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	<title>mundanidades &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/mundanidades/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mundanidades"</description>
	<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 08:27:57 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[blá, blá, blá]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/?p=218</link>
<pubDate>Sat, 03 May 2008 21:56:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Não sabemos como estão a ser acompanhados posteriormente estes idosos e isso preocupa-nos (ministr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Não sabemos como estão a ser acompanhados posteriormente estes idosos e isso preocupa-nos </em>(ministra da saúde in <a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&#38;id_news=330354&#38;page=1">DD</a>)</p>
<p>E isso é reconfortante para quem está nas listas de espera 4 anos, é tratado às cataratas num olho e espera mais um ano para ser operado às cataratas do outro olho. Sendo octogenário, ainda mais sensibilizado deve ficar com tanta preocupação.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://novomundo3.files.wordpress.com/2008/05/cuba.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-219" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/05/cuba.jpg" alt="" width="301" height="480" /></a></p>
<p>Assim como é estimulante assistir ao espectáculo de <a href="http://diario.iol.pt/sociedade/saude-cuba-paulo-portas-cirurgia-cataratas-vila-real-de-santo-antonio/946734-4071.html">criticas às autarquias que levam os "seus" velhos a Cuba</a>: é mais caro, não é tão seguro e, se estivessem mesmo preocupadas com os seus munícipes, teriam antes estabelecido protocolos com os hospitais privados ou as misericórdias.  </p>
<p>É o que há de bom neste país: não se pode dizer a alguém "olha, comprei isto e aquilo por tanto", que logo aparecem dúzias de amigos, solícitos ou indignados, a contrapor "pois foi caro, se me tivesses falado dizia-te onde compravas por muito menos".</p>
<p>Já agora, não sendo este assunto uma pura novidade, o que faz tanta gente, de repente, se preocupar com as "viagens" a Cuba?</p>
<p>E será que não podem aproveitar a embalagem para encerrar outras listas de espera do mesmo modo expedito (misericórdias, privados, seja lá o que houver)?</p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[falta de oportunidade]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/?p=215</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 10:36:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[As coisas inacreditáveis que se lêem pela imprensa &#8220;estrangeira&#8221;:
Por outra banda, o p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>As coisas inacreditáveis que se lêem pela imprensa "estrangeira":</p>
<p><em>Por outra banda, o presidente do Comité Olímpico de Portugal (</em><a title="Web do comité" href="http://www.comiteolimpicoportugal.pt/"><em>COP</em></a><em>), Vicente Moura, cualificou de "oportunistas" os que defenden un boicot aos </em><a title="Web de Beixn 2008 (en inglés)" href="http://en.beijing2008.cn/"><em>Xogos Olímpicos de Beixín 2008</em></a><em>, en protesta polo conflito no Tíbet e pola situación dos dereitos humanos na China.</em></p>
<p style="text-align:center;"><em><img src="http://www.rue89.com/files/cybercop.jpg" alt="" /></p>
<p>"Un boicot aos Xogos vai prexudicar naturalmente a República Popular da China, mais tamén ao pobo chinés, xa que o país se fechará aínda máis e a poboación non terá oportunidade de convivir con outras realidades", afirmou Moura nunha entrevista á axencia Lusa.</em> (in <a href="http://www.vieiros.com/nova/66155/dous-manifestantes-tentan-prenderse-lume-ao-paso-do-facho-olimpico-por-seul">Vieiros</a>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[25 de Abril?! Parece que foi ontem...]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/?p=212</link>
<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 11:46:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como português nascido no início da década de 60 do século passado, tenho crescido com a ladaín]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como português nascido no início da década de 60 do século passado, tenho crescido com a ladaínha das comemorações da instauração da República e o cortejo dos velhos republicanos (cada ano menor) a lamentar a ignorância dos "novos",  a perda da memória e essas lamúrias que <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1326948&#38;idCanal=12">ainda ontem ecoaram </a>no parlamento a propósito do 25 de Abril: <span style="font-size:x-small;">"<em>Os mais novos, sobretudo, quando interrogados sobre o que sucedeu em 25 de Abril de 1974 produzem afirmações que surpreendem pela ignorância de quem foram os principais protagonistas, pelo total alheamento relativamente ao que era viver num regime autoritário</em>"</span></p>
<p>Também cresci com as celebrações em memória dos que morreram na Grande Guerra (a primeira, claro).</p>
<p>Quando digo que "cresci" é somente no sentido de que, todos os anos, há um feriado ou um dia votivo que me recorda algo completamente marginal ao meu quotidiano, ao meu futuro e às minhas preocupações transcendentais (seja lá o que isso queira dizer...).</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://img387.imageshack.us/img387/7364/prazeremconhecer3eu.jpg" alt="" width="466" height="309" /><!--more--></p>
<p>Porém, tal como os velhos gregos já alertavam, o Destino, os Fados, quando não as próprias Parcas, pregaram-me a partida de ser contemporâneo, testemunha consciente, participante passivo, figurante activo, de tudo o que se relaciona com o 25 de Abril de 1974: o antes, o dia e dias seguintes, o PREC, e tudo o mais que se lhe sucedeu até aos seus desenvolvimentos actuais, como a demissão de Luis Filipe Meneses da presidência do PSD e a <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1326954">lapidar frase </a>de José Sócrates "<em>toda a gente sabe que as dificuldades vêm de fora</em>".</p>
<p>Ou seja, e dum modo que me deixa sempre senilmente chocado, verifico que tantas pessoas com menos 5, 10 anos do que eu já não se recordam dos momentos fundadores do regime democrático, dos seus fugazes, mas decisivos protagonistas, do ambiente eufórico a que se lhe sucedeu um clima de intensa conflitualidade social, num processo político apaixonante e demolidor que foi, simultâneamente, o mesmo processo político que ergueu o actual estado de direito, de convivência democrática, numa Europa comunitária ainda em construção.</p>
<p>Mas se for a pensar nas pessoas com menos 20, 30 anos, que ilusões posso ter sobre o que pensam desses conturbados tempos?</p>
<p>Para ultrapassar o choque, faço esta terapia de memória das vidas passadas: que grandes recordações me ficaram da IIª Guerra Mundial? Afinal, nasci apenas 17 anos depois do seu término. Os tais jovens que, no parlamento e ainda ontem, foram instados a "não desistirem", e que tenham nascido 17 anos depois do 25-A, terão precisamente 17 anos: uma idade muito razoável para querer mudar o mundo ou, se forem muito básicos, para terem preocupações com o futuro imediato.</p>
<p>Pois, da IIª Guerra Mundial tenho muitas e variadas memórias, sim. Não por ter na família quem passasse por lá, pela guerra, mas porque cresci com os bons e velhos filmes americanos/ingleses a preto-e-branco (cortesia da televisão única ou rtp) nas noites de 4ª feira e nas tardes de sábado e domingo. Sem esquecer o contributo bibliográfico da "colecção falcão", num quiosque da rotunda da Boavista. Ou as idas ao cinema (Rivoli-Batalha-Coliseu).</p>
<p>Hoje em dia, com dezenas de canais por cabo, internet, video-clubes, cinemas multiplex, megalivrarias, imprensa em papel e on-line, canais televisivos de notícias, não fica fácil para quem não saiba, para quem desconheça, se interessar e aprofundar alguma coisa por assuntos tão longínquos e abstractos como o 25-A.</p>
<p>Outra questão, levantada no parlamento, foi a da baixa, baixíssima cultura política dos jovens, da baixa, baixíssima participação associativa, sindical ou outras. Aí, cito a intervenção mais estimulante vinda dum deputado (<a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1326949">Moura Soeiro</a>): "<em>A minha geração, a dos 500 euros, vive na corda bamba, congelada pela precariedade.(...)a precariedade foi-nos imposta como modo de vida: nenhuns direitos, nenhuma capacidade de projectar um futuro</em>."</p>
<p>Pode ser uma versão renovada da nossa lusitana capacidade de automortificação, ausência de auto-estima e apelo a uma ajuda vinda de cima, mas não deixa de ser o contraponto ao aforismo "<em>não há democracia sem política e não há política sem ideias políticas</em>" (<a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1326951">Jaime Gama</a>).</p>
<p>Ideias e acção política, portanto. Daqui a pouco estamos a citar o velho Lukács, a práxis e o realismo socialista, apre!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[nas serras do alto-minho]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/?p=162</link>
<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 00:00:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/?p=162</guid>
<description><![CDATA[
&#8230;por rotas impossíveis de escalada da montanha (in Fauna Ibérica)
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em><a href="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/03/ibex.jpg" title="ibex.jpg"><img width="446" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/03/ibex.jpg" alt="ibex.jpg" height="435" style="width:384px;height:414px;" /></a></em></p>
<p align="center"><em>...por rotas impossíveis de escalada da montanha </em>(in <a href="http://faunaiberica.blogspot.com/2008/03/senhora-da-escarpa.html">Fauna Ibérica</a>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[abstinência eleitoral]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/?p=147</link>
<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 11:31:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Volta e meia sinto o ego nacional em baixo porque muitos portugueses são abstémios em dias de elei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Volta e meia sinto o ego nacional em baixo porque muitos portugueses são abstémios em dias de eleições/referendos. Principalmente em épocas de praia e férias. Falta de cidadania, cultura política, motivação ou coisa que o valha.</p>
<p>Aqui ao lado, numa eleição nacional com ingredientes tão variados como o nacionalismo espanhol versus outros nacionalismos, a intervenção pública e tendenciosa da Igreja Católica, o terrorrismo da Eta e suas vítimas (fazendo mais uma em vésperas do acto eleitoral), <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2008/03/09/eleccionesgenerales/1205069776.html">a taxa de abstenção foi significativamente elevada (quase 25%)</a>.</p>
<p>Mais ao lado, se passarmos os Pirinéus, e sem casos dramáticos, as <a href="http://www.lemonde.fr/web/articleinteractif/0,41-0@2-987706,49-1020674@51-996336,0.html">eleições municipais igualmente registam valores altos de abstenção (39%)</a>. </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[males venéreos]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/?p=117</link>
<pubDate>Sun, 17 Feb 2008 21:16:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/?p=117</guid>
<description><![CDATA[ A Vénus aqui ao lado é datada de 1532, exposta ao público,habitualmente, num museu algures em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/02/key055.jpg" title="key055.jpg"><img src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/02/key055.thumbnail.jpg" alt="key055.jpg" /></a> A Vénus aqui ao lado é datada de 1532, exposta ao público,habitualmente, num museu algures em terras germânicas. Tornou-se especialmente conhecida como ícone da série "Desperate Housewives", ainda que de modo anónimo, mas com uma intencional animação que bem poderia já estar na cabeça do velho Cranach quando a pintou.<!--more--></p>
<p>Um outro museu, desta vez em terras britânicas, resolveu fazer uma exposição deste autor e colocar cartazes alusivos no metro londrino com a "Vénus" como referência visual.</p>
<p><a href="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/02/cranach460.jpg" title="cranach460.jpg"><img src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/02/cranach460.jpg" alt="cranach460.jpg" /></a></p>
<p>Ao que parece, quem decide estas coisas no Metro de Londres não achou por bem a exibição de tão flagrante nudez e sensualidade. Num primeiro momento, fosse por reflexo vitoriano, fosse por complexo pós-11 de Setembro. Ou por ambos. </p>
<p>Entretanto, cederam à pressão mediática e ao lobby artístico que quiseram ridicularizar a prudência sanitária de quem tem de zelar pela segurança e bem-estar dos utentes do metro londrino: "<em>On reflection, given its context, the Cranach exhibition poster should not have been rejected and we have now approved the ad to be carried on the tube.</em>" Um modo de dizer que <em>pensando melhor, vamos fazer hoje o contrário do que ontem diziamos</em>.</p>
<p>Porém, os motivos para tal restrição eram pertinentes: "<em>Millions of people travel on the London Underground each day and they have no choice but to view whatever adverts are posted there. We have to take account of the full range of travellers and endeavour not to cause offence in the advertising we display</em>" (in <a href="http://arts.guardian.co.uk/art/news/story/0,,2256043,00.html">Guardian</a>). O que, em bom português, significa que alguém deve acautelar o material publicitário exposto, e perante o qual não temos outro remédio senão "ver", para evitar que nos possam ofender.</p>
<p>Ainda por cima, o "material" publicitário proposto ao metro de Londres cai numas orientações quaisquer contra a exibição de nús em explícito contexto sexual. Dirão os menos susceptíveis que a publicidade à lingerie, por exemplo, que habitalmente se vê nos metros do Porto e Lisboa, até será algo mais explícita, sem que venha mal algum ao mundo (não há manifestações de protesto, nem desacatos, presume-se que queiram insinuar). Pode ser.</p>
<p>Mas há uma grande diferença que não escapou à sensibilidade puritana da administração do metro de Londres: o corpo nú da publicidade tem uma mensagem clara e acessível a todos ("<em>compra isto e serás assim como eu...ou para lá te aproximarás um poucochinho, ao menos</em>"), é promessa e é negócio, o erotismo funciona como motor e como paisagem.</p>
<p>Já não a "Vénus", <em>helás!</em> Associada a uma iniciativa cultural (cujos mecanismos industriais permanecem pouco claros ao consumidor), sua nudez assume-se como "gratuita", sua intencionalidade não é evidente e seu apelo não tem o "sex-appeal" convencional. Sua presença em lugar tão público e banal nunca será anódina, imediata e passageira.</p>
<p>Ao contrário: seu estatuto artístico e vetustez em semelhante local, é só por si uma interpelação directa aos nossos hábitos mentais; o seu erotismo assumido (e manifestamente datado) escapa ao sentido da norma sexual corrente. E, contudo, é espantosamente actual, perturbadora e bela. Com toda a carga erótica explícita e subliminar que carrega.</p>
<p>Por outras palavras, arrisca-se a ser matéria de reflexão e inquietação para os desarmados utentes do metro. São daquelas coisas difíceis de explicar, mas que tornam a arte uma actividade imprevisível, subversiva e rica de significados (eventualmente contraditórios). O que todo o bom puritano, seja qual for a matriz, sabe intuitivamente.</p>
<p>Não, <a href="http://agualisa6.blogs.sapo.pt/465601.html">João</a>, a "burkha" da proibição fazia todo o sentido.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[e o meu candidato a presidente dos Estados Unidos é...]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/?p=107</link>
