Era setembro ou outro mês qualquer propício a pequenas crueldades: a sombra aperta os seus anéis. Que queres tu ainda? O sopro das dunas sobre a boca? A luz quase despida? Fazer do corpo todo um lugar… mais →
O Sal da LínguaRaquel Agra wrote 2 months ago: Era setembro ou outro mês qualquer propício a pequenas crueldades: a sombra aperta os seus anéis. Qu … more →
Raquel Agra wrote 5 months ago: Ouço correr a noite pelos sulcos do rosto – dir-se-ia que me chama, que subitamente me acaricia, a m … more →
Raquel Agra wrote 6 months ago: De que país regressas? De que mar ou regaço onde o desejo respira devagar? Fala, diz ainda a palavra … more →
Raquel Agra wrote 9 months ago: Eu ia com a noite pelas ruas descuidadas que levam ao teu corpo. Não sei que vozes se cruzaram com a … more →
Raquel Agra wrote 10 months ago: Trago os tordos na cabeça desde os campos d’Atalaia para pôr neste poema – o vento deixava-nos à por … more →
Raquel Agra wrote 10 months ago: Agora as aves voltam, são nos ramos altos a matéria mais próxima dos anjos – ousarei eu tocar-lhes, … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Inventarei o dia onde contigo e o Outono corra pelas ruas. A luz que pisamos é tão perfeita que não … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Não ouças essas vozes que não param de crescer a caminho do inverno, os lugares onde o corpo de erro … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Espanta-me que estes olhos durem ainda, que as suas pedras molhadas se tenham demorado tanto a refle … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Com o sol a trepar pelas árvores não tardará que a manhã corra mais limpa e se possa beber. … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Trabalho com a frágil e amarga matéria do ar e sei uma canção para enganar a morte – assim errando v … more →