]]></title>
<link>http://atrida.wordpress.com/?p=30</link>
<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 14:52:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>atrida</dc:creator>
<guid>http://atrida.wordpress.com/?p=30</guid>
<description><![CDATA[«A Junta de Freguesia do Socorro, na Mouraria, tem cerca de 15 mil habitantes, 11 mil dos quais já]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&#38;id_news=326321">«</a><span class="leadArtigo"><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&#38;id_news=326321">A Junta de Freguesia do Socorro, na Mouraria, tem cerca de 15 mil habitantes, 11 mil dos quais já são estrangeiros, revelou à Lusa o presidente da junta, Marcelino Figueiredo (PSD)».</a>  Sinal dos tempos: numa zona degradada da cidade já só restam, de entre os "nativos", os mais velhos, renovando-se a demografia local através da imigração ilegal, como reconhece o referido presidente da junta: «o que sei é que todos os dias tenho mais processos de legalização para tratar».</span></p>
<p><span class="leadArtigo">Origem dos estrangeiros? «A maior comunidade que tem chegado à freguesia é a do Bangladesh e as nacionalidades com maior expressão continuam a ser a chinesa, a indiana, a paquistanesa, e mais recentemente também, a ucraniana, macedónia e de países africanos muçulmanos.» Uma panóplia de nacionalidades, com curiosa predominância de muçulmanos. Numa zona da cidade conhecida como Mouraria, onde se acantonaram os descendentes dos mouros derrotados por D. Afonso Henriques que foram autorizados a ficar na urbe, não deixa de ser irónico este ressurgimento populacional dos devotos de Maomé. </span><span class="leadArtigo">Acrescenta o sr. Marcelino: «nesta altura os católicos até já estão em minoria (...) e a comunidade muçulmana já abriu uma pequena mesquita na freguesia». </span></p>
<p><span class="leadArtigo">Hoje o Socorro, amanhã...?</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RUA DAS FARINHAS nº1]]></title>
<link>http://ilcielosopralisbona.wordpress.com/2008/02/28/rua-das-farinhas-n%c2%ba1/</link>
<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 19:53:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>sandronoto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Io mi sono posto la stessa domanda.Sono entrato e l’ho fatta ai camerieri, e pure al cuoco, ma nes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp2.blogger.com/_MgbvOUnbLK4/R8acczyDEkI/AAAAAAAAAEA/X6mFqXpZZkE/s1600-h/Baldracca.jpg"><img style="display:block;text-align:center;cursor:hand;margin:0 auto 10px;" src="http://bp2.blogger.com/_MgbvOUnbLK4/R8acczyDEkI/AAAAAAAAAEA/X6mFqXpZZkE/s400/Baldracca.jpg" border="0" /></a><br />Io mi sono posto la stessa domanda.<br />Sono entrato e l’ho fatta ai camerieri, e pure al cuoco, ma nessuno sapeva. In compenso ho ottenuto il numero del proprietario, lo chef portoghese Diogo Carqueiro.<br />“Guardi, quel nome nasconde un segreto, anzi, di più, un tradimento inconfessabile al grande amore della mia vita, capisce? Se mi promette di tacerlo gliene parlerò”.<br />Bloggers, brutta razza, ma i cuochi, quanto narcisismo.<br />“Fino a tre anni fa gestivo il ristorante Fusão, dove proponevo alta sperimentazione a bassi prezzi. Alta sperimentazione per mia scelta, bassi prezzi per scelta dei clienti: non ero ancora affermato, e appena presentavo menù sui 20 euro l’affluenza si azzerava. Lavoravo sedici ore al giorno con doppi turni sia a pranzo che a cena, solo così potevo recuperare le spese e mantenermi legato alla grande cucina. Vivevo per il ristorante, non era il ristorante che mi dava da vivere, e questa relazione andava invertita. Allora feci ricorso alle ricette popolari italiane, economiche e di buona qualità. Fu un successo, tutti si complimentavano, ma intimamente sapevo di condurre un locale traditore, infedele alla mia passione per le ricette d’avanguardia. Una volta lo confidai a un amico di Roma, e lui mi disse: ‘Sì Diogo, questa locanda tradisce il tuo amore in cambio del vile denaro: è proprio una baldracca'. E fu così che chiamai il nuovo ristorante Cantina Baldracca, chiaro?”<br />“Ma scusi, visto che è un segreto, ai portoghesi che le chiedono il motivo di un nome tanto incomprensibile cosa dice?”<br />“Oh, niente, che è una parola italiana con un suono fantastico”.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recommended: 3 bedroom apartment in Mouraria (120 m2), historic centre of Lisbon, sunny patio (30 m2), internet ]]></title>
<link>http://lisbonapartments.wordpress.com/?p=45</link>
<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 15:37:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisbonapartments</dc:creator>
<guid>http://lisbonapartments.wordpress.com/?p=45</guid>
<description><![CDATA[
Direct from Dutch owner: luxury authentic apartment, second floor, 120 years old but nicely renovat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Direct from Dutch owner: luxury authentic apartment, second floor, 120 years old but nicely renovated.</li>
<li>Located in Mouraria, the ancient moorish quarter with their typical streets near São Jorge' castle with its beautiful viewpoints.</li>
