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	<title>olhem-para-mim-aqui &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/olhem-para-mim-aqui/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "olhem-para-mim-aqui"</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 11:49:37 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[O Constitucionalista]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=7995</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 14:36:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=7995</guid>
<description><![CDATA[
Manuais e refeições gratuitas e passe para combater abandono e insucesso escolar
(&#8230;)
Para o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2><a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1341588">Manuais e refeições gratuitas e passe para combater abandono e insucesso escolar</a></h2>
<p>(...)<br />
Para o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais, Albino Almeida, estas medidas impunham-se pelo "<strong>próprio programa constitucional, que este Governo leva à prática</strong>".<br />
"Nós acreditamos que cada vez mais é clara a responsabilidade de cada parte nisto: <strong>do Governo, que assim se assume mais de acordo com a Constituição</strong>, e das escolas, que terão cada vez maior responsabilidade na discussão dos seus projectos educativos e na adequação dos seus orçamentos", disse Albino Almeida.</p></blockquote>
<p>Eu ia comentar mas ainda não me acabei de rir com o cumprimento do programa constitucional.</p>
<p>O Vital, o Canotilho e o Miranda que se cuidem... a exegése e hermenêutica constitucionais têm um novo especialista.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Descolar]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=7889</link>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 09:22:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=7889</guid>
<description><![CDATA[Para começarmos em beleza temos uma espécie de entrevista de MLR à TSF, daquelas em que o disco p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para começarmos em beleza temos uma espécie de <a href="http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1008000">entrevista de MLR à TSF</a>, daquelas em que o disco parece já mais que riscado:</p>
<blockquote><p>A poucos dias da abertura de mais um ano escolar, <strong>a ministra da Educação  mostra mais uma vez não recear a contestação dos sindicatos</strong>.</p>
<p>O esforço do Governo, diz Maria de Lurdes Rodrigues, tem sido compensado  pelos resultados dos alunos.</p>
<p>Este ano lectivo, acrescenta a ministra, estão reunidas as condições para vir  a ser prestado um bom serviço público de educação.</p>
<p><strong>«É um ano que começa com mais alunos e em que os resultados escolares foram  melhores. </strong>É um ano em que teremos mais cursos profissionais, mais investimento  nas escolas, mais acção social escolar, mais apoio para as famílias, mais  livros, computadores, melhores condições de ensino e aprendizagem. Portanto,  espero que seja um ano em que se presta um melhor serviço público de educação»,  salienta.</p></blockquote>
<p>A isto chama-se prospectiva acelerada. O ano ainda está a arrancar e os resultados já <em>«foram melhores»</em>. A seguir a <strong>demonização dos protestos</strong> dos sindicatos com que parecia ter-se <em>entendido in extremis</em>. Quanto ao resto das declarações de Maria de Lurdes Rodrigues nem vale a pena regar o molhado. <strong>Há uns tempos ainda tinha alguma graça detectar equívocos na forma de se expressar, imprecisões factuais, falhas lógicas na argumentação, mistificações mais ou menos deliberadas. Agora já cansa. </strong>Venha o(a) senhor(a) que se segue, porque esta já cumpriu aquilo que a mandaram fazer.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Minha Definição De Patético Em Forma De Foto]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=7612</link>
<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 17:26:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=7612</guid>
<description><![CDATA[
A imagem está assim, pequenina mesmo, porque fui incapaz de comprar hoje o DN quando vi a primeira]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7613" src="http://educar.wordpress.com/files/2008/08/patetico.jpg" alt="" width="242" height="141" /></p>
<p style="text-align:center;">A imagem está assim, pequenina mesmo, porque fui incapaz de comprar hoje o DN quando vi a primeira página. E isto apesar de oferecerem um livrinho interessante.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Explicação Para A Medalha Da Vanessa Ou O Nosso Amado Primeiro Está De Volta E Precisa De Estar Contentinho E Sorrir P'ás Câmaras]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/2008/08/18/a-explicacao-para-a-medalha-da-vanessa-ou-o-primeiro-esta-de-volta-e-precisar-de-estar-contentinho/</link>
<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 21:00:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/2008/08/18/a-explicacao-para-a-medalha-da-vanessa-ou-o-primeiro-esta-de-volta-e-precisar-de-estar-contentinho/</guid>
<description><![CDATA[ 

Ainda gagueja um pouco (iria dizer contentação?), mas já aproveita todas as ondas..