<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 15:00:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/?p=107</guid>
<description><![CDATA[Também sou dos que acham as eleições americanas algo semelhante à escolha do futuro presidente p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Também s<a href="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/02/dwf15-462526.jpg" title="dwf15-462526.jpg"><img align="left" src="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/02/dwf15-462526.thumbnail.jpg" alt="dwf15-462526.jpg" /></a>ou dos que acham as eleições americanas algo semelhante à escolha do futuro presidente planetário, assim como o processo eleitoral americano me parece uma <em>coisa</em> extraordinária cheia de qualidades e defeitos. E tenho, obviamente, minhas preferências e antipatias.</p>
<p>Daí a fazer campanha eleitoral para portugueses por um candidato à presidência dos Estados Unidos, vai um passo demasiado largo para minhas curtas pernas.<!--more--></p>
<p><a href="http://novomundo3.wordpress.com/files/2008/02/dwf15-462526.jpg" title="dwf15-462526.jpg"></a></p>
<p>Podia dizer que não faz sentido, não tem eficácia prática ou que ser presidente americano no sec.XXI deixará de ter a relevância que teve a partir dos anos 40 do século passado.</p>
<p>Podia, mas não digo. Afinal, é sempre estimulante polemizar aberta e inconsequentemente sobre as realidades que nos transcendem e, enquanto se fala dessas coisas, esquecem-se outras cujas consequências acabamos sempre por sofrer, apesar de haver um tempo em que podemos, senão evita-las de todo, amenizar o seu impacto. No fim, ficamos todos agradecidos por este amável interlúdio: os governos porque foram menos incomodados, as oposições porque disfarçam melhor sua inoperância, os cidadãos em geral porque se poupam aos riscos de agir e se expor, quando depois de tudo decidido e tornado inevitável, há sempre tempo para criticar, lamuriar e continuar a vida assim-assim.</p>
<p>A bem dizer, o futebol já faz isso o ano inteiro, todos os anos. E os escândalos fulgurantes, os crimes de sangue e sexo ou as pequenas grandes tragédias que só acontecem aos outros...</p>
<p>Porque a razão do meu silêncio quanto à minha opção de voto para as presidênciais americanas é muito comezinha. É que por ter visto tanto filme, tanta série americana, sobre candidatos a candidato, canditatos a presidente e presidentes em exercício, fiquei atrofiado a esta dicotomia de raciocínios: se são bons, mesmo bons, acabam por ser assassinados ou forçados a se "encaixarem" no sistema; se forem maus, medíocres, sacripantas até, acontece-lhes o mesmo (com a diferença de, em vez de assassinados, serem "convencidos" a afastar-se da "corrida" ou serem destituídos depois de lá chegarem).    </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["No sirve aumentar las penas contra los delincuentes"]]></title>
<link>http://humanobsas.wordpress.com/?p=578</link>
<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 16:19:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo Sai</dc:creator>
<guid>http://humanobsas.wordpress.com/?p=578</guid>
<description><![CDATA[



http://www.lanacion.com.ar/cultura/nota.asp?nota_id=982996 



Así opina el penalista catalán ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://humanobsas.wordpress.com/files/2008/02/mir3c1.jpg" title="mir3c1.jpg"><img src="http://humanobsas.wordpress.com/files/2008/02/mir3c1.jpg" alt="mir3c1.jpg" /></a></p>
<table border="0" width="468" cellPadding="0" cellSpacing="0" style="width:351pt;" class="MsoNormalTable">
<tr>
<td width="468" style="width:351pt;background-color:transparent;border:#bbbbbb 1pt dashed;padding:0;">
<p style="line-height:15.6pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a target="_blank" href="http://www.lanacion.com.ar/cultura/nota.asp?nota_id=982996&#38;origen=amigoenvio"><span style="color:windowtext;">http://www.lanacion.com.ar/cultura/nota.asp?nota_id=982996 </span></a></span><span style="font-size:7.5pt;font-family:Verdana;"></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="468" style="width:351pt;background-color:transparent;border:#bbbbbb 1pt dashed;padding:0;"><b><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Así opina el penalista catalán Mir Puig</span></b><span style="font-size:7.5pt;font-family:Verdana;"></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="468" style="width:351pt;background-color:transparent;border:#bbbbbb 1pt dashed;padding:0;"><span style="font-size:7.5pt;font-family:Verdana;"> </span></td>
</tr>
<tr>
<td width="468" style="width:351pt;background-color:transparent;border:#bbbbbb 1pt dashed;padding:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">"No estamos yendo por el camino correcto para enfrentar el crimen y, por lo tanto, no estamos ganándole la guerra a la delincuencia. Aumentar las penas a los delincuentes no sirve para nada." </span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Quien lo afirma, Santiago Mir Puig, se ha dedicado al estudio de la pena y el delito en el Estado social y democrático de derecho. Todo un tema en un contexto de sociedades cada vez más complejas, donde los ciudadanos se sienten indefensos frente al auge de la delincuencia, a nuevas modalidades de la criminalidad y a un debate por ahora abierto entre los llamados garantistas y quienes reclaman leyes cada vez más duras.</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">La inseguridad pública es un tema omnipresente en la vida de los argentinos, pero se trata de un problema global y no son pocos los expertos que no dudan en catalogar la inseguridad como el gran tema del futuro en la sociedad occidental.</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">El catalán Mir Puig es un reconocido abogado, especialista en derecho penal y doctor en derecho de la Universidad Autónoma de Barcelona. Catedrático de derecho penal, ex decano y actual director del Departamento de Derecho Penal de la Universidad Autónoma de Barcelona, y uno de los catedráticos más reconocidos del derecho penal en el nivel mundial.</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Ha publicado un Tratado de Derecho Penal y varios libros sobre temas relacionados con pena y delito y la discusión acerca del agravamiento y la ejecución de las condenas o la punibilidad de los menores.</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">De paso por la Argentina, invitado por el Departamento de Derecho y Ciencia Política de la Universidad Nacional de La Matanza para exponer en el Primer Seminario Internacional de Derecho Penal, el especialista español criticó la tendencia internacional de endurecer las leyes penales, destacó la importancia de una actuación eficaz de la policía y aseguró que el éxito del derecho penal no hay que medirlo respecto de los delitos que se cometen, sino de los que no se cometen.</span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">La percepción generalizada es que la delincuencia crece y que no se hace lo suficiente para controlarla </span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">La sensación que tenemos los que nos ocupamos de este problema es que no vamos por el camino correcto. No estamos ganando la guerra contra la delincuencia.</span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">¿Coincide con quienes dicen que no por endurecer las penas van a disminuir los delitos? </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Yo coincido con quienes sostienen que la eficacia de la pena no está en su gravedad, sino en su certeza. Es decir, lo verdaderamente eficaz es que se aplique el derecho penal, que se detenga a los delincuentes, no que se les aplique más o menos pena. Porque, en general, el delincuente tiene grandes expectativas de no ser descubierto, confía en no ser descubierto. Si uno analiza un tipo de delito muy frecuente, como es el robo, es válido preguntarse si tendría sentido para el ladrón cometer el delito si estuviera seguro de que, indefectiblemente, va a ser detenido. Si roba es porque espera no ser detenido.</span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">¿Las estadísticas demuestran que existe este optimismo del criminal? </span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Por lo menos en España (y en todos lados es parecido), se calcula que para detener por primera vez a un ladrón hace falta que cometa un promedio de veinte robos. Hay una gran parte de los delitos que no se descubren.</span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">¿Es éste uno de los motivos que ha llevado a un aumento de la percepción de que hay un crecimiento del delito y, por lo tanto, al creciente reclamo de seguridad? </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-Es un tema complicado. Usted misma ha hablado de un aumento de la percepción de crecimiento de la criminalidad. Pero no siempre queda claro si esto va de la mano de la realidad. De hecho, ese aumento de la percepción ya ha llevado a que muchos Estados modifiquen sus leyes penales. Y, sin embargo, los delitos siguen existiendo. Por lo pronto, hay que decir que este incremento puede que no sea tan espectacular como la gente cree. En España, las estadísticas demuestran un crecimiento levemente sostenido, paulatino, pero no espectacular. Por ejemplo, si crece el parque automotor, va a haber más accidentes. Si crecen las fábricas, van a haber más problemas de contaminación del medio ambiente. Eso es natural, porque, en forma concomitante al crecimiento general, hay nuevas variables que antes no existían. Droga, criminalidad organizada, lavado de dinero. Delitos más sofisticados, si se quiere.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-Lo que se percibe de manera evidente es que hay una mayor crispación por parte de la gente ante los casos de inseguridad...</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-Es cierto, pero esto se explica, en buena medida, por el creciente tratamiento que le dan al tema los medios de comunicación a los delitos más impactantes, como los asesinatos, los abusos sexuales, las violaciones. Sin embargo, el número de estos delitos es pequeño con relación al panorama general de la criminalidad. Los llamados delitos de sangre son pocos. No se pueden ni comparar con los dos grandes apartados de la delincuencia española, que son el robo a la propiedad y el tráfico de drogas.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-¿El derecho penal puede contribuir a una mayor seguridad en la sociedad? </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-Diría que no. No es su función, y ahí está la confusión de la gente. El derecho penal no acabará con la delincuencia ni podrá evitar que crezca, pero sí es cierto que, sin derecho penal, posiblemente habría muchos más delitos. El éxito del derecho penal no hay que medirlo respecto de los delitos que se cometen, sino de los que no se cometen, es decir, con relación al sentido de protección contra los delitos que otorga. De hecho, muchísimas personas no cometen delitos porque hay un derecho penal. Porque reconozcámoslo: Dios está un poco lejos. Lo primero con que se encuentra uno es con las consecuencias aquí en la Tierra... La pena de prisión, que es el centro de nuestro sistema penal, es la única amenaza que la gente toma en serio.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-¿Una policía eficaz reduce el número de delincuentes? </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-El tema número uno de la política penal actual es conseguir una policía no corrupta, que no genere delitos. La policía tiene que actuar dentro de la legalidad y no generar delincuencia. Es mucho más eficaz una policía que funcione descubriendo delincuentes que poner más pena al mismo delito; si pongo más pena y no lo persigo no sirve para nada. Ahora, ciertamente, es más barato, porque aumentar una pena es barato. Por eso todas las campañas políticas tienen plataformas de derecho penal en sus agendas. Todos los políticos prometen la solución. Efectivamente, los partidos comprenden que es un punto que interesa a la población y que hacer promesas en ese sentido les va a dar votos. Lo hacen los partidos de izquierda y de derecha. Digamos que es una manera bastante segura y barata de ganar votos. Los electores están sensibilizados porque o son víctimas de delitos o tienen miedo de serlo. A la gente le impacta mucho cualquier noticia sobre delitos violentos. Prestan mucha atención a la noticia que se da sobre eso. Los medios tratan de informar sobre esto porque saben que esto vende. El miedo es una pulsión muy importante del ser humano y ahí está, amplificando el problema.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-¿Qué haría, </span></b><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">como abogado penalista, con un chico de 12 años que mata a otro? </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-Hay que tomar medidas, pero que vean al menor como una víctima también, porque lo es. Este punto de vista lo tiene cualquiera que se encuentre con el problema en su familia. Lo que pasa es que, a mayor nivel social, hay mayor ocultamiento o protección. A ese niño o adolescente es necesario tratarlo, educarlo y ver qué problemática lo ha llevado a actuar de ese modo. Posiblemente proviene de una familia desestructurada, de una comunidad donde priman condiciones de vida adversas.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-¿El mapa del delito se distribuye de manera equitativa entre ricos y pobres? </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-Claro que no: siempre pierden los pobres. Para los delincuentes, suele ser más fácil atacar a un pobre. Los ricos tienen mayores recursos para protegerse. Sin embargo, son los que más se quejan. Basta con visitar las cárceles y ver quiénes están ahí. La muestra social que se ve ahí adentro no se corresponde con lo que se ve en la calle. En una sociedad en la que hay desigualdad, los que tienen más siempre encontraran más posibilidades de resolver sus problemas, cualquiera que sean.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-¿No se piensa más ahora en los derechos del delincuente? ¿No aumenta eso la sensación de inseguridad y de desprotección de los ciudadanos? </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-Un Estado de Derecho tiene que combinar garantías con eficacia. El derecho penal tiene la función de proteger a la sociedad y prevenir delitos sin renunciar a determinadas garantías para los acusados. Porque, además, es cierto que cualquiera de nosotros puede verse acusado injustamente por un delito. Por lo tanto, debe tener posibilidad de defenderse frente a este tipo de situaciones. También es cierto que cuando se endurece la persecución de los delitos se cometen muchos errores.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Por Carmen María Ramos<br />
Para LA NACION </span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"></span></td>
</tr>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[coisas que me espantam]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/?p=104</link>
<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 11:00:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Desde a sua fundação, o BCP foi paradigma de visão estratégica, boa gestão e inovação. Houve,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Desde a sua fundação, o BCP foi paradigma de visão estratégica, boa gestão e inovação. Houve, também desde o início, a polémica ligação com a Opus Dei e a (concomitante?) descriminação sexual ao não empregar mulheres por uma questão de produtividade. Porém, a imagem que vingou foi a da grande empresa que revolucionou a banca portuguesa e criou padrões de excelência, nomeadamente nos recursos humanos.<!--more--></p>
