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Blogs sobre: Ostinato Rigore 1964

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Cante Jondo

Raquel Agra wrote 1 week ago: A mão onde pousava o que a noite trazia é quase imperceptível; memória só seria do que nem nome tinh … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Alamos, mao, memor.ia, Noite, Sonho

Eros Thanatos

Raquel Agra wrote 5 months ago: 1 Ó pureza apaixonadamente minha: terra toda nas minhas mãos acesa.   2 O que sei de ti foi só o ven … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, desejo, Espadas, LAbios, Morte, Pureza, Verão

Os frutos

Raquel Agra wrote 6 months ago: Assim eu queria o poema: fremente de luz, áspero de terra, rumoroso de águas e de vento. … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Aguas, Luz, Poema, Terra, vento

Estribilhos de um dia de Verão

Raquel Agra wrote 7 months ago: 1 Um nó de luz ou uma lágrima: nada mais era quando despertava.   2 Sabor de água, puro sabor de ser … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Agua, Fogo, Lágrima, neve

Despedida

Raquel Agra wrote 8 months ago: Colhe todo o oiro do dia na haste mais alta da melancolia. … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, dia, Melancolia

Cristalizações

Raquel Agra wrote 9 months ago: 1 Com palavras amo.   2 Inclina-te como a rosa só quando o vento passe.   3 Despe-te como o orvalho … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Luz, manhã, orvalho, palavras

Pastoral

Raquel Agra wrote 11 months ago: A terra inocente abre-se ao ardor de oiro de uma flauta – será que o pastor ou a primavera desperta … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, Fundação EA, Pastor, Pastoral, Primavera

Natureza morta com frutos

Raquel Agra wrote 1 year ago: 1. O sangue matinal das framboesas escolhe a brancura do linho para amar.   2. A manhã cheia de bril … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, frutos, lume, Verão

Eros de passagem

Raquel Agra wrote 1 year ago: 1. Apelo da manhã perdido em flor: ave seria se não fosse ardor.   2. Pelo sabor da água reconheço a … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía, desejo

Espadas da melancolia

Raquel Agra wrote 1 year ago: Um corpo para estender a náufragos – o teu corpo.   Um rasto de cadelas aluadas, um charco de maçãs … more →

Tags: Eugénio de Andrade, Poesía

Anunciação da alegria

Raquel Agra wrote 1 year ago: Devia ser verão, devia ser jovem: ao encontro da manhã ia cantando como quem entra na água.   Um cor … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade, Verão

Nocturno a duas vozes

Raquel Agra wrote 1 year ago: - Que posso eu fazer senão beber-te os olhos enquanto a noite não cessa de crescer?   - Repara como … more →

Tags: Poesía, Eugénio de Andrade

Quase Haiku

Raquel Agra wrote 1 year ago: Que terror te ergueu pétala a pétala para eu desfolhar, ó manhã de oiro. … more →

Tags: Poesía

Soneto menor à chegada do verão

Raquel Agra wrote 1 year ago: Eis como o verão chega de súbito, com seus potros fulvos, seus dentes miúdos, seus múltiplos, longos … more →

Tags: Poesía

Metamorfoses da casa

Raquel Agra wrote 1 year ago: Ergue-se aérea pedra a pedra a casa que só tenho no poema.  A casa dorme, sonha no vento a delícia s … more →

Tags: Poesía


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