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	<title>o-sabor-da-melancia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/o-sabor-da-melancia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "o-sabor-da-melancia"</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 10:55:02 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Tian bian yi duo yun / The Wayward Cloud - O Sabor da Melancia]]></title>
<link>http://soife.wordpress.com/2007/11/13/tian-bian-yi-duo-yun-the-wayward-cloud-o-sabor-da-melancia/</link>
<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 13:36:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alfredo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ainda não assisti, mas dei altas gargalhadas com o trailer, apesar de eu não gostar de musicais.
S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda não assisti, mas dei altas gargalhadas com o trailer, apesar de eu não gostar de musicais.</p>
<p align="center"><strong>Sinopse</strong></p>
<p align="left">De volta de uma viagem à França, a jovem Shiang-Chyi (Shiang-chyi Chen) chega a Taipé e descobre que o local onde marcou um encontro com o vendedor de relógios Hsiao-Kang (Kang-sheng Lee) está destruído. A cidade também sofre com uma estiagem terrível, que a obriga a encher garrafas de água em banheiros públicos ou matar a sede com suco de melancia. Um dia, ela e Hsiao-Kang se encontram por acaso no parque e iniciam um romance. O que ela não sabe é que o vendedor agora atua como ator pornô em produções filmadas próximo à sua casa.</p>
<p align="center"> <span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cfE0jgMUQrc'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/cfE0jgMUQrc&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
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<title><![CDATA[Nota de Descontentamento]]></title>
<link>http://omeuoutroblog.wordpress.com/2007/09/23/nota-de-descontentamento/</link>
<pubDate>Sun, 23 Sep 2007 18:51:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mário Gonçalves</dc:creator>
<guid>http://omeuoutroblog.pt.wordpress.com/2007/09/23/nota-de-descontentamento/</guid>
<description><![CDATA[
Caro Sr. Diogo Infante.
Venho por este meio expressar o meu profundo pesar e descontentamento pelo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cartaz.expresso.clix.pt/ContentImages/405261.jpg"><img src="http://cartaz.expresso.clix.pt/ContentImages/405261.jpg" style="display:block;width:400px;cursor:pointer;text-align:center;margin:0 auto 10px;" border="0" /></a><br />
Caro Sr. Diogo Infante.<br />
Venho por este meio expressar o meu profundo pesar e descontentamento pelo aparente sucesso da peça de V. Exa. no Teatro Maria Matos.<br />
Hoje, Domingo, dia 23 (Vinte e Três) de Setembro de 2007 (Dois Mil e Sete) fiz-me acompanhar de dois amigos para ver a peça de V. Exa. que teria exibição ás 17h00 (Dezassete) no dito teatro que V. Exa tão <span style="font-style:italic;">Artisticamente Dirige</span>.<br />
Qual não foi o meu espanto quando, no meu comportamento tipicamente português, sem bilhete ou marcação prévia, me dirigi à bilheteira 20 (Vinte) minutos antes do inicio do espectáculo, e me deparei com uma multidão de gente e um <span style="font-style:italic;">fofo</span> sinal escrito certamente também em Arial, dizendo:</p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-weight:bold;font-family:arial;"><span style="font-size:180%;">Lotação Esgotada</span></span></p>
<p style="text-align:center;">&#160;</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;">Entre o desespero consumista de ter dinheiro extra nos bolsos e a aterradora visão de nos vermos sem nada para fazer durante o resto da tarde, decidimos então sair do meio da multidão e rumarmos em direcção à luz ambiente de um agradável Sol de Outono para podermos assim ponderar as nossas opções.</p>
<p style="text-align:left;">Como melgas tontas, encadeadas pelas luzes cegas do cinema e armados pela tola convicção de que ver cinema ainda vale a pena, decidimos caminhar uma dúzia de passos até à concorrência desleal do Cinema King Triplex.<br />
Lá chegados, deparamos-nos com os 3 (três) cartazes dos 3 (três) diferentes filmes em exibição.<br />