<p>Agora que que as <a href="http://dn.sapo.pt/2008/01/25/dnbolsa/processo_contra_ja_esta_fase_acusaca.html">coisas estão como estão</a>, quando um simples como eu se interroga sobre estas magnas questões frente a um terminal multibanco, é natural que se pergunte: <em>mas como foi possível acontecer tudo isso e ninguém saber só mesmo no fim e sei lá o que mais virá?</em></p>
<p>Ora, duas ou três noites atrás, estava este simples a saltitar entre os canais de notícias e no sossego do lar, quando escuta alguém que parece saber do que fala dizer qualquer coisa assim: "o problema radica, desde logo, na própria estrutura da gestão do BCP, pois todos os administradores eram administradores executivos, não havia nem controle, nem fiscalização independente, etc, etc." Tudo noções muito acima dos meus calcanhares, mas que me levou as lágrimas aos olhos quando, ao fim de tantos anos, percebi que o BCP tinha no seu código genético a marca da sua própria "destruição" . E, do modo desassombrado como falou quem falava, bem patente para quem tivesse alguns rudimentos de gestão de empresas.</p>
<p>Ou seja, mais um mito nacional a juntar ao da batalha de Ourique, à da manhã de nevoeiro donde regressará D.Sebastião, ao do recatado professor de Santa Comba Dão e ao do aeroporto da Ota.</p>
<p>Todavia, tenho de me deixar de falsas modéstias e admitir que desde sempre (melhor dizendo, desde que o BCP existe) desconfiei das competências de <em>management </em>dos seus administradores por causa da fobia ao trabalho feminino. Bem sei que sou suspeito ao falar disto, já que minha mãe é mulher, assim como a mulher que amo e, até, minha filha também é. Certamente, com outra experiência de vida um administrador pode chegar à conclusão de que as mulheres são criaturas com insuficiências e mácula bastantes para se poder confiar responsabilidades ao nível bancário e financeiro.</p>
<p>O que me faz recordar uma conversa (na verdade, um monólogo) com um taxista (não, não é clichê) faz mais duma década, em que ele afirmava ser muito simples a solução do problema do desemprego: bastava as mulheres deixarem de trabalhar e ficarem em casa. Devo confessar que a clareza do raciocínio e a evidência da demonstração da chave para uma das maiores dores de cabeça de qualquer governo, deixou-me esmagado. Pensando nisso, até fico desejando que ele seja um desses milhares de pequenos accionistas do BCP.   </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[JANEIRO]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2008/01/02/janeiro/</link>
<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 22:31:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Janeiro quente
 Traz o diabo no ventre
(vox populi)
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em>Janeiro quente</em></p>
<p align="center"><em> Traz o diabo no ventre</em></p>
<p align="center">(vox populi)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[barros basto (1887-1961)]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2007/12/18/barros-basto-1887-1961/</link>
<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 13:37:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Para alguns, a memória ainda é viva e a injustiça sempre presente. Para os restantes é uma int]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em>Para alguns,<a href="http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&#38;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&#38;subsec=&#38;id=ad42165e372c881fc5552d248b0b3503"> a memória ainda é viva e a injustiça sempre presente</a>. Para os restantes é uma interpelação, uma oportunidade de tomarem conhecimento...<em>e assim fazerem justiça ao seu nome, carreira e honra. </em>(<a href="http://www.petitiononline.com/benrosh/petition.html">aqui</a>)</p>
<p>"(...) E são estes os indícios que hão-de inutilizar um capitão do Exército com uma já longa folha de serviço exemplar? Entendo que não e que são horas de terminar esta miséria. Nestes termos e por estes fundamentos, em meu parecer se assim for entendido, deve o processo ser mandado arquivar." (o juiz auditor do Tribunal Militar Alfredo A. Fonseca Bordalo, a 8 de Março de 1937, citação retirada de <a href="http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=31218"><u>Ben-Rosh, Biografia do capitão Barros Basto, O apóstolo dos Marranos</u> autoria de Elvira Azevedo Mea e Inácio Steinhardt ed.Afrontamento 1997</a>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[correndo o risco de ser chato...]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2007/11/26/correndo-o-risco-de-ser-chato/</link>
<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 22:01:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2007/11/26/correndo-o-risco-de-ser-chato/</guid>
<description><![CDATA[&#8230;mas, ou ando muito distraído, ou perdi mesmo todas as notícias e debates nos noticiários d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>...mas, ou ando muito distraído, ou perdi mesmo todas as notícias e debates nos noticiários dos principais canais televisivos sobre <a href="http://jn.sapo.pt/2007/11/23/primeiro_plano/vozes_norte_contestam_obstaculos_ana.html">este assunto</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[a causa dos beatos]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2007/10/29/a-causa-dos-beatos/</link>
<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 13:56:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2007/10/29/a-causa-dos-beatos/</guid>
<description><![CDATA[Vai por aí um certo escândalo pela &#8220;beatificação&#8221; dumas centenas de espanhóis duran]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Vai por aí um certo escândalo pela "beatificação" dumas centenas de espanhóis durante a Guerra Civil Espanhola.  Como não sou católico, não se me oferece dizer nada em causa própria, porém espanta-me tantos santos, beatos e quejandos ao longo do sec.XX, um século que sofre o labéu de "materialista" e alheio às coisas divinas. <!--more--></p>
<p>Lá está, quando falo de <em>santidade</em> e similares também não sei do que estou a falar, mas parece-me nunca ter havido um tempo de <em>santidade</em> (quantitativamente falando) como o passado século.</p>
<p>Ouvindo quem sabe:</p>
<p><a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=52317&#38;seccaoid=4&#38;tipoid=32">são "um apelo premente à unidade, à paz, ao reconhecimento e ao respeito por cada ser humano, ao diálogo, à mão estendida, ao perdão e à reconciliação entre todos"</a> (Arcebispo de Toledo e Primaz de Espanha, Cardeal Antonio Cañizares)</p>
<p>"<a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=52317&#38;seccaoid=4&#38;tipoid=32">as palavras e gestos de perdão dos mártires para com os seus perseguidores nos levem a trabalhar, sem cessar, pela misericórdia, reconciliação e coexistência pacífica"</a> (Papa Bento XVI)</p>
<p>"<em>Paz</em>", "<em>respeito por cada ser humano</em>", "<em>reconciliação entre todos</em>"?! "<em>Reconciliação e coexistência pacífica</em>"?!</p>
<p>Assim dito, até suspeito que a Igreja Católica está a lançar a responsabilidade pela morte dos beatos sobre os franquistas, que por muito menos mataram muitos mais. É que eu, do pouco que conheço da Guerra Civil, não tenho dúvidas das responsabilidades do "lado" republicano sobre estas mortes, mas também sei que um exame mais detalhado leva a conclusões menos simplistas e bem mais problemáticas.</p>
<p>E é a própria Igreja Católica a evitar essas comparações quando o Secretário de Estado Bertone afirma: <a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=52317&#38;seccaoid=4&#38;tipoid=32">"não foram propostos à veneração do povo de Deus pelas suas implicações políticas, nem para lutar contra quem quer que seja, mas para oferecer a sua existência como testemunho de amor a Cristo"</a>.</p>
<p>Como também desconheço tudo sobre a identidade e biografia dos beatos, fico desconfiado se os padres bascos, que lutaram e morreram pelo lado da República, não o fizeram, e ao contrário dos beatos, "como testemunho de amor a Cristo" (deviam ser outras as razões).</p>
<p>Isto faz-me pensar, ainda, se o "martírio" (uma palavra muito na moda neste sec.XXI, é curioso) dos beatos  também não teria menos a ver com "amor" e mais com as realidades mesquinhas do momento (mas essa é outra daquelas coisas que nos levariam tão longe e por tãos ínvios caminhos, que é melhor não complicar).</p>
<p>Afinal, já no sec.IX e na Córdova do califado Omeya, surgiram uns candidatos ao martírio que se celebrizaram por insultarem publicamente Maomé e publicarem textos anti-muçulmanos. Como a liberdade de expressão já era algo limitada, as autoridades fizeram-lhes a vontade, e como diria o cardeal Saraiva Martins <a href="http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=52312&#38;seccaoid=4&#38;tipoid=217">“Se se perdesse a memória dos cristãos que sacrificaram a vida para confessar a fé, o tempo presente, com seus projectos e ideais, perderia uma preciosa componente, já que os grandes valores humanos e religiosos deixariam de estar corroborados por um testemunho concreto, inscrito na história”.</a></p>
<p>Talvez por isso, vem-me vagamente à ideia uns textos camilianos onde abundam frades miguelistas de espingarda ou cacete na mão, defendendo a fé e o senhor rei D.Miguel. Também foram tempos duma Guerra Civil, também é justo recorda-los neste momento.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[guerra colonial na RTP]]></title>
<link>http://novomundo3.wordpress.com/2007/10/17/guerra-colonial-na-rtp/</link>
<pubDate>Wed, 17 Oct 2007 09:59:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>pepe</dc:creator>
<guid>http://novomundo3.wordpress.com/2007/10/17/guerra-colonial-na-rtp/</guid>
<description><![CDATA[Gostei do que vi no documentário de Joaquim Furtado na RTP: abundantes imagens de arquivo contextua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do que vi no documentário de Joaquim Furtado na RTP: abundantes imagens de arquivo contextualizadas por uma locução sóbria e pelo testemunho dos actores dos acontecimentos.</p>
<p>E quando digo actores são mesmo actores, ainda que muito secundários: <!--more-->homens que pegaram em armas, atravessaram matas e picadas, de ambos os lados dum combate que se veio a revelar inglório e trágico, tanto para o Portugal colonial, como para as futuras nações africanas independentes. Registar a memória viva dessas pessoas, já no sec.XXI, e pô-las em diálogo com a História é o maior serviço público que se pode desejar num país que esteve envolvido numa guerra, há pouco mais de trinta anos,  mobilizando os seus melhores recursos (os humanos, pois claro!).</p>
<p>Curioso como a memória desta guerra ainda está recalcada no nosso imaginário colectivo: muitas das vezes que sou levado a recorda-la em propostas de ficção ou em alusões históricas é na perspectiva daqueles que a trazem marcada no corpo e no espírito. Mas e o resto da população que sofreu suas consequências? Que sentem hoje, como interpretam o que viveram então?</p>
<p>A guerra começou antes de eu nascer e terminou pouco depois de fazer doze anos. Creio que só um primo meu chegou a partir para Angola, recém-casado, prestando um serviço militar longo (creio que três anos) e em combates. Dele e da família ficaram-me as lembranças mais vivas das angústias desse tempo. Também recordo, em especial, a ansiedade duma vizinha que vinha a nossa casa levantar o "carbograma" (era assim que se chamavam a umas folhas amareladas usadas para a correspondência e agora que escrevo acho que seria o papel de carta dado aos militares, com cópia para entregar à Censura...seria?), enviado pelo filho mais velho algures em Angola.</p>
<p>O que tenho mais nítido era a precupação geral em "livrar" os filhos da tropa, fosse adiando a incorporação fazendo-os entrar na Universidade, fosse por expedientes menos óbvios. Como meu irmão mais velho fez 15 anos em Março de 1974, essa já era uma preocupação que os meus Pais manifestavam e que deixaram logo de ter. </p>
<p>E tenho uma muito vaga ideia de ouvir falar de alguém que "tinha arruinado a vida", fugindo do país para não ir à tropa ("nunca mais vai poder voltar" era o lamento em coro que registei, não a acusação de covardia ou traição). Já me recordo bem do meu Pai trocar livros "proibidos" com alguns amigos, geralmente edições em francês, sobre a guerra. Muito tempo depois, ao ler um desses livros, fiquei espantado com o seu conteúdo tão pouco revolucionário (mas ao admitir a irreversibilidade dos processos descolonizadores, bastava para se tornar um perigo para o regime).</p>
<p>Viver nesta atmosfera é qualquer coisa de completamente estranho para a geração da minha filha, hoje com 15 anos, para quem este periodo da história do seu país é tão distante, ou mais, do que para mim é a IIª Guerra Mundial. Quando falamos de guerras, em Portugal, falamos como um fenómeno do passado remoto ou de remotas regiões do mundo, mas a guerra colonial faz parte do código genético do golpe de estado que está na origem da sociedade democrática, pacífica e (relativamente) próspera em que vivemos. E marcou de modo variável alguns milhões de portugueses ainda vivos.</p>
<p>Ainda há nostálgicos do Salazarismo que recordam com gratidão o homem que nos "salvou" da IIª Grande Guerra! Dezasseis anos depois do final desta, o grande homem encurralou os militares portugueses num conflito armado em Goa que só não foi trágico porque o responsável no local teve a coragem de não levar as ordens superiores à risca.</p>
<p>Ora, um dos aspectos que ficaram bem evidentes no 1º episódio do documentário foi o completo desconhecimento, em Luanda e em Lisboa, das actividades de preparação duma guerra de guerrilha no norte de Angola, fronteira com o acabado-de-descolonizar ex-Congo Belga! Pelo que ouvi ontem, as forças armadas portuguesas em Angola estavam mais vocacionadas para um conflito europeu entre os dois blocos mundiais, do que para o que veio enfrentar e era previsível: uma guerrilha em luta pela independência. É caso para perguntar se a PIDE chegou a existir...</p>
<p>Ontem também vi o que nunca havia visto: manif's de protesto, em Luanda e em Lisboa, contra os Estados Unidos e a sua política a favor da descolonização. Já conhecia as manif's do regime, ordeiras, muito concorridas, como a de agradecimento a Salazar por ter, precisamente, "salvo" Portugal da guerra (a outra, a IIª Grande Guerra). Mas quando vi, na de Luanda, um automóvel do consulado americano ser vandalizado pelos manifestantes, vieram-me à memória as cenas pós-25 de Abril frente à embaixada de Espanha, em Lisboa. Também apreciei o sentido de humor de alguns panos da manif' em Lisboa, reclamando a descolonização dos índios americanos, o que também me levou a comparar com o sentido lúdico das manif' s que vieram, anos depois, a se fazer nos próprios Estados Unidos contra a guerra do Viet-nam.</p>
<p>Mas o que me deu gozo, mesmo, foi nesse desfile de Lisboa, inícios dos anos 60, ver um manifestante escaqueirar uma montra à marretada (não percebi se era de alguma empresa americana) e surgir o típico polícia português de cassetete na mão, a encaminha-lo novamente para o desfile, sem dar as bordoadas da praxe, nem o detendo para identificação.</p>
<p>Só por este pormenor, valeu o episódio de ontem.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dr. Adolfo Vásquez Rocca Profesor de Periodismo ]]></title>
<link>http://humanobsas.wordpress.com/2007/08/21/dr-adolfo-vasquez-rocca-profesor-de-periodismo/</link>
<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 03:10:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo Sai</dc:creator>
<guid>http://humanobsas.wordpress.com/2007/08/21/dr-adolfo-vasquez-rocca-profesor-de-periodismo/</guid>
<description><![CDATA[ 
 Dr. Adolfo Vásquez Rocca Profesor de Periodismo UNAB publica en Madrid.
