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Blogs sobre: O Outro Nome Da Terra 1988

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Numa fotografia

Raquel Agra wrote 1 week ago: Não sejas como a névoa, nem quimera. Demora-te, demora-te assim: faz do olhar tempo sem tempo, espaç … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, deserto, Fotografía, MAR, quimera

Corpo

Raquel Agra wrote 3 months ago: O mar – sempre que toco um corpo é o mar que sinto onda a onda contra a palma da mão. Vésper está ag … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, MAR, corpo

Sem ti + Sem Mário Benedetti1 comment

Raquel Agra wrote 5 months ago: É um fardo aos ombros o corpo, sem ti. Até o amarelo dos girassóis se tornou cruel. Não invento nada … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, corpo, Luz, Pele, Girassóis, MARIO BENEDETTI.

Com essa nuvem2 comments

Raquel Agra wrote 7 months ago: Para que estrela estás crescendo, filho, para que estrela matutina? Diz-me, diz-me ao ouvido, se é t … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, estrela, nuvem, Filho

A luz do chão

Raquel Agra wrote 7 months ago: Sem nenhuma razão a voz rompia, a rasteirinha voz tão rente à vida que se confunde com a luz do chão … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Luz, Chao, Voz, Marco

Cumplicidade do Verão

Raquel Agra wrote 8 months ago: Mal nos conhecíamos, mas a infância é cúmplice do verão: vinhas do rio, das manhãs onde nadámos junt … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Verão, corpo, Infância

Sobre a terra

Raquel Agra wrote 9 months ago: Sei que estou vivo e cresço sobre a terra. Não porque tenha mais poder, nem mais saber, nem mais hav … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, flancos, peito, Terra, Vivo

Rosa do mundo

Raquel Agra wrote 10 months ago: Rosa. Rosa do mundo. Queimada. Suja de tanta palavra.   Primeiro orvalho sobre o rosto. Que foi péta … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Rosa, Mundo

O que não pode morrer

Raquel Agra wrote 10 months ago: Diz, diz uma vez mais o que não pode morrer: a luz, que no sul é inocente e trepa aos pinheiros; o t … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Verão, Luz, junho, manhãs, dunas

Sem memória

Raquel Agra wrote 1 year ago: Haverá para os dias sem memória outro nome que não seja morte? Morte das coisas limpas, leves: manhã … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, memor.ia

O desejo

Raquel Agra wrote 1 year ago: O desejo, o aéreo e luminoso e magoado desejo latia ainda; não sei bem em que lugar do corpo em decl … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade

O nome da terra

Raquel Agra wrote 1 year ago: Já sobre o meu peito não demoras os pés miúdos, já a breve dança dos dedos troca de cabelo, porque t … more →

Tags: Poesía

O sorriso

Raquel Agra wrote 1 year ago: Creio que foi o sorriso, o sorriso foi quem abriu a porta. Era um sorriso com muita luz lá dentro, a … more →

Tags: Poesía

As amoras

Raquel Agra wrote 1 year ago: O meu país sabe às amoras bravas no verão. Ninguém ignora que não é grande, nem inteligente, nem ele … more →

Tags: Poesía

Com os juncos

Raquel Agra wrote 1 year ago: Elas crescem, as crianças. Crescem com os juncos, com os mastros. Crescem no meu coração esburacado. … more →

Tags: Poesía

Outono

Raquel Agra wrote 1 year ago: O Outono vem vindo, chegam melancolias, cavam fundo no corpo, instalam-se nas fendas; às vezes por a … more →

Tags: Poesía


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