E há que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> [vodpod id=ExternalVideo.665048&#38;w=425&#38;h=350&#38;fv=]</span></p>
<div style="font-size:10px;"><a href="http://vodpod.com/wordpress"></a></div>
<p style="text-align:center;">Ainda gagueja um pouco (iria dizer <em>contentação</em>?), mas já aproveita todas as ondas..<br />
E há que admitir, o homem tem sorte: mal chega, cai uma medalha...</p>
<p style="text-align:center;">Irra, que até chateia.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Será Que Também Já Tocava Piano?]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=7141</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 21:32:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=7141</guid>
<description><![CDATA[
Despertei para a política com as críticas do &#8220;Paris-Match&#8221; à ditadura
Quando Oliveir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2><a href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#38;op=view&#38;fokey=ex.stories/387525">Despertei para a política com as críticas do "Paris-Match" à ditadura</a></h2>
<p>Quando Oliveira Salazar caiu da cadeira, em Agosto de 1968, e foi submetido a uma intervenção cirúrgica ao cérebro, <strong>José Manuel Durão Barroso tinha apenas 12 anos</strong>. "Tenho uma vaga ideia dos telejornais, a preto e branco, darem os boletins médicos". Bem mais viva é a recordação da morte de Salazar, em Julho de 1970, e que o presidente da Comissão Europeia não hesita em classificar como "um dos factos mais marcantes da minha formação política".<br />
<strong> Naquela época, recorda, "assinava-se lá em casa a revista francesa "Paris-Match". Na edição seguinte à morte de Salazar, a revista trazia uma grande reportagem fotográfica.</strong> Houve uma fotografia que me impressionou especialmente e que me chocou imenso: Salazar no caixão, nos Jerónimos, tendo ao seu lado duas figuras apresentadas como os homens mais pequeno e mais alto do mundo - um anão branco de Angola e um gigante negro de Moçambique, que depois andou a ser exibido num circo. A legenda era qualquer coisa como isto: "A morte macabra do ditador".</p></blockquote>
<p>Quanto à dimensão e coerência do estadista  <em>Zé Manel</em> Barroso, nada como ler <a href="http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=976006&#38;opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina">esta crónica de Manuel António Pina</a> e estamos falados.</p>
<p>A edição do <em>Expresso</em> de amanhã <a href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?sid=ex.sections/24962">promete muita balela</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Evidência Do Óbvio Ou Da Genialidade Da Banalidade]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=6292</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 11:04:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=6292</guid>
<description><![CDATA[
Vítor Constâncio especializou-se em dizer, de forma aborrecida e atrasada, o que qualquer opinado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://educar.files.wordpress.com/2008/07/jn16jul08.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6293" src="http://educar.wordpress.com/files/2008/07/jn16jul08.jpg" alt="" width="329" height="228" /></a></p>
<p><strong>Vítor Constâncio especializou-se em dizer, de forma aborrecida e atrasada, o que qualquer opinador de esquina percebeu há muito</strong>: as coisas têm estado mal, estão mal e assim continuarão a estar.</p>
<p><a href="http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#38;id=324042">Quanto ao resto</a>, neste caso em notícia do <em>Jornal de Negócios</em>, limita-se a validar 95% do que o Governo decide, ficando com dúvidas sobre 4% e criticando levezinho o 1% restante.</p>
<p>Depois temos, a juntar à originalidade de Constâncio-Dupont a tão proclamada genialidade do Dupond do PSD, de seu nome António Borges, alguém com imensa ânsia por demonstrar que <strong>ele também é capaz de destacar o óbvio, de forma banal e quiçá com um cinzento mais acinzentado que os outros, repisando o chão já pisado e humedecendo o soalho molhado com mais uma vacuidade sem conteúdo</strong>.</p>
<p>Afundamos?</p>
<p>Claro que afundamos!</p>