Fuente:
Escuela de Com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><font size="4"><a href="http://humanobsas.wordpress.com/files/2007/08/new-2007-adolfo-vasquez-rocca-unab-casona.jpg" title="new-2007-adolfo-vasquez-rocca-unab-casona.jpg"><img src="http://humanobsas.wordpress.com/files/2007/08/new-2007-adolfo-vasquez-rocca-unab-casona.thumbnail.jpg" alt="new-2007-adolfo-vasquez-rocca-unab-casona.jpg" /></a> </font></p>
<p><font size="4"> </font><font size="4">Dr. Adolfo Vásquez Rocca Profesor de Periodismo UNAB publica en Madrid.</p>
<p></font><font size="2">Fuente:</font><font size="4"></p>
<p></font>Escuela de Comunicación - Universidad Andrés Bello- UNAB 2007</p>
<p align="center"><a target="_blank" href="http://www.joomla.org/"></a></p>
<p><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;"><a target="_blank" href="http://comunicacion.unab.cl/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=97">http://comunicacion.unab.cl/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=97</a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;"><span style="font-weight:bold;"></span><br />
</span></p>
<p style="font-weight:bold;"><font size="4"><span style="font-size:10pt;">Adolfo Vásquez Rocca, profesor de Fundamentos Culturales de la Comunicación, de la Carrera de Periodismo, publica en <em>Nómadas</em>, Revista Crítica de Ciencias Sociales y Jurídicas, de la Universidad Complutense de Madrid. </span></font></p>
<p style="font-weight:bold;"><font size="4"><span style="font-size:10pt;">En su número 16, de julio a diciembre del 2007 podemos encontrar los siguientes artículos:</span></font></p>
<p style="font-weight:bold;"><font size="4"><span style="font-size:10pt;"><a target="_blank" href="http://www.ucm.es/info/nomadas/CV/avrocca.htm" title="http://www.ucm.es/info/nomadas/CV/avrocca.htm"><strong><span>Adolfo Vásquez Rocca</span></strong> </a><a target="_blank" href="http://www.ucm.es/info/nomadas/CV/avrocca.htm" title="http://www.ucm.es/info/nomadas/CV/avrocca.htm"><span>[UNIVERSIDAD CATÓLICA DE VALPARAISO - UNIVERSIDAD COMPLUTENSE DE MADRID] </span></a><br />
[181-189] <a target="_blank" href="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/index_b.html" title="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/index_b.html">  <!-- D(["mb"," \u003c/a\&#62;\u003ca href\u003d\"http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_baudrillard.pdf\" title\u003d\"http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_baudrillard.pdf\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;\n\u003cem\&#62;\u003cspan\&#62;Baudrillard: Cultura, simulacro y régimen de mortandad en el Sistema de los objetos\u003c/span\&#62;\u003c/em\&#62;\u003c/a\&#62;\u003cbr\&#62; [191-196] \u003ca href\u003d\"http://www.ucm.es/info/nomadas/16/index_b.html\" title\u003d\"http://www.ucm.es/info/nomadas/16/index_b.html\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;\n \u003c/a\&#62;\u003ca href\u003d\"http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_nietzschederrida.pdf\" title\u003d\"http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_nietzschederrida.pdf\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;\u003cem\&#62;\u003cspan\&#62;Nietzsche y Derrida: De la voluntad de ilusión a la Mitología blanca\n\u003c/span\&#62;\u003c/em\&#62;\u003c/a\&#62;\u003cbr\&#62; [197-203] \u003ca href\u003d\"http://www.ucm.es/info/nomadas/16/index_b.html\" title\u003d\"http://www.ucm.es/info/nomadas/16/index_b.html\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62; \u003c/a\&#62;\u003ca href\u003d\"http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_sobremodernidad.pdf\" title\u003d\"http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_sobremodernidad.pdf\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;\n\u003cem\&#62;\u003cspan\&#62;El vértigo de la sobremodernidad: &#34;no lugares&#34;, espacios públicos y figuras del anonimato\u003c/span\&#62;\u003c/em\&#62;\u003c/a\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/font\&#62;\u003c/p\&#62;  \n\n\u003ctable border\u003d\"0\" cellpadding\u003d\"4\" cellspacing\u003d\"1\" width\u003d\"100%\"\&#62;\u003ctbody\&#62;\u003ctr\&#62;\u003ctd\&#62;Comentario[s]\u003c/td\&#62;\u003c/tr\&#62;\u003ctr\&#62;\u003ctd valign\u003d\"top\"\&#62;\u003ca name\u003d\"11484aa0907a221d_akocomment122\"\&#62;\u003c/a\&#62;\u003cb\&#62;Gestión Editorial y Publicaciones del Pr\n\u003c/b\&#62;\u003cbr\&#62;\u003cspan\&#62;Escrito por Invitado el 2007-08-20 12:21:51\u003c/span\&#62;\u003chr\&#62;\u003cfont size\u003d\"2\"\&#62;El\nDr. Adolfo Vásquez Rocca -Profesor de Fundamentos Culturales de la\nComunicación, de la Carrera de Periodismo, realiza una importante\ngestión Editorial que potencia su rol Docente en la Escuela de\nComunicación, entre la que destaca la dirección de REVISTA\nOBSERVACIONES FILOSOFICAS:  \u003cbr\&#62;Revista de Filosofía Contemporánea, con\nsecciones dedicadas a la Antropología, Estética, Epistemología, Ética,\nPsicología y Literatura. Indexada en Base de Datos de la Universidad\nComplutense de Madrid; DOAJ - Directory of Open Access Journals - Lund\nUniversity; INTUTE Arts and Humanities UK universities. Catalogada en\n",1] );  //--> </a><a target="_blank" href="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_baudrillard.pdf" title="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_baudrillard.pdf"><em><span>Baudrillard: Cultura, simulacro y régimen de mortandad en el Sistema de los objetos</span></em></a><br />
[191-196] <a target="_blank" href="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/index_b.html" title="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/index_b.html"> </a><a target="_blank" href="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_nietzschederrida.pdf" title="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_nietzschederrida.pdf"><em><span>Nietzsche y Derrida: De la voluntad de ilusión a la Mitología blanca </span></em></a><br />
[197-203] <a target="_blank" href="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/index_b.html" title="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/index_b.html"> </a><a target="_blank" href="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_sobremodernidad.pdf" title="http://www.ucm.es/info/nomadas/16/avrocca_sobremodernidad.pdf"><em><span>El vértigo de la sobremodernidad: "no lugares", espacios públicos y figuras del anonimato</span></em></a></span></font></p>
<table border="0" width="100%" cellPadding="4" cellSpacing="1">
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<td>Comentario[s]</td>
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<td vAlign="top"><a name="11484aa0907a221d_akocomment122"></a><strong>Gestión Editorial y Publicaciones del Pr </strong><br />
<span>Escrito por Invitado el 2007-08-20 12:21:51</span><br />
<hr /><font size="2">El Dr. Adolfo Vásquez Rocca -Profesor de Fundamentos Culturales de la Comunicación, de la Carrera de Periodismo, realiza una importante gestión Editorial que potencia su rol Docente en la Escuela de Comunicación, entre la que destaca la dirección de REVISTA OBSERVACIONES FILOSOFICAS:  <br />
Revista de Filosofía Contemporánea, con secciones dedicadas a la Antropología, Estética, Epistemología, Ética, Psicología y Literatura. Indexada en Base de Datos de la Universidad Complutense de Madrid; DOAJ - Directory of Open Access Journals - Lund University; INTUTE Arts and Humanities UK universities. Catalogada en  <!-- D(["mb","UNIVERSIA.net Directorio de la Conferencia de Rectores de Universidades\nEspañolas y el Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC);\nDIALNET Directorio de publicaciones científicas hispanoamericanas;\nLATINDEX Sistema de Publicaciones Científicas Seriadas de América\nLatina, España y Portugal. En BIBLIOTECA VIRTUAL MIGUEL DE CERVANTES;\nLes Signets de la BIBLIOTHÈQUE NATIONALE DE FRANCE: Philosophie, Revues\ny Centre d&#39;Études en Rhétorique, Philosophie et Historie des Idées,\nParis. Asociada al Postgrado en Filosofía - Pontificia Universidad\nCatólica de Valparaíso y al Grupo THEORIA Proyecto europeo de\nInvestigaciones de Postgrado. \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Además de esta Revista, la\ngestión editorial y producción investigadora del prof. Vásquez Rocca se\ndesarrolla en los siguientes medios: \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Secretario de Redacción de Philosophica, Revista del Instituto de Filosofía de la PUCV. ISSN0716–1913 \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Editor\nAsociado de Psikeba, Revista de Psicoanálisis y Estudios Culturales,\nBuenos Aires, ISSN 1850-339X \u003ca href\u003d\"http://www.psikeba.com.ar\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;http://www.psikeba.com.ar\u003c/a\&#62; \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Miembro de la Federación Internacional de Archivos Fílmicos (FIAF) con sede en Bruselas, Bélgica.  \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Miembro del Consejo de Redacción de Revista Homines –Arte y Cultura– MA-739-2004, Málaga, España. \n\u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Miembro\ndel Consejo Editorial Internacional de la Fundación Ética Mundial de\nMéxico, \u003ca href\u003d\"http://www.eticamundial.com.mx/fundacion.html\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;http://www.eticamundial.com.mx\u003cWBR\&#62;/fundacion.html\u003c/a\&#62; \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Miembro\ndel Consejo Editorial Internacional de &#39;Cuadernos del Seminario&#39; -\nRevista del Seminario del Espacio ISSN 0718-4247 Vicerrectoría de\nInvestigación y Estudios Avanzados Pontificia Universidad Católica de\nValparaíso. \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Miembro del Consejo Editorial de Escáner Cultural - Revista de Arte Contemporáneo y nuevas tendencias, Santiago. \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Director\ndel Consejo Consultivo Internacional de Konvergencias, Revista de\nFilosofía y Culturas en Diálogo, Argentina. ISSN 1669-9092\n",1] );  //--> UNIVERSIA.net Directorio de la Conferencia de Rectores de Universidades Españolas y el Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC); DIALNET Directorio de publicaciones científicas hispanoamericanas; LATINDEX Sistema de Publicaciones Científicas Seriadas de América Latina, España y Portugal. En BIBLIOTECA VIRTUAL MIGUEL DE CERVANTES; Les Signets de la BIBLIOTHÈQUE NATIONALE DE FRANCE: Philosophie, Revues y Centre d'Études en Rhétorique, Philosophie et Historie des Idées, Paris. Asociada al Postgrado en Filosofía - Pontificia Universidad Católica de Valparaíso y al Grupo THEORIA Proyecto europeo de Investigaciones de Postgrado. <br />
 <br />
Además de esta Revista, la gestión editorial y producción investigadora del prof. Vásquez Rocca se desarrolla en los siguientes medios: <br />
 <br />
Secretario de Redacción de Philosophica, Revista del Instituto de Filosofía de la PUCV. ISSN0716–1913 <br />
 <br />
Editor Asociado de Psikeba, Revista de Psicoanálisis y Estudios Culturales, Buenos Aires, ISSN 1850-339X <a target="_blank" href="http://www.psikeba.com.ar/">http://www.psikeba.com.ar</a> <br />
 <br />
Miembro de la Federación Internacional de Archivos Fílmicos (FIAF) con sede en Bruselas, Bélgica.  <br />
 <br />
Miembro del Consejo de Redacción de Revista Homines –Arte y Cultura– MA-739-2004, Málaga, España. <br />
 <br />
Miembro del Consejo Editorial Internacional de la Fundación Ética Mundial de México, <a target="_blank" href="http://www.eticamundial.com.mx/fundacion.html">http://www.eticamundial.com.mx/fundacion.html</a> <br />
 <br />
Miembro del Consejo Editorial Internacional de 'Cuadernos del Seminario' - Revista del Seminario del Espacio ISSN 0718-4247 Vicerrectoría de Investigación y Estudios Avanzados Pontificia Universidad Católica de Valparaíso. <br />
 <br />
Miembro del Consejo Editorial de Escáner Cultural - Revista de Arte Contemporáneo y nuevas tendencias, Santiago. <br />
 <br />
Director del Consejo Consultivo Internacional de Konvergencias, Revista de Filosofía y Culturas en Diálogo, Argentina. ISSN 1669-9092  <!-- D(["mb","\u003ca href\u003d\"http://www.konvergencias.net/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;http://www.konvergencias.net/\u003c/a\&#62; \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Columnista y colaborador permanente en Staff de Revistas y publicaciones españolas, entre las que se cuentan: \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;A PARTE REI ISSN: 1137-8204 -Revista de la Sociedad de Estudios Filosóficos de Madrid- \n\u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;NÓMADAS Revista Crítica de Ciencias Sociales y Jurídicas ISSN 1578-6730 - Universidad Complutense de Madrid. \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;EIKASIA   Revista de Filosofía, ISSN 1885-5679 - Oviedo,  España \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;DEBATS  Revista de Filosofía y crítica cultural, ISSN 0212-0585, Institució Alfons el   Magnànim, Valencia. \n\u003c/font\&#62;\u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;\u003cfont size\u003d\"2\"\&#62;Atte. \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Lic. Rosa Aksenchuk -  \u003cbr\&#62;Universidad de Buenos Aires \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Editora asociada y Asistente Ejecutiva de Revista Observaciones Filosóficas. \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;Directora de PSIKEBA -  \u003cbr\&#62;\nRevista de Estudios Culturales, Buenos Aires. \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;\u003ca href\u003d\"http://www.psikeba.com.ar/RA/autor.htm\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;http://www.psikeba.com.ar/RA\u003cWBR\&#62;/autor.htm\u003c/a\&#62;\u003c/font\&#62;\u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62; \u003cbr\&#62;\u003ca href\u003d\"mailto:rosak@speedy.com.ar\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;\u003cbr\&#62;\u003c/a\&#62;\u003c/td\&#62;\u003c/tr\&#62;\n\u003c/tbody\&#62;\u003c/table\&#62;\u003cbr\&#62;\u003cbr\&#62;\u003cbr\&#62;\u003cbr\&#62;\u003cbr clear\u003d\"all\"\&#62;\u003cbr\&#62;-- \u003cbr\&#62;Dr. Adolfo Vásquez Rocca\n",0] );  //--> <a target="_blank" href="http://www.konvergencias.net/">http://www.konvergencias.net/</a> <br />
