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	<title>museu-do-oriente &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/museu-do-oriente/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "museu-do-oriente"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 09:51:32 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Beats of the Heart of Orient - Museu do Oriente]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1410</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 19:17:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1410</guid>
<description><![CDATA[
Sonoridades orientais ao encontro da cultura mediterrânica, dia 4 de Julho às 21h30.
O Museu do O]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3039/2625774584_a74a81e01b_o.jpg" alt="" /></p>
<p>Sonoridades orientais ao encontro da cultura mediterrânica, dia <strong>4 de Julho</strong> às 21h30.</p>
<p>O Museu do Oriente apresenta o projecto musical <strong>Beats of the Heart of Orient</strong>, um espectáculo inesperado e surpreendente.</p>
<p>Beats of the Heart of Orient reúne, numa só noite e num só palco, algumas das correntes mais relevantes da música oriental, cruzando-as com a cultura ocidental, mais concretamente com as sonoridades de cariz mediterrânico.</p>
<p>Este projecto musical, ao juntar artistas vindos de vários pontos do Mundo, revela uma enorme riqueza e diversidade cultural. Um concerto que percorre caminhos inesperados e surpreendentes para apontar directamente ao coração do Oriente.</p>
<p><strong>Músicos: </strong></p>
<p><strong>Keyvan Chemirani</strong> (zarb, udu); Bijane Chemirani (zarb, daf), Maryam Chemirani (voz), Edouard Prabhu (tablas), Stelios Petrakis (lira), Kartik Raghunathan (violino), Henri Tournier (bansuri, octobass, flauta), Sharmila Sharma (dança kathak), Manuel Gutierrez (dança flamenca), Swati Natekar (voz)</p>
<p>Auditório – Museu do Oriente<br />
Preço: € 20,00<br />
Duração: 75 minutos (sem intervalo)<br />
Co-Produção: Fundação Oriente e Sons em Trânsito<br />
M/3<br />
Reserva de Bilhetes:<br />
Telefone: 213 585 244<br />
E-mail: info@foriente.pt</p>
<p><a href="http://www.museudooriente.pt/" target="_blank">Museu do Oriente</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Roteiro Dominical (ou um pesadelo em 3 tomos)]]></title>
<link>http://almatepida.wordpress.com/?p=307</link>
<pubDate>Mon, 12 May 2008 19:06:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>almatepida</dc:creator>
<guid>http://almatepida.wordpress.com/?p=307</guid>
<description><![CDATA[
 

Ontem resolvi ir ao Museu do Oriente, que abriu este fim-de-semana em Alcântara. Não fui atra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://almatepida.files.wordpress.com/2008/05/a-procissao-vista-atraves-da-montra-do-ramiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-306 aligncenter" src="http://almatepida.wordpress.com/files/2008/05/a-procissao-vista-atraves-da-montra-do-ramiro.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;">Ontem resolvi ir ao Museu do Oriente, que abriu este fim-de-semana em Alcântara. Não fui atraído pela entrada à borla que vigorava nestes dias, nem para me inscrever num workshop de origami. A ideia foi a de tentar juntar o útil ao agradável: é hora de almoço, embora lá procurar uma comida oriental. Talvez até tenham umas coisas de países menos óbvios, pensei eu. E já agora dá-se uma espreitadela ao museu, para depois voltar com mais calma</span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;"> </span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;">Pesadelo – tomo 1 </span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;"> </span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;">Na verdade não fui só eu que tive a ideia de escolher o dia de ontem para visitar o Museu do Oriente: uns milhares de pessoas lembraram-se do mesmo, sendo que a fila dava a volta a ¾ do edifício). Como tinha literatura e estava mesmo com vontade de uma comidinha, sei lá, Vietnamita, por exemplo, achei que merecia a espera. 