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Blogs sobre: Obscuro Dominio 1972

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Obscuro Domínio

Raquel Agra wrote 3 months ago: Amar-te assim desvelado entre barro fresco e ardor. Sorver entre lábios fendidos o ardor da luz orva … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Ardor, Beijos, desejo, LAbios, Vertigem

Tempo em que se morre

Raquel Agra wrote 6 months ago: Agora é verão, eu sei. Tempo de facas, tempo em que se perdem os anéis as cobras à míngua de água. T … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Fogo, mãos, orvalho, Tempo, Verão

Véspera da água

Raquel Agra wrote 8 months ago: Tudo lhe doía de tanto que lhes queria:   a terra e o seu muro de tristeza,   um rumor adolescente, … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Amor, Agua, Verão

Canto firme

Raquel Agra wrote 9 months ago: Desatar o silêncio,   ficar a vê-lo escorrer na vidraça,   entrar na noite,   labirinto onde perco a … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Silêncio, ,canto,, Música, Sangue

A música

Raquel Agra wrote 10 months ago: De alma e coração ainda mareados por gentes e terras que marcaram estas últimas semanas, regresso ao … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Alamos, cardos, LAbios, Música

O silêncio

Raquel Agra wrote 1 year ago: Quando a ternura parece já do seu ofício fatigada,   e o sono, a mais incerta barca, ainda demora,   … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, palavras, Silêncio

Os animais

Raquel Agra wrote 1 year ago: Vejo ao longe os meus dóceis animais. São altos e as suas crinas ardem. Correm à procura de uma font … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía

Desde o chão

Raquel Agra wrote 1 year ago: A pele porosa do silêncio agora que a noite sangra nos pulsos traz-me o teu rumor de chuva branca.   … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Verão

Desde a aurora

Raquel Agra wrote 1 year ago: Como um sol de polpa escura para levar à boca, eis as mãos: procuram-te desde o chão,   entre os vei … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía

Corpo Habitado

Raquel Agra wrote 1 year ago: Corpo num horizonte de água, corpo aberto à lenta embriaguez dos dedos, corpo defendido pelo fulgor … more →

Tags: Poesía

Arte de navegar

Raquel Agra wrote 1 year ago: Vê como o verão subitamente se faz água no teu peito, e a noite se faz barco, e a minha mão marinhei … more →

Tags: Poesía

Nas ervas

Raquel Agra wrote 1 year ago: Escalar-te lábio a lábio, percorrer-te: eis a cintura, o lume breve entre as nádegas e o ventre, o p … more →

Tags: Poesía

O Amor

Raquel Agra wrote 1 year ago: Estou a amar-te como o frio corta os lábios. A arrancar a raiz ao mais diminuto dos rios. A inundar- … more →

Tags: Poesía


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