 <br />
Columnista y colaborador permanente en Staff de Revistas y publicaciones españolas, entre las que se cuentan: <br />
 <br />
A PARTE REI ISSN: 1137-8204 -Revista de la Sociedad de Estudios Filosóficos de Madrid- <br />
 <br />
NÓMADAS Revista Crítica de Ciencias Sociales y Jurídicas ISSN 1578-6730 - Universidad Complutense de Madrid. <br />
 <br />
EIKASIA Revista de Filosofía, ISSN 1885-5679 - Oviedo, España <br />
 <br />
DEBATS Revista de Filosofía y crítica cultural, ISSN 0212-0585, Institució Alfons el Magnànim, Valencia.  </font><br />
 <br />
<font size="2">Atte. <br />
 <br />
Lic. Rosa Aksenchuk -  <br />
Universidad de Buenos Aires <br />
 <br />
Editora asociada y Asistente Ejecutiva de Revista Observaciones Filosóficas. <br />
 <br />
Directora de PSIKEBA -  <br />
Revista de Estudios Culturales, Buenos Aires. <br />
 <br />
<a target="_blank" href="http://www.psikeba.com.ar/RA/autor.htm">http://www.psikeba.com.ar/RA/autor.htm</a></font><br />
 </td>
</tr>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ENCUENTRO SINDICAL DE BASE]]></title>
<link>http://humanobsas.wordpress.com/2007/08/14/encuentro-sindical-de-base/</link>
<pubDate>Tue, 14 Aug 2007 20:53:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo Sai</dc:creator>
<guid>http://humanobsas.wordpress.com/2007/08/14/encuentro-sindical-de-base/</guid>
<description><![CDATA[

Luchar hasta lograr la reincorporación de los despedidos de Acindar 




Al compañero Daniel Tor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p align="center">
<p align="center"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font><font size="+1"><strong><font size="4">Luchar hasta lograr la reincorporación de los despedidos de Acindar</font></strong> </font><font size="3"><br />
</font></p>
</blockquote>
<p align="center">
<p align="center">
<p style="margin-bottom:6pt;text-indent:8.5pt;text-align:justify;"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font><font size="3">Al compañero Daniel Toro (ex delegado) despedido hace 4 meses por oponerse a la burocracia de UOM seccional Matanza y a la patronal de Acindar, hace unas semanas se sumaron cuatro despidos más: un efectivo y tres contratados.<br />
Acindar, actualmente controlada por la firma "Mittal steel", cuenta con una larga historia de explotación, persecución y represión a los obreros. De su directorio fueron parte el General López Aufranc, militar que entrenó torturadores y grupos de tarea. También el mismísimo Martínez de Hoz, ministro de Videla, y el hijo de este último genocida fue abogado de la empresa hasta hace poco tiempo.<br />
Los compañeros del Encuentro Sindical de Base (ESB) - El Mortero venimos apoyando a los trabajadores participando del comité de solidaridad desde el que se organizan distintas actividades y acciones de lucha para lograr la reincorporación de los compañeros despedidos.<br />
Apoyemos a los compañeros despedidos!!<br />
</font></p>
<p style="margin-bottom:6pt;text-indent:8.5pt;text-align:justify;"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font><font size="3">REINCORPORACIÓN DE TODOS LOS DESPEDIDOS YA!<br />
EFECTIVIZACION DE TODOS CON CONTRATADOS<br />
AUMENTO DE SALARIO<br />
</font></p>
<p align="right" style="margin-bottom:6pt;text-indent:8.5pt;text-align:justify;"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font><font size="3">ESB Noroeste</font></p>
<p align="center" style="margin-bottom:6pt;text-indent:8.5pt;text-align:justify;"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font><font size="2">A continuación, reproducimos una carta de los trabajadores despedidos de Acindar, repartida a los compañeros que están dentro de la fábrica:</font></p>
<p align="center" style="margin-bottom:6pt;text-indent:8.5pt;text-align:justify;">&#160;</p>
<p align="center" style="margin-bottom:6pt;text-indent:8.5pt;text-align:justify;"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font><font size="4"><strong>A LOS TRABAJADORES DE ACINDAR</strong></font></p>
<p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Compañeros: los despedidos de Acindar queremos transmitirles nuestro agradecimiento a la solidaridad recibida de los compañeros que comprenden que somos trabajadores con las mismas aspiraciones de vida, y que esto verdaderamente es lo que nos unifica. Esto último es lo que nos marca una gran diferencia de los intereses de Acindar, nosotros los trabajadores sabemos bien que un compañero es un hermano y no se abandona!!! Acindar en su debilidad sale a intentar meternos todo tipo de miedo para atemorizarnos y dividirnos, para que olvidemos a los compañeros despedidos, salen a decir que no va a haber más despidos!!! Que al que se acerque a los compañeros despedidos que están en el portón de ingreso le sacan fotos, en las asambleas del sindicato sale a decir que produzcamos y que nos quedemos tranquilos, bien sabemos todos que en Acindar los despidos no han parado!!!<br />
Quieren aislarnos como si el problema que ellos producen fuera ajeno a nosotros!! Pretenden que nos callemos la boca. Es ahí donde se alejan aún más todavía de nosotros, las necesidades de nuestras familias no se pueden Callar!!!<br />
Compañeros no podemos ocultar la verdad que acá estamos pasando, estamos recibiendo todo tipo de represiones dentro y fuera de la fábrica a la vista de todos. Adentro nos meten miedo para inmovilizarnos, si hablamos nos despiden. Afuera nos salen a tachar las pintadas con nuestros reclamos. Esto nos demuestra que están dispuestos a cuidar sus negocios al mango. Es ahí donde tenemos que golpear, en la producción, donde más les duele. Las necesidades de nuestras familias no pueden verse amenazadas por Acindar, sólo les importan sus negocios, encima los cara rotas salen a hacer propaganda y actividades del día de la familia Acindar. ¿Dónde está la familia Acindar? No olvidemos, hagamos memoria. El olvido es su herramienta!!<br />
Nos echan como si fuéramos descartables. Con la sangre contaminada, con sordera, rodillas, cintura hechas mierda, cortos de vista!! ¿Dónde vamos a conseguir trabajo así, arruinados por Acindar? Los daños que nos producen a nuestra salud no se pueden recuperar nunca más en la vida. Todo esto nos demuestra que lo único que le importa a Acindar son sus negocios, lejos está de cuidar la vida humana.<br />
Es por eso compañeros que todos estos problemas nos unifican, que los problemas que Acindar producen no son un puñado de despidos, estos problemas son de todos los compañeros!!!<br />
Unidos en autoconvocatoria de trabajadores tenemos que resolver esto y ponerle fin a esta vida de presiones, apriete, sometimiento, amenazas, despidos y muertes a causa de todo esto, que e Acindar ya tenemos varias!!!<br />
Nosotros compañeros, vivimos en estas tierras y quedaremos en estas para siempre con todos los problemas encima. Si esto sigue así y no lo cambiamos entre todos, ellos vienen cuando los negocios les convienen y cuando no, levantan y se van a otras tierras, dejándonos arruinados, sin trabajo y en la calle!!! Nosotros nunca hemos conseguido nada si no fue con la lucha!<br />
Compañeros, no nos podemos parar sobre que alguna vez en la historia de Acindar, con lucha y dignidad supieron conseguir mejores condiciones de trabajo, que hoy nos han quitado y lo poco que queda está amenazado. ¿A qué camino quieren llevarnos así?<br />
¿Cómo lograron conseguir mejores condiciones? Se unieron y lucharon! La unidad en la lucha a mostrado a lo largo de la historia ser la herramienta más precisa para lograr enaltecer la dignidad de los trabajadores!!</font></p>
<p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Una frase de las luchas de los trabajadores de Acindar: ¡¡¡La fábrica crece, nosotros envejecemos!!!<br />
Levantemos entre todos estas consignas: ¡¡¡Tocan a uno, nos tocan a todos!!! ¡¡No podemos negociar despidos de compañeros de carne y hueso!!!</font></p>
<p align="left"><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A continuación, nos parece importante contarles lo que se juntó de dinero de solidaridad de los compañeros $492. Entre los despedidos nos pareció importante destinar parte del dinero a las familias y parte a las actividades, para profundizar la lucha, volantes, pintadas, viáticos, olla popular, etc.<br />
A partir de eso convocamos a todos los compañeros de Acindar, tercerizados, agencias, etc. ¡¡¡Todos somos trabajadores de Acindar!! Se acerquen a la olla popular que realizaremos en el portón de ingreso a la fábrica el día martes 7 de agosto, a partir de las 12:30 hs. </font></p>
<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">¡LA UNICA LUCHA QUE SE PIERDE ES LA QUE SE ABANDONA!<br />
¡NUESTRA UNIDAD ES SU DEVILIDAD!<br />
¡¡NUESTRA FUERZA ES SU DERROTA!!!</font></p>
<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><strong>Despedidos de Acindar</strong></font></p>
<p align="center" style="margin-bottom:6pt;text-indent:8.5pt;text-align:justify;"><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><br />
</font><font size="2"><br />
</font><font size="3"><strong>Encuentro Sindical de Base - Periódico "El Mortero"</strong></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font><font size="3"><strong><br />
</strong></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teatro: BRISTOL en el viejo Palermo]]></title>
<link>http://humanobsas.wordpress.com/2007/08/10/teatro-bristol-en-el-viejo-palermo/</link>
<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 19:49:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo Sai</dc:creator>
<guid>http://humanobsas.wordpress.com/2007/08/10/teatro-bristol-en-el-viejo-palermo/</guid>
<description><![CDATA[


Los sábados a las 20 hs. se presenta en el Teatro del Viejo Palermo –Cabrera 5567– BRISTOL ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"><a href="http://humanobsas.wordpress.com/files/2007/08/bristol-piernas-mail.jpg" title="bristol-piernas-mail.jpg"><img src="http://humanobsas.wordpress.com/files/2007/08/bristol-piernas-mail.jpg" alt="bristol-piernas-mail.jpg" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Los sábados a las 20 hs. se presenta en el </span><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"><!-- D(["mb","Teatro del Viejo Palermo –Cabrera \n5567– \u003cb\&#38;gt;BRISTOL o paisajes sobre dilemas del Dr. Freud\u003c/b\&#38;gt;, creación colectiva \ndel grupo Otro/Jardín, dirigida por \u003cb\&#38;gt;Juan Coulasso\u003c/b\&#38;gt;.\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:11pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt; \u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003cfont size\u003d\"3\"\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\u003c/font\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003cfont size\u003d\"3\"\&#38;gt;Acerca de \nBristol\u003c/font\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\n\u003cp\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003ci\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;Bristol \n\u003c/span\&#38;gt;\u003c/i\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;es \n\u003cstrong\&#38;gt;la épica de dos \u003c/strong\&#38;gt;\u003cspan\&#38;gt;\u003cstrong\&#38;gt;familias que buscan reconstruir \nun capítulo del pasado y sin darse cuenta terminan construyendo un \ndestino\u003c/strong\&#38;gt;. O\u003c/span\&#38;gt; si se quiere un relato de esa cierta imprecisión \nen la que cada sujeto se halla inmerso. \u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;Del pasado \nsolo quedan vastos paisajes donde se insinúa que algo hubo. Pero no es cierto, \nno hubo nadie.\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt; \u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&#38;gt;\u003ci\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;*[Bristol] \nfue inspirada por el concepto del \u003c/span\&#38;gt;\u003c/i\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;drang\u003ci\&#38;gt; \n(empuje, ímpetu) adoptado por el Dr. Freud para definir el factor motor de la \npulsión o la suma de fuerzas que constituyen su esencia; no es posible huirle al \n\u003c/i\&#38;gt;drang\u003cem\&#38;gt;, dado que se trata de una fuerza constante que empuja desde el \ninterior del organismo y es independiente de los estímulos exteriores. \u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;Bristol \nes también la historia de ese ‘empuje’, o drang*, es decir, de esa insistencia \nen capturar un sentido que se escapa, que se pierde sin remedio y que a la vez \nnos lanza hacia delante. ",1] );  //-->Teatro del Viejo Palermo –Cabrera 5567– <strong>BRISTOL o paisajes sobre dilemas del Dr. Freud</strong>, creación colectiva del grupo Otro/Jardín, dirigida por <strong>Juan Coulasso</strong>.</span><strong><span style="font-family:Verdana;"></span></strong><strong><span style="font-family:Verdana;"><font size="3"><strong><span style="font-family:Verdana;"><font size="3">Acerca de Bristol</font></span></strong></font><font size="2" face="Arial"> </font></p>
