Esqueceu-se da password?

Blogs sobre: Os Amantes Sem Dinheiro 1950

Blog em Destaque

Improviso para uma fonte

Raquel Agra wrote 1 month ago: Boca da terra. Ao longe pressentida mas discreta. A quem te procura entregas-te aberta. … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, fonte

Com as gaivotas

Raquel Agra wrote 3 months ago: Contente de me dar como as gaivotas bebo o Outono e a tarde arrefecida. Perfeito o céu, perfeito o m … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Outono, Amor, gaivotas

Improviso na madrugada

Raquel Agra wrote 4 months ago: Húmido de beijos e de lágrimas, ardor da terra com sabor a mar, o teu corpo perdia-se no meu.   (Von … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, corpo, Madrugada, Beijos, Lagrimas

Retrato

Raquel Agra wrote 4 months ago: No teu rosto começa a madrugada. Luz abrindo, de rosa em rosa, transparente e molhada.   Melodia dis … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Fundação EA, Madrugada, MAR, Rosa, rosto, Terra

Surdo, subterrâneo rio

Raquel Agra wrote 6 months ago: Surdo, subterrâneo rio de palavras me corre lento pelo corpo todo; amor sem margens onde a lua rompe … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, rio, Amor, palavras, Tempo, LUA

Canção para minha mãe

Raquel Agra wrote 7 months ago: Uma mulher a cantar de cabelo despenteado.   (Era o tempo das gaivotas mas o mar tinha secado.)   Pe … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Outono, Canção, MAR, gaivotas, Mae

As mãos

Raquel Agra wrote 8 months ago: Que tristeza tão inútil essas mãos que nem sequer são flores que se dêem: abertas são apenas abandon … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, mãos

Poema à mãe

Raquel Agra wrote 9 months ago: No mais fundo de ti eu sei que te traí, mãe.   Tudo porque já não sou o menino adormecido no fundo d … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Rosas, coração, Mae, Aves

Soneto

Raquel Agra wrote 10 months ago: Amor desta tarde que arrefeceu as mãos e os olhos que te dei; amor exacto, vivo, desenhado a fogo, o … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Amor, ,canto,

Choro2 comments

Raquel Agra wrote 1 year ago: Choras, e nem eu posso mais do que lágrimas, coisas frias, sobre as tuas mãos abandonadas à janela d … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, coração

Adeus1 comment

Raquel Agra wrote 1 year ago: Já gastámos as palavras pela rua, meu amor, e o que nos ficou não chega para afastar o frio de quatr … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade

Conselho

Raquel Agra wrote 1 year ago: Sê paciente; espera que a palavra amadureça e se desprenda como um fruto ao passar o vento que a mer … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade

Elegia

Raquel Agra wrote 1 year ago: Às vezes era bom que tu viesses. Falavas de tudo com modos naturais: em ti havia a harmonia dos frut … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade

Canção breve

Raquel Agra wrote 1 year ago: Tudo me prende à terra onde me dei: o rio subitamente adolescente, a luz tropeçando nas esquinas, as … more →

Tags: Poesía

Rumor

Raquel Agra wrote 1 year ago: Acorda-me um rumor de ave. Talvez seja a tarde a querer voar.   A levantar do chão qualquer coisa qu … more →

Tags: Poesía

Apenas um rumor

Raquel Agra wrote 1 year ago: E no teu rosto aberto sobre o mar cada palavra era apenas o rumor de um bando de gaivotas a passar. … more →

Tags: Poesía

Os amantes sem dinheiro

Raquel Agra wrote 1 year ago: Tinham o rosto aberto a quem passava. Tinham lendas e mitos e frio no coração. Tinham jardins onde a … more →

Tags: Poesía

Nocturno de Lisboa

Raquel Agra wrote 1 year ago: Pela noite adiante, com a morte na algibeira, cada homem procura um rio para dormir, e com os pés na … more →

Tags: Poesía


Have your say. Start a blog.

See our free features →

Tags Relacionadas
Todos →

Acompanhe esta etiqueta via RSS