40 minutos depois (dos quais 10 à chuva) lá consegui entrar. Dirgi-me à cafetaria, na sub cave, e entrei em estado de choque perante o que vi (desculpem o histerismo mas já eram 15.15h e fome apertava) Comida Vietnamita? Coreana? Japonesa? Tailandesa? Indiana? Chinesa? Não, apenas um self service do mais paupérrimo que há, oior que cantina de liceu. Evitando pedir o livro de reclamações (para uma queixa condigna, seriam precisos uns 15 volumes), dirigi-me ao restaurante cujo a sinalética indicava ser para cima. Seria no andar de cima? Não, que isso é muito perto da sub-cave. Seria no 2º andar? Não… fui seguindo a sinalética até ao 5º andar. Ainda a arfar entrei pela porta do restaurante. “Só servimos buffet, de cozinha internacional, mas fechámos às 15” disse-me um responsável. Ainda mostrei a minha indignação, mas o sr, todos cheio de si, limitou-se a um “lamentamos” (como quem diz, “estou-me a borrifar para o que está praí a dizer, se quiser comida oriental vá ali ao chinês de Santos”). </span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;">Irritado, mas resignado, apanhei o elevador e voltei à cantina. Fila, novamente fila. Quase a chegar à minha vez resisti à triste visão de umas sandes de queijo e de fiambre, pastéis de arroz e resquícios de esparguete com qualquer coisa. Recusei-me, saí, peguei no carro e saí em direcção ao Casanova, em Santa Apolónia.</span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;"> </span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;"> </span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;">Pesadelo – tomo 2 </span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;"> </span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;">A fila para o Continente (perdão, para o Museu do Oriente) continuava, agora agravada com um trânsito caótico nas imediações. Lá consegui contornar o problema e segui para o destino. Quando já estava quase no Cais do Sodré, lembrei-me que aquela via junto ao rio não tinha saída. Calma Miguel, tudo se resolve. Voltei para trás até Alcântara, passei o viaduto e percorri toda a 24 de Julho aos soluços, já que os semáforos daquela via tinham resolvido homenagear o Rui Costa, neste dia em que pendurava as botas. Passei o Cais do Sodré e dois polícias de bigodaça farta e barriga proeminente barricavam a rua. Merda, os famosos Domingos de transito cortado no Terreiro do Paço do António Costa.<strong><span style="font-family:Verdana;"> </span></strong>Fiz<strong><span style="font-family:Verdana;"> </span></strong>Inversão de marcha, atravessando o traço contínuo, mesmo nas barbas, perdão, nos bigodes da polícia, e subi a Rua do Alecrim. Entretanto mudara de estratégia e o meu objectivo já só consistia em trincar um prego no Ramiro da Almirante de Reis (o melhor de Lisboa). Ao descer o Campo Santana, em direcção ao Intendente, novamente outra barricada da Polícia (“Psst, ó Amigo, faça o favor de seguir por onde lhe digo”). Filho da p… vociferei baixinho. Novamente inversão de marcha, desta vez até ao Campo Mártires da Pátria para depois virar à esquerda, certo? Claro que não. Mais um polícia  a (des)organizar o trânsito. Ainda perguntei se haveria mesmo alguma hipótese de, naquele dia,  chegar à Almirante Reis. “Faça o favor de ir até à Estefânia”. Obrigado seu empata fod… encon… do cara... (isto não fui eu, foi o carro do lado).</span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;"> </span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;">Pesadelo – tomo 3</span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;"> </span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:Verdana;">Colérico, com uma ligeira espuma verde ao canto dos lábios, uma mão ameaçadora de fora e outra na buzina não tive outro remédio se não ir até à Estefânia, para depois voltar tudo para baixo novamente mas pelo menos, já na Almirante Reis. Tudo? Nãooooooo. Ora pois havia mais um carro de policia a impedir a marcha, sendo que ao longe vislumbrava-se uma multidão. Virei para onde pude e estacionei como foi possível. E se o Ramiro estivesse fechado? Passei a multidão que se tinha posicionado para ver a procissão do S.Jorge (o real motivo dos vários cortes de trânsito nas imediações) e, aliviado, vejo a porta do Ramiro aberta e com mesas livres. Consegui!!! Eram 16.40h e nunca um pregão me soou tão bem: “saia uns camarões de Espinho, umas ostras, um prego e uma imperial, aqui para a mesa 10” !</span><span style="color:black;"></span></span></p>