<p></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Bristol </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">es <strong>la épica de dos </strong><span><strong>familias que buscan reconstruir un capítulo del pasado y sin darse cuenta terminan construyendo un destino</strong>. O</span> si se quiere un relato de esa cierta imprecisión en la que cada sujeto se halla inmerso. </span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Del pasado solo quedan vastos paisajes donde se insinúa que algo hubo. Pero no es cierto, no hubo nadie.</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">*[Bristol] fue inspirada por el concepto del </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">drang<em> (empuje, ímpetu) adoptado por el Dr. Freud para definir el factor motor de la pulsión o la suma de fuerzas que constituyen su esencia; no es posible huirle al </em>drang<em>, dado que se trata de una fuerza constante que empuja desde el interior del organismo y es independiente de los estímulos exteriores. <span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Bristol es también la historia de ese ‘empuje’, o drang*, es decir, de esa insistencia en capturar un sentido que se escapa, que se pierde sin remedio y que a la vez nos lanza hacia delante. <!-- D(["mb","\u003c/span\&#38;gt;\u003c/em\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:11pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt; \u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003cfont size\u003d\"3\"\&#38;gt;Acerca \ndel grupo Otro/Jardín\u003c/font\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;Muchos \nde los miembros del grupo, así como su director, provienen del antiguo Grupo de \nTeatro del Nacional Buenos Aires, cuya actividad se desarrolló entre el año 1996 \ny 2003, realizando más de diez espectáculos en diversas salas \nporteñas.\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;Desde \nsus inicios, la compañía Otro/Jardín, se ha propuesto como un espacio de fusión \ne intercambio entre las diversas poéticas de actuación vigentes, territorio de \nruptura y creación de nuevos lenguajes. Está integrada por artistas jóvenes de \ndiversas disciplinas: el teatro, la danza, la música y las artes plásticas. Su \nprimer montaje, \u003ci\&#38;gt;“Así que pasen cinco \naños”\u003c/i\&#38;gt;, de Federico García Lorca, se estrenó en Diciembre de 2005, con el \nauspicio de la \u003ci\&#38;gt;Embajada de España\u003c/i\&#38;gt;, el \n\u003ci\&#38;gt;Fondo de Cultura BA\u003c/i\&#38;gt; y el \u003ci\&#38;gt;Ministerio de Cultura del Gobierno de la \nCiudad de Buenos Aires\u003c/i\&#38;gt;.\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:11pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt; \u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cfont size\u003d\"3\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-family:Verdana\"\&#38;gt;Acerca \ndel director\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/font\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;JUAN \nCOULASSO / DIRECTOR\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;Juan \nCoulasso\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt; es \nactor, docente y director de Teatro. Se formó en el área de actuación desde el \naño 1995 con ",1] );  //--></span></em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="margin:0;"><strong><span style="font-family:Verdana;"><font size="3">Acerca del grupo Otro/Jardín</font></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Muchos de los miembros del grupo, así como su director, provienen del antiguo Grupo de Teatro del Nacional Buenos Aires, cuya actividad se desarrolló entre el año 1996 y 2003, realizando más de diez espectáculos en diversas salas porteñas.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Desde sus inicios, la compañía Otro/Jardín, se ha propuesto como un espacio de fusión e intercambio entre las diversas poéticas de actuación vigentes, territorio de ruptura y creación de nuevos lenguajes. Está integrada por artistas jóvenes de diversas disciplinas: el teatro, la danza, la música y las artes plásticas. Su primer montaje, <em>“Así que pasen cinco años”</em>, de Federico García Lorca, se estrenó en Diciembre de 2005, con el auspicio de la <em>Embajada de España</em>, el <em>Fondo de Cultura BA</em> y el <em>Ministerio de Cultura del Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires</em>.</span></p>
<p style="margin:0;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><font size="3"><strong><span style="font-family:Verdana;">Acerca del director</span></strong><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"></span></font></p>
<p style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">JUAN COULASSO / DIRECTOR</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Juan Coulasso</span></strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"> es actor, docente y director de Teatro. Se formó en el área de actuación desde el año 1995 con <!-- D(["mb","\u003cb\&#38;gt;Agustín Alezzo, Julio Chávez, Ricardo Bartís, Lizardo Laphitz, \nGuillermo Angellelli, John Strasberg, Miguel Pittier y Nora Moseinco\u003c/b\&#38;gt;. Formó \nparte del \u003cb\&#38;gt;Grupo de Teatro del Nacional Buenos Aires \u003c/b\&#38;gt;(1996-2003) \nrealizando diversos espectáculos como \u003cb\&#38;gt;actor\u003c/b\&#38;gt;, entre los cuales se \ndestacaron: “El Reñidero” de Sergio De Cecco, “El Duende” sobre textos de \nFederico García Lorca y “Babilonia” de Armando Discépolo. Desde el año 2004 \n\u003cb\&#38;gt;dirige\u003c/b\&#38;gt; la compañía \u003cb\&#38;gt;Otro/Jardín \u003c/b\&#38;gt;con la cual realizó “Así que pasen \ncinco años” de Federico García Lorca (2006) y \u003cb\&#38;gt;“Bristol”\u003c/b\&#38;gt; (2007). Se \ndesempeña como \u003cb\&#38;gt;docente\u003c/b\&#38;gt; de actuación en el Centro Cultural Ricardo Rojas y \nel Centro Cultural Recoleta. A nivel académico, se encuentra realizando la \n\u003cb\&#38;gt;carrera de Lic. en Psicología\u003c/b\&#38;gt; en la Universidad de Buenos \nAires.\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt; \u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cfont size\u003d\"3\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-family:Verdana\"\&#38;gt;Acerca \nde la creación colectiva\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/font\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;“\u003ci\&#38;gt;A \nmediados del año 2006 iniciamos una tarea de investigación en torno a la obra de \nSigmund Freud con el objeto de extraer material que sirviera como punto de \npartida para la creación de una dramaturgia propia. [Bristol] fue inspirada \nfundamentalmente por el concepto del drang (empuje, ímpetu) adoptado por el Dr. \nFreud para definir el factor motor de la pulsión o la suma de fuerzas que \nconstituyen su esencia; no es posible huirle al drang, dado que se trata de una \nfuerza constante que empuja desde el interior del organismo y es independiente \nde los estímulos exteriores. A partir de este eje hemos creado un universo \nimaginario en el cual tuvieran efecto ciertas leyes que cruzan las distintas \nreflexiones que Freud produce a lo largo de su obra en torno al comportamiento \nhumano",1] );  //--><strong>Agustín Alezzo, Julio Chávez, Ricardo Bartís, Lizardo Laphitz, Guillermo Angellelli, John Strasberg, Miguel Pittier y Nora Moseinco</strong>. Formó parte del <strong>Grupo de Teatro del Nacional Buenos Aires </strong>(1996-2003) realizando diversos espectáculos como <strong>actor</strong>, entre los cuales se destacaron: “El Reñidero” de Sergio De Cecco, “El Duende” sobre textos de Federico García Lorca y “Babilonia” de Armando Discépolo. Desde el año 2004 <strong>dirige</strong> la compañía <strong>Otro/Jardín </strong>con la cual realizó “Así que pasen cinco años” de Federico García Lorca (2006) y <strong>“Bristol”</strong> (2007). Se desempeña como <strong>docente</strong> de actuación en el Centro Cultural Ricardo Rojas y el Centro Cultural Recoleta. A nivel académico, se encuentra realizando la <strong>carrera de Lic. en Psicología</strong> en la Universidad de Buenos Aires.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><font size="3"><strong><span style="font-family:Verdana;">Acerca de la creación colectiva</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">“<em>A mediados del año 2006 iniciamos una tarea de investigación en torno a la obra de Sigmund Freud con el objeto de extraer material que sirviera como punto de partida para la creación de una dramaturgia propia. [Bristol] fue inspirada fundamentalmente por el concepto del drang (empuje, ímpetu) adoptado por el Dr. Freud para definir el factor motor de la pulsión o la suma de fuerzas que constituyen su esencia; no es posible huirle al drang, dado que se trata de una fuerza constante que empuja desde el interior del organismo y es independiente de los estímulos exteriores. A partir de este eje hemos creado un universo imaginario en el cual tuvieran efecto ciertas leyes que cruzan las distintas reflexiones que Freud produce a lo largo de su obra en torno al comportamiento humano <!-- D(["mb","\u003c/i\&#38;gt;.” Otro/Jardín.\u003c/span\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-indent:35.4pt\"\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt; \u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-indent:35.4pt\"\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt; \u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cfont size\u003d\"3\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-family:Verdana\"\&#38;gt;FICHA \nTÉCNICA\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/font\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;elenco \npor orden alfabético\u003c/span\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;1/ \nAgustín Quiroga [como Isidro]\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;2/ \nAlejandra Marimón [como Dorita]\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;3/ \nAnahí Ribeiro [como Lalu]\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;4/ \nIgnacio Díaz [como Wilson]\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;5/ \nJavier Mele [como Fernando]\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;6/ \nLuis Berenblum [como Norberto]\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;7/ \nMariano Saba [como Waldemar]\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;8/ \nYasmin Sapollnik [como Mara]\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"PT-BR\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;",1] );  //--></em>.” Otro/Jardín.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><font size="3"><strong><span style="font-family:Verdana;">FICHA TÉCNICA</span></strong><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Verdana;"></span></font></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">elenco por orden alfabético</span><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">1/ Agustín Quiroga [como Isidro]</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">2/ Alejandra Marimón [como Dorita]</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">3/ Anahí Ribeiro [como Lalu]</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">4/ Ignacio Díaz [como Wilson]</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">5/ Javier Mele [como Fernando]</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">6/ Luis Berenblum [como Norberto]</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">7/ Mariano Saba [como Waldemar]</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">8/ Yasmin Sapollnik [como Mara]</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"><!-- D(["mb"," \u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;música \noriginal\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;/ \n(en vivo) Matías Coulasso / Melisa Brieva\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;arte\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;/ \nClaudio Mele.\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;diseño \nde luces y fotos\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;/ \nAkira Patiño\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;asesoramiento \nen vestuario\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;/ \nGisela Chali\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;entrenamiento \ncorporal\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;/ \nDaniela Cuculiansky.\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;entrenamiento \nen clown\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;/ \nVanina Grossi.\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;entrenamiento \nen bioenergética\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;/ \nAnahi Ribero\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;dramaturgia\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;/ \nOtro/Jardín\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;asistencia \nde dirección\u003c/span\&#38;gt;",1] );  //--></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">música original</span></strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">/ (en vivo) Matías Coulasso / Melisa Brieva</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">arte</span></strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">/ Claudio Mele.