<p>E com estes pesos-mortos nunca viremos ao de cima.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Sério Candidato A Post Delicodoce Do Ano]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=6261</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 16:34:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=6261</guid>
<description><![CDATA[No Existente Instante, mal reconheço um tal João Portuense que aqui me apareceu um dia a desancar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://existenteinstante.blogspot.com/2008/07/balano-em-balana.html">No <em>Existente Instante</em></a>, mal reconheço um tal <strong>João Portuense</strong> que aqui me <a href="http://educar.wordpress.com/2008/01/20/uma-ma-pratica-seguida-de-reaccao-exagerada/#comment-26473">apareceu um dia</a> a<a href="http://educar.wordpress.com/2008/01/21/uma-face-da-contestacao/#comment-26563"> desancar forte e feio</a>. Afinal o homem comove-se até com uma acção de formação sobre avaliação do desempenho. Mais umas linhas e eu tinha uma subida de glicémia, tamanhos os afectos que se soltaram em tal experiência, ao que parece inolvidável.</p>
<p><strong>Feliz eu que, para conviver e trocar experiências com os colegas de diferentes <em>«congregações»</em>, não preciso de ir a acções de formação para candidatos a <em>adesivos </em>envergonhados e sensíveis</strong>.</p>
<p>Fico sem saber é o que entende o amável e espantado postador por encontros <em>«congragatórios»</em>.</p>
<p>Mas ele sabe que esta é apenas uma alfinetada a quem achou que eu é que era o <em>«vaidosão»</em> de serviço e mais uma série de coisas. Falta de espelhos é o que é. Desde o início do ano tinha dado tempo de passar por uma qualquer ex-loja dos 300.</p>
<p>Olha se me sai um avaliador destes, com evidente défice afectivo e de lágrima ao canto do olho? O que faço? Dou-lhe palmadinhas nas costas e bolachinhas?</p>
<p><strong>Adenda</strong>: Todos têm direito a expressar a sua emoção pelas experiências vividas, mesmo que em forma enjoativa, assim como eu de dar a minha opinião ríspida. Venham daí as bengaladas...</p>
<p><strong>Adenda 2</strong>: Numa manifestação de grande respeito pela liberdade opinativa, o autor-pseudónimo do blogue em causa apaga diligentemente todos os comentários adversos. Coisa linda... Um exemplo de postura afectiva.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estes Tipos Irritam-me]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=6134</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 19:41:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=6134</guid>
<description><![CDATA[
SEDES acusa José Sócrates de governar para as eleições

A razão é simples: raramente ultrapas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2><a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1334728&#38;idCanal=12">SEDES acusa José Sócrates de governar para as eleições</a></h2>
</blockquote>
<p>A razão é simples: raramente ultrapassam o óbvio e o banal.</p>
<p>Aquilo que qualquer comentador de esquina consegue perceber, sem ser preciso todo um Conselho Coordenador para chegar lá.</p>
<p>No caso presente, e atendendo a que o actual presidente é Luís Campos e Cunha, ex-Ministro de Sócrates e autor recente de diversos artigos de opinião da estirpe <em>«nem assim, nem assado, antes pelo contrário»</em>, ainda a irritação é maior porque não se percebe exactamente ao que andam...</p>
<p>Ou melhor... até se percebe. De uma «abertura á sociedade civil» do PS, para ver se há sol na eira e se chove no nabal. Ou vice-versa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Claro, Caso Contrário Como Se Justificaria O Seu Cargo?]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=5696</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 08:47:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=5696</guid>
<description><![CDATA[
Plano Tecnológico é um &#8220;poderoso meio&#8221; para melhorar os resultados escolares
O coorde]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2><a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1331691">Plano Tecnológico é um "poderoso meio" para melhorar os resultados escolares</a></h2>