<p><span style="font-size:7.5pt;color:black;font-family:Verdana;">(foto da procissão a através da montra da Cervejaria Ramiro)</span></p>
<p><font face="Verdana"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Museu do Oriente]]></title>
<link>http://arhcoelho.wordpress.com/?p=156</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 16:27:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Coelho</dc:creator>
<guid>http://arhcoelho.wordpress.com/?p=156</guid>
<description><![CDATA[
O Museu do Oriente foi inaugurado hoje, dia 8 de Maio, e encontra-se num na Doca de Alcântara. O e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/DOCUME~1/Ritinha/DEFINI~1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /><img src="/DOCUME~1/Ritinha/DEFINI~1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" /><a href="http://arhcoelho.files.wordpress.com/2008/05/fdaf22cd84366f714bef8e88cc8a60ea023d0d64.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-157" src="http://arhcoelho.wordpress.com/files/2008/05/fdaf22cd84366f714bef8e88cc8a60ea023d0d64.jpg" alt="" width="300" height="133" /></a></p>
<p>O Museu do Oriente foi inaugurado hoje, dia 8 de Maio, e encontra-se num na Doca de Alcântara. O edifício foi desenhado pelo arquitecto João Simões nos anos 30 e agora readaptado pelo atelier de João Luís Carrilho.</p>
<p>Com uma área de 15.500 metros quadrados dividida por três espaços distintos de exposição, o museu promete uma programação vasta e variada.</p>
<p>Abertura está programada para o dia 9 de Maio, Sexta-Feira (como quem diz amanhã) passem por lá, visto que a minha oportunidade vai ser no Domingo, pois estou a trabalhar na Sexta-Feira e no Sábado (em Beja).</p>
<p>Aqui fica o <a href="http://www.foriente.pt/195/o-museu.htm">Programa</a>:</p>
<div id="destaque_anima">
<div id="destaque_home"><img src="http://www.foriente.pt/files/01115c90c553229cc6ab32e0ade8300c020b3d42.jpg" border="0" alt="Destaque Homepage" /></div>
</div>
<p><!-- form de login --></p>
<div id="breadcrumbs"><img src="http://www.foriente.pt/templates/default/images/bul_breadcrumb_inicio.gif" border="0" alt="" /></div>
<div>
<p><span style="font-size:x-large;"><strong>Festa do Oriente</strong></span></p>
</div>
<div>
<p><span style="font-size:small;"><strong>9, 10, 11 MAIO</strong></span></p>
</div>
<p>Três dias de música, cinema, marionetas, teatro de sombras e um sem número de actividades educativas é o que o Museu do Oriente tem para oferecer ao público que, logo após a inauguração oficial, no dia 8 de Maio, acorra a visitar as suas exposições.</p>
<p>Integralmente gratuita (à excepção do espectáculo de Mário Laginha, que inaugura o auditório), a actividade foi pensada para atrair todos os públicos, dos mais novos aos mais velhos.</p>
<p>Para além de poder ver, em primeira mão, as exposições Presença Portuguesa no Oriente, Deuses da Ásia e Máscaras da Ásia, quer individualmente, quer em visitas guiadas, os três dias da Festa do Oriente serão preenchidos com música hindustani, danças tradicionais de Goa, música chinesa em instrumentos ocidentais e danças do Rajastão.</p>
<p>Pelo auditório, vão passar alguns dos filmes japoneses que constam da programação do Monstra – Festival de Animação de Lisboa.</p>
<p>A tradução de nomes para chinês, as leituras do zodíaco chinês, a consulta a um adivinho de Macau, o ensino da arte de recorte de papel, a pintura de mãos ao gosto hindu, a feitura de máscaras, o ritual do chá, como se faz na China ou no Japão e até aulas de tai ji quan são outras das actividades que o Museu do Oriente tem para propor nos três primeiros dias de abertura.</p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><strong>MÚSICA</strong></span></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">TRIMURTI (Portugal, Vietname, Índia, Japão)<br />
</span></strong>Mário Laginha (Portugal) - piano<br />
Ngyen Lê (Vietname) - guitarras<br />
Prabhu Edouard (Índia) – tablas<br />
Joji Hirota (Japão) – tambores taiko e shakuhachi</p>
<p><strong>9, 10, 11, 12 MAIO - AUDITÓRIO</strong><br />