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">diseño de luces y fotos</span></strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">/ Akira Patiño</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">asesoramiento en vestuario</span></strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">/ Gisela Chali</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">entrenamiento corporal</span></strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">/ Daniela Cuculiansky.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">entrenamiento en clown</span></strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">/ Vanina Grossi.</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">entrenamiento en bioenergética</span></strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">/ Anahi Ribero</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">dramaturgia</span></strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">/ Otro/Jardín</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">asistencia de dirección</span> <!-- D(["mb","\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;/ \nFlorencia Poggio\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;dirección \ngeneral\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:9pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;/ \nJuan Coulasso.\u003c/span\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003cfont size\u003d\"3\"\&#38;gt; \u003c/font\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003cfont size\u003d\"3\"\&#38;gt;\u003c/font\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:center\" align\u003d\"center\"\&#38;gt;\u003cfont size\u003d\"3\"\&#38;gt;\u003cb\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-family:Verdana\"\&#38;gt;\n\u003cdiv\&#38;gt;\u003cimg alt\u003d\"\" hspace\u003d\"0\" align\u003d\"baseline\" border\u003d\"0\"\&#38;gt;\u003c/div\&#38;gt;\n\u003cdiv\&#38;gt;\n\u003chr\&#38;gt;\n\u003c/div\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/b\&#38;gt;\u003c/font\&#38;gt;\n\u003cp\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:center\" align\u003d\"center\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003cimg style\u003d\"width:142px\" height\u003d\"21\" alt\u003d\"\" hspace\u003d\"0\" width\u003d\"202\" align\u003d\"baseline\" border\u003d\"0\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:center\" align\u003d\"center\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003cfont face\u003d\"Arial\"\&#38;gt;\u003c/font\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt; \u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:center\" align\u003d\"center\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;Funciones: \nsábados 20 hs.\u003c/span\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:center\" align\u003d\"center\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;Teatro \ndel Viejo Palermo - Cabrera 5567- Tel 4777-4900\u003c/span\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:center\" align\u003d\"center\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;Localidades \n$ 15 - estudiantes y jubilados $ 12\u003c/span\&#38;gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;\u003c/span\&#38;gt;\u003c/p\&#38;gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt;text-align:center\" align\u003d\"center\"\&#38;gt;\u003cspan lang\u003d\"ES-MX\" style\u003d\"font-size:10pt;font-family:Verdana\"\&#38;gt;",1] );  //--></strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">/ Florencia Poggio</span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">dirección general</span></strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">/ Juan Coulasso.</span><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Documentalistas]]></title>
<link>http://humanobsas.wordpress.com/2007/07/31/documentalistas-2/</link>
<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 19:35:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo Sai</dc:creator>
<guid>http://humanobsas.wordpress.com/2007/07/31/documentalistas-2/</guid>
<description><![CDATA[DOCA   y  CENTRO   Documentalistas Argentinos              de estudiantes  E. N]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="7">DOCA   </font><font size="2">y</font><font size="7">  CENTRO </font><span style="font-size:20pt;font-family:Arial;"><font size="3"><span style="font-size:20pt;font-family:Arial;"><font size="2">  Documentalistas Argentinos</font></span>              de estudiantes  </font></span><span style="font-size:20pt;font-family:Arial;"><font size="3">E. N. E. R. C.</font></span></p>
<p><span style="font-size:20pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size:20pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:20pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size:20pt;font-family:Arial;"><font size="3">  Lo invitan:    </font></span><span style="font-size:20pt;font-family:Arial;"><font size="2">  <!-- D(["mb","       \u003c/font\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:20pt;font-family:Arial\"\&#62;\u003cfont size\u003d\"2\"\&#62;\u003c/font\&#62;\u003c/span\&#62; \u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:20pt;font-family:Arial\"\&#62;\u003cfont size\u003d\"6\"\&#62; \u003c/font\&#62;\u003c/span\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:20pt;font-family:Arial\"\&#62; \u003c/span\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cfont size\u003d\"5\"\&#62;Los 140 documentalistas que formamos parte \n  de DOCA estamos luchando por cambiar el rumbo de las políticas de \n  financiación, difusión y distribución del cine documental.\u003c/font\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:16pt;font-family:Arial\"\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:16pt;font-family:Arial\"\&#62;Por eso \n  los invitamos a conocer y discutir el nuevo \u003ci\&#62;Plan de Fomento al Cine \n  Documental Independiente\u003c/i\&#62;,\u003ci\&#62; \u003c/i\&#62;que, gracias al trabajo de DOCA, el INCAA \n  ha aprobado, y que significa un hecho sin antecedentes históricos en nuestra \n  cinematografía.\u003c/span\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:16pt;font-family:Arial\"\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:16pt;font-family:Arial\"\&#62;Veremos \n  además algunos cortos documentales de los realizadores de DOCA, y daremos a \n  conocer las medidas de Acción Directa que se realizarán el 17 de agosto en las \n  puertas del INCAA.\u003c/span\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:16pt;font-family:Arial\"\&#62;\u003c/span\&#62; \u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cfont size\u003d\"5\"\&#62;Para pensar y luchar por nuestro cine, y \n  nuestra formación. \u003c/font\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:16pt;font-family:Arial\"\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003ch4\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:30pt;font-family:Tahoma\"\&#62;Viernes 03-08 – 18 \n  hs.\u003c/span\&#62;\u003c/h4\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:30pt;font-family:Tahoma\"\&#62;E.N.E.R.C. – Moreno \n  1199\u003c/span\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:28pt\"\&#62;\u003cspan\&#62;\u003cfont face\u003d\"Times New\r\n Roman\"\&#62; \u003c/font\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:28pt\"\&#62;\u003cspan\&#62;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&#62;\u003c/font\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/span\&#62; \u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:28pt\"\&#62;\u003cspan\&#62;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\" size\u003d\"3\"\&#62;Visite la pagina de DOCA, y conozca el Nuevo de \n  Plan de Fomento al Cine Documental, asi como las propuestas de DOCA: \u003ca href\u003d\"http://www.docacine.com.ar/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;",1] );  //-->        </font></span></p>
<p><span style="font-size:20pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size:20pt;font-family:Arial;"><font size="6"> </font></span><span style="font-size:20pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><font size="5">Los 140 documentalistas que formamos parte de DOCA estamos luchando por cambiar el rumbo de las políticas de financiación, difusión y distribución del cine documental.</font></p>
<p><span style="font-size:16pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size:16pt;font-family:Arial;">Por eso los invitamos a conocer y discutir el nuevo <em>Plan de Fomento al Cine Documental Independiente</em>,<em> </em>que, gracias al trabajo de DOCA, el INCAA ha aprobado, y que significa un hecho sin antecedentes históricos en nuestra cinematografía.</span></p>
<p><span style="font-size:16pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><span style="font-size:16pt;font-family:Arial;">Veremos además algunos cortos documentales de los realizadores de DOCA, y daremos a conocer las medidas de Acción Directa que se realizarán el 17 de agosto en las puertas del INCAA.</span></p>
<p><span style="font-size:16pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p><font size="5">Para pensar y luchar por nuestro cine, y nuestra formación. </font></p>
<p><span style="font-size:16pt;font-family:Arial;"></span></p>
<h4><span style="font-size:30pt;font-family:Tahoma;">Viernes 03-08 – 18 hs.</span></h4>
<p><span style="font-size:30pt;font-family:Tahoma;">E.N.E.R.C. – Moreno 1199</span><span style="font-size:28pt;"><span><font face="Times New   Roman"> </font></span></span></p>
<p><span style="font-size:28pt;"><span></span></span></p>
<p><span style="font-size:28pt;"><span><font size="3" face="Times New Roman">Visite la pagina de DOCA, y conozca el Nuevo de Plan de Fomento al Cine Documental, asi como las propuestas de DOCA: <a target="_blank" href="http://www.docacine.com.ar/">  <!-- D(["mb","www.docacine.com.ar\u003c/a\&#62;\u003c/font\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:28pt\"\&#62;\u003cspan\&#62;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\" size\u003d\"3\"\&#62;\u003c/font\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/span\&#62; \u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:28pt\"\&#62;\u003cspan\&#62;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\" size\u003d\"3\"\&#62;CONTACTOS:  DOCA \u003ca href\u003d\"mailto:doca@docacine.com.ar\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;doca@docacine.com.ar\u003c/a\&#62;\u003c/font\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;\u003cspan style\u003d\"font-size:28pt\"\&#62;\u003cspan\&#62;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\" size\u003d\"3\"\&#62;                           \n  C. E. ENERC  \u003ca href\u003d\"mailto:ceenerc@gmail.com\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;ceenerc@gmail.com\u003c/a\&#62; \n  \u003c/font\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/span\&#62;\u003c/div\&#62;\n  \u003cdiv\&#62;__________________________________________________\u003cbr\&#62;Correo \n  Yahoo!\u003cbr\&#62;Espacio para todos tus mensajes, antivirus y antispam ¡gratis! \n  \u003cbr\&#62;Regístrate ya - \u003ca href\u003d\"http://correo\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;http://correo\u003c/a\&#62;.espanol.yahoo.com/ \u003c/div\&#62;\u003c/div\&#62;\u003c/div\&#62;\u003c/div\&#62;\u003c/blockquote\&#62;\u003cbr\&#62;\u003cbr\&#62;\u003cbr\&#62;Juan \nManuel Rada\u003cbr\&#62;Director Cinematográfico\u003cbr\&#62;Grupo Tiza\u003cbr\&#62;15-5107-3938 / \n4764-1148\u003cbr\&#62;\u003ca href\u003d\"http://www.lavisita-corto.blogspot.com\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;www.lavisita-corto.blogspot.com\u003c/a\&#62;\u003cbr\&#62;\u003ca href\u003d\"http://www.muelacine.com.ar/memoria\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;www.muelacine.com.ar/memoria\u003c/a\&#62;\n\u003cp\&#62;______________________________\u003cWBR\&#62;____________________\u003cbr\&#62;Correo \nYahoo!\u003cbr\&#62;Espacio para todos tus mensajes, antivirus y antispam ¡gratis! \n\u003cbr\&#62;Regístrate ya - \u003ca href\u003d\"http://correo.espanol.yahoo.com/\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&#62;http://correo.espanol.yahoo\u003cWBR\&#62;.com/\u003c/a\&#62; \u003cspan style\u003d\"color:white\" width\u003d\"1\"\&#62;__._,_.___\u003c/span\&#62; \u003cimg height\u003d\"1\" width\u003d\"1\"\&#62; \u003cbr\&#62;\u003cbr\&#62;\n\u003cdiv style\u003d\"padding-right:0px;border-top:#666 1px solid;padding-left:0px;font-size:77%;padding-bottom:5px;padding-top:5px;font-family:verdana\"\&#62;La \nconfiguración de tu correo: Mensajes individuales&#124;Tradicional ",1] );  //-->www.docacine.com.ar</a></font></span></span></p>
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<p>Juan Manuel Rada<br />
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]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[No digan que nos les avisamos... ¡haganse los boludos ahora!]]></title>
<link>http://miradadelechuza.wordpress.com/2007/06/26/no-digan-que-nos-les-avisamos-%c2%a1haganse-los-boludos-ahora/</link>
<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 22:17:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo Sai</dc:creator>
<guid>http://miradadelechuza.wordpress.com/2007/06/26/no-digan-que-nos-les-avisamos-%c2%a1haganse-los-boludos-ahora/</guid>
<description><![CDATA[MACRI Y MICHETTI ESPERAN QUE TELERMAN LES PASE EL GOBIERNO SIN DEFICIT
“Los despidos deben empezar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><h5><a href="http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-87188.html" title="Pagina 12">MACRI Y MICHETTI ESPERAN QUE TELERMAN LES PASE EL GOBIERNO SIN DEFICIT</a></h5>