Não estando <em>in the mood</em> para mais influências anglo-saxónicas do que aquelas que encontramos tão comummente no nosso dia-a-dia, excluímos pela base da discriminação no nome, um tal filme chamado "Mysterious Skin".<br />
Entre os que sobraram restava "O Capacete Dourado" e "O Sabor da Melancia".<br />
Depois da profunda cicatriz emocional no teatro <span style="font-style:italic;">de </span>V. Exa. decidimos considerar Jorge Cramez como "persona non grata" no nosso circulo de influências por este dia. Para nós, o sucesso da peça de V. Exa. era claro sinal que a Arte Portuguesa estava de óptima saúde e não necessitava assim do nosso contributo monetário.<span style="font-style:italic;"></span>Lançando um último olhar ao cartaz do feliz contemplado para os nossos 13 (treze) euros reparámos numa rapariga de pernas bem abertas com metade de uma melancia estratégica e pudicamente - pensávamos nós - lá colocada.<br />
A nossa mente racional logo nos disse que tal não cheirava bem - tal referindo-se à ideia de ir ver o filme e não à melancia ou ao objecto não identificado escondido por detrás desta.<br />
Lá tentámos contradizer a nossa intuição com o Urso de Prata de Berlim que o filme recebeu e com as altas classificações dos Ursos dos Críticos do Expresso cujos vagos e cabalísticos comentários nos deixam exactamente onde começámos - sem saber absolutamente nada daquilo que queremos ir ver.</p>
<p>Bem sentados e refastelados nos nossos lugares, lá nos preparamos para a curta-metragem "China, China" que seria então a cereja no topo do bolo. Pelos vistos também o João Pedro Rodrigues estava metido nisto tudo, pois o filme deste foi rapidamente delicioso, contrastando claramente e em todos os aspectos (menos o ar oriental das personagens) com a longa-longa-dolorosa-metragem que lhe seguiu.<br />
Desde a primeira cena do filme até ao momento em que 50% dos espectadores decidiram seguir o maior visionário da sala seguindo-lhe até à saída da sala, que eu tentei usar toda a minha capacidade mental para encontrar graça em num filme pornográfico sem genitais, com um fetiche <span style="font-style:italic;">melanciofilico </span>e um argumento pseudo-intelectual claramente ultrapassável por qualquer uma das histórias da "Gina".<br />
Infelizmente um dos meus amigos deixou cair o telemóvel para baixo da cadeira da vizinha do lado. Devido ao embaraço colectivo que se fazia sentir por toda a sala e temendo pela sua saúde e reputação pública, decidiu estóicamente resistir à tentação de jogar a mão debaixo da cadeira e agitá-la como se não houvesse amanhã.</p>
<p style="text-align:left;">Nós fizemos também grande e demorado esforço para não sair a correr da sala e deixar o nosso amigo só e vulnerável ao fogo inimigo de uma película totalmente carnal em widescreen e som surround.</p>
<p style="text-align:left;">Quando o filme lá terminou, pensei eu que tinha também terminado toda a minha agonia.</p>
<p style="text-align:left;">Assim que me levantei, no mesmo instante em que subiram os créditos, desceram as minhas calças ao chão, puxadas rapidamente pela gravidade e pelo meu incomum - e propício a embaraços - costume de desapertar o botão das calças antes de me sentar, para poder estar mais à vontade.</p>
<p style="text-align:left;">Escusado será dizer que os olhares dos restantes espectadores se viraram e arregalaram como nunca havia visto antes na minha vida. Devo também dizer que a minha escolha de <em>underwear</em> não foi também a mais propícia a este momento fora do tempo em si. Não sei porquê aqueles cupidos e corações tiveram o dom de atrair mais atenções do que as que eu alguma vez desejara.</p>
<p style="text-align:left;">Não sei como me safei dessa mas só sei que foi muito, muito rápido.</p>
<p style="text-align:left;">Por tudo isso e por me ter feito passar uma das maiores vergonhas da minha vida, gostaria que V. Exa. soubesse que vos considero, a si e a toda a equipa responsável pelo sucesso de produção da peça, moralmente responsáveis pelo atentado de 09/23 que para sempre marcará a minha vida.</p>
<p style="text-align:left;">&#160;</p>
<p style="text-align:left;">Mário Gonçalves, Lisboa 23/09/07</p>
]]></content:encoded>
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