<p>O coordenador do Plano Tecnológico da Educação (PTE), João Trocado da Mata, considerou hoje que o PTE é "um poderoso meio" tendo em vista a melhoria do ensino e dos resultados escolares dos alunos. "Todo este esforço contribui decisivamente para modernizar os processos de ensino e de aprendizagem", afirmou o responsável.</p>
<p><strong>Segundo o coordenador do PTE, estudos internacionais mostram uma "correlação positiva" entre a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) em contexto de sala de aula e o aproveitamento escolar dos estudantes. </strong>O Plano Tecnológico do sector representa um investimento de cerca de 400 milhões de euros e pretende colocar Portugal entre os cinco países europeus mais avançados na modernização tecnológica dos estabelecimentos de ensino.</p>
<p><strong>Sublinhando a importância do plano ser "apropriado e mesmo reclamado" pelas escolas, João Trocado da Mata manifesta-se "optimista" em relação à sua concretização, fazendo um balanço "positivo" quando está prestes a assinalar-se um ano sobre o seu lançamento. </strong>"O valor do investimento é suficiente para cumprir o desígnio definido pelo Governo, sobretudo tendo em conta as estimativas iniciais. No concurso público internacional das redes de área local foi possível baixar em 30 por cento o valor previsto para a sua aquisição. Estou certo de que nos outros concursos acontecerá o mesmo", afirmou.</p></blockquote>
<p>Digam-me lá se não é sempre emocionante ver o entusiasmo de um Coordenador no sucesso da acção da instituição, projecto, plano, grupo de trabalho ou estrutura de missão que coordena?</p>
<p>Já quando era petiz e por vezes acompanhava a minha mãe na ronda das compras ficava admirado porque se dava ela ao trabalho de perguntar ao vendedor se a fruta era boa, o peixe fresco ou a carne tenra... Acaso esperava que dissessem mal do produto que vendiam?</p>
<p>Ela explicava-me que era uma questão de confiança pessoal, mesmo quando repetidas vezes se revelava terem sido erróneas as indicações recebidas.</p>
<p>Agora nem a questão da confiança pessoal - valor em manifesto desuso - se coloca portanto isto entra por um ouvido (ou é lido por um olho meio distraído) e faz ligação directa com o canal de saída...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Violência Dói Mais Quando É Em Imagens A Cores - Versão 1.1]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=4542</link>
<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 10:04:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=4542</guid>
<description><![CDATA[Ainda não fui confirmar à papelaria da esquina se saiu a versão 3.0 na edição de hoje do Sol. C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h5><i>Ainda não fui confirmar à papelaria da esquina se saiu a versão 3.0 na edição de hoje do Sol. Como foi um texto pedido, a versão final teve de ser encaixada no espaço disponível. De qualquer modo eu confessei a quem mo pediu que depois publicava aqui a versão correspondente ao segundo rascunho.</i></h5>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">O episódio é já acontecimento nacional e o ruído em seu redor bastante estridente. Todas as posições já foram ensaiadas, a maior parte dos argumentos imagináveis já foram aduzidos, as responsabilidades foram assacadas a toda a gente, os diagnósticos multiplicaram-se, assim como as soluções. Neste contexto é difícil trazer algo de novo à discussão. Por isso, mais do que o episódio em si, convém analisar algumas questões que o rodeiam e as epidérmicas polémicas que o envolvem.</p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal">A indisciplina e violência nas escolas são      fenómenos normais ou excepcionais?</li>
<li class="MsoNormal">São fruto de práticas ancestrais de contestação à      autoridade ou são comportamentos novos, resultantes de factores recentes      como a fragmentação familiar e uma crise de valores?</li>
<li class="MsoNormal">São resultado de comportamentos disruptores      individuais ou manifestações de uma cultura de irresponsabilidade de      grupo?</li>
<li class="MsoNormal">São epifenómenos a que devemos responder de forma      tolerante, relativizando a sua gravidade, ou devemos encarar a sua punição      como exemplar?</li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">A resposta a estas questões não é tão simplista como muitos gostariam, para melhor enquadrarem a realidade nas suas ideias confortavelmente pré-formatadas.<br />