22:00<br />
Preço: € 20,00</p>
<p><a title="TRIMURTI (Portugal, Vietname, Índia, Japão)" href="http://www.foriente.pt/196/trimurti-portugal--vietname--india--japao.htm" target="_self">+ info</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">MÚSICA HINDUSTANI (ÍNDIA)</span></strong><br />
Manuel Leão - sitar<br />
<strong>9, 10, 11 MAIO - SALÃO MACAU</strong></p>
<p>9 Maio, 21:00<br />
10 Maio, 11:00 (com Francisco Cabral nas tablas)<br />
10 Maio, 21:00<br />
11 Maio, 11:00 (com Francisco Cabral nas tablas)<br />
11Maio, às 21:00</p>
<p><a title="Música Hindustani (Índia)" href="http://www.foriente.pt/198/musica-hindustani-india.htm" target="_self">+ info</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">MÚSICA CHINESA EM INSTRUMENTOS OCIDENTAIS<br />
</span></strong>Quarteto Capela</p>
<p><strong>9, 11 MAIO - SALÃO MACAU</strong><br />
9 Maio, 14:30<br />
11 Maio, 17:30</p>
<p><a title="Música Chinesa em Instrumentos Orientais" href="http://www.foriente.pt/200/musica-chinesa-em-instrumentos-orientais.htm" target="_self">+ info</a></p>
<p><span style="font-size:medium;"><br />
</span></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><strong>TEATRO</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>NÃO TOQUEM NAS MINHAS MÃOS</strong></span><br />
Sombras com mãos<br />
Valeria Guglietti (Argentina)</p>
<p>10, 11 MAIO - AUDITÓRIO<br />
15:00 e 16:30</p>
<p><a title="Não Toquem nas Minhas Mãos" href="http://www.foriente.pt/197/nao-toquem-nas-minhas-maos.htm" target="_self">+ info</a></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><strong>DANÇA</strong></span></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">DANÇAS DO RAJASTÃO</span></strong><br />
Carolina Fonseca</p>
<p><strong>9, 10, 11 MAIO - SALÃO MACAU</strong><br />
9 Maio, 18:00<br />
10 Maio, 14:30<br />
11 Maio, 14:30</p>
<p><a title="Danças do Rajastão" href="http://www.foriente.pt/201/dancas-do-rajastao.htm" target="_self">+ info</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">MÚSICA E DANÇAS TRADICIONAIS DE GOA</span></strong><br />
Grupo Ekvât</p>
<p><strong>10, 11 MAIO - SALÃO BEIJING</strong><br />
10 Maio, 19:00<br />
11 Maio, 19:00</p>
<p><a title="Música e Danças Tradicionais de Goa" href="http://www.foriente.pt/199/musica-e-dancas-tradicionais-de-goa.htm" target="_self">+ info</a></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Ekvât – Workshop para crianças</span></strong><br />
<strong>10, 11 Maio - Sala Goa&#124; Piso 4</strong><br />
11:30-12:30<br />
<strong>Elementos do Grupo Ekvât farão uma demonstração dos passos de uma dança de curumbins e entoarão canções em concani, língua falada em Goa. As crianças poderão imitar os passos, experimentar as roupas e dançar com as cheretas (cascas de coco). </strong></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><strong>CINEMA</strong></span></p>
<p><strong>MONSTRA – FESTIVAL DE ANIMAÇÃO DE LISBOA</strong><br />
10, 11 MAIO</p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><strong>OFICINAS</strong></span></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Arte Chinesa de Recorte de Papel<br />
</span></strong>(Em colaboração com o Instituto Confúcio – Universidade do Minho)<br />
9, 10, 11 Maio - Sala Nova Deli &#124; Piso 4</p>
<p>10:00,11:30, 14:00, 15:30, 17:00<br />
Duração: 1 hora<br />
<strong>Antigamente, no Norte da China, a tradição impunha como primeira arte manual feminina o recorte de papel. No Inverno, quando a paisagem está coberta de neve, as janelas são ainda decoradas com os recortes, que trazem vigor e sorte para o ano novo. Com este ateliê pretende-se ensinar a técnica do recorte de papel.</strong><br />
<span style="text-decoration:underline;"><strong>O Meu Rosto de Herói</strong></span><br />
<strong>9, 10, 11 Maio - Oficina do SE&#124; Piso -1</strong></p>
<p>10:00, 11:30, 14:00,15:30, 17:00<br />
Duração: 1 hora<br />
<strong>Guerreiro, deus ou feiticeiro? Qual deles gostarias de ser? Com uma máscara podes ser quem quiseres e, a partir daí, conquistares mundos, vencer dragões e navegar oceanos! Oficina de construção de máscaras de gesso, com o formato da própria cara, pintadas a partir de imagens de heróis e deuses que habitam as salas do Museu.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Origami</strong></span><br />
