A mão onde pousava o que a noite trazia é quase imperceptível; memória só seria do que nem nome tinha: um arrepio na água?, um ligeiro tremor nas folhas dos álamos?, um trémulo sorrir em lábios que nã… mais →
O Sal da LínguaRaquel Agra wrote 1 week ago: A mão onde pousava o que a noite trazia é quase imperceptível; memória só seria do que nem nome tinh … more →
Raquel Agra wrote 5 months ago: 1 Ó pureza apaixonadamente minha: terra toda nas minhas mãos acesa. 2 O que sei de ti foi só o ven … more →
Raquel Agra wrote 6 months ago: Assim eu queria o poema: fremente de luz, áspero de terra, rumoroso de águas e de vento. … more →
Raquel Agra wrote 7 months ago: 1 Um nó de luz ou uma lágrima: nada mais era quando despertava. 2 Sabor de água, puro sabor de ser … more →
Raquel Agra wrote 8 months ago: Colhe todo o oiro do dia na haste mais alta da melancolia. … more →
Raquel Agra wrote 9 months ago: 1 Com palavras amo. 2 Inclina-te como a rosa só quando o vento passe. 3 Despe-te como o orvalho … more →
Raquel Agra wrote 11 months ago: A terra inocente abre-se ao ardor de oiro de uma flauta – será que o pastor ou a primavera desperta … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: 1. O sangue matinal das framboesas escolhe a brancura do linho para amar. 2. A manhã cheia de bril … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: 1. Apelo da manhã perdido em flor: ave seria se não fosse ardor. 2. Pelo sabor da água reconheço a … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Um corpo para estender a náufragos – o teu corpo. Um rasto de cadelas aluadas, um charco de maçãs … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Devia ser verão, devia ser jovem: ao encontro da manhã ia cantando como quem entra na água. Um cor … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: - Que posso eu fazer senão beber-te os olhos enquanto a noite não cessa de crescer? - Repara como … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Que terror te ergueu pétala a pétala para eu desfolhar, ó manhã de oiro. … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Eis como o verão chega de súbito, com seus potros fulvos, seus dentes miúdos, seus múltiplos, longos … more →
Raquel Agra wrote 1 year ago: Ergue-se aérea pedra a pedra a casa que só tenho no poema. A casa dorme, sonha no vento a delícia s … more →