<h2><a href="http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-87188.html" title="Pagina 12">“Los despidos deben empezar ahora”</a></h2>
<h4><a href="http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-87188.html" title="Pagina 12">En su primer acto como jefe y vicejefa de Gobierno electos dieron una conferencia de prensa en la que insistieron sobre la cuestión de los ñoquis y el gasto político. Macri aseguró que no se siente jefe de la oposición, pero le advirtió al gobierno nacional que “nadie da cheques en blanco”.</a></h4>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Burda Maniobra para Liberar a los Genocidas en Córdoba]]></title>
<link>http://humanobsas.wordpress.com/2007/06/26/burda-maniobra-para-liberar-a-los-genocidas-en-cordoba/</link>
<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 22:07:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo Sai</dc:creator>
<guid>http://humanobsas.wordpress.com/2007/06/26/burda-maniobra-para-liberar-a-los-genocidas-en-cordoba/</guid>
<description><![CDATA[Oreste Valentín Padován y Ricardo Lardone
El presente de justicia y verdad para el esclarecimiento]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<pre>Oreste Valentín Padován y Ricardo Lardone</pre>
<p><strong>El presente de justicia y verdad para el esclarecimiento de las violaciones a los derechos humanos ocurridas en la última dictadura militar, se encuentra amenazado por una nefasta decisión de la Cámara de Casación Penal de la Nación. La misma, a través de una resolución inexplicable, quiere volver al pasado y brindarle cobertura de impunidad a los genocidas, liberándolos hasta que comiencen los juicios orales y públicos.</strong></p>
<p>El martes pasado, la Sala 3 de la Cámara Nacional de Casación dispuso que los represores Oreste Valentín Padován y Ricardo Lardone, esperen el juicio oral y público gozando de su libertad. Actualmente ambos están procesados con prisión preventiva en diferentes causas por violaciones a los derechos humanos, causas que se tramitan en el juzgado federal Nº 3 de Córdoba. Si esto prosperara, es decir si estos dos torturadores se fueran tranquilos a sus casas, todos los demás represores procesados harían uso de esta medida para salir en libertad. Y si esto sucede, ¿quién garantizará la integridad física de los cordobeses con los genocidas de nuevo sueltos por las calles?</p>
<p>Los argumentos esgrimidos por Casación, serían que estos imputados, que han cometido delitos contra la humanidad, que son peligrosos para la humanidad entera, no presentan “peligrosidad procesal”. Es decir, que estando libres mientras se desarrolla el proceso judicial, ni ocultarían pruebas, ni se fugarían, ni intimidarían a los testigos. Argumentos que suenan a cínicos, mientras seguimos identificando los más de cien cuerpos encontrados en las fosas comunes; mientras hay genocidas prófugos de la justicia; mientras arrecian diariamente las amenazas a testigos, damnificados y abogados sin que ninguno de estos casos sea esclarecido, cuando se agrede a una abuela de plaza de mayo y, sobre todo, mientras sigue desaparecido Julio López, testigo clave contra los genocidas.</p>
<p>Con esta resolución, la Sala 3 de la Cámara de Casación Nacional, dispuso revocar la medida solicitada por la fiscal Graciela López de Filoñuk, avalada por la Jueza Cristina Garzón de Lazcano y la Cámara Federal de Apelaciones, donde se resolvió que los imputados en las causas por violaciones a los derechos humanos, por la gravedad de esos crímenes, deben cumplir prisión preventiva durante la tramitación del proceso judicial.</p>
<p>En esa oportunidad, los diferentes tribunales negaron la libertad de los<br />
represores considerando: “la seriedad de las pruebas reunidas en la causa; la naturaleza y gravedad de los hechos investigados y la desaparición de toda restricción legal en orden a la persecución penal de los delitos de lesa humanidad, considerados imprescriptibles por nuestro Más Alto Tribunal; la elevada escala penal que correspondería eventualmente aplicar en el supuesto que los encartados resulten condenados; la “personalidad moral” de los imputados, quienes habrían actuado con absoluto desprecio por la vida y la libertad de distintos seres humanos que se hallaban en total estado de indefensión y a entera disposición de las autoridades militares circunstancia que resulta reveladora de una personalidad que no deviene merecedora de confianza”, respecto de su respeto a la Ley. Algo obvio en quienes violaron todas las leyes. Algo obvio que la Cámara de Casación no tuvo en cuenta.</p>
<p>Así, lamentablemente, la Cámara de Casación Penal de la Nación, una vez más se ha convertido en el refugio para albergar la impunidad de los genocidas. La medida dispuesta por este tribunal significa un retroceso para la búsqueda de verdad y justicia.</p>
<p>Pero nada nos sorprende a los organismos de derechos humanos de Argentina. Conocemos de impunidades y complicidades. Sabemos de leyes de olvidos y de indultos, y sobre todo, hemos aprendido que el camino de la justicia es una lucha que implica esfuerzos y perseverancia. Es una lucha contra la resignación y contra los poderes que quieren que la impunidad perdure en nuestro país. Una lucha que no abandonaremos hasta que el último de los genocidas tenga una condena firme y que la cumpla en cárceles comunes. Algo que ellos nunca respetaron a nadie en los tiempos de la dictadura, cuando violaron todas las leyes a las que ahora tan desesperadamente acuden.</p>
<p>JUICIO Y CASTIGO A LOS GENOCIDAS Y SUS COMPLICES<br />
AUDIENCIA ORAL Y PUBLICA YA<br />
BASTA DE DILACIONES<br />
NO OLVIDAMOS<br />
NO PERDONAMOS<br />
NO NOS RECONCILIAMOS</p>
<p>-H.I.J.O.S. (Hijos por la Identidad y la Justicia, contra el Olvido y el Silencio) Regional Córdoba en la Red Nacional<br />
-Familiares de detenidos desaparecidos por razones políticas de Córdoba</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre la crisis energética. Por Dip. Claudio Lozano]]></title>
<link>http://humanobsas.wordpress.com/2007/06/22/sobre-la-crisis-energetica-por-dip-claudio-lozano/</link>
<pubDate>Fri, 22 Jun 2007 23:53:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo Sai</dc:creator>
<guid>http://humanobsas.wordpress.com/2007/06/22/sobre-la-crisis-energetica-por-dip-claudio-lozano/</guid>
<description><![CDATA[Sobre la crisis energética
El desarrollo privatista y neoliberal aplicado en el área energética d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center" style="margin:0;" class="MsoTitle"><span><u><font size="2" face="Verdana">Sobre la crisis energética</font></u></span></p>
<p align="left"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">El desarrollo privatista y neoliberal aplicado en el área energética durante los 90, y que no solo no ha sido replanteado por el actual gobierno sino que incluso se sigue profundizando es el responsable de habernos retrotraído a una economía absolutamente primaria donde cuando no llueve no hay electricidad en los embalses, cuando hace frío no tenemos suficiente gas, cuando hay cosecha no alcanza el gasoil y cuando aprieta el calor hay cortes de energía. En suma, en el mundo de la ciencia y la tecnología el neoliberalismo aplicado en materia energética ha construido una economía regida por el clima.</span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>         </span></span></p>
<p align="left"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span></span>Así, la recuperación de la actividad económica sumada a las bajas temperaturas, pone al desnudo por un lado, la fragilidad del sistema eléctrico (donde el consume actual prácticamente iguala la capacidad teórica del sistema), y por otro exhibe de manera evidente la ausencia de inversiones que garanticen el transporte y la distribución de gas. Hoy nos hacen falta entre cuarenta y cincuenta millones de metros cúbicos más de gas en red para abastecer un esquema de distribución de gas natural que incluso deja afuera al 37% de la población del país (14 millones de personas). Es esto lo que explica los cortes que se aplican sobre la actividad comercial e industrial. Sobre este marco se agrega la cuota de imprevisión por parte de un gobierno que no previó el gas-oil que iba a necesitar; que en ningún momento forzó a las empresas a implementar incluso a perdida para abastecer la demanda doméstica; al que jamás se le ocurrió ponerle límite al patentamiento de vehículos gasoleros para uso particular y que tampoco le exigió a las refinerías que bajaran su producción de naftas e incrementaran la de gasoil. </span></p>
<p align="left"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Estamos frente al resultado lamentable de un modelo que ha consumado el deterioro de nuestra infraestructura dada la ausencia de inversiones (o de inversiones que no tenían por objeto el abastecimiento del mercado interno sino por ejemplo la exportación de gas), que dilapidó y dilapida la ventaja (renta) de la que disponemos por poseer hidrocarburos en nuestro subsuelo y que, además, ha permitido la depredación y el saqueo de nuestros recursos en base a estrategias empresarias que han sobreexplotado los yacimientos y que han invertido en la búsqueda de reservas reduciendo las mismas a no más de una década. </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>        </span></span></p>
<p align="left"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span></span>La resolución del tema no pasa por el aumento de tarifas ya que los noventa evidenciaron que aún con ganancias extraordinarias obtenidas vía tarifas elevadísimas, las inversiones que necesitábamos brillaron por su ausencia. Incluso hoy la ausencia de inversiones en exploración, explotación, refinación, transporte y distribución de hidrocarburos coexiste con un momento de ganancias extraordinarias por parte de las petroleras. </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>         </span></span></p>
<p align="left"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span></span>Al observar la situación de las primeras 200 empresas del país, podemos ver que mientras<span>  </span>las petroleras representan el 22% de las ventas totales, capturan el 51% de la masa de ganancias. Esto implica que frente a una tasa promedio de ganancias sobre ventas que para el conjunto de la cúpula se ubica en un 11%, en el caso del oligopolio petrolero (8 empresas encabezadas por Repsol producen el 92% de la oferta) esa tasa asciende al 25%.</span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>         </span></span></p>
<p align="left"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span></span>No se necesitan ni más subsidios ni más entrega. Se necesita recuperar la renta petrolera anual de 12.000 millones de U$ para poder financiar el plan energético que el país necesita. </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p align="left"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Claudio lozano</span></p>
<p align="left"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Diputado Nacional</span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>  </span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DECLARACIÓN DEL PARTIDO BUENOS AIRES PARA TODOS]]></title>
<link>http://humanobsas.wordpress.com/2007/06/22/declaracion-del-partido-buenos-aires-para-todos/</link>
<pubDate>Fri, 22 Jun 2007 23:51:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leonardo Sai</dc:creator>
<guid>http://humanobsas.wordpress.com/2007/06/22/declaracion-del-partido-buenos-aires-para-todos/</guid>
<description><![CDATA[Un Plenario de 200 militantes del nuevo partido Buenos Aires para Todos ratificó definiciones ya da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span><font face="Times New Roman">Un Plenario de 200 militantes del nuevo partido Buenos Aires para Todos ratificó definiciones ya dadas respecto al próximo ballotage, convocó a una Asamblea General para el 21 de junio y reflexionó sobre el momento político abierto luego de los resultados de la primera vuelta electoral en la Ciudad de Buenos Aires.<span>  </span>La síntesis del mencionado Plenario se expresa en la siguiente declaración.</font></span></p>
<p><span><font face="Times New Roman"> </font></span><strong><span><font face="Times New Roman">DECLARACIÓN</font></span></strong><span><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span><font face="Times New Roman">Desde <strong>“Buenos Aires para Todos”</strong> entendemos que haber sido canal circunstancial para la expresión de un conjunto de votantes no nos habilita para indicar voto alguno.<span>  </span>Somos una expresión minoritaria que, con urgencia y persistencia, se apartó de la lógica dominante del sistema político pero que no ha tenido la eficacia suficiente para que nuestra posición política fuera reconocida y asumida como propia por otros millares de mujeres y hombres de la Ciudad.<span>  </span>Hablamos, entonces, desde la mayor humildad y poniendo atención en los riegos que esta situación plantea para quienes creemos que lo público debe ser el espacio de realización de los mayores niveles de libertad e igualdad.<span>   </span></font></span></p>
<p><span><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span><font face="Times New Roman">Para decirlo sin rodeos, ni nos consideramos <strong>“dueños de los votos”</strong> ni tampoco se nos ocurriría ponernos en <strong>el lugar de otorgar libertad de acción cuando en la práctica es algo que, va de su