<li>Mouraria is a ancient area in the heart of Lisbon where fado was born. Together with Alfama, the area is a muddle of very narrow streets and small squares, which gives the visitor a glimpse of a forgotten age. Today, it is still a residential area filled with very cheap taverns serving typical food where you can listen to the melancholic traditional Portuguese music, Fado.</li>
<li>3 minutes walk from starting point 28 antique tourist tram. It offers easy access to every tourist site in town by foot or bus and metro networks.</li>
<li>Three bedrooms, 6 people can sleep comfortably.</li>
<li>Airport distance: 8 km. Nearby Sintra, Estoril, Cascais, beaches of Costa da Caparica and beach 19.</li>
<li>Outside sunny veranda in summertime (30 m2), where you can enjoy warm nights tasting a glas of lovely Portuguese wine or portwine. Large wooden table with 6 chairs, 1 relax chair and a parasol. BBQ;</li>
<li>Wireless inernet (bring your own laptop), satellite TV.</li>
<li>It is less than a 15 minutes walk from BairroAlto, Lisbons heart of funky bars and restaurants.</li>
</ul>
<p>Contact the owner directly: <a href="mailto:juliekr@xs4all.nl">juliekr@xs4all.nl</a></p>
<p>Site: <a href="http://www.thelisbonconnection.com/mouraria_en.htm">http://www.thelisbonconnection.com/mouraria_en.htm</a></p>
<p><img src="http://lisbonapartments.wordpress.com/files/2008/01/woonkamermouraria1.jpg" alt="woonkamer" /><img src="http://lisbonapartments.wordpress.com/files/2008/01/terrasmouraria2.gif" alt="terras" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[7 colinas de Olíssipo, hoje Lisboa.]]></title>
<link>http://salteadoresdaarca.wordpress.com/2008/01/27/7-colinas-de-olissipo-hoje-lisboa/</link>
<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 11:30:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Melita</dc:creator>
<guid>http://salteadoresdaarca.wordpress.com/2008/01/27/7-colinas-de-olissipo-hoje-lisboa/</guid>
<description><![CDATA[    São equiparadas às 7 colinas de Roma, e de Jerusalém ou de Constantinopla
Narram as lendas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">    São equiparadas às 7 colinas de Roma, e de Jerusalém ou de Constantinopla<br />
Narram as lendas que Lisboa foi fundada por Ulisses, o chefe dos Argonautas que veio aqui tal como se indica o painel em azulejos do Mestre Lima de Freitas na Estação do Rossio...<br />
Diz a lenda que Ulisses se tomou por amores por Ofíussa e quando o herói homérico regressou à sua pátria troiana no navio "Argos", Ofiússa vendo-se abandonada e só, se tomou de cólera e fez estremecer o planalto do Tejo cujos estertores telúricos fizeram nascer assim as 7 colinas de Olíssipo, hoje Lisboa.<br />
O primeiro monte é o de "S.Vicente de Fora"<br />
Á esquerda deste vai-se levantando um outro, o segundo monte, que sobe até ao "Postigo de Stº André".<br />
O terceiro monte é o mais alto de todos e tem no cimo o Castelo de S.Jorge.<br />
O quarto monte é o de "Stª Ana"<br />
O quinto monte é o de "S. Roque"<br />
O sexto monte, a ocidente, na parte direita, fica o das "Chagas" cujo nome lhe é atribuido por causa da Igreja que nele edificaram os marinheiros da rota da India em louvor às Chagas de Cristo.<br />
O sétimo monte é o de "Santa Catarina" do Monte Sinai.<br />
As 7 colinas também simbolizam os chamados "7 anéis" conhecida por "Kundalini", da sabedoria oriental correspondem aos 7 estados da matéria do mais denso ao mais subtil.<br />
O significado simbólico das 7 colinas que existem em Lisboa:<br />
1 - Colina de S.Jorge (Mouraria) (Atómico)<br />
2 - Colina de S.Vicente (Alfama) (Sub-atómico)<br />
3 - Colina de Sant'Ana (Anunciada) - (Etérico)<br />
4 - Colina de Stº André (Graça) - (Ar - Radiante)<br />
5 - Colina das Chagas (Carmo) - (Gasoso - Fogo)<br />
6 - Colina da Stª Catarina (Camões) - (Liquido - Água)<br />
7 - Colina de S. Roque (Bairro Alto) - (Sólido - Terra)<br />
A referência às sete colinas num contexto sagrado e primordial, nasceu entre os autores dos séculos XVI e XVII dos quais se destacam Damião de Góis, Luis Marinho de Azevedo e Frei Nicolau de Oliveira, entre outros. Mas é Frei Nicolau quem primeiro define e descreve desta forma as 7 colinas,sendo que ainda hoje se conservam aí os 7 principais templos de Lisboa<br />
melita</p>
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<title><![CDATA[Rua da Palma]]></title>
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<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 20:27:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>lesretours</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Entra-se por um café, logo ali ao início da Rua da Palma, no burburinho do melting pot que se tornou esta mouraria em Lisboa.</p>
<p>Esperei cerca de uma hora e depois foi a desilusão total. Como é que as pessoas esperam poder alugar um apartamento se o mostram não pronto a habitar mas ainda com os conteúdos das pessoas que ali viveram antes, incluíndo a gordura deixada no fogão durante meses?</p>
<p>Escapa-me ao entendimento.</p>
<p>Alfama fica-me mais na memória quase como nemesis do que vejo aqui...</p>
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