A terra é boa, e o corpo apesar de bastardo traz consigo pátios e cavalos. A multiplicação da luz torna mais limpo o ar, até mesmo a lebre salta dos fenos. Contenta-te com ser, hoje amanhã outro dia, … mais →
O Sal da LínguaRaquel Agra wrote 12 hours ago: A terra é boa, e o corpo apesar de bastardo traz consigo pátios e cavalos. A multiplicação da luz to … more →
Raquel Agra wrote 1 month ago: Eugénio voou com as aves há precisamente quatro anos. Os livros. A sua cálida, terna, serena pele. … more →
Raquel Agra wrote 1 month ago: Estes mortos difíceis que não acabam de morrer dentro de nós; o sorriso da fotografia, a carícia sus … more →
Raquel Agra wrote 2 months ago: Tanta palavra para chegar a ti, tanta palavra, sem nenhuma alcançar entre as ruínas do delírio a ilh … more →
Raquel Agra wrote 4 months ago: Não queiras transformar em nostalgia o que foi exaltação, em lixo o que foi cristal. A velhice, o pr … more →
Raquel Agra wrote 8 months ago: Trago o mar todo na cabeça daquele modo que as mulheres novas dão de mamar aos filhos; o que não me … more →
Raquel Agra wrote 9 months ago: O corpo nunca é triste; o corpo é o lugar mais perto onde o lume canta. É na alma que a morte faz a … more →
Raquel Agra wrote 9 months ago: Porque por essa porta sobre a rugosa luz da tarde terás ainda tempo de pegar nos pés e meter-te a ca … more →
Raquel Agra wrote 10 months ago: Pode ouvir-se ainda o seu bater contra o peito. Há tantos, tantos anos exposto à violência da luz do … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: No prato da balança um verso basta para pesar no outro a minha vida. … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Também o deserto vem do mar. Não sei em que navio, mas foi desses lugares que chegaram ao meu jar … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Era o verão, o seu desassossego. Era o desejo, o desejo rompendo da sombra sem caminho, e doía. Era … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Chega mais cedo; conheço-lhe os passos: já muita vez aqueceu as mãos ao lume das minhas. Vai demorar … more →