(Em colaboração com o Instituto Confúcio – Universidade do Minho)<br />
9, 10, 11 Maio - Sala Tóquio&#124; Piso 4</p>
<p>10:00, 11:30, 14:00, 15:30, 17:00<br />
Duração: 1 hora<br />
<strong>Chama-se Origami (ori significa "dobrar", e kami "papel") à arte de dobrar o papel, muito popular no Japão e no Oriente em geral. Ao criar uma peça através da dobragem de papel, podemos aperfeiçoar a nossa capacidade de imaginação simétrica e multidimensional, estimulando a concentração e disciplina. Aprende a transformar uma simples folha de papel nas mais diversas figuras.</strong><br />
<span style="text-decoration:underline;"><strong>Henna, Pintura de Mãos</strong></span><br />
15:00-22:00<br />
<strong>9, 10, 11 Maio - Lounge<br />
Na cultura hindu, a henna é usada em todos as grandes celebrações religiosas. Nos casamentos, as noivas pintam as mãos e os pés com intrincados desenhos que pretendem simbolizar a força do amor num casamento. Daí que a noiva procure manter as pinturas o máximo de tempo possível. Viva a experiência de adornar as suas mãos ao gosto hindu.</strong></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Ikebana</strong></span><br />
(Em colaboração com Ikebana International)<br />
9, 10, 11 Maio - Sala Díli &#124; Piso 4</p>
<p>10:00-13:00<br />
15:00-17:00<br />
<strong>Ikebana (em japonês "flores vivas") é a arte japonesa dos arranjos florais. A estrutura de um arranjo floral japonês está baseada em três conceitos básicos que simbolizam o céu, a terra e o homem. Nesta oficina, três professoras da Academia Michi da Ikebana International ensinam os princípios básicos desta técnica ancestral.</strong></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><br />
<strong>ARTES MARCIAIS</strong></span></p>
<p align="left"><strong><span style="text-decoration:underline;">Tai Ji Quan, Estilo Chen</span></strong><br />
<strong>9, 10, 11 Maio - Sala Macau&#124; Piso 4</strong><br />
11:30, 15:30,17:00<br />
Duração: 1 hora<br />
<strong>Com origem nas artes marciais, o Tai Ji Quan é praticado como uma ginástica lenta que visa o equilíbrio e a coordenação corporal, resultando numa forma de meditação em movimento. O estilo Chen é o mais antigo dos cinco estilos tradicionais de Tai Ji Quan.<br />
</strong></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><br />
<strong>RITUAL DO CHÁ</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Ritual do Chá Oolong</strong></span><br />
(Em colaboração com o Instituto Confúcio – Universidade do Minho)<br />
9, 10, 11 Maio - Sala Beijing&#124; Piso 4</p>
<p>13:00, 14:00, 15:00, 16:00, 17:00<br />
<strong>Na tradição cultural chinesa o ritual do chá decorre desde a sua plantação, recolha e secagem, até à preparação da infusão, culminando no elaborado processo de o servir. Desfrute de um momento onde a beleza, a harmonia e o convívio são as notas dominantes.</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Ritual do Chá Japonês</span></strong><br />
<strong>9, 10, 11 Maio -</strong> <strong>Sala Beijing, Piso 4</strong></p>
<p align="left">18:00, 21:00<br />
Duração: 1 hora<br />
<strong>A cerimónia do chá, requer muitos anos de treino. Antes de dominar toda esta técnica, cada detalhe significa mais do que simplesmente servir o chá. É crucial que os movimentos sejam perfeitos, graciosos, e delicados. Uma demonstração da singular beleza do ritual do chá japonês!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong><br />
</strong><br />
<span style="font-size:medium;"><strong>ARTES DIVINATÓRIAS</strong></span></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Loi Leong Kwok - Adivinho</span></strong><br />
<strong>9, 10, 11 Maio - Lounge</strong></p>
<p>12:00, 15:00, 18:00, 20:00<br />
<strong>O adivinho, astrólogo, feiticeiro ou homem de saber, entre muitas outras expressões como poderia ser designado, é uma figura típica e disputada no Largo do Leal Senado, em Macau. Não perca a oportunidade de desvendar o que o futuro lhe reserva nas palavras de um genuíno adivinho macaense.</strong></p>