<b></b></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><b>Comecemos pela frequência</b>: estes actos são razoavelmente frequentes nas nossas escolas, embora variando de escola para escola e de turma para turma. Não são excepcionais, singulares, ou <i>«casos dramáticos individuais»</i>, mas também não são a regra em todas as turmas, todos os dias, em todos os estabelecimentos de ensino. Mas são frequentes. Não me importo com o que dizem as estatísticas recolhidas por qualquer Observatório. Elas dizem muitas vezes o que deixamos que elas registem.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><b>E quanto à novidade dos actos?</b> Será isto coisa nova, ou apenas a ponta de uma longa cauda? Verdade seja dita que isto tem pouco de novo, embora existam ciclos de maior ou menor incidência destes fenómenos (e do interesse público e mediático por eles). A indisciplina e a violência (que representam pontos não muito distantes de um <i>continuum</i> de comportamentos) existem no quotidiano escolar, assim como a gritaria nos corredores, os atropelos nas filas para o almoço, a falta de civismo nos WC’s. Todos o sabemos. Fomo-nos habituando. Porque é natural. Faz parte da idade. <i>O professor nunca fez nada disso no seu tempo?</i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><b>São condutas individuais ou de grupo?</b> Na sua forma mais singular são condutas individuais, mas resultam tantas vezes <i>da «pressão dos pares»</i>, da necessidade de demonstrar uma <i>«atitude</i>», de «marcar uma posição», de ganhar um virtual concurso de popularidade e respeito em grupos que se definem pela auto-imagem de rebeldia. Daí o rótulo de <i>«o 9ºC em grande» </i>que servia de título ao vídeo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"><b>Como devemos reagir perante estes casos?</b> Relativizando e pós-modernizando apenas na medida estritamente necessária. Não pactuando com políticas de silêncio e camuflagem destas condutas. Não culpabilizando a vítima pela agressão sofrida. Não querendo fazer crer que quem é violado(a) o é por sua única e exclusiva culpa. Havendo coragem de assumir as responsabilidades pelos actos. Pedir desculpa ajuda mas não resolve tudo. O pontapé depois de dado, não deixa de doer. Uma bala não retorna à arma depois de um instrumental <i>«desculpe lá qualquer coisinha»</i>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">&#160;</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Mas existem três outros pontos que não queria deixar de sublinhar:</p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal">Para alguns a docente estaria <i>«impreparada» </i>para lidar com esta situação. Mas como é      possível estar preparado? Ouvi sugestões de conduta alternativa que, a      serem seguidas, motivariam outras críticas. Se desistisse da disputa      revelaria falta de autoridade; se saísse da sala em busca de alguém, teria      abandonado a aula. A ninguém ocorreu que a situação se tornou um beco sem      saída quando os restantes presentes optaram por pactuar com a vergonha em      curso.</li>
<li class="MsoNormal">Neste caso não está em causa apenas um tipo de      violência, mas vários. A física, a verbal e a simbólica. Mas também a      devassa da privacidade do jovem Copolla que decidiu gravar o episódio com      a intenção de auto-glorificação do que se passava e não de denúncia.</li>
<li class="MsoNormal">E para finalizar o único aspecto verdadeiramente      decorrente dos tempos: nestes dias a imagem impera. Apesar da violência      que representou a repetição à exaustão das imagens em blogues e      televisões, sem elas talvez tudo não viesse a passar de um impresso de      ocorrência disciplinar que se deixaria guardado numa gaveta.</li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;" align="center">Parece que nos transformámos todos em S. Tomé, nesta idade onde só a imagem conta.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alguns Equívocos Graves da Associação Nacional de Professores]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=4268</link>
<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 12:10:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=4268</guid>
<description><![CDATA[ 
Leio com o espanto possível nos dias que correm que a ANP quer «intermediar as negociações co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://educar.wordpress.com/files/2008/03/anp.jpg" title="anp.jpg"><img src="http://educar.wordpress.com/files/2008/03/anp.jpg" alt="anp.jpg" align="left" /></a></p>
<p>Leio com o espanto possível nos dias que correm que a ANP quer <i>«intermediar as negociações com o Ministério da Educação sobre o processo de avaliação»</i>.</p>
<p>Ora, pela experiência e alguns diáfanos conhecimentos sobre o tema, sempre considerei que um «mediador» é alguém que está numa posição de neutralidade em relação ás partes em conflito.</p>
<p>Ora (outra vez), a ANP afirma-se Associação Nacional de <b>Professores</b>.</p>
<p>Isto deixa-me algo perturbado.</p>
<p>Porque, afinal, se a AN é dos Professores como quer ser <b><i>«mediador» </i></b>neste litígio?</p>
<p><b>Será que a ANP acha que está <i>«fora»</i> disto? </b>Que os professores que representa são neutrais em toda esta situação, é isso?</p>
<p>Que não estão a favor, nem contra, antes pelo contrário, <b>estão acima? </b></p>
<p>Ou acham que que o conflito é, como para alguns opinadores pouco atentos, entre o Ministérios e os Sindicatos?</p>
<p>Que não é entre a larga maioria dos professores e a tutela?</p>
<p>No fundo, <b>eu percebo a jogada táctica da ANP, afirmar-se como mais do que parceiro, como alguém que assume quase a posição de <i>«facilitador de diálogo,</i> uma entidade que se eleva a um palno acima de ME e Sindicatos, os beligerantes em presenç</b>a. Ultrapassada pelos acontecimentos, incapaz de reagir em seu tempo de forma clara, vendo nascer outra associação a disputar-lhe o terreno, saca dos seus pergaminhos e pretende afirmar-se como um elo relevante no contexto actual.</p>
<p>Mas para isso a ANP deve assumir que se desvincula de todos os professores que contestam as políticas ministeriais - o que seria um enorme tiro nos pés, pois assumiria que não está com eles e representa um grupo restrito de docentes, porventura uma elite especial, com um estatuto de excepção.</p>
<p>Já alguém imaginou algo vagamente semelhante em outra situação, por exemplo com a Ordem dos Médicos (ressalvando as enormes diferenças entre uma Ordem e a ANP) a intermediar um conflito entre o Ministério da Saúde e os Sindicatos do sector?</p>
<p><b>Esta posição da ANP, sendo compreensível no plano da táctica de horizontes curtos e busca de protagonismo imediato, é um enorme erro em termos estratégicos na sua relação com professores e educadores porque, a partir de agora, sabemos que esta Associação não pretende fazer parte daqueles que representam os professores em contestação, mas provavelmente daqueles que só querem que isto se acalme tudo e se torne novamente «confortável».</b></p>
<p>Mas foi para essa função particular que o ME apadrinhou a criação do Conselho de Escolas.</p>
<p>Afinal o que pretende ser a Associação <b>Nacional </b>de Professores?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA['Tamos No <em>Público</em>, Pá!]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=4069</link>
<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 10:28:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Blogosfera, uma nova arma de mobilização

Não há tempo para digitalizar ou transcrever a peça ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2>Blogosfera, uma nova arma de mobilização</h2>
</blockquote>
<p>Não há tempo para digitalizar ou transcrever a peça de <b>Andreia Sanches</b> e <b>Isabel Leiria</b> (que não tem link permanente), mas é interessante, em especial pela variedade de propostas, que têm o condão de cobrir o espectro opinativo e estilístico: <i>Anterozóide, Cartel, Defesa da Escola Pública, Memória de uma Prof, Professorinha, Sinistra, Tempo de Teia, Terrear, Umbigo</i>, cada um com a sua forma de registo característica</p>
<p>Quanto a mim, apenas o facto das coisas se atropelarem a si mesmas, o número máximo de entradas ali assinalado já foi cilindrado três vezes desde então e está agora acima das 25.000 visualizações, valor alcançado na passada 5ª feira.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem É Que Já Está Todo Contentinho?]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/2007/12/21/quem-e-que-ja-esta-todo-contentinho/</link>