<p align="left"><strong><span style="text-decoration:underline;">Consulta do Signo do Zodíaco Chinês<br />
</span></strong>(Em colaboração com o Instituto Confúcio – Universidade do Minho)<br />
11:00-22:00<br />
<strong>9, 10, 11 Maio - Sala Goa &#124; Piso 4</strong><br />
O horóscopo chinês tem como base um Zodíaco com um ciclo de 12 anos, tendo cada ano um animal como signo. Segundo a lenda, Buda queria organizar o mundo e, para tal, chamou os animais para um congresso, organizando-os por ordem de chegada. Descubra o que o seu signo do Zodíaco chinês lhe reserva para 2008.</p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><strong>CALIGRAFIA CHINESA</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Tradução de Nomes para Chinês</strong></span><br />
(Em colaboração com o Instituto Confúcio – Universidade do Minho)<br />
<strong>9, 10, 11 Maio - Centro de Documentação</strong><br />
11:00-22:00<br />
<strong>Diga o seu nome e veja como um calígrafo interpreta os sons e, munido de pincel, tinha da china e folha de papel de arroz, os traduz para caligrafia chinesa.<br />
</strong></p>
<p align="center"><span style="font-size:medium;"><br />
<strong>VISITAS GUIADAS</strong></span></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Visitas Orientadas por Especialista<br />
</span>9 Maio</strong></p>
<p>17:00</p>
<p><strong>Máscaras da Ásia</strong>, com Sylvie Gonfond, colectora e conservadora da Colecção Kowk On (visita guiada em francês)</p>
<p>18:00</p>
<p><strong>Deuses da Ásia</strong>, com Jacques Pimpaneau, colector e conservador da Colecção Kowk On (visita guiada em francês)</p>
<p>19:00 e 21:30<br />
<strong>Presença Portuguesa na Ásia</strong>, com Fernando António Baptista Pereira, museólogo responsável pelo percurso expositivo do Museu do Oriente.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Visitas Guiadas Gerais<br />
</span></strong></p>
<p><strong>Uma visita guiada aos diferentes espaços de exposição pela equipa de monitores do Serviço Educativo.</strong></p>
<p>9 Maio - 11:00, 14:00,16:00<br />
10, 11 Maio - 11:00, 14:00,16:00,18:00, 21:00</p>
<p><strong>O Colégio Guadalupe faz-nos viajar até Macau! </strong></p>
<p>10 Maio - Colecção Presença Portuguesa na Ásia &#124; Núcleo de Macau &#124; Piso 1<br />
<strong>No contexto do desafio lançado às escolas pelo Serviço Educativo do Museu do Oriente, em torno do tema Viagem, os alunos do Colégio Guadalupe, em Verdizela, decidiram partilhar com os visitantes do Museu uma experiência única! Estudaram a fundo aspectos relativos a Macau e vão transmitir os seus conhecimentos através de uma visita guiada ao Núcleo de Macau da exposição Presença Portuguesa na Ásia. </strong><br />
<strong><span style="text-decoration:underline;">Exposição A caminho do Oriente – A Viagem</span></strong></p>
<p><strong>9, 10, 11 Maio - Oficina SE &#124;Piso -1</strong><br />
Exposição dos projectos anuais desenvolvidos pelas escolas que aceitaram o desafio lançado pelo Serviço Educativo antes da abertura do Museu do Oriente. A capacidade criativa de alunos e professores numa mostra de trabalhos que partiram de um tema universal – A Viagem!</p>
<p class="MsoNormal"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><strong>Informações  complementares:</strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">MUSEU DO  ORIENTE</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Morada: Avenida  Brasília - Doca de Alcântara (  Norte)</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Lisboa </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Tel. +351 21 358 52  44</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;font-size:x-small;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">e-mail: <a title="mailto:info@foriente.pt" href="mailto:info@foriente.pt">info@foriente.pt</a></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Museu do Oriente abre já amanhã]]></title>
<link>http://nomundodosmuseus.wordpress.com/?p=953</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 09:17:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Carvalho</dc:creator>
<guid>http://nomundodosmuseus.wordpress.com/?p=953</guid>
<description><![CDATA[O Museu do Oriente abrirá as suas portas já amanhã. 