<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 21:38:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/2007/12/21/quem-e-que-ja-esta-todo-contentinho/</guid>
<description><![CDATA[É o nosso amigo subsidiodependente em regime de voluntariado que já disse de sua justiça sobre o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>É o nosso amigo <i>subsidiodependente </i>em regime de <i>voluntariado </i>que já disse de sua justiça sobre o novo modelo de gestão à <a href="http://www.confap.pt/docs/13_AA_Hoje_escrevo_eu_24h.pdf">"imprensa de referência disponível"</a> logo que o anúncio surgiu no Parlamento (a prosa foi publicada dia 13). Anote-se esta passagem, brilhante tanto pela forma como encara a ortografia como pelo modo como insinua que já sabia o que aí vinha:</p>
<blockquote><p>Cremos que estes objectivos são forte e <b>maioritáriamente </b>consensuais entre todos os que acompanham as questões educativas, seja como parceiros sociais - caso da Confap - seja como simples cidadãos interessados na matéria.</p>
<p>Os parceiros, de resto, há muito que aguardavam este anúncio e, também, em 5 de Outubro passado, disso fez eco o Presidente da <b>Républica</b>, num notável e histórico discurso! No dia anterior - ao celebrar o Dia do Professor - eu próprio, em nome da Confap, propunha ao Presidente da FNE a organização de debates sobre o assunto, por todo o país. A FNE programou, há um mês, essa iniciativa, na qual nos incluíremos.</p></blockquote>
<p>Atentem na forma de acentuação e distribuição de vírgulas, de forma a sincopar as frases, mesmo quando isso não é necessário.</p>
<p>A utilização da expressão "parceiros sociais" deve ser encarada em sentido lato, obviamente (ou será melhor <b>óbviamente</b>?).</p>
<p>Entre o artigo publicado e o <a href="http://www.confap.pt/desenv_noticias.php?ntid=756">texto disponível na página da Confap</a> existem ligeiras discrepâncias como a que se pode detectar mesmo no final do texto quando se referem as 2000 associações de pais existentes no país (ou será <b>pais</b>?).</p>
<h6><b><i>Adenda</i></b>: os meus alunos sabem, desde cedo e por regra geral, que não se acentuam  os advérbios de modo, nem sílabas para lá/cá da antepenúltima. As palavras esdrúxulas são o final da linha. <i><b>Cláramente</b>, </i>como costuma concluir o meu aluno R.</h6>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Isto É Gente Demasiado <em>à Frente</em> Para Mim]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/2007/12/14/isto-e-gente-demasiado-a-frente-para-mim/</link>
<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 22:50:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu só compreendo como sou tacanho e curto de ideias quando leio e ouço alguém reconhecidamente co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu só compreendo como sou tacanho e curto de ideias quando leio e ouço alguém reconhecidamente competente e genial a dissertar sobre um assunto que eu pensava ter percebido, mas afinal não tinha.</p>
<p>Hoje aconteceu-me outra vez quando <strong>Luís Campos e Cunha</strong>, luminária académica transformada em esperança política por 4 meses e agora em aparente reserva do regime, <strong>apareceu no noticiário das 8 da SIC a explicar porque não deve ser referendado o Tratado Reformador da UE</strong>, isto depois de um rasgadíssimo encómio à Presidência portuguesa que levou à assinatura do mesmo no Mosteiro dos Jerónimos. Pareceu mesmo uma forma de se chegar à frente para qualquer coisa, mas pode ser apenas impressão minha.</p>
<p><strong>Explicou então LCC ao povo que o Tratado não deve ser referendado porque não existe alternativa</strong>. Elaborando melhor, <strong>especificou que num referendo devem existir duas alternativas e que neste caso isso não acontece</strong>.</p>
<p>Ouvi e <em>embatuquei</em>, entrando em período de completa reavaliação dos meus conceitos.</p>