O historiador de arte Fernando António Bapt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu do Oriente abrirá as suas portas já amanhã. </p>
<p>O historiador de arte Fernando António Baptista Pereira, responsável pelo percurso e arranjo museográfico da colecção permanente refere sobre a exposição permanente: <em>Desenvolvida "como uma narrativa", "proporá duas leituras cruzadas", a primeira das quais visando a presença portuguesa na Ásia, núcleo correspondente, em larga medida, às aquisições que a Fundação Oriente foi fazendo ao longo dos anos.</p>
<p>A segunda dessas leituras terá por base uma panorâmica das culturas orientais, por via da Colecção Kwok On, de artes performativas e tradicionais, sendo a Ásia entendida aqui num sentido lato, num arco que vai da Turquia ao Japão. Dada a sua extensão - mais de 13 mil peças, muitas das quais exigindo cuidados especiais de conservação -, este núcleo rodará, recorde-se, de 18 em 18 meses, com novos temas e novas peças, sendo Deuses da Ásia a temática inaugural. Centrada na Colecção Kwok On será também a primeira mostra temporária do museu: Máscaras da Ásia.</p>
<p>Será justamente este diálogo, lembrou Fernando António Baptista Pereira, que fará deste não apenas "um museu único no seu género entre nós", mas raro também no contexto internacional. Para lá da "memória que convocará", o Museu do Oriente terá também os olhos postos no presente, por via da programação do seu serviço educativo e da sua programação de conferências e espectáculos, com particular destaque para o cinema e para a música. Trimurti, peça musical que o pianista Mário Laginha criou expressamente para assinalar o momento, marcará a abertura do museu (dias 9 a 12), tendo a seu lado, em palco, músicos do Vietname, Índia e Japão.</p>
<p>(...) como lembrou Baptista Pereira, o Museu do Oriente "abrirá as suas portas ao público com quatro catálogos" em simultâneo, resultantes do "esforço enorme de estudo da colecção". Um deles, de carácter generalista, sai com chancela tripartida da Fundação BNP Paribas, de Paris, Fundação Oriente e Réunion des Musées Nationaux, de França.</p>
<p>Um outro catálogo, de perfil monográfico, será dedicado à trajectória do edifício, agora sede do museu: os antigos armazéns frigoríficos do Porto de Lisboa, peça singular da arquitectura industrial dos anos 40.</em></p>
<p>Fonte: DN</p>
<p>Leia o artigo na íntegra aqui: <a href="http://dn.sapo.pt/2008/05/08/centrais/o_primeiro_do_museu_oriente.html">http://dn.sapo.pt/</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Musicians of the Nile - Museu do Oriente ]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=974</link>
<pubDate>Sun, 04 May 2008 17:59:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.wordpress.com/?p=974</guid>
<description><![CDATA[
 Musicos do Nilo - Foto de Pedro Tavares, vista aqui
Oriundos do Norte do Egipto, os poetas Musici]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3077/2465140690_bc9245a88a_o.jpg" alt="" width="333" height="500" /></p>
<p> Musicos do Nilo - <strong>Foto de Pedro Tavares</strong>, vista<a href="http://jornada.wordpress.com/2007/03/15/em-roda-viva-e-a-procura-do-sol/" target="_blank"> aqui</a></p>
<p>Oriundos do Norte do Egipto, os poetas Musicians of the Nile passaram os últimos 20 anos a percorrer a Europa, tal como os seus antepassados. A única diferença é que, em pleno século XXI, as viagens pelas diversas culturas são feitas de avião e não de burro. Descobertos em 1975 por Alain Weber, este grupo é composto por alguns dos mais talentosos e influentes músicos do Egipto.</p>
<p>Pioneiros na chamada música árabe, os Musicians of the Nile despertaram a atenção do mundo no Festival Chateauvallon, em 1975, onde tocaram ao lado de grandes nomes como Sun Ra e Keith Jarret.</p>
<p>Data: 24-05-2008 - 21h30<br />
Local: Museu do Oriente<br />
Avenida de Brasília - Doca de Alcântara (Norte), Lisboa<br />
1350-362 Lisboa<br />
Telefone: 213585200<br />
Preço: EUR 20,00</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Monstra - 7.º Festival de Animação de Lisboa ]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=954</link>
<pubDate>Fri, 02 May 2008 17:04:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.wordpress.com/?p=954</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;Oito filmes em competição, a Rússia como país-tema e alguma da melhor animação mundial]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3224/2458973559_a0a8018194_o.jpg" alt="" width="780" /></p>
<p><em>"Oito filmes em competição, a Rússia como país-tema e alguma da melhor animação mundial estão presentes na sexta edição do Monstra - Festival de Animação de Lisboa.</em></p>