<p>É que, acreditem ou não, <strong>eu estava plenamente convencido que num referendo era feita uma pergunta à qual nós</strong> - os que nos damos ao trabalho de ir votar nos referendos, o que no meu caso foi até agora sempre, porque gosto mesmo de referendos, vá-se lá perceber porquê - <strong>respondemos através de uma cruz se "Sim" ou "Não"</strong> (claro que não estou a contar os alvos e os insultos à ascendência deste ou daquele político ou outro vernáculo por vezes usado nestas ocasiões em que nos deixam exercer a democracia durante uns segundos).</p>
<p><strong>A essa possibilidade de optar pelo <em>Sim </em>ou <em>Não </em>eu até hoje chamava <em>alternativa</em>.</strong></p>
<p>Do tipo: quer a regionalização? Sim ou Não? Quer a IVG? Sim ou Não?</p>
<p>Descobri hoje que afinal isso não é alternativa ou que então, de acordo com LCC, o referendo sobre o Tratado Reformador só poderá conter uma alternativa (obviamente o "Sim") pelo que não valerá a pena dar-mo-nos ao trabalho.</p>
<p>São visões muito <em>além</em>. Muito <em>à frente</em>. Eu cá fiquei lá atrás, preso em atavismos conceptuais.</p>
<p><strong>Eu confesso que pensava que enquanto pudesse escolher entre <em>Sim </em>e <em>Não</em></strong><em> </em>(como fizeram holandeses e franceses, por exemplo) <strong>estava a escolher entre duas alternativas</strong>.</p>
<p><em>Silly me... </em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu Já Estou em Bicos de Pés a Bater Palmas]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/2007/12/12/eu-ja-estou-em-bicos-de-pes-a-bater-palmas/</link>
<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 08:22:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Educação: Conselho das Escolas sublinha aumento da responsabilização dos directores e reforço ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2><a href="http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/czmS3tht0I4TLh6HAjnwAw.html">Educação: Conselho das Escolas sublinha aumento da responsabilização dos directores e reforço de lideranças</a></h2>
<p>Em declarações à agência Lusa, o presidente do Conselho das Escolas, novo órgão consultivo do Ministério da Educação, considerou que as alterações ao nível da gestão escolar "fazem sentido", já que será a comunidade educativa a definir o responsável máximo, tendo em conta o mérito, a experiência e um plano de actuação.</p>
<p>"Por outro lado, este modelo aumenta a responsabilização dos futuros directores de escola e fortalece as lideranças, tendo em conta determinados objectivos. O director passa a ter poderes alargados e responsabilidades acrescidas, tendo de prestar contas", afirmou Álvaro Almeida dos Santos.</p></blockquote>
<blockquote>
<h2><a href="http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/Iw9E3VQiCG2tDR0yKwBcmQ.html">Educação: Director de escola há 16 anos garante que o modelo é o mais eficaz</a></h2>
<p>Nos mais de 20 anos à frente da Secundária de Amarante, Fernando Sampaio já conheceu todos os tipos de gestão. Hoje, um dos poucos directores de escolas públicas no país não tem dúvidas em afirmar que este é o modelo mais eficaz.</p>
<p>No dia em que o primeiro-ministro anunciou no Parlamento a reforma da gestão escolar, a Lusa ouviu o relato de quem já foi presidente dos antigos conselhos directivos e responsável máximo de um conselho executivo, sendo agora director, desde 1991.</p>
<p>"Se pensarmos na escola como uma empresa que precisa de dar respostas imediatas, isso não é muito compatível com a ideia de um colectivo na gestão. Como a figura do director é um órgão unipessoal, ao contrário dos conselhos executivos (CE), acaba por haver uma liderança mais forte e mais operacional", assegura.</p></blockquote>
<p>Resta saber se até agora estes dilectos colegas tiveram muitos problemas em eternizarem-se nos cadeirões do poder nas respectivas escolas e, já agora, se isso tem sido especialmente vantajoso. E se têm gostado de deixar de ser professores durante uma ou duas décadas, olhando a Escola da sua secretária., quantas de vezes de costas para as janelas e para as portas, se não literal pelo menos metaforicamente..</p>
<p>E, já agora, se <strong>no caso do Presidente do Conselho de Escolas é uma opinião "pessoal" ou "institucional".</strong></p>
<p>Porque há diferenças, apesar da necessidade de,e passo a citar o novo <em>cliché, </em><strong><em>«lide</em><em>ranças fortes»</em></strong>.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