<p><em>Este ano o Monstra apresenta, pela primeira vez, uma secção competitiva com as longas-metragens "Fimfarum 2" (República Checa), "Hair High" (EUA), "The Christies" (Reino-Unido), "Paprika" (Japão), "One night in one city" (República Checa), "The district" (Hungria), "Among the thorns" (Suécia) e "Snow white - the sequel" (França, Bélgica, Grã-Bretanha). </em></p>
<p><em>Este ano não há qualquer filme português em competição dada a escassa produção de longas-metragens nacionais, explicou à agência Lusa o director do festival, Fernando Galrito. </em></p>
<p><em>Este ano o país convidado é a Rússia, "um dos que têm a produção mais rica em termos de cinema de animação", referiu o director. </em></p>
<p><em>A propósito da exibição de uma retrospectiva de cinema russo, em Lisboa vão estar vários realizadores russos para apresentar os seus filmes e dirigir algumas aulas de cinema de animação, entre os quais Alexander Petrov, Valentin Telegin e Michael Aldashin. </em></p>
<p><em>Para esta sexta edição, a organização espera duplicar o número de espectadores do festival, passando dos 2.500 espectadores de 2006 para os cinco mil".</em></p>
<p>Encontrará tudo no site oficial da Monstra, aqui mesmo em baixo. E não se esqueça que o festival termina a 18 de Maio. </p>
<p><a href="http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=282552&#38;visual=26" target="_blank">Agência LUSA </a></p>
<p><a href="http://www.monstrafestival.com/" target="_blank">Site oficial</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Museu do Oriente - Trimurti: Mário Laginha + Ngyen Lê + Prabou Edhouard + Joji Hirota]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=900</link>
<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 16:16:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.wordpress.com/?p=900</guid>
<description><![CDATA[
O agora Museu do Oriente, correspondente ao então edifício Pedro Álvares Cabral, e património m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2080/2442579999_13af2075c8_o.jpg" alt="" width="711" height="531" /></p>
<p>O agora Museu do Oriente, correspondente ao então edifício Pedro Álvares Cabral, e património municipal, construído em 1940 para albergar o armazém frigorífico da Doca de Alcântara (sobretudo bacalhau), foi remodelado pelos arquitectos Carrilho da Graça e Rui Francisco.</p>
<p>"Perante esta sugestão, vai ser difícil alguém continuar a insistir em responder com bocejos quando se fala de museus.</p>
<p>O Museu do Oriente apresenta-se como um "novo centro de cultura e lazer" e prova-o logo na altura da inauguração, marcada para 8 de Maio.<br />
De 9 a 12, quem passar pela Doca de Alcântara Norte só tem de entrar para ver o espectáculo inédito que Mário Laginha criou para a ocasião".</p>
<p> </p>
<p>Chama-se <strong>"Trimurti"</strong> e conta com a presença de destacados músicos orientais: o vietnamita Nguyen Lê (em jeito de virtuoso do jazz ou de artista rock, é guitarrista para navegar por música improvisada, funk, electro-acústica, "world", etc.), o indiano Prabou Edhouard (revelação recente das tablas) e o japonês Joji Hirota (além de flautista, é um mestre do taiko)".</p>
<p style="text-align:center;"><strong>MÚSICA</strong></p>
<p>TRIMURTI (Portugal, Vietname, Índia, Japão)<br />
Mário Laginha (Portugal) - piano<br />
Ngyen Lê (Vietname) - guitarras<br />
Prabou Edhouard (Índia) – tablas<br />
Joji Hirota (Japão) – tambores taiko e shakuhachi<br />
9, 10, 11, 12 MAIO - AUDITÓRIO<br />
22:00<br />
Preço: € 20,00</p>
<p>MÚSICA HINDUSTANI (ÍNDIA)<br />
Manuel Leão - sitar<br />
9, 10, 11 MAIO - SALÃO MACAU<br />
9 Maio, 21:00<br />
10 Maio, 11:00 (com Francisco Cabral nas tablas)<br />
10 Maio, 21:00<br />
11 Maio, 11:00 (com Francisco Cabral nas tablas)<br />
11Maio, às 21:00</p>
<p>MÚSICA E DANÇAS TRADICIONAIS DE GOA<br />
Grupo Ekvât<br />
10, 11 MAIO - SALÃO MACAU</p>
<p><strong>MÚSICA CHINESA EM INSTRUMENTOS OCIDENTAIS<br />
</strong>Quarteto Capela<br />
9, 11 MAIO - SALÃO MACAU<br />
9 Maio, 14:30<br />
11 Maio, 17:30</p>
<p> </p>
<div>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:small;"><strong>Teatro</strong></span></p>
</div>
<p><strong>NÃO TOQUEM NAS MINHAS MÃOS</strong><br />
Sombras com mãos<br />
Valeria Guglietti (Argentina)<br />
10, 11 MAIO - AUDITÓRIO<br />
15:00 e 16:30</p>
<p>Com este programa inicial, que marca a inauguração do Museu, com a diversidade de espaços e eventos que apresenta, não haverá "bocejos" que lhe resistam.</p>
<p>Site: <a href="http://www.foriente.pt/195/o-museu.htm" target="_blank">Fundação Oriente</a></p>
<p><strong>Informações: 21 358 52 44<br />
</strong>Avenida Brasília<br />
Doca de Alcântara ( Norte)<br />
1350-362 Alcântara</p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
